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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Cablegate Brasil: Veja Aqui Todos os Documentos Relacionados com o Brasil

Créditos de: A Nova Ordem Mundial

Cablegate Brasil No primeiro dia da publicação do Cablegate fizemos uma breve descrição sobre os documentos divulgados até aquele momento. Como veremos muitas outras informações relacionadas com o Brasil nas próximas semanas, resolvi criar este post, onde irei atualizar a medida que mais informações se tornarem disponíveis.

Os documentos mostram estreita relação do Brasil com a inteligência americana, e uma grande preocupação por parte do governo americano sobre a falta de legislação anti-terrorista no Brasil.

- Doc. 08STATE3034 - Al-Quaeda na tríplice fronteira com o Brasil: um dos cabos publicados mostra como em 2008 Washington ordenou a seus diplomatas em Assunção (Paraguai), para que investigassem a possível presença da Al-Qaeda em uma zona de fronteira entre Paraguai, Argentina e Brasil. Este documento solicitava informações sobre grupos terroristas e simpatizantes, incluindo a Al-Qaeda e
outros grupos militantes islâmicos como o egipcio Jamaa Islamiya, o Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e o Hezbollah do Líbano.

Doc. 09BRASILIA1540 e 08BRASILIA504 - Preocupação pela falta de legislação anti-terrorismo no Brasil
Nestes dois documentos vemos uma crescente preocupação do governo americano com a falta de uma legislação anti-terrorismo no Brasil. De acordo com o sumário do documento de 2008:

Em novembro do ano passado, o Governo do Brasil anunciou que estava retrocedendo em seu esforço para apresentar uma legislação anti-terrorismo depois de um esforço de longos anos de um grupo de trabalho dentro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), para coordenar a elaboração da iniciativa dentro do governo. Apesar de que hoje procuram diminuir a importância de ter essa legislação, antes da reversão funcionários alegaram que a legislação anti-terrorista era necessária para melhorar o seu regime jurídico - que atualmente não trata de atividades terroristas, financiamento do terrorismo, ou o apoio ao terrorismo como crimes. Algumas notícias têm sugerido que o poderoso chefe de gabinete do presidente Lula anulou a legislação proposta, que havia sido atacado por alguns ativistas sociais e grupos de defesa, que temiam que a legislação poderia ser usado contra eles, e comparou-a com a repressão da era militar. Os meios de comunicação e o silêncio político após a reversão do governo expôs um vácuo em matérias relacionadas com o terrorismo entre as elites, cujo apoio seria necessário para superar a resistência. Como resultado, nossos esforços para colocar esta legislação novamente na agenda do Brasil será uma batalha árdua.
A maioria dos legisladores e público em geral ainda são adeptos da mentalidade do "isso não pode acontecer aqui", pois eles não têm qualquer idéia de táticas terroristas, o conceito de redes de apoio,... Segundo ele, o único fator que poderia mudar essa indiferença é uma outra onda de violência como a desencadeada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo em 2006 (ref D). O terrorismo perpetrado por extremistas islâmicos é muito remoto para os brasileiros se preocuparem. A única maneira que eles vão se mover, acrescentou, é quando o problema os afetar de forma diária.
Diante da situação atual no Rio de Janeiro, seria esta onda de violência no Rio parte de um movimento para ganhar apoio para uma nova lei-anti-terrorismo no Brasil? Seria a onda de violência no Rio um Ataque de Falsa Bandeira?

Outro documento publicado pelo WikiLeaks traz a mais recente avaliação da política brasileira de combate ao terrorismo, de 31 de dezembro de 2009 (Cable 09BRASILIA1540). Nele, a Ministra Conselheira da Embaixada Lisa Kubiske reitera a existência de "dois discursos separados" no Brasil: enquanto o governo nega, a polícia monitora e colabora em operações de contraterrorismo. Ela cita como exemplo a prisão, em maio daquele ano, de um integrante da Al Qaeda.

A prisão foi feita pela PF em São Paulo durante uma pretensa investigação sobre células nazistas. O libanês, conhecido como "senhor K", foi preso sob acusação de racismo. Para a PF, ele coordenava uma célula de comunicação e recrutamento da Al Qaeda em São Paulo.

Doc. 08BRASILIA43 - Brasil oculta prisões de terroristas: O governo brasileiro disfarça a existência e a prisão de pessoas ligadas ao terrorismo, de acordo com textos enviados pelo então embaixador americano no Brasil em 2008. Segundo o documento, "o governo brasileiro é um parceiro de cooperação no combate ao terrorismo e actividades relacionados com o terrorismo no Brasil [...] No entanto, os mais altos níveis do governo brasileiro, particularmente o Ministério das Relações Exteriores, são extremamente sensíveis a quaisquer créditos públicos de que terroristas têm presença no Brasil - seja para arrecadar fundos, organizar a logística, ou mesmo trânsito no país - e vai vigorosamente rejeitar quaisquer declarações implicando o contrário".

Doc. 08BRASILIA43 - Governo Brasileiro com relações estreitas com as agências de inteligência dos EUA
As forças de segurança brasileira cooperam estreitamente com a inteligência dos EUA e as agências de segurança no combate ao terrorismo no país, apesar dos desmentidos do governo brasileiro.

Segundo um telegrama secreto enviado para Washington em janeiro de 2008 pelo embaixador dos EUA Clifford Sobel, a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência ABIN monitoraram suspeitos terroristas e prenderam alguns deles, utilizando outras acusações:
"A Polícia Federal, muitas vezes, prende pessoas com ligações ao terrorismo, mas nunca usa acusações de terrorismopara evitar chamar atenção da mídia e dos altos escalões do governo. Durante o ano passado a Polícia Federal prendeu várias pessoas envolvidas em atividades suspeitas de financiamento ao terrorismo, mas os deteve sob acusações de tráfico de narcóticos e contrabando.".
O governo brasileiro nega a existência de operações contra o terrorismo no país.

Doc 09MOSCOW111 - Ahmadinejad disse ao Ministro do Exterior da Rússia: "Iran não está fazendo nada diferente do Brasil".

Em uma conversa do Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, com o embaixador americano em Moscou, Lavrov conta o que ouviu de Ahmadinejad:
Lavrov elogiou a nova abordagem dos EUA para o Irã, acolhendo a disponibilidade do presidente Barack Obama para envolver os EUA "plenamente" nas negociações com o Iran. A disposição de discutir "todas" as questões foi um passo positivo, um passo que a Rússia vinha defendendo há vários anos, disse Lavrov. Iran exercia uma grande influência na região, inclusive no Afeganistão, Iraque, Hezbollah, Hamas, em Gaza, etc. Iran por muito tempo vem se preocupando com Israel, e viu o Paquistão como um concorrente de armas nucleares. Putin perguntou à Ahmadinejad durante uma reunião em Teerã, alguns anos antes, por que ele fez tais declarações anti-israelenses, mas Ahmadinejad não respondou, dizendo apenas que o Iran "não estava fazendo nada na esfera nuclear diferente do Brasil." Putin respondeu que o Brasil não estava no Oriente Médio.

O Medo e o Conhecimento

Autor: InfoWorld
Créditos: InfoWorld

Ao decorrer da nossa vida, econtramos obstáculos, alguns grandes, outros pequenos e alguns que muitas pessoas declaram ser impossível, muitas pessoas pensam dessa forma, provavelmente porque são influenciadas pelo medo, porque são "atingidas", quando chegamos a um ponto que nós, encontramos o maior obstáculo, é realmente nessem, que devemos mostrar que somos capazes, que somos fortes, que jamais vamos desistir, não podemos ter medo, porque o medo é o nosso grande inimigo, mas é um inimigo que podemos evitar [...] Através da mente, se pensarmos de uma forma que vamos conseguir, que sou mais forte que qualquer coisa e acreditar no seu potencial, tenho que certeza, você vai conquistar, aquilo que você mais quer, caso você não consiga, não têm problema, VOCÊ CONQUISTOU A VITÓRIA ETERNA, NÃO ILUSÓRIA.
Agora, se você for uma daquelas pessoas que pensam dessa forma: NÃO VOU CONSEGUIR, ESSE OBSTÁCULO É MUITO MAIS FORTE QUE EU, É IMPOSSÍVEL, você provavelmente, nunca vai ter uma vida, vai passar o resto da sua vida com medo, desistindo de tudo. Nunca deixe ninguém dizer que você não é capaz de realizar algo, é nessa hora que você deve mostrar que você é mais forte!
Podemos mudar tudo através da mente, podemos elimar o medo de dentro de nós, podemos mudar o mundo na mudança da mente. NÃO É O QUÃO DURO VOCÊ PODE BATER, É O QUÃO DURO VOCÊ É ATINGIDO E CONTINUAR SEGUINDO FIRME- Renan Rodrigues Gonçalves.
O grande problema, das pessoas, é que elas se deixam ser levadas, mas não é só pelo medo, mas pela mídia, entre outras, as pessoas não buscam mais um livro para ler, não buscam o conhecimento, preferem ver novela, Big Brother Brasil, se grande parte da população, pesquisar sobre o mundo em que ela vive, garanto que o mundo, pode se tornar um lugar melhor, encontrares a tão sonhada paz.
Somos nós que sustentamos a elite, somos nós que sustentamos a violência no mundo, se agirmos de uma forma, só que sem a violência, é melhor ainda, mas pessoas acham que vão conquistar a liberdade usando armas, matandos uns aos outros, é totalmente errado, lutarmos por uma coisa, usando esse tipo de ato.
Por isso, algumas pessoas, consideram o conhecimente e a mente, a arma mais poderosa que alguém pode ter, se usarmos isso, para acharmos a liberdade, com certeza, vamos conquistá-la.

http://img.terra.com.br/i/2007/03/08/475653-9773-it2.jpg

Cablegate: Divulgação de documentos bombásticos pelo Wikileaks mostra a verdadeira face da diplomacia americana

Créditos de: A Nova Ordem Mundial
http://blog.antinovaordemmundial.com/wp-content/uploads/2010/11/WL_Hour_Glass_small.png

Apesar dos apelos do governo americano para que o Wikileaks não divulgasse o novo conjunto de arquivos que incluem milhares de documentos de comunicações diplomáticas, vários jornais pelo mundo inteiro já começaram a disponibilizar parcialmente o conteúdo destes reveladores documentos. Ao fim do domingo o próprio wikileaks começou a publicá-los diretamente. Até agora, apenas 200 dos 250 mil documentos foram completamente disponibilizados.

Os documentos, datados de 1966 até fevereiro de 2010, mostram a realidade por trás da diplomacia americana, onde autoridades internacionais são tratadas pejorativamente, solicita espionagem em altas autoridades na ONU e até mesmo pede informações sobre atividades terroristas na tríplice fronteira. Veja mais abaixo um resumo dos principais pontos.

O WikiLeaks havia disponibilizado previamente os arquivos para os seguintes veículos de comunicação: o diário espanhol El Pais, o britânico The Guardian, o New York Times dos EUA, o Le Monde da França e a revista alemã Der Spiegel.

O escândalo está sendo apelidado cablegate, da mesma forma que o climategate, em uma referência ao escândalo do Watergate, onde Nixon foi pego espionando inimigos políticos.
Um "cable", ou cabo em português, no linguajar diplomático, é um registro oficial escrito por funcionários de uma embaixada para o Departamento de Estado em Washington ou vice-versa. As informações incluídas em um cabo é um resumo e detalhes importantes de uma reunião entre diplomatas dos EUA e os seus homólogos.

Os arquivos vazados incluem milhares de documentos mostrando trocas de informações com várias embaixadas por todo o mundo. São 1947 cabos relacionados com a embaixada do Brasil. Esta planilha mostra a quantidade de cabos por embaixada.

Os cabos cobrem um conjunto enorme de documentos oficiais: 251.287 despachos, de mais de 250 embaixadas e consulados americanos no mundo inteiro. É uma imagem única da linguagem diplomática dos EUA, incluindo mais de 50 mil documentos que abrangem a atual administração de Obama. Mas o que os dados incluem?

Os documentos incluem um grande número de assuntos reveladores e que devem com certeza repercutir na imagem dos EUA ao redor do mundo. Eu irei detalhar mais nos próximos dias, mas abaixo está uma listagem com os principais assuntos:

- Al-Quaeda na tríplice fronteira com o Brasil: um dos cabos publicados mostra como em 2008 Washington ordenou a seus diplomatas em Assunção (Paraguai), para que investigassem a possível presença da Al-Qaeda em uma zona de fronteira entre Paraguai, Argentina e Brasil. Este documento solicitava informações sobre grupos terroristas e simpatizantes, incluindo a Al-Qaeda e outros grupos militantes islâmicos como o egipcio Jamaa Islamiya, o Hamas, que governa a Faixa de Gaza, e o Hezbollah do Líbano.

- Brasil oculta prisões de terroristas: O governo brasileiro disfarça a existência e a prisão de pessoas ligadas ao terrorismo, de acordo com textos enviados pelo então embaixador americano no Brasil em 2008. Segundo o documento, "o governo brasileiro é um parceiro de cooperação no combate ao terrorismo e actividades relacionados com o terrorismo no Brasil [...] No entanto, os mais altos níveis do governo brasileiro, particularmente o Ministério das Relações Exteriores, são extremamente sensíveis a quaisquer créditos públicos de que terroristas têm presença no Brasil - seja para arrecadar fundos, organizar a logística, ou mesmo trânsito no país - e vai vigorosamente rejeitar quaisquer declarações implicando o contrário".

No caso do wikileaks ser realmente uma fonte de desinformação, como muitos dizem, a divulgação deste tipo de informação como estes dois documentos sobre o Brasil daria força aos EUA para forçar o governo brasileiro a seguir suas políticas anti-terrorismo ou até mesmo dar apoio para ações de combate a terroristas em território brasileiro pelos EUA.

- Vários dos documentos se referem de forma pejorativa ou negativa a vários dos líderes mundiais: a respeito de Angela Merkel, chanceler alemã, foi dito que ela não teria criatividade e evitava riscos. O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, foi chamado de "Hitler", o presidente francês, Nicolas Sarkozy, seria o "imperador nú", o presidente afegão, Hamid Karzai, como "impulsionado pela paranóia". O Primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, foi chamado de "macho alfa", enquanto o presidente Dmitry Medvedev de "medroso e hesitante". Os documentos também dizem que líder norte-coreano Kim Jong-il sofre de epilepsia, que a enfermeira ucraniana em tempo integral do líder líbio Muammar Gaddhafi é uma "loira quente", e que o premier italiano Silvio Berlusconi adora "festas".

- Espionagem na ONU: sob o nome de Hillary Clinton, um cabo de 2009 mostra como os órgaos diplomáticos americanos, juntamente com o FBI, a CIA e o servico secreto americano, estavam envolvidos em uma coleta de informações biográficas e biométricas de várias autoridades da ONU e do conselho de seguranca da ONU. Estas informações incluíam detalhes técnicos dos sistemas de comunicação, e até mesmo senhas e chaves criptográgicas de segurança. Este documento foi enviado também para a embaixada americana no Brasil.

- Os líderes árabes pedem de forma privada um ataque aéreo contra o Irã

- Doadores da Arábia Saudita são os maiores financiadores de grupos terroristas

- Acordo secreto entre Washington e o Iêmen para encobrir o uso de aviões dos EUA para bombardear alvos da Al-Qaeda: um cabo registra que durante uma reunião em janeiro com o general David Petraeus, então comandante dos EUA no Oriente Médio, o presidente iemenita, Abdullah Saleh disse: "Nós vamos continuar dizendo que são nossas bombas não suas.".

- Descrição de um quase "desastre ambiental", no ano passado, durante uma transferência clandestina de urânio enriquecido.

- Detalhes técnicos de negociações secretas entre EUA e Rússia em Genebra, Suíça, sobre mísseis nucleares.

- Choque dos diplomatas americanos com o rude comportamento do príncipe Andrew (do Reino Unido), quando no exterior.

- Suspeitas de corrupção no governo afegão, com um cabo alegando que o vice-presidente Zia Massoud estava carregando 52 milhões de dólares em dinheiro quando foi parado durante uma visita ao Emirados Árabes Unidos. Massoud nega ter levado dinheiro para fora do Afeganistão.

Neste domingo o site do wikileaks sofre um ataque de negação de serviço, de acordo com uma mensagem postada em seu twitter: "Estamos atualmente sofrendo um distribuído ataque de serviço em massa". Foi criado um o cablegate.wikileaks.org, um novo site para divulgar os documentos, onde estes podem ser visualizados e agrupados de diversas formas, além de apresentar várias estatísticas.

Acredito que nos próximos dias veremos vários escândalos surgirem a medida que os documentos são analizados e absorvidos. Pretendo publicar mais detalhes dos documentos, especialmente aqueles que envolvem o Brasil.
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Mais Informações:

Site Cablegates do Wikileaks
Times of India: Wikileaks: US probed al-Qaida presence in Paraguay
Portal do Jornal El Pais sobre os documentos diplomáticos
The Guardian: US embassy cables leak sparks global diplomacy crisis
Globe and Mail: WikiLeaks confronts cyberattack
Cabo solicitando espionagem na ONU
Cabo solicitando informações de atividades terroristas na Tríplice-Fronteira
Cabo sobre Brasil ocultando informações de 'terroristas'
Wanted by the CIA: Julian Assange - Wikileaks founder

Simbologia Illuminati Explícita em Lançamento de Satélite Espião Americano

Créditos de: A Nova Ordem Mundial
Via: InfoWorld

http://blog.antinovaordemmundial.com/wp-content/uploads/2010/11/NROL32_patch-e1290697579680.jpg

Um enorme foguete não-tripulado carregando um novo satélite espião americano foi lançado neste domingo (21 de novembro), colocando em órbita o que um oficial chamou de "o maior satélite do mundo".

Os logos e insígnias da missão estão cobertas de símbolos esotéricos.

O brigadeiro general da Força Aérea Ed Wilson, comandante da 45o Space Wing, após o lançamento bem-sucedido, que "esta missão ajuda a garantir que os vitais recursos do NRO (Escritório Nacional de Reconhecimento) continuem a reforçar a nossa defesa nacional".

O mais interessante foi a carga secreta que este satélite levava. O website SpaceflightNow citou o Escritório Nacional de Reconhecimento: "Sempre vigilante, os olhos e ouvidos do NRO dá aos
formuladores de políticas, analistas de inteligência, combatentes de guerra e aos especialistas de segurança interna as informações críticas de que necessitam para manter a América livre e segura." Em outras palavras, este satélite estará espionando a todos nós.

Este satélite é tido por especialistas como um dispositivo de espionagem eletrônica com uma "enorme antena coletora de informações" de acordo com a reportagem da CBS, e uma vez estacionado ele deve "desdobrar uma gigantesca e ultra-leve antena , que irá então espionar redes de comunicações civis ou militares". O satélite provavelmente consiste de receptores de rádio e uma antena sensível cujo tamanho acredita-se que chegue a até 100 metros, com o objetivo de reunir informações eletrônicas para a Agência de Segurança Nacional (NSA).

Então, que tipo de simbolismo você espera ver em torno do maior satélite de espionagem já lançado? Um satélite que é projetado para espionar as comunicações civis e aumentar o controle do governamental orwelliano sobre os cidadãos? O simbolismo Illuminati, é claro.

Na primeira imagem do artigo não poderiam deixar mais explícito, com o olho que tudo vê no topo da pirâmide, e o foguete passando em sua frente. O texto acima da piramide é o mesmo da nota de 1 dólar e do Grande Selo dos Estados Unidos, "Annuit cœptis". Tomadas a partir da expressão latina annuo (aprovar) e cœpta (começar, empreender), literalmente significa "Ele aprova (ou tenha aprovado) [nosso] empreendimento (s)". Para os recém chegados, este é também um símbolo muito usado pela maçonaria. Existem várias interpretações deste símbolo esotérico, sendo que uma delas é que a pirâmide inacabada seria a nova ordem mundial, que seria concluída pelo "grande arquiteto" (termo usado na maçonaria). Outra interpretação é que o olho que tudo vê representaria a elite no topo das classes sociais, controlando tudo e a todos.

Outros logos e insígnias do programa:

Insignia da Missão Oficial Olho Que Tudo Vê e a pirâmide
Insignia da Missão Oficial. Outra variação sobre o tema do Olho Que Tudo Vê com a pirâmide

Outra insígnia bordada, com uma variação do Olho Que Tudo Vê

A imagem acima está também na torre de lançamento, que você pode visualizar na foto abaixo:

Lançamento do Delta NROL IV-32, em Cabo Canaveral AFS, Florida

Abaixo o vídeo do lançamento retirado do site da CBS:



Mais Informações:

Vigilant Citizen: Illuminati Symbolism Surrounding the Launch of US’s Largest Spy Satellite
Essential eavesdropping satellite launching Friday
CBS: Air Force Launches Massive, Secret Spy Satellite

Experimentos da CIA com Implantes em Cérebros Podem Ser Revelados Por Ação Judicial de Veteranos

Créditos de: A Nova Ordem Mundial
Via: InfoWorld

http://blog.antinovaordemmundial.com/wp-content/uploads/2010/11/implante_cerebral.jpg

A CIA é notória por suas experiências durante a Guerra Fria com LSD e outras substâncias químicas em soldados e cidadãos desprevenidos. Detalhes apareceram em livros e artigos desde 30 anos atrás.

Mas, se os veteranos militares ganharem uma ação judicial na Califórnia, a tentativa da agência de espionagem para transformar seres humanos em assassinos robôs, através de eletrodos implantados em seus cérebros, terá uma exposição muito maior do que as drogas da CIA testadas em pacientes que vão desde soldados a donos de bares e clientes de prostitutas.

Não é apenas ficção científica ou da imaginação de doentes mentais.

Em 1961, um importante cientista da CIA informou em um memorando interno que "foi demonstrada a possibilidade do controle remoto de atividades em várias espécies de animais...investigações especiais e avaliações serão realizadas para a aplicação de elementos selecionados dessas técnicas em seres humanos", de acordo com o livro "A CIA e a
busca pelo Manchurian Candidate", escrito em 1979 pelo ex-oficial de inteligência do Departamento de Estado John Marks.

Livro: A busca pelo Machurian Candidate

"Este projeto cruel", Marks escreveu, " foi concebido para a liberação de agentes químicos e biológicos ou 'operações do tipo ação executivas". "Ação executiva" foi um eufemismo usado pela CIA para designar assassinato."

As vítimas têm procurado justiça por anos, mas em vão. Agora, quase 40 anos depois, um juiz federal ordenou que a CIA apresentasse documentos e testemunhas sobre o LSD e outras experiências "alegadamente realizadas em milhares de soldados a partir de 1950 até 1975", de acordo com relatos na imprensa.

A ordem de 17 de novembro do Juiz John Larsen isenta a CIA de ter de depor sobre testes de eletrodos em seres humanos, mas Gordon P. Erspamer, chefe dos advogado para os veteranos, diz que "nós também estamos buscando isso."

"Não há dúvida de que esses experimentos foram realizados", disse na terça-feira Erspamer via e-mail, os réus dizem que eles usaram investigadores privados e pacientes para os teste vieram de prisões, hospitais, lares de idosos e soldados da reserva. A CIA disse que não tinha ninguém com conhecimento sobre este assunto.

Erspamer, conselheiro sênior do escritório de São Francisco da Morrison & Foerster, disse que "várias" testemunhas da CIA "ainda estão vivas", citando algumas que foram identificados publicamente, mas optou por manter as outras testemunhas secretas até chamá-las para depor.

Documentos apresentados no caso descrevem "dispositivos elétricos implantados no tecido cerebral, com eletrodos em várias regiões, incluindo o hipocampo, hipotálamo, lobo frontal (através do septo), o córtex e vários outros lugares", disse Erspamer, com base na investigação escrita por cientistas do governo.

"Acreditamos que uma das vítimasrecebeu um implante septal", disse ele, com base em uma ressonância magnética", mostrando um" corpo estranho" na fronteira entre o septo e o lobo frontal.

"Muito deste trabalho foi feito fora da Universidade de Tulane usando um hospital público local e financiado por uma organização de fachada chamada Commonwealth Fund", continuou ele.

"Tentamos obter documentos de Tulane, mas eles nos disseram que estes foram destruídos nas enchentes causadas pelo furacão."

A CIA afirma que pelo menos alguns dos documentos devem permanecer classificados como "segredos de Estado." Mas o magistrado disse à agência para apresentar uma melhor fundamentação, uma "declaração complementar explicativa com especificidade elevada" explicando por que os documentos devem ficar protegidos depois de todos estes anos.


Mais Informações:
Washington Post: CIA brain experiments pursued in veterans’ suit
Ação Judicial (pdf)
The Search for the Manchurian Candidate
Court House News: CIA Must Disclose Data on Human Experiments
Whashington Post: (estudo) Correlation of Rhinencephalic Electrograms with Behavior
Estudo: ELECTRICAL SELF-STIMULATION OF THE BRAIN IN MAN

Revista Scientific American: Matem Mais Bebês Para Salvar a Terra

Créditos de: A Nova Ordem Mundial
Via: InfoWorld

http://blog.antinovaordemmundial.com/wp-content/uploads/2010/12/supra-populacao.gif

Após o vazamento de um projeto das Nações Unidas que delineou o plano para substituir a propaganda do medo sobre o aquecimento global com a ameaça da superpopulação, um artigo da revista Scientific American aborda este mesmo tópico, forçando a noção de que programas de aborto em massa e controle de natalidade precisam ser encorajados a fim de reduzir a quantidade de seres humanos exalando dióxido de carbono no planeta.

Em última análise, planejamento familiar por si só – como o uso de preservativos- em algumas partes do mundo com populações em crescimento, incluindo os EUA, poderia
conter, de uma maneira significativa, o crescimento populacional”, escreve David Biello.

Para sustentar sua argumentação, Biello menciona um artigo escrito por Paul Ehrlich, um eugenista desacreditado que, certa vez, declarou que “todos vão desaparecer em uma nuvem de vapor azul.

Ehrlich, que escreveu Ecoscience com John P. Holdren, o livro onde os autores defendem a colocação de drogas no abastecimento de água para esterilizar pessoas e abortos forçados, é famoso por suas previsões imprecisas e espetaculares sobre como a superpopulação iria destruir o meio ambiente.

O artigo citado por Biello defende uma campanha de relações públicas dirigidas às mulheres para incentivá-las a praticar o aborto com a finalidade de reduzir a quantidade de gases de efeito estufa na atmosfera. Em outras palavras, mais bebês precisam ser mortos para evitar que eles exalem CO2.

A verdade por trás dos temores sobre superpopulação é a redução do nível de vida global, fazendo com que o terceiro mundo nunca se torne economicamente próspero e, ao mesmo tempo, destruindo a classe média das nações ocidentais.

O objetivo das instituições globalistas é “limitar e reorientar as aspirações por uma vida melhor das classes médias em todo o mundo”, em outras palavras, reduzir o padrão de vida das classes médias na Europa Ocidental e América.

Similarmente, em seu artigo, Biello denuncia que “pessoas mais ricas” levariam a um aumento no consumo, mais uma vez revelando o fervor eugenista com que os ambientalistas querem impedir o terceiro mundo de sair da pobreza e da fome.

Na realidade, sempre que um país se desenvolve e se torna mais próspero, a população cai naturalmente, reforçando o fato de que os ambientalistas não se importam com a ameaça representada pela superpopulação, mas, sim, com o que representaria para a elite a existência de uma classe média forte.

Controles ambientais que impedem o desenvolvimento das nações do terceiro mundo e promovem fome, superpopulação e miséria, que é exatamente o que as elites querem que aconteça.

Os avisos sobre a ameaça representada pela superpopulação são fundamentalmente falhos. Na realidade, subpopulação será visto como o maior perigo para a prosperidade humana na segunda metade do século 21.

Dados da ONU indicam, claramente, que a população se estabilizará em 2020 e, em seguida, cairá dramaticamente depois de 2050. O jornal The Economist publicou em 2009 que:
fertilidade está caindo e as famílias estão encolhendo em alguns lugares como o Brasil, a Indonésia e até mesmo em partes da Índia (lugares onde as pessoas pensam estarem repletos de crianças). A taxa de fertilidade da metade do mundo está agora em 2,1 ou menos -o número mágico que é consistente com uma população estável e é normalmente chamado de “taxa de reposição da fertilidade”-. Em algum momento entre 2020 e 2050, a taxa de fertilidade do mundo vai cair abaixo da taxa de substituição global. “
A contagem de esperma global caiu um terço desde 1989 e pela metade nos últimos 50 anos. Este declínio está acelerarando enquanto casais encontram mais dificuldades para terem filhos. Em estudos com homens brancos europeus, a taxa de declínio de esperma é 50 por cento nos últimos 30 anos. Na Itália, isso equivale a uma redução da população em 22 por cento até 2050. A redução da população já está ocorrendo entre os habitantes nativos em muitas áreas da Europa e América.

O processo de redução da população global poderia naturalmente ocorrer aliviando a pobreza do terceiro mundo e elevando o nível de vida das pessoas em todo o mundo. Ao invés disso, globalistas querem atingir este objetico promovendo envenenamento em massa de nossos alimentos e da água.

Além disso, os governos já estão desenvolvendo bombas de nêutron que destroem humanos, mas não os edifícios, “para a limpeza étnica extrema em um mundo cada vez mais populoso”, segundo um relatório de 2007 do Ministério da Defesa Britânico , que previu que o uso de tais bombas poderia levar à aplicação de “força letal sem intervenção humana, elevando questões éticas e legais”. Vimos tempos atrás como outro eugenista, Bill Gates, defendia o uso de vacinas como forma de acabar com o problema do CO2, reduzindo a população.

Como vimos em um post anterior, a superpopulação é um mito. Globalistas e eugenistas deturparam estatísticas populacionais ao longo de décadas, a fim de justificar a sua agenda para acabar com grande parte da população. Se essa agenda genocida continuar, a humanidade vai seguir o caminho do Brontossauro.

Mais Informações:

Via: Blog Acredite Aconteceu
Tradução: Real Agenda: Revista Scientific American: Matem mais Bebês para salvar a Terra
Artigo Original: Prison Planet: Scientific American: Kill More Babies To Save Earth
Revista Scientific American: Will birth control solve climate change? (O controle de natalidade irá resolver a mudança climática?)
Documento ONU: Secretary-General's Retreat
Revista The Economist: Falling fertility (Fertilidade em Queda)
Scientific American: Population Bomb Author's Fix For Next Extinction: Educate Women
Italian Male Fertility Plummets, Population to Drop (Fertilidade de homens italianos desaba, População deve diminuir)
The Guardian: Revolution, flashmobs, and brain chips. A grim vision of the future

sábado, 23 de outubro de 2010

Nova variação do virus H1N1 pode induzir a uma nova campanha de vacinação

Créditos do Blog Anti Nova Ordem Mundial

Como já havíamos previsto antes, após um período de silêncio na mídia para deixar a poeira baixar, a mídia e as autoridades governamentais começam aos poucos a entrar em estado de pânico novamente em relação a gripe suína.

De acordo com o Reuters, uma nova cepa do vírus H1N1 está circulando predominantemente na Austrália, Nova-Zelândia e Singapura. Os pesquisadores dizem que ainda é cedo para afirmar se este novo vírus é mais mortal e se a atual vacina oferece proteção.

Ian Barr, do Centro de Colaboração para Referência e Pesquisa sobre Influenza da OMS em Melbourne, na Austrália, escreve: "No entanto, ele pode representar o início da mais dramática variação antigénica da pandemia de gripe A (H1N1) que podem exigir uma atualização da vacina mais cedo do que se poderia esperar".

É o início do condicionamento, para aceitarmos mais a frente quando este "novo vírus" começar a se espalhar. Como se poderia esperar vindo de um órgão associado com a OMS, o relatório é repleto de
exagero e o medo injustificado:

É possível que (este vírus) seja mais mortal e também capaz de infectar pessoas que tenham sido vacinadas. Os vírus da gripe sofrem mutação constantemente - é por isso que as pessoas precisam de uma nova vacina contra a gripe todos os anos. Desde que eclodiu em março de 2009 e se espalhou globalmente, o vírus H1N1 da gripe suína tem sido muito estável, com quase nenhuma mutação.
...
Já esta variante do vírus tem sido foi localizado em vários adolescentes e adultos vacinados em 2010 com a vacina monovalente contra a pandemia de gripe (que protege apenas contra H1N1), assim como um número de casos fatais de quem a variante do vírus foi isolado", escreveram eles.
Nós sabemos que a proteção oferecida pela é pequena, então não é de se estranhar que pessoas vacinadas contraiam o vírus. Reportei aqui antes casos de pessoas que semanas após serem vacinadas ficaram muito doentes, e que nem foram testadas para H1N1. Fica a questão se não foi a própria vacina que acabou contaminando estas pessoas. A afirmação: "é por isso que as pessoas precisam de uma nova vacina contra a gripe todos os anos" é uma afronta nossa inteligência. Se as pessoas não tivessem um fraco sistema imunológico, fruto de uma alimentação baseada em alimentos processados e de falta de vitamina D, teríamos menos casos não só de gripe, mas de osteoporose, doenças do coração e diabetes. Mas claro, isto a grande mídia nem as "autoridades" da saúde não irão divulgar, pois não dá lucro aos grandes laboratórios farmacêuticos.

No fim do artigo da Reuters é colocado em perspectiva o saldo da gripe H1N1, claro que com uma boa dose de exagero e distorção:
OMS afirma que houve 18.450 mortes confirmadas causadas pela gripe H1N1, incluindo muitas mulheres grávidas e jovens. Mas a OMS diz que vai levar pelo menos um ano após a pandemia acabar para determinar o verdadeiro número de mortos , que é provavelmente muito maior.
A gripe sazonal mata cerca de 500.000 pessoas por ano, 90 por cento deles idosos em situação vulnerável, segundo a OMS. A pandemia de 1957 matou cerca de 2 milhões de pessoas ea última pandemia, em 1968, matou 1 milhão.
Já havíamos reportado isto em junho, que a gripe sazonal mata 27 vezes mais que a H1N1. Mas claro que criam uma expectativa de que a quantidade de mortes será muito maior, quando terão tempo para dar uma boa massageada nas estatísticas.

Lá vamos nós novamente, esperamos que desta vez as pessoas tenham aprendido algo.

Fontes relacionadas:
Reuters: New strain of swine flu emerges - report
Eurosurveillance: A NEW PANDEMIC INFLUENZA A(H1N1) GENETIC VARIANT PREDOMINATED IN THE WINTER 2010 INFLUENZA SEASON IN AUSTRALIA, NEW ZEALAND AND SINGAPORE

Especialistas britanicos finalmente admitem que as vacinas H1N1 causam Sindrome de Guillian-Barré (SGB)

Créditos do Blog Anti Nova Ordem Mundial

Vítima de SGB se recuperando
Autoridades da área da saúde reconheceram pela primeira que a vacina da gripe suína pode estar ligada a um aumento do risco de desenvolver uma mortal doença neurológica, Síndrome de Guillain-Barre (SGB).

Especialistas estão examinando uma possível associação entre a vacina contra o H1N1 e a Síndrome de Guillain-Barre (SGB), segundo um relatório da agencia reguladora do Reino Undo Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency (MHRA), ou Agência Reguladora de Medicamento e Produtos de Saúde, em português.

Anteriormente, o governo britânico (assim como o brasileiro), sempre insistiu que não há nenhuma evidência de ligação entre a
condição paralisante e a vacina contra o H1N1.

Depois do jornal britânico The Mail on Sunday revelar em agosto de 2009 que o governo solicitou aos médicos acompanharem os casos de SGB durante a pandemia de gripe suína, uma carta do presidente-executivo da Health Protection Agency (Agencia de Protecao a Saúde) Justin McCracken afirmou: "Não há evidências que sugiram um aumento do risco de SGB nas vacinas que estão sendo desenvolvidas para combater a atual pandemia".

Agora, um relatório recentemente publicado pelo MHRA sugere que a posição do governo mudou.

Ela diz: "Dada a incerteza das informações disponíveis e como com as vacinas da gripe sazonal, um risco levemente maior de SGB causado pelas vacinas contra o H1N1 não pode ser descartado. Estudos epidemiológicos estão em andamento para melhor avaliar essa possível associação."

Não se sabe precisamente o que causa a SGB, mas a condição ataca o revestimento dos nervos, deixando-os incapazes de transmitir sinais para os músculos de forma eficaz.
Ela pode causar paralisia parcial e afeta principalmente as mãos e os pés - mas pode ser fatal.

Vitima de SGB
Mãe de duas crianças Hilary Wilkinson, 58 anos, de Maryport, Reino Unido, desenvolveu GBS na seqüência de uma infecção no peito e passou três meses no hospital aprendendo a andar e falar novamente.
Ela disse: "É uma doença assustadora e eu acho que mais estudos precisam ser feitos sobre o efeito da vacina da gripe suína".

A vacina utilizada no combate a uma forma diferente de gripe suína nos EUA em 1976 levou a 25 mortes pela doença, em comparação com apenas uma morte por gripe suína. Veja um post com um video muito esclarecedor sobre a gripe de 1976.

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Eu fui contactado por diversas pessoas na seqüência da vacinação no Brasil, que causou Síndrome de Guillain-Barre e diversas pessoas. Abaixo um dos relatos:
Emerson, eu também desenvolvi a síndrome de guillain barre, após ser vacinada pela H1N1, no final de maio/2010, fiquei 35 dias internada, sendo 20 dias no CTI, fiquei toda paralisada, em coma e só consegui respirar com ajuda de aparelhos. Após 3 meses do ocorrido, estou em casa recuperando meus movimentos com tratamento fisioterápico diário, assim como é demonstrado no vídeo produzido pelo Rodrigo de sua esposa. Caso você queira divulgar em seu blog, entre em contato.
Uma outra pessoa me contatou também, cuja esposa havia adquirido SGB. Eu havia reportado o caso em meu blog ano passado. Abaixo um vídeo feito por seu marido:



Fontes relacionadas:
Post no novo blog
MHRA: Drug Safety Update Method=Latest (Novo relatorio)
Daily Mail: Experts admit swine flu jab 'may cause' deadly nerve disease
ZeroHora: Jovem tem pernas paralisadas após receber a vacina contra a gripe suína no Rio Grande do Sul
Reino Unido: carta confidencial para neurologistas revela perigos da vacina da gripe suína
Telegraph: Swine flu jab linked to rare nerve disease

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

'Farmaburgues': Eles estao se tornando uma realidade (Investigação sob os fast-food)

Matéria Retirada do Canal luish06
Via: Blog Infoworld

Vídeo do Mike Adams, Natural News, sobre o plano sinistro da indústria farmacêutica que intenciona submeter a humanidade debaixo de uma engenharia de doença.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Banco Mundial ameaça com "medidas drásticas necessárias" para nações que se recusarem a aplicar medidas de redução da população

Jurriaan Maessen
Infowars.com
02 de setembro de 2010

Tradução: Wake Up!

É o trabalho eugenista do Discovery Channel, multiplicado por um milhão. Não é simplesmente um solitário dizendo "bebês humanos parasitas" devem morrer, mas uma das maiores instituições financeiras internacionais, exigindo isso. Para fazer o contraste ainda mais notável, James J. Lee assustado no The Living Daylights e alguns funcionários Discovery Channel, do FMI e do Banco Mundial, querem tomar como refém nações inteiras.

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O FMI e o Banco Mundial, tomando como reféns nações inteiras.

No seu Relatório sobre Desenvolvimento Mundial em 1984, o Banco Mundial ameaça as nações que são lentas na execução das políticas do Banco Mundial de "população" com "medidas drásticas, menos compatíveis com a escolha individual e liberdade".

O relatório, literalmente está saturado com propostas desumanizantes, é inteiramente dedicado às estratégias de longo prazo do Banco Mundial em relação ao controle da população:

"(...) A política econômica e o desempenho na próxima década será assunto para o crescimento da população nos países em desenvolvimento por várias décadas e mais além; política da população e as mudanças no resto deste século irão definir os termos para o conjunto da estratégia de desenvolvimento nos próximos. "

Para ilustrar a gravidade na consecução dos objetivos da estratégia global de controle populacional do Banco Mundial, o relatório não se coíbe de ameaças definitivas:

"A política da população tem um prazo longo, outras políticas de desenvolvimento devem entretanto, adaptar-se. Inação hoje exclui "opções para o amanhã", na estratégia de desenvolvimento global e na política de futuro da população. O pior de tudo, a fome hoje pode significar que medidas mais drásticas e menos compatível com a escolha individual e a liberdade, vai parecer amanhã necessárias para desacelerar o crescimento da população. "

No prefácio, o então presidente, do Banco Mundial em 1985 e membro bilderberg, Alden W. Clausen, declarou:

"(...), Embora os custos diretos dos programas do Banco Mundial para redução do crescimento populacional sejam grandes, um maior compromisso da comunidade internacional é extremamente necessário para ajudar os países em desenvolvimento, o grande desafio de desaceleração do crescimento da população."

"(...) Os governos podem utilizar incentivos e desincentivos para assinalar a sua política sobre o tamanho das famílias", afirma o relatório. "Com os incentivos, a sociedade como um todo compensa os casais dispostos a renunciar os benefícios privados de mais uma criança, ajudando a reduzir o fosso entre os ganhos privados e sociais de alta fertilidade."

Para dar um exemplo adequado de preferência do Banco Mundial para o total controle do governo sobre o povo e sua intenção de interferir nas decisões pessoais dos cidadãos, a seguinte citação será suficiente (página 107):

"Ao tributar e gastar de forma a proporcionar casais com incentivos específicos e desincentivos ao limite de sua fertilidade, a política governamental também pode afetar a fertilidade a curto prazo. O governo pode oferecer "recompensas" para as mulheres que adiam a gravidez, que pode compensar as pessoas que se submetem à esterilização de perda de trabalho e os custos de viagem, e que pode fornecer sistemas de segurança e seguro de velhice para os pais que restringem o tamanho de suas famílias. Cada uma destas políticas públicas de obras por meio de sinais que influenciam as decisões individuais e familiares, quando se casar, se deve usar um método contraceptivo, quanto tempo para mandar os filhos à escola, expectativa de vida e quanto e como trabalham os membros da família. "

Sob o cabeçalho "incentivos e desincentivos" (página 121), o Banco Mundial propõe vários outros exemplos da interferência do governo nos assuntos da humanidade livre:

"Para complementar os serviços de planejamento familiar e programas sociais que ajudam a reduzir a fertilidade, os governos podem querer considerar incentivos financeiros e outros e desincentivos como outras formas de incentivar os pais a ter menos filhos. Os incentivos podem ser definidos como os pagamentos dados à um indivíduo, casal ou grupo para retardar ou limitar a procriação, ou uso de contraceptivos. (...). Desincentivos são a retenção de benefícios sociais daqueles cuja família tamanho excede a norma desejada. "

O relatório utiliza o exemplo da China para esclarecer tais medidas podem ser altamente bem sucedida se os governos estiverem dispostos a implementá-las:

"Com exceção da China, os esforços para aumentar a idade de casamento pela persuasão não têm sido particularmente bem sucedidos."

"Na China, a taxa de natalidade no final de 1982 foi estimada em dezenove por 1.000 pessoas, menos do que quarenta em 1960. O valor atual, baseado em registros de nascimento em vez de um censo, pode ser ligeiramente subestimar a taxa real de nascimento, mas ainda seria bem inferior às taxas atuais no Sul da Ásia, África e parte da América Latina. "

Na página 124, no relatório do Banco Mundial fala ainda mais das "maravilhosas" realizações do governo chinês:

"A China tem o mais abrangente conjunto de incentivos e desincentivos, projetado (mais recentemente) em favor de famílias com um filho. Desde o início da década de 1970, mulheres submetidas a vários tipos de operações relacionadas com a fertilidade têm direito a férias pagas, nas áreas urbanas de catorze dias para aborto induzido, dez dias para laqueadura tubária; dois a três dias para a inserção ou remoção de um DIU, e no processo de esterilização pós-parto, sete dias sobre o padrao normal e cinqüenta e seis de licença-maternidade remunerada. "

Estranhamente, o relatório vai ainda mais longe ao ponto de sugerir a introdução vans de "esterilização" e "campos":

"A esterilização masculina, e a feminina com DIU pode ficar mais facilmente disponíveis através de meios móveis (como vans de esterilização da Tailândia) ou "acampamentos"(como vasectomia e-tubectomy cem ampos na Índia e DIU "safaris" na Indonésia)."

Deixando claro que a estratégia global do Banco Mundial para redução da população deve ser implementado de forma específicas de cada país, o relatório afirma:

"A agenda política específica para cada país depende da sua cultura política, sobre a natureza do problema que enfrenta, e sobre o que já realizou."

O que tem de ser global, de acordo com o Banco Mundial, continua a urbanização: as pessoas bem trancado em municípios maciços. O relatório explica:

"Viver em cidades pequenas não reduz menos a fertilidade do que a vida nas grandes cidades. Muitas destas alterações têm tempo para ter um efeito e apenas sublinha a necessidade de começar agora. Ao mesmo tempo, outras medidas se complementam e a velocidade de mudança sócio-econômica pode acelerar o declínio da fertilidade. "

Este relatório está completamente em sintonia com as estratégias traçadas pela ONU, Fundação Rockefeller, Ford Foundation, Organização Mundial da Saúde e FMI, mostrando como eles se movem para despovoar a terra em um esforço consorciado global. Os pretextos para a redução da fertilidade dada ao longo do relatório estao desfarçados através dos logos "desenvolvimento sustentável" e "redução da pobreza". A verdade é que, assim afirma o próprio Banco Mundial, para introduzir e desenvolver "medidas políticas para aumentar o bem-estar das pessoas, bem como (com objetivo de) reduzir a fertilidade."

Fonte: Infowars - World Bank Threatens “Drastic Steps Necessary” if Nations Refuse Population Reduction
Implementation

Mortes por vacinas acobertadas mundialmente

Créditos do Canal luish06

Alex Jones fala sobre as vacinas e os programas conduzidos pelas elite para reduzir a população mundial, usando vacinas, drogas e eugenia.

O Fluor é Tóxico

Tradução: InfoWorld2012
Matéria Retirada do Site: InfoWars

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Tem sido dito que o flúor é uma substância química, seguro, saudável e necessário para o corpo humano. Muitos defendem que a cárie dentária pode ser impedido de aumentar a ingestão de flúor em sua dieta. Há um artigo na edição de 18 de fevereiro do Rose Garden Resident que deu muitas razões positivas de que o flúor deve ser colocado no abastecimento de água local. As reivindicações constantes do artigo são considerados falsos. Alguns deles realmente se verificou ser falsa. O artigo aborda principalmente um grupo chamado A verdade sobre a Saúde, e a missão de San Jose sobre o fornecimento de flúor na água.
O argumento do grupo principal é que San Jose e Califórnia é uma das maiores cidades metropolitanas do país para não ter um abastecimento de água fluoretada. Há uma falsa afirmação aqui, que disseram que de alguma forma, muitas outras cidades metropolitanas têm água fluoretada e que este é motivo suficiente para trazê-lo para San Jose. Agora, a falsa afirmação deste artigo a ser combatido são as reivindicações, do presidente da empresa Health Trust CEO, Frederick Ferrer, e seus partidários estão dizendo que a fluoretação da água de San Jose irá melhorar a saúde dos moradores. O flúor é um composto tóxico, que não irá melhorar a saúde de quem consome, pelo contrário ele só vai piorar sua saúde.
Este artigo de conotação negativa, faz uma breve menção ao "Fluor Action Group", que esta na luta contra a fluoretação no abastecimento de agua, que é liderado por uma mulher chamada Maureen Jones. Eu tive a oportunidade de entrevistá-la sobre esta questão. Ela é a filha de um ex-prefeito de San Jose, Bradley Clark, que também se opôs à fluoretação da água. Ela aprovou a idéia de seu pai que as pessoas precisam ser capazes de escolher se querem um produto químico na água que é feito para afetar o desenvolvimento dos humano. Ela disse: "O fluor é um elemento que esta sendo acrescentado à agua publica. E isso é tido como ético, nao importa o porque. Um aluno da terceira serie pode pensar 10 maneiras pelas quais isso é uma pessima ideia". Sr. Ferrer e os seus apoiantes, aparentemente, não concordam. No artigo, ele disse, "Nós não podemos exluir nossa maneira fora do problema ... A ciência é estabelecida, a lei é resolvida. Para nós, trata-se da vontade política e dos custos. "Maureen respondeu:" Isto não é um caso de excluir seu jeito de sair dela, é uma coisa de educação. "
A ciência da história flúor revelada é bastante interessante. Existem quatro tipos de fluoreto que relataram a existência de água potável, pois eles são o fluoreto de cálcio, fluoreto de sódio, fluoreto de silício de sódio e ácido fluosilicic. O fluoreto de cálcio, é natural da água. Os outros três compostos provenientes de uma fonte muito diferente, fosfato de rocha. O fosfato de rocha foi utilizado durante o período da Guerra Fria para a extração de urânio e para fabricar bombas. É questionável a razão pela qual gostaria de usar essa substância para consumo por seres humanos. Maureen disse-me que todos os quatro compostos são tóxicos, mas o ácido fluosilicic, que está planejado para ser usado em água San Jose, é muito mais tóxico do que os outros. Ela afirmou, "Em cidades pequenas usam frequentemente o fluoreto de sódio, e cada vez mais e mais o fluoreto de sódio é exportado da China e do México. Algumas cidades pequenas já estão a bebendo. "
Na década de 1930 pesquisas foram realizadas na França em flúor. Eles testaram ratos com cada um dos quatro compostos de flúor acima. O resultado acabou por mostrar fluoreto de cálcio é o menos tóxico, e os outros quatro foram pelo menos 20 vezes mais tóxico. O artigo afirma: "O flúor é ocorrido naturalmente em um certo nível de toda a água.” O tipo de flúor que estamos falando é o do tipo muito menos tóxico, o fluoreto de cálcio. Esta é uma generalização apressada, que estão dizendo que já existe na água, quando o artigo é para discutir principalmente a adição de ácido fluosilicic para o abastecimento de água. É importante afirmar novamente que o ácido fluosolicic vem de uma fonte completamente diferente de fluoreto de cálcio. O flúor tem sido encontrado em muitos estudos, mais recentes a uma neurotoxina, ligado ao alumínio, o que já ocorre no abastecimento de água, ele pode atravessar a barreira de hemato-encefálica e matar as células do cérebro. Também foi encontrado que pode causar muitos problemas nos ossos, como fraturas articulares, atraindo ao cálcio e tornando os ossos mais frágeis, é um pouco parecido com o osteossarcoma, um câncer ósseo. Foi comprovado que o flúor causa a doença de Alzheimer. Essa informação é preocupante, porque se analisarmos, muitas grandes cidades em todo o país, cerca de 70% delas, têm água fluoretada.

http://www.efoodsdirect.com//index.html?aid=13&adid=43

Maureen Jones e muitas outras pessoas que ela conhece enviaram muitos estudos e documentos desclassificando os legisladores de San Jose, como Frederick Ferrer, que comprova a toxicidade do flúor. Eles simplesmente ignoraram todas essas informações. Eles também foram apresentados com uma série de acontecimentos, onde o flúor causou problemas de saúde esmagadora em outras comunidades e cidades. Maureen não vê nenhuma motivação para continuar essa busca para a fluoretação da água, que não a ganhos políticos ou empresarial. Ela teria o apoio da agência da saúde, se eles estavam trabalhando para o melhoramento da saúde na comunidade, mas ela simplesmente não acredita que eles estejam melhorando. Ela afirmou: "Há todos os tipos de coisas da agência de saúde que poderiam melhorar, se tivessem vontade política de realmente ajudar as crianças pobres".
Estas informações, que os adeptos estão vendo, para a fluoretação da água. Quando se trata de educação, legislação San Jose não está fazendo sua parte na busca de melhoramento. Esta não é apenas um erro, é um ato imoral de negligência. Maureen diz que é melhor: "Na minha opinião, colocarmos essas pessoas que estão fazendo esse crime, para fora."

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Finlândia suspende vacinação contra H1N1 após vacina ser associada com aumento de narcolepsia

Créditos do Blog A Nova Ordem Mundial


O Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar da Finlândia(THL) suspendeu o uso da vacina H1N1 em meio a temores de que a vacina está relacionada com um aumento de 300 por cento nos casos de narcolepsia, doença neurológica em crianças e jovens ao longo dos últimos seis meses.

A notícia certamente irá desencorajar ainda mais pais e mães de vacinar seus filhos nos próximos meses, agora que a vacina da gripe suína será combinada com a vacina da gripe sazonal comum.

A narcolepsia é um distúrbio neurológico que pode ser desencadeado por um vírus. "Um paciente que sofre de narcolepsia pode adormecer de repente, por exemplo, enquanto fala ou come sem nenhum aviso prévio. Seus músculos também podem enfraquecer de repente, fazendo com que colapsem de repente. Não há nenhuma cura conhecida para a doença", relata o site de notícias. finlandesa YLE.

"O Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar da Finlândia decidiu nesta terça-feira recomendar para que a vacinação contra a gripe suína com a vacina Pandemrix, produzida pelo laboratório GSK, seja suspensa até que se prove ou não que a vacina é a causa do surto de casos de narcolepsia entre crianças e jovens", relata o maior jornal da Finlândia Helsingin Sanomat.

A narcolepsia é um distúrbio muito raro, mas 15 novos casos da doença surgiram em jovens e crianças desde Dezembro na Finlândia. "Há uma correlação clara entre o tempo os casos e as vacinas da gripe suína", relata o Helsingin Sanomat. O jornal reporta ainda que diversos casos não confirmados estão sendo estudados. Um número surpreendentemente elevado de casos de narcolepsia também surgiram na Suécia, na sequência do programa de vacinação H1N1.

Pekka Puska, diretor-geral da THL, disse que a suspensão permanecerá em vigor até que a potencial ligação entre a vacina e os casos de narcolepsia seja adequadamente investigada.

De acordo com a Kari Lankinen, médico-chefe da Agência de Medicina finlandesa, os médicos foram cúmplices em esconder a relação entre a vacina contra a gripe suína e narcolepsia e o fizeram para progredir em suas carreiras.

"Lankinen suspeita que o motivo para o silêncio era a preocupação dos médicos sobre os seus próprios objetivos profissionais - como terem seus artigos publicados em revistas médicas internacionais. Os médicos que fizeram as observações nos últimos meses agora trabalham com o Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar (THL)", relata YLE.fi.

No total, cerca de 750 finlandeses experimentaram efeitos colaterais após tomarem a vacina H1N1, de acordo com o Helsinki Times.

A notícia de ainda mais efeitos colaterais após a campanha de vacinação contra gripe suína deve enviar outro sinal de alerta para pais e mães de todo o mundo que estão planejando vacinar seus filhos contra a gripe sazonal neste outono (hemisfério norte).

Ambos a FDA e a OMS recomendaram que a vacina contra o H1N1 fosse incluída na próxima vacina sazonal, e departamentos de saúde dos EUA e na Europa, tanto quanto do Brasil, estão combinando as vacinas.

Como informamos no início deste ano, a investigação do presidente do sub-comitê de saúde do Conselho Europeu, Wolfgang Wodarg, sobre o surto de gripe suína de 2009, descobriu que a pandemia era um falso embuste fabricado por empresas farmacêuticas em conluio com a OMS para criar grandes lucros, pondo em perigo saúde pública.

Wodarg disse que os governos foram "ameaçados" por grupos de interesse especial dentro da indústria farmacêutica, bem como pela OMS para comprar as vacinas e injetar suas populações sem qualquer razão científica razoável para fazê-lo, e ainda em países como Alemanha e França, apenas cerca de 6% tomou a vacina, apesar de ter quantidade o suficiente para cobrir 90 por cento da população.

Wodarg disse que "não há outra explicação" para o que aconteceu fora o fato de que os que trabalhavam em conluio com a indústria farmacêutica fabricaram o pânico, a fim de gerar grandes lucros.

Ele também explicou como as autoridades de saúde já "estavam à espera que algo acontecesse" antes de a pandemia começar e depois explorou o vírus para seus próprios propósitos. Outro renomado epidemiologista, Tom Jefferson, é da mesma opinião.

Ambas as vacinas contra a gripe H1N1 e sazonais têm sido associadas com um número de diferentes efeitos colaterais em todo o mundo, incluindo a síndrome de Guillain-Barré, bem como a distonia, uma doença neurológica paralisante.

A vacina contra a gripe sazonal também tem sido associada com convulsões em menores de 5 anos. A vacina foi suspensa na Austrália para crianças menores de 5 anos.

No Brasil atê hoje não foram divulgados os dados sobre efeitos adversos associados a vacina, numa clara tentativa de burlar a população a acreditar que a vacina é segura.

Como divulgamos aqui meses atrás, a própria Anvisa reconheceu que não se conhecem até agora todos os efeitos adversos da vacina, em uma nota relacionada com a polêmica sobre o falso positivo para testes de HIV após vacinação contra o H1N1. Da mesma forma, até agora não foram divulgados o teor dos contratos com os laboratórios farmacêuticos, que possivelmente continham cláusulas isentando os laboratórios por quaisquer danos causados pela vacina.

Eu estou de posse de novas informações sobre vários casos de paralisia após a vacinação, e irei divulgá-los assim que tiver mais detalhes e provas.

Em uma outra frente, irei contar o relato do que aconteceu comigo, quando desde abril tento obter do governo maiores informações sobre efeitos adversos. Fui tratado com arrogância e desprezo por funcionários do ministério da saúde, mostrando que a transparência deste governo dito democrâtico é apenas uma fachada. Estou considerando, juntamente com outras pessoas, entrar com uma denúncia direta ao ministério público para forçar a divulgação destas informações ao público.

Abraços!!

Fontes relacionadas:
YLE.fi: Minister Calls for Thorough Examination of Possible Link Between H1N1 and Narcolepsy
Helsingin Sanomat: HH1N1 vaccinations suspended over narcolepsy scare

Helsinki Times THL stops swine flu vaccinations
YLE.fi: Vaccine Expert: Doctors Withheld Narcolepsy Symptoms
Wikipedia: narcolepsia

domingo, 29 de agosto de 2010

India Suspende programa de vacinação após a morte de quatro crianças

Créditos do Blog A Nova Ordem Mundial
Via: Blog Infoworld

Os programas de vacinação foram suspensos na Índia mais uma vez, quando quatro crianças morreram depois de terem recebido a vacina contra o sarampo em Lucknow. As quatro crianças desmaiaram logo após terem sido vacinados e testemunhas relataram ter visto os olhos das crianças revirarem à medida que começaram a ter convulsões. Todas as crianças tinham em torno de dois anos de idade, com a mais jovem de apenas seis meses. Infelizmente, as crianças morreram antes dos trabalhadores de assistência médica poderem alcançá-las.

Quando a notícia da morte se espalhou, as unidades de vacinação em 41 vilarejos foram interrompidas até que novas investigações sejam realizadas.

O jornal Indian Express afirma em seu artigo "4 crianças morrem em poucos minutos após a vacinação":

"O programa de imunização está sendo realizado como parte do governo Jachha Bachha Suraksha Abhiyan lançado em 15 de agosto. Minutos após a vacinação, as crianças começaram a ter respiração ofegante."

A NDTV informou que o Ministério da Saúde ordenou uma investigação depois que as quatro crianças, que agora já se acredita terem idades inferiores a nove meses, morreram após a vacina. A equipe de investigação ainda tem que chegar Uttar Pradesh, no entanto, o governo de Uttar Pradesh anunciou compensações para as famílias das vítimas.

Fontes relacionadas:

Vaccine Truth: India halts vaccine programme after the deaths of four
Indian Express: 4 children die within minutes of vaccination (Esta página foi removida. Você pode confirmar isto procurando pelo título no google.)
Weekly Blitz: India halt vaccine programmes after the deaths of four children

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Vídeo: Alex Jones - Vacinas que destroi o cérebro, nanotecnologia criando uma espécie de lobotomia

Créditos do Canal: luish06
Via: Blog Infoworld



Esse vídeo é impressionante, mostra artigos e documentos evidenciando um sinistro plano por detrás da criação de vacinas e doenças pelas super elites que querem dominar o planeta, restringindo os recursos naturais, as coisas somente para um "punhado" de pessoas. Domínio mundial sempre esteve nas mentes de grandes poderosos, isso jamais mudou. Apenas se tornou mais sangrendo e mais sinistro.

Definição de Lobotomia

domingo, 15 de agosto de 2010

OMS declarou o fim da pandemia H1N1

Créditos do Blog: A Nova Ordem Mundial
Via: Blog Infoworld 2012


A OMS, que está atualmente sendo investigado por seu papel em exagerar a pandemia para o lucro das empresas farmacêuticas, hoje finalmente reduziu o alerta de pandemia do nível 6.

Após mais de um ano de terrorismo mental, onde a OMS, juntamente com os órgãos de saúde nacionais e a imprensa alardearam os perigos da gripe suína, levando à compra de bilhões de dólares em remédios e vacinas contra um vírus que provou ser menos perigoso que a gripe comum.

O Brasil levou a cabo a maior campanha de vacinação H1N1 no mundo inteiro, vacinando mais de 88 milhões de pessoas. Isto foi pago com mais de 2 bilhões de reais dos contribuintes, em um dos escândalos com o dinheiro público já visto no país.

Será que estão diminuindo o nível de pandemia para que possam elevar daqui a alguns meses, de forma a causar mais alarde e permitir com que os laboratórios vendam suas últimas doses encalhadas de remédios e vacinas?

Fontes:
O Globo: Ministério da Saúde manterá ações de monitoramento e prevenção da gripe suína

Jane Bürgermeister enfrenta possível prisão na Áustria

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial
Via: Infoworld 2012

Jane Bürgermeister, ex-repórter para várias revistas importantes como Nature, Jornal de Medicina Britânico, entre outras, e autora da acusação em abril de 2009 contra a Baxter e OMS por manipularem a pandemia de gripe suína, corre o risco de ter seus direitos civis removidos ou até mesmo ser presa pela polícia Austríaca amanhã, dia 12 de agosto.

Jane é um exemplo de coragem, colocando sua reputação em perigo ao ir contra os grandes poderosos da nova ordem mundial: a ONU, OMS, governo americano e a indústria farmacêutica. Devemos a ela grande parte das informações que tivemos acesso sobre a farsa da pandemia. Jane também foi uma das primeiras pessoas a investigar a morte e possível assassinato do Presidente da Polônia, que também reportamos aqui a alguns meses atrás.

O governo austríaco forjou denúncias criminais contra Jane, que deverá se apresentar a corte autríaca para ser ouvida em relação sobre ser posta em tutela judicial.

Enquanto isso, Jane tem tido graves atritos com o mantenedor de seu antigo site, o www.theflucase.com, onde Johan Niklasson postou uma matéria intitulada "A lista dos 10.000", incitando violência e o assassinato das 10.000 pessoas no topo da pirâmide iluminatti. Jane acredita que este post, o qual ela repudiou expressamente, tem como objetivo associá-la ao terrorismo.

No vídeo abaixo, infelizmente apenas em inglês, Jane explica sua situação. Jane alega que está sendo perseguida pois os governos pretendem criar mais falsas pandemias e vacinações. Também informa que mais vacinações estão por vir, com novas tecnologias que afetam o sistema neurológico de forma a incapacitar os seres humanos de sentirem emoções como medo e raiva.




Jane também chama a atenção para uma crescente opressão sobre aqueles que criticam políticas governamentais, pandemias artificiais, inúteis campanhas de vacinação, entre outros. Alguns exemplos são o jornalista investigativo Rafal Gawronski, que passou 45 dias na prisão sem mesmo ter sido sentenciado por qualquer crime. Rafal reportou os fatos por trás do misterioso "incedente" que levou a morte do presidente da polônia. Natascha Koch, Rainer Hoffmann e Christine Persch são outros bloggers que enfrentaram ou enfrentam perseguição, detenção e prisão na Áustria e na Alemanha nas últimas semanas.

A Jane é uma verdade heroína, que infelizmente vem sido atacada de todas as formas em seu país de origem. Ajudem a divulgar estas informações, pois temos que apoiá-la neste momento em que precisa de nossa ajuda.

Eu creio não ter sido vítima ainda da ação do governo brasileiro por não residir no país. Eu venho tentando desde abril obter junto às autoridades da saúde os contratos com os laboratórios farmacêuticos e as estatísticas de efeitos adversos. Até agora tive respostas evasiva ou negativa aos meus pedidos. Estou em contato com outros bloggers que também são advogados para entrar com uma denúncia no ministério público para obter estas informações, que deveriam desde o princípio serem públicas.

Fontes relacionadas:
Atual blog de Jane Bürgermeister

domingo, 1 de agosto de 2010

Alex Jones: Alimentos - O Último Segredo Exposto

Créditos do Canal luish06

Vídeo muito educativo que mostra de modo bem apropriado o que estão fazendo com nosso alimento. Alex Jones expõe esse terrivel segredo que está bem diante de nossos olhos e jamais poderemos ver se não sairmos do "convencional". Note que ao final do vídeo os comentários de Jones não correspondem com a realidade brasileira, pois aqui não temos opção praticamente. Aliás no supermercado Whole Foods nos EUA TODO o mercado é orgânico e com bons produtos. Aqui as seções de orgânicos e não tóxicos são pra lá de modestas.



Vídeo: A história dos Cosméticos

Créditos do Canal luish06

O vídeo é um excelente trabalho do website Story of Stuffs, mostrando a nocividade dos cosméticos que são usados frequentemente. Produtos carcinogênicos usados na indústria da beleza, nunca receberam a atenção merecida.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A máfia médica exposta: A verdade sobre a industria farmaceutica "moderna"

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial

A Face Oculta da Indústria Farmacêutica, da Medicina e da Ciência

Por: Sonia Shah

A indústria multinacional farmacêutica gasta quase 40 bilhões de dólares por ano para desenvolver novos medicamentos. Para isso, mobiliza uma crescente parcela dos cientistas mais experientes do mundo e a mais sofisticada tecnologia médica.

Com tal investimento maciço poderia se esperar um aumento do número de medicamentos de impacto dirigidos para os flagelados da humanidade. No entanto, esse ano, só a malária atingirá 500 milhões de pessoas no mundo, e matará cerca de três milhões. Os remédios mais modernos de que os médicos dispõem para tratá-los são anti-diluvianos: um medicamento chinês de mil anos, que substitui uma droga desenvolvida há mais de 50 anos [1].

A indústria famacêutica não desprezou as partes do mundo assoladas por doenças como a malária. Pelo contrário: nunca antes os fabricantes de remédios deram tanta atenção aos pobres do mundo. Os grandes laboratórios estão realizando milhares de ensaios clínicos nos países em desenvolvimento — Bulgária, Zâmbia, Brasil e Índia, por exemplo. Aninhado contra as favelas enegrecidas de fuligem em Mumbai ergue-se o reluzente prédio branco da Novartis, onde os pesquisadores franzem as sobrancelhas na busca de novas drogas. Ao redor das que se espalham cercando a Cidade do Cabo, ficam os cintilantes laboratórios de teste da Boehringer Ingelheim. Recentemente, a Pfizer, a Glaxosmithline (GSK) e a Astrazeneca instalaram centros globais de testes clínicos na Índia. Ano passado, a GSK realizou mais da metade dos seus testes de drogas novas fora dos mercados ocidentais, escolhendo em particular países de “baixo custo” para os testes “deslocalizados” [2].

As empresas não estão lá para curar os males dos doentes pobres que fazem fila em suas reluzentes clínicas de pesquisa. Os fabricantes de drogas foram aos países em desenvolvimento para fazer experimentos com as multidões de doentes miseráveis. Utilizam-se deles para produzir os remédios destinados às pessoas cada vez mais saudáveis em outros lugares, em particular ocidentais ricos que sofrem os desgastes da idade, como doenças cardíacas, artrite, hipertensão e osteoporose. Essa tendência — desenvolver drogas para os ricos globais testando-as nos pobres globais — além de não ser um investimento de recursos científicos preciosos, ameaça os direitos humanos e a saúde pública global.

Num mercado de bilhões, 100 mil “voluntários” para cada droga

Os Estados Unidos são o maior mercado de remédios do mundo. O norte-americano médio leva para casa dez receitas médicas por ano. Desde 2000, a indústria farmacêutica cresceu 15% por ano, triplicando o lançamento de drogas experimentais entre 1970 e 1990. Isto se deve, em grande parte, a mudanças nos regulamentos dos EUA sobre remédios. Em 1984, a agência norte-americana de medicamentos e alimentação (Food and Drug Administration, FDA) estendeu as patentes dos fabricantes para novas drogas; em 1992, começou a aceitar pagamentos de fabricantes em troca do exame e liberação mais rápida de suas drogas novas e, em 1997, suprimiu as regras que baniam anúncios de televisão para os remédios novos. Essa mudança bastou para trazer uma grande transformação na indústria. Pela primeira vez, permitiu-se aos fabricantes de remédios dirigir as propagandas mais atraentes dos remédios novos diretamente a um grande número de consumidores, sem a mediação cética de um médico.

Há muito dinheiro a ganhar vendendo remédios para norte-americanos: a indústria de medicamentos é uma das mais lucrativas do mundo. O problema é que quanto mais apreciam remédios, menos pessoas estão dispostas a se inscrever nos testes clínicos exigidos para desenvolver os novos. Cada droga nova exige cerca de quatro mil voluntários para os testes clínicos, o que por sua vez significa que 100 mil pessoas têm de ser atraídas para os ensaios iniciais. Por que tantos? Porque não é fácil desenvolver novos remédios para doenças do coração, artrite, hipertensão e outras condições crônicas não contagiosas.

dependence on prescription drugs BigPharma/Farmáfia exposta   Como  os remédios são testadosApesar do máximo esforço da indústria, a maioria das novas drogas destinadas a tratar dessas doenças tem eficácia apenas marginal. Algumas são similares a uma pílula de placebo. “Você sempre tem que batalhar para encontrar uma diferença” entre os pacientes tratados e não-tratados, diz um pesquisador clínico veterano. Não é preciso testar muitos pacientes para provar a eficácia, por exemplo, da insulina para pessoas em coma diabético, porque o efeito da droga é muito visível. Mas provar que drogas de baixa ação, como antialérgicos, medicamentos para o coração ou pílulas antiinflamatórias têm uma eficácia real exige um grande número de pessoas testadas.

A necessidade da indústria encontrar voluntários para experimentos é imensa. Entretanto, pouco mais de um em vinte norte-americanos estão dispostos a participar de testes clínicos. A razão é óbvia. Por que se expor a compostos experimentais, não testados, quando o leque de alternativas comprovadas está ao alcance das mãos?

Quanto mais doenças e “eventos”, mais fáceis e rápidos os testes

Para resolver o problema, os fabricantes das drogas fazem testes para comparar o efeito dos seus remédios novos com o de um placebo. Basta provar à FDA que um medicamento novo funciona melhor do que nenhum. É um padrão simples que dá um resultado mais claro em menos tempo. O único problema com os testes de placebo é que exigem um número suficiente de pessoas que queiram participar de um experimento em que podem não receber tratamento algum – uma tarefa cada vez mais impossível, especialmente no Ocidente mergulhado em remédios.

Como resultado, 80% dos testes clínicos da indústria farmacêutica falham em cumprir os prazos de recrutamento. Para cada dia de atraso no desenvolvimento de uma droga, as companhias perdem cerca de um milhão de dólares em vendas, enquanto seus concorrentes ganham mercado.

Se as pessoas nos países em desenvolvimento estivessem sofrendo apenas de malária e doença do sono, é claro que não interessaria fazer testes nesses lugares. Mesmo que cada doente de malária tivesse um dólar para gastar com remédios – o que não acontece – esse mercado não seria grande o bastante para deslocar pesquisadores da indústria para laboratórios. Um mercado de 200 milhões de dólares, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) [3], é o mínimo necessário para despertar o interesse da indústria.

Não importa. Atualmente, além de malária e tuberculose, as pessoas dos países em desenvolvimento sofrem das doenças nas quais os fabricantes de drogas dos mercados ocidentais estão mais interessados. De acordo com a OMS, 80% das mortes por doenças crônicas não contagiosas, como males cardíacos e diabetes, agora ocorrem nos países em desenvolvimento. Há mais diabetes tipo II na Índia do que em qualquer outro lugar do mundo. Em alguns lugares da África, uma em cada cinco pessoas sofre de diabetes e 20 milhões de africanos padecem de hipertensão [4].

África do Sul: “um país ótimo para a AIDS”…

De acordo com a OMS, as implicações desse fenômeno para a saúde pública “são inquietantes e já estão aparecendo”. Por serem pobres e sofrerem incômodos de saúde mais prementes, poucos pacientes são tratados. Inevitavelmente, sofrem mais complicações do que os pacientes bem tratados do Ocidente. Isto oferece uma oportunidade para os testes industriais. Para provar que um remédio para o coração funciona, por exemplo, é preciso mostrar que quem não toma esse remédio sofre mais “eventos” — sejam ataques cardíacos ou mortes — do que quem toma o remédio. Os testes nos países pobres podem completar-se muito mais depressa. Como observou um executivo de uma companhia de testes clínicos, durante uma conferência sobre a adequação dos países pobres para testes clínicos: “se não houver eventos suficientes, você nunca vai terminar seu teste”.

Outro executivo de companhia de testes clínicos afirmou: “A África do Sul é um país ótimo [para AIDS]”, por causa do grande número de pacientes infectados pelo HIV ainda não tratados com drogas anti-virais. Com freqüência os fabricantes de drogas ficam frustrados em suas tentativas de provar que as novas drogas funcionam nos corpos impregnados de medicamentos dos ocidentais testados. Há tantas drogas em seus organismos que é cada vez mais difícil observar o efeito do composto experimental. Assim, os pacientes-virgens – pessoas doentes pobres demais para obter tratamento médico – são altamente valorizados nos testes clínicos.

Mas o grande atrativo para a localização dos testes em países mais pobres é a rapidez. Na indústria farmacêutica de hoje, onde os fabricantes de remédios manobram para ser os primeiros do mercado com a última insulina aspirada ou o novíssimo anti-depressivo, a velocidade é essencial. Nos países ocidentais, recrutar um número suficiente de voluntários para testes pode levar meses e até anos. Nos países em desenvolvimento, o recrutamento é rápido. Na África do Sul, a Quintiles alistou três mil pacientes para testar uma vacina experimental em nove dias. Em doze dias, recrutou 1.388 crianças para outro teste. Além do mais, no Ocidente, de 40 a 60% dos inscritos são instáveis e acabam largando os testes clínicos, incomodados por efeitos colaterais desagradáveis ou pelo inconveniente de se deslocar até a clínica. Em lugares como a Índia, as companhias de testes clínicos dizem que conservam 99,5% dos voluntários inscritos [5].

big pharma campus BigPharma/Farmáfia exposta   Como os remédios  são testadosNão é fácil para os fabricantes de drogas ocidentais levarem seu negócio de testes clínicos para os países pobres. Muitas vezes, eles precisam traduzir documentos, equipar clínicas e hospitais sem recursos, treinar os médicos locais e lidar com uma burocracia estrangeira e freqüentemente corrupta. Mas, apesar desses desafios, para a maior parte dos grandes fabricantes de drogas, realizar os experimentos em países em desenvolvimento tornou-se uma necessidade. Empresas que oferecem consultoria sobre como realizar testes nesses países floresceram, tornando-se uma indústria secundária.

Grandes empresas de testes multiplicam filiais no Sul do planeta

As companhias de testes clínicos (também chamadas organizações de contratos de pesquisa, ou CROs) como a Quintiles e a Covance ostentam escritórios e consultórios por toda parte dos países em desenvolvimento. A Quintiles tem clínicas no Chile, México, Brasil, Bulgária, Estônia, Romênia, Croácia, Letônia, África do Sul, Índia, Malásia, Filipinas e Tailândia. A Covance alardeia que pode fazer testes em 25 mil centros médicos, em uma dezena de países. A imprensa comercial da indústria dos testes clínicos exalta-se com entusiásticos artigos como “Sucesso com testes na Polônia” e “Oportunidades de um bilhão de dólares em pesquisa clínica na Índia”. “Descubra a Rússia”, diz uma manchete de uma revista de propaganda, que lembra estranhamente a exuberância de um guia turístico, “para fazer pesquisa clínica”. “Vá esquiar onde existe neve”, recomenda outro anúncio de uma companhia que vende serviços de testes clínicos em países pobres. “E vá fazer testes clínicos onde existem doentes”.

E então, qual é o problema? Os testes clínicos oferecem por toda a parte melhor tratamento do que as clínicas regulares, que fazem os pacientes esperar o dia inteiro em seus consultórios quase vazios. Os pacientes pobres poderiam considerar-se com sorte por participar de testes clínicos – e a alegria com que eles acorrem sugere que sabem disso. Ainda por cima, as clínicas e hospitais nos países pobres têm acesso a tecnologia avançada e freqüentemente capitalizam-se com o novo equipamento que os fabricantes de drogas trazem para que realizem os testes. “Recebemos alguns equipamentos”, lembra um pesquisador clínico da Índia, “e eles não os pediram de volta”.

Ser uma cobaia humana pode ser um papel que os ocidentais não querem mais fazer, mas isso não quer dizer que não é um bom negócio para os pobres. Por que não mandar os testes para lá, do mesmo jeito que mandamos as fábricas tóxicas e as sweatshops? [6] É melhor do que nada. “Disseram [que eu] estava levando vantagem!”, queixou-se um pesquisador industrial criticado por fazer testes em países pobres. “Mas sem o teste, aquelas crianças morreriam!” Na incansável análise custo-benefício tão popular nos Estados Unidos, exportar desagradáveis testes clínicos para países pobres faz sentido. “Acho que em geral é bom para as pessoas participar de testes clínicos”, diz o diretor médico da FDA, Robert Temple. “Metade das pessoas recebe medicamentos ativos e melhor tratamento”, diz ele. “A outra metade…[recebe] melhor tratamento”.

Entretanto, oferecer o corpo à ciência não é o mesmo que dar um dia de trabalho numa fábrica. Mesmo o emprego superexplorado no sweatshop, seja como for, oferece benefícios palpáveis ao indivíduo, ainda que magros: trabalho, um pequeno contracheque. O teste clínico não garante nada. Na escala da comunidade, os pesquisadores podem equilibrar os riscos e benefícios. Mas não há garantia de que um voluntário será mais beneficiado do que prejudicado num experimento (O fato de que existe uma incerteza, naturalmente, é parte da razão pela qual uma experiência é realizada).

Eles têm mais disposição para ser cobaias”

O pré-requisito absoluto à procura ética sobre os seres humanos – como está codificado em inúmeros documentos, inclusive na Declaração de Helsinki [7], da Associação Médica Mundial e no Código de Nuremberg [8] – pressupõe que os recrutados para a pesquisa sejam informados e consintam voluntariamente. A condição de voluntário significa que a pessoa pode entrar ou sair: não pode haver coerção, ainda que sutil — seja sob a forma de um pacote de compensações excessivamente generoso ou do acesso a cuidados médicos de outro modo inatingíveis, para influenciar indevidamente a decisão potencial do voluntário de expor-se a um teste experimental (Quando ativistas contra a AIDS pediram que os pesquisadores garantissem tratamento por toda a vida para os voluntários que fossem infectados durante o teste de alguma vacinas, os pesquisadores argumentaram que tal exigência violaria o princípio do consentimento voluntário. O negócio ficaria bom demais: até gente não infectada poderia inscrever-se só para conseguir remédio de graça).

E ainda assim, um crescente conjunto de evidências sugere que os voluntários em países em desenvolvimento não consentem espontaneamente em ser testados. Especialistas em bioética rastreiam o número de pessoas que se recusam a participar ou que desistem dos testes como uma espécie de indicador a posteriori. Nessas duas ocasiões, mostram que entendem que sua participação nos testes é voluntária. As taxas de recusa e desistência nos testes ocidentais podem atingir 40% ou mais. Mas, quando a Comissão Consultiva Nacional de Bioética da França realizou um estudo anônimo com os pesquisadores clínicos atuantes nos países em desenvolvimento, 45% deles disseram que os voluntários nunca se recusavam a participar dos testes.

A grande velocidade de recrutamento nestes testes – três mil voluntários para um teste de vacina, em nove dias, ou mil e trezentas crianças para um teste, em 12 dias – sugere, do mesmo modo, que não há desistências ou recusas. Eram muito poucos, se é que havia, os que diziam “não”. [9]

Num estudo sobre a qualidade do consentimento de voluntários alistados em testes de prevenção contra o HIV, na África do Sul, mais de 80% dos voluntários disseram que não sabiam que podiam desistir do teste se quisessem. Resultados similares foram obtidos num teste em Bangladesh [10]. Essa prova de coerção seria motivo para realizar poucos testes nessa população, mas está sendo usada para realizar mais testes. O fato de que os potenciais recrutados não dizem “não” é um aspecto vendável para as companhias de testes clínicos em atividade nos países em desenvolvimento. De acordo com um artigo no Applied Clinical Trials, os voluntários russos “não faltam às consultas, tomam todas as pílulas necessárias e só muito raramente voltam atrás. Os russos fazem o que os médicos mandam. Que fenômeno!”. Uma história de Centro de Vigilância sobre Testes, na China notou, do mesmo modo, que “os chineses não estão completamente emancipados como nos EUA. Eles têm mais disposição para serem cobaias”.

Agências de supervisão fecham os olhos para testes em países pobres

A supervisão européia e norte-americana destes testes é mínima. Quando um fabricante de drogas decide lançar uma experiência clínica nos Estados Unidos ou na Europa, primeiro precisa alertar as autoridades reguladoras e enviar todos os dados pré-clínicos – dados de laboratório e de testes com animais, junto com planos detalhados de como planeja usar a droga experimentalmente em seres humanos. Dados de testes no exterior são aceitos pelas autoridades reguladoras norte-americanas e européias, mas nenhuma exige que os fabricantes de drogas alerte-as antes de iniciarem os experimentos no exterior. Para esses testes, a única exigência é que a Declaração de Helsinki ou regras locais que por acaso garantam mais proteção sejam observadas. Se falharem – e 90% das drogas que entram nos testes clínicos falham em obter a aprovação regulatória – e não forem usados para apoiar o lançamento no mercado, então não há de fato controle norte-americano ou europeu sobre os experimentos. Sem descrição em parte alguma, os testes que fracassam nos países pobres simplesmente desaparecem sem deixar traços.

Nesse caso, a Declaração de Helsinki é suficiente? Poderia ser. O principal mecanismo de força da Declaração de Helsinki está nos comitês independentes – comitês de ética – que devem aprovar e supervisionar testes clínicos para assegurar que os direitos dos voluntários sejam protegidos. Seria ótimo se a infraestrutura ética e regulatória nesses países estivesse à altura da tarefa. Mas há provas indicando que em pelo menos alguns desses países, provavelmente não é assim. A Índia é um exemplo.

Funcionários do governo na Índia estão interessados na expansão dos testes clínicos, pois vêem uma possibilidade de lucro. Vários funcionários dizem que esperam expandir testes patrocinados pela indústria – de U$ 70 milhões para U$ 1 bilhão por ano. Eles instituíram várias mudanças em suas regras para facilitar os testes clínicos. As drogas experimentais não precisam demonstrar nenhum “valor especial” para a Índia, como antes. E as companhias que investem em pesquisa e desenvolvimento gozam de isenções de impostos por 10 anos [11]. A indústria dos testes clínicos é vista como um bom negócio para a Índia. De acordo com o Economic Times, o principal jornal de negócios do país, “as oportunidades são grandes, as multinacionais estáo ávidas, as companhias da Índia estão querendo. Temos as competências, as pessoas e temos uma vantagem que a China não tem e provavelmente nunca terá. O melhor é que esse é um tipo de deslocalização contra a qual os trabalhadores americanos não estão inclinados a protestar.”

O conflito de interesses dos reguladores do governo indiano não é insuperável. Uma possível abordagem seria aumentar a supervisão sobre os voluntários de testes. Mas, ao contrário, em quase todas as áreas de prática e pesquisa médica da Índia existe uma clara lacuna de regulamentos.

Índia, o laboratório ideal: não há código de ética médica

O ensino médico é pouco regulamentado. Escolas de Medicina foram flagradas contratando professores falsos para tapear inspetores, vendendo matrículas e leiloando títulos. Uma vez diplomados, os médicos, na Índia, não precisam demonstrar competência.

A prática clínica é insuficientemente normatizada. A Associação Médica Indiana não adota código de ética algum, de modo que quando três quartos dos médicos em Surat fugiram da cidade, durante um surto de peste – que poderia ser tratada por antibióticos se houvesse médicos para receitá-los –, as autoridades médicas nacionais ficaram em silêncio.

O mercado farmacêutico é notoriamente sub-regulamentado. Há cerca de 70 mil marcas de remédios disponíveis, com apenas 600 inspetores. Em um estudo, descobriram-se cerca de 70 combinações de remédios ineficazes ou perigosas no mercado (continuam a ser vendidas sob mais de mil marcas diferentes). Vendem-se remédios para indicações mal definidas como “queda intelectual”, “desajuste social” e “deterioração do comportamento”. Uma pesquisa de uma revista, em 2003, descobriu que um em cada quatro dos remédios que estavam disponíveis eram falsos ou abaixo dos padrões. Numa batida em 2003, na cidade de Patna, sete entre nove farmácias estavam operando sem licença. Pelo país afora, receitas de remédios são rotineiramente conseguidas por cima do balcão [12].

No entanto, de acordo com o conhecido perito em drogas Chandra Gulhati, editor do Monthly Index of Medical Specialties in Índia, “mesmo que uma companhia faltosa seja apanhada com a boca na botija em atividades ilegais, é liberada, por razões melhor conhecidas pelos reguladores, com uma ligeira advertência”.

De acordo com o principal bioeticista do país, Amar Jesani, “não há cultura ética na profissão” na Índia. Foram necessárias três décadas, após a primeira formulação da idéia do consentimento informado – durante o julgamento dos médicos nazistas em Nuremberg nos anos 1940 –, para que os Estados Unidos lhe dessem força de lei. Levou mais duas décadas para que a instituição da pesquisa médica dos EUA incorporasse os novos padrões em seu licenciamento, ensino e práticas clínicas. Esse processo tinha que ser iniciado em países como a Índia, onde em 2003, nenhuma escola de Medicina dava cursos de ética médica. Para supervisionar testes clínicos patrocinados pela indústria, comitês de ética são devidamente organizados, mas de acordo com o ativista da saúde Sandhya Srinivasan, eles não funcionam para proteger voluntários e sim para “possibilitar a divulgação”.

Esterilizações involuntárias, doentes de lepra sem tratamento

Não é surpreendente que tenha havido uma série de escândalos na pesquisa e prática médica por todo o país. Nos anos 1970, a quinacrina, remédio contra a malária, foi distribuído para milhares de mulheres sem instrução, provocando-lhes a esterilização permanente. A droga tinha sido desaprovada para esse uso e muitas das mulheres disseram, posteriormente, que tinham sido enganadas para tomá-la. Nos anos 1980, um anticoncepcional injetável — já retirado do mercado — foi testado em aldeãs que declararam que “não faziam idéia de que estavam participando de um teste”. Num experimento com a lepra, patrocinado pelo governo em 1991-1999, voluntários disseram que não sabiam que o teste era com placebo.

No fim dos anos 1990, pesquisadores do governo realizaram tratamento de 1100 mulheres analfabetas com lesões pré-cancerosas nas vértebras cervicais para estudar a progressão da doença. Mais tarde, descobriu-se que as pessoas não tinham sido informadas e não tinham dado consentimento. Em 2001, um pesquisador da Johns Hopkins foi apanhado testando uma droga anti-câncer experimental em pacientes com câncer no estado indiano do Kerala, antes da droga ter sido experimentada em animais. Em 2003, um remédio experimental contra câncer foi administrado em mais de 400 mulheres que procuravam aumentar sua fertilidade. A droga era tóxica para os embriões [13].

Países ocidentais também tiveram suas próprias histórias de transgressões, e entre as mais infames delas está o estudo sobre a sífilis do Serviço de Saúde Pública norte-americano de Tuskegee. O tratamento para a sífilis foi negado a dezenas de negros pobres do Alabama rural. O estudo sobre sífilis, quando exposto, levou às primeiras proteções legais a pessoas estudadas em pesquisas nos Estados Unidos, em 1974. Nenhum dos escândalos de pesquisas na Índia, por mais que tenham sido publicizados na imprensa, levou a qualquer proteção legal para os voluntários. Esses fatos não são novidade para os reguladores do FDA, que demonstram uma grande confiança na habilidade dos voluntários em se auto-proteger, oferecendo ou retirando seu próprio consentimento informado voluntário.

Uma prática que solapa a legitimidade da medicina ocidental

Contudo, testes clínicos realizados de forma não-ética fazem mais do que minar os direitos humanos: solapam a legitimidade da medicina ocidental, de modo mais geral. A crise de confiança entre muitas pessoas no mundo em desenvolvimento e a medicina estilo ocidental aprofunda-se diariamente. O espectro de uma explosão de testes clínicos secretos pouco controlados inflama tais reações. Muitos fabricantes de drogas e pesquisadores clínicos concordam que a coerção e a falta de informação são problemas óbvios, mas alegam que as grandes esperanças com a pesquisa biomédica compensam os riscos e sustentam que, se a regulamentação for exagerada, os testes clínicos e o ritmo da inovação médica vão se reduzir e mais pessoas vão morrer.

Esse argumento é fraco, mas comum e poderoso. Pode ser verdade que a qualidade do atendimento nos testes clínicos seja freqüentemente superior ao tratamento normal e que os médicos encarregados dos ensaios tenham acesso à mais recente tecnologia, instrumentos e recursos que eles podem destinar ao cuidado dos pacientes. Esses são benefícios concretos dos testes clínicos. Mas os dados em si não podem significam automaticamente progresso da medicina (qualquer um que tenha visto as mais modernas vacinas apodrecendo em almoxarifados tropicais pode confirmar). O progresso da medicina requer a implementação da pesquisa, não apenas testes, e isso exige que governos, programas de saúde, pacientes e muitos outros atores tenham de fato algo a ver com os dados.

Devíamos exigir que os voluntários pelo menos tivessem acesso aos métodos comprovados nos seus testes, não apenas num futuro hipotético, mas aqui e agora. Com excessiva freqüência, novas drogas desenvolvidas com experimentos em habitantes dos países pobres não são licenciadas para uso nesses países, têm preços proibitivos, ou não são utilizáveis porque a droga não é importante de um ponto de vista clínico. Precisaríamos exigir, também, alguma forma de confirmação ou validação para que o consentimento informado fosse de fato informado e voluntário.

Tais medidas poderiam acabar com alguns testes. Mas como disse o bioético Jonathan Moreno, seria parte do preço que pagamos para reconhecer que há uma diferença entre um rato de laboratório – que não precisa ser consultado se quer participar de um experimento [14] – e um ser humano.

Tradução: Betty Almeida

Notas:
[1] Sonia perfect predator,” Orion magazine, November/December 2006
[2] Ler Jean-Philippe Chippaux, “As vítimas da Big Pharma”, Le Monde Diplomatique-Brasil, junho de 2005.
[3] A OMS foi criada em sete de abril de 1948, com o objetivo de que todos os povos atinjam o mais alto grau de saúde, definida como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença (N.T.).
[4] A chamada “transição nutricional” que originou novos padrões de doenças foi detalhada por completo em: Benjamin Caballero e Barry M. Popkin eds., The Nutrition Transition: Diet and Disease in the Developing World (Londres: Academic Press, 2002)
[5] A rapidez com que as listas são completadas e o grande número de inscritos são informados em sitesî das Organizações de Contratos de Pesquisa (CRO). Ver, por exemplo www.quintiles.com e, também, “Lifting India’s Barriers to Clinical Trials,” CenterWatch, agosto de 2003.
[6] Sweatshops, no original. Em 1850, os suadouros eram fábricas de roupas populares com péssimas condições e salários para os trabalhadores. Hoje, são estabelecimentos que não respeitam direitos dos trabalhadores, empregam trabalho infantil ou escravo e cometem violações graves de leis trabalhistas (N.T.).
[7] A primeira Declaração de Helsinki, que regula a pesquisa médica com seres humanos, data de 1964 e já foi atualizada em 1975, 1983, 1989 e 1996. A Associação Médica Mundial estabelece o compromisso do médico com as seguintes palavras: “A Saúde do meu paciente será minha primeira consideração”. Na versão de 1996, a declaração recomenda o respeito ao bem-estar dos animais utilizados e à integridade do meio ambiente (N.T.).
[8] O Código de Nuremberg, criado em 1947, durante os julgamentos de médicos nazistas que faziam experimentos com seres humanos em campos de concentração, impõe o consentimento dos seres humanos para participar de testes e pesquisas médicas (N.T.)
[9] Ver National Bioethics Advisory Commission, Ethical and Policy Issues in International Research: Clinical Trials in Developing Countries, abril de 2001.
[10] Quarraisha Abdul Karim et al, “Informed consent for HIV testing in a South African hospital: is it truly informed and truly voluntary?” American Journal of Public Health, 1º de abril de 1998, 637-40; e Niels Lynoe et al, “Obtaining informed consent in Bangladesh,” New England Journal of Medicine, 8 de fevereiro de 2001, 460-61
[11] Ken Getz, da consultoria de testes clínicos Center Watch, disse que foi recebido na Índia, como se fosse um chefe de estado. Ver também Narayan Kulkarni, “The trials leader,” Biospectrum, 10 de junho de 2003.
[12] Chandra Gulhati, editor da Monthly Index of Medical Specialties in India, descreve em detalhe as transgressões da indústria farmacêutica indiana. Ver, por exemplo, Chandra Gulhati, “Irrational fixed-dose combinations: a sordid story of profits before patients,” Indian Journal of Medical Ethics, janeiro/março de 2003. Ver também Arindam Mukherjee, “Pills that kill,” Outlook, 22 de setembro de 2003, 52; e Daniel Pearl e Steve Stecklow, “Drug firms’ incentives fuel abuse by pharmacists,” Indian Express, 17 de agosto de 2001.
[13] Ver Alix M. Freedman, “Population bomb: two Americans export chemical sterilizations to the Third World,” Wall Street Journal, 8 de junho de 1998, A1; Sanjay Kumar, “Sterilization by quinacrine comes under fire in India,” The Lancet, 17 de maio de 1997; Laxmi Murthy, “Contraceptive research: need for a paradigm shift,” One India, One People, julho de 2001; M.D. Gupte e D.K. Sampath, “Ethical issues considered in Tamil Nadu leprosy vaccine trial,” Indian Journal of Medical Ethics, janeiro/março de 2000; Amit Sen Gulpta, “Research on hire,” Indian Journal of Medical Ethics, outubro/dezembro de 2001; e Ganapati Mudur, “Johns Hopkins admits scientist used Indian patients as guinea pigs,” BMJ, 24 de novembro de 2001, 1204.
[14] Ver Libertar os animais, reumanizar a vida, Le Monde Diplomatique-Brasil. E, também, o Manifesto pela Libertação dos Animais, na edição de setembro do LMD, síntese das teorias do professor americano Garry Francione sobre a abolição da exploração animal (N.T.).

Sonia Shah é Jornalista canadense, autora de The Body Hunters: Testing New Drugs on the World’s Poorest Patients, traduzido para o francês por Pierre Saint-Jean, a ser publicado em outubro pela editora Demopolis, de Paris; e de Crude: The Story of Oil (Seven Stories, 2004). Sonia Shah está escrevendo um livro sobre a história e a política da malária.




Fontes:

Via Ecocidio

Brasil Medicina: Retratos de um apartheid médico

A pagina original na UOL onde este artigo havia sido publicado foi removida. Eu imagino o porque

Site de Sonia Sha