Há alguns anos, os pesquisadores das grandes indústrias farmacêuticas vêm detectanto sinais progressivamente mais claros e recorrentes de um fenômeno da maior importância: as bactérias, fungos e vírus, que antes eram facilmente controlados pelo emprego de antibióticos, estão criando suas próprias defesas contra esses medicamentos específicos, que acabam invalidando os antibióticos, tornando-os não efetivos. As novas cepas, as novas linhagens de germes, estão procedendo a uma impressionante ofensiva, invadindo campos que deveriam ser interditados ou proibido para eles, como hospitais, clínicas, consultórios médicos e odontológicos, laboratório de análises clínicas e assim por diante. O Streptococcus Aureus , por exemplo, já se tornou resistente ao mais poderoso antibiótico conhecido e as infecções por ele geradas já estão intratáveis (vide “ Scientific American “, 1998). E, de nada adianta tentar produzir antibióticos ainda mais fortes, porque os microorganismos voltarão a sofrer novas...
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