Pois nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia. - Marcos 4:22
sábado, 5 de junho de 2010
Documentário - Alex Collier - Earth Conference Transformation - Janeiro 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Video: 2012 - Nasa e Explosões Solares
Artefato irá orbitar a 35 mil quilômetros da Terra.
Objetivo é conseguir prever atividades solares.
Uma tempestade solar é a principal ameaça ao funcionamento das redes de televisão e de internet durante a Olimpíada de Londres, em 2012. Este é o prognóstico de Richard Harrison, da Rutherford Appleton Laboratory, de Oxfordshire, na Inglaterra. A previsão foi feita às vésperas do lançamento, nesta semana, do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa.
A sonda que a Nasa pretende lançar neste sábado passará cinco anos orbitando a Terra, investigando as causas da extrema atividade solar como os ventos solares e as erupções violentas a partir de sua atmosfera.
Citado hoje pelo jornal The Times, o professor Harrison disse que esses fenômenos podem expor os astronautas a doses mortíferas de partículas, além de tornar os satélites inativos e provocar erros e problemas em todo os tipos de serviços de comunicações.
Embora os picos na atividade solar possam perturbar as comunicações terrestres e por satélite, foi praticamente impossível até agora prever as tempestades solares. Os cientistas esperam que as informações que terão graças ao observatório os ajudem a saber, antecipadamente, sobre a ocorrência de labaredas solares e tormentas magnéticas.
O observatório analisará, entre outras coisas, os campos magnéticos do Sol e as mudanças de energia do vento solar, as partículas energéticas e as variações de sua radiação. O lançamento acontecerá em um momento em que o Sol volta a dar sinais de agitação após vários anos de quase inatividade, segundo os astrônomos.
Entre 2008 e 2009, houve mais de 250 dias sem manchas solares, um recorde desde 1913, mas nas duas últimas semanas foram registradas duas labaredas solares, o que pode significar que o Sol está entrando em uma fase mais ativa de um novo ciclo. Para o cientista britânico, o lançamento não podia ser mais oportuno.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Entrevista com Patrick Geryl sobre o cataclismo mundial em 2012
Patrick Geryl é autor de vários livros publicados em diversas línguas. Todos eles se converteram em bestsellers. Desde cedo se interessou por astronomia, tendo estudado centenas de publicações e livros sobre o tema. Geryl predisse diversas mudanças no universo e algumas das suas predições têm-se vindo a confirmar, pelo que obteve grande notoriedade na imprensa belga.
Através dos seus conhecimentos astronómicos, seguiu um rasto que o levou a uma civilização avançada que foi destruída por uma inversão dos pólos da Terra. Os descendentes desta civilização, os Maias e os antigos Egípcios previram uma catástrofe similar para 2012 e tal descoberta impulsionou Geryl a iniciar uma intensa investigação sobre o assunto, refletida em 3 livros publicados.
O autor chegou à surpreendente conclusão de que a Terra irá ser sujeita a um imenso desastre. A causa: mudanças no campo magnético do sol irão gerar violentas explosões solares e triliões de partículas vindas do sol atingirão a Terra afetando a polaridade do planeta inteiro. Resultado: o nosso campo magnético vai se inverter de uma só vez com consequências catastróficas para a humanidade: grandes terramotos, tsunamis colossais e intensa actividade vulcânica. De fato, toda a crosta terrestre vai-se deslocar, movendo continentes milhares de quilômetros das suas posições atuais.
Segundo Geryl, existem grandes evidências na literatura das civilizações antigas de que tal desastre já aconteceu no passado e também pistas de que eles sabiam quando outra catástrofe iria ocorrer. O Códice de Dresden dos Maias, por exemplo, contém os segredos do ciclo das manchas solares, acerca do qual os modernos astrónomos sabem muito pouco. O Zodíaco astronômico dos Egípcios descreve a data exata dos anteriores cataclismos e as suas consequências. Dado que Geryl descobriu que ambas as civilizações fizeram cálculos astronômicos mais precisos que os atuais, concluiu que as suas previsões acerca da próxima catástrofe estão corretas também.
Patrick afirma que os Maias e os Egípcios são descendentes da Atlântida e que estes últimos tinham conhecimentos astronômicos bastante desenvolvidos, levando-os a prever exatamente a última catástrofe, em 9792 a.C. Muitos fugiram em barcos para o Egipto e América do Sul. Em 2012, Vênus e Órion, bem como outras estrelas, vão posicionar-se do mesmo modo que em 9792 a.C. Patrick e outros colaboradores, baseados em extensa pesquisa científica e arqueológica, estão ainda empenhados em encontrar a chamada Câmara dos Registros, uma cápsula do tempo esquecida num enorme labirinto que possui documentos anteriores a essa catástrofe e que foi criada pela raça pré-diluviana e pelos antigos egípcios, com o intuito de preservar a sua sabedoria para a posteridade.
Patrick Geryl defende assim que o nosso fim está iminente e que deveríamos levar muito a sério os seus cálculos que colocam a próxima inversão dos pólos em 2012, dedicando atualmente o seu tempo a formar grupos de sobrevivência a este cataclismo.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Buraco no campo magnético da Terra permite a formação de tempestade geomagnética e auroras boreais são vistas
Aqui está algo que você provavelmente não ficou sabendo. Enquanto todos assistiam o eclipse solar a magnetosfera do Planeta Terra estava "pegando fogo". Veja simulação.
Ninguém conseguiu prever isso. Tudo começou quando um vento solar, aparentemente de baixa intensidade, atingiu o campo magnético da Terra. Nada deveria acontecer, mas um buraco no campo magnético permitiu que fosse gerada uma tempestade geomagnética e então as auroras boreais surgiram para a surpresa de muitos.
O espetáculo, que durou cerca de 5 horas, pode ser observado perfeitamente em algumas partes do Canadá e EUA. Alguns disseram que as auroras estavam tão brilhantes que não conseguiram dormir naquela noite. Veja fotos.
O centro Nacional de Atmosfera e Oceano (NOAA), em seu boletim diário de 22-julho sobre alertas de tempestades geomagnéticas, emitiu 3 avisos.
Ok, mas o que isso quer dizer? Abaixo você vai entender um pouco sobre as auroras, tempestades geomagnéticas e suas consequências. Veja como algo que você provavelmente nem imaginava que existia pode afetar a sua vida e de todos a sua volta.
Tempestades geomagnéticas
As tempestades geomagnéticas acontecem quando um grande fluxo de radiação emitida pelo Sol atinge o campo magnético e a atmosfera da Terra. O distúrbio ocorre quando há ejeções maciças de massa da coroa solar. Quando fortes rajadas de vento solar atingem a Terra, as ondas de radiação se chocam com a magnetosfera, alterando a intensidade e a direção do campo magnético terrestre. Em casos extremos pode causar quedas de energia elétrica, interferência no funcionamento dos satélites de comunicações e de instrumentos de navegação, com efeitos imprevisíveis sobre o clima. As auroras boreais e austrais são espetáculos luminosos que ocorrem com as tempestades geomagnéticas.
Auroras
Quando as partículas eletricamente carregadas, que são expelidas pelo Sol durante uma erupção solar, chegam à Terra, a maior parte é desviada, mas quando parte consegue penetrar através da magnetosfera, chocam-se com os átomos de oxigênio e nitrogênio da atmosfera produzindo uma radiação no comprimento da onda da luz visível. Essa radiação é atraída pelo campo magnético do planeta para as regiões mais frágeis que são os pólos. Então, luzes coloridas surgem no céu causando um belo espetáculo chamado Aurora.
Durante diversas horas as auroras podem ser vistas em vários países localizados em alta latitude como Suécia, Finlândia, Noruega, Escócia e nas regiões norte dos Estados Unidos e Canadá. Quanto maior a atividade solar, mais intensa são as auroras. Quando aparecem próximas ao pólo norte são chamadas de Auroras Boreais e quando aparecem próximas ao pólo sul são chamadas de Auroras Austrais.
Conseqüências
A radiação solar pode chegar à Terra em uma ou duas horas após uma grande erupção solar, em seguida as "nuvens de partículas" de alta energia atingem o planeta durante alguns dias. Alguns dias depois são as partículas de média e baixa energia que conseguem penetrar em maior número a magnetosfera, provocando uma tempestade geomagnética. Nestas ocasiões as radiações atingem a baixa atmosfera, criando cargas elétricas isoladas que são descarregadas, causando interferências eletromagnéticas.
Tempestades geomagnéticas podem causar vários problemas:
Elétricas
As intensidades das tempestades geomagnéticas, desde fracas até muito fortes, podem causar diferentes danos elétricos, principalmente nas latitudes altas, onde se concentram seus efeitos. O fluxo magnético vindo do Sol pode provocar fortes ondas de descarga elétrica nos cabos de transmissão de força, causando: curtos-circuitos, queima de equipamentos, panes em sistemas elétricos e redes de distribuição de energia, prejudicando circuitos integrados, computadores de bordo (ESPECULA-SE QUE ISSO POSSA DERRUBAR AVIÕES), satélites, foguetes etc. Em caso extremo podem causar blecautes nos sistemas de transmissão e nos transformadores de energia elétrica das cidades, com muitos prejuízos para indústrias, residências, hospitais e empresas. Em 1989 uma tempestade impediu o funcionamento de usinas nucleares nos EUA, isso pode deixar grandes regiões sem energia elétrica por semanas. Também pode haver indução de tensão ao longo de condutores ao nível de aterramento, afetando linhas de dutos de gás e petróleo.
Telecomunicações
Satélites
A radiação de uma tempestade geomagnética afeta os equipamentos eletrônicos dos satélites, prejudicando as comunicações. Os sistemas, cada vez mais, miniaturizados se tornam mais vulneráveis e microchips danificados podem mudar comandos de softwares nos computadores de bordo. Em uma tempestade geomagnética as camadas superiores da atmosfera se aquecem e se expandem, e podem mudar a altura, retardar ou modificar a órbita dos satélites que podem ser danificados ou perdidos com o decaimento de suas órbitas. Esse foi um dos motivos da queda do laboratório de estudos norte-americano Skylab, em 1979. Os satélites que passam pela América do Sul estão mais suscetíveis a problemas pela anomalia magnética do Atlântico Sul, que permite que as partículas energéticas emitidas entrem com mais facilidade na região. Os sistemas de comunicação como TV a cabo e aparelhos celulares, que operaram por sinais de satélites, pode sofrer interferências. Nas tempestades geomagnéticas a ionosfera se altera, devido as correntes e as partículas de energia, afetando negativamente as comunicações e rádio navegação. Algumas interferências pelas ondas geradas agem como ruído nas freqüências e pode ser observada na tela da TV ou nas transmissões de rádio, isso degrada os sinais utilizados pelo GPS e outros sistemas de navegação, que perdem o sinal e tem sua precisão comprometida.
As linhas de telégrafo também já foram afetadas por tempestades geomagnéticas no passado.
Rádio
Na camada chamada ionosfera, que está entre 50 e 500 km de altitude, o gás rarefeito da atmosfera terrestre é ionizado pela luz do Sol. Graças à ionosfera as ondas de rádio são refletidas, principalmente as chamadas “ondas curtas”, e podem circular ao redor da Terra, mesmo sem a ajuda de satélites.
A propagação das ondas de rádio na ionosfera é afetada por um grande numero de fatores físicos: raios cósmicos, partículas atômicas, radiação solar e outros. Durante períodos de grande atividade solar, a intensidade dos raios X que ionizam a atmosfera pode aumentar rapidamente, ionizando uma quantidade anormal de átomos e criando uma barreira aonde os sinais de rádio vindo de fora não entram e sinais originados na Terra não saem. Em períodos de máxima atividade solar, várias interrupções nas transmissões das ondas curtas, que podem ir de vários minutos a mais de uma hora, são observadas. Nesses períodos os radioastrônomos ficam também impossibilitados de receber sinais de rádio do espaço exterior, principalmente durante o dia, quando a ionosfera fica ainda mais densa.
Perigos da radiação
Partículas de alta energia liberadas pelas erupções solares podem ser tão prejudiciais aos seres humanos quanto a radiação das explosões nucleares. A atmosfera e a magnetosfera da Terra em geral permitem a proteção adequada dentro de seus limites, mas os astronautas no espaço estão sujeitos a doses potencialmente letais de radiação. A penetração de partículas de alta energia em seres vivos pode causar danos aos cromossomos, o câncer, e muitos outros problemas de saúde e doses grandes podem ser fatais imediatamente. Os prótons solares com energias superiores a 30 Megaeletronvolts (MeV) são particularmente perigosos. Em outubro 1989, o Sol emitiu partículas suficientes para matar um astronauta desprevenido sobre a superfície da Lua. Os astronautas na Estação Espacial Mir foram expostos a doses diárias de aproximadamente duas vezes a dose que receberiam em um ano em terra, apesar do campo magnético terrestre se estender a uma distancia suficiente para protegê-los. Durante a tempestade solar no fim de 1989 absorveram a dose de radiação anual em apenas algumas horas. A ISS possui um compartimento especial, dotado de grossas paredes, onde os astronautas ficam confinados sempre que se observa alguma atividade mais forte no Sol.
Os raios cósmicos e, principalmente, a radiação do Sol, podem causar sérias doenças aos astronautas, podendo levá-los à morte, por isso a previsão do tempo espacial é critico para prever com antecedência segura as ondas de radiação que ameacem os astronautas e os equipamentos das espaçonaves. Para que astronautas viagem à Lua ou Marte, em segurança, será necessário que a espaçonave possua um compartimento totalmente blindado para que possam se proteger das radiações intensas.
As partículas mais perigosas são os íons - átomos que perderam um ou mais de seus elétrons. Íons de alta energia podem danificar os tecidos e quebrar as cadeias de DNA, causando problemas de saúde que vão dos enjôos até a catarata e o câncer.
Cientistas descobriram, através do observatório Soho, que nuvem de íons, grande causadora de danos à satélites e seres humanos, é emitida pelo Sol junto com uma nuvem de elétrons. Felizmente a nuvem de elétrons viaja com mais velocidade no espaço do que a nuvem de íons, chegando primeiro na Terra. Com a detecção antecipada dos elétrons é possível prever a carga de íons que virá. A descoberta foi feita através de um equipamento a bordo do Soho, chamado COSTEP (Comprehensive Suprathermal and Energetic Particle Analyzer), que é capaz de contar as partículas que vêem do Sol e medir sua energia.
Até passageiros de aviões sofrem algum risco. Os eventos solares também podem produzir radiações elevadas a bordo de aviões voando em grandes altitudes. Embora estes riscos sejam pequenos, eles podem receber uma dose de radiação equivalente aos raios-x médico.
A monitoração dos eventos solares permite que a exposição ocasional seja monitorada e avaliada, e eventualmente que a trajetória e a altitude dos vôos sejam ajustadas, a fim de baixar as doses absorvidas pelos passageiros.
Existem evidências de que mudanças no campo geomagnético afetem sistemas biológicos. Estudos indicam que o sistema biológico humano pode ser suscetível às flutuações no campo geomagnético. Outro efeito observado foi a dificuldade de orientação dos pombos correio durante tempestades geomagnéticas. Os pombos e outros animais migratórios, tais como golfinhos e baleias, possuem bússolas biológicas internas compostas de magnetita.
A importância da monitoração
Existem vários equipamentos para medir as variações do campo geomagnético, instalados tanto na Terra como no espaço. A monitoração e as transmissões de alertas geofísicos são muito importantes para que providências possam ser tomadas com antecedência contra os efeitos nocivos das tempestades geomagnéticas. Um aviso antecipado de uma iminente tempestade geomagnética permite que as distribuidoras de energia elétrica, por exemplo, evitem danos em suas redes e que satélites, naves espaciais e astronautas possam ser protegidos. Magnetômetros são práticos e versáteis instrumentos de medidas de campos magnéticos. Estes aparelhos são aptos em medir campos magnéticos de intensidade mínima e monitorar suas variações.
Sensores na Terra e no espaço observam continuamente porções especificas do espectro de energia do Sol para monitorar os seus níveis e indicações de eventos significativos. Uma importante ferramenta de monitoração é o satélite Soho, que atua na posição intermediária entre a Terra e o Sol e detecta as explosões na superfície solar, avisando com antecedência a chegada de tempestades radioativas à Terra.
Monitorando
O campo magnético do Sol é tão grande que seus efeitos ultrapassam o sistema solar e por essa razão é denominado Campo Magnético Interplanetário ou, em inglês, IMF que é a abreviatura de Interplanetary Magnetic Field.
O IMF é uma grandeza vetorial com componentes tridimensinoais, Bx, By e Bz, onde Bx e By são paralelos ao plano da elíptica e Bz é perpendicular. A componente Bz é criada por ondas ou outros disturbios no vento solar.
Em termos práticos, e que nos afetam diretamente, se Bz > 0 praticamente não altera o comportamento da magnetosfera, porém se Bz < href="http://www.swpc.noaa.gov/ace/MAG_SWEPAM_2h.html" target="_blank">http://www.swpc.noaa.gov/ace/MAG_SWEPAM_2h.html
Também é interessante acompanhar a simulação em tempo real da pressão que a magnetosfera está sofrendo. Veja neste site http://www2.nict.go.jp/y/y223/simulation/realtime/
E os alertas que o NOAA emite diariamente http://www.swpc.noaa.gov/alerts/alerts_timeline.html
referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Magnetosfera
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tempestade_geomagn%C3%A9tica
http://science.nasa.gov/headlines/y2003/03dec_magneticcracks.htm
http://www.py2yp.ws/manchas.php
http://spaceweather.com/
http://www.swpc.noaa.gov/index.html
domingo, 12 de julho de 2009
Documentário: Tempestade Magnética
Algo de estranho está acontecendo nos profundos subterrâneos da Terra, onde um líquido metálico é constantemente movimentado pela rotação do Planeta, gerando uma força invisível: O Campo Magnético, que protege a Terra contra radiações advindas do espaço. Este campo magnético parece que aos poucos está se tornando mais fraco.
Tempestade Magnética por spiritualgroup
terça-feira, 3 de março de 2009
A inversão dos pólos começa a dar sinais que está próxima
Guinada magnética 'move' o Pólo Norte. Buracos no campo magnético do planeta sugerem que os pólos podem 'trocar' de lugar
“LONDRES - O Pólo Norte está de mudança. Cientistas encontraram grandes buracos no campo magnético da Terra, sugerindo que os Pólos Norte e Sul estão se preparando para trocar de posição, numa guinada magnética. Um período de caos poderia ser iminente, no qual as bússolas não mais apontariam para o Norte, animais migratórios tomariam o rumo errado e satélites seriam queimados pela radiação solar.
Os buracos estão sobre o sul do Atlântico e do Ártico. As mudanças foram divulgadas depois da análise de dados detalhados do satélite dinamarquês Orsted, cujos resultados foram comparados com dados coletados antes por outros satélites.
A velocidade da mudança surpreendeu os cientistas. Nils Olsen, do Centro para a Ciência Planetária da Dinamarca, um dos vários institutos que analisam os dados, afirmou que o núcleo da Terra parece estar passando por mudanças dramáticas. "Esta poderia ser a situação na qual o geodínamo da Terra opera antes de se reverter", diz o pesquisador. O geodínamo é o processo pelo qual o campo magnético é produzido: por correntes de ferro derretido fluindo em torno de um núcleo sólido. Às vezes, turbilhões gigantes formam-se no metal líquido, com o poder de mudar ou mesmo reverter os campos magnéticos acima deles.
A equipe de Olson acredita que turbilhões se formaram sob o Pólo Norte e o sul do Atlântico. Se eles se tornarem fortes o bastante, poderão reverter todas as outras correntes, levando os pólos Norte e Sul a trocar seus lugares.
Andy Jackson, especialista em geomagnetismo da Universidade de Leeds, Inglaterra, disse que a mudança está atrasada: "Tais guinadas normalmente acontecem a cada 500 mil anos, mas já se passaram 750 mil desde a última".
Impacto - A mudança poderia afetar tanto os seres humanos quanto a vida selvagem. A magnetosfera fornece proteção vital contra a radiação solar abrasadora, que de outro modo esterilizaria a Terra. A magnetosfera é a extensão do campo magnético do planeta no espaço. Ela forma uma espécie de bolha magnética protetora, que protege a Terra das partículas e radiação trazidas pelo "vento solar".
O campo magnético provavelmente não desapareceria de uma vez, mas ele poderia enfraquecer enquanto os pólos trocam de posições. A onda de radiação resultante poderia causar câncer, reduzir as colheitas e confundir animais migratórios, das baleias aos pingüins. Muitas aves e animais marinhos se guiam pelo campo magnético da Terra para viajar de um lugar para outro.
FONTE
Agora, veja essa máteria do jornal de noticias:
Austrália: Cerca de 200 baleias-piloto encalhadas na ilha de King
'Sydney, Austrália, 02 Mar - Cerca de 200 baleias-piloto e vários golfinhos ficaram encalhados na ilha de King, no sul das Austrália, informou hoje a rádio ABC.
Peritos da Tasmânia viajam rumo àquela ilha, situada entre a Tasmânia e o continente australiano, com esperança de salvar alguns dos cerca de 50 cetáceos que ainda sobrevivem.
As baleias e golfinhos começaram a chegar de noite à praia da ilha, perante os olhares de alguns residentes, que avisaram as autoridades.
Em finais de Janeiro, 53 cachalotes morreram encalhados e outras 80 baleias-piloto morreram na mesma ilha em Novembro passado.
Também em Novembro, outras 65 baleias da mesma espécie encalharam noutra praia do sul da Austrália e só 11 conseguiram voltar para o mar, ajudadas pelas autoridades, ecologistas e voluntários.
Os cientistas desconhecem a razão pela qual algumas espécies de baleias perdem a vida nas praias, admitindo que possam ser confundidas pelos sonares potentes de navios ou por seguirem um líder doente e desorientado."
Como podemos ver, os sinais parecem estar ficando mais evidentes .Na noticia acima, os cientistas dão a desculpa que "sonares potentes'' mataram mais de 150 baleias num intervalo de 4 meses, como se na ilha de king (sul da austrália, perto da tasmânia)tivesse navios com sonares tão potentes para causar tamanho estrago.Na hipotese do "lider desorientado ou doente", significa que ele está com alguma dificuldade para se orientar atraves do campo magnetico.Deixem em negrito o trecho do primeiro artigo ->"animais migratórios, das baleias aos pingüins" pois esses animais se movem pela Terra com a ajuda do campo magnetico e com o campo enfraquecido acaba acontecendo isso.Eles não querem falar a verdade e encobrem os reais fatos dando desculpas como essas.Portanto vamos ficar atentos aos próximos sinais que a natureza pode dar.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
A ciência comprovando as profecias maias ?
Estaria a Ciencia atualmente comprovando a cosmologia Maia ?
Dr. Paul LaViollete e’ fisico formado pela Universidade Johns Hopkins, e Ph.D pela Portland State University.
Ele e’ atualmente presidente da “The Starburst Fundation”, instituicao de pesquisa interdisciplinar cientifica.
Dr. Laviollete e’ autor de 3 livros: “Earth Under Fire” (Terra sob fogo), Beyond the Big Bang (Alem do Big Bang) e “Subquantum Kinetics”. Tambem tem varios trabalhos publicados nas areas de fisica, astronomia, climatologia, teoria de sistemas, e psicologia.
Em seu ultimo livro “Earth Under Fire” ele publicou os resultados de mais de 15 anos de pesquisas sobre a influencia de raios cosmicos no sistema solar. Ele defende que altas descargas de raios cosmicos, originados de uma fonte muito distante da galaxia, tem atingido o sistema solar, e assim o planeta Terra. Um fenomeno que agora comeca a ser comprovado por dados cientificos, atraves do descobrimento de altas concentracoes de poeira cosmica (formadas basicamente por Iridio e cobre, muito presentes em cometas e meteoritos) nas camadas de gelo que estao nas regioes polares (Groelandia e Antartica).
Usando uma tecnica chamada “Neutron Ativation” na qual bombardeava as amostras de gelo, permitindo medir o nivel de raios gamas contido.
Baseado nesse trabalho ele previu a entrada de poeira intraestelar dentro do Sistema Solar, 10 anos antes de sua confirmacao em 1996, atraves de dados extraidos da sonda Ulysses.
Explosoes de raios cosmicos provindos do centro da galaxia sao os mais energicos fenomenos que vem ocorrendo no Universo atraves dos tempos. Sao emitidos por raios carregados de eletrons, acompanhados por radiacoes eletromagneticas, variando na forma de radio frequencia e em caso mais violentos, em frequencias de raios X e gamas. E esses raios atingem o sistema solar, especificamente a atmosfera de nosso planeta, causando grandes disturbios.
Atraves da analise de dados astronomicos e geologicos, revelam que raios de eletrons e radiacoes magneticas vindos de uma “irrupcao” do centro da galaxia, atingiu o sistema solar no fim da ultima era do gelo (entre 12.000 a 15.000 anos atras).
Esses raios cosmicos, atingiram diretamente nosso Sol, gerando violentas tempestades solares, afetando o clima da Terra, criando gigantes disturbios no planeta, desencadeando a pior extincao em massa jamais vista no periodo Terciario.
Os efeitos do sol no planeta foram causados pela massiva quantidade de poeira cosmica que entraram no sistema solar atraves da energia provinda do centro da galaxia.
Observacoes astronomicas tem mostrado que atualmente o sistema solar esta emergido em densas nuvens de poeira cosmicas. Mas esse material tem se mantido estavel devido a pressao externa dos ventos solares. Com a descargas desses raios cosmicos (galactic superwaves), eles alteraram os ventos solares, intensifcando sua forca, aumentando de forma dramatica as radiacoes solares sobre a Terra. Detalhes desse cenario podem ser encontrados no livro do Dr. Laviollete “Earth Under Fire que foi base para sua tese para o Ph.D.
Dr. Laviollete sugere que essa poeira cosmica causou um enorme aumento das atividades Solares, causando o aquecimento da atmosfera terrestre e o cambio dos polos magneticos causando a extincao de 90% das especies no planeta.
Esses raios cosmicos, provindo do centro da galaxia (galactic superwaves) e’ um fenomeno recentemente descoberto. Foi nos anos 80 que os astronomos descobriram que a enorme fonte de energia, que se situa no centro da galaxia, periodicamente torna-se ativa. Durante esse periodo ativo, o centro da galaxia libera toda essa energia, em uma intensidade igual a explosao de mais de 100 mil supernovas juntas. Em algumas galaxias essas explosoes tem sido observadas e algumas dessas explosoes chegaram ao equivalente a explosao de bilhoes de supernovas juntas, ou seja, estamos falando de uma intensidade inimaginavel.
Recentemente astronomos acreditavam que essas explosoes de energia, nao eram frequentes, podendo ocorrer em intervalos de 10 a 100 milhoes de anos. Eles tambem acreditavam que o campo magnetico localizado no nucleo da Galaxia, bloqueariam parte dessa energia liberada, fazendo com que chegassem a Terra lentamente e sem perigo. Entretanto Dr. Laviollete em 1983 apresentou para a comunidade cientifica fortes evidencias:
- As explosoes originadas do centro da galaxia, ocorrem num intervalo entre 13 mil e 26 mil anos.
- Os raios comicos (galactic superwaves) derivados da explosao do nucleo, nao sofrem qualquer interferencia ou barreiras, atingindo o sistema solar com forca total, a quase a velocidade da luz.
Essas descobertas geraram preocupacao sobre os efeitos que a explosao do nucleo da galaxia poderia causar, liberando quantidades gigantescas desses raios cosmicos e atingindo nosso planeta sem aviso algum.
Dados obtidos atraves de amostras de gelo dos articos, revelam a ocorrencia desse fenomeno entre 10.000 e 15.000 anos atras.
Parte das pesquisas do Dr. Paul Laviollete, se direcionaram na investigacoes de textos deixados pelas antigas civilizacoes, como as civilizacoes mesoamericanas, egipcias e outras ao redor do mundo. E e’ inacreditavel como textos antigos comprovam, validam ainda mais os achados cientificos. Ele afirma que atraves da cosmologia Maia e Egipcia sinais foram deixados para adverter sobre um especifico evento cosmico. E que as Constelacoes do Zodiaco foi um instrumento deixado por uma antiga civilizacao, com o intuito de indicar nos ceus, o nucleo da Galaxia, atraves da constelacao de sagitario. Se tal evento, ocorrese nos dias de hoje poderiamos ver seus sinais. Dr. Laviollete diz que o centro da galaxia se tornaria luminoso, talvez mais luminoso do que a estrela mais brilhante nos ceus, como o planeta Venus. Teria um brilho azulado com formato de um olho. Curiosamente, nas profecias dos Indios americanos Hopi, consta que a proxima destruicao do mundo sera’ comandado por “Saquasohuh”, o espirito da estrela azul.
Dr. Laviolette declara:
“Hoje, amanha, ano que vem, nosso planeta pode ser mais uma vez atingido por essa massiva quantidade de energia (galactic superwave) vinda do centro da galaxia. Esses raios virao encobertos e escondido de nos, nao saberemos ate que nos atinja. Na verdade vivemos na beira de um “Vulcao Galactico”. Nao sabemos quando, a magnitude, severidade ou quais os impactos em nosso ambiente na proxima explosao. Nos nao estamos preparados para lidar com esse tipo de evento, muito menos evita-lo.
FONTES:
Artigo: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=172058&tid=5227041122686472303
Original:
Dr. Paul Laviolette
http://www.etheric.com/LaViolette/LaVio
Livro “Earth Under Fire”
http://www.amazon.com/gp/reader/1591430
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Descoberto buraco gigante em campo magnético da Terra
Os satélites da missão espacial Themis, lançados em 2007, descobriram um grande buraco no campo magnético da Terra. Segundo os cientistas da Nasa, a agência espacial americana, a abertura é dez vezes maior do que era esperado e o buraco tem o diâmetro sete vezes maior do que o do nosso planeta.
O campo magnético da Terra, também conhecido como magnetosfera, é uma espécie de bolha magnética que circunda o planeta e protege a superfície terrestre das partículas carregadas pelo vento solar.
Os cientistas explicam que o vento solar carregado de partículas "abre" o buraco na magnetosfera da mesma forma como um polvo envolve um objeto com seus tentáculos - um processo conhecido como "reconexão magnética".
"O campo magnético do Sol se reveste ao redor da magnetosfera, provocando a sua ruptura", afirma o cientista David Sibeck, da Nasa.
A descoberta do buraco foi feita no dia 3 de junho, quando os cinco satélites da nave espacial passaram pela cavidade no momento em que estava se abrindo.
"Já vimos cavidades como essa antes, mas não em escala tão grande", disse Jimmy Raeder, físico da Universidade de New Hampshire que também trabalha no projeto. "O lado diurno inteiro da magnetosfera estava aberto para o vento solar."
Orientação
Além do tamanho da cavidade, a orientação dos campos magnéticos do Sol e da Terra no momento da abertura também surpreendeu os cientistas. Até a descoberta, pensava-se que o escudo de proteção funcionava melhor e impedia que as partículas conseguissem atravessar o campo magnético terrestre quando ele estava alinhado com o campo magnético do Sol.
Acreditava-se ainda que, quando os campos estavam em direções opostas, a abertura era maior.
Os cientistas descobriram que, quando os dois campos magnéticos estão orientados em direções opostas, o número de partículas que atravessam o escudo terrestre é 20 vezes maior do que no momento em que os campos estão alinhados.
Quando um número grande de partículas atravessa o campo magnético terrestre, isso pode provocar tempestades solares, causadas pela liberação das partículas, e também tempestades magnéticas, que podem sobrecarregar cabos de energia com excesso de corrente elétrica e causar apagões.
FONTE
