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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Por que os animais estão morrendo? Pássaros e peixes dizimados em mortes misteriosas

Créditos do Blog: 2012 Um Novo Despertar

Por que os animais estão morrendo? Pássaros e peixes dizimados em mortes misteriosas

Por Mike Adams

Editor de NaturalNews.com

(NaturalNews) - na última semana quase 100.000 peixes foram levados para as margens do rio Arkansas, mortos. Também em Arkansas, milhares de melros de asas vermelhas caíram do céu no chão onde também foram encontrados mortos. A cena se repetiu no Sul da Louisiana onde 500 melros de asa vermelha recentemente se precipitaram do céu, mortos na chegada, e em Chesapeake Bay, milhares de peixes mortos começaram a aparecer nas margens.

É comum começarmos a ficar preocupados quando os animais a nossa volta começam a morrer de repente e em grande número.

Até agora os cientistas estão considerando estas cenas como um fenômeno comum. Eles dizem que os peixes em Arkansas foram mortos por "doença" e descartam qualquer possibilidade de produtos químicos estarem envolvidos. Os melros de asa vermelha, depois das autópsias que foram realizadas ontem, pareciam ter sido mortos por "trauma agudo", mas não está claro se esse trauma foi o ato de bater no chão ou se foi causado por alguma coisa anterior.

Coincidência? Ou há uma outra causa?

Enquanto há muitos casos documentados de pássaros (e até sapos) caindo do céu em toda história mundial, a aparente coincidência de ter milhares de pássaros caídos do céu enquanto, ao mesmo tempo, 100.000 peixes aparecem mortos na mesma região geográfica exige uma maior investigação. O que está acontecendo em Arkansas que está matando estes animais?

A questão se torna ainda mais importante quando você considera que outras mortes de animais estão ocorrendo com alarmante frequência através da América do Norte. Não apenas estão as abelhas morrendo em número recorde, mas agora morcegos estão sendo dizimados também.

Qual a causa principal por trás das mortes em massa?

Cientistas convencionais dizem que é tudo devido a "doença", mas eles esquecem de fazer a pergunta óbvia: O que faz estes animais repentinamente tão suscetíveis a doença?

Porque essa resposta pode ser desconfortável para a indústria estabelecida que vende pesticidas, ou constroi torres de telefone celular, ou cultivam safras geneticamente modificadas.

Por tudo que sabemos, estes 100.000 peixes mortos estão rio abaixo de um campo de milho geneticamente modificado que se modificaram em algo ainda mais mortal do que os geneticamente modificados que já conhecemos. Isso pode não ser tão inverossímil, na verdade: A Monsanto tem um escritório da corporação em Arkansas (em Stuttgart, Arkansas) que não está a muitas milhas do rio Arkansas.

Isso não prova nada, é claro, mas a ideia de que um bocado de pássaros e peixes estão repentinamente morrendo perto de escritórios da corporação Monsanto deveria pelo menos fazer as pessoas inteligentes fazer algumas perguntas sérias.

A causa são experiências secretas?

O website PrisonPlanet.com sugere que estas mortes podem ser devido a experiências secretas do governo (http://www.prisonplanet.com/is-mass...). Isso não é tão inverossímil como parece. O NaturalNews tem documentado a longa história de experimentos do governo dos Estados Unidos em seres humanos, também (http://www.naturalnews.com/019189.html). Já no ano passado Obama foi forçado a pedir desculpas a Guatemala pelas experiências médicas dos Estados Unidos conduzidas em prisioneiros lá (http://www.naturalnews.com/029924_m...).

Assim a ideia de que o governo poderia estar conduzindo experimentos sobre o clima ou em populações de animais selvagens não é tão bizarra. É na verdade rotina.

Ainda, explicações mais comuns podem ser válidas também. Para os pássaros, a explicação mais provável é que eles de alguma forma foram atingidos por uma tempestade de granizo incomum. Mas se granizos atingiram os pássaros, o mesmo granizo deveria também ter aparecido no chão (pássaros não voam em altitudes super altas), e nenhum granizo foi relatado. Assim a teoria do granizo não tem sucesso.

As mortes dos peixes também são um mistério: Enquanto os cientistas dizem que doenças são a causa mais provável - por que somente uma espécie de peixe foi dizimada? - essa explicação não é confiável. Aqui está o porquê.

As mortes dos animais não se assemelham ao padrão de doença infecciosa

Um vírus, bactéria ou fungo não se espalha magicamente e repentinamente por todos os membros de uma espécie no mesmo dia. Leva tempo para tais agentes infecciosos se espalhar. Se doença fosse a causa, você deveria ter visto alguns peixes aparecendo mortos em um dia, seguidos por alguns mais alguns dias depois, então um pouco mais depois disso, e então finalmente uma massa maior nos dias ou semanas subsequentes enquanto o agente infeccioso se espalha pela população.

Esse padrão é, contudo, indicativo de um veneno ou alguma outra mudança radical tal como uma aguda mudança de temperatura no rio. Alguma coisa mudou no meio ambiente - talvez uma rápida diminuição de oxigênio, ou a interferência com a fisiologia do peixe através de meios eletromagnéticos. E isso aponta para algo diferente de doença: Talvez o comportamento de uma corporação ou as ações de um experimento do governo.

Em qualquer desses casos, a verdade quase certamente será escondida da vista do público. Cientistas serão pagos para dizer que foi causado por doença e a imprensa controlada pelas corporações comprarão isso também. E isso é o que será dito ao povo.

Mas eu sou desconfiado. Quando vejo 100.000 animais morrendo ao mesmo tempo e pássaros caindo do céu, eu começo a suspeitar que é muito mais do que apenas uma doença infecciosa selvagem normal. Eu suspeito que algo muito mais nefasto está em andamento, e seja o que for, você tem de fazer a pergunta inescapável: Isso é um período de teste para uma experiência muito mais ampla envolvendo outras espécies? Talvez até mesmo humanos?

Fonte: http://www.naturalnews.com/

sábado, 23 de outubro de 2010

Campanha contra à fome da ONU - Mais pretextos para a nova ordem mundial

Créditos do Blog Anti Nova Ordem Mundial

Logo da campanha

Recebi por email um apelo para assinar um abaixo assinado que encoraja as pessoas ficarem com raiva pelo fato de que 1 bilhão de pessoas passam fome e para pedir ações das autoridades. O slogan da campanha é "1.000.000.000 people live in chronic hunger, and I'm mad as hell" que na página em português está traduzido como "1.000.000.000 de pessoas vive com fome crônica, e eu estou louco de raiva!!". A primeira vista um movimento digno de elogios, correto? Correto, até a hora em que você vê quem está por trás da ação: a FAO, ou Organização de Alimentos e Agricultura das Nações Unidas, que claro, é mais uma organização fundada e gerenciada pela a elite.

Vamos lembrar inicialmente que em primeiro lugar a FAO é a responsável, juntamente com a OMS (Organização Mundial da Saúde), pelo infame Codex Alimentarius. O Codex Alimentarius, por trás de uma fachada de criação de orientações para produção de alimentos, esconde uma regime totalitário de controle de alimentos que visa suprimir o uso de suplementos alimentares como vitaminas, ervas e minerais, além de tornar padrão o uso de pesticidas até então banidos e o uso de trangênicos. Saiba mais sobre o Codex Alimentarius aqui.

Como tudo que vem da ONU, podemos esperar uma fachada benigna escondendo o real objetivo: controle populacional e governo global. Como o presidente americano Obama e o próprio CFR já disseram anteriormente, "é necessário uma solução global para
um problema global". O padrão se repete, criam ou deixam acontecer um problema, para então trazer uma solução que envolva, de uma forma ou outra, um órgão regulador trans-nacional. Vimos isto acontecer com o aquecimento global (ops, quer dizer, mudança do clima), com a bio-diversidade (ainda estão no início), e agora utilizando a fome.

Vendo o suporte da FAO (através do codex) às grandes empresas de alimentos e produtores de sementes trangênicas e agrotóxicos como a Monsanto, não seria esta uma ótima oportunidade para "distribuir" sementes geneticamente modificadas para desestabilizar de vez a agricultura destes países sub-desenvolvidos e mantê-los dependentes para sempre?

Na página da campanha podemos encontrar as possíveis ações para combater a fome :

- dar oportunidades e educação para pequenos agricultores para eles produzirem alimento o suficiente (educação para utilizar agrotóxicos e trangênicos?)
- aumento das comunidades rurais para expandir oportunidades de trabalho
- diminuir a velocidade da migração rural->urbana
- mais ênfase em melhorar o acesso de pequenos fazendeiros ao mercado doméstico e internacional

Em sua página que descreve as razões de ainda existir fome no mundo, me surpreendeu a afirmação "Falta de comida não é o problema". Realmente esperava a velha ladainha de que não há comida o suficiente, e que a salvação seria os trangênicos, mas não. Ou que a fome existia por causa da super-população, que sabemos agora ser um mito.

Outro ponto, estando a maioria das pessoas que passam fome nos países em desenvolvimento, não seria esta ação uma forma de estabelecer controle sobre estes países, sob o pretexto de levar ajuda para os famintos?

E em uma amostra das reais intenções globalistas, no vídeo de divulgação da campanha, inserido logo abaixo, aproveitam para dar apoiar a mentira do aquecimento global antropogênico, dizendo: "parece que estamos presos num mundo em que não se pode mudar nada, a não ser o clima, toda vez que checamos os noticiários ou fomos atingidos por um sismo ou por uma tempestade, ou ....". Nada para se surpreender, já que a FAO é parte da ONU, que também gerencia o IPCC, um órgão de cientistas inescrupulosos e burocratas que raptaram o movimento ambientalista para levar à frente sua agenda de globalização e controle.

Eu honestamente gostaria muito de que se acabasse com a fome em todo o mundo, mas infelizmente acredito que esta campanha tenha objetivos menos legítimos que ajudar os famintos do mundo. A fome no mundo é planejada e tem muitos outros motivos do que estes que esta campanha anuncia.

Se houvesse alguma legitimidade nas intenções da ONU em acabar com a fome, vocês acreditam que iriam recomendar gastar centenas de bilhões de dólares em vacinas inúteis contra o H1N1 quando menos pessoas morriam do que com a gripe comum e milhares de pessoas morrem de fome todos os dias?



Eu recomendo alguns filmes que ajudam a entender melhor o problema da fome no mundo:

Nós alimentamos o mundo (filme)
O futuro dos alimentos
Filme: O Mundo Segundo a Monsanto
Codex Alimentarius – Nutricídio planejado
Documentário: A Corporação, A Busca Patológica por Lucro e Poder

Fontes relacionadas:
FAO: Página principal da campanha
Página em português da campanha
Post no blog novo

sábado, 25 de setembro de 2010

Walt Disney e Monsanto entre os clientes ocultos da Blackwater

Créditos do Blog Anti Nova Ordem Mundial

http://blog.antinovaordemmundial.com/wp-content/uploads/2010/09/1004scahillINZANA_1.jpg

Quase três anos atrás, exatamente – 17 de setembro de 2007 – um grupo de guardas da empresa de segurança então conhecida como Blackwater atiraram e mataram 17 iraquianos em uma praça pública em Bagdá.

A empresa tem sido conhecida por táticas brutais e por fornecer mercenários para o Departamento de Estado dos EUA em outros países. O que não se sabia,no entanto, é que a mesma empresa estava lidando com operações de inteligência e espionagem para as empresas americanas de capital aberto.

No topo da lista está a Monsanto, a gigante de biotecnologia, que Jeremy Scahill da revista semanal “The Nation” revelou revelou nesta quarta-feira ter aceitado uma proposta por meio de uma subsidiária da Blackwater, que ofereceu “fornecer agentes para se infiltrar grupos de ativistas contra a organização da empresa multinacional de biotecnologia.”

A Monsanto não está sozinha. Através de uma rede de 30 subsidiárias e empresas fantasmas, entidades ligadas à Blackwater fornecem “inteligência, treinamento e serviços de segurança” a um grande grupo de grandes empresas multinacionais, incluindo: Monsanto, Chevron, Walt Disney Company, Royal Caribbean Cruise Lines, Deutsche Bank e Barclays, de acordo com documentos obtidos por Scahill.

O proprietário e fundador da Blackwater, Erik Prince – que tem conexões com a CIA – ajudou a treinar empresas através de de duas outras empresas que controlava: Total Intelligence Solutions e a Terrorism Research Center.

Talvez sem surpresa, ninguém respondeu aos pedidos para comentar o assunto.

Monsanto está no topo da lista das empresas que utilizam serviços de Prince, Scahill escreveu.

“De acordo com a comunicação interna da Total Intelligence, a gigante Monsanto – o maior fornecedor mundial de sementes geneticamente modificadas – contratou a empresa em 2008-2009″, escreve o repórter. “O relacionamento entre as duas empresas parece ter sido solidificada em janeiro de 2008, quando o presidente da Inteligência Total Cofer Black viajou a Zurique para encontrar-se com gerente de segurança para as questões globais da Monsanto”.

“Depois da reunião em Zurique, Black enviou um e-mail para outros executivos da Blackwater …. dizendo que Wilson entende que poderiam ir além da coleta de informações da internet, para colocar pessoal em campo na base legítima de proteger a marca da Monsanto…. além de obter informações e insights é o que ele está procurando. Black acrescentou que a Total Intelligence iria desenvolver e atuar como braço de inteligência da Monsanto. Black também observou que a Monsanto estava preocupada com os ativistas dos direitos dos animais e que eles discutiram como a Blackwater “poderia ter nosso pessoal integrando os grupos ativistas de forma legal.” Black escreveu que os primeiros pagamentos para Total Intelligence seriam pagos pelo “generoso” orçamento de proteção da Monsanto , mas acabariam por se tornar um item de linha no orçamento anual da empresa. Ele estimou os pagamentos para a Total Intelligence entre US$ 100.000 e $500.000. Segundo os documentos, a Monsanto pagou Total Intelligence $127.000 em 2008 e $105.000 em 2009.

Em um e-mail para o The Nation, Wilson confirmou que ele conheceu Black em Zurique e que a Monsanto contratou a Total Intelligence em 2008 e trabalhou com a empresa até 2010. Ele negou que ele e Black tenham discutido a infiltração em grupos de direitos dos animais, afirmando que “não houve essa conversa.” Ele alegou que a Total Intelligence apenas forneceu à Monsanto “relatórios sobre as atividades de grupos ou indivíduos que podem representar um risco para o pessoal da empresa ou operações em todo o mundo, que foram desenvolvidos através de acompanhamento da mídia local e outras informações disponíveis publicamente. O assunto variou de informações sobre os incidentes terroristas na Ásia ou seqüestros na América Central até a exploração do conteúdo de blogs e sites ativistas”. Wilson afirmou que o Black lhe disse que a Total Intelligence é “uma entidade completamente separada da Blackwater”.

A Walt Disney Company contratou a Total Intelligence e TRC para fazer uma avaliação da ameaça “para potenciais locações de filmagem no Marrocos, com os ex-funcionários da CIA Black e Richer contactando seus ex-colegas de inteligência marroquina para obter informações. O trabalho proporcionou uma ótima chance “para impressionar Disney”, disse um executivo da empresa. Quão impressionada a Disney ficou não é muito claro, em 2009, a empresa pagou para a Total Intelligence apenas US $ 24.000.

Total Intelligence e TRC também forneceram avaliações de inteligência sobre a China para o Deutsche Bank.

Fontes relacionadas:
Raw Story: Walt Disney, Monsanto discovered among Blackwater’s hidden clients
The Nation: Blackwater’s Black Ops
New York Times: Blackwater Shootings ‘Murder,’ Iraq Says

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Documentário: O futuro dos Alimentos

Está ocorrendo uma revolução nos campos de cultivo e nas mesas de jantar da América, uma revolução que está transformando a própria natureza dos alimentos que comemos. "O Futuro dos Alimentos" oferece uma investigação aprofundada à verdade perturbadora que se encontra por detrás dos alimentos geneticamente modificados, patenteados e não rotulados, que, de forma silenciosa, têm enchido as prateleiras das lojas dos Estados Unidos durante os últimos 10 anos. Das planícies de Saskatchewan, no Canadá aos campos de Oaxaca, no México, este filme dá voz aos agricultores cujas vidas e sustento têm sido prejudicados por esta nova tecnologia.Pode-se patentear a vida? Até que ponto as alterações genéticas afetam os alimentos e como isso vem acontecendo na última década?O que a globalização e as empresas multinacionais têm feito à vida dos agricultores com o uso da modificação genética nos alimentos? Existe uma tentativa de controle do sistema alimentar planetário? Como anda a agricultura sustentável nos dias atuais e sua convivência com a tecnologia genética.

domingo, 3 de maio de 2009

Documentário: A verdade sobre os alimentos OGM (organismos geneticamente modificados)

Descrição do canal - Importante documentário sobre os alimentos transgênicos, e sobre uma das maiores industrias de agrotóxicos, com apoio de organismos internacionais, que desenvolve esses alimentos.

Saiba o que são os alimentos transgênicos e como são regulados e o que você pode estar comendo sem sequer saber.

Dividido em 4 partes:







sexta-feira, 24 de abril de 2009

Documentário - O mundo segundo a Monsanto

http://www.geocities.com/STARLAKE91/monsanto3.jpg

Descrição do Canal - A Monsanto produz 90% dos transgênicos plantados no mundo e é líder no mercado de sementes. Para ecologistas e movimentos sociais ligados a pequenos agricultores, a empresa é a encarnação do mal. Resultados de um trabalho de três anos de investigação da jornalista francesa Marie-Monique Robin, o livro Le Monde Selon Monsanto (O Mundo Segundo a Monsanto) e o documentário homônimo são um libelo contra os produtos e o lobby da multinacional. O trabalho cataloga ações da Monsanto para divulgar estudos científicos duvidosos de apoio às suas pesquisas e produtos, a exemplo do que fez por muitos anos a indústria do tabaco, relaciona a expansão dos grãos da empresa com suicídios de agricultores na Índia, rememora casos de contaminação pelo produto químico PCB e detalha as relações políticas da companhia que permitiram a liberação do plantio de transgênicos nos Estados Unidos. Em 2007, havia mais de 100 milhões de hectares plantados com sementes geneticamente modificadas, metade nos EUA e o restante em países emergentes como a Argentina, a China e o Brasil.Créditos para Marie-Monique Robin autora do livro e do filme, bem como diretora do filme.

Assista todos os videos através do link:http://www.youtube.com/view_play_list?p=3865AE9DF393B017

sábado, 7 de fevereiro de 2009

A manipulação alimentar da Monsanto

http://2.bp.blogspot.com/_ebjuuK-wOrc/SQimJewW5BI/AAAAAAAAAUM/e3ikHbffemI/s400/monsanto1.jpg

Os Crimes da Monsanto são revelados em livro.

25/03/2008 - Da Carta Capital

A Monsanto produz 90% dos transgênicos plantados no mundo e é líder no mercado de sementes. Tal hegemonia coloca a multinacional norte-americana no centro do debate sobre os benefícios e os riscos do uso de grãos geneticamente modificados. Para os defensores da manipulação dos genes, a Monsanto representa o futuro promissor da "revolução verde". Para ecologistas e movimentos sociais ligados a pequenos agricultores, a empresa é a encarnação do mal.


Esse último grupo acaba de ganhar um reforço a seus argumentos. Resultados de um trabalho de três anos de investigação da jornalista francesa Marie-Monique Robin, o livro Le Monde Selon Monsanto (O Mundo Segundo a Monsanto) e o documentário homônimo são um libelo contra os produtos e o lobby da multinacional.


O trabalho cataloga ações da Monsanto para divulgar estudos científicos duvidosos de apoio às suas pesquisas e produtos, a exemplo do que fez por muitos anos a indústria do tabaco, relaciona a expansão dos grãos da empresa com suicídios de agricultores na Índia, rememora casos de contaminação pelo produto químico PCB e detalha as relações políticas da companhia que permitiram a liberação do plantio de transgênicos nos Estados Unidos. Em 2007, havia mais de 100 milhões de hectares plantados com sementes geneticamente modificadas, metade nos EUA e o restante em países emergentes como a Argentina, a China e o Brasil.


Marie-Monique Robin, renomada jornalista investigativa com 25 anos de experiência, traz depoimentos inéditos de cientistas, políticos e advogados. A obra esmiúça as relações políticas da multinacional com o governo democrata de Bill Clinton (1993-2001), e com o gabinete do ex-premier britânico Tony Blair. Entre as fontes estão ex-integrantes da Food and Drug Administration (FDA), a agência responsável pela liberação de alimentos e medicamentos nos EUA.


A repórter, filha de agricultores, viajou à Grã-Bretanha, Índia, México, Paraguai, Vietnã, Noruega e Itália para fazer as entrevistas. Antes, fez um profundo levantamento na internet e baseou sua investigação em documentos on-line para evitar possíveis processos movidos pela Monsanto. A empresa não deu entrevista à jornalista, mas, há poucas semanas, durante uma apresentação em Paris de outro documentário de Robin, uma funcionária da multinacional apareceu e avisou que a companhia seguia seus passos. Detalhe: a sede da Monsanto fica em Lyon, distante 465 quilômetros da capital francesa.

Procurada por CartaCapital, a Monsanto recusou-se a comentar as acusações no livro. Uma assessora sugeriu uma visita ao site da Associação Francesa de Informação Científica, onde há artigos de cientistas com críticas ao livro de Robin. A revista, devidamente autorizada pelo autor, reproduz na página 11 trechos do artigo de um desses cientistas, Marcel Kuntz, diretor do Centro Nacional de Pesquisa Científica de Grenoble.

Não é de hoje, mostra o livro, que herbicidas da Monsanto causam problemas ambientais e sociais. Robin narra a história de um processo movido por moradores da pequena Anniston, no Sul dos EUA, contra a multinacional, dona de uma fábrica de PCB fechada em 1971. Conhecida no Brasil como Ascarel, a substância tóxica era usada na fabricação de transformadores e entrava na composição da tinta usada na pintura dos cascos das embarcações. Aqui foi proibida em 1981.

A Monsanto, relata a repórter, sabia dos efeitos perversos do produto desde 1937. Mas manteve a fábrica em funcionamento por mais 34 anos. Em 2002, após sete anos de briga, os moradores de Anniston ganharam uma indenização de 700 milhões de dólares. Na cidade, com menos de 20 mil habitantes, foram registrados 450 casos de crianças com uma doença motora cerebral, além de dezenas de mortes provocadas pela contaminação com o PCB. Há 42 anos, a própria Monsanto realizou um estudo com a água de Anniston: os peixes morreram em três minutos cuspindo sangue.

Robin alerta que os tentáculos da Monsanto atingem até a Casa Branca. A influência remonta aos tempos da Segunda Guerra Mundial e ao período da chamada Guerra Fria. Donald Rumsfeld, ex-secretário de Defesa do governo Bush júnior, dirigiu a divisão farmacêutica da companhia. A multinacional manteve ainda uma parceria com os militares. Em 1942, o diretor Charles Thomas e a empresa ingressaram no Projeto Manhattan, que resultou na produção da bomba atômica. O executivo encerrou a carreira na presidência da Monsanto (1951-1960).

Na Guerra do Vietnã (1959-1975), a empresa fornecia o agente laranja, cujos efeitos duram até hoje. A jornalista visitou o Museu dos Horrores da Dioxina, em Ho Chi Minh (antiga Saigon), onde se podem ver os efeitos do produto sobre fetos e recém-nascidos.Alan Gibson, vice-presidente da associação dos veteranos norte-americanos da Guerra do Vietnã, falou à autora dos efeitos do agente laranja: "Um dia, estava lavando os pés e um pedaço de osso ficou na minha mão".

Boa parte do trabalho de Robin é dedicada a narrar as pressões sofridas por pesquisadores e funcionários de órgãos públicos que decidiram denunciar os efeitos dos produtos da empresa. É o exemplo de Cate Jenkis, química da EPA, a agência ambiental dos Estados Unidos.Em 1990, Jenkis fez um relatório sobre os efeitos da dioxina, o que lhe valeu a transferência para um posto burocrático. Graças à denúncia da pesquisadora, a lei americana mudou e passou a conceder auxílio a ex-combatentes do Vietnã. Após longa batalha judicial, Jenkis foi reintegrada ao antigo posto.


Há também o relato de Richard Burroughs, funcionário da FDA encarregado de avaliar o hormônio de crescimento bovino da Monsanto. Burroughs diz ter comprovado os efeitos nocivos do hormônio para a saúde de homens e animais e constatou que, com o gado debilitado, os pecuaristas usavam altas doses de antibióticos. Resultado: o leite acabava contaminado. Burroughs, conta a jornalista, foi demitido. Mas um estudo recente revela que a taxa de câncer no seio entre as norte-americanas com mais de 50 anos cresceu 55,3% entre 1994, ano do lançamento do hormônio nos Estados Unidos, e 2002.

Segundo Robin, a liberação das sementes transgênicas nos Estados Unidos foi resultado do forte lobby da empresa na Casa Branca, principalmente durante o governo Clinton. Uma das "coincidências": quem elaborou, na FDA, a regulamentação dos grãos geneticamente modificados foi Michael Taylor, que nos anos 90 fora um dos vice-presidentes da Monsanto.

A repórter se detém sobre o "princípio da equivalência em substância", conceito fundamental para regulamentação dos transgênicos em todo o mundo. A fórmula estabelece que os componentes dos alimentos de uma planta transgênica serão os mesmos ou similares aos encontrados nos alimentos "convencionais".Robin encontrou-se com Dan Glickman, que foi secretário de Estado da Agricultura do governo Clinton, responsável pela autorização dos transgênicos nos EUA. Glickman confessou, em 2006, ter mudado de posição e admitiu ter sido pressionado após sugerir que as companhias realizassem testes suplementares sobre os transgênicos. As críticas vieram dos colegas da área de comércio exterior.

Houve pressões, segundo o livro, também no Reino Unido. O cientista Arpad Pusztai, funcionário do Instituto Rowett, um dos mais renomados da Grã-Bretanha, teria sido punido após divulgar resultados controversos sobre alimentos transgênicos. Em 1998, Pusztai deu uma entrevista à rede de tevê BBC. Perguntado se comeria batatas transgênicas, disparou: "Não. Como um cientista que trabalha ativamente neste setor, considero que não é justo tomar os cidadãos britânicos por cobaias". Após a entrevista, o contrato de Pusztai foi suspenso, sua equipe dissolvida, os documentos e computadores confiscados. Pusztai também foi proibido de falar com a imprensa. No artigo reproduzido à página 11, Kuntz afirma que o cientista perdeu o emprego por não apresentar resultados consistentes que embasassem as declarações à imprensa.

Pusztai afirma que só compreendeu a situação, em 1999, ao saber que assessores do governo britânico haviam ligado para a direção do instituto no dia da sua demissão. Em 2003, Robert Orsko, ex-integrante do Instituto Rowett, teria confirmado que a "Monsanto tinha ligado para Bill Clinton, que, em seguida, ligou para Tony Blair". E assim o cientista perdeu o emprego.Nas viagens por países emergentes, Robin colheu histórias de falta de controle no plantio de transgênicos e prejuízos a pequenos agricultores. No México, na Argentina e no Brasil, plantações de soja e milho convencionais acabaram contaminadas por transgênicos, o que forçou, como no caso brasileiro, a liberação do uso das sementes da Monsanto (que fatura com os royalties).

De acordo com a jornalista, o uso da soja Roundup Ready (RR), muito utilizada no Brasil e na Argentina, acrescenta outro ganho à Monsanto, ao provocar o aumento do uso do herbicida Roundup. Na era pré-RR, a Argentina consumia 1 milhão de litros de glifosato, volume que saltou para 150 milhões em 2005. De lá para cá, a empresa suprimiu os descontos na comercialização do pesticida, aumentando seus lucros.

Um dos ícones do drama social dos transgênicos, diz o livro, é a Índia. Entre junho de 2005 (data da introdução do algodão transgênico Bt no estado indiano de Maharashtra) e dezembro de 2006, 1.280 agricultores se mataram. Um suicídio a cada oito horas. A maioria por não conseguir bancar os custos com o plantio de grãos geneticamente modificados.Robin relata a tragédia desses agricultores, que, durante séculos, semearam seus campos e agora se vêm às voltas com a compra de sementes, adubos e pesticidas, num círculo vicioso que termina em muitos casos na ingestão de um frasco de Roundup.

A jornalista descreve ainda o que diz ser o poder da Monsanto sobre a mídia internacional. Cita, entre outros, os casos dos jornalistas norte-americanos Jane Akre e Steve Wilson, duramente sancionados por terem realizado, em 1996, um documentário sobre o hormônio do crescimento. No país da democracia, a dupla se transformou em símbolo da censura.


Os cientistas, conta o livro, são frequentemente "cooptados" pela gigante norte-americana. Entre os "vendidos" está o renomado cancerologista Richard Doll, reconhecido por trabalhos que auxiliaram no combate à indústria do tabaco. Doll faleceu em 2005. No ano seguinte, o jornal britânico The Guardian revelou que durante 20 anos o pesquisador trabalhou para a Monsanto. Sua tarefa, com remuneração diária de 1,5 mil dólares, era a de redigir artigos provando que o meio ambiente tem uma função limitada na progressão das doenças. Foi um intenso arquiteto do "mundo mágico" da Monsanto.

FONTE

->O pior disso tudo é que eles ainda estão por trás da implantação global do temido codex alimentarius, que será implantado no mundo a partir de 31 de dezembro de 2009 e a partir daí poderão manipular todos os alimentos que nós comemos no nosso dia-a-dia.Para maiores detalhes olhem o artigo que publiquei no blog sobre o codex, ou se preferir dê uma olhada na net e saberão do que estou falando.