Autor: S. D. Wells


"Dietas, injeções, e injunções se combinarão, desde a mais tenra idade, para produzir o tipo de caráter e o tipo de crença que as autoridades consideram desejáveis, e qualquer crítica séria a esses poderes tornar-se-á psicologicamente impossível. Mesmo se todos forem miseráveis, todos se acreditarão felizes porque os governos assim lhes dizem que são".
Bertrand Russel, O Impacto da Ciência Sobre a Sociedade, pg 50, 1953
A questão da vacinação contra o vírus A H1N1 é controversa no mundo todo. Pelo menos para aqueles que têm o mínimo de informação. Mas aqui no Brasil o assunto não existe, a questão é vazia, o silêncio unânime. Ou quase. São poucas as ovelhas que berram e muitos os lobos que salivam. Salivam duplamente, porquanto continuam à solta, vacinando obsessivamente e faturando alto no mercado internacional e nacional da vaidade e do poder.
Eu dividiria a questão em quatro partes, segundo as informações que disponho. Nesses últimos dias ficou-se se sabendo que uma instância da ONG européia a Council of Europe, a PACE (Parliamentary Assembly Council of Europe), uma espécie de concorrente alternativa à União Européia, esta sob domínio da Nova Ordem Mundial e suas instituições (ONU, União Européia, Council on Foreign Relations (CFR), Club Bilderberg, etc.), está oferecendo uma denúncia articulada contra a Organização Mundial de Saúde. Argumenta essa instituição européia que a OMS agiu e age de forma precipitada a levantar suspeitas na questão da vacinação contra o vírus A H1N1. A PACE congrega 43 países membros e não pode ser desprezada, embora a inegável posição ideológica de seus membros ao defender causas da esquerda européia. Tal ONG, entretanto, é muito mais lúcida e sadia do que suas contrapartes tupiniquins que pretendem as mesmas "transformações sociais" sem contar com meios fascistas de implementá-las ou apelar à desinformação turbinada por uma imprensa inconseqüente. Uma de suas causas é o combate e a denúncia da indústria farmacêutica, seus lucros indecentes e métodos reprováveis.
No caso em questão da vacinação a PACE denuncia o conflito de interesses entre a OMS e o Big Pharma. Quase ninguém sabe no Brasil que a OMS é orientada por um comitê muito seleto, chamado SAGE (sábio, em inglês),Strategic Advisory Group of Experts, que orienta as ações da OMS e é por ela composto por livre e irrecorrível nomeação. Onze dos seus vinte membros, no entanto, são representantes da indústria. A PACE denuncia então o conflito de interesses de seus membros, muitos ligados formalmente a empresas farmacêuticas. Quanto aos lucros, transparece claramente as vantagens de tal associação. A SANOFI-AVENTIS, por exemplo, subiu seu faturamento em 11% em época de pandemia, "no ano record de 2009", e que conforme seus registros amealhou 7,8 bilhões de euros. Segundo Paul Flynn, o deputado socialista da PACE que faz a denúncia, esses membros agem de acordo com os interesses da indústria, influindo assim em decisões importantes como a da classificação de pandemias. Isso explicaria a elevação de categorias de 1 a 6, o caso da H1N1, como aconteceu em junho de 2009. Tal decisão viciada na origem desencadeou uma onda vacinal nos países membros da OMS, por intermédio dos respectivos governos. Até o governo brasileiro poderia alegar que cumpria ordens caso em que ele fosse acionado ou responsabilizado. Mas, make no mistake, é mais fácil um camelo entrar em um buraco de agulha.
Nesta primeira parte está a questão do poder, do conflito de interesses entre a OMS e governos, com a indústria farmacêutica, tornado possível pela alteração de critérios por parte da OMS na decretação de pandemias. É quase consenso no mundo todo entre cientistas não comprometidos pelo Big Pharma e livres de compromissos políticos e econômicos com governos, que essa "pandemia" foi no mínimo exagerada, que a doença em si não necessitava tanto gasto e tanta ansiedade. Assim se manifestou o Dr. Marc Lipsitch da Harvard University emhttp://inform.com/health/swine-flu-outbreak-severe-feared-study-770673a, médico insuspeito porquanto é um dos defensores da vacinação segura. Ele não discute a utilidade e a necessidade da vacinação, desde que conforme com os padrões há muito estabelecidos.
O fato é que gerou-se medo na população mundial, mesmo em países esclarecidos e ainda democráticos, onde existe o dissenso e inexiste a intimidação fascista insuflada por uma imprensa tão dócil quanto "companheira", o caso brasileiro por excelência. Em alguns países, notadamente na Polônia, houve uma reação radical: não há campanha vacinal por iniciativa do próprio governo polaco. Pelo contrário, investiga-se criminalmente algumas indústrias farmacêuticas por práticas irresponsáveis e danosas à saúde pública.
O Brasil é o segundo ponto. Aqui não há debate. Não há grupos organizados. O silêncio de todas as partes envolvidas é total. Quase todos os médicos quando sabem alguma coisa, ou ouviram falar em algo, se evadem do problema, comportando-se como inocentes úteis, fenômeno bem conhecido na ascensão do socialismo no país. A maioria esmagadora ignora por completo tudo e há muito tempo. Assim é também em outras questões onde o vínculo e a unidade de orientações nem nos deixa saber o que é Educação e o que é Saúde, esferas confundidas em torno de um projeto socialista de poder. Estarei sendo antiético nessa declaração? O governo faz o que quer. Não presta contas e ninguém pede para saber. O Congresso é ausente completo. Ninguém sabe nada, quanto custa, quanto se gasta, como se gasta. Concomitantemente a população é aterrorizada pela grande imprensa, parecendo ser acionada por controle remoto do Planalto e adjacências. Neste instante, outono, a mídia já criou o medo para o inverno de 2010. Repete a histeria do ano passado. Pergunto se a ausência de qualquer reação organizada não é sinal patognomônico (sinal claro, específico e inequívoco), de grave alienação social e profissional. A ausência de reação é um claro sinal de paralisante dissonância cognitiva. Por isso não adianta diante dessa anormalidade censurar a voz isolada, a fraca voz da ovelha, seu último méée. Quem faz isso é fascista, ou idiota útil na classificação de Lênin.
O terceiro ponto que quero abordar é o da confusão incompetente da Saúde Pública do Brasil e seus órgãos inflamados, inchados de soberba e dinheiro. Com as mãos livres publicam desmentidos mentirosos contras as fracas vozes; atrapalham-se freqüentemente voltando atrás em ordens de procedimentos, tornando claro assim a pressa gananciosa, a ânsia de parecerem heróis salvadores para um problema que eles mesmos e seus associados internacionais criaram. Regras, bulas e protocolos são violados impiedosamente para o maior risco da população, e quem ousa denunciar a trapalhada é tachado de terrorista e produtor de pânico entre a população. Protegidos pela mídia cúmplice fabricam estatísticas auto-elogiosas, como a do primeiro de abril, em que o IBGE afirmou que a "Saúde melhorou muito desde 2003". Que coincidência, ano de início do governo Lula! Chegaram ao cúmulo cínico de afirmar que o "povo brasileiro agora se interna menos em hospitais porque tem mais consciência", e não porque não há hospitais e leitos suficientes para 185 milhões de brasileiros. Mentiras assim e auto-propagandas como essas não são sem fundamento - elas ocorrem no momento da criação do pânico fazendo o povo acreditar que eles estão corretíssimos, e em especial no caso da campanha vacinal da moda. E tudo isso em um ano eleitoral. Aqui a epígrafe acima é exemplar. Lembrem musicalmente agora o título do artigo: "E, eô, vida de gado, povo marcado. Ê, povo feliz". (Admirável Gado Novo, Zé Ramalho)
Por fim, a questão mais importante. Os tóxicos produtores de doenças terríveis presentes nas vacinas do povo "marcado". Observem o silêncio quanto ao esqualeno do Instituto Butantã, segredo bem guardado traído inadvertidamente pelo Jornal Nacional de 16/03. http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1532456-10406,00-TIRE+SUAS+DUVIDAS+SOBRE+VACINA+DA+GRIPE+HN.html.
O esqualeno é temido nos Estados Unidos, traumatizados com 8 mil mortos na Guerra do Golfo e muitos mais inválidos. O outro tóxico é o mercúrio, que está presente sim na vacina da SANOFI, e ele produz autismo. As provas são incontáveis. Os trabalhos são indesmentíveis. No Brasil? Não, no Brasil não! O Brasil está estéril. Experimentem pedir dinheiro (grant) institucional para pesquisas sobre o esqualeno. O país está mergulhado em um assustador obscurantismo intelectual, cultural, científico e moral. Só existe dinheiro para puxa-sacos alinhados aos governos de patrocinadores interessados. Vejam a relação de pesquisas no exterior sobre o assunto:
1) Both Presidential Candidates
2) Director of the CDC
3) Former head of the NIH and American Red Cross
4) Chair of the U.S. House Science Subcommittee on Investigations
5) Dr. Jon Poling, Pediatric Neurologist
6) HHS Vaccine Safety Working Group
7) CDC Vaccine Safety Research Agenda
8) Medical personnel at HHS Vaccine Injury Compensation Program
9) Members of the Strategic Planning Workgroup of the IAC Committee
10) Clinical Immunization Safety Assessment Network - CISA
11) Autism researchers at Johns Hopkins University Medical School
12) America's health insurance companies
13) Autism Speaks
14) The United Mitochondrial Disease Foundation
15) Dr. Peter Fletcher, former Chief Scientific Officer at the UK Department of Health
Na Inglaterra há processos contra o presidente de uma instituição equivalente ao nosso Conselho Federal de Medicina, David Salisbury, um dos "sábios" mais influentes do big pharma por envolvimento e acobertamento de casos criminosos. Lá os casos de autismo produzidos pelo mercúrio (thimerosal, que o porta-voz tupiniquim ousou negar presente na vacina) das vacinas se arrastam nos tribunais. Cito no original (origem abaixo nas referências):
Thimerosal-containing vaccines are a major causal factor in autism. Thimerosal in vaccines has been, and still is, a major causal factor that underlies most diagnoses of an autism spectrum disorder as well as many other developmental and childhood disorders, In addition, there is evidence that MMR vaccine is a causal factor in some cases where a child is subsequently diagnosed with regressive autism.
A reação do lobby criminoso farmacêutico às denúncias do Council of Europe foram dramáticas. Se perderem as causas os laboratórios terão que pagar indenizações bilionárias às suas vítimas. É para evitar essa possibilidade que a "Ministra" da Saúde Kethleen Sibelius do governo Obama criou um decreto no ano passado proibindo ações judiciais contra as indústrias. Por que seria? A quem aproveitaria? Diante disso, nos EUA organizou-se rapidamente uma defesa contra esse ato fascista o que levou a alguns exageros. O governo brasileiro oportunísticamente se agarrou a esses exageros, desviando o foco da questão. Mas exagero é sustentar uma condição de pandemia, contrária a todos os fatos e números. Mas quem começou o terror? Quem tiver que responder a essa questão terá que levar em conta quem começou primeiro a infundir pânico na população.
Por outro lado, no início de tudo está a implicação que esse vírus foi fabricado nos mesmos laboratórios que fabricam vacinas. E isso ocorre há anos. É exemplar disso a patente da vacina da Baxter com data anterior à existência do vírus A H1N1 (vejam nas notas o arquivo pdf Baxter Vaccine Patent Application).
Voltando ao Brasil, a vacina brasileira contém, além disso, formaldeido e Triton X 100, compostos usados na indústria metal-mecânica, metalúrgica, e que não podem passar por inofensivos estabilizadores ou detergentes surfactantes. Isso nunca é discutido no Brasil. Atemorizada, a universidade brasileira é 100% omissa. Ignorante, a minha classe profissional se aliena dolorosamente. Não sabe e tem raiva de quem sabe. A única energia que tem é para perfilar-se do lado oficial, para garantir-se nos cargos, funções, sinecuras, e atacar quem, mesmo sem a acuidade técnica, ou a titulação que o governo do presidente semi-analfabeto dá tanta importância, mas com o cuidado com o princípio do no harm, esquecido pelo governo brasileiro, busca proteger e informar a população vítima. Por isso é sempre mais fácil caçar bruxas, censurar médicos, intimidar funcionários subalternos na cadeia vertical interminável de incompetência e irresponsabilidade. Querem vacinar-nos? Então nos entreguem vacinas mais seguras.
* O Autor é médico
REFERÊNCIAS PARA LEITURA - (EM INGLÊS)
sobre:
Council of Europe
Conflito de interesses
http://assembly.coe.int/CommitteeDocs/2010/20100329_MemorandumPandemie_E.pdf
Descrédito da OMS
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=13856
The WHO Plays with Pandemic Fire
The Continuing Saga of the Flying Pigs Pandemic Flu
by F. William Engdahl
As vacinas são mais mortais do que gripe suína
by Dr. Mae-Wan Ho and Prof. Joe Cummins
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=14869
Bioterrorism and Biological Warfare Agents
Prof. Garth L. Nicolson
The Institute for Molecular Medicine
Huntington Beach, California 92649
http://www.immed.org/illness/bioterrorism.html
http://www.projectdaylily.com/
http://www2.xlibris.com/bookstore/book_excerpt.asp?bookid=27692
Doenças Autoimunes
http://www.autoimmune.com/GWSGen.html
ESQUALENO
FDA Tests Find Squalene in Anthrax Vaccine
Government Admits Banned Substance Exists in Vaccines, but Maintains It Does No Harm
http://www.dynamicchiropractic.com/mpacms/dc/article.php?id=31995
Autoimmune Technologies news release dated July 15, 2002.
FORMALDEIDO
Formaldeido e o Risco de Câncer National Cancer Institute
www.cancer.gov/cancertopics/factsheet/Risk/formaldehyde
BAXTER
http://www.theoneclickgroup.co.uk/documents/vaccines/Baxter%20Vaccine%20Patent%20Application.pdf
AUTISMO (e doenças do seu espectro) e o MERCÚRIO (timerosal)
http://www.whale.to/vaccines/kirby4.html
Antigo cientista-chefe inglês diz: Vacinas causam autismo. Que mais evidências são necessárias?
Etil-metilmercúrio
http://www.whale.to/vaccines/ethyl_vs_methyl.html
VACINAS DTP E MMR
http://www.mercury-freedrugs.org/,
www.whale.to/vaccines/vax_autism_q.html
http://www.whale.to/vaccines/goldman_h.html
http://www.whale.to/vaccine/pragnell1.html
Journal of Child Neurology, Vol. 22, No. 11, 1308-1311 (2007)
DOI: 10.1177/0883073807307111
Níveis no sangue de mercúrio estão relacionados ao diagnóstico de autismo. Re-análise de importante conjunto de dados
http://jcn.sagepub.com/cgi/content/abstract/22/11/1308
(citações de cientistas sobre autismo vacinal)
http://www.whale.to/vaccine/king.html
Realidades chave acerca do autismo, vacinas, compensação de danos das vacinas e pesquisa relacionada ao timerosal no autismo. LINK riquíssimo embora extenso.
Vaccine critics & studies/sites on vaccine autism link
Fonte original:
http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/10964-admiravel-gado-novo.html
A Organização Mundial de Saúde (OMS) e os laboratórios farmacêuticos foram hoje alvo de críticas de alarmismo sobre os riscos da gripe A (H1N1) durante uma audiência na Assembléia Parlamentar do Conselho da Europa (APCE).
Uma jovem na França, foi diagnosticada com a doença incapacitante de Guillain-Barré (GBS), após uma vacina contra a gripe suína, na sequência de relatórios de ontem sobre um adolescente que na Virgínia foi igualmente atingido pela doença horas após receber a vacina H1N1.
A mulher, identificada apenas como uma trabalhadora de saúde, foi diagnosticado com GBS seis dias depois ela recebeu a vacina contra a gripe suína, de acordo com o Ministério da Saúde francês.
Ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, disse que o caso foi diagnosticado e que a mulher estava se recuperando.
"Notícias de que a vacina aparentemente trás doença relacionada é susceptível de diminuir o entusiasmo aqui para se vacinar contra a gripe suína", informou a Deutsche Presse-Agentur.
A França tem estado no centro de uma Europa de resistência ampla para obter a vacina contra a gripe suína, depois que as autoridades inicialmente anunciaram sua intenção de vacinar toda a população. O ultraje atingiu na Europa central após a revelação de que a chanceler alemã Angela Merkel, e os ministros do governo, bem como as forças armadas lá, receberam um aditivo especial vacina H1N1 livre, que não contêm ingredientes como o mercúrio e esqualeno que foram incluídas para o público em geral, menos para as autoridades governamentais.
O programa de vacinação contra gripe suína na França já começou mal mesmo, com o chamado os indivíduos de "alto risco" começaram a receber a vacina a partir de ontem. Os relatórios de efeitos colaterais tão cedo não fará nada para mudar a opinião de 83 por cento do público francês, que indicou uma pesquisa no Le Monde que eles não iriam tomar a vacina.
55 por cento indicaram que iriam levar o tiro, em setembro, mas esse número já caiu para apenas 17 por cento, em parte influenciada por valores atenção da mídia sobre o caso de nove indivíduos que apresentaram acusações formais, os tribunais franceses, alegando que a campanha de vacinação em massa é uma tentativa deliberada para envenenar a população francesa.

O governo federal providenciou 16 milhões de dólares para a campanha de relações públicas para fazer lavagem cerebral e coagir os americanos, cada vez mais desconfiados em tomar a vacina da gripe suína, tecendo sua propaganda em um popular pré-show da escola para as crianças que está sendo transmitido pela PBS Kids.
"Sid, o garoto da ciência" é um seriado de meia hora produzido por Jim Henson Productions e KCET em Los Angeles, Califórnia. O programa é financiado em parte pela The Boeing Company, uma titan do complexo militar-industrial.
Durante um episódio da série irá ao ar na segunda-feira, o computador de caracteres gerados são mostrados dançando e cantando sobre como suas estão tomando sua vacina da gripe.
Na verdade, o episódio inteiro é dedicado a propaganda pró-vacina e foi criado em colaboração com a Health and Human Services. O episódio é intitulado "Tome a vacina: Você pode fazer isso!"
Segundo um comunicado de imprensa, "Saúde e Serviços Humanos, a Secretária Kathleen Sebelius, a Secretária da Educação Arne Duncan, e Lisa Henson, diretor executivo da Jim Henson Company, Washington irá juntar-se à escolas de uma área de seleção do nova "Sid, o garoto da ciência" episódio especial sobre a gripe do Auditório do Ministério da Educação dos EUA ".
Crianças serão direcionadas para o "Sid, o garoto da ciência" também para irem em sites e jogarem jogos centrada em torno da questão das vacinas.
"Neste episódio especial, Sid explica como é feito o trabalho das vacinas e mostra que milhões de crianças que elas podem fazer para evitar a propagação da gripe", disse o secretário Sebelius. "Sid será um grande mensageiro à medida que continuamos a encontrar formas novas e criativas para chegar às crianças, adultos e famílias sobre como se manter saudável durante a estação de gripe".
Como já relatado, o governo é abertamente incorporação de propaganda sobre a sua agenda de saúde em parcelas de grande rede mostrando toda esta semana. Descobrimos também um exemplo separado de lavagem cerebral quase subliminar, onde o público assistindo é dito para obter a vacina contra a gripe através de uma inserção enganosa e insidioso durante um episódio de flashforward, uma série sci-fi transmitida pela ABC.
O 'Sid o garoto da Ciência', o lobby farmacêutico e Kathleen Sebelius que não vai falar sobre a vacina da gripe suína é que as crianças já estão morrendo depois de tomar vacinas semelhantes, que mulheres jovens saudáveis estão recebendo distúrbios cerebrais após ter sido injetados com vacinas contra a gripe, que a vacina de H1N1 contém aditivos perigosos como o mercúrio, que causa o autismo, e que uma criança é 40 vezes mais probabilidade de ser atingido por um raio de ter sua vida salva por uma vacina contra a gripe suína.
Enquanto as crianças estão tendo esta porcaria empurrada goela abaixo na televisão, a Divisão Educacional do New York Times diz que sua missão 'é ensinar nas escolas de todo o país, admitindo abertamente que fatos sobre os perigos da vacina contra a gripe suína são, de fato, "mitos".
Alguns dos "mitos" reivindicado pelo Times incluir manifestamente fatos comprováveis, tais como o potencial que as vacinas contra a gripe terá efeitos colaterais. Isto é claramente indicado no inserções de lotes de vacinas pelas empresas farmacêuticas em si, mas o NY Times quer ensinar as crianças nas escolas americanas que é um mito!
Segundo o Times, é também um mito de que qualquer um dos lotes de vacina contra H1N1 contêm timerosal, um conservante à base de mercúrio, apesar do fato de que esta vez é admitido abertamente pelas empresas farmacêuticas que produzem as vacinas.
Se nenhuma das vacinas continham mercúrio, então talvez o NY Times pode nos dizer por altos funcionários do governo alemão, incluindo a chanceler Angela Merkel, bem como os soldados alemães, passaram a ter uma versão sem aditivos da vacina que não contém timerosal?
Com a rápida expansão do número de pais se recusando a permitir que os seus filhos para tomar as sazonais ou vacinas contra a gripe suína, o governo tem um problema em suas mãos que já comprou mais de 300 milhões de doses da vacina. Trata-se de se manifestar sob a forma de propaganda belicista e alarmista que está sendo alegremente vomitada pelas redes aderentes, como os federais que começam a entrar em pânico com o fato de o público idiota estar acordando para a verdadeira agenda por trás das vacinas tóxicas e os lucros inesperados registrados atualmente sendo aproveitados por empresas farmacêuticas que estão rindo de toda a maneira ao banco.
Assista ao clipe de Sid, o garoto da Ciência abaixo.

