quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Documentário: Big Brother, Echelon, Microchip, Vigilância - Jesse Ventura

Créditos do canal: fimdostemposnet
Autor da Postagem: InfoWorld2012

O Documentário com Jesse Ventura, mostra a realidade não só nos EUA, mas claramente não é só lá e sim no mundo. Mostra o microchip que provavelmente eles querem cancelar o dinheiro, sistemas de cartões de créditos, você poder ligar seu computador, seu carro só com esse chip implantado na sua pele e etc.. provavelmente vão usar só isso, ou seja, eles podem rastrear você em qualquer lugar a qualquer hora. Muitas pessoas falaram que vai ficar tudo muito mais fácil, pelo contrário, vai ficar tudo mais difícil, sua liberdade já é controlada por eles
. É assim que é a nossa liberdade ? Você quer viver dessa forma ? Sendo vigiado a cada segundo da sua vida ? Acho que não, é por isso que devemos lutar pela nossa liberdade, vamos lutar pelos nossos direitos, somos seres humanos e não gados a serem controlados!

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O mundo inteiro já é controlado por câmeras em cada esquina e isso não começou agora, eles sempre vigiaram nós, através de cartões de créditos. As pessoas não percebem o óbvio! Elas se acham seres livres com esse tipo de vida, sendo vigiado, que liberdade é essa ? Vamos divulgar, blogs, textos, documentários, antes que seja tarde demais!
Abraços e aproveitem o documentário!

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Se não lutarmos pelo que é direito nosso, vamos acabar assim para sempre...







Orwell estava certo. E Huxley também.

Créditos ao Blog Pistas do Caminho

2011: A Brave New Dystopia

by Chris Hedges

As duas grandiosas visões sobre uma futura distopia foram as de George Orwell em 1984 e de Aldous Huxley em Brave New World. O debate entre aqueles que assistiram nossa decadência em direção ao totalitarismo corporativo era sobre quem, afinal, estava certo. Seria, como Orwell escreveu, dominado pela vigilância repressiva e pelo estado de segurança que usaria formas cruas e violentas de controle? Ou seria, como Huxley anteviu, um futuro em que abraçariamos nossa opressão embalados pelo entretenimento e pelo espetáculo, cativados pela tecnologia e seduzidos pelo consumismo desenfreado? No fim, Orwell e Huxley estavam ambos certos. Huxley viu o primeiro estágio de nossa escravidão. Orwell anteviu o segundo.

Temos sido gradualmente desempoderados por um estado corporativo que, como Huxley anteviu, nos seduziu e manipulou através da gratificação dos sentidos, dos bens de produção em massa, do crédito sem limite, do teatro político e do divertimento. Enquanto estávamos entretidos, as leis que uma vez mantiveram o poder corporativo predatório em cheque foram desmanteladas, as que um dia nos protegeram foram reescritas e nós fomos empobrecidos. Agora que o crédito está acabando, os bons empregos para a classe trabalhadora se foram para sempre e os bens produzidos em massa se tornaram inacessíveis, nos sentimos transportados do Brave New World para 1984. O estado, atulhado em déficits maciços, em guerras sem fim e em golpes corporativos, caminha em direção à falência.

[...]

Orwell nos alertou sobre um mundo em que os livros eram banidos. Huxley nos alertou sobre um mundo em que ninguém queria ler livros. Orwell nos alertou sobre um estado de guerra e medo permanentes. Huxley nos alertou sobre uma cultura de prazeres do corpo. Orwell nos alertou sobre um estado em que toda conversa e pensamento eram monitorados e no qual a dissidência era punida brutalmente. Huxley nos alertou sobre um estado no qual a população, preocupada com trivialidades e fofocas, não se importava mais com a verdade e a informação. Orwell nos viu amedrontados até a submissão. Mas Huxley, estamos descobrindo, era meramente o prelúdio de Orwell. Huxley entendeu o processo pelo qual seríamos cúmplices de nossa própria escravidão. Orwell entendeu a escravidão. Agora que o golpe corporativo foi dado, estamos nus e indefesos. Estamos começando a entender, como Karl Marx sabia, que o capitalismo sem limites e desregulamentado é uma força bruta e revolucionária que explora os seres humanos e o mundo natural até a exaustão e o colapso.

“O partido busca todo o poder pelo poder”, Orwell escreveu em 1984. “Não estamos interessados no bem dos outros; estamos interessados somente no poder. Não queremos riqueza ou luxo, vida longa ou felicidade; apenas poder, poder puro. O que poder puro significa você ainda vai entender. Nós somos diferentes das oligarquias do passado, já que sabemos o que estamos fazendo. Todos os outros, mesmo os que se pareciam conosco, eram covardes e hipócritas. Os nazistas alemães e os comunistas russos chegaram perto pelos seus métodos, mas eles nunca tiveram a coragem de reconhecer seus próprios motivos. Eles fizeram de conta, ou talvez tenham acreditado, que tomaram o poder sem querer e por um tempo limitado, e que logo adiante havia um paraíso em que os seres humanos seriam livres e iguais. Não somos assim. Sabemos que ninguém toma o poder com a intenção de entregá-lo. Poder não é um meio; é um fim. Ninguém promove uma ditadura com o objetivo de assegurar a revolução; se faz a revolução para assegurar a ditadura. O objeto da perseguição é perseguir. O objeto de torturar é a tortura. O objeto do poder é o poder”.

O filósofo político Sheldon Wolin usa o termo “totalitarismo invertido” no livro “Democracia Ltda.” para descrever nosso sistema político. É um termo que não faria sentido para Huxley. No totalitarismo invertido, as sofisticadas tecnologias de controle corporativo, intimidação e manipulação de massas, que superam em muito as empregadas por estados totalitários prévios, são eficazmente mascaradas pelo brilho, barulho e abundância da sociedade de consumo. Participação política e liberdades civis são gradualmente solapadas. O estado corporativo, escondido sob a fumaça da indústria de relações públicas, da indústria do entretenimento e do materialismo da sociedade de consumo, nos devora de dentro para fora. Não deve nada a nós ou à Nação. Faz a festa em nossa carcaça.

O estado corporativo não encontra a sua expressão em um líder demagogo ou carismático. É definido pelo anonimato e pela ausência de rosto de uma corporação. As corporações, que contratam porta-vozes atraentes como Barack Obama, controlam o uso da ciência, da tecnologia, da educação e dos meios de comunicação de massa. Elas controlam as mensagens do cinema e da televisão. E, como no Brave New World, elas usam as ferramentas da comunicação para aumentar a tirania. Nosso sistema de comunicação de massas, como Wolin escreveu, “bloqueia, elimina o que quer que proponha qualificação, ambiguidade ou diálogo, qualquer coisa que esfraqueça ou complique a força holística de sua criação, a sua completa capacidade de influenciar”.

O resultado é um sistema monocromático de informação. Cortejadores das celebridades, mascarados de jornalistas, experts e especialistas, identificam nossos problemas e pacientemente explicam seus parâmetros. Todos os que argumentam fora dos parâmetros são desprezados como chatos irrelevantes, extremistas ou membros da extrema esquerda. Críticos sociais prescientes, como Ralph Nader e Noam Chomsky, são banidos. Opiniões aceitáveis cabem, mas apenas de A a B. A cultura, sob a tutela dos cortesãos corporativos, se torna, como Huxley notou, um mundo de conformismo festivo, de otimismo sem fim e fatal.

Nós nos ocupamos comprando produtos que prometem mudar nossas vidas, tornar-nos mais bonitos, confiantes e bem sucedidos — enquanto perdemos direitos, dinheiro e influência. Todas as mensagens que recebemos pelos meios de comunicação , seja no noticiário noturno ou nos programas como “Oprah”, nos prometem um amanhã mais feliz e brilhante. E isso, como Wolin apontou, é “a mesma ideologia que convida os executivos de corporações a exagerar lucros e esconder prejuízos, sempre com um rosto feliz”. Estamos hipnotizados, Wolin escreve, “pelo contínuo avanço tecnológico” que encoraja “fantasias elaboradas de poder individual, juventude eterna, beleza através de cirurgia, ações medidas em nanosegundos: uma cultura dos sonhos, de cada vez maior controle e possibilidade, cujos integrantes estão sujeitos à fantasia porque a grande maioria tem imaginação, mas pouco conhecimento científico”.

Nossa base manufatureira foi desmantelada. Especuladores e golpistas atacaram o Tesouro dos Estados Unidos e roubaram bilhões de pequenos acionistas que tinham poupado para a aposentadoria ou o estudo. As liberdades civis, inclusive o habeas corpus e a proteção contra a escuta telefônica sem mandado, foram enfraquecidas. Serviços básicos, inclusive de educação pública e saúde, foram entregues a corporações para explorar em busca do lucro. As poucas vozes dissidentes, que se recusam a se engajar no papo feliz das corporações, são desprezadas como freaks.

[...]

A fachada está desabando. Quanto mais gente se der conta de que fomos usados e roubados, mais rapidamente nos moveremos do Brave New World de Huxley para o 1984 de Orwell. O público, a certa altura, terá de enfrentar algumas verdades doloridas. Os empregos com bons salários não vão voltar. Os maiores déficits da história humana significam que estamos presos num sistema escravocrata de dívida que será usado pelo estado corporativo para erradicar os últimos vestígios de proteção social dos cidadãos, inclusive a Previdência Social.

O estado passou de uma democracia capitalista para o neo-feudalismo. E quando essas verdades se tornarem aparentes, a raiva vai substituir o conformismo feliz imposto pelas corporações. O vazio de nossos bolsões pós-industriais, onde 40 milhões de norte-americanos vivem em estado de pobreza e dezenas de milhões na categoria chamada “perto da pobreza”, junto com a falta de crédito para salvar as famílias do despejo, das hipotecas e da falência por causa dos gastos médicos, significam que o totalitarismo invertido não vai mais funcionar.

Nós crescentemente vivemos na Oceania de Orwell, não mais no Estado Mundial de Huxley. Osama bin Laden faz o papel de Emmanuel Goldstein em 1984. Goldstein, na novela, é a face pública do terror. Suas maquinações diabólicas e seus atos de violência clandestina dominam o noticiário noturno. A imagem de Goldstein aparece diariamente nas telas de TV da Oceania como parte do ritual diário da nação, os “Dois Minutos de Ódio”. E, sem a intervenção do estado, Goldstein, assim como bin Laden, vai te matar. Todos os excessos são justificáveis na luta titânica contra o diabo personificado.

A tortura psicológica do cabo Bradley Manning — que está preso há sete meses sem condenação por qualquer crime — espelha o dissidente Winston Smith de 1984. Manning é um “detido de segurança máxima” na cadeia da base dos Fuzileiros Navais de Quantico, na Virginia. Eles passa 23 das 24 horas do dia sozinho. Não pode se exercitar. Não pode usar travesseiro ou roupa de cama. Médicos do Exército enchem Manning de antidepressivos. As formas cruas de tortura da Gestapo foram substituídas pelas técnicas refinadas de Orwell, desenvolvidas por psicólogos do governo, para tornar dissidentes como Manning em vegetais. Quebramos almas e corpos. É mais eficaz. Agora todos podemos ir ao temido quarto 101 de Orwell para nos tornarmos obedientes e mansos.

Essas “medidas administrativas especiais” são regularmente impostas em nossos dissidentes, inclusive em Syed Fahad Hasmi, que ficou preso sob condições similares durante três anos antes do julgamento. As técnicas feriram psicologicamente milhares de detidos em nossas cadeias secretas em todo o mundo. Elas são o exemplo da forma de controle em nossas prisões de segurança máxima, onde o estado corporativo promove a guerra contra nossa sub-classe política – os afro-americanos. É o presságio da mudança de Huxley para Orwell.

“Nunca mais você será capaz de ter um sentimento humano”, o torturador de Winston Smith diz a ele em 1984.”Tudo estará morto dentro de você. Nunca mais você será capaz de amar, de ter amigos, do prazer de viver, do riso, da curiosidade, da coragem ou integridade. Você será raso. Vamos te apertar até esvaziá-lo e vamos encher você de nós”.

O laço está apertando. A era do divertimento está sendo substituída pela era da repressão. Dezenas de milhões de cidadãos tiveram seus dados de e-mail e de telefone entregues ao governo. Somos a cidadania mais monitorada e espionada da história humana. Muitos de nós temos nossa rotina diária registrada por câmeras de segurança. Nossos hábitos ficam gravados na internet. Nossas fichas são geradas eletronicamente. Nossos corpos são revistados em aeroportos e filmados por scanners. Anúncios públicos, selos de inspeção e posters no transporte público constantemente pedem que relatemos atividade suspeita. O inimigo está em toda parte.

Aqueles que não cumprem com os ditames da guerra contra o terror, uma guerra que, como Orwell notou, não tem fim, são silenciados brutalmente. Medidas draconianas de segurança foram usadas contra protestos no G-20 em Pittsburgh e Toronto de forma desproporcional às manifestações de rua. Mas elas mandaram uma mensagem clara — NÃO TENTE PROTESTAR. A investigação do FBI contra ativistas palestinos e que se opõem à guerra, que em setembro resultou em buscas em casas de Minneapolis e Chicago, é uma demonstração do que espera aqueles que desafiam o Newspeak oficial. Os agentes — ou a Polícia do Pensamento — apreenderam telefones, computadores, documentos e outros bens pessoais. Intimações para aparecer no tribunal já foram enviadas a 26 pessoas. As intimações citam leis federais que proíbem “dar apoio material ou recursos para organizações terroristas estrangeiras”. O Terror, mesmo para aqueles que não tem nada a ver com terror, se torna o instrumento usado pelo Big Brother para nos proteger de nós mesmos.

“Você está começando a entender o mundo que estamos criando?”, Orwell escreveu. “É exatamente o oposto daquelas Utopias estúpidas que os velhos reformistas imaginaram. Um mundo de medo, traição e tormento, um mundo em que se atropela e se é atropelado, um mundo que, ao se sofisticar, vai se tornar cada vez mais cruel”.

Pensamento e Saúde

Créditos ao Blog Saúde Perfeita

C

itaremos hoje dois livros relacionados ao tema Pensamento e Saúde porque todo mundo tem sua gripe, suas dores em todos os lugares, demais doenças e por aí vai. E a gente sempre atribui o fato de adoecer a ‘’pegar uma doença’’. Dizemos que estávamos bem e pegamos uma doença o que mostra a inconscientização da gente de não relacionar a doença com o nosso estado psíquico, o nosso pensamento.

Então todo mundo fala que é uma bactéria, um vírus, que nos adoece.

Uma coisa interessante: Por que não é todo mundo que pega tal doença, por que não é todo mundo que está em contato com bactérias que pega doenças? O que acontece?

Esse desligamento que temos com o nosso interior faz com que sempre busquemos coisas fora de nós. E essa busca fora pode ser tanto negativa quanto positiva, mas no final das contas o que vale é o contato com nosso interior. E uma das coisas que mais nos dá uma posição de como estamos é o contato com mundo, a sociedade.

A pessoa quando está doente procura se isolar. Ela vai se afastando do contato com as outras pessoas até para não se ver. É uma forma de perder o contato.

Vejamos um livro já conhecido por muitas pessoas: ‘’Você pode curar sua vida’’, de Louise Ray. Ela é uma americana que há alguns anos teve um câncer. Estava desenganada pelos médicos e, conhecendo esse tipo de colocação mental, ela se auto-curou sem medicamentos e daí prá frente ela começou a se interessar mais e escreveu livros sobre esses temas. Tornaram-se Best Sellers. Ela procurou relacionar, como já existe, por exemplo, na medicina chinesa, a ocorrência de algumas doenças com a maneira de pensar das pessoas.

Outro livro que podemos citar é Metafísica da Saúde, do médium Luis Antônio Gasparetto e Val Capelli, que trabalha com ele. O Gasparetto teve contato com a Louise Ray, nos Estados Unidos, onde ele ficou uns anos com ela e pôde perceber esta situação de mudar os padrões de pensamento e ter saúde.

Nós fomos colocados na Terra, por Deus, para termos saúde, prosperidade, felicidade, vivermos bem, em paz, harmonia e justiça.

Pelo nosso comportamento fugimos e violamos as regras divinas, sem perceber. Achamos até que é natural e defendemos muitas vezes esse comportamento egoísta.

Em tudo na vida que você viola as leis da Natureza, existe uma conseqüência. Existe um débito e um crédito em que todos nós, de uma maneira ou de outra seremos compensados ou descompensados, de acordo com nossas atitudes.

Recentemente, um irmão falava sobre pessoas que são muito religiosas. Ele não compreendia porque elas não têm saúde e não conseguem sair dessa situação.

A religiosidade só pode ser completa com a ação. E necessário agir para receber a graça.

Sempre nos referimos aos povos nordestinos como muito religiosos e muito resignados. Sofrem calados, mas onde é que fica a atitude de mudar? Só com resignação e reza ninguém muda.

O pensamento tem que vir com uma atitude de ação na frente. É até estranho falar. Mas é priorizar a ação a ponto de parecer que primeiro se age e depois se pensa.

Deus nos colocou na Terra. Então qual é o objetivo de estarmos aqui?

É ficar apenas rezando, contemplando Deus? Temos que provar alguma coisa para a Natureza?

É necessário se expressar com ação.

Quando paramos de agir, de alguma maneira estamos morrendo. A doença é uma morte menor.É uma maneira de nos colocarmos em situação de morte. Adoecer é perder o contato com Deus. É uma colocação que os filósofos faziam de existência e essência.

O suicida acha que dando cabo da existência, ele preserva a essência dele e acaba o sofrimento, quando na verdade não é isto.

Ele morre em condições piores do que vivia, porque violou o período de colocar sua vida aqui na Terra em prova. Ele deu cabo da oportunidade da vida.

Na doença, de certa maneira, também fazemos isto.

Aí, nos desculpamos com o contato das bactérias, mas vemos pessoas tendo um contato maior ainda com doenças e que não adoecem.

Existe um mecanismo muito interessante que temos que entender. Ele nos leva a uma maneira de viver que é ter entusiasmo, objetivo na vida, cumprir alguma missão, nem que seja menor do que se imagina. A partir do momento que nos desligamos dos objetivos, começamos a morrer.

O que seria o medo? Vamos pensar. Existe o medo racional que é evitar o risco para preservar a vida. Isto é uma coisa.

Existe o medo demasiado. Ele foge do padrão. Conhecemos pessoas que morrem de medo de cachorro, têm pavor e nunca foram mordidas. Não podem nem ver cachorro.

Outros têm pavor de baratas ou de doenças. Quem tem muito medo de doenças, as atrai para si, sem perceber. A pessoa acredita que pega e pega mesmo, sem dúvida.

Num determinado ponto da evolução humana, descobriu-se, dentre outras coisas, a existência de bactérias.

Pasteur, naquela época, atribuiu as doenças a bactérias, vírus e fungos.

Na mesma época havia outro cientista chamado De Champs.

Existia uma disputa entre eles sobre a questão das bactérias.

De Champs descobriu que, no sangue, nós temos um determinado componente,além dos glóbulos brancos e vermelhos. Ele chamou de microzina esse componente que existe também na seiva das plantas e em todos os seres vivos.

A microzina seria o elo entre a transcendência, Deus e o Homem.

Sem esta conexão, não há vida.

Para qualquer médico existe apenas o glóbulo branco e o vermelho. Não existe microzina.

Pasteur dizia que o mal vinha de fora e De Champs, que vinha de dentro, apesar de ainda não entender bem a questão mental.

A pessoa que tem um desenvolvimento mais aprimorado no pensamento tem uma saúde melhor e possui microzinas mais ativas e em maior quantidade.

As microzinas só podem ser vistas em microscópios de campo escuro. Ele não mata as células nos testes. O microscópio comum, usado nas faculdades de medicina, expõe o sangue à luminosidade.

Durante a observação, o sangue já está morto pela claridade. O sangue não tem mais vida, atividade. Quando se usa a lente no campo escuro que era como De Champs estudava, vêem-se os glóbulos brancos, vermelhos e as microzinas, em atividade. Existem fotos e registros disto.

Tivemos a oportunidade de ver que o Dr. Masaru Emoto fotografou os cristais da água em várias situações diferentes. Tendo contato com música erudita ou orações, a formação dos cristais da água é harmônica. Uma música agressiva como o Rock causa uma formação desarmônica dos cristais, fora de padrão, feia. Isto é a Física constatando que padrões de vibração, de pensamento equivalem a determinados estados de saúde .

O pensamento rege o comportamento dos glóbulos brancos, vermelhos e microzinas.

Pasteur era muito político. Mantinha muito contato com a Corte francesa que tinha certos interesses econômicos. Começou aí o desenvolvimento de tudo o que se falou sobre bactérias.

Passaram a afirmar que se nós eliminarmos as bactérias e os vírus, teremos saúde. Pasteur começou aquela questão exagerada de se limpar tudo, de se desinfetar tudo.

Começou-se a diminuir o contanto com as pessoas. Hoje, quando encontramos alguém doente, nós o olhamos com medo de que ele vá nos passar uma doença . Mas não é ele que nos contamina. Adoecemos quando entramos na freqüência do doente. Assim, nós é que nos adoecemos, abrindo-nos á doença, aceitando-a. É um processo de dentro para fora. E outra, aquela bactéria tida como causadora da doença também entrou numa freqüência anormal, porque toda bactéria, vírus ou fungo faz parte da Natureza.

Podemos entrar em contato com eles e não nos acontecerá nada.

Claro que não podemos nos jogar no Rio Tietê, aqui em São Paulo. Nele , nada mais é natural.

Devemos ter bom senso, equilíbrio. Não vamos viver na imundície, mas podemos dizer que se criou uma coisa exagerada em relação a higiene.

Hoje podemos ver dermatologistas que vão à televisão dizer que banho em excesso prejudica a saúde, retira as camadas de proteção da pele.

O exagero impulsionou a indústria farmacêutica que é uma das maiores fontes de receita do mundo. Ou seja. Se estamos dando tanta força, tanto crédito à indústria farmacêutica, o que é que estamos fazendo aqui no Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, se aqui estamos falando o contrário, que cada um é que se cura?

Cada ser tem todos os remédios para curar qualquer doença.

O ser humano perdeu a capacidade de acreditar nele mesmo.

Desligou-se do seu interior. Tornou-se inconsciente do próprio poder e a indústria dos remédios passou a faturar cada vez mais.

O filósofo grego, Aristóteles, e o francês René Descartes ajudaram muito nesse processo. O método cartesiano separa a mente do corpo.

A Medicina caminhou estudando corpos mortos, sem considerar o espírito. Baseia-se na morte, não na vida. Que respostas pode obter? A Medicina tradicional se baseia em conseqüências, sintomas da doença, não nas causas.

Vamos imaginar uma infiltração no forro da sala. Pintamos, passamos uma massa, mas não arrumamos a telha quebrada. Na próxima chuva haverá infiltração de novo. Enquanto não chover, haverá uma aparente solução do problema. Assim são as curas aparentes de quem não se preocupa em sanar a origem de uma doença.

Devemos nos perguntar qual foi o padrão de pensamento que gerou determinada doença em nós.

Os livros que citamos nos convidam a esta reflexão, a investigarmos nosso pensamento. Por que ter câncer numa mão e não na outra? Por que o tumor em determinado órgão e não em outro? Há uma razão. Não é por acaso, não. Está tudo certinho, tão certo que nem fazemos idéia. É impressionante.

É lógico que para chegarmos a essa inconscientização que vivemos, passamos por uma série de coisas.

Estando com dor de cabeça, é lógico que é mais fácil tomar um remédio prá dor de cabeça. Mas, o que gerou essa dor de cabeça? Investigando, a gente consegue mudar. Geralmente, não vamos ter uma dor de cabeça quando está tudo bem.

Vejam que exemplo interessante. Uma senhora estava num sítio com toda a família, num dia lindo, de sol e ela apresentou um quadro forte de rinite. E numa conversa, perguntamos quando essa rinite costuma aparecer. Ela disse que sempre que saía de casa, ia fazer uma viagem, um passeio, a rinite atacava. Observando a maneira de pensar dela, vemos que ela se culpa de ter prazer de fazer uma viagem, ter lazer.

Alguns autores citam padrões de crenças colocados em nós na primeira infância, em referência a bloqueios cujas raízes temos muita dificuldade de encontrar. Mas temos domínio sobre a nossa maneira de ser. Podemos escolher, decidir, agir.

Não estamos somente à mercê do que aconteceu lá atrás. É lógico que temos uma dificuldade maior ou menor em localizar e resolver certos assuntos. O filho de uma família rica, que lhe deu uma boa educação, colocou-o nas melhores escolas, teoricamente terá mais facilidade para ganhar dinheiro do que um outro rapaz que teve que lutar para vencer todos os obstáculos de pobreza. Ele teve que ter muito mais força de vontade nesse aspecto prá ganhar dinheiro que o outro. Mas nada o impede de ganhar.

Uma nadadora chinesa, ginasta, treinava escondido da família que quase acabou com ela quando soube. Ela ganhou duas medalhas de ouro sem o menor apoio da família. Onde estava a vontade dela? Dirigida.

Dizem que existe doença genética. Não é somente genética. É psicogenética. Se numa família acontece um caso de câncer e, por isto, os outros membros aceitam que terão câncer, porque é uma propensão da família, outros casos ocorrerão.Quem aceitar que é parte daquele grupo e que está sob risco, aumenta muito a possibilidade de também adoecer daquele mal. Os que não aceitarem, não adoecerão.

Nós, que estamos fazendo esta reflexão, estamos fazendo parte de um grupo contrário. É difícil pensar e tomar esta posição.

Na vida, as doenças estão na maneira de pensar, sentir e agir.

Cada um tem na mente uma linguagem própria de interpretar situações. A senhora que apresentava a rinite toda vez que ia passear, estava se culpando. Acreditava que tinha que ficar em casa trabalhando. Não é uma inversão até no prazer, até, principalmente, nas coisas boas?

É dito que de zero a sete anos é que mais gravamos acontecimentos marcantes e situações difíceis, mas quando começamos a fazer um trabalho interno, passamos a nos observar e sentir o que nos leva a certas situações e problemas.

No final do ano, uma irmã nossa foi para a praia e estava ocorrendo casos e mais casos de virose que saíram até na televisão, mostrando muita gente com diarréia e vômito. Nossa irmã estava hospedada, próximo a um camping, onde muita gente havia adoecido. Ela disse: imagina! Eu não tenho que ter problema nenhum. Ela ficou pensando, analisando tudo o que aprendemos no esoterismo. Ela não pegou a virose.

Quando voltou prá casa, depois de uns 4 ou 5 dias, ficou doente, com forte diarréia. Ela começou a se perguntar por que tinha adoecido. Analisando-se, ela percebeu que ficou com muita raiva por causa das atitudes de um conhecido. Ficou furiosa mesmo. Ela chegou à conclusão de que a raiva a desequilibrou e, por isto, baixou a imunidade. Quando descobriu a causa, a virose passou.

Quando descobrimos a causa, a situação incômoda se desfaz e , às vezes, instantaneamente. A cura de uma infecção se dá em horas.

O que acontece? O grande problema do ser humano em relação às doenças é o que ele esconde, as coisas ocultas.

Tudo que for oculto – não interessa o que seja – não é bom. O que está escondido tem que vir à tona. Às vezes, uma conversa com um amigo resolve uma série de problemas.

A pessoa que se fecha, que se isola, está mais propensa a ter um sistema imunológico fraco. É uma questão de mantê-lo ativo ou não. Nosso sistema imunológico fica bem ativo quando acreditamos na vida, acreditamos em Deus, no bem. As microzinas se proliferam. Ficam transbordando vida. Na pessoa doente, que tem pensamento ruins, paranóicos,de perseguição, as microzinas são poucas e ficam aglutinadas .

Pasteur venceu De Champs com todo o apoio da mídia, do sistema. Por isto hoje, vivemos pasteurizados. O leite passa pela pasteurização para matar todas as bactérias, matar tudo, não pode ter nada, ser vivo nenhum.

Será que tem que ser assim? Seria o ideal?

Às vezes descobrimos como tratar doenças, mas surgem outras. Não pára de surgir doenças.

É tratamento revolucionário. É remédio novo. Quantos milhões gastos! Quanto mais se envelhece, o gasto com medicamentos vira uma fortuna.

Vocês já perceberam que não há interesse de se divulgar que não dá para curar com remédio, porque a tentativa de cura de uma coisa cria outra. As pessoas saem de uma dor no pé para uma na barriga. Não tem jeito, se não mudarmos o padrão mental.

Um grupo pequeno de empresas domina a indústria farmacêutica como verdadeiros cartéis. A poderosa família Rockfeller domina grande fatia da indústria farmacêutica. Ela possui uma fundação que patrocina faculdades de medicina e premiam os melhores alunos, no mundo todo. Todo mundo fica nas mãos deles. Os acadêmicos que dão aulas recebem vários tipos de patrocínios que incluem viagens e outros prêmios. Então, por que a pessoa que pensa e que acredita no pensamento é desacreditada? Não ouvimos falar em prêmio nenhum para pessoas assim. Estamos aqui, irmãos, na contramão dessas coisas todas. Nós acreditamos em algo mais e é isto que temos que desenvolver.

Temos o depoimento de um irmão que passou por um tratamento alternativo onde os terapeutas consideram, sem dúvida, a questão psicossomática, a questão do pensamento.Trabalham com decretos, aliando radiônica, promovendo uma limpeza interna dos resíduos decorrentes da conspiração alimentar.

Desde a segunda Guerra passamos a ter muitos problemas no nosso plasma sanguíneo causados, por exemplo, pelo uso abusivo de agrotóxicos. Temos ainda a margarina com suas moléculas de plástico para dar aquela consistência característica, vendida em comerciais bonitos, mostrando a natureza e empurrando goela abaixo, plástico que se deposita no organismo, endurece e entope veias.

Outro ponto interessante é a incidência da cândida na população mundial. É um fungo pernicioso que atinge noventa e nove por cento da população, o que é comprovado por pesquisas. Veio através da cadeia de agrotóxicos que não matou e só fez proliferar a cândida na casca do tomate, do feijão e outros. Matou outros organismos naturais, inofensivos.

Quando cai a imunidade, a cândida ataca e piora os casos de AIDS e tuberculose.

Quando conseguimos harmonizar melhor os pensamentos, o nosso próprio corpo pede uma alimentação mais saudável. Apesar de sabermos que está tudo de certa forma, comprometido, buscamos uma alimentação mais organizada, seletiva, com filtros para se ter uma saúde melhor.

Um dos maiores pesquisadores em AIDS no mundo nos disse que ela não existe. O que existe é a perda da imunidade que recebeu o nome de síndrome de imunodeficiência adquirida. Depois, apontaram o vírus HIV como culpado. Este cientista disse que sempre que ocorre uma doença existe um grupo típico de sintomas que vão se repetir de modo semelhante onde as pessoas adoecerem.

Com a AIDS, aparecem os sintomas mais variados que podemos imaginar.

O contato sexual foi apontando como causa do contágio, e o preservativo resolveria o problema.

Mas a questão não é essa. É o modo de se pensar, de se viver.

Mulheres que trabalhavam nas colheitas de uva no Chile começaram a apresentar casos de AIDS. Maridos acreditavam que estavam sendo traídos e abandonaram essas mulheres.

Quando foram estudar, descobriram a origem daqueles casos de AIDS nos agrotóxicos usados nas plantações e com os quais as trabalhadoras tinham contato direto.

Interessante é que os sintomas apresentados não eram os mesmos da desnutrida população africana.

Alguns acreditam que laboratórios desenvolvem vírus capazes de disseminar doenças, Pelo nosso pensamento, podemos destruir essa ameaça na maneira de agir.

Um irmão nos fala que a juventude não sabe e não se preocupa em conhecer esta autodefesa que estamos estudando. Aqui começamos a ver que o mundo tem algo mais do que nos é pregado. Muitos não se interessam em incluir na Educação, a formação de pensadores.

Se mudarmos o pensamento e entendermos como funciona nosso mecanismo, somos capazes de ter prosperidade, saúde, viver em harmonia. E isto não vai ter custo. Não dará lucro ao sistema, aos laboratórios, aos fabricantes de agrotóxicos que vendem milhões de toneladas para eliminação de fungos, bactérias e doenças, quando na verdade sabemos que na Natureza tem que haver equilíbrio. Nas pessoas, também.

Gerou-se uma paranóia coletiva. Temos medo do semelhante, medo de pegar doenças.

Criou-se o maior pânico na população mundial em relação à gripe suína. Venderam bilhões de dólares em vacinas e não era nada disso.

Alguns médicos declaram que vacina também é um perigo.

O sistema imunológico sozinho combate qualquer coisa. Mesmo bactérias ou fungos em desarmonia, ele combate. Na natureza, cada bactéria ou micro-organismo tem uma função, de utilidade, de parceria com todas as funções do nosso organismo. É para nós e todos os microorganismos vivermos em equilíbrio.

No México há uma clínica que trata de 800 pacientes, entre aspas, ‘’com AIDS’’. Eles não tomam remédio nenhum. Têm alimentação mais equilibrada, orgânica, SEM AGROTÓXICOS, e uma maneira de pensar mais positiva..

Vivem, trabalham, ninguém tem doenças oportunista. Ninguém está morrendo, ninguém está tomando AZT nem outras drogas.

Percebem que querem criar também em nós uma dependência, a ponto de, todo dia, termos que tomar um remédio prá pressão, prá isso, ou aquilo, para diabetes, ou o que seja. Esta idéia na Europa é bem enraizada, é bem forte.

Mesmo que criem ou desenvolvam vírus em laboratórios, se tivermos uma maneira de pensar mais positiva, mais forte, nosso sistema imunológico vai combatê-los.

Na população em geral, o mal age mais rápido que o bem, porque a maioria pensa mais no mal que no bem. Se anunciam no noticiário que há alagamento num bairro da cidade e que morreram dez pessoas, os seus parentes começam a te ligar para saber se você não está entre os mortos. Expressam medo, preocupação. Será que estas pessoas estavam pensando positivamente? Não!

Somos guiados pela dúvida, de uma certa maneira. A dúvida é uma falta de confiança, é uma desconexão com a divindade, é o oposto da fé.

Fé é certeza. Ela nos leva a entender uma prova. Precisamos crer.

O medo pode ser útil dentro de um propósito, natural. Por exemplo, o medo de ser assaltado nos leva a certas precauções, dentro do bom senso, do equilíbrio. Entrar no desespero de não mais sair de casa,ficar trancafiado, por receio de ser assaltado a qualquer momento já fugiu de um padrão normal.

O esoterista tem que agir com bom senso, tem que raciocinar.

Fonte: http://www.cecpensamento.com.br/estudos.php

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Documentário: Jesse Ventura - CIA - Assassinos programados, Manchurian Project

Créditos ao Canal fimdostemposnet pela tradução

http://static.blogcritics.org/10/02/04/125257/JV-Sleeper-Assassins.jpg

The Manchurian Candidate. Método assassino do governo introduzido na cultura popular atraves de uma novela e dois filmes. Mas seria isso meramente ficção?

Jesse Ventura persegue com essa conspiração mortal que reivindicam as parcelas do governo para transformar cidadãos em assassinos programados, acionados através do controle da mente, se transformando em bombas-relógio que matam por encomenda, basta o evento programado acontecer e pronto, as pessoas vao lá e fazem o que foi doutrinado, e depois nem se lembram do que fizeram.

Jesse ve uma demonstração de como um assassino pode ser criado através da hipnose, com um general do Exército dos EUA que inventou o super soldado psíquico. E finalmente fica cara a cara com um homem que afirma poder a partir de um chip implantado, fazem dele um real candidato manchurian.





Texto: "Todos nós defendemos o SUS"

Créditos ao blog Infinitoaldoluiz

http://3.bp.blogspot.com/_QZiugjYhsw0/TRXNFRwI_DI/AAAAAAAACHw/dIr_Kd90N-k/s1600/bigpharma.jpg

"A saúde no Brasil está profunda e perigosamente privatizada, e esse é um dos motivos pelos quais ela não avança. E o mais dramático é que sua privatização tem sido feita a expensas da defesa de seu funcionamento. Isso precisa mudar com urgência. Instalou-se no Brasil um discurso catastrófico de que o SUS é inviável como previsto e, “como todos nós defendemos o SUS”, a forma de garanti-lo é repassar serviços integrais ao setor privado, sob a alegação de que contratos estão sendo firmados e fiscalizados. Esse discurso e sua prática encobrem uma rede complexa de interesses de empresas, fornecedores e profissionais, do setor público, filantrópico e privado, intermediados por negociações de toda ordem, que tiram dos gestores públicos qualquer controle sobre a atenção à saúde dos cidadãos. O governo precisa auscultar a sociedade, as centenas de movimentos sociais em saúde do país, que vêm denunciando a falsidade desses serviços. São ineficazes, discriminam os pobres, usam os recursos do SUS para, dentro dos serviços, atender pacientes de planos de saúde, pagam mal e submetem profissionais a condições precárias de trabalho, prejudicando o atendimento. O governo precisa realizar uma avaliação criteriosa das iniciativas de repasse ao setor privado, como OSSs, OSCIPS, cooperativas, etc, e verá que elas não estão garantindo mais saúde à população. O aumento da cobertura é apenas um indicador de melhoria dos serviços, mas de nada vale se o serviço é uma porta a mais, sem resolutividade. Minam-se os recursos públicos, sem garantir mais saúde. (...)
Sejamos responsáveis e não sejamos desonestos. Abramos os olhos de ver. A História "do povo brasileiro", sempre escrita pela elite escravista, está resumida numa BOLINHA DE PAPEL. Conspiram como respiram. A saúde no contemporâneo Brasil escravagista quando ainda, 3 entre cada 5 brasileiros não têm o que comer todos os dias, quem está preocupado com saúde de quem?
Devia chamar-se Sistema único de senzalados. Doentes adoecidos pelo descaso da CASA GRANDE COM SEUS SENZALADOS EXCEDENTES...
O SUS e entidades privadas são REFÉNS DA globalizada FARMÁFIA e seus patrões que emanam ordens através da ditatorial e terrorista OMS, OMC, e outras máfias dita "mundiais" com suas pandemias de laboratório que NÃO QUEREM NEM PODEM CURAR NINGUÉM sob pena de falirem.


Um povo saudável não fica doente e portanto, não dá lucro a estes GANGSTERS que exploram os governos e os povos mantidos na ignorância E ESCRAVIDÃO.

Hábitos ALIMENTARES ERRADOS PROPOSITALMENTE difundidos pela MIDIOCRACIA vigente, e outras barbaridades nunca divulgadas, propiciam as doenças e mortes lentas para o indecoroso
lucrativo FANTÁSTICO mercado FARMAFIOSO.
Médicos FORAM TRANSFORMADOS em garotos propaganda, reféns da FARMÁFIA. São doutrinados desde as faculdades para seguirem os manuais e paradigmas em forma de eufemísticos "OBRIGATÓRIOS PROCEDIMENTOS". Saiu dos primeiros socorros, não enxergam um palmo, quando enxergam, de clínica e muito menos sem "máquinas" milionárias que os maniatam. O objetivo é o lucro, lucro, lucro, lucro durante a invisível EUGÊNICA DEPOPULAÇÃO ORDENADA PELA (VELHA ESCRAVISTA) NOVA ORDEM MUNDIAL E SEUS INTOCÁVEIS BANQUEIROS.


Investem "BILHÕES" EM desinformação e imposição dos remédios dos remédios dos remédios. E, quanto mais remédios dos remédios dos remédios para encobrir as causas e apenas amenizar e procrastinar os danosos resultados desse processo na maioria dos casos mortalmente irreversíveis, pior a coisa fica, e mais lucros este invisível doloso genocídio lhes dá. Médicos não sabem que também são escravos do sistema, ou fingem não saber. Poucos são os médicos que ainda sobrevivem ao ataque mortal dos ditatoriais laboratórios.

Assistam isto http://infinitoaldoluiz.blogspot.com/2010/09/dr-john-rengen-virapen-1-de-3.html


SÓ PARA NÃO ESQUECER DE LEMBRAR:


POLÍTICOS ESTÃO AÍ PARA NOS DAR A ILUSÃO QUE TEMOS ESCOLHAS neste escravismo travestido.


Todo este debate só é possível graças a esta Bendita Internet. Temos que retirar urgentes lições de nossos acertos e erros, seguir separando o joio do trigo e compartilhando os resultados. O tempo urge. Os sapos venenosos serão cada vez maiores e em maior número até que retirarão a Internet da tomada de todos os "terroristas" que não apóiam a VELHÍSSIMA ESCRAVISTA NEW WORLD ORDER e ainda acusarão os mesmos "TERRORISTAS" por este feito. Nada, religião alguma, lei alguma, substituirá a responsabilidade 100% dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. A verdadeira revolução é intrapessoal e intransferível.


Conheçam a medicina integral e muitas outras que nos libertam desta corja e que são perseguidas pelo "sistema" por não darem lucro a FARMÁFIA. http://www.infinitoemexpansao.com/medicina-integral.php

Sinto muito, sou grato.

Texto: A Nova Ordem Mundial

Créditos e Autor do Texto: InfoWorld2012

Se uma pessoa comum, ve você passando na rua com uma camisa escrita RESISTA A NOVA ORDEM MUNDIAL, pensa que o fulano está brincando né ? Bem, quase 80% provavelmente deve pensar dessa maneira, principalmente no mundo hoje em dia.

Para quem não sabe o que é a Nova Ordem Mundial [...] A Nova Ordem Mundial, é um plano em que a elite bancária quer fazer e os marionetes só vão administrar. É um plano que com certeza, vai ser capitalista e socialista, onde 100% da população vai ser escravizada através de seus empregos, através de séculos e séculos as 13 famílias mais ricas do mundo estão no poder, controlando as mentes das pessoas, através da mídia, vacinação, alimentação e etc.. Eles fazem de tudo para que você não perceba, o que está ocorrendo, para eles, nós somos ovelhas. Mas nós somos piores que as ovelhas, porque as ovelhas só seguem se têm um cão pastor, no qual ele mantém elas nas linhas, e nós, fazemos isso através da ignorância, ridicularização.

Durante muito tempo, a população mundial vem alimentando isso. Tudo o que eles querem é que você, só obedeça, durma, se reproduza, não questione as autoridades. Eles não querem que você use seu cérebro, para eles você tem que acreditar em tudo o que a midia fala. Exemplo: Se a mídia diz que o atentado do 11/09/2001 foi um plano de terroristas, você tem que acreditar. No qual esse dia, foi o famoso plano PROBLEMA-REAÇÃO-SOLUÇÃO [...] Esse plano funciona de tal forma: Eles criam o problema, a população reage com medo e a solução vem de quem crior o problema, ou seja, da própria elite.

Mas as pessoas, quando alguém diz isso para elas, é natural que ela vai dizer QUE ABSURDO, NINGUÉM GUARDARIA UM SEGREDO COMO ESTE. EXATO! Alguém com certeza, vai abrir a boca, pessoas como Michael Jackson, Bill Hicks, Che Guevara, todos eles falaram, e como será que a história acabou para eles ? Todos mortos, é óbvio que a elite vai matar, principalmente sendo o Michael Jackson, que têm milhões de fãs e seguidores.

A verdade não é mostrada pela mídia, não é só porque é controlada pela elite e também porque o povo, ignora, não da lucro. Assim como um povo saudável não fica doente e portando não da lucro aos porcos do topo da pirâmide (elite, iluminattis), que sempre exploraram o governo para controlar o povo na escravidão.

Tudo o que nós da resistência estamos querendo dizer, é que eles não estão nem aí para a humanidade, tudo o que eles querem é lucro, dinheiro e fazem isso através da alimentação, mídia, vacinação, controlando o dinheiro se controla o mundo e assim de geração em geração vai tomando conta do mundo e a liberdade humana vai pro buraco.

Quando as pessoas começarem a se alimentar bem, desligar a sua Tv ou rádio, buscar conhecimento, questionar o governo e quem estár por trás deles, ai sim, nós vamos conseguir termos um futuro digno de um ser humano.

humanae libertas
Resista!

Guerra do Rio

Créditos de: Inacreditável
Via: InfoWorld2012

Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 02 de dezembro de 2010.
Origem da “guerra”

Os serviços de inteligência afirmam, categoricamente, que a violência no Rio de Janeiro foi em consequência de um impasse nas negociações entre políticos e policiais corruptos com os chefões da bandidagem. Os quadrilheiros quebraram o pacto de não-agressão porque se negaram a reajustar a tabela de propinas cobradas pelas autoridades policiais e políticas.

Governantes Omissos e Coniventes

A atuação das Forças Armadas nas Operações contra o narco-tráfico no Rio de Janeiro escancaram ao Brasil e ao mundo a inoperância dos governadores do estado do Rio de Janeiro, nas últimas três décadas, a crônica falta de recursos e a corrupção das polícias civil e militar da “Cidade Maravilhosa”. A mídia amestrada usou e abusou das imagens mostrando a apreensão de drogas e armas, mas a fuga dos chefões do tráfico mostra a incompetência de uma operação pirotécnica mais preocupada nas tomadas espetaculares do que nos resultados. O planejamento equivocado realizado pelas Forças Auxiliares (policias civil e militar) é patente quando se permitiu que os bandidos usassem rotas de fuga conhecidas por todos. A série de equívocos e falhas mostra que o comando das operações, como reza a Constituição, deveria ter sido realizado pelas Forças Armadas.

A Guerra no Rio

Cel Gelio Fregapani

Muito já se escreveu sobre o assunto. Além do aplauso pela apreensão de droga e de armamento, me limitarei a preocupações ainda não aventadas suficientemente.

1ª – Não adiantará muito prender ou eliminar os que estavam incendiando os veículos. Estes são familiares de presos menores, forçados a fazê-lo sob ameaça a seus parentes. Maior efeito teria sobre os chefões, castigando-os severamente a cada ação de seus bandidos na rua. Claro, isto não será possível enquanto os direitos humanos dos bandidos forem maiores do que os direitos humanos de suas vítimas.

2º - Todos os pequenos traficantes mortos ou presos são descartáveis e facilmente substituíveis. Os grandes estão fora do alcance. O único segmento que podemos atingir eficientemente é o usuário, que financia tudo. Enquanto quisermos tratá-lo como doente e coitadinho nada funcionará. Temos que impor pesada multa ou trabalhos forçados, conjugado com uma campanha psicológica como a que foi feita contra o cigarro; centrada não sobre o perigo (que atrai os audazes), mas sobre o mote de que “a droga é para os fracos”.

3ª - Quando aquele tenente do Exército entregou três traficantes à facção inimiga apareceram o MP e os “direitos humanos” para atacar o Exército. O Beltrame disse "o Exército não está preparado para atuar na Segurança Pública..." Agora, por passe mágica, o Exército virou "a solução para o Alemão"... Mais cedo ou mais tarde alguém terá que atirar. Será processado também?

Todos sabemos que a responsabilidade terminará nas mãos do Exército, e que em breve o atual aplauso das comunidades se transformará em descontentamento, pelo prejuízo à estrutura econômica baseada no tráfico. O Exército sabe que só poderá ter sucesso acumulando o poder militar com o poder político, sob lei marcial. Ou não?

Solicito Publicação

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS) Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB) Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS) Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

Complexo do Alemão: A manipulação da "vitoriosa guerra contra o tráfico"

Créditos de: Resistir.info
Via: InfoWorld2012

Cartoon de Latuff. Estimulada por uma mídia burguesa, aliada ao governo do Estado do Rio de Janeiro e à sua política de Segurança Pública, a população brasileira tem a falsa impressão de que a região metropolitana do Rio de Janeiro está prestes a viver novos dias, com uma melhora qualitativa da sensação de segurança.

Foi a busca por tal sensação de segurança que levou a grande maioria dos trabalhadores, além da totalidade dos setores médios e da elite, a parar frente à TV nos últimos dias para assistir a um espetáculo midiático, comparável à invasão do Iraque pelo imperialismo norte-americano. Era como um filme de mocinhos e bandidos, em que a grande maioria torcia avidamente para que as polícias militar e civil e ainda as Forças Armadas, simplesmente eliminassem a vida de varejistas do tráfico de drogas – mesmo que, a custo disso, morressem inocentes, e bairros populares fossem transformados em verdadeiras praças de guerra.

Os últimos acontecimentos vêm confirmar o caráter de ocupação de uma zona de guerra, onde os civis, de solo ocupado, pouco ou nenhum direito têm. Multiplicam-se denúncias ora formais, ora pelos sussurros escondidos pelo medo de moradores que tiveram dinheiros roubados pela polícia, ameaças de agressão, desaparecimentos sem explicação nenhuma dos órgãos oficiais. Cenas que parecem reflexos de um Haiti ocupado pela ONU e pelo Brasil, onde uma forte criminalização dos movimentos sociais, e da própria população ocupada, que tem até o direito de ir e vir questionado pelas "autoridades".

Cartoon de Latuff. As denúncias ganham espaços de rodapé nos noticiários, que continuam colocando como manchete as glórias de uma policia que ganhou status de "nada consta" em sua corrida folha de crimes e corrupções, de conivência e até favorecimentos a facções criminosas e grupos de milícias.

Num quadro onde o secretário de Segurança do Estado, Beltrame, cercado por um forte aparato policial e militar, e todas as pompas da mídia visita a área, como legitimo representante de uma força de ocupação, como se se tratasse de um território inimigo. Apresentando mais uma vez para a população local, a única face do estado para os trabalhadores, a face da repressão.

Ao PCB preocupa esse fato: estimula-se, entre a população, uma visão fascistóide de mundo, como se "limpezas finais" fossem soluções para qualquer conflito. A História já demonstrou, através de vários exemplos, que tal pensamento deve ser firmemente combatido. Após as últimas ações, ocorridas nesse final de semana no complexo do Alemão, impõem-se algumas afirmações e questionamentos. Crer que os acontecimentos da última semana garantirão a segurança desejada pela população é equivocado; transmitir isso para população – como vêm fazendo os meios de comunicação – é propaganda mentirosa.

Há décadas o tecido social no Rio de Janeiro vem se deteriorando por culpa de interesses capitalistas tanto na organização do território quanto na oferta de serviços e equipamentos públicos para a maioria da população.

OLIMPÍADAS E CUSTO DE VIDA

Tal fato tende a se agravar: o custo de vida na região metropolitana do Rio cresce exponencialmente desde que a cidade foi escolhida sede das Olimpíadas de 2016, e o exemplo mais nítido disso está no mercado imobiliário. Ter um teto sob o qual morar, no Rio de Janeiro, está cada vez mais caro. Para piorar a situação, a população desta região metropolitana vive com os maiores custos de alimentação e transporte público do país.

Ao mesmo tempo, as políticas de emprego, geração e transferência de renda, educação, saúde, além da oferta de equipamentos esportivos e sócio-culturais são cada vez mais vilipendiadas pela lógica capitalista de ausência e desresponsabilização do Estado.

Não à toa as Oscips no setor de atendimento médico e o desempenho pífio dos estudantes do estado nos exames do Ministério da Educação, além de fatores de menor repercussão midiática, como a concentração de cinemas e teatros nas áreas mais abastadas da cidade, bem como a ausência de locais para o lazer. Concentram-se nessas áreas do Rio de Janeiro os piores indicadores sociais, os maiores índices de gravidez adolescente, a maior incidência de subemprego, as maiores deficiências de saneamento básico, etc.

Tais fatos foram jogados para debaixo do tapete nas últimas eleições, numa aliança explícita entre os grandes grupos de mídia e o atual grupo político que comanda o Rio de Janeiro. Ao contrário de sua postura quase sempre denuncista e falsamente moralizante, a imprensa burguesa chegou ao ponto de escamotear a existência de trabalho escravo e os claros indícios de enriquecimento ilícito, materializado entre outras coisas em mansões em Angra dos Reis (RJ); fatores que atingiriam politicamente personagens fundamentais desse agrupamento político.

COPA, OLÍMPIADAS & ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA

No meio de tudo isso está a atual política de Segurança Pública do Rio de Janeiro. É ela a fiadora de manchetes mentirosas e da ação hegemônica em criminalizar a pobreza entre a população. É a atual política de segurança pública, materializada fundamentalmente nas UPPs, que poderá viabilizar projetos políticos maiores para alguns e o lucro crescente para setores fundamentais da burguesia brasileira e carioca: com a copa do Mundo de 2014 e as olimpíadas de 2016, é preciso garantir uma sensação de segurança mínima para expandir a especulação imobiliária, os serviços de telecomunicações/mídia e os grandes investimentos em infra-estrutura e transporte urbanos, num ciclo propício à corrupção há muito conhecido.

Cabe assim o registro que se segue, publicado pela revista Piauí: as UPPs são um dos maiores "cases" de marketing dos últimos anos. De acordo com a publicação, os "serviços de comunicação e divulgação" da Secretaria de Segurança do Rio saltaram de R$ 66,9 milhões para R$ 91,7 milhões. Além disso, o secretário José Beltrame já promoveu 138 almoços com "formadores de opinião" desde a posse, e deu 223 entrevistas, sendo que 39 para a imprensa estrangeira, sempre com as UPPs como jóias da pauta.

Assim, é preciso dizer claramente: a atual política de Segurança Pública do Rio de Janeiro é uma farsa, que se presta à expansão dos investimentos privados e a garantia de lucros futuros para grandes grupos do capitalismo internacional e brasileiro.

O controle do território pelo estado – principal ponto da atual política de Segurança Pública e lógica que justifica as UPPS – só vale para algumas localidades, próximas às áreas mais nobres da capital, que servirão como base territorial para a expansão dos investimentos privados e públicos.

1020 FAVELAS

Para corroborar nosso ponto de vista, e desmascarar a falácia do atual governador de que todas as comunidades serão "libertadas", está a mais pura e simples matemática: existem cerca de 1.020 favelas na região metropolitana do Rio de Janeiro. Hoje as UPPs estão em 14 delas, com um contingente de quase quatro mil policiais (10% do efetivo da PM). Não há orçamento neoliberal que garanta pessoal suficiente para ocupar as mais de 1.000 favelas sem UPPs.

Por outro lado, e estranhamente, todas as UPPs foram instaladas em locais comandados por uma única facção criminosa. Para a Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde vivem mais de 50% da população da cidade e local no qual mandam as milícias (criminosos de farda), não há projeto de UPP.

Foram tais fatores que apenas deslocaram o crime organizado para pontos mais distantes da região metropolitana e, em alguns casos, fizeram mudar de mãos o controle de alguns pontos do varejo das drogas, inclusive em comunidades ditas "pacificadas" pelas UPPs. Estas mudanças por vezes se deram através de acordos, por vezes através da disputa de território – com os tiroteios típicos que vitimizam trabalhadores e inocentes. Não é por outro motivo que, em todas as operações policiais para instalar as atuais 14 UPPs, não houve sequer uma dezena de prisões, um quilo de entorpecente ou uma mísera arma de grosso calibre apreendidos. Isso também explica de onde surgiram tantos armamentos e varejistas do tráfico nas imagens veiculadas pela TV desde a última quinta-feira. Armas que, aliás, não foram fabricadas no interior daquela localidade. Chegaram até ali através de uma cadeia que a muitos interessa manter, pois a muitos enriquece: no atacado pela corrupção; no varejo através dos "arreglos" pagos a bandidos de farda.

Esta cadeia do tráfico permanece intocada, como bem sabem os moradores de localidades subjugadas pelas milícias. Os grandes traficantes de drogas e contrabandistas de armas, durante estes dias da "guerra do Complexo do Alemão", estavam incólumes em suas ricas residências nos bairros nobres, assistindo tudo pela televisão para acompanhar os rumos de seus negócios. Provavelmente estes atacadistas já têm seus interlocutores e sócios entre aqueles que "ocuparão" a Vila Cruzeiro e o Complexo do Alemão.

Ademais, é preciso esclarecer os motivos que justificaram as ações policiais promovidas desde a última quinta-feira: quem de fato promoveu os incêndios de automóveis? Por que tais ações se diferenciaram em muito das promovidas anteriormente pelo tráfico de drogas, inclusive permitindo que os cidadãos se retirassem dos meios de transporte? Por que tais ações se reduziram em muito desde que a ocupação da Vila Cruzeiro virou fato consumado, já que poucos foram os presos até o momento?

Para o PCB, é imperativo o esclarecimento de tais fatos. Que as investigações da polícia e da justiça sejam transparentes e abertas à participação de entidades da sociedade civil.

Por fim o PCB afirma: a culpa pelo atual estado de coisas é do capitalismo, de sua lógica e de seus interesses. Ele é o inimigo a ser combatido e derrotado pelos trabalhadores.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Coreia do Norte pronta para lançar uma ‘guerra santa’ nuclear

Matéria Retirada do Blog: Prova Final
Via: Blog Infoworld

http://revistaescola.abril.com.br/img/geografia/coreia-norte-nuclear.jpg

Estão nos a guardar a guerra das “Coreias” no quentinho…. para servi-la quando ?

SEUL — A Coreia do Norte está preparada para lançar uma guerra baseada na “dissuasão nuclear”, afirmou nesta quinta-feira a agência norte-coreana KCNA, em um momento de grandes tensões na península coreana.

“As forças armadas revolucionárias da RPDC (nome oficial da Coreia do Norte) estão plenamente preparadas para uma guerra santa de justiça ao estilo coreano baseada na dissuasão nuclear se for necessário para enfrentar as ações inimigas que deliberadamente levam a situação à beira da guerra”, advertiu a agência…

… Vários analistas afirmam que Pequim pediu calma a Pyongyang até a visita do presidente chinês Hu Jintao aos Estados Unidos, marcada para 19 de Janeiro… AFP (artigo completo)

sábado, 25 de dezembro de 2010

2012, O Fim de um Ciclo e Início de Outro..

Créditos: InfoWorld
Autor: InfoWorld


Depois de muito tempo um ciclo vem terminando, daqui a dois anos provavelmente vamos encerrar um cilo e iniciaremos outro, mas infelizmente grande parte da população mundial simplismente ignora, esse assunto muito importante, muitos não acreditam, outros acreditam, mas muitos não acreditam, provavelmente porque ocorreu uma profecia de que o mundo acabaria em 2000, mas porque eles querem comparar essa pessoa que fez essa profecia, com os maias ? Quem somos nós perto da civilização maia ? Eles sabiam coisas que só agora nossos cientistas estão descobrindo.

Entre os dias 20 e 21 de dezembro de 2012, provavelmente vai ocorrer a inversão dos pólos da Terra, terremotos, vulcões entrando em atividade, tempestades solares, vai ser um desastre, já ocorreu isso várias e várias vezes, só que tenho certeza, essa vai ser a pior de todas, devido a usinas nucleares e etc.. os poucos que estão lendo esse texto, devem estar pensando.. ENTÃO É O FIM, NÃO TÊM COMO ESCAPAR! Pelo contrário, sim, nós temos uma saída. A elite está construindo abrigos, para a hora do desastre, mas é claro, só entra quem é considerado um poderoso do dinheiro.

A civilização humana vai conhecer um admirável mundo novo, mas para que possamos conhecer esse mundo novo, devemos agora mesmo, parar de dar mais importância á mídia e dar atenção as coisas que realmente são importante, ficar calado neste momento não é o certo. Voltando ao assunto dos abrigos, se você estiver com dúvidas, se realmente existe deêm uma olhada neste documentário por Jesse Ventura., ELITE CONSTRÓI ABRIGOS PARA 2012

Provas matemáticas são umas das provas de que a inversão dos pólos da terra, vai ser em 2012, se estão duvidando, podem ler o livro O Código de Órion, explica como foi feita as contas e etc..

A partir do dia 22/12/2012, vamos ser uma nova civilização, vamos começar do zero, mas para que nossa civilização, não entrar no mundo do sistema, espero que a partir do dia 22/12, nós mudarmos de atitude, se alimentarmos bem do jeito que tem que ser, darmos atenção as coisas que importam, buscarmos o conhecimento e deixar o medo de lado.

http://4.bp.blogspot.com/_fLq6SNat8gw/SwYiiu1R-DI/AAAAAAAACY4/hM6ik1g3EzI/s1600/2012+filme.jpg

Exemplo: Ahh, NINGUÉM DEIXARIA ISSO ACONTECER, NINGUÉM GUARDARIA UM SEGREDO DESSES..se é isso o que você pensa, a elite esconde coisas que você nem imagina, porque não esconderiam também sobre o tema 2012 ?

Bem, espero que vocês tenham gostado desse texto, ajudem a divulgar e consultem o livro O Código de Órion, ele explica direitinho sobre 2012.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Federal Reserve - Parte IV

Créditos ao Blog Informação Incorrecta
















Quarta e última parte do artigo dedicado à Federal Reserve.
Boa leitura!

O verdadeiro rosto da Federal Reserve

Até aqui história e estrutura da Federal Reserve, o mais importante banco central do mundo.

Mas pode surgir uma dúvida: estamos em 2010, quase 2011, os tempos mudaram, não será precisa hoje uma organização de super-controle e regulação? Uma organização como a Fed?
Afinal o mercado demonstrou de não ser capaz de se auto-regular. Se nos Estados Unidos fosse implementada uma estrutura de controle, cedo ou tarde os outros Países também acabariam por adequar-se: afinal os EUA ainda é o mercado de referência.

Esta pergunta é legitima e implica muitas reflexões.
Vamos tratar só de duas.



A chave e o cofre

A primeira é a seguinte: qualquer organização de controle não pode ser privada.

Não funciona e ponto final.
É como entregar a chave do cofre aos ladrões, mesma coisa. Os resultados estão debaixo dos olhos de todos: a Fed nada fez para prevenir a actual crise.
E quando falamos de Fed, falamos de todos os bancos ocidentais, que dependem das decisões tomadas em Washington.

Como é possível imaginar a Federal Reserve, ou qualquer outro banco central, tomar posições contra a classe bancária?
Alguma vez viram um banco trabalhar contra o sistema bancário ou empresarial?

Como vimos, quem dirige a Fed são banqueiros e empreendedores.

O que leva ao segundo ponto: o que fez a Fed ao longo dos últimos anos para favorecer a transparência das instituições financeiras? Quais medidas para evitar a crise?


3.000.000.000.000 Dólares em segredo

Este mês foi revelado que no Outono do ano passado (2009) a Fed emprestou 3.000.000.000.000 de Dólares num só mês a centenas de multinacionais.

Emprestou no segredo absoluto, sem pedir garantias, com base em procedimentos discricionais de emergência. Sem pedir a autorização de ninguém.

Reparem: 3.000 biliões num só mês, todo dinheiro para empresas privadas.
Quais? General Electric, AIG, Fannie Mae, UBS na Suiça, Barclay's na Inglaterra, Deutsche Bank na Alemanha.

Que tem a ver isso com o trabalho de inspecção e regulamentação? Que tem a ver isso com a actividade de fornecer fundos para as empresas americanas?

O problema é que ao longo de 10 anos, a Fed tinha permitido a estas empresas criar e manipular milhares de biliões de produtos derivados sem o mínimo controle. As instituições financeiras de New York tinham ganho muito com este esquema. Mas estes produtos existiam só na fantasia de quem os criava.
Assim, quando rebentou a bolha de 2008 (a mesma da qual ainda estamos a sofrer), o castelo de areia desmoronou. No seu lugar, um buraco de milhares de biliões.

Nesta altura, a Fed tentou parar o vazamento, imprimindo e distribuindo dinheiro no mundo: todos aqueles que estavam implicados no esquema precisavam de dinheiro para pagar as dívidas. E, para evitar a falência de colossos como General Electric ou AIG, tudo foi feito às escondidas e depressa.

Problemas? E quais? Afinal quem manda na Fed são as mesmas empresas ou bancos.

Só agora, passados três anos, podemos conhecer os pormenores. Mas o tempo passou e já a notícia não merece as primeiras páginas dos jornais.

A Fed contra os controles

A Fed há muito que abdicou do próprio trabalho, a vigilância do sistema bancário americano, sempre admitindo que em qualquer altura possa efectivamente ter desenvolvido este papel.

Aliás, foi mesmo a Fed, com o seu homem mais importante na altura, Alan Greenspan, que pediu insistentemente para que fossem eliminados os controles sobre os produtos derivados; até contra o parecer da CFTC, a Comissão Federal que deveria regulamentar os derivados.

A FED, isso é os seus chefes Alan Greenspan, Kohn, Ben Bernanke, Mishkin, insistiram que os derivados eram produtos financeiros úteis e necessários e que não era justo controla-los.

Mas desta forma criou-se uma área financeira cinzenta (uma das muitas), fora de controle. Controle público, óbvio, mas não privado.

Uma excepcional reportagem do New York Times (aqui passada totalmente despercebida) explica a existência dum cartel de bancos privados de New York, que excluem qualquer outro banco ou fundo ou instituição do controle do enorme e obscuro mercado mundial dos derivados. E que impedem que haja qualquer tipo de controle. Os nomes? Os leitores já conhecem estes nomes: Goldman Sachs, Morgan Stanley, Citigroup, JP Morgan...

Um trabalho já feito

Porque a Fed protege este bancos privados?

Porque estes bancos privados SÃO a Federal Reserve, e vice-versa.

Porque o chefe da Fed de New York, Bill Dudley, até dois anos atrás era partner da Goldman Sachs.

Porque todo o pessoal da Fed de New York (lembramos, a mais importante das 12 agências da Fed) ou trabalhava nestes bancos privados ou neles trabalhará uma vez saído da Fed.

Porque ainda nesta semana, Peter Orszag, que tinha negociado com os chefes do Tesouro e da Fed para entregar centenas de biliões à Citigroup, demitiu-se da Fed. E tornou-se director de quem? Do Citigroup, com uma salário de 3 milhões de Dólares, mais bónus, óbvio.

A verdade é que não é preciso um banco central para controlar e regulamentar a actividade do credito.
Desde 2008 foram fechados cerca de 400 bancos médios e pequenos. Quem tratou deles? Deveria ter sido a Fed? Sim, mas a Fed não trata destas miudezas.

Foi a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), uma entidade estatal, que tratou do assunto. A FDIC tem o poder de inspeccionar e fechar os pequenos bancos. Mas a FDIC não tem o mesmo poder no respeito aos grandes bancos de New York.

Porque os médios e pequenos bancos foram fechados sem a intervenção do dinheiro público?
Porque os grandes bancos (e, como vimos, também as grandes empresas privadas) foram salvas com o dinheiro público?

A resposta é simples: porque assim quis a Federal Reserve.
E nesta altura deveria estar claro que a Fed outra coisa não é a não ser uma cobertura. Um autentica cortina de fumo, crida para justificar decisões tomadas em outros lugares.


Os maiores economistas do mundo

É por isso que os governadores da instituição pouco ou nada percebem de economia.
Uma afirmação demasiado "forte"? Talvez. Mas façam o favor: reflictam sobre os seguintes dados.

Alan Greenspan, foi governador da Fed desde 1987 até 2007: não era professor, nem banqueiro, nem funcionário: tinha só uma falsa licenciatura.

Que fique claro: não há nada de mal no facto de não ter um título académico, a história é repleta de homens que conseguiram grandes coisas sem por isso serem "professores".
Mas então porque uma falsa licenciatura?

Resposta: porque era precisa para ser nomeado governador da Fed.

A revista Barron's, a mais prestigiada dos Estados Unidos em campo financeiro, quis espreitar a tese, mas não conseguiu.
Vários diários pediram à Universidade de New York uma cópia do documento, mas a instituição afirmou não estar na posse do documento.
Que parece ter sido só um conjunto de artigos e relatórios escritos por outros.

Assim, o mais potente economista do mundo foi nomeado graças a uma tese copiada, conseguida mesmo antes da nomeação e feita logo desaparecer.

É a mesma pessoa que em 1993 declarou perante uma comissão do Congresso dos EUA que não existiam os relatórios das reuniões da Fed. Anos mais tarde foi descoberta a existência de 17 anos de relatórios.

Estas são as pessoas que gerem os bancos do mundo.

E o actual director? Ben Bernake?
Nem é preciso procurar, é só lembrar das suas intervenções.
  • Em 2006 escreveu que os preços dos imóveis reflectiam a força da economia dos Estados Unidos. Num só ano, os preços caíram -35% no sector residencial e -45% no comercial.
  • Em 2007 afirmou que os subprimes era um problema "contido".
  • No dia 22 de Setembro de 2008 afirmou que era preciso deixar falir Lehman Brother's, sem gastar 20 ou 30 biliões de dinheiro público para o resgate. Sete dias depois, no dia 29 de Setembro, pediu de urgência 700 biliões de Dólares, anunciando que em caso contrário era de esperar uma crise mundial pior da Grande Depressão.
  • Pediu 700 biliões para o Tarp, o programa do governo para comprar acções das instituições financeiras em crise. Depois depositou este dinheiro nos bancos sem comprar nada.
  • Na primavera deste ano anunciou estar pronto para retirar liquidez do mercado, pois a economia estava em clara retoma. Em Setembro fez uma inversão de 180 graus e anunciou a necessidade de imprimir outros 800 biliões (o Quantitative Easing 2) porque a economia estava em risco.
Repito: estas são as pessoas que gerem a Federal Reserve, o mais importante banco central do mundo.
Agora, é só fazer as contas.

Ipse dixit.