domingo, 28 de fevereiro de 2010

Vídeo: Nigel Farabe esculhamba o Presidente da UE (membro Bilderberg)

Créditos de: Canal fimdostemposnet

O senador Nigel Farabe fala na cara de Herman Van Rompuy, seus planos de dominação a serviço do Governo Mundial.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Livro "O poder Secreto" de Armindo Abreu

Créditos de: Blog Sombra da Internet

>>NOTA<<
Estou apenas linkando o arquivo da internet, não estou hospedando, só linkando, para saber como adqurir esse livro:


SE VOCE TEM SEDE DE CONHECIMENTO BAIXE ESSE LIVRO O QUANTO ANTES E DESFRUTE.

O Poder Secreto, De Armindo Abreu.



http://1.bp.blogspot.com/_qJv1-woX_B8/Sp2b4JGlkKI/AAAAAAAAACI/5Ya71Xt3vbw/S220/frente.jpg


Agradecimentos mutuos a pessoa que trabalhou para digitar e espalhar esse conhecimento gerado atravéz de estudos de incontáveis horas e experiências de  Armindo Abreu, economista e pesquisador, todos agradecimentos a AA.

É uma leitura minuciosa e detalhista sobre os poderosos do mundo.
Para saber mais sobre o livro acesse: http://www.armindoabreu.ecn.br

>>Atualização <<

Novo link para download:http://pt.slideshare.net/Angileir/o-poder-secreto-armindo-de-abreu-quase-completo

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Documentário: A Revolução ("This Revolution")

Créditos de: Canal documentarioz

"A Revolução" ("This Revolution") é um filme político, com algumas cenas reais, estrelado por Rosario Dawson e dirigido pelo cineasta e ativista Stephen Marshall, criador da revista "Channel Zero" e fundador da "Guerilla News Network". Este "documentário/drama" mistura a realidade à ficção concentrando-se nos efeitos maléficos da mídia estadunidense, manipuladora, hipócrita e vil. Considerado o ÚNICO filme ficcional que critica o governo Bush e denuncia a guerra do Iraque e os atentados de 11 de setembro como um "serviço interno", "A Revolução" acabou tendo sua exibição proibida e banida em vários Estados americanos. É uma produção bastante modesta e sua verdadeira importância é ter ocupado esse lugar de dúvida, denuncia e crítica em um meio cinematográfico, senão propagador de farsas, rendido à destruidora ideologia estadunidense. O filme chegou a fazer parte da "Official Sundance Selection" de 2004. Trama: Jake é um cinegrafista de uma rede mundial de TV que acaba de voltar do Iraque, de onde não podia sair durante a invasão dos EUA, e recebe sua nova missão - rastrear os movimentos de um grupo de políticos radicais chamados "The Black Block" que pretende interferir na Convenção Republicana Nacional em Nova York. Com o apoio de sua namorada oportunista, Chloe, Jake consegue penetrar o grupo e acompanhá-los durante a convenção. Nesse processo, ele acaba se apaixonando por uma jovem viúva (Rosário Dawson), cujo marido foi morto no Iraque. Inesperadamente, essa missão vai chocá-lo e mudar sua visão de mundo para sempre.

Video: 2012 - Nasa e Explosões Solares

Créditos de: Canal fimdostemposnet



Artefato irá orbitar a 35 mil quilômetros da Terra.
Objetivo é conseguir prever atividades solares.

Uma tempestade solar é a principal ameaça ao funcionamento das redes de televisão e de internet durante a Olimpíada de Londres, em 2012. Este é o prognóstico de Richard Harrison, da Rutherford Appleton Laboratory, de Oxfordshire, na Inglaterra. A previsão foi feita às vésperas do lançamento, nesta semana, do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa.

A sonda que a Nasa pretende lançar neste sábado passará cinco anos orbitando a Terra, investigando as causas da extrema atividade solar como os ventos solares e as erupções violentas a partir de sua atmosfera.

Citado hoje pelo jornal The Times, o professor Harrison disse que esses fenômenos podem expor os astronautas a doses mortíferas de partículas, além de tornar os satélites inativos e provocar erros e problemas em todo os tipos de serviços de comunicações.

Embora os picos na atividade solar possam perturbar as comunicações terrestres e por satélite, foi praticamente impossível até agora prever as tempestades solares. Os cientistas esperam que as informações que terão graças ao observatório os ajudem a saber, antecipadamente, sobre a ocorrência de labaredas solares e tormentas magnéticas.

O observatório analisará, entre outras coisas, os campos magnéticos do Sol e as mudanças de energia do vento solar, as partículas energéticas e as variações de sua radiação. O lançamento acontecerá em um momento em que o Sol volta a dar sinais de agitação após vários anos de quase inatividade, segundo os astrônomos.

Entre 2008 e 2009, houve mais de 250 dias sem manchas solares, um recorde desde 1913, mas nas duas últimas semanas foram registradas duas labaredas solares, o que pode significar que o Sol está entrando em uma fase mais ativa de um novo ciclo. Para o cientista britânico, o lançamento não podia ser mais oportuno.

Vídeo: Eduardo Marinho.mp4

Créditos de: Canal Klausrj21

Documentário: "A Guerra contra a Democracia"

Créditos de: Canal viniciusdavilaBFR

"The War on Democracy" é um filme sensível, humano, inteligente e essencial. O premiado jornalista John Pilger mostra a cruel realidade planejada pelos EUA para quase todos os países latino-americanos. Golpes, assassinatos, grupos de extermínio, torturas, genocídios - financiados e treinados pela CIA, acompanhados por uma cobertura quase sempre desonesta da mídia local - transformaram esses países no que eles são hoje: Desigualdade, miséria, desinformação e fornecedor de produtos primários. Certos documentos apresentados pelo filme revelam a realidade que a mídia esconde até os dias de hoje. Mas o documentário não é só amargura e mostra numa mensagem de otimismo de que o povo pode sair às ruas e conseguir o que lhe é de direito. Isso é bem ilustrado em dois ótimos exemplos na América do Sul: Venezuela e Bolívia, que ao contrário do que diz quase todos os nossos meios televisivos e impressos - se transformaram em símbolos da luta popular pela democracia. Esse documentário é essencial para quem quer saber da recente história latino-americana e para se situar no tempo atual. Liberte-se!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Documentário: Mega-Denúncia - Modificação Climática

Créditos de: Canal TheMorpheusBrasil

A modificação climática do planeta, para a concretização da Weather Warfare, a Guerra com o Clima, usando o clima como arma. Mega-denúncia, espalhe para todos os que você conhece, principalmente para os que estão dormindo ainda e não usam o YouTube para acompanhar as NOTÍCIAS URGENTES REAIS.










Vìdeo - TV Al-Jazeera: "Israel Usa Arma Química Contra Civis Palestinos"

Créditos de: Canal krishnamurtibr1

Reportagem de Ayman Monyeldin na rede de televisão Al-Jazeera mostrando que Israel utilizou fósforo branco em sua ofensiva contra Gaza em janeiro de 2009. Um ano depois, Israel admitiu ter utilizado a arma contra civis (e que voltará a usar sempre que "preciso"), o que as convenções internacionais explicitamente proíbem.

A Falência dos Estados Unidos agora é Certa

Porter Stansberry
Silverbearcafe
Quinta-feira, 04 de fevereiro de 2010

Tradução: Revelatti

http://www.istockphoto.com/file_thumbview_approve/7438418/2/istockphoto_7438418-financial-crash.jpg

É um daqueles números inacreditáveis e enormes nos quais você realmente terá que pensar neles por enquanto ... Dentro dos próximos 12 meses, o Tesouro Americano terá de refinanciar US$ 2 trilhões em dívida de curto prazo. E isso sem contar as despesas adicionais do défice, que são estimadas em cerca de US$ 1,5 trilhões. Coloque os dois números juntos. Então pergunte a si mesmo, como no mundo pode tomar emprestado do Tesouro 3,5 trilhões de dólares em apenas um ano? Isso é um montante equivalente a quase 30% do nosso PIB inteiro. E nós somos a maior economia do mundo. De onde virá o dinheiro?

Como é que vamos acabar com tanta dívida de curto prazo? Como a maioria das entidades que têm uma dívida muito grande - os devedores do subprime, GM, Fannie, ou GE - O Tesouro Americano tentou minimizar sua carga de juros em empréstimos para curtos períodos de tempo e então "capota" os empréstimos quando eles vencem. Como dizem em Wall Street, "uma dívida rolando não recolhe nenhum musgo." O que eles querem dizer é, contanto que você possa estender a dívida, você não tem nenhum problema. Infelizmente, isso leva pessoas a tomar quantidades cada vez maiores de dívida ... e os prazos são cada vez mais curtos ... em vez menores taxas de juros. Mais cedo ou mais tarde, os credores irão acordar e se perguntar: Quais são as chances que eu tenho de ser realmente restituído? E é aí que começa o problema. As taxas de juros sobem drasticamente. Custos de financiamento sobem. A festa acabou. Falência é o próximo resultado.

Quando os governos vão à falência é chamado de "o padrão". Especuladores de moeda corrente descobriram como prever exatamente quando um país estaria padrão. Dois economistas conhecidos - Alan Greenspan e Pablo Guidotti - publicaram a fórmula secreta em um trabalho acadêmico em 1999. É por isso que a fórmula é chamada regra Guidotti-Greenspan. A regra estabelece: Para evitar um padrão, os países devem manter reservas em divisas pelo menos igual a 100% dos seus vencimentos a curto prazo da dívida externa. A empresa mundial de gestão de dinheiro, PIMCO, explica a regra da seguinte forma: "O valor de referência mínimo de reserva equivalente a pelo menos 100% da dívida externa de curto prazo é conhecida como regra Guidotti-Greenspan. Greenspan-Guidotti é talvez o único conceito de adequação de reserva que tem a maioria dos adeptos e suporte empírico.

O princípio subjacente a esta regra é simples. Se você não consegue saldar todas as suas dívidas externas nos próximos 12 meses, você está em risco terrível de crédito. Os especuladores estão indo segmentar os seus títulos e sua moeda, o que torna impossível refinanciar suas dívidas. "O padrão" é garantido.

Assim qual é a posição da América na escala Guidotti-Greenspan? É um padrão garantido. Os EUA detém ouro, petróleo e moeda estrangeira na reserva. Os EUA tem 8.133,5 toneladas de ouro (é o maior detentor do mundo). Isto é 16.267.000 em libras. Em valores correntes de dólares, vale cerca de US$ 300 bilhões.A reserva estratégica de petróleo dos EUA mostra uma posição de total atual de 725 milhões de barris. Dólar a preço corrente, que é aproximadamente US$ 58 bilhões de dólares no valor do petróleo. E de acordo com o FMI, os EUA têm US$ 136 bilhões em reservas de moeda estrangeira. Então, somando tudo ... têm-se cerca de US$ 500 bilhões de reservas. Nossas dívidas estrangeiras de curto prazo são muito maiores.

De acordo com o Tesouro dos EUA, o valor é de US$ 2 trilhões em dívida com vencimento nos próximos 12 meses. Então, olhando apenas a dívida de curto prazo, sabemos que o Tesouro terá de financiar pelo menos US$ 2 trilhões em dívida com vencimento nos próximos 12 meses. Isso não pode causar uma crise se ainda estivéssemos financiamento nossa dívida pública interna. Mas, desde 1985, somos um devedor líquido para o mundo. Hoje, estrangeiros são donos de 44% de todas as nossas dívidas, o que significa que devemos para credores estrangeiros, pelo menos, US$ 880 bilhões de dólares nos próximos 12 meses - uma quantidade muito maior que nossas reservas.

Tenha em mente, este só cobre as nossas dívidas existentes. O Escritório de Administração e Orçamento está prevendo um déficit orçamentário de US$ 1,5 trilhões durante o próximo ano. Isso coloca as nossas necessidades de financiamento total da ordem de US$ 3,5 trilhão nos próximos 12 meses.

Então ... de onde virá o dinheiro? O total de poupança doméstica dos EUA são de apenas cerca de US$ 600 bilhões anualmente. Mesmo se todos nós colocarmos cada centavo das nossas economias na dívida do Tesouro Americano, ainda estaremos devendo quase US$ 3 trilhões à curto prazo. Isso é um requisito de financiamento anual equivalente a cerca de 40% do PIB. Onde está o dinheiro? De nossos credores estrangeiros? Não de acordo com Guidotti-Greenspan. E não de acordo com o bancos centrais da India e da Russia, que pararam de comprar títulos do Tesouro e começaram a comprar grandes quantidades de ouro. A India comprou 200 toneladas neste mês. Fontes dizem que na Rússia, o Banco Central não vai dobrar suas reservas de ouro.

Então, de onde virá o dinheiro? Da imprensa (casa da moeda). O Federal Reserve já monetizou quase US$ 2 trilhões em dívida do Tesouro e dívida hipotecária. Isto enfraquece o valor do dólar e desvaloriza os nossos laços existentes do Tesouro. Mais cedo ou mais tarde, os nossos credores terão de enfrentar uma escolha difícil: manter os nossos laços e continuar a ver o valor diminui lentamente, ou tentar escapar ao ouro e ver o valor de suas ligações com os EUA despencar.

Uma coisa que eles não vão fazer é comprar mais da nossa dívida. Quais serão os próximos bancos centrais que irão abandonar o dólar? Brasil, Coréia e Chile. Estes são os três maiores bancos centrais que possuem a menor quantidade de ouro. Não chegam à 1% do total de suas reservas em ouro.

Eu examinei essas questões com muito mais detalhes na edição mais recente do meu boletim, Investimento Porter Stansberry Assessor, que publicou sexta-feira passada. Coincidentemente, o New York Times repetiu nossos avisos - quase palavra por palavra - no seu jornal hoje. (Eles não mencionaram Guidotti-Greenspan, entretanto ... Porque é um verdadeiro segredo dos especuladores internacionais.)

Fonte: Prisonplanet - The Bankruptcy of the United States is Now Certain

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Vídeo: Israel Massacra Palestinos com Armas Químicas

Créditos de: Canal krishnamurtibr1

Este é o video que custou o Canal krishnamurtibrnew, depois de denúncias de antissemitismo. Alguém vê algum antissemitismo aqui? A hipocrisia impera!!!!!!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Refrigerantes e Câncer

Créditos de: Saúde Perfeita

Refrigerantes açucarados são muito apreciados por crianças e adultos, sendo considerados uma bebida de pouca periculosidade para a saúde das pessoas. O artigo abaixo [1] sugere que repensemos esse falso conceito. Na minha opinião, os refrigerantes sem açucar (light ou diet), mas contendo adoçantes artificiais como o aspartame, são muito piores do que os refrigerantes comuns açucarados, tratados abaixo. Prefira beber água ou um suco natural de frutas. Seu corpo vai agradecer.

Refrigerante é associado a risco de câncer de pâncreas

Tomar duas ou mais latas de refrigerante com açucar por semana aumenta em 87% o risco de câncer no pâncreas, sugere estudo científico feito com mais de 60 mil pessoas, em Cingapura, e publicado na revista científica "Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention".

Os pesquisadores acompanharam esse grupo durante 14 anos. Nesse período, 140 voluntários desenvolveram câncer de pâncreas. O estudo não aponta, entretanto, a relação causal exata entre o consumo dessas bebidas e o aparecimento do câncer.

De acordo com Mark Pereira, coordenador do estudo, da Universidade de Minnesota, uma das hipóteses é que a quantidade de açucar dessas bebidas aumenta os níveis de insulina no sangue e poderia contribuir para o crescimento das células cancerosas no pâncreas.

Segundo o cirurgião oncológico Felipe José Coimbra, do Hospital A.C. Camargo, as causas mais conhecidas de câncer no pâncreas são o histórico familiar da doença, casos de pancreatite hereditária, tabagismo e diabetes. A obesidade parece também ter influência, mas ainda não há nada comprovado.

"Por enquanto, não há nenhum alimento que comprovadamente cause o câncer no pâncreas. O estudo poderá servir de orientação, especialmente para pessoas em grupos de risco", diz.

Coimbra pondera, porém, que o estudo não é conclusivo e não dá para fazer especulações sobre qual o mecanismo de ação (só dá para concluir que refrigerantes açucarados contribuem para o surgimento de câncer no pâncreas!). "Não sabemos se a doença surgiu por causa do açucar das bebidas, por causa de algum corante ou conservante específico. Mas é um primeiro passo", afirma.

O câncer de pâncreas é considerado um dos mais agressivos do sistema digestivo. O diagnóstico geralmente é tardio e a taxa de sobrevida de cinco anos, para os pacientes, é de apenas 5%.

Referência:
[1] Fernanda Bassette, Jornal Folha de S. Paulo, Seção Saúde, pg. C7, 9 de fevereiro de 2010.

Vídeo: Alex Jones - Cancelem o Futebol, ou os EUA Morrem

Créditos de: Canal fimdostemposnet

Ouro: você está pronto(a) para o grande salto?

Créditos de: Inacreditável

Desde os anos 1990, o preço do ouro é pressionado por um cartel do banco central e dos grandes bancos (Primary Dealers do FED) - o cartel do ouro. O objetivo é óbvio, eliminar o ouro como concorrente a qualquer tipo de títulos ou papel-moeda do mercado.

Isso foi tentado também nas décadas de 1960 e 70, a exemplo do London Gold Pool, o qual queria fixar por todos os meios o preço do ouro a $35/onça, mas então fracassou completamente em 1968. Em 1975, o preço do ouro foi “combatido” com a elevação da oferta de ouro pelos EUA, através do qual uma grande quantidade de ouro da própria população (está açambarcou-o apesar da proibição) foi lançada ao mercado. Ao final de 1970, o depósito de ouro dos EUA, Fort Knox, foi esvaziado sistematicamente por Jimmy Carter. O verdadeiro ouro daquela época já foi substituído por barras de tungstênio banhadas a ouro? Provavelmente.

Em 1979, chegou-se ao ponto que nada mais se podia fazer. Os bancos centrais também vendiam seus dólares por ouro. As massas também. Com isso o preço do ouro disparou até US$ 850/onça no início de 1980, que só pode ser combatido por toda parte com elevado juros. Como se vê, Fiat-Money só pode ser combatido em casos extremos diante do seguro ouro, somente através de juros elevados. Em caso “extremis”, como escreve Alan Greenspan, nada mais é aceito.

Aqui se vê novamente: os bancos centrais do ocidente são tão tolos como o “pequeno investidor padrão”. Primeiro eles tentam manter para baixo o preço do ouro através de abundante oferta, mas se ainda subir, eles mesmo compram no final das contas – mas a um preço n-vezes maior. Pois nessa situação eles têm que “defender” suas moedas. O que aconteceu naquela época acontece hoje novamente.

Papéis podres em Euro

O tema da última semana foi sem dúvida alguma a iminente bancarrota de um país da União Européia, a Grécia. Entrementes, seus títulos do tesouro são liquidados em larga escala. Também já existem relatos de corrida aos bancos na Grécia, onde os poupadores somente receberam ¼ de seus depósitos.

No momento, o pânico em Bruxelas, em diversas capitais e no quartel-general do BCE, em Frankfurt, é enorme. Em um amontoado de galinhas, como na Zona do Euro, as galinhas voam de medo por todos os lados. Existem diversas versões:

- os linha-duras dizem para deixar a Grécia ir à falência, como aviso aos outros PIGS, ou seja, os deficitários da Zona do Euro.

- os favoráveis ao salvamento, os “Bail Outer” querem evitar isso de toda forma, e exigem o Bailout da Grécia, principalmente através da Alemanha.

Qual facção ganhará, ainda não foi decidido. Em todo caso, somente a Alemanha e a França, devido ao tamanho, estão em condições para “salvar” a Grécia por mais alguns meses, na forma em que comprem os títulos do tesouro grego com dinheiro de seus contribuintes ou assumam as dívidas gregas através de emissões de seus próprios títulos. Mas depois do salvamento de seus próprios bancos e posterior arrogância na distribuição de bônus a seus banqueiros, isto deve ser muito difícil em se aplicar dentro da atual situação política.

Como eu mostrei no artigo “2010, o último ano do Euro?”, os problemas na Grécia já causaram bastante estrago no Euro. Ele até se desvalorizou um pouco diante do dólar enfraquecido. Desde o artigo citado acima, ele caiu ainda mais.


Entrementes, a Grécia deve ter se tornado assunto secundário. O que movimenta o mercado contra o Euro é muito mais a ameaçadora contaminação dos outros PIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia, Espanha). Principalmente aqui Portugal, Irlanda e Portugal, que lutam contra um enorme déficit orçamentário e alto desemprego. Se a “contaminação” da Grécia pegar a Espanha, o Euro vira “toast”, será vendido a larga escala.

Neste ínterim, o Euro é “difamado” em todas as mídias e há avisos sobre sua queda. Algumas vozes dizem, aquilo que realmente causa medo nos políticos e bancos centrais seria a retirada da Alemanha do Euro e com isso a restauração do novo Marco alemão. Devido à elevada exportação líquida da Alemanha, ele se tornaria moeda de reserva mundial e todas as outras moedas deveriam se orientar por ele, pois:

- o dólar americano está totalmente valorizado e carrega o fardo do elevado déficit externo dos EUA

- A libra esterlina tem o mesmo problema e é um forte candidato ao crash

- O yen japonês também está valorizado e sofre de um alto déficit público

- o yuan chinês não é conversível.

Um bailout da Grécia através da Alemanha é com certeza um forte sinal de atração da inflação na Alemanha e levaria à queda de Merkel e seus globalistas de esquerda. Então provavelmente estaria livre o caminho para uma retirada do euro. Uma “divisa de emergência” para o caso de um crash do euro está sendo impresso segundo relatos de diferentes fontes. Está estampado “Novo Marco Alemão”? A história da economia mostra que o “pagador líquido” sempre sai da união monetária – se for trocada a liderança política.

Se isto acontecer, então somente ouro e a própria exportação contará no mercado internacional. E não mais algum papel colorido ou verde ou títulos de estados falidos.

Ouro prestes a saltar?

Aqui o gráfico do ouro em euro/onça de um ano, desde fevereiro de 2009:

O recorde de alta foi €806/onça. Hoje estamos a €798, ou seja, apenas a 1% do recorde. Em dóalr são 9% (atualmente a $1116, ATH $1216). Os suíços não estão melhores do que nós na Zona do Euro, devido à sua inflação.

O ouro já se mostrou como respeitável bóia salva-vidas contra uma desvalorização do euro. Quem comprou ouro no verão de 2009 pode ganhar em euro, até agora, algo em torno de 20% - livre de impostos.

Caso a infecção PIIGS se alastre até a Espanha, o que é esperado, então o ouro vai de ATH para ATH, em ritmo diário. A inflação explodirá por causa dos elevados preços das importações.

É esperado que a próxima subida do ouro não consiga ser mais controlada pelo cartel do ouro. Até agora, o dólar fraco foi o combustível para o ouro. Depois que o enorme déficit de Obama proveniente do dinheiro impresso parece continuar igual, o ouro deve continuar a receber suporte maciço do dólar capenga.

Mas temos agora o “problema do euro”. Onde devemos ainda aplicar nosso capital, caso não houver mais moeda confiável no mundo de papel? Se o preço do ouro subir para valer, então quer dizer: “price action makes market commentary”. Os preços em elevação produzem novamente uma enxurrada de artigos para mídia, que atraem mais investidores.

O cartel do ouro num beco sem saída

O aumento do preço em novembro e dezembro pode ser impedido ainda por ora e foi encenado um preço descendente do ouro para a manada de investidores, de forma que ela não tenha investido m ouro a larga escala.

Ninguém de nós sabe quanto ouro os bancos centrais tiveram que jogar no mercado – pois isso é um alto “segredo de estado”.

E ninguém também sabe por quantas vezes essa ação vai funcionar, provavelmente nem mesmo o cartel do ouro. Mas em algum momento essa ação vai falhar, então começa a fuga de todos os papéis – e o poder dos países que dependem deste papel (moedas e títulos públicos) Os avisos estão à mostra.

Quando o pânico realmente começar e o preço do ouro estourar como em setembro de 2008, subindo de repente $100/onça – e não puder ser mais impedido, então em pouco tempo chegará o colapso do “sistema”.

Por que o foguete de ouro deve subir e subirá: todas as moedas foram impressas em excesso e são apenas um tipo diferente de papel higiênico. Os títulos de investimentos estão totalmente supervalorizados – por toda parte.

O medo do euro será o estopim

A quantidade gigantesca de patrimônio em papel na Zona do Euro necessita urgentemente uma salvação, pois o euro esta derretendo. Divisas alternativas não existem, por isso devemos sair do sistema. O melhor é através da moeda mais antiga do mundo: ouro e prata.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Presidente do IPCC pede desculpas pelo erro no derretimento das geleiras do Himalaia

O presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), Rajendra Pachauri, defendeu ontem, em Abu Dabi, seu grupo de especialistas, acusado de ter feito uma previsão errada sobre o degelo dos glaciares do Himalaia. Em 2007, em seu quarto informe, que lhe valeu o Prêmio Nobel da Paz - dividido com o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore -, o IPCC advertiu que os glaciares da cadeia do Himalaia retrocediam mais rapidamente que os demais e que "poderiam desaparecer até 2035 ou mesmo antes".

Pachauri declarou que, ainda que essa data seja errada, a mudança climática é real. "Digamos que nos equivocamos sobre uma cifra, mas isso não invalida as provas científicas referentes ao clima na Terra", afirmou o presidente do painel.

O IPCC foi duramente criticado por sua previsão. Uma das autoridades que manifestaram revolta pelo erro do órgão internacional foi o ministro do Meio Ambiente da Índia, Jairam Ramesh. Em entrevista ao jornal Hindustan Times, ele declarou que "a previsão do IPCC dizendo que os glaciares vão desaparecer em 2035 carece de prova científica" e que o órgão "terá de responder sobre a maneira em que chegou a esta data, que tanto temor suscita".

O IPCC afirmou que vai responder a essas críticas. "Antes do fim de semana, vamos definir uma posição e vamos anunciá-la", afirmou o presidente do instituto.

O problema acontece depois de outro evento que foi usado pelos chamados céticos do clima para defender a ideia de que os estudos sobre aquecimento global são infundados ou exagerados. No ano passado, hackers invadiram os servidores da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, e publicaram mensagens trocadas entre pesquisadores. A partir disso, céticos disseram que dados foram forjados, mas não há provas concretas de manipulação.

Via: Ufo Brasil
Fonte: O Libertário - Presidente do IPCC pede desculpas pelo erro no derretimento das geleiras do Himalaia

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Documentário: 2012 - Série 'Teoria da Conspiração', com Jesse Ventura

Créditos de: Canal fimdostemposnet







Documentário: A CIA e os Nazistas

Créditos de: Canal Documentarioz

A CIA e os Nazistas (The CIA and the Nazis) Abril de 1945. Os aliados invadiram os campos de concentração nazistas e o mundo teve o primeiro vislumbre das atrocidades impostas pelo regime de Adolf Hitler. Em Nuremberg, os aliados processaram os lideres nazistas por crimes contra a humanidade. Os mais perigosos criminosos de guerra foram levados a justiça, mas não todos. "Há um mito de que os nazistas, essas pessoas terríveis cometeram estes crimes e, após 1945, desapareceram. Isto não é verdade..." A verdade é que milhares de "ex-nazistas", entre os quais, muitos criminosos, foram trabalhar para o governo americano, sem o conhecimento da população. Durante a guerra, seus crimes incluiram supervisionar campos de trabalhos escravos e ordenar a morte de crianças órfãs. Os Estados Unidos, assim, tornaram-se eles próprios os piores nazistas! Após a Segunda Guerra, seus nomes constaram na foha de pagamento americana como cientístas nos EUA ou agentes da inteligência na Europa. "O governo americano estava querendo usar genocidas, protegê-los da justiça, escondê-los do povo americano." E ao mesmo tempo propagandearam o exagero do "Holocausto Judeu", multiplicando enormemente os reais acontecimentos. Por quê? Como é possível um mesmo país acolher nazistas e apoiar abertamente Israel e o sionismo? Documentos governamentais, revelados no anos 90, revelam que muitos "ex-nazistas", que espionavam para os EUA na Europa, forjaram informações. Alguns até trabalharam como agentes duplos para a URSS. Mas há quem diga que essa estratégia secreta americana, mesmo com falhas, era a única forma de vencer a guerra-fria. Será? Terá havido mesmo uma "Guerra Fria", já que a antiga União Soviética, através de Gorbachev, depois de morta, declarou nunca ter tido qualquer interesse em dominar o mundo ou guerrear com os estadunidenses? "É um jogo duplo. As vezes tem de fazê-lo por uma causa maior", dirá a CIA e todos os presidentes do Império dos Estados Unidos. Na verdade é sempre a mesma farsa buscando dominação, e nada mais! "Era a política americana contratar quem pudesse dar informações úteis, fosse criminoso ou não." Até onde o governo estadunidense foi para encobrir os crimes de guerra destes recrutas e sessenta anos depois, será que o mundo sabe de toda a sórdida verdade? "Eles podem dizer que revelaram tudo, mas temos de confiar no governo para acreditar". Mas uma coisa é certa: o governo dos Estados Unidos é o maior mentiroso de toda a história de todos os governos do mundo! "Foi um escândalo, um dos maiores da inteligência americana." Mais uma desgraça para a dignidade de um país que, na verdade, talvez jamais tenha tido noção desse conceito!