sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Primeiro ato de Obama: Dinheiro de contribuintes para o financiamento de abortos de bebês negros

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Wednesday, January 21, 2009

Ordem do executivo reverte o veto de ajuda a grupos internacionais de planejamento familiar.

A mais estranha ironia em torno da euforia da posse do primeiro presidente negro dos EUA é que uma das primeiras ações de Obama será assegurar que milhões de bebês negros continuam sendo abortados nos países de terceiro mundo com a verba dos pagadores de impostos norte americanos.

O primeiro ato de mudança do novo presidente será a implementação de uma ordem executiva que permite que a verba dos contribuintes dos EUA possa ser usada para financiar grupos internacionais de planejamentos familiares que aconselha mulheres e executa abortos pelo mundo, principalmente na África.

Aparentando um total descaso em relação ao bárbaro bombardeio de Israel em Gaza, uma carnificina que já matou por volta de 400 crianças, Obama quer ter plena certeza de que milhões a mais não terão nem mesmo a chance de viver.

Obama irá reverter à política inadequada da Cidade do México, a lei federal que proíbe ajuda a grupos de planejamentos familiares que foi instituída por Ronald Reagan em 1984. A política não se aplica a abortos em casos de estupro ou em condições de ameaça de vida. A ordem executiva do presidente se passará quase exatamente 36 anos desde que a decisão da suprema corte Roe V. Wade legalizou a prática do aborto.

Grupos abortistas que irão desfrutar da verba dos contribuintes Norte Americanos incluirá a the Family Guidance Association of Ethiopia e a the Planned Parenthood Association of Zambia.

A ordem executiva precederá a decisão de Obama de mais uma vez liberar fundos para a UNFPA, organização que defende a política chinesa de abortos forçados.

“A aceitação de Obama a política de socorro ao aborto é uma de muitas ações executivas que o presidente colocará em prática, de acordo com várias pessoas que passaram pelo processo de transição na Casa Branca. O novo presidente também considera colocar um fim nas restrições de Bush a pesquisas com células tronco,” como relata Hartford Courant.

A pesquisa com células tronco tem atraído uma forte oposição de grupos anti-abortistas pelo fato de grande parte desse procedimento ser feito com células de crianças abortadas. A igreja Católica da Escócia nessa semana classificou o fato como imoral e sem ética, especialmente porque essa pesquisa também pode ser feita com células de pessoas adultas.

Fundos globais de financiamento ao aborto como um método de controle populacional tem sido uma das obsessões das elites eugenistas ao longo da história.
Um dos pioneiros em planejamentos familiares e a mulher que abriu a primeira clínica de controle no Reino Unido Marie Stopes, era racista e anti-semita, além de fazer campanha para a seleção de raças humanas visando atingir a pureza racial, uma paixão que ela compartilhou com Adolf Hitler em cartas e poemas de amor que eram enviadas para o líder do terceiro Reich.


A feminista também participou do congresso nazista de ciência populacional em Berlim em 1935, enquanto fazia exigências para esterilização compulsória de pessoas doentes, bêbadas ou mesmo aquelas de má formação. “ Stopes colocou em prática suas teorias assustadoras concentrando suas clínicas em áreas pobres das cidades de maneira a reduzir a taxa de nascimentos nas classes mais baixas.


Stopes deixou muito de seu prestígio a sociedade Eugênica, uma organização que dividiu sua paixão por pureza de raças e que continua existindo com um novo nome “The Galton Institute. A sociedade inclui importantes nomes como Charles Darwin(padrinho do evolucionismo),, Julian Huxley e Margaret Sanger.
Lamentavelmente, The Galton Institute website promove e financia iniciativas ajuda de planejamentos familiares em países em desenvolvimento. Em outras palavras, a mesma organização que uma vez favoreceu a esterilização de negros de maneira a atingir pureza racial assim como o nazismo, está agora patrocinando o aborto de bebês negros no terceiro mundo.


Com a ordem executiva de Obama para liberar dinheiro dos contribuintes no financiamento de abortos de crianças negras na África, ele assinala sua firme intenção de agir nos moldes dos ancestrais eugenicistas do mundo, através de um movimento que controla os grupos de planejamentos familiares.


Muito se tem falado a respeito dos ideais de Marthin Luther King na posse do primeiro presidente negro. O que a lendária campanha dos direitos civis teria pensado a respeito do ato do presidente de patrocinar o financiamento de abortos em crianças negras? Mas o que teria dito sua sobrinha Dr. Alveda King sobre o tema da conferencia último agosto.
“ A grande ironia é que o aborto tem sido feito como Klan sempre sonhou.” Disse ela

King ressaltou que o assassinato de um quarto da população negra nos EUA não vem de linchamentos ou dos dias de sua infância, mas de abortistas, que fazem seus centros de extermínio em vizinhanças minoritárias e rezam para as mulheres que acreditam que eles não tem mais esperança.

Um dos primeiros atos de Obama será assegurar que esses centros de extermino espalhados pelo mundo receberão novos capitais para continuarem abortando um número cada vez maior de crianças negras.

FONTE

Um comentário:

Mokele M'bembe disse...

O texto é muito interessante, mas para mim ainda não fecha...
Parece contraditório um líder afrodescendente (vira-lata) como ele mesmo já se auto denominou, pretender ou ficar conivente a "limpeza" racial, ou pelo menos seria muita ingenuidade o mesmo não saber do passado desse instituto de planejamento familiar.
Enfim as notícias e fatos estão aí para quem quiser ler não é? Vamos continuar prestando a atenção a elas...