sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Mises Brasil - Socialistas, comunistas e nazistas - por que a diferença de tratamento?
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
O Totalitarismo Islâmico, herdeiro do Comunismo e do Nazismo por Olavo de Carvalho
Palestra do filósofo Olavo de Carvalho intitulada "O Totalitarismo Islâmico: Herdeiro do Comunismo e do Nazismo", no Clube Paulistano A Hebraica, em 24 de maio de 2004.
Leia:
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Estados Unidos Reduz Nível Máximo Permitido de Flúor na Água
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| Um caso brando de fluorose dental |
O Centro de Controle de Doenças dos EUA (CDC) publicou ontem um relatório alarmante no qual admite que 2 em cada 5 crianças no Estados Unidos mostram sinais de intoxicação por flúor (estrias, manchas ou corrosão dos dentes devido à fluorose dentária). A agência concluiu então que os níveis de flúor no abastecimento de água devem ser reduzidos para 0,7 miligramas por litro (o limite superior recomendado anteriormente era de 1,2 miligramas por litro). No Brasil atualmente o limite superior máximo é de 1,7 miligramas por litro.
Isso encerra mais de cinco décadas em que o governo dos EUA recomendava 1,2 miligramas de flúor em cada litro de água. Mas até mesmo os novos níveis inferiores são ainda mais do que suficiente para causar sérios danos às crianças. Muitos acusam esta recomendação do CDC como uma jogada de relações públicas, onde fingem que estão lidando com as preocupações dos cidadãos enquanto não fazem nada de substancial sobre o assunto. O Professor Paul Connett, um crítico da fluoretação da água, disse que esta redução é um bom começo, mas que o CDC focou apenas na fluorose dental, ignorando todos os outros potenciais problemas a saúde causados pelo flúor, como por exemplo,
os vários estudos que mostram redução do QI de crianças em cidades com alto nível de flúor na água.
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| Prevalência de Fluorose Dental por Faixa de Idade nos EUA |
E no Brasil, até quando as autoridades e os cientistas corruptos irão continuar a envenenar e limitar a inteligência de nossa população?
Após o artigo que publiquei pouco mais de uma semana atrás, intitulada "Estudo: Exposição ao Flúor pode Reduzir a Inteligência das Crianças", eu entrei em contato com um expert brasileiro em fluoretação de água, Jaime Aparecido Cury, e questionei se ele tinha conhecimento do estudo em questão. Abaixo segue o nosso breve diálogo:
Meu email original:
"Olá, eu lí vários de seus trabalhos sobre o uso do fluor na água.Sua resposta:
Você conhece este novo estudo, que mostra a queda de QI em comunidades onde se pratica a Fluoretação?..."
Conheço, mas nao merece credito, portanto mantenho meu posicionamento!Minha réplica:
Feliz 2011
Jaime
Com base em que voce diz que nao merece crédito?Resposta de Jaime Cury:
Simplesmente totalmente ignorar estudos (sao vários estudos com conclusoes parecidas) simplesmente por que nao se adequada a sua opiniao nao me parece um argumento convincente.
Estes estudos justificam sem dúvida uma maior discussao sobre o assunto, pois isto e o que a ciencia deveria fazer, voce nao concorda?
Feliz 2011
...esse tipo de trabalho transversal de associacao nao permite conclusao de evidencia de relacao entre as variaveis de estudoSerá que sou apenas eu que percebo uma arrogância em que os chamados experts no assunto ignoram estudos quando estes chegam a conclusões inconvenientes?
Veja revisoes sistematicas sobre o assunto.
Mantendo F na agua em 2011!
Jaime
Temos que levantar nossa voz e exigir que o flúor na água dos brasileiros seja removido ou pelo menos diminuído!!!
Fontes:
Associated Press: US says too much fluoride causing splotchy teeth
PORTARIA N° 635/Bsb, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1975 (define os limites de flúor na água)
CBS News: Fluoride is Good For You, We Mean Bad for You
CDC: HHS and EPA announce new scientific assessments and actions on fluoride
CDC: Prevalence and Severity of Dental Fluorosis in the United States, 1999-2004
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Orwell estava certo. E Huxley também.
by Chris Hedges
As duas grandiosas visões sobre uma futura distopia foram as de George Orwell em 1984 e de Aldous Huxley em Brave New World. O debate entre aqueles que assistiram nossa decadência em direção ao totalitarismo corporativo era sobre quem, afinal, estava certo. Seria, como Orwell escreveu, dominado pela vigilância repressiva e pelo estado de segurança que usaria formas cruas e violentas de controle? Ou seria, como Huxley anteviu, um futuro em que abraçariamos nossa opressão embalados pelo entretenimento e pelo espetáculo, cativados pela tecnologia e seduzidos pelo consumismo desenfreado? No fim, Orwell e Huxley estavam ambos certos. Huxley viu o primeiro estágio de nossa escravidão. Orwell anteviu o segundo.
Temos sido gradualmente desempoderados por um estado corporativo que, como Huxley anteviu, nos seduziu e manipulou através da gratificação dos sentidos, dos bens de produção em massa, do crédito sem limite, do teatro político e do divertimento. Enquanto estávamos entretidos, as leis que uma vez mantiveram o poder corporativo predatório em cheque foram desmanteladas, as que um dia nos protegeram foram reescritas e nós fomos empobrecidos. Agora que o crédito está acabando, os bons empregos para a classe trabalhadora se foram para sempre e os bens produzidos em massa se tornaram inacessíveis, nos sentimos transportados do Brave New World para 1984. O estado, atulhado em déficits maciços, em guerras sem fim e em golpes corporativos, caminha em direção à falência.
[...]
Orwell nos alertou sobre um mundo em que os livros eram banidos. Huxley nos alertou sobre um mundo em que ninguém queria ler livros. Orwell nos alertou sobre um estado de guerra e medo permanentes. Huxley nos alertou sobre uma cultura de prazeres do corpo. Orwell nos alertou sobre um estado em que toda conversa e pensamento eram monitorados e no qual a dissidência era punida brutalmente. Huxley nos alertou sobre um estado no qual a população, preocupada com trivialidades e fofocas, não se importava mais com a verdade e a informação. Orwell nos viu amedrontados até a submissão. Mas Huxley, estamos descobrindo, era meramente o prelúdio de Orwell. Huxley entendeu o processo pelo qual seríamos cúmplices de nossa própria escravidão. Orwell entendeu a escravidão. Agora que o golpe corporativo foi dado, estamos nus e indefesos. Estamos começando a entender, como Karl Marx sabia, que o capitalismo sem limites e desregulamentado é uma força bruta e revolucionária que explora os seres humanos e o mundo natural até a exaustão e o colapso.
“O partido busca todo o poder pelo poder”, Orwell escreveu em 1984. “Não estamos interessados no bem dos outros; estamos interessados somente no poder. Não queremos riqueza ou luxo, vida longa ou felicidade; apenas poder, poder puro. O que poder puro significa você ainda vai entender. Nós somos diferentes das oligarquias do passado, já que sabemos o que estamos fazendo. Todos os outros, mesmo os que se pareciam conosco, eram covardes e hipócritas. Os nazistas alemães e os comunistas russos chegaram perto pelos seus métodos, mas eles nunca tiveram a coragem de reconhecer seus próprios motivos. Eles fizeram de conta, ou talvez tenham acreditado, que tomaram o poder sem querer e por um tempo limitado, e que logo adiante havia um paraíso em que os seres humanos seriam livres e iguais. Não somos assim. Sabemos que ninguém toma o poder com a intenção de entregá-lo. Poder não é um meio; é um fim. Ninguém promove uma ditadura com o objetivo de assegurar a revolução; se faz a revolução para assegurar a ditadura. O objeto da perseguição é perseguir. O objeto de torturar é a tortura. O objeto do poder é o poder”.
O filósofo político Sheldon Wolin usa o termo “totalitarismo invertido” no livro “Democracia Ltda.” para descrever nosso sistema político. É um termo que não faria sentido para Huxley. No totalitarismo invertido, as sofisticadas tecnologias de controle corporativo, intimidação e manipulação de massas, que superam em muito as empregadas por estados totalitários prévios, são eficazmente mascaradas pelo brilho, barulho e abundância da sociedade de consumo. Participação política e liberdades civis são gradualmente solapadas. O estado corporativo, escondido sob a fumaça da indústria de relações públicas, da indústria do entretenimento e do materialismo da sociedade de consumo, nos devora de dentro para fora. Não deve nada a nós ou à Nação. Faz a festa em nossa carcaça.
O estado corporativo não encontra a sua expressão em um líder demagogo ou carismático. É definido pelo anonimato e pela ausência de rosto de uma corporação. As corporações, que contratam porta-vozes atraentes como Barack Obama, controlam o uso da ciência, da tecnologia, da educação e dos meios de comunicação de massa. Elas controlam as mensagens do cinema e da televisão. E, como no Brave New World, elas usam as ferramentas da comunicação para aumentar a tirania. Nosso sistema de comunicação de massas, como Wolin escreveu, “bloqueia, elimina o que quer que proponha qualificação, ambiguidade ou diálogo, qualquer coisa que esfraqueça ou complique a força holística de sua criação, a sua completa capacidade de influenciar”.
O resultado é um sistema monocromático de informação. Cortejadores das celebridades, mascarados de jornalistas, experts e especialistas, identificam nossos problemas e pacientemente explicam seus parâmetros. Todos os que argumentam fora dos parâmetros são desprezados como chatos irrelevantes, extremistas ou membros da extrema esquerda. Críticos sociais prescientes, como Ralph Nader e Noam Chomsky, são banidos. Opiniões aceitáveis cabem, mas apenas de A a B. A cultura, sob a tutela dos cortesãos corporativos, se torna, como Huxley notou, um mundo de conformismo festivo, de otimismo sem fim e fatal.
Nós nos ocupamos comprando produtos que prometem mudar nossas vidas, tornar-nos mais bonitos, confiantes e bem sucedidos — enquanto perdemos direitos, dinheiro e influência. Todas as mensagens que recebemos pelos meios de comunicação , seja no noticiário noturno ou nos programas como “Oprah”, nos prometem um amanhã mais feliz e brilhante. E isso, como Wolin apontou, é “a mesma ideologia que convida os executivos de corporações a exagerar lucros e esconder prejuízos, sempre com um rosto feliz”. Estamos hipnotizados, Wolin escreve, “pelo contínuo avanço tecnológico” que encoraja “fantasias elaboradas de poder individual, juventude eterna, beleza através de cirurgia, ações medidas em nanosegundos: uma cultura dos sonhos, de cada vez maior controle e possibilidade, cujos integrantes estão sujeitos à fantasia porque a grande maioria tem imaginação, mas pouco conhecimento científico”.
Nossa base manufatureira foi desmantelada. Especuladores e golpistas atacaram o Tesouro dos Estados Unidos e roubaram bilhões de pequenos acionistas que tinham poupado para a aposentadoria ou o estudo. As liberdades civis, inclusive o habeas corpus e a proteção contra a escuta telefônica sem mandado, foram enfraquecidas. Serviços básicos, inclusive de educação pública e saúde, foram entregues a corporações para explorar em busca do lucro. As poucas vozes dissidentes, que se recusam a se engajar no papo feliz das corporações, são desprezadas como freaks.
[...]
A fachada está desabando. Quanto mais gente se der conta de que fomos usados e roubados, mais rapidamente nos moveremos do Brave New World de Huxley para o 1984 de Orwell. O público, a certa altura, terá de enfrentar algumas verdades doloridas. Os empregos com bons salários não vão voltar. Os maiores déficits da história humana significam que estamos presos num sistema escravocrata de dívida que será usado pelo estado corporativo para erradicar os últimos vestígios de proteção social dos cidadãos, inclusive a Previdência Social.
O estado passou de uma democracia capitalista para o neo-feudalismo. E quando essas verdades se tornarem aparentes, a raiva vai substituir o conformismo feliz imposto pelas corporações. O vazio de nossos bolsões pós-industriais, onde 40 milhões de norte-americanos vivem em estado de pobreza e dezenas de milhões na categoria chamada “perto da pobreza”, junto com a falta de crédito para salvar as famílias do despejo, das hipotecas e da falência por causa dos gastos médicos, significam que o totalitarismo invertido não vai mais funcionar.
Nós crescentemente vivemos na Oceania de Orwell, não mais no Estado Mundial de Huxley. Osama bin Laden faz o papel de Emmanuel Goldstein em 1984. Goldstein, na novela, é a face pública do terror. Suas maquinações diabólicas e seus atos de violência clandestina dominam o noticiário noturno. A imagem de Goldstein aparece diariamente nas telas de TV da Oceania como parte do ritual diário da nação, os “Dois Minutos de Ódio”. E, sem a intervenção do estado, Goldstein, assim como bin Laden, vai te matar. Todos os excessos são justificáveis na luta titânica contra o diabo personificado.
A tortura psicológica do cabo Bradley Manning — que está preso há sete meses sem condenação por qualquer crime — espelha o dissidente Winston Smith de 1984. Manning é um “detido de segurança máxima” na cadeia da base dos Fuzileiros Navais de Quantico, na Virginia. Eles passa 23 das 24 horas do dia sozinho. Não pode se exercitar. Não pode usar travesseiro ou roupa de cama. Médicos do Exército enchem Manning de antidepressivos. As formas cruas de tortura da Gestapo foram substituídas pelas técnicas refinadas de Orwell, desenvolvidas por psicólogos do governo, para tornar dissidentes como Manning em vegetais. Quebramos almas e corpos. É mais eficaz. Agora todos podemos ir ao temido quarto 101 de Orwell para nos tornarmos obedientes e mansos.
Essas “medidas administrativas especiais” são regularmente impostas em nossos dissidentes, inclusive em Syed Fahad Hasmi, que ficou preso sob condições similares durante três anos antes do julgamento. As técnicas feriram psicologicamente milhares de detidos em nossas cadeias secretas em todo o mundo. Elas são o exemplo da forma de controle em nossas prisões de segurança máxima, onde o estado corporativo promove a guerra contra nossa sub-classe política – os afro-americanos. É o presságio da mudança de Huxley para Orwell.
“Nunca mais você será capaz de ter um sentimento humano”, o torturador de Winston Smith diz a ele em 1984.”Tudo estará morto dentro de você. Nunca mais você será capaz de amar, de ter amigos, do prazer de viver, do riso, da curiosidade, da coragem ou integridade. Você será raso. Vamos te apertar até esvaziá-lo e vamos encher você de nós”.
O laço está apertando. A era do divertimento está sendo substituída pela era da repressão. Dezenas de milhões de cidadãos tiveram seus dados de e-mail e de telefone entregues ao governo. Somos a cidadania mais monitorada e espionada da história humana. Muitos de nós temos nossa rotina diária registrada por câmeras de segurança. Nossos hábitos ficam gravados na internet. Nossas fichas são geradas eletronicamente. Nossos corpos são revistados em aeroportos e filmados por scanners. Anúncios públicos, selos de inspeção e posters no transporte público constantemente pedem que relatemos atividade suspeita. O inimigo está em toda parte.
Aqueles que não cumprem com os ditames da guerra contra o terror, uma guerra que, como Orwell notou, não tem fim, são silenciados brutalmente. Medidas draconianas de segurança foram usadas contra protestos no G-20 em Pittsburgh e Toronto de forma desproporcional às manifestações de rua. Mas elas mandaram uma mensagem clara — NÃO TENTE PROTESTAR. A investigação do FBI contra ativistas palestinos e que se opõem à guerra, que em setembro resultou em buscas em casas de Minneapolis e Chicago, é uma demonstração do que espera aqueles que desafiam o Newspeak oficial. Os agentes — ou a Polícia do Pensamento — apreenderam telefones, computadores, documentos e outros bens pessoais. Intimações para aparecer no tribunal já foram enviadas a 26 pessoas. As intimações citam leis federais que proíbem “dar apoio material ou recursos para organizações terroristas estrangeiras”. O Terror, mesmo para aqueles que não tem nada a ver com terror, se torna o instrumento usado pelo Big Brother para nos proteger de nós mesmos.
“Você está começando a entender o mundo que estamos criando?”, Orwell escreveu. “É exatamente o oposto daquelas Utopias estúpidas que os velhos reformistas imaginaram. Um mundo de medo, traição e tormento, um mundo em que se atropela e se é atropelado, um mundo que, ao se sofisticar, vai se tornar cada vez mais cruel”.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Documentário: Police State 4:The Rise of FEMA - Legendado
: Documentário do veterano cineasta Alex Jones prova conclusiva da existência de uma rede secreta de acampamentos FEMA, agora está sendo expandido em todo o país. O complexo militar-industrial está a transformar a nossa nação, uma vez livre em uma prisão gigante. A grade de controle da sociedade sem dinheiro, construído em nome da luta contra o terrorismo, foi construído para escravizar o povo americano. Corpo scanners, canhões de som, espiões cidadão, encenado terror e câmeras em cada canto da rua -- é apenas o início do plano infernal a Nova Ordem Mundial. Este filme expõe como a "continuidade do programa de Governo" tem criado uma poderosa sombra todo o estado. Prepare-se para entrar no mundo secreto da ditadura de emergência, acampamentos FEMA, e uma Constituição desfiado. Testemunhas e policiais militares ferozmente atacando cidadãos inocentes, como nosso próprio governo desencadeia operações de falsa bandeira para justificar a opressão. Então observe como Alex Jones assume a polícia corrupta e mercenária mídia expõe lavagem cerebral.
Nazistas receberam "porto seguro" nos EUA, diz novo relatório
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| Dr. Josef Mengele, em 1956, Arthur Rudolph, em 1990, cientista de foguetes para a Alemanha nazista e pela NASA e John Demjanjuk em 2006 |
A história secreta da operação de caça a nazistas do governo dos Estados Unidos conclui que oficiais da inteligência americana criaram um "porto seguro" para nazistas e seus colaboradores nos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial.
O relatório de 600 páginas, que o Ministério da Justiça tem tentado manter em segredo durante quatro anos, fornece novas provas sobre mais de duas dezenas dos casos nazistas mais notórios nas últimas três décadas.
Ele descreve a busca póstuma pelo governo americano do Dr. Josef Mengele, o chamado "Anjo da Morte de Auschwitz", cujo couro cabeludo foi mantido em uma gaveta do Departamento de Justiça, o assassinato por um justiceiro de um ex-soldado das Waffen SS em Nova Jersey, e a identificação equivocada do governo do guarda do campo de concentração de Treblinka conhecido como Ivan, o Terrível.
O relatório mostra os sucessos e fracassos do grupo de juristas, historiadores e investigadores do Gabinete do Departamento de Justiça de Investigações Especiais, que foi criado em 1979 para expulsar os nazistas.
Talvez a revelação mais contundente do relatório seja a avaliação do envolvimento da Agência Central de Inteligência (CIA) com emigrantes nazistas. Estudiosos e relatórios de governos anteriores reconheceram a utilização de nazistas pela CIA para fins de espionagem pós-guerra. Mas este relatório vai mais longe ao documentar o nível de cumplicidade e decepção americana em tais operações.
O relatório do Departamento de Justiça descreve o que chama de "colaboração do governo com os perseguidores", diz que os investigadores da O.S.I. descobriram que alguns dos nazistas, na verdade, ganharam entrada nos Estados Unidos, apesar de funcionários do governo terem conhecimento de seus passados. "Os Estados Unidos, que se orgulhava de ser um refúgio seguro para os perseguidos, tornou-se também - em alguma medida - um refúgio seguro para os perseguidores" ele disse.
O Departamento de Justiça tem resistido a tornar o relatório público desde 2006. Sob a ameaça de uma ação judicial, o Departamento de Justiça entregou versão altamente censurada no mês passado para um grupo privado de pesquisa, o National Security Archive, mas mesmo assim muitos dos trechos mais legais e diplomaticamente sensíveis foram omitidos. Uma versão completa foi obtida pelo The New York Times.
O Departamento de Justiça disse que o relatório, fruto de seis anos de trabalho, nunca foi formalmente concluída e não representa seus resultados oficiais. Ele citou "vários erros factuais e omissões", mas se recusou a dizer quais estes seriam.
Ao descrever os casos de nazistas que foram auxiliados por funcionários da inteligência americana, o relatório cita a ajuda que oficiais da CIA forneceram em 1954 para Otto Von Bolschwing, um associado de Adolf Eichmann, que ajudou a desenvolver os planos iniciais "para livrar a Alemanha dos judeus" e que depois trabalhou para a CIA nos Estados Unidos. Em uma cadeia de memorandos, funcionários da CIA. discutiram o que fazer se Von Bolschwing fisse confrontados sobre o seu passado - se deveria negar qualquer filiação nazista ou "explicá-la com base em circunstâncias atenuantes", disse o relatório.
Operação Paper-Clip
O relatório também examina o caso de Arthur L. Rudolph, um cientista nazista que gerenciava a fábrica de munições Mittelwerk. Ele foi trazido para os Estados Unidos em 1945 por sua perícia em fabricação de foguetes no âmbito da Operação Paperclip, um programa americano que recrutou cientistas que tinham trabalhado na Alemanha nazista. Rudolph foi depois homenageado pela NASA e é creditado como o pai do foguete Saturno V.
O relatório cita o memorando n º 1949 do Ministério da Justiça onde dois oficiais pedem para oficiais de imigração que permitam que Rudolph voltasse ao país após uma estada no México, dizendo que não fazê-lo "seria em detrimento do interesse nacional".
Investigadores do Departamento de Justiça depois encontraram evidências de que Rudolph estaria muito mais ativamente envolvido na exploração de trabalhadores escravos em Mittelwerk do que ele ou oficiais da inteligência americana teriam admitido, diz o relatório.
Fontes relacionadas:
New York Times: Nazis Were Given ‘Safe Haven’ in U.S., Report Says
Discussão Fórum Anti Nova Ordem Mundial
Série Teoria da Conspiração: Confirmados os campos de concentração da FEMA
Via: Blog Infoworld
![Programa Teoria da Conspiração com Jesse Ventura 10conspiracy [VÍDEO] Programa Teoria da Conspiração: Confirmados os Campos de Concentração da FEMA](http://blog.antinovaordemmundial.com/wp-content/uploads/2010/11/10conspiracy.jpg)
Programa Teoria da Conspiração com Jesse Ventura
O ex-governador Jesse Ventura e sua equipe do seriado Teoria da Conspiração escancararam completamente os campos da FEMA em um surpreendente episódio da segunda temporada do programa na TruTV, transmitido nesta sexta-feira, 13 de novembro. O episódio “Estado Policial“, prova de uma vez por todas que funcionários federais foram treinados para combater os cidadãos americanos, criaram planos contra tumultos e catástrofes e fizeram preparativos para manter a ordem a qualquer custo.
Este poderoso episódio é a maior e mais profundada investigação sobre os campos da FEMA até hoje. O radialista e cineasta Alex Jones retorna à série mais uma vez, enquanto a equipe leva você às instalações, confronta os legisladores que autorizaram os acampamentos da FEMA e detalha o estado policial tecnológicamente integrado em larga escala, que inclui Centros de Fusão, FEMA, o Departamento de Segurança Interna e muito mais.
Em um dos muitos reais e verificados campos da FEMA, Jesse Ventura e Alex Jones se aproximam de um “Centro Residencial” gerenciado pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, no Texas, onde encontram portas fechadas, cercas duplas e advertências contra fuga por todo o perímetro. Além disso dentro da instalação, eles testemunham um complexo de parques, com balanços e escorregas para crianças. A equipe vai até a porta da frente na tentativa de obter algumas respostas. Mas as autoridades se recusam a confirmar ou negar o objetivo da instalação, ou se cidadãos americanos estão sendo mantidos em seu interior. No entanto, prévias investigações nesta instalação revelam crianças e adultos estão sendo lá confinados, incluindo imigrantes, refugiados e cidadãos americanos.
Apesar de centenas de documentos do governo identificando os planos de emergência e contingência, incluindo planos para lidar com mortes em massa, insurreiçoes, internamento e quarentenas, Ventura e sua equipe encontram várias vezes desmentido escandaloso e evasão de funcionários em todos os níveis. Por anos, os principais meios de comunicação em massa têm evitado e minimizado estes planos (os quais podem ser facilmente confirmados) para os campos da FEMA e instalações do Departamento da Segurança Interna dos Estados Unidos. É claro que não se espera que isto seja um ponto principal para relações públicas, e não é nenhuma surpresa que os membros do Congresso, incluindo aqueles que escreveram o projeto de lei para criar os campos da FEMA nos EUA, são relutantes em discutir o assunto.
Enfrentando os políticos que criaram os Campos da FEMA
Assim, Jesse Ventura, ex-prefeito e governador, vai até Washington para enfrentar duas importantes figuras por trás da R.H.645, o “Ato para Estabelecimento dos Centros de Emergência Nacional“. Apesar de passar por canais oficiais, Ventura viu Jim Gerlach (P-Pensilvânia) repetidamente se desviar das câmeras de TV e se recusar a responder perguntas sobre o RH 645.
Outro congressista que co-patrocinou o projeto de lei admite resolutamente que existem acampamentos do FEMA, mas racionaliza que foram postas em prática para lidar com “crianças felizes”. Esta confissão bizarra é outra confirmação de que o Congresso e a liderança em Washington estão fora de sintonia com as medidas opressivas que tenham sido autorizadas contra o povo americano.
Caixões da FEMA na Geórgia
Mais tarde, Ventura e Jones visitam o sul dos EUA e descobrem o que parece ser acobertamento para mantê-los longe da verdade. Nas cercanias de Atlanta, Geórgia, está outro local confirmado da rede de preparação de desastres da FEMA . Eles fazem uma visita a uma instalação de armazenamento de milhares de caixões de plástico onde vários vídeos já haviam confirmados os caixões em grande número. Ventura e Jones descobrem durante sua chegada um comboio de caminhões saindo levando consigo as evidências, milhares e milhares de caixões os quais a instalação queria manter fora dos focos das câmeras e do conhecimento do público.
Vários locais filiados com a FEMA armazenando caixões de plástico, bem como planos para valas comuns e mortes em grande escala foram expostos previamente, incluindo fotografias enviadas por um ouvinte do site Infowars de uma instalação de Alabama em 2009, com milhares e milhares de forros caixão de plástico . Por que então os funcionários na Geórgia se engajaram em tal desespero e correram para esconder as evidencias?
FEMA10 [VÍDEO] Programa Teoria da Conspiração: Confirmados os Campos de Concentração da FEMA
10 regiões da FEMA onde a Guarda Nacional terá responsabilidade nos Estados Unidos.
Além disso, os planos já estão confirmados. DMORT (Time Operacional de Necrotério para Resposta a Desastres) e outras divisões da Segurança Interna tem toda uma estrutura de contingência para lidar com surtos e mortes em massa em tempos de pandemias, catástrofes naturais, atentados terroristas, emergência nacional ou outras catástrofes. Elementos desses planos estão em vigor no papel, e são coordenado pela FEMA em 10 regiões dos Estados Unidos e através do “Fusion Centers” (centros de fusão) que estão surgindo no âmbito Federal, Estadual e Local para espionar os cidadãos comuns.
Preocupado com o fato de que esses programas reconhecidamente monitoram ‘veteranos’ e pessoas que apoiem Ron Paul, Bob Barr e Chuck Baldwin (políticos que lutam com o Banco Central dos EUA (Federal Reserve) e o estado policial), o programa de TV contactou um porta-voz do Centro de Fusão para saber mais sobre o porquê destes estarem focando nos americanos comuns. O porta-voz Lance Clem disse ao programa que estes centros nacionais de coleta de inteligência não têm fiscalização. Clem admitiu de forma chocante: “Nós nos policiamos.”
Os produtores do programa disseram a Alex Jones nos bastidores que este episódio acabou sendo o mais emocionante da segunda temporada do programa. Ele não só enfrenta de cabeça a questão dos acampamentos da FEMA, mas descobre razões significantes para se preocupar com as ações do Departamento de Segurança Interna e outras agências. De local a local, ficou claro que os seus administradores estão nervosos para discutirem o que eles estão preparando, mas é evidente a partir de seus registros e documentos públicos que estão se preparando para algo grande.
Veja o programa nos vídeos abaixo, infelizmente até o momento apenas em inglês:
sábado, 11 de dezembro de 2010
Mais informações do Alemão, fora de mídia
Via do Blog Observar e Absorver
02/12/2010 Leandro Uchoas, do Rio de Janeiro (RJ)
Mais de 100 veículos incendiados, granadas e tiros contra delegacias, pelo menos 52 mortos, assaltos em profusão, pequenos arrastões, tiroteios em comunidades pobres. Na penúltima semana de novembro, o Rio de Janeiro esteve entregue à barbárie. Em pânico, parte da população deixou de ir ao trabalho, de frequentar bares, de transitar livremente pelas ruas. E comunidades inteiras, especialmente na Zona Norte, ficaram reféns dos “soldados” do narcotráfico e da insanidade de setores da polícia. Como tem sido comum nesses períodos, a opinião pública assumiu posições conservadoras. Exigia-se punição dura, resultados imediatos. Para os setores sociais de espírito crítico mais desenvolvido, porém, ficou a sensação de que assistia pela TV, ou lia pelos jornais, a uma farsa.
A onda de violência começou no dia 21 de novembro. Carros e ônibus foram queimados pela cidade por jovens ligados ao Comando Vermelho (CV), aliados a setores da Amigo dos Amigos (ADA). Os narcotraficantes teriam se unido contra a instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nos territórios anteriormente controlados por eles, segundo o discurso oficial. Estudiosos de Segurança Pública consideram essa uma explicação incompleta – além de oportuna ao governo estadual, por supor que a ação criminosa seria a resistência a um bom trabalho. Verdade é que a outra facção expressiva, o Terceiro Comando Puro (TCP), tem se aliado informalmente às milícias, em regiões da cidade, contra as outras duas. Até o aluguel de duas favelas aos grupos paramilitares teria ocorrido. De fato, TCP e milícias têm sido menos afetadas pelas UPPs. A pergunta não respondida, e sequer midiatizada, permanece: por que o Estado evita instalar UPPs nessas áreas?
Correu boato pela cidade, em fase de investigação, de que as ações seriam decorrentes da insatisfação com o aumento no valor da propina a policiais. Por enquanto, a explicação mais lúcida para a onda de violência é a perda de espaço do CV na geopolítica do crime. As milícias, ameaça maior, avançam território, e o setor nobre da cidade, altamente militarizado, segue protegido pelas UPPs. “Aqui no Rio há uma reconfiguração geopolítica do crime”, interpreta José Cláudio Alves, vice-reitor da UFRRJ. Ele explica que existe uma redefinição das relações de hegemonia, envolvendo disputa de território. O mapa de instalação das UPPs, somado à expansão das milícias, estaria levando à periferização do CV. A facção tende a se deslocar para as regiões da Leopoldina, da Central do Brasil e da Baixada Fluminense. “Isso leva, inclusive, à introdução veloz do crack no Rio de Janeiro. Ele é baratíssimo. A reconfiguração do crime também leva à reconfiguração do consumo da droga”, explica. Até 2009, o crack praticamente não entrava na cidade.
Tráfico em decadência
Há ainda a interpretação de que o modelo de negócios que se forjou no Brasil, do narcotráfico, estaria em declínio. A milícia, por modernizar o crime, apropriando-se de serviços públicos e disputando a política institucional, teria tornado a economia da droga obsoleta. O ex-secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Eduardo Soares, que se negou a atender jornalistas, divulgou artigo defendendo a tese. “O tráfico tende a se eclipsar, derrotado por sua irracionalidade econômica e sua incompatibilidade com as dinâmicas políticas e sociais predominantes, em nosso horizonte histórico. O modelo do tráfico armado, sustentado em domínio territorial, é atrasado, pesado, antieconômico: custa muito caro manter um exército, recrutar neófitos, armá-los, mantê-los unidos e disciplinados”, diz.
As ações das facções na cidade, em geral, objetivaram sobretudo gerar pânico. Em meio aos veículos queimados, houve poucos feridos. A reação policial foi de potência inédita. Foram mobilizadas todas as polícias, oficiais de outros estados, todo o efetivo em férias e reforços da Marinha, Exército e Aeronáutica. Os blindados, emprestados pela Marinha, eram de forte poderio bélico. Um deles, o M-113, é usado pelos Estados Unidos no Iraque. Cerca de 60% dos oficiais em operação estiveram com a Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti (Minustah). O general Fernando Sardenberg declarou ao O Globo que há similaridade nas ações do Rio e do Haiti. Sandra Quintela, da Rede Jubileu Sul, que acompanha a ocupação do Haiti, considerou o dado grave. “Há muito tempo estamos avisando que isso iria acontecer. Eles treinam lá para praticar aqui”, disse.
As autoridades não explicaram por que o TCP e as milícias não perdem território com as UPPs. Desconfia-se que haja pactos tácitos. “Há o controle eleitoral dessas áreas de milícias por grupos políticos. O Estado não vai jamais debelar isso, porque ele já faz parte, e disso depende sua reprodução em termos políticos, eleitorais. Ele está mergulhado até a medula”, diz José Cláudio. As UPPs têm sido instaladas num corredor nobre do Rio de Janeiro – bairros ricos da zona sul, região do entorno do Maracanã e arredores da Barra da Tijuca. Os narcotraficantes já vinham se refugiando, há tempos, na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão. “Era um tanto quanto previsível que essa barbárie pudesse acontecer”, acusa o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj.
Combate seletivo
O professor Ignácio Cano, do Laboratório de Análise de Violência da Uerj, também desconfia do privilégio da atuação do Estado contra o CV. “Há um tratamento seletivo da polícia, aparentemente. A milícia tende a não entrar em confronto armado com o Estado, e vice-versa”, diz. Embora veja avanços, o sociólogo se diz preocupado com a ação policial, que pode representar um recuo do Estado a posições mais recuadas do passado. O Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, afirmou em entrevista coletiva que a ADA é uma facção mais “pacífica”, mais preocupada com o comércio de drogas. O CV seria mais “ideológico”, estaria mais disposto à guerra.
Para Antônio Pedro Soares, do Projeto Legal, o modelo de Segurança Pública do governo teria ajudado a gerar esse conflito. As áreas “pacificadas” seriam planejadas de acordo com os interesses da especulação imobiliária. “O que está acontecendo tem a ver com a política de Segurança, que precisa ser melhor discutida. Continua a lógica de uma polícia controlando uma população considerada perigosa”, afirma. Em sua maioria, os ativistas de direitos humanos não negam a necessidade de se prender os narcotraficantes. Entretanto, combatem a execução sumária, e acusam o Estado de perseguir apenas os bandidos da base da pirâmide do crime. “É uma guerra em que só morre um lado, uma cor, uma classe social. É simbólico que tenha acontecido na Semana da Consciência Negra, e dos 100 anos da Revolta da Chibata”, afirma Marcelo Edmundo, da Central de Movimentos Populares (CMP). Desconfia-se que o número de mortos seja muito maior do que o divulgado.
Relato de um morador do Alemão

O som no momento ainda é de tiro, talvez de calibres menores, pois aparentemente o confronto maior já cessou, se bem que eu aprendi que quando os tiros diminuem é que o perigo aumenta, porque essa é a hora que o morador da favela sai de baixo de suas camas, ou de seus abrigos de variações diversas, achando que a situação acalmou, e quando menos espera, bum! Volta o tiroteio de novo, sendo que agora os corpos estão de pé nos barracos, e o pior, despreocupados, e quando se está despreocupado é que o pior acontece, pelo menos no morro é assim, e já vi muito conhecido tomar tiro por causa dessa falsa sensação de paz. Ou seja, para se andar pelas vielas é preciso estar com o alerta ligado a todo tempo, independe do céu estar repleto de estrelas, ou infestado de balas traçantes.
Ah, perdão, nem me apresentei, é o nervosismo por causa da trilha sonora do horror. Para quem não sabe a trilha sonora do horror não consiste apenas em barulho de tiros; mixado junto aos tiros se encontram os latidos de cachorros, a gritaria (geralmente das crianças), e às vezes alguma voz gritando. Por conta desses fatores, comecei euforicamente a escrever e me esqueci de dizer quem sou, se bem que isso não tem muita importância, já que sou apenas mais um no meio da multidão favelada; igual a mim com certeza existem milhares, de mesma cor, de mesmo histórico familiar, de mesmos sonhos não realizados. Mas por questão de educação irei me apresentar mesmo assim.
Meu nome é Sebastião, é nome de velho, mas eu sou jovem, tenho 19 anos, herdei esse nome do meu finado pai, por isso os amigos e familiares me chamam de Júnior, me soa melhor, e para falar a verdade eu não tenho nenhuma cara de Sebastião, quando me chamam de Tião então, aí é que eu fico mais puto, minha mãe tem mania de me chamar assim quando faço algo que ela não gosta, mas não há nada que me tire mais do sério do que a guerra da hipocrisia, tipo essa que está rolando atualmente, e por isso resolvi escrever, não sei direito o porquê, mas como eu também não sei direito o porquê de tantas coisas, resolvi escrever assim mesmo.
Sou morador do morro do alemão, onde atualmente explodiu uma guerra, antes nunca vista no Rio, digo nunca vista, porque aparentemente dessa vez o objetivo é outro, e a causa também; afinal, por que antes de se falar em Copa no Brasil e olimpíada no Rio, nenhum Governo se preocupou em pacificar favelas? Antes o pensamento era: deixa esse povo se matar. Agora, pelo visto, a situação está um pouco diferente, pelo menos um pouco.
Nasci aqui, cresci aqui e vivo nesse morro até hoje, não sinto orgulho disso, mas também não sinto vergonha, afinal, teria eu, orgulho de quê? Vergonha de quê? É o que me resta morar aqui, é a única herança que tenho, o barraco que foi de minha avó e que hoje é uma humilde, porém aconchegante casa.
Por enquanto ainda não dá para morar no asfalto, mas não me sinto mais ou menos gente do que eles que moram lá em baixo; porém, me sinto mais digno do que alguns membros fardados que se dizem representantes do Estado, e que atualmente estão sendo aclamados como heróis por grande maioria da sociedade, aliás, nunca consegui entender direito os critérios que a sociedade em que vivo usa para escolher os seus heróis, talvez eu vá morrer sem entender.
Agora pouco fui à janela dar uma espiada no movimento do morro e pude ver alguns deles caminhando e ostentando seus armamentos e suas caras de mau, pude até ver alguns com os rostos pintados, como se tivessem preparados para uma verdadeira guerra do Vietnã, mas dessa vez os vietcongs a serem caçados não tinham cabelos lisos muito menos olhos puxados.
Pude ver no meio deles alguns conhecidos, eram poucos é verdade, já que a tropa invasora é formada em sua grande maioria por policiais de fora da área, mas os que puder reconhecer são frequentadores assíduos do morro, vira e mexe estão aqui para vender armas e até mesmo drogas que apreenderam em morros rivais, alguns eu vejo toda sexta-feira, pois é o dia que eles religiosamente comparecem ao morro para pegar a propina para que o baile funk possa rolar na paz. Eu sei disso tudo pois minha casa fica em uma área estratégica, posso dizer que moro numa linha imaginária do morro, pois a partir dali a polícia sabe que não pode subir, e desde que moro aqui poucas vezes vi eles passarem daquele local, a não ser em casos extremos, como quando morria algum repórter, e a mídia fazia pressão até encontrar o assassino, ou então agora, nessa guerra copeira e olímpica. E é por essas e outras que eu não consigo achar heroísmo nesses homens fardados que se dizem representantes do Estado, já que a maioria das armas que atualmente está sendo mostrada na TV como sendo apreendidas por eles não estaria aqui se os próprios não tivessem trazido e vendido para os próprios traficantes que agora estão caçando.
Às vezes a sociedade se pergunta quem financia todo esse caos, geralmente quem toma essa culpa é o viciado, mas eu sei bem quem é o verdadeiro financiador e quem sai lucrando com essa guerra.
Só que dessa vez está tudo diferente, os policias que antes eu via circulando no morro agora estão andando com policias federais, com militares do exército e marinha, não que eles sejam menos sujos, não que eles não fossem se vender diante de uma oferta tentadora de um traficante, mas eles não são daqui, e o momento é outro, agora o objetivo também é outro, antes eles vinham pra buscar dinheiro e fazer falsas apreensões para mostrar na TV que estavam trabalhando, e a população em sua maioria acreditava naquela cena toda, mas hoje não, hoje eles estão vindo para realmente fazer valer a presença do Estado (anos ausente), dá para perceber isso nos olhos dos soldados, dos policiais; se eu não fosse morador daqui até acreditaria que eles são realmente heróis, acho inclusive, que até eles estão se enganando achando que são heróis de alguma coisa, quando na verdade passam longe disso.
O fato deu estar criticando os policias não quer dizer que eu apóie os bandidos (estou me referindo aos traficantes), já que usar o termo bandido para discernir o policial do traficante pode ficar um tanto confuso, pelo menos para mim fica.
Criticar a polícia não consiste em um apoio ao tráfico, uma coisa não tem nada haver com a outra, já que para mim são dois imbecis lutando por nada, ou melhor, por interesses financeiros próprios que no final resulta em nada, só que por esse nada muito sangue escorre e muito inocente acaba morrendo. É a guerra do bandido X bandido, só que agora um bandido virou herói e o outro virou mais bandido ainda.
Quero estar vivo para ver esse morro realmente pacificado, pois polícia andando nas vielas e bandeira do Brasil fincada no alto do morro não quer dizer sinônimo de paz para mim. Quero estar vivo para ver o dia em que o Governo investirá pesado na educação, pois aí sim, as coisas poderão começar a mudar. Quero estar vivo para ver minha mãe poder vir dormir em casa todo dia sem se preocupar em ter que levar roupa para dormir no trabalho caso haja tiroteio no morro. Quero estar vivo para poder realmente apertar a mão de um policial e finalmente olhar dentro do olho dele e o ver como um verdadeiro e digno herói.
Por hora vou terminando este escrito, até porque a trilha sonora do horror voltou a tocar, e eu preciso me refugiar. A guerra de fato ainda não terminou, e está longe disso, sinto até pena dos que acham que agora a guerra terá realmente um fim.
Confesso que não estou com uma impressão boa, talvez por isso tenha resolvido escrever, pois apesar de estar no local mais seguro da casa, as balas estão cada vez mais ousadas, e não existe barreira para elas, talvez alguma me encontre hoje (aquela mesma que a mídia insiste em chamar de perdida), ou algum dia qualquer, sei lá; mas as minhas palavras permanecerão no papel, eternizadas enquanto o tempo não as destruir. Espero um dia poder abrir este papel para ler sobre um tempo não mais vivido, e poder finalmente escrever alegremente um texto de outro título. Esperarei ansiosamente pela chegada de meus verdadeiros heróis, e para eles terei o imenso prazer de escrever e dedicar a paz em primeira pessoa.
Rio de janeiro (purgatório da beleza e do caos) - 28/11/2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Conflito entre as Coreias: ou Como os EUA Ajudaram a Coreia do Norte a Obter a Bomba Atômica!
Apesar do fato de que a Coreia do Sul admitiu ter disparado os primeiros tiros que levaram à retaliação da Coreia do Norte, a grande maioria da imprensa corporativa está histericamente culpando a Coreia do Norte por uma nova escalada na crise, e ao mesmo tempo esquecendo do fato que todo este fiasco foi gerado como um resultado direto da política através de duas administrações distintas dos EUA, que garantiram que o ditador Kim Jong-Il adquirisse a bomba atômica.
Como já foi exaustivamente documentado, a beligerância nuclear da Coreia do Norte foi uma criação quase que exclusivamente do governo dos EUA em que eles armaram o estado stalinista tanto direta como indiretamente através de distribuidores globais de armas sob o seu controle, nomeadamente o Dr. Abdul Qadeer Khan, conhecido também como AQ Khan. Enquanto rotularam a Coreia do Norte como parte do "eixo do mal", o governo americano entusiasticamente financiou cada etapa de seu programa de armas nucleares.
Assim como com o programa de de armas biológicas e químicas de Saddam Hussein, Donald Rumsfeld desempenhou um papel fundamental para armar de Kim-Jong-Il.
Rumsfeld foi o homem que presidiu o contrato de 200 milhões de dólares para fornecer equipamentos e serviços para construção de duas estações de reatores de água leve na Coreia do Norte em janeiro de 2000, quando ele era um diretor executivo da ABB (Asea Brown Boveri). Wolfram Eberhardt, porta-voz da ABB, confirmou que Rumsfeld estava
presente em quase todas as reuniões do conselho durante seu envolvimento com a empresa.
Rumsfeld apenas continuou o trabalho da administração Clinton, que em 1994 concordarou em substituir os os reatores nucleares contruídos pela própria Coreia do Norte com reatores nucleares de água leve. Os chamados "especialistas" financiados pelo governo afirmaram que os reactores de água leve não poderiam ser utilizados para fazer bombas. Isto não é verdade de acordo com Henry Sokolski, diretor do Centro Educacional de Políticas de Não-Proliferação, em Washington, que afirmou: "Reatores de Água leve (LWR) podem ser usados para produzir dezenas de bombas de plutônio na Coreia do Norte e Irã. Isto é verdade para todos os LWR - um fato deprimente que os políticos dos EUA conseguiram bloquear".
"Estes reatores são como todos os reatores, eles têm o potencial para fazer bombas. Então você pode acabar fornecendo para o pior violador nuclear os meios para adquirir as mesmas armas que nós estamos tentando evitar que eles adquiram", disse Sokolski à rede BBC .
O Departamento de Estado dos EUA alegou que os reatores de água leve não poderiam ser usado para produzir material para bombas, mas ainda assim em 2002 conclamaram a Rússia a pôr fim à sua cooperação nuclear com o Irã, pela razão de que não queriam que o Irã fosse armado com armas de destruição em massa. Na época, a Rússia estava construindo reatores de água leve no Iran. De acordo com o Departamento de Estado, os reatores de água leve no Irã poderiam produzir material nuclear, mas por alguma razão a mesma regra não se aplica na Coreia do Norte.
Em abril de 2002, o governo Bush anunciou que iria liberar US 95 milhões de dólares do contribuintes americanos para iniciar a construção dos "inofensivos" reatores de água leve na Coreia do Norte. Bush argumentou que armar o megalomaníaco ditador Kim Jong-Il com o potencial de produzir uma centena de armas nucleares por ano, era "vital para os interesses de segurança nacional dos Estados Unidos". Bush liberou ainda mais dinheiro em janeiro de 2003, como foi noticiado pela Bloomberg News (o artigo original da Bloomberg foi removido, no link está uma cópia). Bush liberou as verbas, apesar da surpreendente revelação, noticiada por jornais do sul-coreano, de que uma ogiva de míssil norte-coreano havia sido encontrado no Alasca.
A construção dos reatores foi finalmente suspensa, mas a Coreia do Norte teve uma fonte alternativa através da qual eles poderiam obter os segredos nucleares vitais para a construção de um arsenal de bomba atômica - o traficante internacional de armas e protegido da CIA Abdul Qadeer, vulgo AQ Khan.
Em 2004, Dr. Abdul Qadeer Khan, o pai do programa de bomba atômica do Paquistão (visto como herói em seu país), compartilhou tecnologia nuclear de através de uma rede de contrabando em todo o mundo que inclui muitas instalações na Malásia que fabricavam peças-chave para centrífugas.
O colaborador de Khan, B.S.A. Tahir, dirigia uma empresa de fachada nas cercanias de Dubai que fornecia de componentes para centrifugadoras para a Coreia do Norte.
Apesar das autoridades holandesas estarem profundamente desconfiadas das atividades de Khan, já em 1975, a CIA os impediu de prendê-lo em duas ocasiões.
"O homem foi seguido por quase dez anos e, obviamente, ele era um problema sério. Mas, novamente, eu fui informado que o serviço secreto americano poderia lidar mais eficazmente com Khan", disse o ex-primeiro-ministro holandês Ruud Lubbers. "Hague (sede do governo da Holanda) não teve a palavra final no assunto. Foi Washington que teve."
Lubbers afirmou também que Khan foi autorizado a entrar e sair da Holanda com a bênção da CIA, o que acabou permitindo que ele se tornasse o "principal vendedor de uma extensa rede internacional para a proliferação de tecnologia e conhecimento nuclear", segundo George W. Bush, e vendesse segredos nucleares que permitiram a Coreia do Norte construisse bombas nucleares.
"Lubbers suspeita que Washington permitiu as atividades de Khan porque o Paquistão era um aliado chave na luta contra os soviéticos", relata a CFP. "Na época, o governo dos EUA financiava e armava o grupo mujahideen, do qual Osama bin Laden fazia parte. Eles foram treinados pela inteligência paquistanesa para combater as tropas soviéticas no Afeganistão". Anwar Iqbal, correspondente para Washington do jornal paquistanês Dawn, disse a ISN Security Watch que as afirmações de Lubbers "poderiam estar corretas. Isso era parte de uma estratégia tola de longo prazo. Os EUA sabiam o Paquistão estava desenvolvendo armas nucleares, mas não se importavam, porque estas armas não seriam utilizadas contra eles. Foi um meio de intimidação contra a Índia e possivelmente contra os soviéticos. "
Em setembro de 2005, verificou-se que o tribunal de Amesterdã, que condenou Khan a quatro anos de prisão em 1983, tinha perdido os arquivos judiciais pertinentes ao caso. A juiza vice-presidente, Anita Leeser, acusou a CIA de roubar os arquivos. "Algo não está certo, nós não perdemos coisas como essa assim deste jeito", disse ela ao programa de notícias holandesa NOVA. "Eu acho desconcertante que as pessoas perdem arquivos com objetivos políticos, especialmente se isso foi feito a pedido da CIA. Isso é inédito."
Em 2005, o presidente paquistanês, Pervez Musharraf reconheceu que Khan havia fornecido centrífugas e os seus projetos para a Coreia do Norte.
Através das suas políticas para ajudar a Coreia do Norte a construir reatores de água leve, e através do protegido da CIA AQ Khan, que foi abrigado em cada passo de seu caminho enquanto ele ajudava a Coreia do Norte com os recursos para construir um arsenal nuclear, o próprio governo dos EUA é cúmplice direto em fornecer ao ditador norte-coreano Kim Jong-Il as armas nucleares que agora ameaçam usar contra a Coreia do Sul, país aliado dos EUA.
A Coreia do Norte é controlada por uma ditadura hereditária stalinista que matou de fome dois milhões de seus cidadãos para permitir a construção de um exército de milhões de homens. Alguns colocam a cifra em quatro milhões, um quarto da de toda a população daquele país. No extremo norte do país existe uma rede de gulags de trabalho forçado, onde as pessoas que ousam expressar quaisquer opiniões políticas, juntamente com suas famílias inteiras, são torturados, estuprados e executados. Terríveis experiências bio-químicas são realizadas em grandes números de pessoas. Bebês nascem e, em seguida, são pisoteados até morte pelos guardas do campo. Se a mãe grita enquanto os guardas estão pisando no pescoço do bebê, ela é imediatamente assassinada por um pelotão de fuzilamento. Estes guardas são premiados com bônus e promoções por arrancarem os olhos dos prisioneiros.
O povo norte-coreano é escravizado por um governo que está usando a comida como uma arma. Talvez seja por isso que a União européia e os Estados Unidos, através do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, retomou o envio de centenas de milhares de toneladas de ajuda alimentar ao final de fevereiro de 2003. Isso vai diretamente para a ditadura, que decide então quem deve receber os alimentos pelo seu grau de fidelidade ao Estado. A ajuda alimentar apenas aumenta o poder de Kim Jong-Il e isto ainda é velado pela ONU em uma sentimental retórica humanitária.
O presidente Bush afirmou publicamente que abominava Kim Jong-Il, e mesmo assim a sua administração, assim como Bill Clinton antes dele, definiu uma política de ajuda que permitiu a Coreia do Norte obtivesse tecnologia nuclear. A rede de inteligência dos EUA também protegeu AQ Khan e permitiu que este proporcionasse os meios com os quais a Coreia do Norte adquiriu a sua capacidade nuclear.
Se as tensões entre as Coreias se transformarem em uma guerra total, não espere que a mídia corporativa americana e mundial mencione como Kim Jong-Il e seus sucessores chegaram ao ponto de ser uma ameaça tão grande, com a ajuda de armas nucleares entusiasticamente fornecidas pelo governo dos EUA e seus aliados.
Fontes:
Infowars: Korean War Crisis: Brought To You By Uncle Sam
Swiss Info: Rumsfeld was on ABB board during deal with North Korea
BBC: US grants N Korea nuclear funds
Canada Free Press: Why did the CIA resist the arrest of Dr. Abdul Qadeer Khan?
BBC: Khan 'gave N Korea centrifuges'
Julian Assange do Wikileaks: "Falsas Teorias de Conspiração Sobre o 11 de Setembro"
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| Assange: "Falsas Teorias de Conspiração" |
"Eu acredito em fatos sobre conspirações", diz Assange, escolhendo as palavras lentamente. "Sempre que as pessoas com poder planejam em segredo, eles estão realizando uma conspiração. Portanto, há conspirações em toda parte. Há também teorias de conspiração malucas. É importante não confundir as duas. Geralmente, quando há fatos suficientes sobre uma conspiração simplesmente a chamamos de notícia". E sobre 11 de setembro? "Eu fico constantemente incomodado pelo fato das pessoas serem distraídas por conspirações falsas como o 11 de setembro, enquanto o tempo todo nós fornecemos evidências de conspirações reais, para a guerra ou fraude financeira em massa". E sobre a conferência de Bilderberg? "Isso é vagamente conspiratório, em um sentido de rede. Nós publicamos as notas das reuniões."Por um lado eu entendo que ele queira se preservar e não ser associado diretamente ao movimento "911 truthers", pois iria certamente criar um pretexto para a mídia desacreditar o wikileaks. Por outro lado, ele não precisava chegar ao extremo de chamar de "conspirações malucas", ainda mais se levarmos em conta que o 11 de setembro foi o que fez que chegássemos ao Estado Policial em que nos encontramos hoje, além de servir como pretexto para várias guerras. Ele também faz pouco caso da reunião do Grupo Bilderberg, um grupo que reúne em segredo "apenas" as pessoas mais poderosas do mundo uma vez por ano.
Nós temos acompanhados nos últimos anos as intermináveis inconsistências da versão oficial dos atentados, que sem dúvida alguma justificam uma nova investigação dos eventos de 11 de setembro. Chamar as suspeitas justificadas sobre a versão original do 11 de setembro de "conspirações malucas" mostra apenas de que lado realmente Assange está. São várias as razões que levam qualquer um que consiga raciocinar por si próprio concluir que a verdade sobre aqueles eventos não foi revelada. Seis dos dez membros da comissão de investigação do 11 de setembro reconheceram que a investigação tinha sido uma farsa e que a Casa Branca e o Pentágono impediram seu trabalho. Ou a queda do edifício WTC 7, que não havia sido atingido por nenhum avião e mesmo assim desabou em queda livre, a qual foi reportada por diversos veículos da mídia vários minutos antes do fato. Ou o fato de Osama bin Laden ter, de acordo com ex-funcionários do FBI, trabalhado para os EUA até antes do 11 de setembro de 2001. Ou cientistas terem encontrados amostras de explosivos altamente avançados em amostras dos escombros das torres gêmeas e do prédio WTC 7. Ou como que os sistemas de defesa aérea americano deixaram de seguir os procedimentos operacionais padrão para responder aos vôos de passageiros desviados. Ou porque um número sem precedentes de opções de venda, especulações de que uma ação vai cair, foram colocadas em ações de companhias aéreas, nos dias antes do 11 de setembro, sugerindo conhecimento prévio dos atentados. Ou porque o governo dos EUA permitiu que toda família de Bin Laden voasse para fora do país sem sequer questioná-los, enquanto todo o tráfego aéreo havia sido interrompido. Eu escrevi este artigo, completo com links para as fontes, com um apanhado de DEZENAS de personalidades respeitáveis que questionam a versão oficial de 11 de setembro, incluindo físicos, químicos, cientistas, experts em demolição, engenheiros, arquitetos, membros da comissão oficial, congressistas americanos, políticos, ex-militares e oficiais da CIA e FBI, além de familiares das vítimas de muito outros mais, questionando a vers
Estes são apenas uma pequena parte da montanha de outras questões que indicam claramente a história oficial é impossível e que milhões de pessoas em todo o mundo reconhecem isto. Mas mesmo assim Assange, nosso herói cibernético, se recusa a reconhecer o 11 de sembro como uma conspiração, ou pelo menos reconhecer que haja necessidade de uma nova investigação para esclarecer os muitos pontos duvidosos. Assange ignora também a enorme quantidade de ex-oficiais, cientistas, acadêmicos e autoridades que não acreditam na versão oficial dos fatos. Irei publicar muito em breve um artigo contendo citações de dezenas de personalidades questionando o 11 de setembro.
Com base nos documentos publicados até entao, na minha opinião, ficou claro que a real intenção do Cablegate é de validar a falsa Guerra ao Terror, implantar o medo e a discórdias entre os países, e demonizar os suspeitos de sempre como Iran, Coreia do Norte e a China. Com o Brasil em particular, figurinha freqüente dos documentos publicados na primeira semana, vemos uma tentativa de tentar empurrar a paranóia americana anti-terrorismo, usando como pretexto a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 (vocês não achavam que havíamos ganho esta honra por outro motivo, achavam?), e juntamente exportar o seu "expertise" em lidar com o terrorismo. Podem ter certeza que, depois dos scanners corporais enviados pelos EUA e já em uso no Brasil, muito em breve os EUA estarão exportando suas "técnicas" de revistas de genitálias nos aeroportos, os Centros de Fusão (onde centralizam inteligência contra grupos pacíficos, teóricos de conspiração e candidatos independentes), além dos infames Campos de Detenção da Fema.
Apesar de vários documentos que mostram atividades criminosas pelos EUA, como a espionagem de membros da ONU, os grandes veículos da mídia estão focando nos documentos sobre o Iran, a China e a Coreia do Norte, que dão suporte a ações militares contra aqueles países. Sobre o Brasil, vemos claramente que os documentos tentam sugerir a presença de terroristas ou suporte a terroristas no Brasil, além de reclamar da falta de legislação anti-terrorismo no país. Nós sabemos muito bem quem está por trás do terrorismo, supostamente islâmico, no mundo inteiro: a CIA, FBI e seus comparsas, utilizando pessoas facilmente manipuláveis para agir sob o pretexto do radicalismo islâmico. Me preocupa que estes documentos acabem por iniciar um movimento anti-islâmico no país e a criação de leis anti-terrorismo, as quais sabemos muito bem contra quem seriam utilizadas no fim das contas: nós mesmos.
Fontes:
Wanted by the CIA: Julian Assange - Wikileaks founder
TIMES: Who Will Be TIME's 2010 Person of the Year?
Conheça as Autoridades, Cientistas e Engenheiros que Questionam a Versão Oficial sobre os Atentados de 11 de Setembro

Listados abaixo são apenas alguns dos muitos proeminentes militares, cientistas, oficiais do governo e do judiciário, arquitetos, engenheiros, familiares das vítimas, que questionaram a história oficial do 11 de setembro.
Pela enorme quantidade de fontes citadas, eu não adicionei as fontes ao fim do post, como costumo fazer, mas sim no próprio texto.
Comissão de 11 de setembro
Thomas Keane e Lee Hamilton, co-presidentes da Comissão 11 de setembro, disseram que a CIA (e provavelmente a Casa Branca) "obstruíram nossa investigação".Os co-presidentes da Comissão de investigação dos atentados de 11 de setembro também disseram que a comissão sabia que os oficiais militares deturparam os fatos para a comissão, e que a comissão considerou recomendar acusações criminais por tais declarações falsas, e mesmo assim não publicou nada sobre o assunto no relatório final.
Na verdade, os co-presidentes da Comissão admitem agora que a Comissão operou com base em considerações políticas.
Lee Hamilton, co-presidente da Comissão de 11 de setembro, disse: "Eu não acredito nem por um minuto que acertamos em tudo", que a Comissão foi criada para fracassar, que as pessoas devem continuar a fazer perguntas sobre o 11 de setembro, que o debate sobre o 11 de setembro deve continuar e que o
Relatório da Comissão de investigação sobre o 11 de setembro foi apenas "o primeiro rascunho da história".
Bob Kerrey, Comissário da investigação dos ataques de 11 de setembro, disse que "Há razões de sobra para suspeitar que pode haver alguma alternativa ao que expusemos na nossa versão... Nós não tivemos acesso limitado e recursos limitados...".
Timothy Roemer, comissário da investigação dos ataques de 11 de setembro disse: "Ficamos extremamente frustrados com as afirmações falsas que estávamos recebendo"
Max Cleland, ex-comissário dos ataques de 11 de setembro, demitiu-se da Comissão de investigação dizendo: "É um escândalo nacional", "A investigação está agora comprometida" e "Um dia destes vamos ter de saber a história completa, porque a questão 11 de setembro é muito importante para a América. Mas a Casa Branca quer encobrir".
John Lehman, comissário da investigação dos ataques de 11 de setembro,disse que "Nós propositadamente montamos uma equipe que tinha - de uma certa forma - conflitos de interesse".
John Farmer, consultor sênior da Comissão de 11 de setembro que conduziu o inquérito, disse: "fiquei chocado com o quão diferente era a verdade da maneira como que foi descrita .... As gravações contaram uma história radicalmente diferente do que foi dito a nós e ao público por dois anos... Isso não é verdade. "
Congressistas Americanos
Bob Graham, co-presidente do Inquérito do Congresso sobre 11 de setembro e ex-chefe do Comitê de Inteligência do Senado, afirmou que um informante do governo dos EUA era o proprietário do imóvel onde moravam dois dos sequestradores por mais de um ano (mas a Casa Branca se recusou a deixar a comissão de inquérito do 11 de setembro entrevistá-lo).Patrick Leahy, atual senador dos EUA, afirma: "As duas questões que o congresso não vai perguntar... Como é que 11 de setembro aconteceu sob a supervisão de George Bush quando ele teve claros avisos de que isto iria acontecer? Porque é que eles permitiram que isso acontecesse? "
Ron Paul, atual congressista republicano, solicita uma nova investigação dos eventos de 11 de setembro e afirma que "nós vemos as investigações (de 11 de setembro) que foram feitas até agora como mais ou menos um acobertamento e nenhuma explicação real do que se passou".
Dennis Kucinich, atual congressista democrata, sugere que não nos disseram a verdade sobre o 11 de setembro.
O ex-senador democrata, Mike Gravel, afirma que ele apoia uma nova investigação sobre os atentados de 11 de setembro e diz que não sabemos a verdade sobre os atentados.
Lincoln Chaffee, ex-senador republicano, aprova uma nova investigação dos eventos de 11 de setembro.
Dan Hamburgo, ex-congressista democrata dos EUA, diz que o governo dos EUA "ajudaram" nos ataques de 11 de setembro, afirmando que "eu acho que houve muita ajuda de dentro".
Curt Weldon, ex-congressista republicano e membro sênior do Comitê de Serviços Armados da Câmara, e que serviu seis anos como presidente da Subcomissão de Pesquisa e Desenvolvimento Militar, mostrou que os EUA estavam rastreando os seqüestradores antes de 11 de setembro, e está aberto a ouvir informações sobre explosivos nas torres gêmeas, e à possibilidade de que 11 de setembro foi um trabalho interno.
Líderes militares
Coronel Ronald D. Ray, vice-secretário assistente de Defesa no governo do presidente Ronald Reagan, disse que a história oficial do 11 de setembro "é o cão que não caça" (entrevista em mp3).Coronel Robert Bowman, diretor do programa de defesa espacial americano "Guerra nas Estrelas" em ambas as administrações republicanas e democratas, da força aérea superior, e que voou 101 missões de combate, afirmou que 11 de setembro foi um trabalho interno. Ele também disse:
"Se o nosso governo se limitou a não fazer nada, e digo isso como experiente piloto interceptador, eu sei como funciona, eu sei o que é preciso, eu sei quanto tempo leva, eu sei quais são os procedimentos, e eu sei como eles eram, e eu sei o que eles mudaram, se o nosso governo nao tivesse feito nada, e permitisse que os procedimentos normais fossem seguidos naquela manhã do dia 11 de setembro, as Torres Gêmeas ainda estariam de pé e os milhares de americanos mortos ainda estariam vivos. Isto é traição!"Capitão Daniel Davis, oficial da Defesa Aérea do Exército dos EUA e do NORAD, decorado com o "Purple Heart", a Estrela de Bronze e a Medalha de Soldados , afirmou:
"Não há nenhuma maneira de que uma aeronave... não seria interceptada quando ela se desviasse do seu plano de vôo, desligasse seus transponders, ou interrompesse a comunicação com o Controle de Tráfego Aéreo... Tentativas de obscurecer os fatos chamando-os de "Teoria da Conspiração" não muda a verdade. Parece que algo está podre no Governo."Tenente-coronel Jeff Latas, Presidente da Mesa de Investigação de Acidentes da Força Aérea dos EUA, que também serviu como Comandante de Requisitos de Armamentos do Pentágono e como membro da Revisão Quadrienal de Defesa do Pentágono, e que foi premiado com a medalha de "Distinguished Flying Crosses" por heroísmo, quatro "Air Medals", quatro medalhas de "Serviços de Mérito", e nove medalhas "Aerial Achievement", é um membro de um grupo que duvida da versão do governo sobre os eventos de 11 de setembro.
General Wesley Clark, General dos EUA, Comandante Geral do Comando Europeu dos EUA e Comandante Supremo Aliado da Europa, condecorado com a Estrela de Bronze, Silver Star, e Purple Heart, disse: "Nós nunca terminamos o inquérito sobre o 11 de setembro e se o governo realmente fez mau uso da informação de inteligência que possuía. A evidência parece muito clara para mim. Faz muito tempo que eu vi isto ."
Tenente-Coronel Karen Kwiatkowski, Coronel da Força Aérea e uma das principais oficiais do Pentágono, acha suspeitos vários aspectos do 11 de setembro.
Tenente-coronel Steve Butler, de 24 anos de carreira na Força Aérea, vice-chanceler para Assuntos Estudantis no Defense Language Institute, escreveu para o jornal Monterey County Herald dizendo: "Claro que Bush sabia da iminência dos atentados nos Estados Unidos. Ele não fez nada para advertir o povo americano, porque ele precisava desta guerra contra o terrorismo ".
Major General Albert Stubbelbine, general de duas estrelas, questiona o ataque ao Pentágono.
Tenente-Coronel Guy S. Razer, piloto de caça da Força Aérea dos EUA, antigo instrutor na Fighter Weapons School da USAF e do Programa de Liderança Tática da OTAN, com 20 anos de carreira na Força Aérea, disse o seguinte:
"Estou 100% convencido que os ataques de 11 de setembro de 2001 foram planejados, organizados e cometidos por criminosos traidores que se infiltraram nos níveis mais elevados do nosso governo.Tenente-Coronel Shelton F. Lankford. do Corpo da Marinha dos EUA, um piloto com mais de 300 missões aéreas de combate e 21 anos de carreira nos Marines, acredita que o 11 de setembro foi um trabalho interno, e disse:
Nós militares fizemos um juramento para "apoiar e defender a Constituição dos Estados Unidos contra todos os inimigos, estrangeiros e nacionais". Só porque nos aposentamos não invalida nosso juramento, portanto, não é apenas nossa responsabilidade, é nosso dever expor os reais autores de 11 de setembro e trazê-los à justiça, não importa o quão difícil seja, quanto tempo leve, ou o quanto temos de sofrer para isso.
Devemos isso aos que vieram antes de nós que fizeram o mesmo juramento, e aqueles que estão fazendo a mesma coisa no Iraque e no Afeganistão neste momento. Aqueles de nós que entraram no serviço militar e fielmente executaram as ordens que lhes foram dadas tinham que confiar em nossos líderes. A violação e abuso de confiança que não só é hediondo, mas a definição mais precisa da traição!"
"Isto não é sobre atacar Bush. É sobre nosso país, nossa Constituição e o nosso futuro. ...Comandante Ralph Kolstad, Piloto 'Top Gun' da Marinha dos EUA, questiona a versão oficial de 11 de setembro e pede uma nova investigação, dizendo: "Quando alguém começa a usar sua própria mente, e não o que lhe foi dito, há muito pouco a acreditar na história oficial ".
Seus compatriotas foram assassinados e quanto mais você se aprofunda no assunto mais lhe parece que eles foram assassinados pelo nosso governo, e estas pessoas são usadas como uma desculpa para assassinar milhares de outras pessoas a quilômetros de distância.
Se você ridicularizam outros que têm dúvidas sinceras e que sabem informações factuais que contradiz diretamente o relatório oficial, que querem explicações daqueles que detêm as chaves para o nosso governo, e têm motivo, meios e oportunidade para executar o atentados de 11 de setembro, mas você é preguiçoso ou medroso, ou... , para verificar os fatos você mesmo, que isso faz de você?
Você tem medo que você vai saber da verdade e você não pode lidar com isso? ... "
O Grupo Diretor sobre Questões de Segurança Nacional no Escritório de Responsabilização do Governo, disse que o presidente Bush não respondeu aos avisos da catástrofe sem precedentes de 11 de setembro e realizou um acobertamento maciço em vez de aceitar a responsabilidade
Além disso, numerosos líderes militares de governos aliados têm questionado 11 de setembro, tais como:
O Ministro da Defesa Canadense, o principal líder militar do Canadá (Paul Hellyer), o Assistente do o Ministro da Defesa alemão (Andreas von Bulow), o Comandante-em-chefe da Marinha russa (Anatoli Kornukov) , e o Chefe da equipe das forças armadas russas (General Leonid Ivashov).
Profissionais de Inteligência
Daniel Ellsberg, ex-analista militar e famoso denunciante com os Pentagons Papers, disse recentemente que o caso de um informante 11 de setembro certo seria "muito mais explosiva do que os Pentagon Papers". Ele também disse que o governo está ordenando a mídia encobrir suas alegações sobre o 11 de setembro. E ele disse que algumas das afirmações sobre o envolvimento do governo em 11 de setembro são de confiança, e que "sérias questões têm sido levantadas sobre o que eles [oficiais do governo dos EUA] sabiam de antemão e o até que ponto participaram",e que criar o 11 de setembro não seria humanamente ou psicologicamente fora do escopo da administração atual, e que há evidências suficientes para justificar uma nova contundente investigação sobre 11 de setembro com intimações e depoimentos tomados sob juramento.Raymond McGovern, Veterano de 27 anos da CIA, que presidiu a Estimativa Nacional de Inteligência e tinha reuniões informativas com os presidentes Ronald Reagan e George HW Bush, seus vice-presidentes, secretários de Estado, a Junta de Estado Maior e muitos outros altos funcionários do governo, disse: "Acho que em termos mais simples, há um acobertamento. O Relatório de 11 de setembro é uma piada", e está aberto à possibilidade de que 11 de setembro ter sido um trabalho interno.
Bill Christison, Veterano com 29 anos na CIA, o ex-Agente de Inteligência Nacional (NIO) e ex-diretor do Escritório Regional e de Análise Política da CIA, disse "agora eu acho que há evidências convincentes de que os acontecimentos de 11 de Setembro não aconteceram como a administração de Bush e a Comissão de investigação querem nos fazer acreditar. Todos os três ... [edifícios que foram destruídos no World Trade Center] foram provavelmente destruídos por cargas de demolição controlada colocadas nos edifícios antes de 11 de setembro.".
David Steele,parte da Infantaria e Inteligência do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA por 20 anos, ex-oficial de serviços clandestinos da CIA, afirmou que "11 de setembro foi no mínimo, permitido acontecer como um pretexto para a guerra, e provavelmente foi um trabalho interno" (ver o Review datado de 7 de outubro, 2006).
Seymour Hersh, veterano condecorado da CIA, que ganhou o prêmio Pulitzer por reportagem investigativa, chamado de "talvez o melhor oficial em campo no Oriente Médio", e cuja surpreendente carreira se tornou o roteiro do filme vencedor do Oscar "Syriana", disse que "a evidência aponta que 11 de setembro teve aspectos de ser um trabalho interno".
Melvin Goodman, chefe de Divisão do Gabinete da CIA para Assuntos Soviéticos, que atuou como Analista Sênior 1966-1990 e também atuou como professor de segurança internacional no National War College, de 1986-2004, disse: "O Relatório final [da Comissão de 11 de setembro] é basicamente um acobertamento".
Major John M. Newman, PhD, Professor de História e Relações Internacionais da Universidade de Maryland, ex-executivo Adjunto do Director da Agência de Segurança Nacional, ex-adido militar na China, com uma carreira de 21 anos na Inteligência do Exército dos EUA, questiona a versão do governo dos acontecimentos de 11 de setembro.
O diretor de toda a inteligência dos EUA, o diretor de Inteligência Nacional, Mike McConnel, disse que "a história de 11 de setembro deveria e poderia ter sido evitado"
Um grande número de oficiais de inteligência, incluindo um oficial de Operações da CIA, que co-presidiu a uma força-tarefa multi-agência da CIA coordenando os esforços de inteligência entre muitas agências de inteligência e policiais, Lynne Larkin, enviaram uma carta conjunta ao Congresso Nacional, expressando suas preocupações sobre as "graves deficiências, "omissões" e "falhas graves" no Relatório da Comissão do 11 de Setembro, e oferecendo seus serviços para um novo inquérito (foram ignorados).
Cientistas
Dr. David L. Griscom, proeminente físico com 33 anos de serviço para o Laboratório de Pesquisa Naval em Washington-DC, disse que a teoria oficial explicando porque as Torres Gêmeas e o edifício do WTC7 caíram "não coincide com os dados disponíveis" e apoia a teoria de que os edifícios foram derrubados por uma demolição controlada.Dr. Lynn Margulis, cientista de renome mundial, agraciada com a Medalha Nacional de Ciência, a honra maior da América para a realização científica, disse:
"Sugiro que aqueles de nós que estejam consciente e preocupados exijam que a flagrantemente errada história oficial de 11 de setembro seja julgada como uma fraude e uma nova investigação, profunda e imparcial, seja realizada."Dr. James Quintiere, ex-chefe da Divisão da Ciência do Fogo do NIST (Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia), a agência do governo americano que afirma que o World Trade Center entrou em colapso devido a um incêndio, é um dos mais capacitados investigadores do mundo em engenharia de incêndio e segurança, um PhD. em engenharia mecânica. Ele pediu por uma revisão independente do colapso das Torres Gêmeas. "Eu gostaria que houvesse uma revisão por pares (peer-review)", disse ele em sua apresentação "Questões sobre as investigações do WTC" durante a Conferência Mundial de Segurança de fogo de 2007 , referindo-se à investigação do NIST. "Eu acho que todos os registros que NIST reuniu devem ser arquivados. Eu gostaria realmente de ver alguém dar uma olhada no que eles fizeram, tanto estruturalmente quanto do ponto de vistado incêndio... Eu acho que a conclusão oficial que o NIST chegou é questionável."
Richard F. Humenn, principal engenheiro elétrico de todo o complexo do World Trade Center, que estava "muito familiarizado com as estruturas [as Torres Gêmeas] e parâmetros do projeto conceitual", e afirmou que "a massa e a força da estrutura deveriam ter sobreviveram ao dano causado causado pelos aviões e a queima de combustível... o combustível e os aviões sozinhos não derrubaram as Torres."
Dwain A. Deets, Ex-Diretor de Pesquisa, e Diretor de Projetos Aeronáuticos e o gerente de Programa de Pesquisa de Vôos do Centro de Pesquisas Dryden da NASA, que possui mestrado em física e engenharia, afirmou que : "As muitas imagens visuais (elementos estruturais maciços sendo arremessado horizontalmente, enormes nuvens piroclásticas, etc) não deixam nenhuma dúvida em minha mente que explosivos estavam envolvidas [na destruição do World Trade Centers em 11 de setembro]."
Dr. Steven E. Jones, um proeminente físico, ex-professor de física da Brigham Young University nos EUA, foi o principal investigador para o Departamento de Energia dos EUA, da Divisão de Projetos de Energia Avançada, afirmou que os edifícios do WTC foram derrubados por demolição controlada.
Dr. Crockett Grabbe, um professor de física americano que leciona em diversas universidades, acredita que as torres do World Trade Center foram derrubadas por demolição controlada.
Bent Lund, especialista em demolição, disse que os centros comerciais do WTC foram derrubados com explosivos (em dinamarquês).
Danny Jowenko, especialista em demolição holandês, afirmou que o WTC7 foi implodido.
Dr. Heikki Kurttila, um analista de engenharia de segurança e acidentes para a Autoridade Nacional de Tecnologia de Segurança da Finlândia, afirmou sobre o WTC 7 que "a grande velocidade do colapso e o baixo valor do fator de resistência fortemente sugerem demolição controlada."
Dr. Joel S. Hirschhorn, com mais de 13 anos de experiência como professor em engenharia metalúrgica em uma universidade dos EUA, com PhD em engenharia de materiais, um ex-membro sênior do Escritório do Congresso para Avaliação de Tecnologias, pede uma nova investigação do 11 de setembro. (artigo escrito por Joel)
Dr. Niels Harrit, professor de química dinamarquesa, disse, em um dos principais jornais da Dinamarca, que "o WTC7 caiu exatamente como um castelo de cartas. Se os incêndios ou danos em um canto haviam desempenhado um papel decisivo, o prédio teria caído nessa direção. Você não tem que ser um lenhador de compreender isto". Vídeo com legendas.
Dr. Bruce R. Henry, ex-engenheiro de sistemas de orientação para os mísseis Polaris e Trident e professor emérito de matemática e Ciências da Computação no Worcester State College, concluiu que "as Torres Gêmeas foram derrubadas por explosivos colocados nos edifícios".
Edward S. Munyak, engenheiro mecânico com 20 anos de experiência como Engenheiro de Proteção Contra Incêndio para o Departamentos de Energia, Defesa e Assuntos dos Veteranos dos EUA, um expert para o Departamento de Energia e Proteção contra Incêndios dos EUA na Área Funcional de Qualificação para Instalações Nucleares, um membro do conselho da Califórnia do Norte da Sociedade de Engenheiros de Proteção Contra Incêndio - capítulo de Nevada, atualmente servindo como Engenheiro de Proteção Contra Incêndio para a cidade de San Jose, Califórnia, a 10 ª maior cidade dos Estados Unidos, acredita que o WTC foi destruído por uma demolição controlada.
Enver Masud, ex-chefe da Divisão de Planejamento Estratégico e de Emergência do Departamento de Energia dos EUA, e ex-diretor do Instituto de Engenharia na Comissão de Serviço Público, em Washington, que também é engenheiro mecânico, não acredita na história oficial, e acredita que há Prima facie (termo jurídico que significa que não necessita de provas) para a demolição controlada do World Trade Center.
Gary Welz, professor de matemática, disse que "A explicação oficial de que eu ouvi não faz sentido porque ela não explica porque eu ouvi e senti uma explosão antes da Torre Sul cair e porque o concreto foi pulverizado"
Engenheiros e Arquitetos Estruturais
Richard Cage, Arquiteto, membro do Instituto Americano de Arquitetos, que tem sido um arquiteto praticante há 20 anos e foi responsável pela produção de documentos de construção de inúmeros edifícios de aço-moldado e protegidos contra fogo para utilização em diversas áreas, incluindo educação, transporte metropolitano, contrução civil, e uso industrial, contesta a afirmação de que o fogo e danos pelos aviões derrubaram os edifiícios do World Trade Center e acredita que há fortes indícios de demolição controlada.Marx Ayres, engenheiro de destaque, com experiência de 55 anos na área, responsável pelo projeto de centenas de grandes projetos de construção, incluindo arranha-céus, ex-membro da Comissão de Segurança Sísmica da Califórnia e ex-membro do Conselho de Segurança do Instituto Nacional de Ciências da Construção. Ele acredita que os prédios do World Trade Center foram derrubadas por demolição controlada. Veja seu perfil no site Patriotas Questionam 9/11.
Dr. Joerg Schneider e Dr. Hugo Bachmann: Dois professores da engenharia estrutural de uma universidade de prestígio Suíça disseram que em 11 de setembro de 2001 o WTC7 foi derrubado por demolição controlada (tradução aqui).
Kamal S. Obeid, engenheiro estrutural, com um mestrado em Engenharia pela Universidade de Berkeley, de Fremont, Califórnia
Ronald H. Brookman, engenheiro estrutural, com um mestrado em Engenharia pela UC Davis, da Califórnia
Graham John Inman, engenheiro estrutural, de Londres, Inglaterra
Muitos outros Arquitetos e Engenheiros (1386 em dezembro de 2010) assinaram a petição pedindo uma nova investigação. Veja a lista completa.
Três brasileiros fazem parte desta lista:
Arquiteto Ruy Eduardo Debs Franco
Santos - SP
Ricardo Velozo: Engenheiro de Projetos e Engenheiro Industrial
Curitiba, Paraná
Engenheiro Francisco Roland Di Biase
CREA 200202258-5
Rio De Janeiro, Rio de Janeiro – Brazil
Acadêmicos de Direito
John Loftus, Ex-Procurador Federal do Escritório de Investigações Especiais, no Departamento de Justiça dos EUA dos presidentes Jimmy Carter e Ronald Reagan, ex-oficial de inteligência do Exército dos EUA, e atualmente requisitado comentarista de mídia sobre o terrorismo e serviços de inteligência, questiona a versão do governo sobre os atentados de 11 de setembro.Mary Schiavo, ex-inspectora-geral do Departamento de Transportes dos EUA, ex-professora da Aeronáutica do Departamento de Engenharia Aeroespacial e Aviação e professora de Políticas Públicas da Universidade Estadual de Ohio, questiona a versão do governo sobre os eventos de 11 de setembro.
Dr. Francis Boyle, Professor de Direito Internacional da Universidade de Illinois, na cidade de Champaign, um grande praticante e defensor do direito internacional, responsável pela elaboração do Ato Anti-terrorista de armas biológicas de 1989 e da legislação americana de execução para a Convenção sobre Armas Biológicas de 1972, serviu no Conselho de Administração da Amnistia Internacional (1988-1992), e representou a Bósnia-Herzegovina no Tribunal Mundial, com um doutorado da Lei Magna Cum Laude, bem como um Ph.D. em Ciência Política, ambos pela Universidade de Harvard, questiona a versão do governo do 11 de setembro.
J. Terrence "Terry" Brunner, Ex-procurador do Departamento de Justiça dos EUA , na Seção de Crime Organizado e Extorsão e um dos principais membros da força-tarefa anti-corrupção de Bobby Kennedy e ex-procurador assistente dos EUA para o Distrito Norte de Illinois, questiona a versão do governo de 11 de setembro.
Richard Falk, Professor Emérito em Direito Internacional, professor de Política e Relações Internacionais da Universidade de Princeton, que em 2001 atuou na Comissão da ONU sobre Direitos Humanos para os Territórios da Palestina, e anteriormente na Comissão Internacional Independente de Kosovo, questiona a versão do governo sobre o 11 de setembro, e pergunta se os neocons estavam por trás do 11 de setembro.
Burns H. Weston, Professor Emérito Bessie Dutton Murray de Direito e Diretor do Centro de Direitos Humanos da Universidade de Iowa, Membro da Academia Mundial de Arte e Ciência e Editor Honorário da Comissão de Publicações do Jornal Americano de Direito Internacional, questiona a versão do governo sobre 11 de setembro.
C. Peter Erlinder, Ex-presidente do Sindicato Nacional de Advogados, que assinou uma petição pedindo uma investigação real em 11 de setembro. (veja petição).
Mark Conrad, Professor Adjunto de Justiça Criminal na Universidade de Troy, Advogado Geral Adjunto na Associação Nacional de Agentes Federais, agente aposentado Encarregado da Administração Interna da Alfândega dos EUA, responsável pela integridade da segurança interna e para as áreas que abrangem nove estados e duas localidades estrangeiras, ex Federal Sky Marshall (agente aéreo anti-terrorista), de 27 anos de carreira na Aduaneira americana, questiona a versão do governo do 11 de setembro.
Horst Ehmke, Professor de Direito da Universidade de Freiburg, ex-ministro da Justiça da Alemanha Ocidental, questiona a versão do governo do 11 de setembro.
Dr. William G. Weaver, Diretor de Programas Acadêmicos do Instituto de Política e Desenvolvimento Econômico da Universidade do Texas em El Paso, especializando-se na política sigilosa do Poder Executivo, o abuso governamental, lei e burocracia, ex-oficial de Interceptação de Sinais do Exército dos EUA, autor de vários livros sobre direito e teoria política, questiona a versão do governo de 11 de setembro.
Gerry Spence, famoso procurador de julgamento, questiona a versão do governo sobre 11 de setembro.
William Veale, Ex-Instrutor de Prática de Processo Penal no Boalt Hall da Faculdade de Direito da Universidade da Califórnia em Berkeley, com uma carreira docente de 11 anos. Chefe Adjunto da Defensoria Pública do condado de Contra Costa na Califórnia, com 31 anos de carreira, disse:
"Quando você cresce nos Estados Unidos, existem alguns princípios fundamentais que exigem um esforço concertado para se desfazer. Um deles é o mais simples: que os nossos líderes são pessoas boas e decentes, cujas ações podem, ocasionalmente, demandar críticas, mas nunca por causa da malícia ou maldade... Mas crescemos... E com a formação do advogado, vem a dependência de provas e os fatos para persuadir... Depois de muita leitura, pensamento, estudo e comiseração, cheguei à conclusão de que os ataques de 11 de setembro foram, em sua essência, um ataque interno forjado (Inside Job) perpetrado nos mais altos níveis do governo dos EUA."
Familiares das Vítimas
Uma crítica comum contra aqueles que questionam a versão oficial do 11 de setembro é que eles estão sendo "desrespeitosos com as vítimas e suas famílias".No entanto, metade das famílias das vítimas acreditam que 11 de setembro foi um trabalho interno forjado (inside job), de acordo com o chefe do maior grupo familiar de 11 de setembro, Bill Doyle. Muitos parentes e amigos das vítimas não só apoiam a busca da verdade sobre o 11 de setembro, mas a exigem. Ouça também a entrevista.
Na verdade, ficou tão evidente que a Comissão do 11 de setembro foi uma farsa que as viúvas de 11 de setembro apelaram para a criação da Comissão estão exigindo um novo inquérito.
Psiquiatras e psicólogos
Finalmente, aqueles que atacam quem questiona a versão do governo dos eventos de 11 de setembro como "malucos" pode querer rever a lista de profissionais de saúde mental que concluíram que a versão oficial do 11 de setembro é falsa:Médico Psiquiatra Carol S. Wolman
Psiquiatra E. Martin Schotz
D. Lawrence Burke, Jr, Professor clínico Associado do Centro de Psiquiatria e Ciências do Comportamento da Duke University Medical, bem como de Radiologia, na Duke University Medical Center
Barry R. Komisaruk, Professor de Psicologia e Diretor Associado da Escola de Pós-Graduação da Universidade Rüters
William Woodward, Professor de Psicologia da Universidade de New Hampshire
Philip Cozzolino, Professor de Psicologia da Universidade de Essex
Catherine Lowther, Professora de Psicologia no Lowther Goddard College
Ralph Metzner, Professor Emérito de Psicologia na California Institute of Integral Studies
Mike Earl-Taylor, Professor de Psicologia na Universidade de Rhodes
Graham Harris, Professor aposentado de Psicologia da Universidade de Oxford
Ronald Feintech, Ph.D. em Psicologia Clínica pela Universidade de Nebraska e psicólogo licenciado
Richard Welser, Ph.D. em Neuropsicólogia Clínica
Milhares de pessoas
A lista acima é apenas uma amostra. Há muitos outros cientistas PhDs, engenheiros, arquitetos, oficiais militares e de inteligência, políticos, juristas e outras pessoas altamente confiáveis que questionam o 11 de setembro, literalmente milhares, para listar em um só lugar.Aqui estão algumas pessoas a considerar:
Louis Freeh, o ex-diretor do FBI, disse que houve um acobertamento pela Comissão de 11 de setembro
Robin Hordon, ex-controlador de tráfego aéreo, que conhece o corredor de vôo que os dois aviões que atingiram as torres gêmeas voaram "como a palma da minha mão", segundo ele, e que lidou com dois seqüestros reais, diz que 11 de setembro não poderia ter ocorrido como o governo diz, e que o avião poderia ter sido rastreado pelo radar, mesmo quando seus transponders estão desligados.
Ray Downey, "O principal perito de colapso no país", que o Comissário de 11 de setembro Timothy Roemer havia referido como um "especialista muito respeitado no colapso de edifícios", o chefe do especial do Comando de Operações do Departamento de Bombeiros de Nova York, e um dos bombeiro mais condecorados de sua história, que já havia comandado "operações de resgate em muitos desastres difícil e complexos, incluindo o bombardeio de Oklahoma City, de 1993 ao World Trade Center e muitos desastres naturais em todo o mundo", pensou que o colapso da Torre Sul foi causado por bombas, porque o colapso do edifício foi muito alinhado para ter sido causado por qualquer outra coisa. (veja as páginas 5 e 6).
O ex-secretário adjunto de Inteligência de Nixon, Ford e Carter, Goulder Morton, o ex-Vice-Diretor da Tarefa sobre Terrorismo para a Casa Branca, Edward L. Peck, e o ex-Diretor do Departamento de Estado do Serviço Exterior dos EUA, J. Michael Springmann, entre outros liberais e independentes, em conjunto pedem uma nova investigação sobre os eventos de 11 de setembro.
Robert Wright, Ex-agente do FBI, afirmou que "O FBI, ao invés de tentar impedir um ataque terrorista, estava apenas coletando inteligência de forma que saberiam então quem prender, quando um atentado terrorista ocorresse."
Jesse Ventura, o ex-governador de Minnesota, questiona sobre a versão do governo do 11 de setembro e pergunta se o WTC foi demolido, além de dizer que o governo estava envolvido.
Sibel Edmonds, ex-tradutora do FBI, que o Inspetor Geral do Departamento de Justiça e vários outros senadores disseram ser extremamente confiável, disse: "Se eles fizessem investigações reais veríamos vários importantes processos criminais neste país. E isso é algo que eles não vão deixar acotnecer. E, acreditem, eles vão fazer de tudo para encobrir isto". Ela também esta inclinada concluir que o 11 de setembro foi um trabalho interno. Algumas de suas alegações foram confirmadas na imprensa britânica.
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Fontes:
http://www.infowars.com/establishment-feigns-outrage-at-ahmadinejads-911-rant/
http://www.911summary.com/





