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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Guerra do Rio

Créditos de: Inacreditável
Via: InfoWorld2012

Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 02 de dezembro de 2010.
Origem da “guerra”

Os serviços de inteligência afirmam, categoricamente, que a violência no Rio de Janeiro foi em consequência de um impasse nas negociações entre políticos e policiais corruptos com os chefões da bandidagem. Os quadrilheiros quebraram o pacto de não-agressão porque se negaram a reajustar a tabela de propinas cobradas pelas autoridades policiais e políticas.

Governantes Omissos e Coniventes

A atuação das Forças Armadas nas Operações contra o narco-tráfico no Rio de Janeiro escancaram ao Brasil e ao mundo a inoperância dos governadores do estado do Rio de Janeiro, nas últimas três décadas, a crônica falta de recursos e a corrupção das polícias civil e militar da “Cidade Maravilhosa”. A mídia amestrada usou e abusou das imagens mostrando a apreensão de drogas e armas, mas a fuga dos chefões do tráfico mostra a incompetência de uma operação pirotécnica mais preocupada nas tomadas espetaculares do que nos resultados. O planejamento equivocado realizado pelas Forças Auxiliares (policias civil e militar) é patente quando se permitiu que os bandidos usassem rotas de fuga conhecidas por todos. A série de equívocos e falhas mostra que o comando das operações, como reza a Constituição, deveria ter sido realizado pelas Forças Armadas.

A Guerra no Rio

Cel Gelio Fregapani

Muito já se escreveu sobre o assunto. Além do aplauso pela apreensão de droga e de armamento, me limitarei a preocupações ainda não aventadas suficientemente.

1ª – Não adiantará muito prender ou eliminar os que estavam incendiando os veículos. Estes são familiares de presos menores, forçados a fazê-lo sob ameaça a seus parentes. Maior efeito teria sobre os chefões, castigando-os severamente a cada ação de seus bandidos na rua. Claro, isto não será possível enquanto os direitos humanos dos bandidos forem maiores do que os direitos humanos de suas vítimas.

2º - Todos os pequenos traficantes mortos ou presos são descartáveis e facilmente substituíveis. Os grandes estão fora do alcance. O único segmento que podemos atingir eficientemente é o usuário, que financia tudo. Enquanto quisermos tratá-lo como doente e coitadinho nada funcionará. Temos que impor pesada multa ou trabalhos forçados, conjugado com uma campanha psicológica como a que foi feita contra o cigarro; centrada não sobre o perigo (que atrai os audazes), mas sobre o mote de que “a droga é para os fracos”.

3ª - Quando aquele tenente do Exército entregou três traficantes à facção inimiga apareceram o MP e os “direitos humanos” para atacar o Exército. O Beltrame disse "o Exército não está preparado para atuar na Segurança Pública..." Agora, por passe mágica, o Exército virou "a solução para o Alemão"... Mais cedo ou mais tarde alguém terá que atirar. Será processado também?

Todos sabemos que a responsabilidade terminará nas mãos do Exército, e que em breve o atual aplauso das comunidades se transformará em descontentamento, pelo prejuízo à estrutura econômica baseada no tráfico. O Exército sabe que só poderá ter sucesso acumulando o poder militar com o poder político, sob lei marcial. Ou não?

Solicito Publicação

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS) Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB) Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS) Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

domingo, 12 de dezembro de 2010

Como os EUA ajudaram a Coréia do Norte a Obter a bomba atômica

Créditos ao Blog A Nova Ordem Mundial

Apesar do fato de que a Coreia do Sul admitiu ter disparado os primeiros tiros que levaram à retaliação da Coreia do Norte, a grande maioria da imprensa corporativa está histericamente culpando a Coreia do Norte por uma nova escalada na crise, e ao mesmo tempo esquecendo do fato que todo este fiasco foi gerado como um resultado direto da política através de duas administrações distintas dos EUA, que garantiram que o ditador Kim Jong-Il adquirisse a bomba atômica.

Como já foi exaustivamente documentado, a beligerância nuclear da Coreia do Norte foi uma criação quase que exclusivamente do governo dos EUA em que eles armaram o estado stalinista tanto direta como indiretamente através de distribuidores globais de armas sob o seu controle, nomeadamente o Dr. Abdul Qadeer Khan, conhecido também como AQ Khan. Enquanto rotularam a Coreia do Norte como parte do "eixo do mal", o governo americano entusiasticamente financiou cada etapa de seu programa de armas nucleares.Ambas as administrações de Clinton e de Bush desempenharam um papel fundamental em ajudar Kim Jong-Il a desenvolver a façanha nuclear da Coreia do Norte a partir de meados dos anos 1990 em diante.

Assim como com o programa de de armas biológicas e químicas de Saddam Hussein, Donald Rumsfeld desempenhou um papel fundamental para armar de Kim-Jong-Il.
Rumsfeld foi o homem que presidiu o contrato de 200 milhões de dólares para fornecer equipamentos e serviços para construção de duas estações de reatores de água leve na Coreia do Norte em janeiro de 2000, quando ele era um diretor executivo da ABB (Asea Brown Boveri). Wolfram Eberhardt, porta-voz da ABB, confirmou que Rumsfeld estava
presente em quase todas as reuniões do conselho durante seu envolvimento com a empresa.

Rumsfeld apenas continuou o trabalho da administração Clinton, que em 1994 concordarou em substituir os os reatores nucleares contruídos pela própria Coreia do Norte com reatores nucleares de água leve. Os chamados "especialistas" financiados pelo governo afirmaram que os reactores de água leve não poderiam ser utilizados para fazer bombas. Isto não é verdade de acordo com Henry Sokolski, diretor do Centro Educacional de Políticas de Não-Proliferação, em Washington, que afirmou: "Reatores de Água leve (LWR) podem ser usados para produzir dezenas de bombas de plutônio na Coreia do Norte e Irã. Isto é verdade para todos os LWR - um fato deprimente que os políticos dos EUA conseguiram bloquear".

"Estes reatores são como todos os reatores, eles têm o potencial para fazer bombas. Então você pode acabar fornecendo para o pior violador nuclear os meios para adquirir as mesmas armas que nós estamos tentando evitar que eles adquiram", disse Sokolski à rede BBC .

O Departamento de Estado dos EUA alegou que os reatores de água leve não poderiam ser usado para produzir material para bombas, mas ainda assim em 2002 conclamaram a Rússia a pôr fim à sua cooperação nuclear com o Irã, pela razão de que não queriam que o Irã fosse armado com armas de destruição em massa. Na época, a Rússia estava construindo reatores de água leve no Iran. De acordo com o Departamento de Estado, os reatores de água leve no Irã poderiam produzir material nuclear, mas por alguma razão a mesma regra não se aplica na Coreia do Norte.

Em abril de 2002, o governo Bush anunciou que iria liberar US 95 milhões de dólares do contribuintes americanos para iniciar a construção dos "inofensivos" reatores de água leve na Coreia do Norte. Bush argumentou que armar o megalomaníaco ditador Kim Jong-Il com o potencial de produzir uma centena de armas nucleares por ano, era "vital para os interesses de segurança nacional dos Estados Unidos". Bush liberou ainda mais dinheiro em janeiro de 2003, como foi noticiado pela Bloomberg News (o artigo original da Bloomberg foi removido, no link está uma cópia). Bush liberou as verbas, apesar da surpreendente revelação, noticiada por jornais do sul-coreano, de que uma ogiva de míssil norte-coreano havia sido encontrado no Alasca.

A construção dos reatores foi finalmente suspensa, mas a Coreia do Norte teve uma fonte alternativa através da qual eles poderiam obter os segredos nucleares vitais para a construção de um arsenal de bomba atômica - o traficante internacional de armas e protegido da CIA Abdul Qadeer, vulgo AQ Khan.

Em 2004, Dr. Abdul Qadeer Khan, o pai do programa de bomba atômica do Paquistão (visto como herói em seu país), compartilhou tecnologia nuclear de através de uma rede de contrabando em todo o mundo que inclui muitas instalações na Malásia que fabricavam peças-chave para centrífugas.
O colaborador de Khan, B.S.A. Tahir, dirigia uma empresa de fachada nas cercanias de Dubai que fornecia de componentes para centrifugadoras para a Coreia do Norte.

Apesar das autoridades holandesas estarem profundamente desconfiadas das atividades de Khan, já em 1975, a CIA os impediu de prendê-lo em duas ocasiões.

"O homem foi seguido por quase dez anos e, obviamente, ele era um problema sério. Mas, novamente, eu fui informado que o serviço secreto americano poderia lidar mais eficazmente com Khan", disse o ex-primeiro-ministro holandês Ruud Lubbers. "Hague (sede do governo da Holanda) não teve a palavra final no assunto. Foi Washington que teve."

Lubbers afirmou também que Khan foi autorizado a entrar e sair da Holanda com a bênção da CIA, o que acabou permitindo que ele se tornasse o "principal vendedor de uma extensa rede internacional para a proliferação de tecnologia e conhecimento nuclear", segundo George W. Bush, e vendesse segredos nucleares que permitiram a Coreia do Norte construisse bombas nucleares.

"Lubbers suspeita que Washington permitiu as atividades de Khan porque o Paquistão era um aliado chave na luta contra os soviéticos", relata a CFP. "Na época, o governo dos EUA financiava e armava o grupo mujahideen, do qual Osama bin Laden fazia parte. Eles foram treinados pela inteligência paquistanesa para combater as tropas soviéticas no Afeganistão". Anwar Iqbal, correspondente para Washington do jornal paquistanês Dawn, disse a ISN Security Watch que as afirmações de Lubbers "poderiam estar corretas. Isso era parte de uma estratégia tola de longo prazo. Os EUA sabiam o Paquistão estava desenvolvendo armas nucleares, mas não se importavam, porque estas armas não seriam utilizadas contra eles. Foi um meio de intimidação contra a Índia e possivelmente contra os soviéticos. "

Em setembro de 2005, verificou-se que o tribunal de Amesterdã, que condenou Khan a quatro anos de prisão em 1983, tinha perdido os arquivos judiciais pertinentes ao caso. A juiza vice-presidente, Anita Leeser, acusou a CIA de roubar os arquivos. "Algo não está certo, nós não perdemos coisas como essa assim deste jeito", disse ela ao programa de notícias holandesa NOVA. "Eu acho desconcertante que as pessoas perdem arquivos com objetivos políticos, especialmente se isso foi feito a pedido da CIA. Isso é inédito."

Em 2005, o presidente paquistanês, Pervez Musharraf reconheceu que Khan havia fornecido centrífugas e os seus projetos para a Coreia do Norte.

Através das suas políticas para ajudar a Coreia do Norte a construir reatores de água leve, e através do protegido da CIA AQ Khan, que foi abrigado em cada passo de seu caminho enquanto ele ajudava a Coreia do Norte com os recursos para construir um arsenal nuclear, o próprio governo dos EUA é cúmplice direto em fornecer ao ditador norte-coreano Kim Jong-Il as armas nucleares que agora ameaçam usar contra a Coreia do Sul, país aliado dos EUA.

A Coreia do Norte é controlada por uma ditadura hereditária stalinista que matou de fome dois milhões de seus cidadãos para permitir a construção de um exército de milhões de homens. Alguns colocam a cifra em quatro milhões, um quarto da de toda a população daquele país. No extremo norte do país existe uma rede de gulags de trabalho forçado, onde as pessoas que ousam expressar quaisquer opiniões políticas, juntamente com suas famílias inteiras, são torturados, estuprados e executados. Terríveis experiências bio-químicas são realizadas em grandes números de pessoas. Bebês nascem e, em seguida, são pisoteados até morte pelos guardas do campo. Se a mãe grita enquanto os guardas estão pisando no pescoço do bebê, ela é imediatamente assassinada por um pelotão de fuzilamento. Estes guardas são premiados com bônus e promoções por arrancarem os olhos dos prisioneiros.

O povo norte-coreano é escravizado por um governo que está usando a comida como uma arma. Talvez seja por isso que a União européia e os Estados Unidos, através do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, retomou o envio de centenas de milhares de toneladas de ajuda alimentar ao final de fevereiro de 2003. Isso vai diretamente para a ditadura, que decide então quem deve receber os alimentos pelo seu grau de fidelidade ao Estado. A ajuda alimentar apenas aumenta o poder de Kim Jong-Il e isto ainda é velado pela ONU em uma sentimental retórica humanitária.

O presidente Bush afirmou publicamente que abominava Kim Jong-Il, e mesmo assim a sua administração, assim como Bill Clinton antes dele, definiu uma política de ajuda que permitiu a Coreia do Norte obtivesse tecnologia nuclear. A rede de inteligência dos EUA também protegeu AQ Khan e permitiu que este proporcionasse os meios com os quais a Coreia do Norte adquiriu a sua capacidade nuclear.

Se as tensões entre as Coreias se transformarem em uma guerra total, não espere que a mídia corporativa americana e mundial mencione como Kim Jong-Il e seus sucessores chegaram ao ponto de ser uma ameaça tão grande, com a ajuda de armas nucleares entusiasticamente fornecidas pelo governo dos EUA e seus aliados.

Fontes relacionadas:
Infowars: Korean War Crisis: Brought To You By Uncle Sam
Swiss Info: Rumsfeld was on ABB board during deal with North Korea
BBC: US grants N Korea nuclear funds
Canada Free Press: Why did the CIA resist the arrest of Dr. Abdul Qadeer Khan?
BBC: Khan 'gave N Korea centrifuges'

sábado, 11 de dezembro de 2010

Mais informações do Alemão, fora de mídia

Créditos de: BRASIL de FATO
Via do Blog
Observar e Absorver

Guerra do bem contra o mal?


Um violento jogo de poder envolve facções, milícias e agentes públicos, no qual se confundem mocinhos e bandidos


02/12/2010 Leandro Uchoas, do Rio de Janeiro (RJ)

Mais de 100 veículos incendiados, granadas e tiros contra delegacias, pelo menos 52 mortos, assaltos em profusão, pequenos arrastões, tiroteios em comunidades pobres. Na penúltima semana de novembro, o Rio de Janeiro esteve entregue à barbárie. Em pânico, parte da população deixou de ir ao trabalho, de frequentar bares, de transitar livremente pelas ruas. E comunidades inteiras, especialmente na Zona Norte, ficaram reféns dos “soldados” do narcotráfico e da insanidade de setores da polícia. Como tem sido comum nesses períodos, a opinião pública assumiu posições conservadoras. Exigia-se punição dura, resultados imediatos. Para os setores sociais de espírito crítico mais desenvolvido, porém, ficou a sensação de que assistia pela TV, ou lia pelos jornais, a uma farsa.

A onda de violência começou no dia 21 de novembro. Carros e ônibus foram queimados pela cidade por jovens ligados ao Comando Vermelho (CV), aliados a setores da Amigo dos Amigos (ADA). Os narcotraficantes teriam se unido contra a instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nos territórios anteriormente controlados por eles, segundo o discurso oficial. Estudiosos de Segurança Pública consideram essa uma explicação incompleta – além de oportuna ao governo estadual, por supor que a ação criminosa seria a resistência a um bom trabalho. Verdade é que a outra facção expressiva, o Terceiro Comando Puro (TCP), tem se aliado informalmente às milícias, em regiões da cidade, contra as outras duas. Até o aluguel de duas favelas aos grupos paramilitares teria ocorrido. De fato, TCP e milícias têm sido menos afetadas pelas UPPs. A pergunta não respondida, e sequer midiatizada, permanece: por que o Estado evita instalar UPPs nessas áreas?

Correu boato pela cidade, em fase de investigação, de que as ações seriam decorrentes da insatisfação com o aumento no valor da propina a policiais. Por enquanto, a explicação mais lúcida para a onda de violência é a perda de espaço do CV na geopolítica do crime. As milícias, ameaça maior, avançam território, e o setor nobre da cidade, altamente militarizado, segue protegido pelas UPPs. “Aqui no Rio há uma reconfiguração geopolítica do crime”, interpreta José Cláudio Alves, vice-reitor da UFRRJ. Ele explica que existe uma redefinição das relações de hegemonia, envolvendo disputa de território. O mapa de instalação das UPPs, somado à expansão das milícias, estaria levando à periferização do CV. A facção tende a se deslocar para as regiões da Leopoldina, da Central do Brasil e da Baixada Fluminense. “Isso leva, inclusive, à introdução veloz do crack no Rio de Janeiro. Ele é baratíssimo. A reconfiguração do crime também leva à reconfiguração do consumo da droga”, explica. Até 2009, o crack praticamente não entrava na cidade.

Tráfico em decadência

Há ainda a interpretação de que o modelo de negócios que se forjou no Brasil, do narcotráfico, estaria em declínio. A milícia, por modernizar o crime, apropriando-se de serviços públicos e disputando a política institucional, teria tornado a economia da droga obsoleta. O ex-secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Eduardo Soares, que se negou a atender jornalistas, divulgou artigo defendendo a tese. “O tráfico tende a se eclipsar, derrotado por sua irracionalidade econômica e sua incompatibilidade com as dinâmicas políticas e sociais predominantes, em nosso horizonte histórico. O modelo do tráfico armado, sustentado em domínio territorial, é atrasado, pesado, antieconômico: custa muito caro manter um exército, recrutar neófitos, armá-los, mantê-los unidos e disciplinados”, diz.

As ações das facções na cidade, em geral, objetivaram sobretudo gerar pânico. Em meio aos veículos queimados, houve poucos feridos. A reação policial foi de potência inédita. Foram mobilizadas todas as polícias, oficiais de outros estados, todo o efetivo em férias e reforços da Marinha, Exército e Aeronáutica. Os blindados, emprestados pela Marinha, eram de forte poderio bélico. Um deles, o M-113, é usado pelos Estados Unidos no Iraque. Cerca de 60% dos oficiais em operação estiveram com a Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti (Minustah). O general Fernando Sardenberg declarou ao O Globo que há similaridade nas ações do Rio e do Haiti. Sandra Quintela, da Rede Jubileu Sul, que acompanha a ocupação do Haiti, considerou o dado grave. “Há muito tempo estamos avisando que isso iria acontecer. Eles treinam lá para praticar aqui”, disse.

As autoridades não explicaram por que o TCP e as milícias não perdem território com as UPPs. Desconfia-se que haja pactos tácitos. “Há o controle eleitoral dessas áreas de milícias por grupos políticos. O Estado não vai jamais debelar isso, porque ele já faz parte, e disso depende sua reprodução em termos políticos, eleitorais. Ele está mergulhado até a medula”, diz José Cláudio. As UPPs têm sido instaladas num corredor nobre do Rio de Janeiro – bairros ricos da zona sul, região do entorno do Maracanã e arredores da Barra da Tijuca. Os narcotraficantes já vinham se refugiando, há tempos, na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão. “Era um tanto quanto previsível que essa barbárie pudesse acontecer”, acusa o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj.

Combate seletivo

O professor Ignácio Cano, do Laboratório de Análise de Violência da Uerj, também desconfia do privilégio da atuação do Estado contra o CV. “Há um tratamento seletivo da polícia, aparentemente. A milícia tende a não entrar em confronto armado com o Estado, e vice-versa”, diz. Embora veja avanços, o sociólogo se diz preocupado com a ação policial, que pode representar um recuo do Estado a posições mais recuadas do passado. O Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, afirmou em entrevista coletiva que a ADA é uma facção mais “pacífica”, mais preocupada com o comércio de drogas. O CV seria mais “ideológico”, estaria mais disposto à guerra.

Para Antônio Pedro Soares, do Projeto Legal, o modelo de Segurança Pública do governo teria ajudado a gerar esse conflito. As áreas “pacificadas” seriam planejadas de acordo com os interesses da especulação imobiliária. “O que está acontecendo tem a ver com a política de Segurança, que precisa ser melhor discutida. Continua a lógica de uma polícia controlando uma população considerada perigosa”, afirma. Em sua maioria, os ativistas de direitos humanos não negam a necessidade de se prender os narcotraficantes. Entretanto, combatem a execução sumária, e acusam o Estado de perseguir apenas os bandidos da base da pirâmide do crime. “É uma guerra em que só morre um lado, uma cor, uma classe social. É simbólico que tenha acontecido na Semana da Consciência Negra, e dos 100 anos da Revolta da Chibata”, afirma Marcelo Edmundo, da Central de Movimentos Populares (CMP). Desconfia-se que o número de mortos seja muito maior do que o divulgado.

Relato de um morador do Alemão

Créditos ao Blog Observar e Absorver





O som no momento ainda é de tiro, talvez de calibres menores, pois aparentemente o confronto maior já cessou, se bem que eu aprendi que quando os tiros diminuem é que o perigo aumenta, porque essa é a hora que o morador da favela sai de baixo de suas camas, ou de seus abrigos de variações diversas, achando que a situação acalmou, e quando menos espera, bum! Volta o tiroteio de novo, sendo que agora os corpos estão de pé nos barracos, e o pior, despreocupados, e quando se está despreocupado é que o pior acontece, pelo menos no morro é assim, e já vi muito conhecido tomar tiro por causa dessa falsa sensação de paz. Ou seja, para se andar pelas vielas é preciso estar com o alerta ligado a todo tempo, independe do céu estar repleto de estrelas, ou infestado de balas traçantes.

Ah, perdão, nem me apresentei, é o nervosismo por causa da trilha sonora do horror. Para quem não sabe a trilha sonora do horror não consiste apenas em barulho de tiros; mixado junto aos tiros se encontram os latidos de cachorros, a gritaria (geralmente das crianças), e às vezes alguma voz gritando. Por conta desses fatores, comecei euforicamente a escrever e me esqueci de dizer quem sou, se bem que isso não tem muita importância, já que sou apenas mais um no meio da multidão favelada; igual a mim com certeza existem milhares, de mesma cor, de mesmo histórico familiar, de mesmos sonhos não realizados. Mas por questão de educação irei me apresentar mesmo assim.

Meu nome é Sebastião, é nome de velho, mas eu sou jovem, tenho 19 anos, herdei esse nome do meu finado pai, por isso os amigos e familiares me chamam de Júnior, me soa melhor, e para falar a verdade eu não tenho nenhuma cara de Sebastião, quando me chamam de Tião então, aí é que eu fico mais puto, minha mãe tem mania de me chamar assim quando faço algo que ela não gosta, mas não há nada que me tire mais do sério do que a guerra da hipocrisia, tipo essa que está rolando atualmente, e por isso resolvi escrever, não sei direito o porquê, mas como eu também não sei direito o porquê de tantas coisas, resolvi escrever assim mesmo.

Sou morador do morro do alemão, onde atualmente explodiu uma guerra, antes nunca vista no Rio, digo nunca vista, porque aparentemente dessa vez o objetivo é outro, e a causa também; afinal, por que antes de se falar em Copa no Brasil e olimpíada no Rio, nenhum Governo se preocupou em pacificar favelas? Antes o pensamento era: deixa esse povo se matar. Agora, pelo visto, a situação está um pouco diferente, pelo menos um pouco.

Nasci aqui, cresci aqui e vivo nesse morro até hoje, não sinto orgulho disso, mas também não sinto vergonha, afinal, teria eu, orgulho de quê? Vergonha de quê? É o que me resta morar aqui, é a única herança que tenho, o barraco que foi de minha avó e que hoje é uma humilde, porém aconchegante casa.

Por enquanto ainda não dá para morar no asfalto, mas não me sinto mais ou menos gente do que eles que moram lá em baixo; porém, me sinto mais digno do que alguns membros fardados que se dizem representantes do Estado, e que atualmente estão sendo aclamados como heróis por grande maioria da sociedade, aliás, nunca consegui entender direito os critérios que a sociedade em que vivo usa para escolher os seus heróis, talvez eu vá morrer sem entender.

Agora pouco fui à janela dar uma espiada no movimento do morro e pude ver alguns deles caminhando e ostentando seus armamentos e suas caras de mau, pude até ver alguns com os rostos pintados, como se tivessem preparados para uma verdadeira guerra do Vietnã, mas dessa vez os vietcongs a serem caçados não tinham cabelos lisos muito menos olhos puxados.

Pude ver no meio deles alguns conhecidos, eram poucos é verdade, já que a tropa invasora é formada em sua grande maioria por policiais de fora da área, mas os que puder reconhecer são frequentadores assíduos do morro, vira e mexe estão aqui para vender armas e até mesmo drogas que apreenderam em morros rivais, alguns eu vejo toda sexta-feira, pois é o dia que eles religiosamente comparecem ao morro para pegar a propina para que o baile funk possa rolar na paz. Eu sei disso tudo pois minha casa fica em uma área estratégica, posso dizer que moro numa linha imaginária do morro, pois a partir dali a polícia sabe que não pode subir, e desde que moro aqui poucas vezes vi eles passarem daquele local, a não ser em casos extremos, como quando morria algum repórter, e a mídia fazia pressão até encontrar o assassino, ou então agora, nessa guerra copeira e olímpica. E é por essas e outras que eu não consigo achar heroísmo nesses homens fardados que se dizem representantes do Estado, já que a maioria das armas que atualmente está sendo mostrada na TV como sendo apreendidas por eles não estaria aqui se os próprios não tivessem trazido e vendido para os próprios traficantes que agora estão caçando.

Às vezes a sociedade se pergunta quem financia todo esse caos, geralmente quem toma essa culpa é o viciado, mas eu sei bem quem é o verdadeiro financiador e quem sai lucrando com essa guerra.

Só que dessa vez está tudo diferente, os policias que antes eu via circulando no morro agora estão andando com policias federais, com militares do exército e marinha, não que eles sejam menos sujos, não que eles não fossem se vender diante de uma oferta tentadora de um traficante, mas eles não são daqui, e o momento é outro, agora o objetivo também é outro, antes eles vinham pra buscar dinheiro e fazer falsas apreensões para mostrar na TV que estavam trabalhando, e a população em sua maioria acreditava naquela cena toda, mas hoje não, hoje eles estão vindo para realmente fazer valer a presença do Estado (anos ausente), dá para perceber isso nos olhos dos soldados, dos policiais; se eu não fosse morador daqui até acreditaria que eles são realmente heróis, acho inclusive, que até eles estão se enganando achando que são heróis de alguma coisa, quando na verdade passam longe disso.

O fato deu estar criticando os policias não quer dizer que eu apóie os bandidos (estou me referindo aos traficantes), já que usar o termo bandido para discernir o policial do traficante pode ficar um tanto confuso, pelo menos para mim fica.

Criticar a polícia não consiste em um apoio ao tráfico, uma coisa não tem nada haver com a outra, já que para mim são dois imbecis lutando por nada, ou melhor, por interesses financeiros próprios que no final resulta em nada, só que por esse nada muito sangue escorre e muito inocente acaba morrendo. É a guerra do bandido X bandido, só que agora um bandido virou herói e o outro virou mais bandido ainda.

Quero estar vivo para ver esse morro realmente pacificado, pois polícia andando nas vielas e bandeira do Brasil fincada no alto do morro não quer dizer sinônimo de paz para mim. Quero estar vivo para ver o dia em que o Governo investirá pesado na educação, pois aí sim, as coisas poderão começar a mudar. Quero estar vivo para ver minha mãe poder vir dormir em casa todo dia sem se preocupar em ter que levar roupa para dormir no trabalho caso haja tiroteio no morro. Quero estar vivo para poder realmente apertar a mão de um policial e finalmente olhar dentro do olho dele e o ver como um verdadeiro e digno herói.

Por hora vou terminando este escrito, até porque a trilha sonora do horror voltou a tocar, e eu preciso me refugiar. A guerra de fato ainda não terminou, e está longe disso, sinto até pena dos que acham que agora a guerra terá realmente um fim.

Confesso que não estou com uma impressão boa, talvez por isso tenha resolvido escrever, pois apesar de estar no local mais seguro da casa, as balas estão cada vez mais ousadas, e não existe barreira para elas, talvez alguma me encontre hoje (aquela mesma que a mídia insiste em chamar de perdida), ou algum dia qualquer, sei lá; mas as minhas palavras permanecerão no papel, eternizadas enquanto o tempo não as destruir. Espero um dia poder abrir este papel para ler sobre um tempo não mais vivido, e poder finalmente escrever alegremente um texto de outro título. Esperarei ansiosamente pela chegada de meus verdadeiros heróis, e para eles terei o imenso prazer de escrever e dedicar a paz em primeira pessoa.

Rio de janeiro (purgatório da beleza e do caos) - 28/11/2010

Autor: Bruno Rico.

Documentário: A Quarta Guerra Mundial - (The Fourth World War)

Créditos ao Canal MrZunxo

Este filme documentário faz um inventário das milhares de pessoas e movimentos sociais que se manifestam em toda parte do planeta, mostrando uma nova página da história composta pelos atos da resistência ao neoliberalismo. Das linhas de frente nos conflitos sociais no México, Argentina, África do Sul, Palestina e Coréia; "no norte" de Seattle a Gênova; na "guerra ao Terror" em Nova Iorque, no Afeganistão e no Iraque, o filme traz as imagens e as vozes de uma guerra não noticiada: a resistência radical ao capitalismo global, com cenas de manifestações populares inéditas na grande mídia. Com trilha sonora de Manu Chao, Asian Dub Foundation, Múm, Moosaka, Cypher AD e DJ C.


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Documentário: Orwell está se Revirando no Túmulo - Orwell Rolls In His Grave (2004)

Créditos do Blog Documentários de Verdade





(Grã Bretanha, 2004, 84 min. - Diretor: Robert Kane Pappas)

"Mentiras podem tornar-se verdades?
Explore o que a mídia não gosta de discutir: dela mesmo."


Imperdível! Fundamental! Um dos documentários mais importantes a serem assistidos!
Apoiando o 1° Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas que acontecerá em São Paulo, nos dias 21 e 22 de agosto de 2010, o Docverdade tem a honra de postar um dos documentários mais importantes para a sociedade, mostrando a necessidade urgente da democratização da mídia.

"Orwell está se Revirando no Túmulo" (por causa da obra de Orwell "1984", que mostrava a centralização da informação pelo poder dominante) é um documentário que desnuda a mídia tradicional americana mostrando todo o lado corrupto e mesquinho dessa instituição, que cada vez mais está nas mãos de menos donos. Monopólios e oligopólios controlam a opinião das pessoas, escondendo informações, distorcendo fatos, destruindo a democracia. "Goebbels, chefe da mídia nazista, ficaria com inveja de tamanho poder alcançado por ela hoje".

O Documentário também alerta para a janela que se abriu para combater esse quadro: a Internet. Essa é uma excelente oportunidade de agirmos antes que ela se feche.

"Nós equivocadamente pensamos em nosso país como uma democracia, quando na verdade tornou-se uma midiacracia: onde a imprensa, que supostamente deveria verificar o abuso político, faz parte do abuso político" - Danny Schecter.

E a mídia tradicional brasileira, é diferente disso? Analise e tire suas conclusões.

Opções Download:
Megaupload
ou
Torrent TPB (682Mb)

Legendas pt-br

Eles estão nos vigiando: CIA e Google já reconhecem que fazem espionagem conjunta na internet

Créditos do Blog A Nova Ordem Mundial

http://1.bp.blogspot.com/_oZIu0_sM6zs/Sw8DwPKDnvI/AAAAAAAAAEo/kk-Xw3yDork/s1600/want-you+edit.JPG

As relações sempre existiram, mas agora CIA e Google reconhecem o início de uma colaboração baseada no controle da atividade na Internet, incluindo a espionagem com objetivos repressivos.

A empresa de monitoramento Recorded Future será a encarregada de estudar a informação coletada de maneira massiva na rede, com o objetivo de orientar a evolução futura de acontecimentos que a CIA achar de interesse para o Estado.

Para tal, a Recorded Future possui uma tecnologia “de análise temporal”, que realiza buscas analíticas em milhares de sites – incluindo blog, fontes de notícias online, portais governamentais, banco de dados de finanças e redes sociais – e compila as informações. Uma vez coletados os dados, a ferramenta extrai o quem, o quê, quando, onde e porquê de cada item. Isso inclui dados como entidades, eventos e tempo de duração de determinado evento.

Segundo as informações difundidas por alguns meios de comunicação, com esses dados a ferramenta mede o momento e o sentimento para cada item indexado para conseguir chegar a uma previsão razoável sobre o acontecerá na sequência. Esse processo permitiria que as pessoas explorem o passado, presente e futuro predicado de quase todas as coisas. O produto também oferece ferramentas de visualização para mostrar ligação entre informações e previsões, segundo a companhia.

Recorded Future afirma que faz análises sofisticadas com base na linguística e na estatística, ao serviço do que chamam “segurança nacional”. A CIA é um dos primeiros órgãos a adotarem essa tecnologia, em colaboração com Google.
Empresas de investimento e trading, grupos de monitoramento, relações públicas, gerenciamento de crise e agências de publicidade também estariam já utilizando a Recorded Future, segundo o site da firma.

Sediada na região de Boston, nos Estados Unidos, a Recorded Future conta com apenas 15 funcionários em todo o mundo, segundo a própria empresa, todos com ‘pedigrees’ distintos. Na equipe estão cientistas da computação, estatísticos e linguistas, alguns PhD.

Google já tinha investido capital no projeto a través da Google Ventures, departamento que se encarrega dos investimentos da empresa. Agora volta a fazê-lo só que com um sócio o In-Q-Tel, organismo através do qual a CIA investe em tecnologia.

A relação de trabalho entre os dois procura servir ao objetivo de entender os comportamentos de quem utiliza a Internet, estudá-los e prevê-los.
A Recorde Future afirma que já demonstrou que pode sim fazer previsões, se antecipando a um ataque do Hezzbollaz um mês antes de que o governo de Israel reagisse.

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Tendo como base este último parágrafo, tem-se uma idéia de como esta tecnologia será utilizada no futuro para justificar agressões e intervenções a outros países


Fontes relacionadas:

Pais da Elite News: CIA e Google já reconhecem que fazem espionagem conjunta na Internet

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Navios americanos e israelenses a caminho do Irã

Créditos de: Prova Final

http://www.mecanopolis.org/wp-content/uploads/2010/06/suez1.png

O USS Oakhill (à direita da imagem), atravessando o Canal de Suez – 18/06/2010

Doze navios de guerra americanos e israelitas, incluindo dois porta-aviões, atravessaram o Canal de Suez na sexta-feira e dirigem-se para o Mar Vermelho, o itinerário mais directo para o Golfo Pérsico à partir do mediterrâneo. O objetivo será o transporte de tropas, munições e veículos blindados no âmbito da preparação final antes de iniciar um conflito militar com o Irão.

Por enquanto ainda nenhuma mídia ocidental comunicou essa informação, no entanto, confirmada pelo jornal israelita Haaretz, que indica que vários milhares de soldados egípcios foram implantados ao longo do Canal de Suez, de modo a garantir « uma passagem segura dos navios ».

Segundo a versão inglesa do diário hebraico Yedioth Ahronoth, o tráfego no canal foi interrompido por várias horas para permitir a passagem de navios de guerra, de igual modo todas as actividades de pesca na região foram interrompidas assim como o tráfego nas pontes sobre o canal. O Yedioth acrescentou, citando o general egípcio Amin Radi, que Israel « apenas quer uma guerra com o Irão, a fim de continuar a ser a única potência nuclear na região. »

Membros da oposição egípcia criticaram o governo Mubarak pela sua cooperação com os E.U.A e as forças israelitas, e permitirem a passagem destes navios em águas territoriais egípcias.

Membros do partido político dos Irmãos Muçulmanos também indicaram que consideravam o caso como mais um acto de submissão do presidente Hosni Mubarak parente o Estado judeu e os Estados Unidos, e que a participação do Egipto nestes preparativos para a guerra eram « um escândalo internacional ». Esses deputados acrescentaram que não vão « ficar de braços cruzados », enquanto que « o país está a colaborar numa guerra contra o Irão ».

No dia 12 de junho, o Sunday Times revelou que Israel tinha a permissão da Arábia Saudita para usar o seu espaço aéreo para atacar o Irão. « Na semana que se seguiu à novas sanções impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, a Teerã, Riyadh concordou em permitir que Israel utilizasse um estreito corredor do seu espaço aéreo no norte do país para encurtar a distância num bombardeamento ao Irã », disse o jornal. Informações categoricamente desmentidas dois dias depois pelo embaixador saudita ao Reino Unido, o príncipe Mohammed bin Nawaf.

Interrogado pelo Tehran Times, o ministro da Defesa iraniano, Ahmad Vahidi, disse: « Os americanos disseram-nos que iriam utilizar todas as opções contra o Irão, nós anunciamos que, nós também, usaremos todas as opções para nos defender. »

Spencer Delane, para Mecanopolis
Tradução Prova Final

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Vídeo: Os Scanners Corporais e o estado policial

Créditos de: Canal luish06

Esse pequeno vídeo mostra algumas informações sobre o scanners de radiação ionizante gama que estão instalados nos nossos aeroportos, e foram DOADOS pelos EUA e Inglaterra. Ao que parece risco de câncer e controle total do indivíduo são dois alvos alcançados.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Palestra: David Icke - Live at Oxford Union Debating Society (PT)

Créditos de: Canal ThePathOfTrue

Dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo estão agora olhando para a extraordinária informação de David Icke que o mundo tem previsto em seus livros e palestras desde 1991 se tornar a nossa experiência cotidiana. Estamos vendo as páginas do romance de George Orwell, 1984, esperando à hora como um Big Brother vigilânte estatal se expandindo para o seu objectivo global de uma ditadura fascista. David Icke passou os últimos quase 20 anos pesquisando em mais de 45 países e descobriu os cabalares cruzamentos familiares por trás dessa agenda de escravatura humana e os seus objectivos e métodos de exploração e manipulação. Nestas duas horas de apresentação, na famosa Oxford União, ele mostra a humanidade a atual situação, e como podemos proteger a nossa liberdade da Mão Oculta atrás dos acontecimentos mundiais. É feito para ser uma simples introdução ao escalonamento de revelações que ele tem muito exposto em detalhes no seu livro. Se você quiser saber o que está realmente acontecendo em seu mundo, e o por que, esta não se pode perder. A sua liberdade e de seus filhos e netos poderão também depender dela.

quarta-feira, 17 de março de 2010

"Conceito Estratégico" dos EUA-OTAN: Guerra Global

Global Research, 15 de março de 2010
Stop NATO - 14/03/2010

Tradução: Revelatti

O chefe civil da auto do mundo, apenas, da história e do primeiro-proclamado global, bloco militar está tendo um mês movimentado.

O Secretário-Geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Anders Fogh Rasmussen, fez um discurso em Washington DC em 23 de fevereiro sobre a nova aliança militar do século 21 no Conceito Estratégico EUA juntamente com o Secretário de Defesa, Robert Gates, secretária de Estado Hillary Clinton, seu antecessor duas vezes removida do Conselho de Segurança Nacional, Madeleine Albright e James Jones, o último nomeado, um ex-Marine geral e Comandante Supremo Aliado da OTAN. [1]

No seminário e na noite anterior na Georgetown University, que é indiscutivelmente a verdadeira capital da OTAN, Rasmussen soou temas familiares: Destacando a necessidade de prevalecer no Afeganistão, a guerra da OTAN, o fundamento do primeiro conflito armado fora da Europa. Elogiando o trabalho do novo centro do bloco ciber-guerra, na Estônia, ostensivamente para proteger o Estado-membro relativamente novo contra ataques provenientes da Rússia. Identificar o Irã e a Coréia do Norte para exame específico.

Ele também falou de "aprofundar as nossas parcerias com os países de todo o mundo" e afirmou que "a OTAN é uma aliança permanente ..." [2]

O bloco do chefe anunciou a criação de "uma nova divisão na sede da OTAN para lidar com novas ameaças e desafios." [3]

Desde então, Rasmussen visitou a Jordânia, Bahrein, Finlândia, República Checa e a Polônia para promover a ampliação de parcerias em todo o mundo militar, o recrutamento de mais tropas e outros apoios para a guerra no Afeganistão, e a expansão de um sistema de escudo antimísseis global eventual no contexto da nova transformação da OTAN para a segurança internacional de um expedicionário e força militar. Nas palavras de Rasmussen, a Aliança está se tornando um fórum sobre segurança global, além de ser uma permanente aliança do mundo, apenas militares.

O Conceito Estratégico da reunião realizada na Finlândia, em 4 de março com os ministros dos Negócios Estrangeiros daquele país e da Suécia, Alexander Stubb e Carl Bildt, respectivamente, bem como o ministro da Defesa finlandes - a primeira reunião formal sobre o Conceito Estratégico, realizada em um não-membro nação - centrada sobre o papel das duas nações escandinavas "em expansão no Afeganistão e no que foi descrito como a cooperação UE-OTAN de cooperação nórdica.

Quanto as supostas ameaças que no atual contexto só poderia ser uma alusão a vizinha Finlândia, Rússia, Rasmussen disse que já não era suficiente para "alinhar os tanques e soldados e equipamento militar ao longo das fronteiras." Ao invés disso, membros do bloco "realmente terão de resolver a ameaça às suas raízes, e que poderia ser no "espaço cibernético ", como "o inimigo pode aparecer em todos os lugares no ciberespaço." [4]

Ele também repetiu o pedido, ele expressou a Segurança de Munique, em 7 de fevereiro que a OTAN assumir a função de um fórum de segurança global.

No dia anterior Rasmussen indicou a natureza desse papel em alusão ao momento, mais e maiores de guerra no mundo: "O Afeganistão servirá como um protótipo para o futuro da cooperação civil-militar de gestão de crises em outras nações fracas ou não, como parafraseado por uma importante agência de notícias americana. [5]

Em 5 de março, ele reuniu-se com o primeiro-ministro checo, e Ministros dos Negócios Estrangeiros em Praga, onde os quatro discutiram a "defesa anti-míssil", que o Secretário-Geral considera uma parte importante de garantir a comunidade euro-atlântica contra a ameaça de mísseis" [6] e aumentou contribuições ao esforço de guerra do Afeganistão.

Visita de Rasmussen para a Jordânia em 7 de março estava na parte destinada a consolidar a parceria do Mediterrâneo da OTAN em diálogo com o país anfitrião, Egito, Israel, Marrocos, Mauritânia, Tunísia e Argélia. Sua viagem ao Bahrein no dia seguinte teve como objetivo solidificar os laços com a Iniciativa de Cooperação de Istambul com os esados do Conselho de Cooperação do Golfo do Bahrein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos para a prossecução dos planos da OTAN no Afeganistão e no Golfo do Aden e sua agenda contra o Irã. Sua Alteza Real o Príncipe Hamad bin Isa Al Khalifa "foi informado sobre a percepção da OTAN, do Golfo e as condições de segurança internacional e convidou a visitar a sede da OTAN ..." [7]

Em 12 de março, o secretário-geral chegou a Varsóvia para participar do novo Conceito Estratégico da OTAN - Global, Transatlantico e Desafios Regionais e Tarefas Futuras em conferência da nação no Royal Castle, organizado pelo Centro de Varsóvia para as Relações Internacionais e o Ministério da Defesa polonês.

Seu endereço reiterou a procura agora um padrão que a OTAN combina o artigo 5 da chamada defesa coletiva de seus membros - no caso da Polônia que só pode ser uma referência para a Rússia - com implantações expedicionária fora da OTAN, auto-definida área de responsabilidade, como exemplificado por recentes guerras e outras missões armadas nos Balcãs, no Afeganistão, o Golfo de Aden e no Corno de África, no mar Mediterrâneo e da região sudanesa do Darfur.

Rasmussen não se limitou ao papel que o uso de armas convencionais.

"A tarefa central da OTAN foi, e continuará sendo, a defesa do nosso território e de nossas populações. Mas precisamos, ao mesmo tempo, para ter um olhar duro em que os meios de dissuasão no século 21.

"Para a nossa dissuasão para ser credível, acredito firmemente que esta deve continuar a basear-se em uma combinação de capacidades convencionais e nucleares. E o nosso novo Conceito Estratégico deve afirmar isso. "[8]

Como um exercício de aquecimento que ele tinha falado no dia anterior, no Fórum Transatlântico 2010 na Universidade de Varsóvia e mais cedo no dia 12 ele se reuniu com funcionários e estudantes da Universidade de Varsóvia, Instituto de Relações Internacionais e pelo Instituto de Estudos Estratégicos, em Cracóvia .

Relato sobre sua posição a respeito do uso de armas nucleares durante a sua estadia na capital polaca, (Radio Free Europe / Radio Liberty) relatou ele defende que "as armas atômicas foram ainda necessários por razões de dissuasão", [9] e Deutsche Presse-Agentur citou-o como dizendo:

"As armas nucleares continuará a ser um importante elemento de dissuasão credível no futuro. Um mundo sem armas nucleares seria maravilhoso, mas, enquanto os Estados e não estruturas estatais existem com o objetivo de obter armas atômicas, então devemos também manter as nossas capacidades nucleares. "[10]

Rasmussen nove dias antes havia defendido a mesma posição em que anuncia "a aliança militar ocidental irá debater a política nuclear do bloco, na Estônia, no próximo mês." Respondendo a um apelo recentemente pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, Holanda e Noruega para debate o estacionamento de entre 240-350 ogivas americanas e suas bases na Europa, o chefe da Otan disse que a "Aliança terá de equilibrar as chamadas para remover armas ultrapassadas com a necessidade de uma dissuasão nuclear estratégica '." [11]

"Há uma grande quantidade de armas nucleares no mundo, e um número de países que quer tê-los, gostaria de tê-los, ou poderia tê-los rapidamente se eles decidiram que precisavam deles. Essa é apenas a maneira como ela é. Então tudo o que fazemos em prol do controle de armas e desarmamento deve ser equilibrada com a dissuasão. "[12]

Em seu discurso principal na Polônia, ele também destacou que "o nosso novo Conceito Estratégico deverá também refletir [a] necessidade que o sentido da defesa territorial está mudando" e que outro desafio "que temos de abordar de frente é a segurança cibernética . "[13]

Reafirmando exigências feitas anteriormente na República Checa, ele acrescentou:

"[Nós] devemos desenvolver uma defesa anti-míssil eficaz. Nos próximos anos, provavelmente vamos enfrentar muitos países - e, possivelmente, até mesmo alguns atores não-estatais - armados com mísseis de longo alcance e as capacidades nucleares. Por isso, acredito que a postura de dissuasão da OTAN deve incluir a defesa contra mísseis."

"É por isso que a dissuasão e defesa precisam ir juntos. E por que temos a obrigação de olhar para as opções de defesa antimísseis ".

Dois dias antes, o Ministro dos Negócios Estrangeiros Russo, Sergei Lavrov, emitiu outro alerta contra implantações dos EUA de interceptadores de mísseis perto das fronteiras de seu país - inclusive aqueles previstos na Polônia -, dizendo: "A Rússia não pode permitir que EUA planejem implantar elementos de seu sistema antimísseis na Europa para ameaçar a eficácia da sua dissuasão nuclear ".

"Os peritos militares dizem que o sistema antimíssil planejado poderia ser capaz de atingir mísseis balísticos na Rússia nos próximos dez anos." [14]

Quanto ao pretexto de que Washington e OTAN estão empregando para tocar o flanco ocidental da Rússia com instalações escudo antimísseis, Lavrov disse:

"É evidente que o Irã atualmente não representa qualquer ameaça para os EUA e os países europeus ... No momento, o Irã não tem mísseis capazes de acertar a Europa de forma impressionante, e muito menos os EUA, e é pouco provável de desenvolver [desses mísseis] no futuro previsível. "[15]

Enquanto em Varsóvia Rasmussen também elaborou sobre a natureza global do século 21 da
OTAN expedicionária.

"Precisamos de mais flexíveis, móveis e de destacamento das forças armadas. Se o nosso exército está parado, se as nossas forças armadas não podem ser movidos para além das fronteiras de cada Estado-Membro individual, a defesa do território Aliado não será eficaz. "

Ele pediu para "revisão [ndo] a nossa estrutura de comando militar, para torná-lo mais flexível e destacável.

"Hoje, a OTAN está envolvida no Afeganistão, nos Balcãs, no mar Mediterrâneo, e ao largo do Corno de África. Este amplo espectro de missões e operações é apenas natural. Hoje, os riscos e as ameaças são cada vez mais globais na natureza, e nossa aliança deve refletir esse fato. "

Em seu discurso no Castelo Real de Varsóvia, duas empregadas de uma variação do slogan introduzido pela primeira vez pelo presidente George HW Bush em 1989: a Europa inteira, livre e em paz. [16]

Europa, na totalidade, se não necessariamente livre e de maneira nenhuma a paz fora das suas fronteiras, continuando sendo base da OTAN e dos EUA para intervenções militares em grande parte do mundo.

"[O] ur primeira linha de defesa deve ser o de completar a consolidação da Europa como um continente inteiro, livre e em paz.

"O que isso implica a consolidação da Europa? Por um lado, isso significa que uma porta aberta política da OTAN deve continuar. "Rasmussen estava falando no sentido imediato sobre nações candidatas nos Balcãs e na ex-União Soviética.

Em relação à guerra do Afeganistão, em particular, "a OTAN e a UE devem cooperar e coordenar melhor."

"Sede da OTAN deve ser menos uma burocracia e mais de um quartel-general, racionalizada operacional. A sede, onde os funcionários e os recursos são adaptadas para servir as novas prioridades da Aliança, não ligado à atividades obsoletas e estreitos interesses nacionais. "

Em relação ao local onde a linha de "primeira verdadeira defesa" deve ser, aludindo ao do ano passado-russo com exercícios militares na Bielo-Russia perto das fronteiras da Polônia, Rasmussen acrescentou:

"Se nossos militares estão parados, se as nossas forças armadas não podem ser movidos para além das fronteiras de cada Estado-Membro individual, a defesa do território aliado não será eficaz ... Acreditamos que a Rússia envia o tipo errado de sinal através da realização de exercícios militares que ensaiar a invasão de um membro da OTAN menores. "

A Rússia é de fato, maior do que a Polônia, mas a Polônia tem uma população quase quatro vezes maior que a Bielo-Rússia e é um membro, um importante posto avançado na verdade, de uma invasão norte-bloco militar global.

Além disso, o chefe da Otan afirmou que, em relação à nova estratégia militar da Rússia, que identifica a expansão da OTAN ao longo de suas fronteiras e implantações de mísseis americanos no seu bairro como as principais ameaças à sua segurança nacional, "a Rússia é a nova doutrina militar, não refletem o mundo real. "

OTAN ampliou parcerias militares ao longo de quase toda a Europa, no Oriente Médio, África, no Cáucaso do Sul e Central e Leste da Ásia e do Pacífico Sul, mas apesar do pedido de Rasmussen, que a Rússia tem "uma noção muito desatualizada sobre a natureza e o papel da OTAN", um viajante do tempo do século passado poderia ser perdoado por pensar que em relação à Rússia pós-soviética, a única coisa que mudou é a unidade de bronze da OTAN ao seu redor.

Após seu discurso no seminário do Conceito Estratégico, Rasmussen combinou a ação à palavra e "viajou de Varsóvia para Bydgoszcz para visitar o Centro de Formação de Forças Conjuntas (JFTC) - parte de aliados da OTAN para a Transformação (ACT) do corpo militar. A JFTC prepara oficiais para implantação de Segurança da Força Internacional de Assistência no Afeganistão. "[17]

Ele abordou os comandantes da Norfolk, Virgínia-sede do Comando Aliado da Transformação, após o que ele inspecionou as tropas do Terceiro Batalhão da OTAN estacionadas no sinal.

Três dias antes Supremo Aliado da OTAN na Europa, o almirante James Stavridis, falou perante Comitê de Serviços Armados no Senado dos EUA e antecipou comentários de seu colega de civis na Polônia a um grau notável.

"Stavridis diz que mais de 100.000 soldados da OTAN estão envolvidos em operações expedicionárias em três continentes, incluindo as operações no Afeganistão, ao largo da costa da África, e além[Balcãs]."

Stavridis falou sobre uma "nova abordagem de extinção de defesa antimísseis" europeia "oportuna e flexível ",dizendo "a capacidade que nós podemos acelerar e ser flexível, como a capacidade do Irã de usar mísseis balísticos vai para a frente. Os seguintes dia o Ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, refutou energicamente a desculpa que Stavridis recorreu a fim de justificar as implantações dos EUA e OTAN de escudo anti-míssil, como visto anteriormente.

"O almirante disse que está muito confiante na primeira fase do programa, que é baseada no mar com o sistema de armas Aegis e "razoavelmente confiante" na segunda fase, que é baseada em terra." Ele também falou das alegações paralelas de Rasmussen de que "A natureza das ameaças neste século 21 [é] vai exigir mais do que apenas sentar-se atrás das nossas fronteiras"e que "Entre as maiores preocupações que os impactos, tanto reinos militares como civis... é cibernética. "[18]

Tanto o navio Standard Missile-3 e em terra as implantações Stavridis aludida devem ser centrados, entre outros locais, no mar Báltico e quase certamente em solo polonês. No próximo mês os EUA começará a ativação de uma bateria de misseis do Patriot Advanced Capability-3 perto da cidade do mar Báltico, em Morag, trinta e cinco milhas da fronteira russa, e base de 100 soldados para lá, as primeiras tropas americanas sempre se estacionando na Polônia e os primeiros estrangeiros em uma geração.

"A bateria de mísseis serão equipados com elementos que lhe permitam ser integrado com o sistema de defesa polonês." [19]

No início deste mês um jornal polonês revelou que os planos de mísseis americanos na Polônia são muito mais ambiciosos do que apenas a construção das baterias Standard Missile-3: "O EUA também está interessada na construção de maior alcance silos de mísseis perto da fronteira de Polônia e Kaliningrado. Estes seriam capazes de abater mísseis até de 5.500 km de distância ... "[20]

Em 4 de março 400 tropas polonesas e "dezenas de soldados do exército americano" iniciou exercícios militares no Centro de Formação de forças de paz em Kielce no sudeste da Polônia. [21]

De 17 à 20 de março a OTAN vai realizar exercícios de ar sobre a região do Mar Báltico, em "uma demonstração de solidariedade da OTAN e compromisso com os seus países membros na região do Báltico" e "uma demonstração de solidariedade com o ex-repúblicas soviéticas, preocupadas com a Rússia", [22 ] que incluirá aviões de guerra polonês, lituano e francês, bem como aviões-cisterna americanos.

A Joint Force Training Center da OTAN, em Bydgoszcz, no norte da Polônia Anders Fogh Rasmussen, que viajou em 12 de março com "2.186 funcionários treinados de 32 Aliados e Parceria para a Paz das Nações antes da implantação para a ISAF [International Security Assistance Force] durante 11 eventos de capacitação. O ano de formação para 2010 vai ter um aumento no número total de pessoas afetadas pela Força Conjunta Centro de Treinamento ".

Possui uma equipe de 84 funcionários dos países membros dezoito constituída por oficiais, sargentos e civis da OTAN.

"No entanto, no ano que vem a força da organização autorizadas subirá para 105." [23]

Enquanto o secretário da OTAN estava em Varsóvia, o ministro da Defesa, Bogdan Klich disse na mesma conferência, o que foi programado para coincidir com o décimo primeiro aniversário de absorção integral da Polônia na OTAN e defendeu que o novo Conceito Estratégico da OTAN é se "preparar para os piores cenários possíveis, "Mesmo que tais cenários não sejam muito prováveis. "[24]

Klich também disse que queria "atrair a infra-estrutura da OTAN na Polônia" e que "ele está preparado para organizar um exercício envolvendo a OTAN de forças de reação rápida na Polônia em 2013." [25]

Polônia e os seus vizinhos bálticos representam o ponto em que os objetivos duplos da OTAN (objetivos estratégicos) - "defender a Europa unida e livre", (inclusive com armas nucleares), e uma "expansão global cada vez mais na natureza" - convergindo-a.

Notas referênciais

Estratégia Century
1) 21: Europa militarizada , OTAN Globalizado
Stop NATO, 26 de fevereiro de 2010
http://rickrozoff.wordpress.com/2010/02/26/21st-century-strategy-militarized-europe-globalized-nato
2) Discurso do Secretário Geral da NATO Anders Fogh Rasmussen na Universidade de Georgetown
North Atlantic Treaty Organization, 22 de fevereiro de 2010
3) Discurso do Secretário Geral da NATO Anders Fogh Rasmussen no quarto
Conceito Estratégico de Seminário sobre Transformação e Capacidades, Washington, DC
North Atlantic Treaty Organization, 23 de fevereiro de 2010
4) Agence France-Presse, 4 de março de 2010
5) Associated Press, 4 de março de 2010
6) Organização do Tratado do Atlântico Norte, 5 de março de 2010
7) Bahrain News Agency, 8 de março de 2010
8) Discurso do Secretário Geral da NATO Anders Fogh Rasmussen em Nova OTAN
Conceito Estratégico - Global, Transatlantic e Desafios Regionais e acções a empreender
North Atlantic Treaty Organization, 12 de março de 2010
http://www.nato.int/cps/en/natolive/opinions_62143.htm?selectedLocale=en
9) Radio Free Europe / Radio Liberty, 12 de março de 2010
10) A Deutsche Presse-Agentur, 12 de março de 2010
11) Agence France-Presse, 3 de março de 2010
12) Xinhua News Agency, 4 de março de 2010
13) Discurso do Secretário Geral da NATO Anders Fogh Rasmussen em Nova OTAN
Conceito Estratégico - Global, Transatlantic e Desafios Regionais e acções a empreender
14) Press TV, 10 de março de 2010
15) Russo Information Agency Novosti, 10 de março de 2010
16) Muro de Berlim: da Europa unida e livre a Nova Ordem Mundial
Stop NATO, 9 de novembro de 2009
http://rickrozoff.wordpress.com/2009/11/09/berlin-wall-from-europe-whole-and-free-to-new-world-order
17) Organização do Tratado do Atlântico Norte, 12 de março de 2010
18) Estados Unidos Departamento de Defesa, 9 de março de 2010
19) Polonês Rádio, 28 de fevereiro de 2010
20) Warsaw Business Journal, 2 de março de 2010
21) Xinhua News Agency, 5 de março de 2010
22) Reuters, 2 de março de 2010
23) Organização do Tratado do Atlântico Norte
Comando Aliado da Transformação
5 de março de 2010
24) Polonês Agência de Notícias via Xinhua News Agency, 13 de março de 2010
25) Warsaw Business Journal, 12 de março de 2010