Pois nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia. - Marcos 4:22
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Paul Joseph Watson - A verdade sobre o decreto de banimento dos muçulmanos nos EUA
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Paul Joseph Watson - A Esquerda e O Islã: A Aliança Profana
quinta-feira, 31 de março de 2011
Obama no Brasil: O Espetáculo da Subalternidade

Blog Observar e Absorver
Toda a preparação oficial e a euforia dos meios de comunicação dominantes em nossa sociedade, diante da visita do “mandatário” imperial (que não manda nada), nos oferece um panorama constrangedor. Políticos historicamente alinhados aos interesses econômicos estadunidenses e outros nem tanto, prestam vassalagem ao poder das empresas multinacionais, simbolizados na figura da marionete e sua família, que fazem, simbolicamente, uma visita “familiar” à casa dos “amigos”. Posso ver, no escuro atrás e acima dessas figuras cênicas, as garras dos seus manipuladores, a partir das mega-petroleiras e de outras indústrias, como a de armamentos, a farmacêutica, a de alimentos transgênicos (leia-se “monopólios de sementes e alimentos”), etc.
Somos obrigados a assistir um show de idolatria planejada, de sujeição moral e ideológica à tirania mundial das grande empresas mundiais, poluidoras constantes e violadoras dos direitos humanos e de soberanias em países no mundo inteiro, através da bajulação do seu preposto e família.
Seria cômico, se não fosse trágico (devido à desinstrução e desinformação planejadas), ver esses jornalistas corruptos abanando os rabinhos, histéricos como cães à chegada do seu dono, fazendo-nos ouvir disparates como “neste dia tão especial dessa visita” e a referência ao motivo principal como “o lado empresarial da visita”, divulgando o cardápio do almoço com a presidente (eu escreveria “presidenta” se o masculino fosse “presidento”), comentando os vestidos e salamaleques rocambolescos nos palácios, longe do “fedor” do povo, nas cortes de ostentação e desperdício, de sujeição cultural e econômica.
É óbvio que o motivo principal e mal disfarçado dessa incursão “diplomática” é
o mesmo que levou o império a invadir ilegalmente o Iraque e armar um furdunço do Oriente Médio. Petróleo. As jazidas do pré-sal, ainda não inteiramente divulgadas, apontam pra uma quantidade de óleo três vezes maior que todas as reservas brasileiras e de melhor qualidade. Um amigo petroleiro, que trabalha numa plataforma em alto mar, próximo ao litoral de Santos, há dois anos, contou ver a passagem diária de navios da 4ª Frota dos USA, desde que se descobriu o pré-sal e se reativou essa frota. A onda que invadiu a baía de Guanabara e danificou um catamarã, segundo consta, foi fruto de uma explosão de teste, feita no fundo do mar a partir de um porta-aviões estadunidense.
Os pretextos da “visita diplomática” e sua encenação midiática são uma afronta aos que pensam por si, nessa coletividade narcotizada por obra e graça da mídia, que conta com a política da deseducação para encontrar um povo desarmado de senso crítico. O Estado brasileiro é como um criminoso que mantém seu povo refém da ignorância e entregue aos manipuladores da opinião pública, altamente capacitados e remunerados. Ricos de grana, pobres de espírito. Onde está a dignidade de quem bajula os opressores de seu próprio povo?
O estupro da Cinelândia pôde ser evitado, não pelo discernimento das autoridades locais, eufóricas com a oportunidade de paparicar o "imperador", mas pela própria segurança estrangeira que, diante das reações nas ruas, percebeu que isso ia dar merda e que eles se arriscariam a matar alguns brasileiros, o que, no momento, não seria aconselhável, pois desmascararia a própria “visita diplomática para o estreitamento dos laços entre os dois países (Brasil e USA)”. Na verdade, os laços que eles pretendem apertar estão nos nossos pescoços brasileiros e, por extensão, latinoamericanos. E eles preferem matar no atacado, com alta tecnologia, do que no varejo, em denunciador conflito de rua num país dito "amigo". Os assassinatos de varejo seletivo são trabalho para a CIA, como fizeram com os cientistas nucleares iranianos, pela sucursal da CIA, o MOSSAD israelense.
Diante desse quadro, ainda temos a lastimar que os “nossos” revolucionários também são estrangeiristas que pretendem aplicar, aqui, modelos estrangeiros de revolução. Leninistas, trotskistas, stalinistas e demais marxistas têm, pelo brasileiro comum, o mesmo desprezo dos imperialistas. Caem na vala comum de responsabilizar as vítimas pela ignorância e desinteresse, pretendem “conduzir as massas”, como quem entrega pizzas, e não fazem nenhum movimento de real conscientização do povo. Têm medo de entrar nas áreas de exclusão, a não ser através de lideranças cooptadas por suas siglas e, absurdo dos absurdos, usam roupas, tênis e bolsas de marca. Que tipo de “revolucionário” é esse? Respondo: é do tipo vazio de substância e cheio de vaidades – almeja apenas a glória entre seus pares, que nem falar a linguagem da população sabem. Esses caras mais assustam do que cativam a população. E acabam, em seus arroubos agressivos, justificando o desenvolvimento e o recrudescimento dos aparelhos de segurança do Estado contra o povo, principalmente os pobres. Facilitam o trabalho da mídia em criminalizar os movimentos de contestação, reivindicação, denúncia ou defesa da maioria. O sistema adora esses "revolucionários" que, além de justificar medidas de contenção, ajudam a montar um cenário "democrático". Em Cuba eles não teriam essa liberdade, dizem os pilantras, os elitistas e os ingênuos que se informam pela mídia. Se não fosse uma auto-denúncia, agradeceriam a esse bando de otários, digo, a esses "revolucionários".
O lamentável espetáculo da subalternidade dos “dirigentes” e “comunicadores” da nossa sociedade me faz agradecer à pereba na perna e à encomenda de uma pintura (num momento em que estou em dificuldades) que, juntos, me fizeram desisitir de ir lá na Cinelância, assistir aos acontecimentos ofensivos à dignidade do meu país. Faltasse um dos dois e eu teria ido. Claro que eu teria me divertido, encontraria conhecidos velhos de guerra e distribuiria cartazes manifestando repúdio, tanto à visita da marionete quanto à posição colonizada dos pretensos representantes da sociedade. Mas, com certeza, na reflexão forçada pela travessia das barcas, choraria de tristeza.
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Espero que gostem do texto acima, o qual me enviaram por email. O mais revoltante de tudo, fora a escalada da influência americana no Brasil, é o Obama ter a cara de pau de ordenar o ataque militar ilegal a Líbia a partir de nosso território.
E o mais incrível é que o mesmo presidente Obama disse em 2007, quando era anda um senador:
"O presidente não tem poder sob a Constituição para autorizar unilateralmente um ataque militar em uma situação que não envolve parar uma ameaça real ou iminente para a nação"._________________
Via: Blog A Nova Ordem Mundial
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Ex-Assessor Sênior de Clinton e membro bilderberg: Só um atentado terrorista salva Obama
Via: InfoWorld2012
Perdido em meio um artigo do Financial Times sobre como a crise de credibilidade de Obama vem crescendo e dos medos em nome dos democratas de que eles podem perder não só a Casa Branca, mas também o Senado aos republicanos, Robert Shapiro deixa claro que Obama está contando com uma surpresa de outubro no forma de um ataque terrorista para salvar sua presidência.
"A ponto principal aqui é que os americanos não acreditam na liderança do presidente Obama", disse Shapiro, acrescentando: "Ele tem que encontrar alguma maneira entre agora e novembro de demonstrar que ele é um líder que pode comandar a confiança e, um fora um evento de proporções como do 11 de setembro ou um bombardeio de Oklahoma, não sei como ele poderia fazer isso."
O aviso mascarado de Shapiro não deve ser menosprezado. Ele foi subsecretário de Comércio para a posse dos Assuntos Econômicos no mandato de Clinton e também atuou como principal consultor econômico de Clinton em sua campanha de 1991-1992. Shapiro é agora diretor da Iniciativa de Globalização da NDN e também presidente da Força Tarefa do Clima. Ele é um globalista proeminente que compareceu a várias reuniões do grupo Bilderberg na última década.
Shapiro está claramente comunicando a necessidade de um ataque terrorista ser lançado, a fim de dar a Obama a oportunidade de unir o país em torno de sua agenda, em nome da luta contra os terroristas, assim como o presidente Bush fez na sequência do 11 de setembro, quando o seu índice de aprovação subiu de cerca de 50%, para bem acima de 80%.
Do mesmo modo, Bill Clinton foi capaz de extinguir uma rebelião anti-incumbente (voto exercido contra os oficiais elegidos em poder, como forma de mostrar descontentamento) que se formava em meados da década de 1990, explorando o bombardeio de Oklahoma para demonizar seus inimigos políticos como extremistas de direita. Como Jack Cashill aponta, Clinton "chegou a Oklahoma City com um índice de aprovação por volta de 40% e deixou a cidade com um índice bem acima dos 50 e com a revolução republicana enterradas nos escombros."
Uma febre anti-incumbente está dominando o clima político mais uma vez, com os democratas enfrentando sérios desafios dos candidatos do Tea Party (partido que era inicialmente libertário e que é cada vez mais infiltrado), pessoas como o líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, que tem uma batalha em suas mãos contra Sharron Angle, uma candidata que a mídia corporativa tentou demonizar como uma extremista de direita porque apoia medidas populistas como a remoção de fluoreto de sódio do abastecimento de água e suporta o Oath Keepers, uma organização centrada na defesa dos direitos dos estados e da Constituição dos EUA.
Somente através da exploração de um ataque terrorista interno que podesse ser atribuído aos "radicais de direita" é que Obama pode esperar reverter a onda de candidatos anti-incumbentes que ameaçam diluir drasticamente o monopólio do poder dos candidatos do establishment (ordem dominante) de ambos os principais partidos políticos em Washington.
Shapiro é de modo algum o primeiro a assinalar que os ataques terroristas em solo americano ou mesmo em qualquer lugar do mundo servem apenas para beneficiar aqueles em posições de poder.
O apresentadir da CNN Rick Sanchez admitiu em seu show esta semana que os bombardeios mortais em Uganda, que mataram 74 pessoas foram "úteis" para a agenda do complexo militar-industrial para expandir a guerra contra o terrorismo na África.
Durante os últimos anos da presidência de Bush, o secretário da Defesa Donald Rumsfeld devaneou com a cúpula do Pentágono o suporte decrescente do congresso americano para expandir a guerra contra o terror poderia ser corrigida com a ajuda de outro ataque terrorista. O áudio confidencial foi liberado através do Freedom of Information Act e pode ser ouvido aqui.
Tenente-Coronel Doug Delaney, presidente do programa de estudos de guerra no Royal Military College, em Kingston, Ontario, disse ao jornal The Toronto Star em julho de 2007 que "A chave para o reforçar a determinação do mundo ocidental (em participar da guerra) é um outro ataque terrorista como o de 11 de setembro ou os atentados de Londres de dois anos atrás".
O sentimento também foi explicitamente expressa em um memorando do Partido Republicano de 2005, que ansiava por novos ataques que "validariam" a guerra do presidente contra o terror e "restaurariam a sua imagem como líder do povo americano."
Em junho de 2007, o presidente do Partido Republicano do Arkansas Milligan Dennis disse que era necessário mais ataques em solo americano para o presidente Bush recuperar a aprovação popular.
Dado o fato de que um ataque terrorista em solo americano servirá apenas para resgatar a presidência decadente de Barack Obama, e vai fazer absolutamente nada para atingir os objetivos dos chamados "extremistas de direita" em quem o ataque será responsabilizado, quem devemos suspeitar de serem os organizadores por trás de tais atos de terror? Certamente não Rahm Emanuel, o mestre de marionetes de Obama, o filho de um terrorista israelense que ajudou a explodir bombas em hoteis e praças, e o homem que disse uma vez: "Você nunca quer desperdicar uma grave crise.... Uma oportunidade de fazer coisas que você achou que você não poderia fazer antes."
Sem dúvida, as primeiras pessoas que devemos suspeitar como culpados no caso de um ataque terrorista doméstico nos Estados Unidos são os indivíduos por trás de Obama, globalistas que estão desesperados para neutralizar o crescente sucesso dos movimentos populares que vem criando uma onda de aumento ressentimento contra o governo como uma forma de obtenção de poder político real.
Fontes:
Prison Planet.com: Top Clinton Official: Only A Terror Attack Can Save Obama
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Administração Obama envia ordens ao Banco Mundial para manter a situação de pobreza do terceiro mundo
Prison Planet.com
Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Tradução: Revelatti

Mesmo em meio a revelações explosivas das Nações Unidas, emissão de relatórios do IPCC sobre as geleiras do Himalaia e da floresta amazônica repleta de dados incorretos, o governo tem "intensificado a pressão sobre o Banco Mundial não para financiar o carvão, usinas de energia nos países em desenvolvimento", relata o Times of India.
A ordem foi feito por Diretor Executivo Americano do Banco Mundial Whitney Debevoise, que representa os Estados Unidos, ao considerar todos os empréstimos, investimentos, estratégias de assistência aos países, os orçamentos, auditorias e planos de negócios das entidades do Grupo Banco Mundial.
Ao evitar as nações pobres de se tornar auto-suficientes, bloqueando-as de produzir sua própria energia, a administração de Obama quer garantir que milhões mais morrerão de fome e falta de acesso a hospitais e tratamentos médicos.
Não só estrangulando o fornecimento de energia aos países mais pobres impedindo-os na distribuição de alimentos adequados e levando mais fome, mas os hospitais e postos de saúde no terceiro mundo são mal capazes de funcionar como um resultado do Banco Mundial e outros organismos mundiais, ordenando-lhes em serem dependentes de fontes de energia renováveis, que são totalmente insuficientes.
Um exemplo apareceu no documentário A Grande Farsa do Aquecimento Global, que destacou como um posto de saúde do Quênia não poderia operar um frigorífico médico, bem como as luzes ao mesmo tempo, porque a facilidade era restrita a apenas dois painéis solares.
"Há alguém interessado em matar o sonho Africano. E o sonho Africano está se desenvolvendo ", disse o escritor e economista James Shikwati. "Eu não vejo como um painel solar vai ajudar uma indústria siderúrgica ... Estamos dizendo para 'Não tocar nos seus recursos. Não toque em seu óleo. Não toque em seu carvão. "Isso é suicídio."
Os rótulos desse programa dão a idéia de restringir as pessoas mais pobres do mundo para fontes alternativas de energia como "o aspecto mais moralmente repugnante da campanha do aquecimento global".
Como já anteriormente foi referido, a implementação de políticas decorrentes do fraudulento medo exagerado e tendenciosos estudos sobre o aquecimento global já estão devastando o terceiro mundo, com uma duplicação dos preços dos alimentos provocando fome em massa e morte.
As pessoas pobres em todo o mundo, "estão sendo mortas em grande número pela fome como resultado das (alterações climáticas) políticas", disse o cético Senhor Monckton no Alex Jones Show no mês passado, devido às grandes áreas de terras agrícolas que estão sendo entregues ao crescimento dos biocombustíveis.
"Veja o Haiti, onde vivem na lama, torta com lama real custa 3 centavos cada.... Que é o que estamos vivendo, ou melhor, eles estão morrendo", disse Monckton, relatando quando ele deu uma palestra sobre este assunto, uma senhora na fila da frente estourou em lágrimas e disse: "Acabei de voltar do Haiti - agora por causa da duplicação dos preços dos alimentos no mundo, eles não podem sequer pagar o preço de uma torta de lama e eles estão morrendo de fome em todo lugar".
Como o relatório do National Geographic confirmou, "Com os preços dos alimentos, os mais pobres do Haiti não podem pagar um prato diário de arroz, e alguns devem tomar medidas desesperadas para encherem a barriga, como "comer barro", em parte como conseqüência da "crescente demanda mundial por biocombustíveis".
Em abril de 2008, o presidente do Banco Mundial Robert Zoellick reconheceu que os biocombustíveis são um "contribuinte significativo" para os preços dos produtos alimentares, o que levou a protestos em países como Haiti, Egito, Filipinas, e até Itália.
"Nós estimamos que uma duplicação dos preços dos alimentos nos últimos três anos poderia empurrar 100 milhões de pessoas em países de baixa renda ainda mais na pobreza", afirmou.
Mesmo se queremos aceitar o fato de que a superpopulação será um problema persistente no terceiro mundo, o próprio meio pelo qual os países mais pobres, naturalmente mais baixa suas taxas de natalidade, sendo permitido o desenvolvimento de sua infra-estrutura, está sendo bloqueado pelas instituições globais em suas embargações políticas destinadas a manter o terceiro mundo na miséria e na pobreza.
Esta vai para o coração do que verdadeiramente representa a agenda por trás do movimento do aquecimento global - uma unidade malthusiana para manter os escravos oprimidos e impedir que as pessoas mais desesperadas do planeta de sairem fora da miséria e do desespero.
Fonte: Infowars - Obama Administration Orders World Bank To Keep Third World In Poverty
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Senado Americano Aprova a Revisão Total de seu Sistema de Saúde
Via PrisonPlanet.com
Quinta-Feira, 24 de Dezembro de 2009
Tradução: Revelatti
Na votação, por 60 votos à 39, senadores democratas apoiaram a mudança mais dramática na política de saúde em quatro décadas. O início da manhã de Natal a votação, após meses de disputas políticas que consumiram o Congresso Americano e colocaram em cheque a aprovação pública de votos de Obama.
"Esta é uma vitória para o povo americano", disse o senador democrata Harry Reid aos jornalistas depois.
A votação abre caminho a duras negociações em Janeiro com a Câmara dos Representantes, que aprovou a sua própria versão em 7 de novembro que apresenta as diferentes abordagens sobre os impostos, aborto e uma nova proposta de governo e executar o programa de seguros.
Uma vez que os negociadores Câmara-Senado concordar com uma votação única, cada câmara deve aprová-lo novamente antes de enviá-lo para que Obama assine e vire lei. Os democratas esperam terminar o trabalho antes que Obama volte de férias no final de janeiro.
"Esta luta foi longe de mais", disse o líder republicano no Senado, Mitch McConnell. "Meus colegas e eu vamos trabalhar para acabar com este projeto antes que se torne lei."
Na sessão de véspera de Natal do Senado - a primeira desde 1895 - uma promessa cumprida pelo líder democrata no Senado, Harry Reid, para aprovar o projeto antes do Natal. Oponentes republicanos atrasaram a votação final para o último dia possível, sob as regras do Senado, mas concordaram em uma votação no início da manhã para deixar as pessoas em casa.
Senadores chamaram os seus votos de sua mesa em uma chamada formal. Reid, que tinha estado a trabalhar todo o dia durante quatro semanas, equivocadamente votou "não" quando seu nome foi chamado pela primeira vez antes de votar a favor do projeto, ocorrendo uma gargalhada na sala.
"Isto é para meu amigo, Ted Kennedy," disse o senador democrata Robert Byrd, 92 anos, que votou "sim". Kennedy, que defendeu a reforma da saúde durante a sua longa carreira no Senado, morreu em agosto de câncer cerebral.
A revisão, a prioridade legislativa de Obama, levaria a maiores mudanças no sistema de saúde com custo em torno de US$ 2,5 Trilhões, a maior desde a criação do governo - para executar o programa de saúde Medicare para idosos e deficientes.
94 por cento de cobertura
O projeto seria ampliar a cobertura de saúde a mais de 30 milhões de segurados, que abrangem 94 por cento de todos os americanos, e as práticas da indústria como a recusa de parar seguros para pessoas com pré-condições médicas existentes.
Também seria necessário a maioria dos americanos que têm seguro, dar subsídios para ajudar a pagar algumas para a cobertura e criar intercâmbio baseado no estado onde o segurado possa comparar e fazer compras para os planos.
Disposições importantes, como as trocas não mudaram até 2014, mas muitas das reformas das companhias de seguros como de restrição de deixar cair a cobertura para o doente começará no primeiro ano.
Congressistas republicanos dizem que a lei é uma intromissão caro e mão pesada no sector da saúde que vai elevar os custos, aumentar o défice orçamental e reduzir as opções dos pacientes.
O apartidário Escritório de Orçamentos do Congresso estimou que o projeto do Senado vai cortar o déficit federal em $ 132 bilhões em 10 anos, mas os críticos argumentam que o aumento das receitas esperadas e economias de custo não poderam nunca se materializar.
Aprovação do projeto foi crucial para Obama, cuja posição política e agenda legislativa poderá depender de seu êxito. Avaliações públicas de Obama dizem que a aprovação caiu para cerca de 50 por cento nas pesquisas, onde muitos pedem aceso para esse debate qu se arrasta.
O Vice-Presidente Joe Biden, ex-senador, presidiu a votação e foi se juntar Obama na Casa Branca depois da declaração de vitória.
Obama, em seguida, irá sair de férias para o Havaí, o que acabou atrasando a passagem final no Senado.
Fonte: Reuters - U.S. Senate approves broad healthcare overhaul
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Medicare em crise: os efeitos devastadores de um projeto corporativo de saúde
Global Research, 27 de Novembro de 2009
Tradução: Revelatti
A continuidade através do debate interminável sobre cuidados de saúde têm esgotado a paciência da maioria dos americanos - os ziguezagues, a linguagem obscura e o fôlego longo dessa discussão intrinsecamente repugnante.
Mas agora a poeira está começando a se dissolver, e com a visão do Congresso para cuidados de saúde os EUA está emergindo. Em vez de ser "progressista", que será equivalente a um ataque massivo, empresas de inspiração para os trabalhadores americanos, os idosos e os pobres.
Depois de meses de confusão e atraso, o Congresso tem a energia de náufragos populares sobre cuidados de saúde para o pedra irregular de interesses corporativos. Mais espetacularmente, cuidados de saúde, a "reforma" está sendo usada como uma oportunidade de contribuir significativamente para a influência das corporações sobre as esferas sociais a longo prazo dedicado à classe trabalhadora - disposições aparentemente inofensivas carregam consigo enormes implicações.
Esses demônios escondem os detalhes dos projetos concorrentes de cuidados de saúde no Congresso, ambos contêm o direito debilitante político da direita escondida dentro de uma concha progressiva. Obama é, na verdade agindo como agente de mudança, para grande benefício da elite corporativa.
E, embora o projeto final ainda tem que ser trabalhado, existe acordos gerais a respeito do que a versão final será semelhante. Americanos serão obrigados a comprar o seguro das empresas de má qualidade, sem limite para o custo, sem garantia de qualidade, com grandes prêmios e outros truques para arrancar ainda mais os consumidores. Se uma opção pública surge na conta final - de modo algum, uma garantia - será encolhida suficiente para segurar poucas pessoas (2 por cento da população americana).
Mas fica pior. Como presente de cuidados de saúde, a "reforma" serao pagas com implicações que as atrocidades pareceram pequenas em relação as de cima.
Por exemplo, os democratas estavam determinados a aprovar um projeto de saúde que "não irá adicionar um centavo para o défice." E eles conseguiram: a Câmara e Senado contas de planos de cuidados de saúde tanto para diminuir o déficit de mais de US $ 100 bilhões. Mas um aluno de segundo ano pode fazer a matemática aqui: mais um serviço não é igual a um custo menor - um truísmo que domina a fins lucrativos da indústria de cuidados de saúde.
Assim como o plano do governo para economizar bilhões de dólares com ajuda de "milhões de pessoas"?
Os dois regimes de maiores economias de custos são as mais prejudiciais. A primeira é o ataque enorme do Medicare. Desde a sua criação, a elite empresarial queria este empurrar esse programa. Agora eles têm seu homem para o trabalho - um republicano nunca poderia fugir com a traição de tal modo evidente.
O Escritório de Orçamento do Congresso estima que a versão do Senado dos cuidados de saúde cortaria US$ 404 bilhoes de dólares de Medicare e Medicaid, a versão da casa cortaria US$ 570 bilhões de dólares. O corte final poderá ser muito maior. Obama fez a afirmação ridícula que só peças de "desperdício" de Medicare seriam cortado. A verdade é muito diferente.
Uma maneira que ambas as contas de cuidados de saúde no Congresso da Medicare é referida como "ganhos de produtividade forçada" - medidas de poupança de custos, essencialmente, aparando a gordura.
Quais são essas poupanças? O dispositivo mais mencionado - por políticos e meios semelhantes - é a redução dos "testes de desperdício" e os procedimentos que os médicos rotineiramente, uma idéia de que os cuidados de saúde do "amor" das mega-corporações. Vai economizar bilhões, enquanto terá efeitos catastróficos sobre a saúde de milhões de pessoas.
Por exemplo, o recente anúncio de que as mulheres agora serão persuadidas a cortar os rastreios do cancer de mama e do cancer do colo do útero têm causado alvoroço por todo o país: as pessoas estão fazendo a conexão corretamente por trás do ganhos de produtividade forçados do "Congresso" "e as novas "recomendações"que serão utilizadas pelas companhias de seguros para justificar o corte desses serviços, os quais irão impulsionar os lucros. O acordo geral por trás do racionamento de cuidados de saúde, desta forma será um ataque não só do Medicare, mas servirá como a espinha dorsal de qualquer projeto de saúde que passará, negativamente a efetuar todos as pessoas incapazes de pagar os cuidados de saúde de luxo.
Outro pedaço de Medicare que está sendo cortada é Medicare Advantage, um programa favorito do idoso por causa de seus serviços abrangentes. Os prêmios para este programa já estão subindo drasticamente em antecipação à passagem da conta de serviços de saúde, considerado pelo Congresso "um desperdício". Sem este programa, o Medicare será muito desvalorizado e será mais apropriadamente chamado de "band-aid para idosos".
Finalmente, a contas de saúde do Senado e os ataques aos cuidados do Medicare, reduzindo os pagamentos aos médicos por 25 por cento. Se os médicos recebem uma redução tão drástica de remuneração, eles simplesmente se recusam a ver os pacientes do Medicare ou Medicaid, as pessoas vão, assim, ficar segurando o papel, apenas. Os pacientes recém-segurados do Medicaid em qualquer novo projeto de lei do Congresso terão uma grande desilusão.
Depois da Medicare é prejudicada nas formas acima, o direito das empresas contra-patrocinadoras vão fazer um argumento muito convincente de que o "Medicare não funciona", levando a cortes futuros que irão destruir ainda mais o programa.
O segundo grande desastre escondidos no financiamento de um projeto de lei do Congresso de cuidados de saúde é o imposto sobre os chamados "dourados" ou "Cadillac", apólices de seguro de saúde que alguns empregadores oferecem aos seus trabalhadores. Esse imposto é, supostamente, pretendido às políticas de saúde que a "elite" dos trabalhadores recebem.
E quando deveriam existir nenhuma queixa sobre a tributação das empresas, os motivos por trás deste imposto especial estão enganando-os intencionalmente. Como se vê, muitos, se não a maioria dos trabalhadores em sindicatos serão incluídos neste imposto, que, segundo a versão do Senado, incluirá um plano de mais de US$ 8.000 para indivíduos e US$ 21.000 para famílias. Dificilmente a elite, irá considerar ainda a subida dos custos dos cuidados da saúde.
Se esta disposição estava passando - e é muito popular no Congresso - a reação imediata seria muito previsível: os empregadores seria imediatamente suspensos de seus planos de saúde, obrigando os trabalhadores para o agora o ato forçado de compra de cuidados de saúde inadequados. É por isso que os sindicatos se opoem a esse plano. Democrata da Califórnia, Pete Stark concorda: "Os empregadores e seguradoras reduzirão seus benefícios para evitar pagar o imposto proposto."
Trabalhadores jogados à sorte de ter contratos de união, serão fortemente pressionados a ceder seus planos, que no passado eles sacrificaram com os aumentos salariais para manter. Em última instância, os empregadores não têm uma nova desculpa para prestar cuidados de saúde aos trabalhadores.
Obama novamente usou a sua inteligência magnífica, totalmente obscura para a questão de apoio ao imposto:
"Eu acho que dar um desincentivo para as empresas de seguros a oferecer planos Cadillac que não fazem as pessoas mais saudáveis é parte do caminho que estamos indo para reduzir os custos dos cuidados de saúde para todos no longo prazo." Tradução: ele suporta tributar os cuidados de saúde de trabalhadores sindicalizados.
Em geral, um projeto de compromisso entre o Senado e a Câmara vai criar versões absolutamente desastrosas para a classe trabalhadora. Não será um sinal de "etapa progressista na direção certa", como muitos liberais reivindicam. No mínimo, será um passo para trás, embora mais provável, como um projeto de lei será uma enorme regressão, a um tempo onde os cuidados de saúde foi um privilégio exclusivo dos ricos.
O direito do ataque da asa do "Obamacare" - juntamente com a falta dos meios de comunicação de questionamento - tem protegido os democratas de qualquer debate sério sobre as questões acima, incluindo muitas outras preocupações não mencionadas aqui.
A legislação de lixo que o Congresso está produzindo é a consequência direta do Partido Democrata sendo dominada por corporações gigantes - neste caso, a indústria de cuidados de saúde. O sistema bipartidário é o sistema político da elite empresarial, que mudam filiações partidárias e quando acham conveniente, muitos deles jogar dinheiro igual em ambas as partes.
A proposta fundamental nesse sistema quebrado político precisa ser removido e organizado sob a sua própria força. Se os sindicatos tiveram o apoio dos democratas, organizou os seus membros e recursos para um novo partido político, e agressivamente as reformas que beneficiam a maioria dos trabalhadores americanos de classe, a democracia americana seria tremendamente fortalecida. Medicares não só poderiam ser salvas, mas ampliadas para todos, desde o nascimento até a morte e ser considerado um direito humano fundamental.
Fonte: Global Research - Medicare in Crisis: The Devastating Impacts of a Corporate Health Care Bill
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Chuck Norris: Palestras em Copenhague são para forjar "Uma Ordem Mundial"
Infowars.net
Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
Tradução: Revelatti
Estrela de TV e comentarista político Chuck Norris tem preocupações de que a próxima reunião das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, a ser realizada em Copenhague, começando 7 de dezembro, representa uma tentativa de promover uma agenda para criar "Uma Ordem Mundial" às custas da soberania nacional.
Algumas frases da entrevista:
"Eu realmente acho que ele está indo lá para tentar criar uma ordem de um mundo". Norris disse sobre o presidente Obama durante uma aparição no programa da Fox News mostrando seu mundo com Neil Cavuto.
"Minha grande preocupação é o fato é que nós como nação, se começarmos a ter que ser obrigados por outros países", disse Norris.
"Nesta conferência, eles vão tentar tomar o nosso dinheiro e enviá-lo para países do terceiro mundo por causa de, uma vez que nós gastamos tanto petróleo e esses outros países têm sofrido, então vamos dar o nosso dinheiro para esses países do terceiro mundo. "continuou ele.
"Neil, temos pessoas morrendo de fome aqui no nosso próprio país", disse Norris. "Você sabe, minha base, tenho as famílias, que estão vivendo a 9.000 dólares por ano - os miúdos que eu estou ensinando. Por que não estamos tentando ajudar a pobreza em nosso próprio país? "
Norris ecoou preocupações recentemente sublinhadas pelo conselheiro do governo britânico da ciência antiga, Senhor Christopher Monckton (palestra do dia 14/10), que afirmou que o verdadeiro objetivo da conferência é usar o hoax do aquecimento global como um pretexto para lançar os alicerces para um governo mundial.
Norris acrescentou que a conferência era menos sobre como salvar o planeta e mais sobre forrar ainda mais os bolsos das elites globalistas.
"Eu não acredito nisso", comentou Norris. "Primeiro de tudo, eu não acho que a China vai passar por isso. Eu não acredito que a Índia está vai caminhar para isso. ... [China] não vai mudar. A coisa é, para eles para dizer, "Estados Unidos, você muda, mas nós não vamos mudar, você tem que limpar seu país, nós estamos iguais, você sabe, continue a poluir a nossa parte do país. Você sabe, é ridículo. Ele realmente é. "
"Você sabe que Al Gore se tornou um milionário cem milhões de dólares, você sabe, a partir dessa hesitação global. Eu realmente não, eu não acredito por um segundo. Eu acho que é um grande jogo con que eles estão fazendo. "Norris disse.
Fonte: Infowars - Chuck Norris: Copenhagen Talks To Forge “One World Order”
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Vídeo: Eva Golinger - Estados Unidos Planeja Guerra na América Latina
O acordo entre Estados Unidos e Colômbia é uma declaração de guerra contra a América Latina e acaba com a suposta idéia da luta contra o "narcotráfico" e "terrorismo". Para mais informações, veja minha postagem anterior sobre o assunto clicando aqui.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Documentário: A queda da República (Volume 1)
Link para download: http://fim-apocalipse.blogspot.com/2009/11/queda-da-republica-legendado-fall-of.html
Documento oficial do Governo Americano revela as reais intenções por trás da invasão militar na Colômbia
por Eva Golinger
Tradução: Revelatti

Um documento oficial do Departamento da Força Aérea Americano revela que a base militar em Palanquero, Colômbia fornecerá ao Pentágono "... uma oportunidade para a realização de operações de espectro total em toda América do Sul ..." Esta informação contradiz o a Explicação oferecida pelo presidente colombiano, Alvaro Uribe e os Departamento de Estado dos EUA sobre o acordo militar assinado entre os dois países neste passado 30 de outubro. Ambos os governos têm afirmado publicamente que o acordo militar se refere apenas ao combate ao narcotráfico e operações de contraterrorismo no território colombiano. O presidente Uribe reiterou inúmeras vezes que o acordo militar com os EUA não irá afetar os vizinhos da Colômbia, apesar da constante preocupação na região sobre os verdadeiros objetivos do acordo. Mas a força aérea Americana fala no documento, datado de Maio de 2009, confirmando que as preocupações das nações sul-americanas têm sido bem no alvo. O documento expõe que as verdadeiras intenções por trás do acordo são para habilitar os EUA a participar no "espectro das operações militares em uma sub-região crítica do nosso hemisfério, onde a segurança e a estabilidade está sob ameaça constante de narcóticos que financiam insurreições terroristas ... e governos anti-EUA . "
O acordo militar entre Washington e Colômbia autoriza o acesso e utilização de sete instalações militares em Palanquero, Malambo, Tolemaida, Larandia, Apiay, Cartagena e Málaga. Além disso, o acordo prevê "o acesso e utilização de todas as outras instalações locais, conforme necessário" em toda a Colômbia, sem restrições. Juntamente com a imunidade completa o acordo prevê o pessoal militar e civil americano, inclusive de defesa e de segurança particulares, a cláusula que autoriza os EUA de utilizar qualquer tipo de instalação em todo o país - aeroportos mesmo comerciais, para fins militares, significa uma completa renúncia da soberania colombiana e oficialmente a Colômbia se converte em um cliente de estado dos EUA.
O documento da Força Aérea sublinha a importância da base militar em Palanquero e justifica os US $ 46 milhões solicitados no orçamento de 2010 (já aprovado pelo Congresso), a fim de melhorar o campo de pouso, rampas de associados e de outras instalações na base para convertê-lo em uma. Segurança Cooperativa Local dos EUA (CSL). "Estabelecer uma Cooperativa de Segurança Location (CSL) em Palanquero melhor suporte) (o COCOM do Comando Combatente Teatro Postura Estratégia e demonstra nosso compromisso para com esta relação. O desenvolvimento deste CSL proporciona uma oportunidade única para as operações de espectro total de uma sub-região crítica do nosso hemisfério, onde a segurança e a estabilidade está sob ameaça constante de narcóticos financiam insurreições terroristas, governos anti-americanos, a pobreza endêmica e repetição de desastres naturais. "
Não é difícil imaginar que os governos da América do Sul são considerados por Washington como "governos anti-EUA". As declarações constantes agressivas e declarações emitidas pelo Estado e os departamentos de Defesa e ao Congresso americano contra a Venezuela e Bolívia, e até certo ponto, Equador, prova de que as nações ALBA são os percebidos por Washington como uma ameaça constante ". Para classificar um país como "anti-EUA" é considerá-lo um inimigo dos Estados Unidos. Neste contexto, é óbvio que o acordo militar com a Colômbia é uma reação a uma região, os EUA a consideram agora cheia de "inimigos".
OPERAÇÕES ANTIDROGAS SÃO SECUNDÁRIAS
Por documento da Força Aérea, o "Acesso à Colômbia ainda mais a sua parceria estratégica com os Estados Unidos. A relação de forte cooperação de segurança também oferece uma oportunidade para a realização de operações de espectro total na América do Sul a incluir a capacidade de mitigar antidrogas. "Esta declaração evidencia claramente que as operações de combate aos narcóticos são secundários aos Objetivos reais do acordo militar entre a Colômbia e Washington. Novamente, isso contrasta claramente as declarações constantes do Uribe e do governo Obama insistindo que o foco principal do acordo é combater o tráfico de drogas e de produção. O documento enfatiza a necessidade de melhorar o "espectro" de operações militares na América do Sul - não apenas na Colômbia - a fim de combater "constantes ameaças" de "governos anti-EUA" na região.
PALANQUERO É A MELHOR OPÇÃO CONTINENTAL DE MOBILIDADE
O documento da Força Aérea explica que "Palanquero é inquestionavelmente o melhor local para investir no desenvolvimento de infra-estrutura dentro da Colômbia. A sua localização central, está ao alcance de áreas de operações ... ... seu isolamento maximiza Segurança Operacional (OPSEC) e Força de Proteção e minimiza o perfil militar dos EUA. A intenção é alavancar a infra-estrutura existente, na medida do possível, melhorar a capacidade dos EUA de responder rapidamente a crise e garantir o acesso regional e presença a um custo mínimo. Palanquero apóia a missão da mobilidade através do acesso a todo o continente sul-americano com a excepção do Cabo Horn ... "
ESPIONAGEM E GUERRA
O documento confirma que, adicionalmente, a presença militar americana em Palanquero, Colômbia, irá melhorar a capacidade de espionagem e operações de inteligência, e permitirá que as forças armadas dos EUA para aumentar as suas capacidades de guerra na região. "O desenvolvimento deste CSL ainda mais a parceria estratégica entre os EUA forjada com a Colômbia é do interesse de ambas as nações ... A presença também vai aumentar a nossa capacidade de condução de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR), melhorar o alcance global da logística, os requisitos de suporte , melhorar as parcerias, melhorar a cooperação em segurança e expandir a capacidade expedicionária de guerra ".
A linguagem da guerra incluída neste documento evidencia as verdadeiras intenções por trás do acordo militar entre Washington e Colômbia: eles estão se preparando para a guerra na América Latina. Os últimos dias foram cheios de conflitos e tensões entre Colômbia e Venezuela. Poucos dias atrás, o governo venezuelano capturaram três espiões da agência de inteligência colombiano, DAS, e descobriu desestabilização vários ativos e operações de espionagem contra Cuba, Equador e Venezuela. As operações - Fénix, Salomon e Falcón, respectivamente, foram revelados em documentos encontrados com os agentes capturaram da DAS. Cerca de duas semanas atrás, 10 corpos foram encontrados em Táchira, uma zona de fronteira com a Colômbia. Depois de concluir as investigações pertinentes, o governo venezuelano descobriu que os corpos pertenciam a grupos paramilitares colombianos que se infiltraram em território venezuelano. Esta perigosa infiltração paramilitar da Colômbia faz parte de um plano de desestabilização contra a Venezuela, que busca criar um estado dentro do território venezuelano de paramilitares na repartição para o governo do presidente Chávez.
O acordo militar entre Washington e na Colômbia só vai aumentar as tensões regionais e a violência. As informações reveladas no documento da Força Aérea Americana indiscutivelmente evidência de que Washington pretende promover um estado de guerra na América do Sul, usando a Colômbia como sua plataforma de lançamento. Antes desta declaração de guerra, os povos da América Latina deve estar forte e unificados. Integração latino-americana é a melhor defesa contra as agressões do império.
* O documento Americano da Força Aérea foi apresentado em Maio de 2009 para o Congresso como parte da justificação do orçamento de 2010. É um documento oficial do governo e reafirma a autenticidade do Livro Branco: Estratégia Global Enroute do Comando de Mobilidade Aérea Americana, que foi denunciado pelo presidente Hugo Chávez durante a reunião da Unasul em Bariloche, Argentina 28 de agosto desse ano. Tenho colocado o documento original e a tradução não-oficial de espanhol que eu fiz das partes relevantes relativas à Palanquero na página web do Centro de Alerta e defender o povo "Centro de Alerta para la Defensa de los pueblos", um novo espaço que estamos criando para garantir que informações estratégicas está disponível para aqueles sob a constante ameaça de agressão imperialista.
Fonte: Global Research - Official US Air Force Document Reveals the True Intentions Behind the US-Colombia Military Agreement
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Saiba mais sobre o Tratado de Copenhague
Surge então Lord Christopher Monckton. O ex-conselheiro de Margaret Thatcher fez uma palestra na Universidade Bethel, em St. Paul, Minnesota, no início deste mês que causou enorme alvoroço. Pela primeira vez, o público ouviu falar sobre as 181 páginas, datadas de 15 de setembro, que compõem a Convenção sobre o Framework das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, um rascunho do que pode ser assinado em dezembro.
Até agora, o vídeo de sua palestra teve mais de um milhão de acessos no YouTube. E ele merece mais milhões de acessos, porque Lord Monckton adverte que o objetivo do projeto do tratado de Copenhague é a criação de um governo "transnacional", em uma escala que o mundo nunca viu. (Veja o vídeo mais abaixo)
O "esquema para o novo arranjo institucional no âmbito da Convenção", que começa na página 18 contém a provisão de um "governo". O objetivo é dar a um organismo ainda sem nome da ONU o poder de intervir diretamente nos assuntos financeiros, económicos, fiscais e ambientais de todas as nações que assinarem o tratado de Copenhague.
A razão para esta tomada de poder é bastante clara: Complicadas cláusulas após cláusulas do projeto obriga os países desenvolvidos a pagar uma "dívida de adaptação" aos países em desenvolvimento para supostamente apoiar a mitigação das alterações climáticas. A cláusula 33 na página 39 diz que "até 2020 a escala dos fluxos financeiros para apoiar a adaptação dos países em desenvolvimento deve ser pelo menos de 67 bilhões de dólares ou na faixa de 70 a 140 bilhões de dólares por ano."
E como é que os países desenvolvidos providenciarão este fluxo financeiro para o mundo em desenvolvimento? O texto do projeto define várias alternativas, incluindo a opção sete, na página 135, que prevê "a taxa global de 2 por cento nas transações monetárias do mercado financeiro internacional dos países do Anexo I". O países do Anexo 1 são os países industrializados, que incluem entre outros os Estados Unidos, Austrália, Grã-Bretanha e Canadá.
Para ter certeza, os países que assinam tratados internacionais sempre cedem poderes a um órgão da ONU responsável pela execução das obrigações do tratado. Mas a diferença é que este tratado parece ter sido sujeito a tentativas incomuns para ocultar seu complicado conteúdo. E, além da dificuldade de tentar decifrar o palavreado da ONU, há uma abundância de cláusulas descritas como "alternativas" e "opcionais" que deve aumentar ainda mais a ira dos países livres e democráticos preocupados em preservar sua soberania.
Lord Monckton mesmo só tomou conhecimento dos poderes extraordinários a serem investidos neste governo mundial quando um amigo seu encontrou um obscuro site da ONU e pesquisou através de várias camadas de hiperlinks, antes de descobrir um documento que não é nem chamado de "esboço de tratado." Ao contrário, é rotulado de "nota do Secretariado"
Entrevistado pelo repórter de rádio Alan Jones em Sydney nesta segunda-feira, Lord Monckton disse que "esta é a primeira vez que eu vi qualquer tratado transnacional referindo-se a um novo órgão a ser criado no âmbito do tratado como um "governo". Mas são competências que serão dadas a este governo totalmente desprovido de eleições é que são tão assustadoras." Ele acrescentou: "A ambição absoluta deste novo governo mundial é enorme desde o início, mesmo antes de começar a dar poderes para si próprio como estas entidades normalmente o fazem".
Os críticos têm admoestado Senhor Monckton por sua linguagem colorida. Ele certamente tem sido vigoroso. Em sua exposição sobre o esboço do tratado de Copenhague, em St. Paul, ele advertiu os americanos de que "nas próximas semanas, a menos que vocês impeçam isso, seu presidente vai assinar sua liberdade, sua democracia e sua prosperidade para sempre." No entanto, os seus críticos não conseguem lidar com a substância do que ele diz.
Pergunte a si mesmo esta pergunta: Tendo em conta que nossos líderes políticos gastam centenas de horas conversando sobre a mudança climática e a necessidade de um consenso global em Copenhague, por que nenhum deles falou abertamente sobre os detalhes deste tratado sobre mudanças climáticas? Afinal, os signatários do tratado final estarao vinculados a ele por anos. O que exatamente eles estão escondendo? Graças ao Lord Monckton agora sabemos alguma coisa de seus planos.
Janos Pasztor, diretor do Secretário-Geral da Equipe de Apoio sobre Mudanças Climáticas, disse aos repórteres em Nova York nesta segunda-feira que com o Congresso dos EUA ainda para votar um projeto de lei sobre mudanças do clima, um tratado global sobre mudanças climáticas é agora um resultado improvável em Copenhague. Vamos esperar que ele esteja correto. E obrigado América.
Veja o vídeo com um trecho de 4 minutos da apresentação:
Fontes:
Wall Street Journal: Has Anyone Read the Copenhagen Agreement?
Climate change denier Lord Monckton meets Glenn Beck
Vídeo Entrevista com Glenn Beck (em inglês)
Tratado de Copenhague - A um passo da nova ordem mundial
O governo mundial será oficializado ainda esse ano. Nosso recibo de venda será assinado em Dezembro. E agora? o que faremos?
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Governo Obama faz propaganda enganosa acerca da gripe suína
por Richard Gale e Dr. Gary Null
O presidente Obama e os seus principais responsáveis superiores na área da saúde estão empenhados num grande esforço de relações públicas para afastar as atenções acerca da efectividade e segurança da vacina para gripe suína – desviando-a para a questão de haver quantidade suficiente da mesma para satisfazer a todos. E a mídia, como sempre, em plena cooperação. Isto reflete o modo como o debate da mídia foi manipulado durante as guerras do Vietnam e do Iraque. Ao invés de debater se deveríamos mesmo estar combatendo naquelas guerras, a mídia debatia apenas se estávamos utilizando a estratégia militar correta.
Um número crescente de cientistas e médicos está emitindo duras críticas ao plano do governo para vacinar (forçosamente se necessário) virtualmente toda a população dos EUA com o que eles afirmam ser uma vacina fracamente testada que não só é ineficaz contra a gripe suína como também poderia incapacitar e mesmo matar muito mais pessoas do que beneficiar.
A campanha de relações públicas dos Centers for Disease Control ( CDC ) tem divulgado anúncios "amedrontadores" que retratam a gripe suína como uma "pandemia" total responsável por destruir vidas sem conta e que, se não travada pela vacinação universal, poderia matar milhões de cidadãos americanos. Mas cientistas e responsáveis da saúde por todo o mundo têm afirmado que tais afirmações dos governos são injustificadas e deliberadamente enganosas.
O Dr. Anthony Morris, por exemplo, um distinto virologista e antigo chefe do Gabinete de Vacinas da Federal Drug Administration (FDA) dos EUA, declara que "Não há evidência de que qualquer vacina da gripe desenvolvida até agora seja eficaz na prevenção ou mitigação de qualquer ataque de gripe" e que "Os produtores destas vacinas sabem que elas são sem valor, mas eles continuam a vendê-las de qualquer modo".
Em Novembro de 2007 o jornal britânico The Scotsman publicou advertências do inventor da vacina por injecção ("flu jab"), Dr. Graeme Laver. O Dr. Laver foi um grande cientista australiano envolvido na invenção de uma vacina para gripe, além de desempenhar um papel científico de relevo na descoberta de drogas anti-gripe. Ele declarou publicamente que a vacina que ajudou a criar era ineficaz e [que] a infecção natural com a gripe era mais segura. "Nunca fiquei impressionado com a sua eficácia", disse o Dr. Laver.
Ouvimos a suposição feita pelo CDC de que o número de mortes do vírus H1N1 está em níveis pandêmicos e agora numa "emergência nacional". Era de supor que com todos os recursos do New York Times a sua matéria de primeira página da edição de 26 de Outubro sobre as estatísticas dos CDCs seria rigorosa: 20 mil hospitalizações e 1000 mortes devidas à gripe suína. Contudo, isto é tudo ficção. E é uma ficção baseada unicamente nas próprias declarações e ações contraditórias do CDC.
Nossas investigações independentes em ensaios clínicos (clinical trails) e estudos estatísticos das vacinas da gripe revelam gritantes discrepâncias. Não esqueçamos que é este mesmo New York Times, com a sua repórter "estrela" Judith Miller, que levou a América a acreditar que Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa, tentava comprar minério de urânio do Niger e tinha acordos com a al-Qaeda. E vamos também recordar que sãeo estes mesmos CDCs, e responsáveis da saúde em Washington, incluindo o presidente Ford e o seu principal conselheiro de saúde Joseph Califano, que promoveram e propagandearam uma vacina não testada durante o susto da gripe suína de 1976, a qual resultou em milhares de americanos gravemente prejudicados do ponto de vista neurológico e cerca de 500 mortes confirmadas. Para além de paralisias permanentes, muitas destas vítimas da vacina também passaram por processos tortuosos durante muitos anos para fazer o governo reconhecer a sua enfermidade e ajudar a cobrir os seus custos. Não só a previsão do CDC e a campanha de vacinação para o período de gripe de 1976 foi um desastre total como também revelou-se um escândalo mortal, testemunhado nos Estados Unidos no [programa] 60 Minutes quando o Dr. David Sencer, então chefe do CDC, confirmou que a vacina nunca fora testada em campo, que havia apenas vários incidentes relatados de infecção H1N1 e nenhum destes fora confirmado oficialmente, e então mentiu acerca do CDC não terem evidências anteriores de que a vacina da gripe suína podia causar danos neurológicos graves e permanentes. O resultado final do desastre de 1976 custou ao governo US$3,5 bilhões em indenizações, dois terços foram para prejuízos neurológicos graves e mortes devidas diretamente à campanha de vacinação do CDC.
Portanto, ser anti-vacina ou pró-vacina não é a questão mais urgente. O que é crítico é se há ou não ciência legítima e sã para apoiar uma ou outra posição. Quanto a isso, os fabricantes da vacina e nossas agências federais de saúde fracassaram no passado e continuam a fracassar hoje. E elas fracassam melancolicamente. Não há absolutamente qualquer evidência de protocolo científico são ou de qualquer coisa que se assemelhe a um padrão ouro por trás das estatísticas de infecção da gripe suína, da eficácia da vacina e dos ensaios clínicos de segurança para suportar as afirmações de Obama e dos seus conselheiros de saúde. Ao invés disso, os relatórios sobre hospitalizações e mortes devidas ao vírus H1N1 estão grosseiramente distorcidos. O que estamos realmente a testemunhar é ciência "oficial" e estatísticas que são pouco mais do que propaganda.
Um desenvolvimento infeliz ao longo de anos é a noção de que existe tal coisa como uma "estação da gripe". A verdade é que nos movemos anualmente para períodos onde há aumentos dramáticos em elementos patogênicos que provocam algo parecido com a gripe (flu-like), no entanto a maioria destes não estão relacionados com qualquer estirpe de vírus da gripe. Pode haver entre 150 e 200 diferentes elementos patogênicos – adenovirus, rinovirus, para-gripe, o muito comum coronavirus e, naturalmente, pneumonia — que produzem sintomas parecidos com a gripe, e pior, durante a "estação da gripe". Por exemplo, quantas pessoas ouviram falar do bocavirus, o qual é responsável pela bronquite e pneumonia em crianças, ou do metapneumovirus, responsável por mais de 5 por cento de todas as doenças relacionadas com a gripe? Isto é verdadeiro durante toda a estação da gripe e este ano não é diferente. Além disso, todas as vacinações da gripe, incluindo a gripe suína, são inúteis para proteger pessoas destes muitos organismos infecciosos prevalecentes.
Se tomarmos os números somados das mortes por gripe e pneumonia para o período de 2001, e acrescentarmos um bocado de viés (spin) aos números, somos levados a acreditar que 62.034 pessoas morreram de gripe. Os números reais determinados por Peter Doshi, então na Universidade de Harvard, são de 61.777 mortos devidos à pneumonia e apenas 257 devidos à gripe. Ainda mais admirável: entre aqueles 257 casos apenas 18 foram confirmados positivamente serem devidos à gripe. Um estudo separado efetuado pelo National Center for Health Statistics para os períodos de gripe de 1979 até 2002 revelou que a verdadeira amplitude das mortes por gripe foram entre 257 e 3006, com uma média de 1348 por ano.
O recente CBS Investigative Report, publicado em 21 de Outubro, é um exemplo. Depois de os CDCs se terem recusado a honrar o pedido da CBS, ao abrigo da Freedom of Information, para receber dados da infecção da gripe para cada estado individual, a rede executou uma investigação independente que alcançou todos os 50 estados a fim de obter as suas estatísticas. O seu relatório contradiz dramaticamente a campanha de relações públicas do CDC. Na Califórnia, por exemplo, entre os cerca de 13 mil casos semelhantes à gripe, 86 por cento dos testes foram negativos para qualquer estirpe de gripe. Na Florida, em 8.853 casos, 83 por cento foram negativos. Na Geórgia e no Alasca, apenas 2,4 por cento e 1 por cento respectivamente dos testes foram positivos para o vírus da gripe entre todos os casos semelhantes à gripe relatados. Se os rácios da taxa infecciosa obtidos pela CBS são precisos, os números dos CDCs são reduzidos significativamente e concordam com anteriores previsões de que o vírus H1N1 será simplesmente um aborrecimento não bem-vindo. Assim, estamos em meio a uma enorme farsa (hoax) médica, cujo desígnio e propósito têm de ainda de desdobrar-se completamente, que no entanto arrecadará enormes rendimentos para o complexo industrial das vacinas.
Outro exemplo é um recente relatório alarmista emitido a partir da Georgetown University, também usurpada por responsáveis federais da saúde e os seus camaradas multimedia para alimentar uma campanha de medo e de pânico. O relatório anunciava que mais de 250 estudantes foram infectados pela gripe suína quando de fato nenhum destes estudantes fora testado quanto à infecção H1N1. O número da universidade era baseado unicamente numa contagem de visitas de estudantes à clínica de saúde e telefonemas a uma linha direta H1N1.
Esta não é a primeira vez em que previsões do CDC para estirpes de gripe foram exageradas e mal calculadas. Numa entrevista à televisão sueca, o Dr. Tom Jefferson, chefe de estudos de vacina no prestigioso Cochrane Database Collaboration internacional, depois de rever centenas de estudos de gripe e análises estatísticas, disse que da OMC e do CDC que os seus "desempenhos não eram muito bons". E numa entrevista à ITN News no mês passado, Jefferson chamou a pandemia de gripe suína um "rolo compressor que eles [a OMC, agências do governo e fabricantes de vacina] criaram". Para a estação 1992-1993, a previsão afastou-se 84 por cento. Para a estação 1994-1995, afastou-se 43 por cento para a estirpe primária e 87 por cento e 76 por cento para duas outras estirpes. O estudo do Laboratory Center for Disease Control comparando estirpes de vacina com as estirpes que apareceram durante a estação 1997-1998 descobriu que a diferença afastava-se em 84 por cento. Mais uma vez o Dr. Jefferson, numa entrevista à Der Spiegel, observou:
"há algumas pessoas que fazem previsões anos após ano, e elas tornam-se cada vez piores. Nenhuma delas até então aconteceu e estas pessoas ainda estão ali a fazerem estas previsões. Por exemplo: o que aconteceu com a gripe aviária, a qual era suposto matar a todos?... A gripe suína podia mesmo ter permanecido não noticiada se tivesse sido provocada por algum vírus desconhecido ao invés de um vírus da gripe... Uma vacina da gripe não funciona para a maioria das doenças parecidas com gripe porque é concebida apenas para combater o vírus da gripe. Por esta razão, as vacinas não mudam nada quando chega a alta taxa de mortalidade durante os meses de Inverno".
Nossa revisão de todos os estudos de ensaios clínicos conduzidos pelos fabricantes da vacina H1N1 para pré licenciamento no mercado americano — CSL, Novartis, Sanofi-Pasteur, Medimmune e agora GlaxoSmithKline — revela que eles foram deficientemente concebidos e fracamente executados. Qualquer professor de biologia molecular ou virologia reprovaria um estudante graduado que apresentasse um documento apoiando-se em investigação conduzida à maneira dos estudos que as corporações das vacinas submetem à FDA. No entanto, é esta falta de aleatorização saudável, estudos controlados de placebos sem inter-influência (double-blind controlled placebo studies), particularmente para vacinas de vírus inativados, que o nosso governo está declarando definitivo e está utilizando para justificar a vacinação em massa da nossa população.
Na semana passada, autoridades de saúde da Suíça rejeitaram a nova vacina de gripe suína da Novartis, a Celtura, destinada a mulheres e crianças, porque os estudos da companhia eram insuficientes para garantir a sua segurança. Além disso, a nova vacina da Novartis, a qual utiliza uma célula base de cães, descobriu-se estar contaminada com bactéria específica de cães. O jornal suíço Tagesanzeiger, também observou que permanece alguma suspeita de que a nova vacina Novartis pode ser um reempacotamento de uma vacina anterior de 2008 responsável pela morte de quase duas dúzias de pessoas sem abrigo durante um ensaio clínico ilegal na Polónia. Esta é a mesma Novartis cuja vacina Fluvirin H1N1 distribuída nos EUA contando apenas com um apressado ensaio de eficácia clínica e segurança que arrolava apenas um pequeno número de adultos saudáveis. A Novartis provavelmente permanece não perturbada. O gigante farmacêutico suíço relatou um lucro de US$6,1 bilhões até agora neste ano e espera promover vendas no trimestre final com a vacina da gripe suína.
Em Julho, o CDC anunciou que cessaria de testar e contar infecções H1N1. A sua razão pública era simplesmente que estão convencidos de que há uma pandemia e, portanto, a monitoração precisa era desnecessária. Em 30 de Agosto, o CDC declarou que os estados deveriam relatar hospitalizações associadas à gripe e à pneumonia em conjunto, não escolhendo casos reais de infecção H1N1 se acontecer ser algum deles realmente confirmado por um laboratório. Esta sempre foi a política do CDS e o número de 36 mil mortes anuais por gripe repetido ad nauseam no seu sítio web e vomitado a partir dos púlpitos da mídia durante vários anos em contínuo não distingue entre pneumonia, gripe e outras mortes por elementos patogênicos semelhantes à gripe. Talvez fizesse pouca diferença porque os atuais testes de diagnóstico rápido para o vírus H1N1 podem atingir apenas 10-50 por cento de precisão.
Em outros lugares do mundo, particularmente na Europa, os civis estão rejeitando cada vez mais a vacina H1N1. Inquéritos recentes na Alemanha e na Áustria mostram apenas 13 e 18 respectivamente desejosos de tomar a injecção. Na Suécia, foram anunciadas quatro mortes relacionadas com a vacina e quase 200 trabalhadores de cuidados de saúde relataram terem ficado mais gravemente doente a partir da vacinação do que poderiam ter ficado com uma infecção de gripe. Nos EUA, em qualquer parte, 90 a 99 por cento dos efeitos adversos não são relatados.
Se as pessoas simplesmente desligassem o ruído de propaganda do CDC que explode através do rádio, da TV e dos jornais — o espectáculo de locutores a serem inoculados, entrevistas com responsáveis de saúde do governo ou médicos privados e acadêmicos que recebem emolumentos de consultoria de fabricantes de droga, e o disparate do New York Times — e simplesmente fizessem o seu trabalho de casa, os americanos acordariam e perceberiam a farsa por trás da pandemia de gripe suína. Toda a informação está diante de nós. Nada está escondido. Todas as contradições e hipocrisias estão contidas dentro do maciço complexo industrial das vacinas — incluindo as agências governamentais de saúde e associações médicas profissionais. A mentira é demasiado grande para não se revelarem simplesmente se olharmos. 29/Outubro/2009
Dr. Gary Null: Apresentador do mais antigo programa de rádio sobre nutrição e saúde natural e diretor com muitos prêmios de filmes documentários, incluindo Vaccine Nation e Autism: Made in the USA . O Dr. Null também apresentou queixa num processo legal contra a FDA a fim de impedir o lançamento da vacina de gripe suína até terem sido feitos estudos seguros.
Artigo original: Global Research
terça-feira, 27 de outubro de 2009
"Emergência Nacional" de Obama viola a Constituição
Infowars
26 de outubro de 2009
Tradução: Revelatti

Drew Zahn, escrevendo para WorldNetDaily, informa sua discordância ao Infowars sobre a declaração de "emergência nacional" dada por Obama é comparavel à lei marcial. Um artigo de Kurt Nimmo de InfoWars expoe essa preocupação um passo adiante, querendo saber se o porque dessa declaração da Casa Branca, na qual se ocupam de certas medidas da Lei Nacional de Emergências, escreve Zahn. "Mas mesmo que exista realmente um complô para manipular o surto do vírus H1N1 em execução provocando uma expansão de varrer o poder federal, a 'emergência nacional' de hoje está muito "aquém da lei marcial".
Zahn escreve que as leis promulgadas pelo anúncio do presidente existem claras barreiras meramente administrativas para o processamento dos pagamentos do Medicare e que as disposições da Lei Nacional de Emergências citado por Obama em seu pronunciamento limita o poder que o seu governo possa tomar. Em seguida, ele cita o artigo 301 proíbe que o presidente assuma quaisquer poderes da Lei Nacional de Emergências, exceto os listados no anúncio de emergência. A lista trata com o Medicare, Medicaid, normas de privacidade de HIPAA e outras funções burocráticas do departamento de Saúde e Serviços Humanos.
Revogar o direito de habeas corpus é inconstitucional. Assim está declarando uma emergência nacional, sem aprovação do Congresso. A Constituição declara: "O Privilégio de Ordem de Habeas Corpus não será suspenso, exceto em casos de rebelião ou invasão da segurança pública assim o exigir".
Pode-se argumentar que Obama está invocando a Constituição por uma questão de "segurança pública", ou seja, até você olhar para os fatos - a pandemia "H1N1" não ameaça a segurança da maioria dos americanos. É muito menos mortal do que a gripe sazonal. Quando foi a última vez que um presidente declarou estado de emergência nacional sobre a gripe sazonal?
Um estado de emergência (independente do pretexto) permite Obama a fazer uma série de coisas. Como o Dr. Harold C. Relyea, um especialista no governo nacional, com o Congressional Research Service (CRS) da Biblioteca do Congresso, tem escrito, "quando o Presidente declara formalmente uma emergência nacional, ele pode apreender os bens, organizar e controlar os meios de produção, apreender mercadorias, atribuir as forças militares no exterior, o instituto de lei marcial apreende e controlar todo o transporte e comunicação, regula o funcionamento das empresas privadas, restringe o curso e, em uma variedade de formas, controla a vida dos cidadãos dos Estados Unidos. "
Declaração de Obama, no entanto, é incidente porque os Estados Unidos tem estado sob um estado de emergência desde 14 de setembro de 2001. Bush estendeu essa "emergência" (contra uma ameaça terrorista fictícia) em 28 de agosto de 2008.
"Será que o presidente Obama permitiria que o estado de emergência nacional, declarada pelo primeiro presidente George W. Bush em 14/09/01 e re-declarado sete vezes, permaneça em vigor", perguntou Peter Dale Scott e Dan Hamburgo, em 10 de fevereiro de 2009 .
Em 10 de setembro deste ano, Obama reinstituiu o Estado de Emergência Nacional.
Como Infowars observou no fim de semana, depois de uma emergência nacional é declarada o presidente tem plena autoridade para substituir o Congresso e a Constituição sob o Ato de John Warner de 2007, aprovada pelo Congresso e assinado na lei em 17 de outubro de 2006. Warner amplia o poder do presidente em situações de emergência nacional, mais precisamente na seção 1076.
Declaração de Obama de emergência nacionais - independentemente de sua ênfase sobre o funcionamento burocrático do HHS e Medicare - é simplesmente um exemplo de como o executivo agora funciona como uma ditadura.
A declaração precisa ser considerado em um contexto mais amplo de leis autoritárias e diretivas presidenciais que violam a letra e o espírito da lei.
O Ato Patriota dos EUA permite "e faz reviras" buscas sem notificação, a recolha de informação (médica, financeira, e os registros mesmo arquivados) sem mostrar a causa provável. O itinerante de escutas "John Doe" violam o primeiro, quarto, quinto, oitavo e décima alterações.
Ordem Executiva 13438 permite que o presidente e o secretário do Tesouro para confiscar os bens de "certas pessoas" que se opõem à invasão e ocupação do Iraque (primeiro, quarto e quinto artigos violados).
O Ato de Autorização de Defesa John Warner, mencionado acima, dá ao presidente a autoridade para declarar a lei marcial e assumir o controle das tropas da Guarda Nacional, sem autorização governador do Estado. Se aplicada, a Warner jogaria fora toda a Constituição e a Carta de Direitos. Seria também violação do Posse Comitatus.
NSP HSPD 51 e 20 (de Segurança Nacional e Segurança Interna Diretiva Presidencial) permite ao presidente declarar uma "emergência nacional", por qualquer razão, sem aprovação do Congresso. Estas diretivas poderiam resultar na suspensão do governo constitucional ea militarização da justiça e da lei. NSPD 51 substitui a Lei de Emergência Nacional e deve ter supervisão do Congresso. Se aplicada, a Constituição seria nula.
A Lei de Comissões Militares joga fora o habeas corpus e permite ao governo deter alguém (incluindo os cidadãos americanos), declarando-os "combatentes inimigos". Ele também permite que a tortura e dá imunidade para militares e oficiais de inteligência. O ato viola a Sexta e Alterações Quarta, artigo 1, secção 9, cláusula 2 (que abrange o habeas corpus) da Constituição. Também viola a Convenção de Genebra.
Finalmente, o longo FISA (Ato de Vigilância de Inteligência Estrangeira) permite a administração de Obama espiar americanos sem qualquer autorização judicial. Ele fornece uma revisão judicial sem sentido falsa e procedimentos secretos e um relatório imprestável para o Congresso.
Obama e sua emergência nacional "em resposta a uma pandemia que é nada para a classificação é mais um exemplo do executivo está desenfreadamente violando a Constituição. Não importa se os detalhes da preocupação chamada de emergência e declarações do funcionamento burocrático do governo. É uma violação dos princípios que nossos fundadores tinham em mente quando formularam o nosso (agora quase moribunda) república constitucional.
Somente o povo americano, através dos seus representantes no Congresso, podem declarar uma emergência nacional.
Fonte: Infowars - Obama’s “National Emergency” Violates the Constitution
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Declaração de Obama de emergência nacional de H1N1 poderia invocar a FEMA em resposta à pandemia
Natural News
26 de outubro de 2009
Tradução: Revelatti

Em outras palavras, não há realmente qualquer emergência em tudo. Então, porque declarar uma emergência nacional, em primeiro lugar? A mídia relata isso foi feito para permitir que os hospitais para contornarem a regulamentação federal sobre a criação de grandes sitios de triagem escala - acampamentos de emergência médica rapidamente construídos para lidarem com grandes números de pessoas doentes.
Mas, ao mesmo tempo, o H1N1 não está causando a doença em grande escala. Como relatado no USA Today, um especialista em doenças infecciosas, PJ Brennan (o oficial médico chefe da Penn Sistema de Saúde da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia) disse: "O público deve ter algum conforto, algum alívio no presente. Não é uma sugestão de que as coisas se deterioraram, de qualquer maneira. De nenhuma maneira é o vírus mais graves ou mais difíceis de gerir ".
Então deixe-me ver se entendi. O vírus H1N1 continua a ser suave. O CDC relata que as infecções de gripe suína já atingiram o pico em meados de outubro. Até agora não há empreendimentos em gripe suína que seriam o motivo para alarme e não há razão para suspeitar de um grande número de pessoas doentes e inundações em hospitais. E, no entanto, por alguma razão, a administração Obama declarou uma emergência de uma pandemia nacional especificamente com a finalidade de acelerar a capacidade dos hospitais para processar grandes massas de pessoas doentes através de tendas de emergência médica de triagem?
Quem são as pessoas que não estão nos informando?
Algo não bate certo aqui. Por que o governo dos EUA teriam a necessidade de declarar uma emergência nacional para permitir que hospitais administrassem uma avalanche de pessoas doentes, quando não há fluxo de pessoas doentes (e a pandemia parece estar fraca agora)?
Isso esta mais parecido com o tipo de preparação que você pode esperar antes de um ataque de terrorismo biológico, não por uma gripe que não parece ser mais perigoso que as sazonais.
A Lei Nacional de Emergências e FEMA
Enquanto isso, a mídia ignora o resto da história sobre o poder perigoso de uma declaração de uma emergência nacional, coloca em jogo. Conforme relatado aqui na NaturalNews, esta declaração efetivamente termina muitas liberdades civis nos Estados Unidos e, pelo menos no papel, coloca o governo americano na posição de ter a autoridade legal para forçar a vacinação em toda a população a ponto de bala (se quisessem).
A Lei Nacional de Emergências aprovada em 1976 tem algumas realidades peculiares a ela ligada. Em particular, como a Wikipedia:
A declaração de emergência federal permite que os Estados Unidos Federal Emergency Management Agency (FEMA) para exercer o seu poder para lidar com situações de emergência ... Normalmente, um estado de emergência autoriza o executivo a nomear funcionários de coordenação para lidar com a situação de emergência e para substituir os processos administrativos relativos normais a passagem de regras administrativas.
Tem isso ainda? Ao declarar uma emergência nacional, Obama invoca um conjunto de leis que não só substituem setores importantes da Constituição Americana, mas que também ativa a FEMA para tomar conta de "responder" à situação de emergência.
Agora sabemos por que eles precisam todos os acampamentos de emergência médica perto do hospital. A FEMA está no comando! E se FEMA manipula a pandemia da gripe dos suínos da mesma forma que a agência lidou com o desastre do furacão Katrina, nós podemos realmente precisa de todas as barracas de triagem de emergência depois de tudo.
Aqueles de vocês que vêm acompanhando a marcha constante para destruir as liberdades do povo americano já sabemos sobre os campos da FEMA. Estes não são acampamentos de escoteiros de viagem de campo, eles são os centros de detenção destinados a manter um grande número de pessoas para fins "emergênciais". Muitas teorias abundam em que estes campos FEMA podem ser usados para (www.campFEMA.com) (http://www.globalresearch.ca/index ....).
Eles poderiam eventualmente ser usados para quarentena de pessoas que estão infectadas com um vírus pandêmico perigoso. Por outro lado, eles também podem ser usados para deter pessoas isoladas e que se recusam a ser vacinados contra a eventual pandemia declarada. Nos termos da Lei Nacional de Emergências e de direito dos EUA relacionados, a FEMA teria dois anos de controle quase total sobre a população civil, durante o qual as pessoas pudessem ser submetidos à vacinação forçada, pesquisas obrigatória de suas casas, detenção, mira de armas e "transporte involuntário" para uma instalação de detenção da FEMA, e assim por diante.
Eu não estou dizendo que eles vão fazer tudo isso, mas eles poderiam se quisessem!
E isso não é liberdade. A verdadeira liberdade significa que você tem o direito garantido de ser salvo de ser detido ou preso sem motivo, ou injetados com um governo com mandato químico. Nos termos de uma declaração de uma emergência nacional, a sua "liberdade" está no capricho daqueles que sustentam os poderes do Estado policial sobre você. Você só está "livre", se decidir não exercer o poder que tem sobre você. É o mesmo tipo de liberdade que você pode ficar como um camponês em um reino medieval onde o rei disse: "Você está livre para ir."
Agora, algumas destas ações de restringir a liberdade possam ser eventualmente justificáveis se um vírus pandêmico verdadeiramente perigosa foi varrendo a população, matando milhões de pessoas, causando prejuízos enormes na infra-estrutura nacional e ameaçando a nação com um desligamento parcial ou total dos serviços essenciais. Mas isso não está acontecendo aqui. O H1N1 é um vírus que as taxas de leve, muito baixo na escala de gravidade. Se o H1N1 foi um furacão, seria pouco mais do que uma "depressão tropical." Não é um furacão de categoria cinco, nem uma fase seis de pandemia. Praticamente todas as pessoas expostas ao H1N1 geram os seus próprios anticorpos e curam-se naturalmente. Segundo os relatórios do hospital, os que morreram em decorrência do vírus H1N1 são quase exclusivamente as pessoas que já sofrem de doenças preexistentes que comprometiam sua saúde como a asma ou obesidade extrema.
Por qualquer medida H1N1, como configurado no momento parece apresentar nenhuma ameaça extraordinária para a saúde da população. Assim, uma vez mais, devemos perguntar: Por que declarar uma emergência nacional e iniciar uma resposta da FEMA a algo que não é realmente uma emergência?
Por que eu estou preocupado
Pela primeira vez em toda esta situação de pandemia, eu estou interessado. Não é devido ao próprio vírus, porque isso é um vírus que apresenta nenhuma ameaça real para a população em geral. Estou preocupado com o que não sabemos o poderia estar acontecendo nos bastidores aqui.
Estes preparativos para as grandes tendas de triagem médica de emergência e ativação da FEMA tem me preocupado que o povo americano não estão sabendo da história toda. Talvez uma organização terrorista está planejando lançar uma mutação descontroladamente perigosa do H1N1 em algumas cidades principais. Ou talvez algum fabricante de vacina é, de fato, que a organização terrorista. (A melhor maneira de vender mais vacinas seria a liberação de uma forma mutante do H1N1 na população e aumentar as vendas um pouco mais ...)
Ou talvez, como alguns pensadores criativos têm sugerido, a vacina em si é uma arma biológica, e o governo americano é a preparação para as grandes mortes em larga escala que espera virem em breve.
Ou talvez estes são apenas passageiras, visões sombrias de pessoas loucas, e o governo dos EUA é uma organização benevolente com todos os nossos melhores interesses em mente, e eles estão pulando através destes aros burocráticos para certificar-se há uma abundância de leitos hospitalares para irem 'apenas no caso de pessoas ficarem realmente doentes'.
Mas mesmo esta explicação não se sustenta. A "declaração de emergência nacional" não é necessário renunciar a regras de tenda hospitalar. Obama poderia facilmente ter feito a mesma coisa com uma Ordem Executiva, sem ter que invocar a Lei Nacional de Emergências FEMA ou colocar no comando de todo.
Ele escolheu a declaração de emergência para uma razão específica. Acho que todos nós vamos ter que esperar e ver o motivo real que se revela.
Fontes para a história incluem:
USA Today
Wikipédia
Fontes:
Natural News - Obama's H1N1 national emergency declaration could invoke FEMA response to pandemic (opinion)
Infowars - Obama’s H1N1 national emergency declaration could invoke FEMA response to pandemic