segunda-feira, 3 de março de 2014

Resultados da Geoengenharia: Análise Releva Alto Índice de Alumínio em Amostras de Água da Capital de Santa Catarina

Créditos: Blog A Nova Ordem Mundial

Chemtrail, Ameaça Real no Brasil 

Pois bem, não é de hoje que venho alertado as pessoas de todo o Brasil para o perigo pelo qual estamos silenciosamente passando. A Geoengenharia Estratosférica de Aerossóis (SAG) já é uma realidade há mais de 20 anos e desde 2009 vem se intensificando nos países de terceiro mundo, principalmente no Brasil, na região Centro-Sul. Trata-se da dispersão de aerossóis na alta atmosfera. Isso é feito por aviões comerciais adaptados e já se sabe que os principais elementos químicos pulverizados são o Alumínio, o óxido de Alumínio, o Bário, o Estrôncio e o manganês.

As primeiras amostras foram recolhidas nos EUA na Califórnia, em Shasta Country no início de 2000. Francis Mengels, Bacharel em Ciências de Engenharia Florestais, mestrado em zoologia, um conservacionista do solo e biólogo aposentado que trabalhou durante trinta e cinco anos para o Serviço Florestal dos EUA, alertou sobre o rápido declínio dos peixes nos rios e córregos onde foram feitos os testes. Mengels apresentou um riacho que havia oferta abundante de peixes há alguns anos atrás. Porque a dieta principal dos peixes no rio é de insetos aquáticos, ele executou um método de amostra-padrão para medir a quantidade de insetos presentes no rio.


As amostras colhidas antes das pulverizações de Chemtrails havia em média 1000 insetos aquáticos. A atual amostra rendeu apenas 31 insetos. Uma queda espantosa de 96%. Mengels afirmou que os peixes sobrevivem de insetos, então eles estão morrendo de fome. Este rápido declínio na quantidade de insetos é provavelmente devido às mudanças químicas da água. As únicas alterações no rio que Mengels está consciente são aumento dramático de alumínio, bário e estrôncio, que ele acredita ser proveniente das pulverizações atmosféricas (geoengenharia).


Depois de mais de três anos de intensas operações de geoengenharia na capital de Santa Catarina, os primeiros resultados de análises que agora estão saindo, indicam, não por coincidência, o acúmulo das mesmas substâncias ora analisadas nas amostras do estado da Califórnia, principal estado vítima da geoengenharia nos EUA. E a substância química encontrada em excesso não podia ser outra se não o Alumínio, principal elemento usado nas operações de geoengenharia global.

 Vejamos a matéria apresentada pelo Diário Catarinense, onde ele revela o aumento do alumínio, mas não relaciona as causas com a geoengenharia global:

Água de Florianópolis tem níveis de alumínio acima do recomendado pelo Ministério da Saúde

A pedido do Diário Catarinense, um laboratório testou a água de Florianópolis em cinco pontos da cidade e constatou valores de alumínio acima do recomendado pelo Ministério da Saúde. No centro, em Coqueiros, no Continente, e no Rio Tavares, no Sul, o valor é quase três vezes acima do permitido. Os bairros Barra da Lagoa, no Leste, e Ingleses, no Norte, também fizeram parte do estudo. Pesquisas ainda em andamento investigam as relações do produto com o surgimento de doenças como depressão, Parkinson e Alzheimer.


As irregularidades da água são a conclusão de um trabalho feito pelo QMC Laboratório de Análises, credenciado à Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina (Agesan). De acordo com a bíoquimica do Laboratório Municipal de Florianópolis Eliana Maria de Almeida, o alumínio é um metal pesado de efeito cumulativo incorporado aos órgãos do corpo humano.

O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental Afonso Veiga Filho explica que as alterações nos níveis de alumínio da água não costumam ser comuns nas cidades brasileiras.

— O produto é usado no tratamento da água, pois o sulfato de alumínio auxilia na coagulação dos materiais em suspensão, para separar as impurezas presentes na água. Se o problema for eventual, não chega a acarretar problemas maiores — explica.

Insuficiência de cloro também é apontada pelo estudo 

O relatório encomendado pelo DC apontou irregularidades nos níveis de cloro em dois bairros da capital catarinense. Na Barra da Lagoa, no Leste, a concentração é de menos da metade do exigido por lei (0,07mg por litro, quando o MS estabele o mínimo de 0,2mg). No Rio Tavares, no Sul, a concentração é de 0,17mg.

O engenheiro sanitarista Rodrigo Fagonde Motta chama atenção para a contribuição do cloro abaixo do recomendado para o surgimento de enfermidades como o hipotiroidismo, aumento de peso e fadiga.

O que diz a Casan 

Responsável pelo setor de qualidade de água, o engenheiro da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), José Luciano Soares, contesta o estudo.

— Os resultados apresentados pelo QMC não são verdade absoluta, pois foram coletas pontuais e o relatório da Casan apresenta um histórico de resultados mais representativos para uma análise geral da água da cidade — contesta o técnico da companhia.

Segundo o especialista, a alteração é registrada em altas precipitações, pois nestes casos a quantidade de alumínio é aumentada para remover cor e turbidez da água.

— Como o metal é solúvel, somente mudando a tecnologia atual da Estação de Tratamento de Água seria possível diminuir esses valores. A Casan está investindo em obras de infraestrutura nas unidades de tratamento para aprimorar o processo e garantir que o produto chegue ao consumidor dentro dos padrões estabelecidos pela legislação — explica José Luciano Soares.  



Fonte: [Resultados da Geoengenharia] Análise Releva Alto Índice de Alumínio em Amostras de Água da Capital de Santa Catarina

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