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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Governo dos EUA admite ter programa para espionar redes sociais

Créditos ao Blog Arquivos do Insolito

Exército dos EUA monitora a rede para tentar detectar ataques. (Foto: Rick Wilking/Reuters)

Órgão monitora até comentários em blogs políticos. Agentes são instruídos a virarem 'amigos' de internautas para coletar dados.

Documentos obtidos pela Electronic Frontier Foundation (EFF) por meio de uma solicitação de acordo com a lei da liberdade de informação norte-americana revelam que o governo dos Estados Unidos tem um programa de monitoramento de redes sociais e sites de internet.

Entre as páginas monitoradas estão o Facebook, MySpace e o Twitter, além de sites noticiosos como o iReport da CNN e o blog DailyKos, de comentários políticos.

O Centro de Monitoramento de Redes Sociais (SNMC, na sigla em inglês) é parte integrante do Departamento de Segurança Nacional (Department of Homeland Security, DHS).

O DHS foi criado em novembro de 2002 com o objetivo de combater os ataques terroristas e desastres naturais.

O papel do SNMC dentro do departamento seria auxiliar, levantando informações sobre a “situação corrente”, segundo as revelações dos documentos. Essas informações seriam usadas em outras etapas operacionais, ajudando a tomada de decisões.

A EFF, um grupo sem fins lucrativos em favor da tecnologias livres e privacidade, obteve judicialmente um documento do DHS em que as operações do Centro de Monitoramento de Redes Sociais durante a inauguração presidencial de Barack Obama são descritas.

No documento, os monitoradores recebem a sugestão de se tornarem “amigos” de internautas nas redes sociais e estabelecer meios de coletar informações em massa sobre o que é dito e o que está ocorrendo durante o evento.

O documento também instrui os agentes a terem cuidado durante a coleta de informação pessoal dos usuários. Nomes, telefones e endereços de e-mail estão entre os dados cuja coleta é proibida.

Nomes de usuário e apelidos podem ser armazenados no banco de dados, no entanto. A EFF reconheceu esse esforço como positivo, mas achou o número de sites monitorados exagerado.

“Mesmo sem informações pessoais, comentários e informações sobre pessoas online podem ser ‘reindentificados’ com o uso de técnicas computacionais sofisticadas, criando problemas de privacidade”, opinou a organização.

Relatos de que o governo norte-americano estaria monitorando redes sociais estão circulando há meses. É a primeira vez, no entanto, que um documento oficial é publicado mostrando que a operação realmente existe.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Como os EUA ajudaram a Coréia do Norte a Obter a bomba atômica

Créditos ao Blog A Nova Ordem Mundial

Apesar do fato de que a Coreia do Sul admitiu ter disparado os primeiros tiros que levaram à retaliação da Coreia do Norte, a grande maioria da imprensa corporativa está histericamente culpando a Coreia do Norte por uma nova escalada na crise, e ao mesmo tempo esquecendo do fato que todo este fiasco foi gerado como um resultado direto da política através de duas administrações distintas dos EUA, que garantiram que o ditador Kim Jong-Il adquirisse a bomba atômica.

Como já foi exaustivamente documentado, a beligerância nuclear da Coreia do Norte foi uma criação quase que exclusivamente do governo dos EUA em que eles armaram o estado stalinista tanto direta como indiretamente através de distribuidores globais de armas sob o seu controle, nomeadamente o Dr. Abdul Qadeer Khan, conhecido também como AQ Khan. Enquanto rotularam a Coreia do Norte como parte do "eixo do mal", o governo americano entusiasticamente financiou cada etapa de seu programa de armas nucleares.Ambas as administrações de Clinton e de Bush desempenharam um papel fundamental em ajudar Kim Jong-Il a desenvolver a façanha nuclear da Coreia do Norte a partir de meados dos anos 1990 em diante.

Assim como com o programa de de armas biológicas e químicas de Saddam Hussein, Donald Rumsfeld desempenhou um papel fundamental para armar de Kim-Jong-Il.
Rumsfeld foi o homem que presidiu o contrato de 200 milhões de dólares para fornecer equipamentos e serviços para construção de duas estações de reatores de água leve na Coreia do Norte em janeiro de 2000, quando ele era um diretor executivo da ABB (Asea Brown Boveri). Wolfram Eberhardt, porta-voz da ABB, confirmou que Rumsfeld estava
presente em quase todas as reuniões do conselho durante seu envolvimento com a empresa.

Rumsfeld apenas continuou o trabalho da administração Clinton, que em 1994 concordarou em substituir os os reatores nucleares contruídos pela própria Coreia do Norte com reatores nucleares de água leve. Os chamados "especialistas" financiados pelo governo afirmaram que os reactores de água leve não poderiam ser utilizados para fazer bombas. Isto não é verdade de acordo com Henry Sokolski, diretor do Centro Educacional de Políticas de Não-Proliferação, em Washington, que afirmou: "Reatores de Água leve (LWR) podem ser usados para produzir dezenas de bombas de plutônio na Coreia do Norte e Irã. Isto é verdade para todos os LWR - um fato deprimente que os políticos dos EUA conseguiram bloquear".

"Estes reatores são como todos os reatores, eles têm o potencial para fazer bombas. Então você pode acabar fornecendo para o pior violador nuclear os meios para adquirir as mesmas armas que nós estamos tentando evitar que eles adquiram", disse Sokolski à rede BBC .

O Departamento de Estado dos EUA alegou que os reatores de água leve não poderiam ser usado para produzir material para bombas, mas ainda assim em 2002 conclamaram a Rússia a pôr fim à sua cooperação nuclear com o Irã, pela razão de que não queriam que o Irã fosse armado com armas de destruição em massa. Na época, a Rússia estava construindo reatores de água leve no Iran. De acordo com o Departamento de Estado, os reatores de água leve no Irã poderiam produzir material nuclear, mas por alguma razão a mesma regra não se aplica na Coreia do Norte.

Em abril de 2002, o governo Bush anunciou que iria liberar US 95 milhões de dólares do contribuintes americanos para iniciar a construção dos "inofensivos" reatores de água leve na Coreia do Norte. Bush argumentou que armar o megalomaníaco ditador Kim Jong-Il com o potencial de produzir uma centena de armas nucleares por ano, era "vital para os interesses de segurança nacional dos Estados Unidos". Bush liberou ainda mais dinheiro em janeiro de 2003, como foi noticiado pela Bloomberg News (o artigo original da Bloomberg foi removido, no link está uma cópia). Bush liberou as verbas, apesar da surpreendente revelação, noticiada por jornais do sul-coreano, de que uma ogiva de míssil norte-coreano havia sido encontrado no Alasca.

A construção dos reatores foi finalmente suspensa, mas a Coreia do Norte teve uma fonte alternativa através da qual eles poderiam obter os segredos nucleares vitais para a construção de um arsenal de bomba atômica - o traficante internacional de armas e protegido da CIA Abdul Qadeer, vulgo AQ Khan.

Em 2004, Dr. Abdul Qadeer Khan, o pai do programa de bomba atômica do Paquistão (visto como herói em seu país), compartilhou tecnologia nuclear de através de uma rede de contrabando em todo o mundo que inclui muitas instalações na Malásia que fabricavam peças-chave para centrífugas.
O colaborador de Khan, B.S.A. Tahir, dirigia uma empresa de fachada nas cercanias de Dubai que fornecia de componentes para centrifugadoras para a Coreia do Norte.

Apesar das autoridades holandesas estarem profundamente desconfiadas das atividades de Khan, já em 1975, a CIA os impediu de prendê-lo em duas ocasiões.

"O homem foi seguido por quase dez anos e, obviamente, ele era um problema sério. Mas, novamente, eu fui informado que o serviço secreto americano poderia lidar mais eficazmente com Khan", disse o ex-primeiro-ministro holandês Ruud Lubbers. "Hague (sede do governo da Holanda) não teve a palavra final no assunto. Foi Washington que teve."

Lubbers afirmou também que Khan foi autorizado a entrar e sair da Holanda com a bênção da CIA, o que acabou permitindo que ele se tornasse o "principal vendedor de uma extensa rede internacional para a proliferação de tecnologia e conhecimento nuclear", segundo George W. Bush, e vendesse segredos nucleares que permitiram a Coreia do Norte construisse bombas nucleares.

"Lubbers suspeita que Washington permitiu as atividades de Khan porque o Paquistão era um aliado chave na luta contra os soviéticos", relata a CFP. "Na época, o governo dos EUA financiava e armava o grupo mujahideen, do qual Osama bin Laden fazia parte. Eles foram treinados pela inteligência paquistanesa para combater as tropas soviéticas no Afeganistão". Anwar Iqbal, correspondente para Washington do jornal paquistanês Dawn, disse a ISN Security Watch que as afirmações de Lubbers "poderiam estar corretas. Isso era parte de uma estratégia tola de longo prazo. Os EUA sabiam o Paquistão estava desenvolvendo armas nucleares, mas não se importavam, porque estas armas não seriam utilizadas contra eles. Foi um meio de intimidação contra a Índia e possivelmente contra os soviéticos. "

Em setembro de 2005, verificou-se que o tribunal de Amesterdã, que condenou Khan a quatro anos de prisão em 1983, tinha perdido os arquivos judiciais pertinentes ao caso. A juiza vice-presidente, Anita Leeser, acusou a CIA de roubar os arquivos. "Algo não está certo, nós não perdemos coisas como essa assim deste jeito", disse ela ao programa de notícias holandesa NOVA. "Eu acho desconcertante que as pessoas perdem arquivos com objetivos políticos, especialmente se isso foi feito a pedido da CIA. Isso é inédito."

Em 2005, o presidente paquistanês, Pervez Musharraf reconheceu que Khan havia fornecido centrífugas e os seus projetos para a Coreia do Norte.

Através das suas políticas para ajudar a Coreia do Norte a construir reatores de água leve, e através do protegido da CIA AQ Khan, que foi abrigado em cada passo de seu caminho enquanto ele ajudava a Coreia do Norte com os recursos para construir um arsenal nuclear, o próprio governo dos EUA é cúmplice direto em fornecer ao ditador norte-coreano Kim Jong-Il as armas nucleares que agora ameaçam usar contra a Coreia do Sul, país aliado dos EUA.

A Coreia do Norte é controlada por uma ditadura hereditária stalinista que matou de fome dois milhões de seus cidadãos para permitir a construção de um exército de milhões de homens. Alguns colocam a cifra em quatro milhões, um quarto da de toda a população daquele país. No extremo norte do país existe uma rede de gulags de trabalho forçado, onde as pessoas que ousam expressar quaisquer opiniões políticas, juntamente com suas famílias inteiras, são torturados, estuprados e executados. Terríveis experiências bio-químicas são realizadas em grandes números de pessoas. Bebês nascem e, em seguida, são pisoteados até morte pelos guardas do campo. Se a mãe grita enquanto os guardas estão pisando no pescoço do bebê, ela é imediatamente assassinada por um pelotão de fuzilamento. Estes guardas são premiados com bônus e promoções por arrancarem os olhos dos prisioneiros.

O povo norte-coreano é escravizado por um governo que está usando a comida como uma arma. Talvez seja por isso que a União européia e os Estados Unidos, através do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, retomou o envio de centenas de milhares de toneladas de ajuda alimentar ao final de fevereiro de 2003. Isso vai diretamente para a ditadura, que decide então quem deve receber os alimentos pelo seu grau de fidelidade ao Estado. A ajuda alimentar apenas aumenta o poder de Kim Jong-Il e isto ainda é velado pela ONU em uma sentimental retórica humanitária.

O presidente Bush afirmou publicamente que abominava Kim Jong-Il, e mesmo assim a sua administração, assim como Bill Clinton antes dele, definiu uma política de ajuda que permitiu a Coreia do Norte obtivesse tecnologia nuclear. A rede de inteligência dos EUA também protegeu AQ Khan e permitiu que este proporcionasse os meios com os quais a Coreia do Norte adquiriu a sua capacidade nuclear.

Se as tensões entre as Coreias se transformarem em uma guerra total, não espere que a mídia corporativa americana e mundial mencione como Kim Jong-Il e seus sucessores chegaram ao ponto de ser uma ameaça tão grande, com a ajuda de armas nucleares entusiasticamente fornecidas pelo governo dos EUA e seus aliados.

Fontes relacionadas:
Infowars: Korean War Crisis: Brought To You By Uncle Sam
Swiss Info: Rumsfeld was on ABB board during deal with North Korea
BBC: US grants N Korea nuclear funds
Canada Free Press: Why did the CIA resist the arrest of Dr. Abdul Qadeer Khan?
BBC: Khan 'gave N Korea centrifuges'

E o próximo alvo é..

Créditos de Informação Incorrecta e Prova Final

Após o “resgate” (com muitas aspas…) da Irlanda, muitos perguntam: quem será a próxima vítima do mercado?
Já: quem será? Mah…é difícil.

Experimentamos fazer duas contas.

Os Pigs eram 4: Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha.
Grécia e Irlanda já foram vendidos aos BCE e FMI.

Sobram Portugal e Espanha. Mas esta última está a melhorar. Devagarinho, mas melhora, pois implementou medidas de contenção já na passada Primavera. E agora não está em risco imediato de default.

Por isso sobra apenas um País que é…deixem-me ver…ah, sim, é este: Portugal.

Comenta o Presidente da República, Cavaco Silva.

Espero que consigamos fazer o nosso trabalho de casa para que não seja necessário recorrer nem ao Fundo de Estabilização Europeu nem ao Fundo Monetário Internacional

Olha o acaso, eu também espero o mesmo. E mais:

Os mercados não olham só para aí [sistema bancário e dados macroeconómicos], pode ser que sejam influenciados pela execução orçamental, desde logo pela de 2010 e foi anunciado um desvio à execução orçamental, podem desconfiar em relação à execução orçamental para o ano de 2011.

Desconfiar? E porque?

O défice do subsector Estado registou um valor de €11.885 milhões no período entre Janeiro e Outubro, representando um aumento de €215 milhões face ao período homólogo de 2009, anunciou hoje o Governo.

Ah, por isso? Naaaaaaãooooo, ora essa.
Um País à beira da falência vê o próprio deficit piorar de outros 215 milhões de Euros, e porque os mercados teriam que desconfiar? Aliás, já estou a ver aumentar as filas dos investidores para comprar os Títulos de Estado Portugueses: afinal quem é que não gosta de ganhar dinheiro “seguro” como este?

Doutro lado, também Portugal não deixa fugir as boas ocasiões:

O primeiro-ministro afirmou hoje que Portugal fará na Irlanda, tal como aconteceu na Grécia, um investimento na compra de dívida deste País

Claro, quando há possibilidade de enriquecer sem esforço, porque recusar?

Dados macroquê?

http://img197.imageshack.us/img197/2295/namibiaportugueseship.jpg

Fora da brincadeira: este sistema está mesmo doentio.
Como é possível pedir a um País que agora terá de enfrentar os mercados no papel da vítima sacrifical e que é o próximo candidato à “ajuda” de BCE e FMI para adquirir parte da dívida dum País já falido?

O que é possível fazer agora é observar os juros da dívida portuguesa.
Verdade, como realça o Presidente da República, a situação de Portugal não é tão grave como a da Irlanda. Mas é verdade também é que agora Portugal ficou como o elo mais fraco da União: e as atenções dos mercados estão concentrada em Lisboa.

Os dados macroeconómicos não são tão negativos? O sistema bancário é saudável?
Sem dúvida, isso conta. Mas não apenas isso.

Afirma o Primeiro Ministro, José Sócrates:

[Portugal tem] um défice orçamental de 7,3 por cento, que é menor do que o da França, para já não falar em comparação com a Grécia, Irlanda, Reino Unido, Estados Unidos ou Japão.

Também neste caso: verdade mas…
Mas Grécia e Irlanda já foram, enquanto ninguém na posse das próprias faculdade mentais pode comparar a capacidade produtiva de Portugal com a da França, do Reino Unido, dos EUA ou do Japão.
E isso só para fazer um exemplo.

E quanto aos bancos em boa saúde:

O principal índice da bolsa nacional ( PSI-20) negociou nos 7.787,64 pontos com 19 acções em queda e uma, Jerónimo Martins, a valorizar. Na Europa, o dia também foi negativo. Os índices do Velho Continente, que encerram pelas 17h de Lisboa, seguem generalizadamente no vermelho, penalizados pelos receios de contágio da crise da dívida irlandesa a outras economias da Zona Euro mais fragilizadas.
[...]

Por cá, também foi a banca quem mais pressionou o PSI-20. O BES afundou 4,27% para os 3,139 euros enquanto o BPI e o BCP depreciaram 2,17% para os 1,486 euros e 2,16% para os 0,633 euros, respectivamente.

BES, BPI, BCP: bancos portugueses.
Os bancos estão numa condição de relativa saúde; mas isso foi até hoje. Terão força para aguentar a pressão das próximas semanas?

Naturalmente, há sempre quem rema contra. Quando o barco afunda, alguém tenta retirar a água, outros alargam os buracos.
Neste caso quem alarga o buraco é Belmiro de Azevedo, o homem mais rico do País e dono de um império financeiro:

Vale a pena investir. Em Portugal não sei.

Caso não tivesse ficado claro, o bom Belmiro é dos poucos que gostaria, e não pouco, ver o FMI em Portugal.

Para concluir vamos ouvir a analise de Gaspar d”Orey, Gestor de Fundos da Orey Financial:

E agora é só esperar e ver o que vai acontecer ao longo das próximas semanas: esperar e fazer figas para que Portugal não perca a própria independência.
Apesar dos vários Belmiros.

Ipse dixit.

Fontes: Expresso, Diário de Notícias.

FBI quer ter acesso aos dados pessoais do Google e do Facebook

Créditos ao Blog Prova Final

http://referentiel.nouvelobs.com/file/1165827.jpg

O diretor do FBI terá apelado a uma cooperação com os serviços on-line para obter acesso privilegiado às informações pessoais dos internautas, informa o New York Times.

O diretor do FBI deslocou-se, na terça-feira, a Silicon Valley para se encontrar com vários líderes de serviços online, incluindo Google e Facebook, para negociar o acesso privilegiado as informações pessoais que eles hospedam, alega o New York Times, terça-feira 16 de Novembro.

Facebook confirmou a visita ao jornal americano, sem mais detalhes. O Google não fez nenhum comentário.

O diretor do FBI, Robert Muller, apelou para uma cooperação entre seus escritório e os serviços online, para estender a Lei de 1994, que define o quadro jurídico das escutas nos Estados Unidos, às comunicação através da Internet.

Em Setembro passado, as autoridades americanas introduziram uma lei que exige aos fornecedores de Internet garantirem a possibilidade de intercepção de comunicações electrónicas. No caso de dados criptografados, as empresas teriam que desenvolver um método de decodificação destinado às autoridades.

Fonte: Nouvelobs.com

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Experimentos da CIA com Implantes em Cérebros Podem Ser Revelados Por Ação Judicial de Veteranos

Créditos de: A Nova Ordem Mundial
Via: InfoWorld

http://blog.antinovaordemmundial.com/wp-content/uploads/2010/11/implante_cerebral.jpg

A CIA é notória por suas experiências durante a Guerra Fria com LSD e outras substâncias químicas em soldados e cidadãos desprevenidos. Detalhes apareceram em livros e artigos desde 30 anos atrás.

Mas, se os veteranos militares ganharem uma ação judicial na Califórnia, a tentativa da agência de espionagem para transformar seres humanos em assassinos robôs, através de eletrodos implantados em seus cérebros, terá uma exposição muito maior do que as drogas da CIA testadas em pacientes que vão desde soldados a donos de bares e clientes de prostitutas.

Não é apenas ficção científica ou da imaginação de doentes mentais.

Em 1961, um importante cientista da CIA informou em um memorando interno que "foi demonstrada a possibilidade do controle remoto de atividades em várias espécies de animais...investigações especiais e avaliações serão realizadas para a aplicação de elementos selecionados dessas técnicas em seres humanos", de acordo com o livro "A CIA e a
busca pelo Manchurian Candidate", escrito em 1979 pelo ex-oficial de inteligência do Departamento de Estado John Marks.

Livro: A busca pelo Machurian Candidate

"Este projeto cruel", Marks escreveu, " foi concebido para a liberação de agentes químicos e biológicos ou 'operações do tipo ação executivas". "Ação executiva" foi um eufemismo usado pela CIA para designar assassinato."

As vítimas têm procurado justiça por anos, mas em vão. Agora, quase 40 anos depois, um juiz federal ordenou que a CIA apresentasse documentos e testemunhas sobre o LSD e outras experiências "alegadamente realizadas em milhares de soldados a partir de 1950 até 1975", de acordo com relatos na imprensa.

A ordem de 17 de novembro do Juiz John Larsen isenta a CIA de ter de depor sobre testes de eletrodos em seres humanos, mas Gordon P. Erspamer, chefe dos advogado para os veteranos, diz que "nós também estamos buscando isso."

"Não há dúvida de que esses experimentos foram realizados", disse na terça-feira Erspamer via e-mail, os réus dizem que eles usaram investigadores privados e pacientes para os teste vieram de prisões, hospitais, lares de idosos e soldados da reserva. A CIA disse que não tinha ninguém com conhecimento sobre este assunto.

Erspamer, conselheiro sênior do escritório de São Francisco da Morrison & Foerster, disse que "várias" testemunhas da CIA "ainda estão vivas", citando algumas que foram identificados publicamente, mas optou por manter as outras testemunhas secretas até chamá-las para depor.

Documentos apresentados no caso descrevem "dispositivos elétricos implantados no tecido cerebral, com eletrodos em várias regiões, incluindo o hipocampo, hipotálamo, lobo frontal (através do septo), o córtex e vários outros lugares", disse Erspamer, com base na investigação escrita por cientistas do governo.

"Acreditamos que uma das vítimasrecebeu um implante septal", disse ele, com base em uma ressonância magnética", mostrando um" corpo estranho" na fronteira entre o septo e o lobo frontal.

"Muito deste trabalho foi feito fora da Universidade de Tulane usando um hospital público local e financiado por uma organização de fachada chamada Commonwealth Fund", continuou ele.

"Tentamos obter documentos de Tulane, mas eles nos disseram que estes foram destruídos nas enchentes causadas pelo furacão."

A CIA afirma que pelo menos alguns dos documentos devem permanecer classificados como "segredos de Estado." Mas o magistrado disse à agência para apresentar uma melhor fundamentação, uma "declaração complementar explicativa com especificidade elevada" explicando por que os documentos devem ficar protegidos depois de todos estes anos.


Mais Informações:
Washington Post: CIA brain experiments pursued in veterans’ suit
Ação Judicial (pdf)
The Search for the Manchurian Candidate
Court House News: CIA Must Disclose Data on Human Experiments
Whashington Post: (estudo) Correlation of Rhinencephalic Electrograms with Behavior
Estudo: ELECTRICAL SELF-STIMULATION OF THE BRAIN IN MAN

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Documentario: A CIA na América Latina

Créditos do Canal Superentelecheia

Ainda nos anos 60, a CIA participou de diversos golpes de Estado na América Latina, inclusive o de março de 64, que implantou uma longa ditadura militar no Brasil. Enquanto isso, nos Estados Unidos o FBI fazia escutas telefónicas clandestinas para chantagear artistas como a atriz Jane Fonda, contrária à guerra do Vietnã, e líderes do movimento negro, como Malcolm X e Martin Luther King. Em 1970, a CIA não conseguiu impedir no Chile a posse do presidente eleito, o socialista Salvador Allende. Três anos depois, a agência americana articulou o golpe militar do general Augusto Pinochet, que resultou na morte de Allende e no surgimento de uma feroz ditadura. A Guerra Fria provoca, em diferentes lugares do mundo, e também na América Latina, uma série de acções através de um dos braços americanos mais importantes, a CIA. Esse braço se manifesta de uma forma nítida em vários países, como a Guatemala, o Uruguai, a Argentina, o Chile e o Brasil. Todos nós sabemos da influência directa da CIA na queda de Salvador Allende e na subida de Augusto Pinochet como sangrento ditador do Chile durante muitos anos. No Brasil, a presença do serviço secreto americano pode ser percebida em alguns momentos e, mais particularmente, em 1964. Mas atribuir-se à CIA todo o movimento de 64 e o próprio golpe militar é um exagero evidentemente inaceitável. Entretanto, não há dúvida de que a CIA realizou a sua tarefa dentro do Brasil, de apoio a determinados sectores de direita e de solapamento do próprio governo de Jango. E SAIBA AINDA: "A CIA planejou atentados de 11 de setembro nos EUA" http://alainet.org/active/21589

sábado, 25 de setembro de 2010

Novos Oficiais e Agentes de Inteligência serão contratados pela ABIN – Será que serão usados contra nós?

Créditos do Blog Anti Nova Ordem Mundial

http://blog.antinovaordemmundial.com/wp-content/uploads/2010/09/abin_new.jpg

Encerrou-se semanas atrás o prazo para inscrição no concurso para Agente e Oficial de Inteligência da ABIN, ou Agência Brasileira de Inteligência. Serão 190 vagas, 30 para agentes e 50 oficiais, cujos salários serão de R$ 4.458,38 e R$ 9.713,13 respectivamente.

A ABIN já havia contratado 190 funcionários de “inteligência” em 2008, através de concurso público, após a criação do Plano de Carreiras e Cargos da ABIN.

De acordo com o site da ABIN, as atribuições do Oficial de Inteligência e do Agente de Inteligência são as seguintes:

Compete ao Oficial de Inteligência executar, coordenar, supervisionar e controlar a produção de conhecimentos de Inteligência; as ações de salvaguarda de assuntos sensíveis; as operações de Inteligência; as atividades de pesquisa e desenvolvimento científico ou tecnológico direcionadas à obtenção e análise de dados e à segurança da informação; e o desenvolvimento de recursos humanos para a atividade de Inteligência. Além disso, o Oficial de Inteligência tem a atribuição de desenvolver e operar máquinas, veículos, aparelhos, dispositivos, instrumentos, equipamentos e sistemas necessários à atividade de Inteligência.
Compete ao Agente de Inteligência oferecer suporte especializado às atividades decorrentes das atribuições do Oficial de Inteligência.

Será uma preparação para o que vem por aí? Vimos há alguns meses doações por parte dos EUA dos abomináveis body-scanners, que passou batido e ninguém nem mais fala no assunto. Será que os treinamento de “inteligência” serão também com os agentes da CIA, especialistas em corromper, humilhar e assassinar tudo em nome da segurança nacional. Será que estamos sendo testemunhas da preparação de um estado opressor, que utilizará os pretextos de terrorismo e segurança nacional para difamar e calar o nosso próprio povo, aqueles que ainda atreverão a se opor?

Fontes:
Concurso ABIN 2010
Concurso ABIN 2008

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Eles estão nos vigiando: CIA e Google já reconhecem que fazem espionagem conjunta na internet

Créditos do Blog A Nova Ordem Mundial

http://1.bp.blogspot.com/_oZIu0_sM6zs/Sw8DwPKDnvI/AAAAAAAAAEo/kk-Xw3yDork/s1600/want-you+edit.JPG

As relações sempre existiram, mas agora CIA e Google reconhecem o início de uma colaboração baseada no controle da atividade na Internet, incluindo a espionagem com objetivos repressivos.

A empresa de monitoramento Recorded Future será a encarregada de estudar a informação coletada de maneira massiva na rede, com o objetivo de orientar a evolução futura de acontecimentos que a CIA achar de interesse para o Estado.

Para tal, a Recorded Future possui uma tecnologia “de análise temporal”, que realiza buscas analíticas em milhares de sites – incluindo blog, fontes de notícias online, portais governamentais, banco de dados de finanças e redes sociais – e compila as informações. Uma vez coletados os dados, a ferramenta extrai o quem, o quê, quando, onde e porquê de cada item. Isso inclui dados como entidades, eventos e tempo de duração de determinado evento.

Segundo as informações difundidas por alguns meios de comunicação, com esses dados a ferramenta mede o momento e o sentimento para cada item indexado para conseguir chegar a uma previsão razoável sobre o acontecerá na sequência. Esse processo permitiria que as pessoas explorem o passado, presente e futuro predicado de quase todas as coisas. O produto também oferece ferramentas de visualização para mostrar ligação entre informações e previsões, segundo a companhia.

Recorded Future afirma que faz análises sofisticadas com base na linguística e na estatística, ao serviço do que chamam “segurança nacional”. A CIA é um dos primeiros órgãos a adotarem essa tecnologia, em colaboração com Google.
Empresas de investimento e trading, grupos de monitoramento, relações públicas, gerenciamento de crise e agências de publicidade também estariam já utilizando a Recorded Future, segundo o site da firma.

Sediada na região de Boston, nos Estados Unidos, a Recorded Future conta com apenas 15 funcionários em todo o mundo, segundo a própria empresa, todos com ‘pedigrees’ distintos. Na equipe estão cientistas da computação, estatísticos e linguistas, alguns PhD.

Google já tinha investido capital no projeto a través da Google Ventures, departamento que se encarrega dos investimentos da empresa. Agora volta a fazê-lo só que com um sócio o In-Q-Tel, organismo através do qual a CIA investe em tecnologia.

A relação de trabalho entre os dois procura servir ao objetivo de entender os comportamentos de quem utiliza a Internet, estudá-los e prevê-los.
A Recorde Future afirma que já demonstrou que pode sim fazer previsões, se antecipando a um ataque do Hezzbollaz um mês antes de que o governo de Israel reagisse.

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Tendo como base este último parágrafo, tem-se uma idéia de como esta tecnologia será utilizada no futuro para justificar agressões e intervenções a outros países


Fontes relacionadas:

Pais da Elite News: CIA e Google já reconhecem que fazem espionagem conjunta na Internet

Google planeja acabar com a internet nos EUA

Créditos do Blog A Nova Ordem Mundial


Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O acordo para o fim da neutralidade da internet do Google com a Verizon é apenas o início dos planos do Google para exterminar o Internet aberta e livre como parte de sua agenda pública de aquisição para controlar completamente a world wide web e terminar de uma vez por todas os sites de mídia independente, rádios e programas de TV.

O acordo do Google com a Verizon para acelerar certos conteúdos da Internet aos usuários abre a porta para a esterilização completa da rede mundial de computadores como uma força de mudança política. Segundo o plano do Google, a internet se assemelharia a TV a cabo, vozes independentes seriam silenciadas e toda a Internet seria comprada por gigantes de mídia multi-nacionais.

As pessoas que quiserem manter um simples blog enfrentarão preços proibitivos, TV on-line e programas de rádio deixarão de existir enquanto a internet é engolida pela mídia corporativa.

A verdadeira neutralidade da internet significa que sites de mídia independente que atraem sua audiência divulgando a verdade podem competir competir de igual para igual com os gigantes corporativos, como a ABC, CBS e CNN. O pacto da Google com a Verizon irá acabar com esta igualdade e por sua vez, eliminar tudo o que está fora do mainstream.

"A Internet não-neutra significa que empresas como a AT&T, Comcast, Verizon e Google podem transformar a internet em TV a cabo e escolher os vencedores e perdedores do mundo online", escreve Josh Silver. "Um problema apenas para os nerds da Internet? Muito pelo contrário. Todos os vídeos, rádio, telefone e outros serviços em breve serão entregues através de uma conexão Internet. Acabar com a neutralidade da internet acabaria com o potencial revolucionário de qualquer site pode funcionar como uma televisão ou uma rádio na rede. Isso significaria o fim da nossa oportunidade de arrancar o acesso ea distribuição de conteúdo de mídia de um punhado de corporações de mídia de massa que atualmente controlam a televisão e o rádio. "

O acordo também vai dividir a Internet em um sistema de duas camadas, um forma de pedágio digital, onde a velocidade e serviços satisfatórios podem apenas ser obtidos por aqueles dispostos a pagar taxas substanciais.

O pacto também dá ao Google e provedores de internet uma enorme margem para bloquear determinados sites em redes para celulares, ou seja, vários sites independentes, como este blog, seriam desligados para milhões de pessoas.

Uma vez que os críticos do Google forem silenciados para sempre a empresa poderá então levar a cabo a implementação de seus programa apoiado pela CIA de de conscientização total da informação, que irá vasculhar contas de Twitter, blogs e sites de todos os tipos de informações deixadas por usuários individuais, com o objetivo de utilizar esses dados para "prever o futuro" e dirigir e controlar completamente a vida e o comportamento das pessoas.

Eric Schmidt, o CEO do Google, anunciou que o Google, em conjunto com a CIA, está programado para se tornar um verdadeiro Big Brother e que a entidade "vai saber tanto sobre seus usuários que o site de busca será capaz de ajudá-los a planejar suas vidas" através do constante monitoramento de sua localização através dos celulares e dizendo-lhes para onde ir e o que fazer.

A muito tempo tem-se reportado as íntimas e longas conexões do Google com as redes de espionagem do governo americano.

Também não há dúvida de que o Google é uma das empresas na vanguarda do esforço do governo para usar a segurança cibernética como um pretexto para acabar com a Internet livre, tendo anteriormente trabalhado com a NSA e da CIA.

O recente escândalo com o Google no qual os veículos que tiram fotos para o google street acessavam os detalhes das redes wi-fi mapeando as atividades online levantou sérias questões sobre ligações do google com serviços de inteligência e sobre o abuso de leis de privacidade.

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Vamos ver quanto tempo levará para que um acordo equivalente seja feito para o Brasil.

Fontes relacionadas:
Infowars: Google Plans To Kill Web In Internet Takeover Agenda
Google-Verizon Deal: The End of The Internet as We Know It
Telegraph: Young will have to change names to escape 'cyber past' warns Google's Eric Schmidt
BBC: Google and Verizon outline vision for 'open internet'

domingo, 29 de agosto de 2010

Relatório da CIA vazado pelo WikiLeaks diz que EUA "exportam" terrorismo

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial

Um relatório sigiloso sobre terrorismo vazado pela WikiLeaks e criado pela unidade especial "Red Cell", da CIA (agência de inteligência dos EUA), cita diversos casos em que cidadãos americanos financiaram atividades terroristas.

O documento também analisa os efeitos para Washington caso os Estados Unidos passassem a ser vistos como um "exportador de terrorismo".

Datado de 5 de fevereiro de 2010, o relatório aponta que a própria CIA já admite que cidadãos americanos financiam, planejam ou participam ativamente de atentados terroristas e manifesta preocupação caso a comunidade internacional enxergue o país --que na última década lançou uma campanha global contra o terror-- como patrocinador de atividades terroristas.

"Ao contrário do senso comum, a exportação americana de terrorismo ou terroristas não é um fenômeno recente, e nem tem sido associado unicamente com radicais islâmicos ou pessoas de origens étnicas do Oriente Médio, África ou Sul da Ásia. Esta dinâmica desmente a crença americana de que nossa sociedade multicultural livre, aberta e e integrada diminui o fascínio dos cidadãos americanos pelo radicalismo e pelo terrorismo", diz o primeiro parágrafo do relatório da CIA.

A equipe do site WikiLeaks, que já anunciara na terça-feira à noite o vazamento de um relatório secreto da CIA para esta quarta-feira, diz que a agência de inteligência americana cita diversos casos em que ataques perpetrados por terroristas judeus, muçulmanos e ligados ao nacionalismo irlandês que eram baseados em território americano ou financiados por cidadãos dos EUA.

IMPACTOS

O texto da própria CIA nas primeiras páginas do relatório aponta graves consequências para Washington caso os EUA passem a ser vistos como um exportador de terrorismo. Entre elas:

Parceiros internacionais poderiam ter menos disposição em cooperar com os Estados Unidos em atividades envolvendo extradições jurídicas, incluindo a detenção, transferência e interrogatórios de suspeitos em outros países.
Alterando o status de "vítima de terrorismo" --o que concede aos EUA grande espaço de manobra para pressionar outras nações a extraditar cidadãos suspeitos-- para "exportador de terrorismo", outros países poderiam exigir uma política recíproca de Washington.
Outros países poderiam exigir que os EUA concedessem informações sobre supostos terroristas ou até extraditassem cidadãos ligados a atividades terroristas. Caso o governo americano se negasse a cooperar, tais nações poderiam se recusar a entregar suspeitos procurados por Washington, afetando alianças e relações bilaterais.

Fontes:
Relatório da CIA vazado pelo WikiLeaks diz que EUA "exportam" terrorismo

terça-feira, 13 de abril de 2010

Tragédia na Polônia

Créditos de: Kafe Kultura

O impensável aconteceu ontem de manhã (10/04), preparava-se a aproximação entre a Polônia e a Rússia… E, a História pregou-lhes mais uma partida de mau gosto, setenta anos depois do Massacre de Katyn - ocorrido em Abril de 1940, 20 mil oficiais polacos e civis foram assassinados pela policia secreta soviética. As vítimas tinham sido capturadas pelo Exército Vermelho, que dividia a Polônia com a Alemanha de Hitler. Katyn era um espinho nas relações entre a Rússia e a Polônia.


A reconciliação entre a Polônia e a Rússia avizinhava-se e parecia encerrada uma das mais negras páginas da História Mundial.


Até que a queda de um avião que transportava o Presidente da República Polonesa e uma delegação que incluía a elite militar, política e econômica de Varsóvia, deitou aparentemente tudo por terra, a aproximação entre os dois estados vizinhos que estavam de costas voltadas… e que pareciam que iam entender-se.


Pode ter sido um acidente, mau tempo, nevoeiro, eu sei lá, mas desculpem lá, não me atirem mais areia para os olhos, porque um avião que transporta um presidente da república é um acontecimento raro, as viagens de estado estão repletas de precauções e normas de segurança, etiquetas e protocolos apertados. O avião presidencial polaco teria por certo um corredor aéreo aberto e estava a ser monitorizado pelos radares polacos, bielorussos e russos. Por diversas vezes recebeu ordens para voltar para trás, para aterrar em Minsk. Os aviões Tupolev são bons aviões, robustos até mais não e preparados para aguentar temperaturas extremas e por certo, que o avião presidencial polaco teria sido objecto de vistorias recentes.


O piloto deveria de fazer parte da nata da aviação comercial, por quatro vezes tentou fazer-se à pista em Smolensk, não o conseguiu fazer.


Recorde-se que Lech Kaczynski foi um acérrimo opositor da ditadura polaca, do Tratado de Lisboa e não via com bons olhos a União Europeia e Bruxelas.


Recordo-me que a imprensa portuguesa e europeia o maltrataram injustamente aquando da assinatura do respectivo tratado. Para mim considero-o um homem mais inteligente, pois salvaguardou os interesses da Polônia ao contrário dos políticos nacionais que o assinaram de cruz, sacrificando a independência nacional, depois de mais 800 anos de história e nos venderam por uns míseros euros e nos entregaram de bandeja aos iluminados de Bruxelas.

A verdade sobre o acidente, espero que os russos a descubram…

Porque, a verdade anda algures por aí…

Nota Revelatti: Vimos pelos fatos acima e anteriormente apresentados (e nas 2 ultimas postagens) que a Polônia nao estava de acordo com os ultimos planos da elite, sendo uma grande opositora do tratado de lisboa, e tambem da politica de vacinação da OMS/H1N1, que com certeza deve ter irritado a elite mesquinha megalomaniaca 'iluminada'..Tenho minhas duvidas se isso foi realmente um "acidente", pois nao só morreu o presidente, como tambem todo o gabinete de governo atual da Polônia, sem falar que vôos desse tipo são vigiados e cuidadosamente planejados...