Autor: Carolanne Wright, 05 de Maio de 2014.




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Anodea Judith tem dedicado sua vida a ensinar sobre os chakras (os centros de energia sutil do corpo).
Neste video, ela oferece uma viagem visionaria e multi-sensorial atraves dos chakras, onde voce vai experimentar a funçao, o sentimento e a essência de cada um dos 7 principais chakras. O video vai seguindo pelo caminho da Kundalini que comanda a Força Vital e que desperta a consciência de cada chakra. No entanto, a maneira pela qual todos sao apresentados nao e apenas informativa, mas tambem extraordinariamente bonita! O estilo da narração de Anodea e suave e perfeito. A musica agradavel de Robin Prata apoia a narração e a animacao grafica 3-D de Alex Wayne que sao de alta qualidade.
Os amantes e praticantes na meditacao e ate mesmo aqueles que ainda nao tiveram contato com essa pratica vao gostar dessa experiencia fantastica.
Créditos de: Inacreditável
A campanha para vacinação da gripe suína iniciou-se esta semana por todo Brasil. A meta do governo de vacinar cerca de 91 milhões de brasileiros é viável, segundo o infectologista David Uip. Na Alemanha, cuja população fora vacinada antes do inverno europeu (final de 2009), já aparecem os primeiros processos judiciais devido aos efeitos colaterais causados pela vacina. Veja artigo de jornal alemão abaixo.
Em ritmo de samba, suor e pandeiro, Ministério da Saúde, fabricantes de vacinas e a grande mídia alardeiam com muita satisfação o início da mais nova campanha de vacinação em massa da população, desta vez contra a “pandemia” H1N1, conhecida popularmente como “gripe suína”.
Mesmo reconhecendo que o efeito até o momento desta “gripe suína” se assemelha ao da gripe comum, o governo federal gastou bilhões de reais para comprar vacina, mobilizar servidores públicos, hospitais, laboratórios etc. Sob a batuta da Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde comprou milhões de vacinas do laboratório Glaxo Smith Kline. Outro lote foi adquirido do Instituto Butantan, dirigido por Isaías Raw.

Governador José Serra aplica uma vacina em Isaías Raw
É claro que nunca iríamos imaginar que o diretor do Instituto Butantan estivesse tomando uma “vacina preparada”, sem qualquer antígeno e adjuvante – NR.
Vejamos o que o Portal da Saúde, ligado ao Ministério da Saúde responde diante da seguinte pergunta:
Esse vírus influenza pandêmico (H1N1) 2009 é mais violento e mata mais do que o vírus da gripe comum?
Até o momento, o comportamento da nova gripe se assemelha ao da gripe comum. Ou seja, o vírus pandêmico (H1N1) 2009 não se apresentou mais violento ou mortal, na população geral. A maioria absoluta das pessoas que adoece, seja pela gripe comum, seja pela gripe pandêmica, desenvolvem formas leves da doença e se recuperam, mesmo sem uso de medicamentos. Para ambas as gripes pessoas com doenças crônica, gestantes e crianças menores de dois anos são mais vulneráveis. Mas quando consideramos a população jovem previamente saudável, este vírus pandêmico tem um maior potencial de causar doença grave, quando comparado com o vírus da gripe comum. Por outro lado, o vírus pandêmico tem acometido menos as pessoas maiores de 60 anos. Mas ainda são necessários estudos mais aprofundados que estão sendo realizados, em todo o mundo, para esclarecer o comportamento do novo vírus. [portal.saude.gov.br]
Inacreditável! Mesmo sabendo que o efeito do “vírus” é tão insípido como aquele da nossa sempre recorrente gripe comum, o governo atual se curva diante do poder político de organismos supranacionais (OMS) e de conglomerados industriais do cartel farmacêutico – NR.
O que acontece então nos países que já vacinaram em massa a população, apesar da não-desprezível recusa popular em receber a vacina? Segue um artigo de um jornal da Alemanha:
A grande histeria em torno da gripe suína arrefeceu-se, porém, a apuração dos casos nas esferas médicas e jurídicas está correndo a todo vapor. Segundo informações do nosso jornal, cerca de 1.400 cidadãos alemães reclamaram de fortes efeitos colaterais após terem tomado a vacina contra o H1N1 – tendência de alta. No estado da federação Nordrhein-Westfalen um milhão de pessoas receberam a vacina.
Os efeitos colaterais mais citados são dores de cabeça (301 reclamações), dores no local da vacina (283), assim como dores de cabeça e calafrios. Mais de 100 vacinados vieram a desmaiar. “As secretarias de saúde investigam no momento se os efeitos colaterais foram provocados de fato pela vacina ou trata-se, por coincidência, de outra doença, a qual apareceria também sem a vacina”, disse Susanne Stöcker, porta-voz do Instituo Paul-Ehrlich, em Frankfurt.
No Ministério da Saúde em Düsseldorf já existem quatro processos de pacientes que afirmam ter adoecido gravemente após terem tomado a vacina. Uma mulher de Warendorf, que teve que ser internada num hospital, entrou na semana passada com um processo indenizatório na Cooperativa agrícola de Westfalen-Lippe. Um outro processo também deve-se iniciar em breve.
O Instituto Ehrlich parte do princípio que o adjuvante introduzido nas vacinas pelo fabricante Glaxo Smith Kline não representa um dano em potencial: “Naturalmente os efeitos colaterais são algo um pouco mais forte do que uma vacina normal. Isso nós sempre dissemos. Mas nós não temos qualquer conhecimento de uma enfermidade mais grave.”
Especialistas, políticos e médicos se reúnem agora para discutir como pode ser evitada uma histeria semelhante à que ocorreu com a gripe suína, diante de uma nova pandemia. Já existem críticas a vários funcionários da saúde: “Muitos provocaram muita merda através de suas declarações desastrosas. Isso não pode acontecer novamente”, disse um especialista que não quer citar seu nome. [Ibbenbürener Volkszeitung]
Qual seria a reação dos brasileiros de nossa “aldeia global” diante de um quadro semelhante?


As observações das plantas eram feitas duas vezes por semana, no horário mais quente do dia, das 10h30 às 15h, período em que as abelhas trabalham com a resina e a coletam. Após três anos de trabalho, descobriu-se que quase toda a própolis de Minas Gerais era verde e originada do alecrim do campo. O trabalho mostrou, também, que as abelhas reconheciam, instintivamente, as propriedades de algumas plantas.
Essa pesquisa motivou uma nova investigação que tem como objetivo descobrir uma indicação da origem geográfica da própolis verde, relacionando a presença de herbívoros que atacam esta planta, além da ligação destes com a produção e excreção de uma substância de defesa pela planta. Essa substância é o que as abelhas buscam para produzir a própolis, por isso a importância deste estudo. A equipe quer saber as características reais dos solos onde se encontra a matéria-prima para produção da própolis, os indicadores climáticos, os teores de substância de defesa produzidos pelas plantas em cada região, as qualidades da própolis, o modo de produção, entre outras variáveis. Ao fim, espera-se conseguir relacionar a qualidade e as características do produto com o meio geográfico.
Benefícios
A própolis (do grego pro = defesa e polis = cidade) é conhecida pelas suas propriedades terapêuticas. Uma das ações mais conhecidas é a antiinflamatória. “Na verdade, não é nem ação antiinflamatória, é antimicrobiana: a própolis mata as bactérias. Usar a própolis quando se inicia a dor de garganta é o recomendado, assim ela irá combater as bactérias. Por outro lado, se a pessoa já apresenta a dor, o resultado vai demorar mais”, explica a bióloga. A própolis atua contra fungos, possui atividade antitumoral, conserva alimentos (propriedade antioxidante), previne a cárie e o envelhecimento. “Os japoneses adoram nossa própolis por isso, eles buscam saúde em tudo.”
No futuro, esses estudos podem resultar em produtos farmacológicos à base de própolis. Um exemplo são os produtos que estão sendo desenvolvidos experimentalmente pela Funed, em parceria com as diretorias de Pesquisa e Industrial desta instituição, a Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas) e a Faculdade de Odontologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ao utilizar a própolis verde na elaboração de gel para servir no tratamento de “candidíase atrófica crônica” e anti-séptico bucal para “periimplantados”. Os resultados obtidos foram bons, sem efeitos colaterais e de valor abaixo dos produtos comerciais.