Mostrando postagens com marcador credito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador credito. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Ouro: você está pronto(a) para o grande salto?

Créditos de: Inacreditável

Desde os anos 1990, o preço do ouro é pressionado por um cartel do banco central e dos grandes bancos (Primary Dealers do FED) - o cartel do ouro. O objetivo é óbvio, eliminar o ouro como concorrente a qualquer tipo de títulos ou papel-moeda do mercado.

Isso foi tentado também nas décadas de 1960 e 70, a exemplo do London Gold Pool, o qual queria fixar por todos os meios o preço do ouro a $35/onça, mas então fracassou completamente em 1968. Em 1975, o preço do ouro foi “combatido” com a elevação da oferta de ouro pelos EUA, através do qual uma grande quantidade de ouro da própria população (está açambarcou-o apesar da proibição) foi lançada ao mercado. Ao final de 1970, o depósito de ouro dos EUA, Fort Knox, foi esvaziado sistematicamente por Jimmy Carter. O verdadeiro ouro daquela época já foi substituído por barras de tungstênio banhadas a ouro? Provavelmente.

Em 1979, chegou-se ao ponto que nada mais se podia fazer. Os bancos centrais também vendiam seus dólares por ouro. As massas também. Com isso o preço do ouro disparou até US$ 850/onça no início de 1980, que só pode ser combatido por toda parte com elevado juros. Como se vê, Fiat-Money só pode ser combatido em casos extremos diante do seguro ouro, somente através de juros elevados. Em caso “extremis”, como escreve Alan Greenspan, nada mais é aceito.

Aqui se vê novamente: os bancos centrais do ocidente são tão tolos como o “pequeno investidor padrão”. Primeiro eles tentam manter para baixo o preço do ouro através de abundante oferta, mas se ainda subir, eles mesmo compram no final das contas – mas a um preço n-vezes maior. Pois nessa situação eles têm que “defender” suas moedas. O que aconteceu naquela época acontece hoje novamente.

Papéis podres em Euro

O tema da última semana foi sem dúvida alguma a iminente bancarrota de um país da União Européia, a Grécia. Entrementes, seus títulos do tesouro são liquidados em larga escala. Também já existem relatos de corrida aos bancos na Grécia, onde os poupadores somente receberam ¼ de seus depósitos.

No momento, o pânico em Bruxelas, em diversas capitais e no quartel-general do BCE, em Frankfurt, é enorme. Em um amontoado de galinhas, como na Zona do Euro, as galinhas voam de medo por todos os lados. Existem diversas versões:

- os linha-duras dizem para deixar a Grécia ir à falência, como aviso aos outros PIGS, ou seja, os deficitários da Zona do Euro.

- os favoráveis ao salvamento, os “Bail Outer” querem evitar isso de toda forma, e exigem o Bailout da Grécia, principalmente através da Alemanha.

Qual facção ganhará, ainda não foi decidido. Em todo caso, somente a Alemanha e a França, devido ao tamanho, estão em condições para “salvar” a Grécia por mais alguns meses, na forma em que comprem os títulos do tesouro grego com dinheiro de seus contribuintes ou assumam as dívidas gregas através de emissões de seus próprios títulos. Mas depois do salvamento de seus próprios bancos e posterior arrogância na distribuição de bônus a seus banqueiros, isto deve ser muito difícil em se aplicar dentro da atual situação política.

Como eu mostrei no artigo “2010, o último ano do Euro?”, os problemas na Grécia já causaram bastante estrago no Euro. Ele até se desvalorizou um pouco diante do dólar enfraquecido. Desde o artigo citado acima, ele caiu ainda mais.


Entrementes, a Grécia deve ter se tornado assunto secundário. O que movimenta o mercado contra o Euro é muito mais a ameaçadora contaminação dos outros PIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia, Espanha). Principalmente aqui Portugal, Irlanda e Portugal, que lutam contra um enorme déficit orçamentário e alto desemprego. Se a “contaminação” da Grécia pegar a Espanha, o Euro vira “toast”, será vendido a larga escala.

Neste ínterim, o Euro é “difamado” em todas as mídias e há avisos sobre sua queda. Algumas vozes dizem, aquilo que realmente causa medo nos políticos e bancos centrais seria a retirada da Alemanha do Euro e com isso a restauração do novo Marco alemão. Devido à elevada exportação líquida da Alemanha, ele se tornaria moeda de reserva mundial e todas as outras moedas deveriam se orientar por ele, pois:

- o dólar americano está totalmente valorizado e carrega o fardo do elevado déficit externo dos EUA

- A libra esterlina tem o mesmo problema e é um forte candidato ao crash

- O yen japonês também está valorizado e sofre de um alto déficit público

- o yuan chinês não é conversível.

Um bailout da Grécia através da Alemanha é com certeza um forte sinal de atração da inflação na Alemanha e levaria à queda de Merkel e seus globalistas de esquerda. Então provavelmente estaria livre o caminho para uma retirada do euro. Uma “divisa de emergência” para o caso de um crash do euro está sendo impresso segundo relatos de diferentes fontes. Está estampado “Novo Marco Alemão”? A história da economia mostra que o “pagador líquido” sempre sai da união monetária – se for trocada a liderança política.

Se isto acontecer, então somente ouro e a própria exportação contará no mercado internacional. E não mais algum papel colorido ou verde ou títulos de estados falidos.

Ouro prestes a saltar?

Aqui o gráfico do ouro em euro/onça de um ano, desde fevereiro de 2009:

O recorde de alta foi €806/onça. Hoje estamos a €798, ou seja, apenas a 1% do recorde. Em dóalr são 9% (atualmente a $1116, ATH $1216). Os suíços não estão melhores do que nós na Zona do Euro, devido à sua inflação.

O ouro já se mostrou como respeitável bóia salva-vidas contra uma desvalorização do euro. Quem comprou ouro no verão de 2009 pode ganhar em euro, até agora, algo em torno de 20% - livre de impostos.

Caso a infecção PIIGS se alastre até a Espanha, o que é esperado, então o ouro vai de ATH para ATH, em ritmo diário. A inflação explodirá por causa dos elevados preços das importações.

É esperado que a próxima subida do ouro não consiga ser mais controlada pelo cartel do ouro. Até agora, o dólar fraco foi o combustível para o ouro. Depois que o enorme déficit de Obama proveniente do dinheiro impresso parece continuar igual, o ouro deve continuar a receber suporte maciço do dólar capenga.

Mas temos agora o “problema do euro”. Onde devemos ainda aplicar nosso capital, caso não houver mais moeda confiável no mundo de papel? Se o preço do ouro subir para valer, então quer dizer: “price action makes market commentary”. Os preços em elevação produzem novamente uma enxurrada de artigos para mídia, que atraem mais investidores.

O cartel do ouro num beco sem saída

O aumento do preço em novembro e dezembro pode ser impedido ainda por ora e foi encenado um preço descendente do ouro para a manada de investidores, de forma que ela não tenha investido m ouro a larga escala.

Ninguém de nós sabe quanto ouro os bancos centrais tiveram que jogar no mercado – pois isso é um alto “segredo de estado”.

E ninguém também sabe por quantas vezes essa ação vai funcionar, provavelmente nem mesmo o cartel do ouro. Mas em algum momento essa ação vai falhar, então começa a fuga de todos os papéis – e o poder dos países que dependem deste papel (moedas e títulos públicos) Os avisos estão à mostra.

Quando o pânico realmente começar e o preço do ouro estourar como em setembro de 2008, subindo de repente $100/onça – e não puder ser mais impedido, então em pouco tempo chegará o colapso do “sistema”.

Por que o foguete de ouro deve subir e subirá: todas as moedas foram impressas em excesso e são apenas um tipo diferente de papel higiênico. Os títulos de investimentos estão totalmente supervalorizados – por toda parte.

O medo do euro será o estopim

A quantidade gigantesca de patrimônio em papel na Zona do Euro necessita urgentemente uma salvação, pois o euro esta derretendo. Divisas alternativas não existem, por isso devemos sair do sistema. O melhor é através da moeda mais antiga do mundo: ouro e prata.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Vídeo: Opinião Pública sobre Bancos

Créditos de: Canal Deusmihifortis

Notícia veiculada dia 18 de janeiro de 2010
Canal Cuatro Notícias : www.cuatro.com/noticias
Jornalista Iñaki Gabilondo noticia sobre pesquisa realizada pela Infop da França sobre a opinião do público sobre os bancos.



A máscara está caindo...

domingo, 3 de janeiro de 2010

Vídeos: Resumo para entender a crise financeira e o colapso econômico

Créditos de: Canal krishnamurtibrnew

A economia e a sociedade nos EUA no presente momento estão flutuando sobre a premissa falsa de que é possível se emprestar perpetuamente somas crescentes de moeda com o mundo inteiro, para se fazer o pagamento de importações sempre crescentes de manufaturados e de energia, enquanto o preço destas importações uniformemente se eleva.

Em particular a economia e a vida política flutuam sobre a noção de que dinheiro livre (petro-dólares fiat e notas do Tesouiro dos EUA) serão sempre capazes de comprar importações de energia de países estrangeiros. [fiat money= moeda emitida sem lastro]
Mas estas coisas boas não duram para sempre e assim a trapaça dos petro-dólares livres dos EUA é uma condição transitória. Uma vez que o dólar perca seu status de moeda de reserva do mundo baseado em seu papel como petro-dólar (como está acontecendo agora) o fluxo de energia de graça para os EUA irá cessar e grande parte da economia dos EUA será forçada a fechar.

Cortes no fornecimento de combustíveis irão precipitar cortes no fornecimento de alimentos, remédios, e incontáveis items de consumo. Desperdício de eletricidade, gasolina, e água, colapso em sistemas de transporte e de outras infra-estruturas, hiper-inflação, fechamento generalizado de empresas e demissões em massa, junto com uma boa quantidade de desespero, confusão, violência e ações fora da lei. Além do mais, não há nenhuma evidência de que a elite governante dos EUA tenha quaisquer planos em larga escala de resgate ou programas de tecnologia inovadora com a qual evitar a catástrofe socio-econômica que se avizinha, e nem a sociedade nos EUA dá sinais de qualquer milagre de coesão social durante a implosão econômica pendente.

A sociedade nos EUA é baseada no dinheiro. No colapso econômico que se aproxima a elite governante está já incentivando o colapso ao forçar quantidades excessivas de dinheiro (crédito) virtual no sistema bancário. O resultado será hiper-inflação, o que varre de uma vez as poupanças. Com a escalada dos preços do petrõleo e outras importações, isto será acompanhado por desemprego em massa, o que faz varrer os salários. O resultado é uma população que se encontra por toda parte sem um tostão.

Uma vez que a maior parte dos empregos nos EUA está no setor privado, a transição para o desemprego permanente de grande parte da força de trabalho é provável que venha a ser súbita, na medida em que os negócios rapidamente expelem trabalhadores num esforço para se manter viáveis, ou cair em liquidação.




quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

O próximo ano será desconfortável

Créditos de: Inacreditável

Ao final de um ano é época para efetuar um balanço e lançar um olhar para o próximo ano. Muitos balanços de empresas para o ano 2009 devem ser catastróficos. Assim como os “balanços estatais” com seus enormes gastos para salvamento dos bancos e pacotes conjunturais.

O rombo nas contas públicas aumentou de R$ 36,4 bi para R$ 137,9 bilhões em 12 meses (até dezembro 2009), ou seja, o déficit nominal cresceu 278%, elevando a proporção em relação ao PIB de 1,27% para 4,61%. O déficit nominal representa quanto falta para cobrir todas as despesas públicas. Uma vez que o governo não tenha caixa para cobrir suas despesas, ele lança no mercado seus títulos públicos pelos quais toda a população deve pagar juros – NR.

Depois do terrível ano de 2008, onde após a falência do Lehman o sistema financeiro quase quebrou por diversas vezes, este ano foi relativamente “tranqüilo”. Passado o fundo do poço para os mercados de ações em março, entrou em cena uma selvagem especulação com dinheiro barato do Banco Central e que manteve as cotações elevadas. A economia real não recebeu muito disso, ao contrário, sofreu com restrições ao crédito, um “credit-crunch”. A economia continuou a encolher, somente no meio do ano houve uma estabilização em um nível inferior graças aos enormes gastos estatais, os quais são vendidos ao público como “agora vai” e “fim da recessão”.

O desemprego avançou não tão forte como esperado, também através de pacotes do governo de trabalhos temporários em até 24 meses. Principalmente diante das eleições parlamentares na Alemanha, onde foi suplicado aos conglomerados para ainda não demitirem. Com explodiram as despesas estatais por toda parte, principalmente nos EUA e na Grã-Bretanha.

Também na Eurolândia tivemos casos como a Espanha, Irlanda e principalmente a Grécia, a qual quase foi à falência em 2009. Também os “no-PIGS” como Alemanha ou França acumulam gigantescos déficits. Tais déficits levam em algum momento à liquidação dos Títulos Públicos e da moeda, como nós já vimos algumas vezes nessa crise.

Quem vai investir ainda no “Tesouro Direto”? – NR.

O ano de 2009 foi portanto relativamente tranqüilo – conquistado através da salvação dos bancos por parte dos Estados e graças também aos gigantescos déficits orçamentários assim como todo tipo de manipulação contábil e do mercado. Isso não se sustentará eternamente. Do jeito que está, os bailouts do outono 2008 trouxeram “calma e paz” por um ano e meio. Nós não devemos esquecer: o mundo está desde o ano 2000 no chamado “Inverno de Kondratieff”, que parte do ciclo de crédito de longos anos onde as dívidas e outros papéis são desfeitos. O grande crash foi evitado por algumas vezes, mas quando ele vier, então engolirá também os países

Espiada em 2010

A “calmaria” atual chegará ao fim em 2010. Não apenas a inflação avançou principalmente nos alimentos e energia, como também o ouro alcançou a marca de 1.226 dólares por onça. Esses foram os sinais para a ampla crise dos países. A quase-falência da Grécia também foi um sinal. Os grandes países também serão amplamente atingidos em 2010: liquidação das moedas e dos Títulos do Tesouro, explosão dos preços ao consumidor, crash das finanças. É assim em toda crise econômica.

Teremos então a bancarrota da moeda e falência do Estado, ou o Estado economiza brutalmente e aumenta tanto os impostos como os juros. Mas não será possível poupar e aumentar significativamente os impostos, pois após os salvamentos dos bancos para que pagassem as bonificações aos seus diretores, não há mais espaço para isso. Além disso, os escravos dos impostos não conseguem dar mais nada. Quanto a economizar, os lobbys protestarão ao extremo. Também o truque com o imposto do clima (último Comentário do Mercado) não vai vingar após o fracasso da Conferência sobre o clima.

Por isso o caminho da hiperinflação está sinalizado, uma maciça fuga de todos os papéis para os valores reais. Principalmente o bote salva-vidas ouro será realmente necessário em 2010.


Walter Eichelburg, engenheiro.

O autor do artigo não é um consultor financeiro, mas sim um investidor em Viena - NR.

Este artigo apareceu na revista ef-online, de 27 de dezembro de 2009.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

As Metástases Econômicas

Créditos de: Inacreditável
Via: Fimdostempos.net

25/11/2009

O fenômeno do crescimento doentio

Existe na linguagem coloquial, o jargão: uma empresa tem que se tornar saudável encolhendo. Um procedimento deste tipo é necessário quando se viveu anos a fio acima das próprias condições e se formou uma montanha de dívidas, que agora devem ser liquidadas.

O que vale para empresas deveria valer também para a economia pública. Nos EUA e na Grã-Bretanha, ambas as economias que estão bastante endividadas, Heli-Bernanke inventou algo novo, uma medicação aparentemente revolucionária: aumento do montante da dívida ao custo dos cidadãos para sanear a dívida dos banqueiros. O lema desta ditadura capitalista de bonificação é crescimento a todo custo.


Sob o julgue de Banksters

Caso não soubéssemos que cada dólar de crescimento no produto interno bruto nos EUA cria 4 dólares em novas dívidas, nós deveríamos sucumbir intelectualmente a esta loucura de crescimento. Porém, o que acontece quando, contrariando todo bom senso, novas dívidas forem contraídas? Neste caso, nós podemos afirmar com toda segurança que isso representa o contrário de sarar encolhendo, ou seja, é um crescimento doentio.

Formação de metástase

O que cresce fortemente, em especial quando um sistema está acometido de câncer, são as metástases. Hoje em dia o câncer é representado pelo banco central norte-americano e as metástases são as diversas bolhas em todos os tipos de aplicação: derivativos, ações, imóveis e matéria-prima.

Ainda seis meses atrás, as bolsas norte-americanas estavam em coma, antes que fossem ressuscitadas através de imensos aportes de liquidez. Porém, esta liquidez não foi criada pela economia, ou seja, não se trata de uma liquidez saudável, mas sim de uma liquidez doentia, também conhecida por dívidas. Se a metástase sempre aumenta e vai invadir todo corpo econômico, como acontece hoje, então aparece uma hiper-bolha, cujo estouro não será evitado através de outras dívidas, e o resultado será a morte do paciente. Isso é denominado colapso do sistema.

O câncer do endividamento

As bolhas que aparecem repetidamente, combatidas sempre tardiamente pelo banco central, são metástases de nosso atual sistema de juros compostos. Um sistema que está sujeito ao crescimento forçado, forma continuamente pequenas úlceras.

Por isso é imperativo o Rompimento com a escravidão dos juros – NR.

Com isso tornam-se sempre pior as chances de cura da economia a cada nova bolha. Hoje parece não estar ninguém preparado a admitir que o foco do tumor está nos atuais bancos centrais e em nosso sistema monetário e que a terapia consiste em eliminá-los. O sistema de juros compostos forma a base para o crescimento invasivo do câncer do endividamento, ou seja, infecciona em curto prazo todos os setores do sistema financeiro.

Os bancos centrais mostram – seja onde for que apareçam – um comportamento invasivo. O próprio sistema imunológico da economia, do mercado, são colocados fora de ação através de Bailouts, manipulação das cotações e programas conjunturais. Ao invés de se lançar mão de terapia e combate às causas, somente os sintomas são tratados, todavia, isso não leva à cura, mas sim leva só ao adiamento do dia do acerto de contas. Crescimento doentio ao invés de encolhimento saudável leva sempre a mais metástase, que desacelera o surgimento de novas idéias e inovações, porém não as impede.

Falências a milissegundos

Quanto mais durar a manutenção artificial de um sistema terminal e enquanto ele for mantido drogado em um estado de transe através do dólar, mais brutal será a trilha da mudança. A partir de um certo ponto, o tumor e a metástase serão tão grande, que a economia entrará totalmente em colapso.

Este fenômeno – denominado crash – poderia a qualquer momento entrar em cena como no famoso crash de Wall Street em 1987. Uma queda brutal foi rotulado por mim como falências em milissegundos. Quanto mais o tumor cancerígeno se alastra no banco central, acumula-se ainda mais poder como aconteceu recentemente e aparecem mais metástases nos Assets, mais provável será o Realtime-Crash que pode se alastrar dentro de milissegundos por todo o globo.

O resultado é um pânico mundial de proporções aterrorizantes, que através de um desemprego em massa tem potencial para varrer de cena os diversos sistemas políticos nas próximas eleições, se é que elas ainda existirão. Nós vivemos numa fase de transição para um novo Ciclo de Kondratieff.

Como tais transições não são indolores e sempre são acompanhadas de fortes turbulências, devemos nos preparar par aos próximos meses e anos à forte volatilidade nos mercados financeiros. Bem vindos ao real-time World!

Artur P. Schmidt www.mmnews.de, 13/09/2009.

Nós ouvimos de quase todos os “especialistas” que aparecem nas telas do sião-eletrônico, as mensagens de otimismo diante da aparente melhora da economia brasileira. O que eles omitem é que esta aparente prosperidade está baseada em mais endividamento da população. Está sendo formada uma bolha imobiliária sem precedentes na economia brasileira. Com os aumentos das taxas públicas e do custo de vida impostos goela abaixo, a renda da família brasileira vem sendo arrochada ao longo dos anos e assistimos a concentração das riquezas nas mãos de uma minoria eleita. Através do sistema dos juros sobre juros, também chamado de juros compostos, o sistema financeiro ilude a população ao determinar prestações que “cabem no bolso do consumidor”. Este filme já foi reprisado várias vezes. Atualmente ele está em cartaz na Europa e nos EUA – NR.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O Cartel do FED

Créditos de: Inacreditável

FED é uma abreviação para “Federal Reserve Bank”. Ele também é conhecido como Banco Central dos EUA. Este termo engana, pois ele transmite a impressão que se trata aqui de uma instituição estatal. Nada mais equivocado.

http://silverbearcafe.com/private/images/evilroot.jpg

O FED foi fundado a 23 de dezembro de 1913 por dominantes famílias de banqueiros e está até hoje nas mãos de particulares. Ao todo, 12 bancos regionais formam o Federal Reserve System. São eles:

Federal Reserve of New York (Sede)
Federal Reserve of Atlanta
Federal Reserve of Boston
Federal Reserve of Chicago
Federal Reserve of Cleveland
Federal Reserve of Dallas
Federal Reserve of Kansas City
Federal Reserve of Minneapolis
Federal Reserve of Philadelphia
Federal Reserve of Richmond
Federal Reserve of San Francisco
Federal Reserve of St. Louis

O Federal Reserve of New York é o maior dos 12 bancos regionais e único autorizado a realizar negócios internacionais.

Como aconteceu a fundação do FED?

Para submeter sob seu controle a rica economia norte-americana um pouco antes do início do século XX, os banqueiros Rothschild fizeram de tudo para realizar este objetivo. Eles conseguiram-no com ajuda do governo dos EUA e alguns agentes próprios. Eles financiaram J.P. Morgan, o petróleo dos Rockefeller, a construção das ferrovias, assim como as necessárias siderúrgicas. Com isso foi assentada a pedra fundamental para que se estabelecessem na economia norte-americana.

Algum tempo depois, Jacob Schiff e Paul Warburg foram incumbidos pelo Clã Rothschild com a missão de fundar nos EUA um banco particular, o “Federal Reserve Bank”. Os arranjos foram perfeitamente conduzidos à medida que Jacob Schiff proferira as seguintes palavras em 1907, na câmara de comércio de Nova York:

“Se nós não tivermos um banco central com suficiente controle sobre a concessão de crédito, então este país vivenciará o mais agudo e grave pânico monetário de sua história”. [Des Griffin, Der Absteiger]

Não poderiam ter melhor encenado, pois imediatamente depois os EUA se encontravam numa crise monetária. A bolsa de Nova York caiu em pânico e arruinou milhares de pessoas, e esta ação não apenas presenteou os Rothschild com bilhões de dólares, como também com o efeito esperado de erigir um banco central para evitar futuramente tais situações semelhantes.

Sendo assim, Paul Warburg entra em cena e pronuncia diante do comitê bancário e monetário:

“A primeira coisa que me veio à cabeça diante do pânico, é que nós precisamos de um Clearing-Bank nacional (Banco Central)...” [Gary Allen, Die Insider]

Assim aconteceu a fundação do “Federal Reserve” e permitiu aos banqueiros internacionais afirmar sua supremacia financeira nos EUA. As pessoas, que firmaram esta ata, foram:

A. Piatt Andrew, senador Nelson Aldrich, Frank Vanderlip (presidente do Khun Loeb & Co), Henry Davidson (sócio Senior do banco J.P. Morgan), Charles Norton (presidente do Morgans First National Bank), Paul Warburg e Benjamin Strong (presidente do Morgans Bankers Trust Co).

O primeiro presidente do recém-criado “New York Federal Reserve Bank” foi ninguém mais que Paul Warburg.

A seguir resultou o 16º artigo adicional da Constituição norte-americana. Ele possibilitou ao Congresso lançar impostos sobre o rendimento pessoal dos cidadãos americanos. Um novum na história dos EUA. E decisivo foi o fato do governo dos EUA não poder mais imprimir dinheiro. Isso é ainda hoje competência do FED.

Primeiros donos do Federal Reserve

O FED é uma instituição econômica organizada puramente por particulares, onde os governo dos EUA possui somente o direito de opinar para escolha da diretoria. Os membros e seus proprietários, na ocasião da fundação:

1. Bancos Rothschild de Londres e Paris
2. Lazard Brothers Bank de Paris
3. Israel Moses Seif Bank da Itália
4. Warburg Bank de Amsterdam e Hamburgo
5. Lehman Brothers de Nova York
6. Khun Loeb Bank de Nova York
7. Rockfellers Chase Manhattan Bank de Nova York
8. Goldman Sachs Bank de Nova York

A lista mostra onde se esconde o capital, quais bancos se escondem atrás do Federal Reserve, e por assim dizer determinam e influenciam a política monetária dos EUA. Como disse uma vez Mayer Amschel Rothschild:

“Dê-me o controle do dinheiro de uma Nação e pouco me importa quem faça suas leis”.

É assim, e provavelmente permaneça doravante desta forma. A não ser que o governo dos EUA repense a questão e destitua o FED.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Cresce o perigo de um colapso do sistema

Via: Fimdostempos.net
Créditos de: Inacreditável

O pânico dos políticos e dos diretores dos bancos Centrais aumentou muito. Provavelmente seus consultores disseram que a hora está chegando – a fuga do sistema de papel-moeda. Alguns até relatam sobre isso publicamente. É preciso agora somente um pequeno empurrão e esta fuga transformar-se-á em pânico. Este artigo mostra o que vem pela frente e o que você já deveria ter feito.

Aviso com alta prioridade

Alguns artigos dos últimos dias:

O receio diante da próxima crise financeira; Diretor do FMI previne diante dos obscuros segredos dos bancos; Merkel preocupada sobre fragilidade dos bancos alemães; FMI atiça medo diante da grande depressão.

Ou o artigo: Bancos estaduais devem salvar o WestLB.

“Uma falência do terceiro banco estadual seria uma catástrofe para o sistema financeiro mundial. Observadores partem do pressuposto que as partes irão entrar em consenso nos últimos minutos.”

De fato, a salvação veio pelo consenso em injetar mais dinheiro dos contribuintes. Com isso a “catástrofe” foi evitada mais uma vez.

Os britânicos fazem segredo para não apavorar os “mercados”: Crédito secreto para os bancos.

Mais de 60 bilhões de libras foram enfiadas “em segredo” aos bancos, em 2008. Quanto foi em 2009, será provavelmente revelado em 2010.

A especulação contra os países e seus títulos se inicia

Não, não apenas contra algum “cachorro faminto” da periferia, mas sim contra o bastião ocidental dos países industrializados – G7.

Japão: Visão do dia: David Einhorn; Especulações em torno da bancarrota da Grécia; Investidores apostam na falência da Itália.

Uma falência da Grécia já é esperada, mas não é algo que preocupa tanto. Apena o euro iria sofrer um pouco. Mas a bancarrota da Itália iria provocar pânico e levar o euro a um perigo extremo. Com o Japão a coisa é bem diferente: este país tem a maior dívida interna de todos (220% do PIB) e sua moeda é uma espécie de moeda-reserva paralela. Sua eventual bancarrota tem o potencial de acabar de vez com o sistema financeiro mundial.

Contra os três “mais importantes”, EUA, GB e Alemanha, não se pode especular ou apenas reportar algo a respeito. É claro que se especula com CDS (Credit Default Swaps) em cima dos títulos públicos destes países. Os preços dos CDS aumentam também por aqui, mas não abruptamente. Logo virá o grande ataque – com a fuga de suas moedas.

Por que as elites estão tão apavoradas?

Este artigo mostra: O medo diante da próxima crise financeira.

“Nos círculos da liderança política da Alemanha cresce o receio diante de uma segunda crise financeira internacional, que ultrapassará aquela do outono de 2007 em intensidade e efeito.


Este é pano de fundo dos avisos de Merkel, Schäuble e Trichet. Eles temem que o enriquecimento desavergonhado da oligarquia financeira, em relação a uma nova crise nos mercados financeiros, provoque uma rebelião social incontrolável.


Muitos especialistas consideram inevitável a quebra financeira que se avizinha. Der Spiegel apareceu na segunda-feira com um título espetacular, ‘A bomba dos trilhões’. O respectivo artigo de doze páginas começa com a afirmação, a pergunta não é ‘se’, mas sim ‘quando’ a bolha especulativa irá estourar.”

Não apenas na Alemanha cresce o pânico entre a elite, mas também por toda parte. A diferença é apenas que os dirigentes alemães demonstram melhor.

Uma imensa Carry-Trade-Bubble como a atual, onde praticamente todo tipo de título a crédito é comprado com dinheiro dos bancos centrais sem qualquer custo, tem que estourar em algum momento. No mais tardar então quando os juros tiverem que subir. O crash será terrível, e tudo que até então vimos será colocado à sombra.

Sendo assim, os bancos deverão ser salvos mais uma vez, mas com uma soma muito maior que desde 2008. Isso aconteceria com maciço aumento tributário e limitação dos gastos do governo: pelos erros dos banqueiros que se enchem no momento com bonificações. Ou seja, o contribuinte deve se conter ao máximo – em prol dos privilegiados banqueiros. Esta situação não traz consenso e os políticos da Alemanha devem sentir isso. Pelo menos seus consultores os avisaram.

Quando chegar, então tudo vai para o brejo; e a grande depressão com falências dos bancos e bancarrota dos países entrarão em cena. Por isso todos os leitores devem se preparar, pois pode acontecer a qualquer momento.

O preço do ouro explode no momento

O gráfico abaixo mostra o preço do ouro ontem – em US dólar e euro:

Abaixo o preço do ouro em dólar, em 2009:

Como eu mostrei em setembro de 2009 no artigo Ouro a US$ 1.100 e continua a subir, desde o verão não se consegue mais qualquer significante contenção da cotação do ouro.

Eu descrevi a situação da seguinte forma:

“Trata-se agora em impedir um aumento extraordinário da cotação do ouro, que seria visível a todos. Não há mais condições para grandes contenções do preço do metal.”

Estas últimas tentativas em impedir o aumento da cotação do nobre metal falharam, elas provocaram ainda mais seu aumento.

Por quê? Nós vemos isso aqui: Hedge-Fonds acumulam ouro devido ao receio de inflação. Ou neste extrato do Midas de Bill Murphy:

Monster Money Pouring Into Physical Gold Market
For some time we have watched the gold price rise relative to dollar weakness. I received word today from a colleague that a trade in Europe is to sell the euro against the 1.50 intervention point (which is widely observed) and to buy gold. We are told buying of physical gold is relentless at UBS and other European banks. Two customers of a major European bank just bought $500 million worth of bullion. Now, that’s some serious buying and why The Gold Cartel’s selloffs have not been working. Just too many buyers competing for limited supply.

Ou seja, o Big Money vai com toda força para o ouro físico. Sejam os Hedge-Fonds ou pessoas físicas ricas. Dois investidores, ao mesmo tempo, compraram cerca 500 milhões de dólares em ouro, no mercado de Londres – em um único dia. Caso eles consigam tanto ouro assim, naturalmente.

Os (poucos) ricos cientes devem ver o que está se formando – hiperinflação – e tentam primeiramente fugir de seus dólares comprando ouro, mas também de seus euros.

Ainda não temos o pânico, mas ele pode eclodir a qualquer momento.

Então colocar-se-á a seguinte questão: Onde estão seus super-juros, Ben? Nestes dias apareceu em um artigo (não de minha autoria), que Ben “Helicóptero” Bernanke deveria oferecer de fato juros a 45% ao ano para os vencimentos diários e seu colega secretário do tesouro, Tim Geithner, 55% para os títulos do tesouro de 10 anos. Isso significa a imediata bancarrota. Mas isso ainda acontecerá, provavelmente ainda nos próximos dois meses. Então a coisa vai rápido, talvez em um dia como descrito neste cenário: The Day the Dollar Died.

Falta somente o pânico

Falta ainda em elemento para a fuga selvagem das moedas e primeiramente do dólar e libra, para o “seguro” ouro: pânico. Um acontecimento que poderia ser seu estopim:

- o desabamento do mercado do ouro no COMEX ou LBMA através de um fornecimento especialmente grande
- uma declaração espontânea de algum importante político norte-americano contra o principal credor, a China
- a bancarrota de um grande banco nos EUA ou na Europa
- uma grande (e verdadeiro) ataque terrorista nos EUA ou na Europa.

Necessita-se apenas que algum banco central médio ou grande, ou um realmente grande investidor ou Hedge-Fonds decidirem migrar do dólar para o ouro. Isso basta. Aquilo que aconteceu no outono de 2008, onde o mercado monetário dos EUA quase quebrou, pode acontecer a qualquer momento. Então o pânico está às portas, e todos que ainda esperaram, irão - custe o que custar - querer fugir do papel-moeda. O sistema está extremamente instável, ele não se agüenta mais.

Atentem aos seguintes indicadores:

- um grande banco nos EUA ou Europa fechará suas portas, pois está falido
- Os títulos públicos de um importante país industrializado serão, no pânico, despejados no mercado
- a libra britânica quebra (já deveria ter acontecido há muito tempo)
- o index do US-dólar quebra mais de três pontos em um único dia
- o preço da onça do ouro sobe cerca de 100 dólares em um único dia

Então o pânico deve se instaurar. A probabilidade é grande que um pouco antes (no fim de semana) todos os bancos sejam fechados (um “feriado bancário” será decretado, as pessoas já estão nos bancos, mas não festejam, ao contrário, estão aterrorizadas), as bolsas fecharão, será estabelecido o controle das divisas, etc.

Preparativos

É provável que as interferências estatais descritas acima aconteçam de repente, em um final de semana. Sendo assim, nada mais será possível fazer, senão observar.

Os bancos podem permanecer fechados por uma semana e permitir então um saque mínimo. As bolsas podem até permanecer fechadas por mais tempo. Ouro e prata não existirão mais, estes serão comprados na fonte pelo Big Money. Quem não estiver preparado, perdeu.

O que já deveria ter sido feito:

a. todos os créditos deveriam ser pagos
b. todos os papéis como ações (exceto as minas de ouro e prata), títulos, fundos, seguros de vida, previdência privada etc, já deveriam ter sido liquidados
c. todos os imóveis que não se queira preservar de qualquer forma ou que estejam financiados, deveriam ser liquidados e receber o dinheiro correspondente
d. deve-se sair completamente de bancos críticos (conhecidos da mídia)
e. as contas em outros bancos devem ser reduzidas ao mínimo necessário, uma redistribuição em vários bancos é recomendável – isso ajuda?
f. todo ouro e prata que se deseja ter, já deveriam ter sido comprados e guardados em lugar seguro
g. reservas em dinheiro vivo, disponíveis a qualquer momento (não depositados nos cofres do banco) para o período de três meses, em euro ou franco suíço, também pequenas notas : deixe pacotes prontos de 100 notas de 10 ou 20 euros
h. uma reserva em alimentos e outros artigos de consumo para alguns meses deveram estar preparados
i. os veículos devem estar com tanque cheio, galões de reserva é recomendável.

Conte com a possibilidade que não somente os bancos e as bolsas estarão fechados de repente, mas também que os supermercados serão saqueados e os postos esvaziados. Quem tiver dinheiro em espécie nas mãos, pode ainda fazer alguma coisa. Com papel de plástico não se receberá provavelmente nada mais.

Irá durar ainda um tempo até que os negócios aceitem ouro ou prata, por isso deve se manter uma boa quantia de notas na moeda do país.

Trabalho, salários

Seu empregador fechará as portas por um período, pois ele próprio não tem acesso às contas bancárias. Você será mandado para casa sem salário. Empresários entre os leitores farão exatamente isso. Por isso você não deve contar com os rendimentos normais. Você só terá o dinheiro que possuir e não estiver bloqueado nos bancos ou nas bolsas.

Botes salva-vidas

Quando a coisa pegar, as ovelhas que até então se recusam a ver a realidade da crise, irão notar imediatamente que elas já foram tosadas e estão prestes a ser abatidas. O apoio estatal do outono de 2008 carregou o sistema por ainda mais um ano, mas agora os países estão na linha de tiro.

Depois que o Big Money (o grande capital) for para o bote salva-vida, os estados industriais, incluindo os EUA, GB, Alemanha, França e Japão, irão par ao ralo - é o preço da impressão de dinheiro sem lastro. Quando este Big Money não receber mais ouro algum, então ele comprará e estocará matéria-prima de qualquer natureza até víveres de primeira necessidade, os depósitos estarão abarrotados até o teto, os preços irão explodir. Valores financeiros de toda espécie, como é típico em tais situações de crise monetária, irão despencar até o chão.

Esteja preparado. O tempo para os últimos preparativos é AGORA.


Walter Eichelburg, engenheiro.

O autor do artigo não é um consultor financeiro, mas sim um investidor em Viena - NR.

www.hartgeld.com

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Alerta Vermelho: A Segunda Onda do Tsunami Financeiro

A onda está ganhando força e pode atingir entre o primeiro e segundo trimestre de 2010

por Matthias Chang

Global Research, 22 de Novembro de 2009



Tradução: Revelatti

Muitos dos meus amigos que têm vindo recebendo meus e-mails de alerta ao longo dos últimos dois anos, lamentaram que nas últimas semanas, que eu ainda não tenha comentado sobre o estado da economia global. Eu aprecio a sua ansiedade, mas eles esquecem que eu não sou um analista de mercado que é pago para escrever artigos para atrair os investidores de volta ao mercado. Meu site é gratuito e não vende um boletim financeiro, não há nenhuma necessidade para mim para produzir previsões diárias ou análises.

No entanto, quando os dados são convincentes e suportam uma tendência inevitável, é hora para outra revisão. Este alerta vermelho permite que os visitantes do meu site para tomarem as medidas apropriadas para proteger a sua riqueza e bem-estar de suas famílias nos próximos meses.

Desde o último trimestre de 2008, a implacável guerra de moeda tem sido travada pelos principais economias mundiais e ao mesmo tempo nesta competição, até agora, tem sido não-antagônicas, que em breve será antagônico porque as diferenças inerentes são inconciliáveis. As consequências para a economia global serão devastadoras para as pessoas comuns, o desemprego em massa e instabilidade social estão asseguradas.

Os responsáveis políticos desses países confrontados com o colapso total da arquitetura financeira internacional terem concluído que a solução, a única solução é flexibilização quantitativa (isto é, a injeção maciça de liquidez) para salvar os bancos "gigantes falidos", que reaquecem suas deprimidas mães econômicas. Esta é melhor refletida em observação do desinteressado Bernanke de que "o governo dos EUA tem uma tecnologia, chamada de imprensa (ou hoje, o seu equivalente eletrônica), que lhe permite produzir tantos dólares EUA o quanto quiser ou pretenderem essencialmente a qualquer custo".

Este é o ponto crucial do problema!

De diferenças irreconciliáveis

Cerca de duas décadas atrás, foi decidido pelas elite financeira global que o quadro para a economia global é composto por:

1) Um derivado global baseada no sistema financeiro, controlado pelo Federal Reserve Bank EUA e seu adjunto bancos globais nos países desenvolvidos.

2) A re-localização do Ocidente para o Oriente na produção de mercadorias, principalmente para a China e a Índia, para "alimentar" as economias desenvolvidas.

Todo o sistema foi construído sobre um princípio simples, que de um FED-controlador da moeda de reserva mundial, que será o motor de crescimento para a economia global. É essencialmente um princípio imperialismo econômico.

Uma vez que compreender essa verdade fundamental, ostenta Bernanke de que "Os EUA podem produzir tantos dólares da forma que desejar, sem nenhum custo" assume uma dimensão diferente.

Eu tenho conversado com muitos economistas e quando perguntado qual é o centro do problema financeiro atual, todos respondem em uníssono: "São os desequilíbrios a níveis mundiais ... o Ocidente consome muito tempo e no Oriente poupa demais e não consome o suficiente ". Isto é exemplificado pelo enorme déficit comercial americano (o maior do planeta), por um lado e os excedentes maciços da China, do outro.

Incrível sabedoria e ecos quase todos nesse mantra. A recente reunião da APEC (Cooperação Economica da Asia e do Pacifico) concluiram não muito diferente. Esse mantra foi repetido, assim como o apelo a um comércio mais livre comércio entre as nações.

Esta é uma grande farsa. Todos os líderes atuais no palco do mundo estão corrompidos ao núcleo podre e, como tal, não têm interesse de chamar os bois pelos nomes e expor as contradições dentro do sistema financeiro existente.

O convite para um mundo multi-polar é sentido quando o sistema financeiro mundial baseia-se na reserva unipolar da moeda dólar americano. Esta contradição inerente ao sistema atual e os problemas a ela associados não podem ser resolvidos por uma outra moeda de reserva mundial baseada no especial do FMI de Direitos de Saque tal como defendido por alguns países. Ele foi morto, no momento em que foi concebido!

Os líderes da China, do Japão e os países produtores de petróleo do Oriente Médio são todos xingando e mijando sobre a situação atual, mas eles não têm a coragem de suas convicções para soletrar a seus compatriotas que foram enganados pelo mestres de giro financeiro do Fed sob as instruções do Goldman Sachs.

Diga-me que o líder ousaria admitir que eles tenham trocado a riqueza da nação para os documentos de banheiro?

A mímica do papel-moeda de banheiro continua

Chegamos agora a um impasse na guerra de moeda corrente, não muito diferente da situação da Guerra Fria entre os países do Pacto da OTAN e os países do Pacto de Varsóvia. Ambos os lados foram intimidados pelo MAD (Destruição Mútua Assegurada) e doutrinas de guerras nucleares. Os custos para ambos os lados eram horrendos e foi só quando a União Soviética não poderia continuar com o ritmo e o custo de manter uma dissuasão nuclear, e foi forçada a declarar falência, o saldo preterida em favor da aliança da OTAN.

Mas foi uma vitória de Pirro para os EUA e aliados. O que manteve a capacidade dos EUA para manter seu poderio militar e gastar mais do que a União Soviética era o direito de imprimir moeda papel higiênico e de aceitação do dólar EUA por seus aliados como moeda de reserva do mundo.

Mas por que os países aliados dos EUA durante a Guerra Fria aceitaram o status quo?

Simples! Eles estavam todos enganados em acreditar que sem a proteção do Big Brother e seu alcance militar, seriam engolidos pela ameaça comunista. Eles concordaram em marcha ao som do flautista EUA-Hamelin.

A próxima grande questão - Por que os chamados "liberados" ex-aliados comunistas do bloco soviético saltaram sobre o carro de propaganda?

Simples! Todos acreditavam na ilusão de que foi fomentada pelos bancos globais, liderado pelo Goldman Sachs de que o comércio e venda de seus produtos e serviços para a moeda de reserva de papel higiênico americana garantiria incalculáveis riquezas e prosperidade.

Mas o jogo mais importante da cidade foi a jogada da Ásia. Japão, após uma década de recessão após o estouro da sua bolha imobiliária, não têm os meios e a capacidade para levar O Jogo para o próximo nível, tal como previsto pelos arquitetos financeiros da Goldman Sachs.

E a China foi o maior beneficiário. A gerência sênior da Goldman Sachs negociaram um pacto secreto com líderes da China, que em troca de orquestrar a injeção maciça de mais capital de dólar americano e re-localização grossista de capacidade de produção na história da economia mundial, a China vai reciclar sua suada riqueza moeda de reserva em tesourarias americanas de papel higienico e outros instrumentos de dívida americanos.

Esta foi a condição prévia necessária para o cassino financeiro global subir para o próximo nível de jogo.

Por quê?

O Jogo Novo

Os arquitetos financeiros da Goldman Sachs tinha um plano diretor - dominar o sistema financeiro global. Os meios para alcançar esse poder financeiro era a sombra do sistema bancário, o eixo central que é o mercado de derivativos e securitização de ativos, reais e sintéticos. Trilhões nas apostas seriam enormes, em centenas de US$ e a maneira de transformar o mercado era através de alavanca enorme em todos os níveis do "Jogo" financeiro.

Mas havia uma fraqueza inerente ao regime geral - a ameaça da inflação, mais precisamente hiperinflação. Essas quantidades enormes de liquidez no sistema invariavelmente provocariam a desvalorização da moeda de reserva e da confiança no sistema.

Daí a necessidade de um sistema para manter a inflação dos preços e verificar a ilusão de que o poder de compra da moeda de reserva papel higiênico pode ser mantida.

Isto é onde a China entrou. Quando a China se tornou a fábrica do mundo, o problema seria resolvido. Quando um fato que, anteriormente, o custo US$ 600 pode ser tido por menos de US$ 100, e um par de sapatos por menos de US$ 5, o golpe cérebral concluiu que não haveria ameaça previsível para a maior operação de casino na história.

China concordou com a troca, uma vez que tem mais de um bilhão de bocas para alimentar e emprego para centenas de milhões precisava ser protegido, sem a qual o sistema não poderia ser mantido. Mas a China foi pragmática o suficiente para ter "dois sistemas econômicos" - uma Yuan de economia doméstica e uma economia de exportação à base de US$, na esperança de que os lucros e benefícios da economia de exportação permitira a China transformar e criar uma dinâmica interna viável e que o mercado, em tempo para substituir a economia de exportação dependente. Foi um acordo feito com o diabo, mas não há alternativas viáveis à data dos fatos, tanto mais que, após o colapso da União Soviética.

O nível seguinte do jogo

O próximo nível do Jogo foi atingido quando a moeda de reserva de papel higiênico virou literalmente virtual - através da operação de um simples clique do mouse nos computadores dos bancos globais.

Os meninos grandes do Goldman Sachs e outros bancos globais eram mais do que o conteúdo de sair de Las Vegas para a Máfia e seus milhões miseráveis em volume de negócios. Os lucros foram considerados pequenos quando comparado com as centenas de trilhões gerados pelo casino virtual. Foi uma conquista financeira além dos seus sonhos. Eles ainda se chamavam "Mestres do Universo". Criando uma enorme dívida foi O Jogo novo, e os meninos grandes que poderiam alavancar ainda mais de 40 vezes o capital! Os valores dos ativos subiu de liquidez que tanto perseguia tão poucos bons ativos.

No entanto, os magos financeiros não apreciaram e nem subestimaram a quantidade de produtos financeiros que foram necessários para mantêr O Jogo no jogo. Eles recorreram a engenharia financeira - a securitização de ativos. E quando ativos reais eram insuficientes para a securitização, os ativos sintéticos foram criados. Pouco tempo os suficientes resíduos tóxicos foram mesmo consideradas como instrumentos legítimos do Jogo, enquanto ela podia ser descarregada para otários gananciosos, sem recorrer aos autores destes chamados investimentos.

Por um momento, parecia que os magos financeiros tinham resolvido o problema de como alimentar o monstro do cassino global.

Infelizmente, a música parou e estourou a bolha! E como dizem o resto é história.

O Remédio Goldman Sachs

Quando as perdas são os trilhões de US$ e qualquer ativo/capital restante são os US$ bilhões, nós temos um grande problema - um buraco negro financeiro.

O remédio preferido pelos mentores financeiros da Goldman Sachs foi o de criar um outro embuste - que, se os grandes bancos mundiais estavam falhando provocando um colapso sistêmico, haveria o Armageddon. Estes "gigantes falidos" deveriam ser injetados nos bancos com uma imensa quantidade de dinheiro virtual para recapitalizar e livrar-se dos ativos tóxicos em seus balanços. Os principais bancos centrais dos países desenvolvidos em conjunto com a Goldman Sachs cantavam a mesma melodia. Todos os tipos de regimes foram invocados para legitimar essa ajuda.

Em essência, o que aconteceu foi a mera transferência de dinheiros do bolso esquerdo para o bolso direito, com a reviravolta que os bancos eram de fato ajudantes do governo para superar a crise financeira.

O Fed e os principais bancos centrais do mundo concordaram em emprestar "dinheiro virtual" para os "gigantes falidos" bancos globais em zero ou próximo de zero a taxa de juros desses bancos, por sua vez seria "depósitado" estas verbas com o Fed e outros bancos centrais de acordo com as taxas de juros. Estas operações são todas as entradas do livro simples. Outros "empréstimos" do Fed e os bancos centrais (mais uma vez no zero ou próximo de zero as taxas de juros) são usados para comprar as dívidas do governo, essas dívidas sendo o estímulo de verbas necessárias para relançar a economia real e criar empregos para os desempregados e voltar a crescer. Assim, em essência, esses bancos dão "dinheiro grátis" para emprestar ao governo a taxas de juros previamente acordadas com nenhum risco em tudo. É uma farsa!

Estas verbas não são ainda as contas de dólar, mas as entradas mero livro criado a partir de ar.

Assim, quando o Fed injeta US$ trilhões no sistema bancário, que se limita a quantidade de créditos nas contas dos "gigantes falidos" e os bancos no Fed.

Quando o sistema é aplicado ao comércio internacional, o mesmo modus operandi é usado para pagar pelas mercadorias importadas da China, Japão etc

Para o resto do mundo, quando compra bens denominados em US$, estes países devem produzir bens e serviços, vendê-los por dólares para adquirir mercadorias necessárias no seu país. Simplificando, eles têm de ganhar uma renda para comprar o que quer de bens e serviços necessários. Em contraste, tudo o que os EUA precisam fazer é criar fundos fora do ar e usá-los para pagar suas importações!

Os EUA pode ir longe com este esquema, porque tem a força militar para impor e fazer cumprir este embuste. Como afirmado anteriormente, este "status quo" foi aceito especialmente durante a Guerra Fria e com alguma relutância pelo colapso da União Soviética, mas com uma ressalva - que os EUA concordam em ser o consumidor de última instância. Este regime previsto de algum conforto, porque os países que venderam seus produtos para os EUA, agora podem usar os dólares para comprar mercadorias de outros países, mais de 80 por cento do comércio mundial é denominado em dólares, especialmente de petróleo, a salvação da economia global .

Mas com os EUA em falência total e dos seus cidadãos (os maiores consumidores do mundo), sendo incapaz de pedir mais fundos para comprar bens de fantasia da China, Japão e no resto do mundo, a demanda por dólar tenha evaporado. O status do dólar como moeda de reserva e sua utilidade está sendo questionada mais vocalmente.

O Fim do Jogo

A precipitação atual pode ser resumida em termos simples:

Se um país falido (os EUA) poderão usar o dinheiro criado a partir do ar para pagamento de bens produzidos com o suor e lágrimas dos cidadãos dos países exportadores de trabalhadores? Adicionando insulto à injúria, os mesmos dólares estão comprando agora muito menos do que antes. Então, qual é o uso de ser paga em uma moeda que está perdendo rapidamente o seu valor?

Por outro lado, os EU. está dizendo ao mundo todo, especialmente aos chineses que se eles não estão felizes com o status quo, não há nada para impedi-los de vender a outros países e aceitarem suas moedas. Mas se eles querem vender para o poderoso EUA, eles devem aceitar o papel moeda de reserva WC e seu direito de criar fundos fora do ar!

Trata-se do Jogo de poker e quem piscar primeiro perde e vai sofrer irreparáveis consequências financeiras. Mas quem tem a mão vencedora?

Os EUA não tem a mão vencedora. Nem a China, a mão vencedora.

Este estado de coisas não podem continuar por muito tempo, para o que os cartões americanos ou a China pode estar contemplando jogar na mesa para obter vantagens estratégicas, os ganhos de curto prazo seram pifios, pois ela não será capaz de resolver as contradições subjacentes antagônicas.

Quando a sobrevivência do sistema é dependente da disponibilidade de crédito (isto é, acumulando mais dívidas) é apenas uma questão de tempo antes que tanto o devedor e o credor chegar à conclusão inevitável de que a dívida nunca será paga. E a menos que o credor esteja disposto a amortizar a dívida, recorrendo a meios drásticos para cobrar a dívida inevitável.

Seria ingênuo pensar que os EUA seriam tranquilos em permitirem serem vedados! Quando chegarmos a esse estágio, a guerra será inevitável. Será o Eixo EUA-Reino Unido-Israel contra o resto do mundo.

O Preludio do Fim do Jogo

A economia americana caira em uma espiral fora de controle nos próximos meses, e atingirá o ponto crítico, até ao final do 1 º trimestre de 2010 e implodir pelo 2 º trimestre.

Os maciços US$ trilhões de dólares de estímulo não conseguiram recuperar a economia. A transfusão de sangue maciça pode ter mantido vivo o paciente, mas há muitos sinais de falência de múltiplos órgãos.

Haverá uma outra onda de execuções de obras residenciais e mais importante de imóveis comerciais até ao final de dezembro e início de 2010. E as propriedades impedidas em 2009, levaram à diminuição dos preços, uma vez que vêm através do gasoduto. Casas e valores de propriedade comercial vao despencar. Balanços dos bancos ficaram feio e os lucros "recorde" nos últimos dois trimestres de 2009 não vai cobrir o adicional de tinta vermelha dos próximos.

Dada a situação acima, o Fed vai continuar a comprar títulos lastreados em hipotecas para sustentar os mercados? O Fed já gastou trilhões de compra de hipotecas Fannie Mae e Freddie Mac com nenhum comprador potencial substituto à vista. Portanto, o balanço do Fed de equilíbrio é tão tóxico como os bancos "gigantes falidos" que se salvaram.

Nestas circunstâncias, não faz sentido para alguém afirmar que o pior já passou e que a economia global está a caminho da recuperação.

E o mais certo sinal de que nem tudo está bem com os grandes bancos é o recente discurso do presidente do Federal Reserve Bank de Nova York, William Dudley em Princeton, Nova Jersey, quando disse que o Fed poderia reduzir o risco de crise de liquidez futuras fornecendo um recuo para as empresas de solvente com garantias suficientes.

Este aviso e garantia que merece maior atenção. Em primeiro lugar, é uma contradição afirmar que uma empresa de solvente com garantias suficientes, de fato encontra uma crise de liquidez para justificar a necessidade de recorrer ao Fed. É de fato uma admissão de que os bancos não estão suficientemente capitalizados e quando a segunda onda do tsunami atingi-los novamente, a confiança vai ser muito deficiente.

Dudley realmente disse que "o banco central poderia comprometer-se a ser o emprestador de última instância ... [e isso iria reduzir] o risco de pânico provocado pela incerteza entre os credores sobre o que pensam os outros credores ".

Para ser franco que ele está dizendo é que o Fed vai envidar esforços para evitar a repetição do colapso do Bear Stearns, do banco Lehman Brothers e do AIG. É também uma indicação de que os restantes grandes bancos estão em apuros.

É interessante notar que um relatório de Bloomberg no início de novembro, revelou que o Citigroup e o JP Morgan Chase foram acumulando dinheiro. O primeiro quase duplicou a sua participação em dinheiro para US$ 244,2 bilhões de dólares. No caso deste último, o tesouro de caixa ascenderam a US$ 453,6 bilhões. No entanto, dada a acumulação de os principais bancos, o New York Federal Reserve Bank teve de tranqüilizar a comunidade financeira que está pronto para injetar liquidez maciça para sustentar o sistema.

Deve vir como nenhuma surpresa que o valor do dólar está se dirigindo para o sul.

Quando a volatilidade das moedas estão sendo degradadas, há aumentos no mercado de ações. Mas os ganhos não compensam os riscos e se alguém ainda está no mercado, eles serão eliminados no 1 º trimestre de 2010. O S&P pode ter disparado no início do ano, mais de 25 por cento, mas foi fora realizada por ouro. Os ganhos também têm ficado aquém da taxa oficial de inflação americana. Tem, de fato, entregue um retorno total após a inflação de cerca de menos 25 por cento. Quando Meredith Whitney observou que, "Eu não sei o que está acontecendo no mercado agora, pois não faz sentido para mim", é hora de sair do mercado rapidamente.

Em um relatório para seus clientes, a Société Générale advertiu que a dívida pública seria maciça nos próximos dois anos - 105 por cento do PIB no Reino Unido, 125 por cento, nos EUA e na Europa e 270 por cento no Japão. Dívida global atingiria US$ 45 trilhões de dólares.

Em algum momento, todas essas dívidas devem ser restituídos. Como é que essas dívidas serão restituídas?

Se formos pelo que Bernanke está pregando e praticando, isso significa mais de moeda de papel higiênico será criada para liquidar as dívidas.

Como resultado, a degradação das moedas vai continuar e isso vai agravar ainda mais as tensões existentes entre as economias concorrentes. E quando os credores têm bastante desse golpe de papel higiênico, é de se esperar reações violentas!

Fonte: Global Research - Red Alert: The Second Wave of The Financial Tsunami

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A política do FED de quase zero taxa de juros

Por Bob Chapman

Global Research, 16 de Novembro de 2009
Interntional Forecaster - 14/11/2009

http://static.howstuffworks.com/gif/fed-change-interest-rate-1.jpg

Tradução: Revelatti

Um dos resultados da política do Fed de quase zero as taxas de juros é a de que idosos não podem viver com um rendimento de 1-1 /% e que os fundos de pensão, companhias de seguros e as doações não podem cumprir seus compromissos. Como os rendimentos eventualmente aumentar, embora o Fed sinalizou que é pelo menos um ano de distância, e se o Japão é uma diretriz, que poderia ser 19 anos longe de resolver o problema dos fiduciários. Isto é parte de uma estratégia de saída chamada, que pode ser muito, muito distante. Como já citado, no passado, o Fed está em uma caixa e não pode sair. Se aumentar as taxas e reduzir dinheiro e do crédito, a deflação assumirá e depressão deflacionária começará. A Europa não elevou as taxas, exceto para grande produtor de petróleo da Noruega, mas reduziram a emissão de moeda e de crédito durante o ano passado de 12,8% para 5,7%. Neste ambiente, a Europa é o destino tentador.

Se as taxas de juros aumentarem, os ativos mais arriscados estarão sob grande pressão como mutuários e serão como os fundos hedge e empresas de corretagem e bancos, que ainda empréstimos média de 40 vezes os ativos e cujos balanços iram atingir como tornados.

Ao invés de perturbar a economia o que tem sido sugerido é que as reservas em excesso serão drenadas a forma do sistema bancário para que as empresas e os investidores não entendam o que está acontecendo. Um pouco mãos ligeiras. Então, talvez o programa das CDOs do Fed monetizar, agências e Tesouraria seria terminada. Tal medida iria enviar a economia a queda no esquecimento. Contração de empréstimos por parte do governo seria guincho a uma parada e outra deflação reinaria.

Estes programas supoem-se serem até mais, ou no caso de CDOs e MBS, que vai até final de Março próximo. É por isso que o Fed não pode enfrentar uma auditoria. Eles têm por algum tempo tido secretamente comprado ou arranjado comprar todas estas obrigações de dívida de forma ilegal. O CDO e MBS são programa que não podem serem interrompidos. Caso contrário, os grandes bancos nunca poderia limpar seus balanços e, o resultado seria a falência. Assim, até os bancos, corretoras e companhias de seguros se livrariam de seus ativos de problema o programa não pode acabar. Se o programa termina, todos vão abaixo. Os ativos tóxicos sendo comprado pelo contribuinte através do Fed terá de ser trabalhados fora durante os próximos 30 anos, com prejuízos graves. O altissonante Programa de Financiamento Suplementar é uma transferência de dívida de bancos, Wall Street e seguro para o contribuinte. Pior ainda é a capacidade do Fed de pagar juros sobre os bancos que têm dinheiro emprestado deles em uma taxa mais elevada de curso, permitindo que o contribuinte de dar dinheiro livre para os bancos, o que, evidentemente, é uma loucura.

Mesmo que as reservas foram drenados teria que incluir pelo menos um período de dois anos. Eles se propõem a retirar milhares de milhões de dólares da economia e até ficarem com trilhões na economia após a retirada geral dos fundos. Infelizmente, quando isso ocorrer mais de 2.000 bancos terão ido para fora do negócio. Estes são os pequenos e médios bancos que não são grandes demais para falir. Isto, naturalmente, é parte de um processo de nacionalização para a consolidação bancária, a fim de trazer o sistema bancário mundial no FMI. O Fed pode ter tido uma enorme quantidade de dívida de abastecimento do mercado, mas que ocorreu um novo montante maciço de dívida que atingiu o mercado. Estas exigências de capital está indo para colocar grande pressão ascendente sobre as taxas de juros reais ao longo dos próximos dois anos. Como você pode ver o Fed, os elitistas não têm saída.

Em meio a tudo isso os profissionais em todo o mundo estão perdendo a confiança sobre a força da nossa recuperação silenciosa. Isso porque esses profissionais acreditam que uma reforma de estímulo, menos dinheiro e de crédito e monetização levará a uma menor atividade econômica, que levaria à depressão. Eles estão corretos. Fazendo o desemprego piorar a situação continua a deteriorar-se. É nossa opinião flexibilização quantitativa estará conosco por pelo menos mais dois anos.

A crise das hipotecas comerciais vai demolir qualquer ilusão de recuperação. Os figurantes pagos e os mentirosos serão novamente expostos para o que são.

O embaixador americano em Cabul enviou dois cabos de classificados para Washington na semana passada, manifestando profunda preocupação sobre o envio de mais tropas estadunidenses ao Afeganistão até que o governo do presidente Hamid Karzai, demonstra que está disposto a combater a corrupção e má gestão, que tem alimentado ascensão do Taleban, disseram as autoridades senior americanas.

Os memorandos de Karl W. Eikenberry, enviados ao presidente Obama entram na fase final de suas deliberações sobre uma estratégia de novo Afeganistão, ilustrando tanto a dificuldade da decisão e aprofundar as divisões dentro da equipe da administração da segurança nacional. Depois de uma reunião de alto nível sobre o assunto ontem à tarde - com Obama desde início do mês passado - a Casa Branca emitiu uma declaração que parece refletir as preocupações de Eikenberry.

Aluguel de apartamento em Manhattan caiu tanto quanto 9 por cento em outubro do ano anterior como a procura reduzir o desemprego e baixou as taxas de senhorios, de acordo com o Citi-Habitats Inc.

Rendas média baixaram para todos os tamanhos de apartamentos e a taxa de desocupação subiu 0,15 ponto percentual, para 1,86 por cento, o mais elevado desde Novembro de 2008, em Nova York, disse hoje baseado em um relatório de um corretor de imóvel.

"Assim como a economia mudou e as pessoas se demitiram e não tiveram bônus, os senhorios não tiveram escolha senão pedir para reduzir os preços", Gary Malin, presidente da Citi-Habitats ", disse em uma entrevista. "Esperamos que as rendas diminuam nos próximos meses e as vagas vão para cima".

A taxa de desemprego de Nova Iorque chegou a 10,3 por cento em setembro e o número de empregos no setor privado perdido no ano anterior foi de 111.700, segundo dados sobre o New York State Department of Labor's Web site. Empresas de Wall Street perdeu US $ 42,6 bilhões ano passado e as receitas do imposto de renda caíram 24 por cento, até agosto, de acordo com o escritório da Controladoria do Estado.

Concessões, tais como o aluguel gratuito de um mês ou os donos que pagam os corretores de imóveis para encontrar os inquilinos têm ajudado a atrair locatários, disse Malin. Citi-Habitats no ritmo para quebrar o recorde do ano passado de intermediação de mais de 10.500 contratos de arrendamento do apartamento, disse ele.

Aluguel de estúdio de Manhattan caiu 9 por cento em Outubro de 2008 a uma taxa média mensal de US$ 1.901, disse o Citi-Habitats. Apartamentos de um quarto caiu 7 por cento, para US$ 2.563 dólares. O custo do aluguel de um dois-quartos diminuiu 8 por cento, para US$ 3.605 dólares e os aluguéis caíram 6 por cento, para US$ 4.774 dólares por três-quartos.

No Upper West Side, a renda média dos estúdios caiu para 13 por cento, para US$ 1.786 - os de um dormitório cairam 10 por cento, para US$ 2.398 dólares. O custo de um dois quartos caíram 4 por cento, para 3.485 dólares, de acordo com o Citi-habitats.

Rendas Downtown no SoHo and TriBeCa diminuiram 14 por cento, para US$ 2.067 dólares para os estúdios, 13 por cento, para US$ 3.187 dólares para um quarto e 4,5 por cento, para US$ 4.998 dólares por dois quartos.

SoHo/Tribeca tiveram a menor vaga entre os bairros de Manhattan, em 0,95 por cento, enquanto o Upper East Side foi maior com 2,41 por cento, disse o Citi-Habitats. A taxa foi de 2,06 por cento no Battery Park City/Financial District, 1,93 por cento no Upper West Side e 1,3 por cento no Chelsea.

Lou Dobbs, ancora da CNN de longa data, cuja visões anti-imigração fizeram dele um pára-raios da TV, disse ontem que está deixando o canal de notícias a cabo em vigor imediatamente.

"Alguns líderes na mídia, política e empresarial foram me pedindo para ir além do meu papel aqui na CNN e se engajar na solução de problemas construtivos", disse Dobbs que apenas depois de 7 horas, sugerindo que ele "continuaria a ser envolvido no discurso cívico , mas talvez não na televisão".

No programa de ontem à noite foi seu último na CNN, um dos seus empregados, disse no início da noite. O contrato de Dobbs não foi definido para expirar até o 2011. Ele disse aos telespectadores a CNN e concordaram em liberá-lo de seu contrato inicial.

Bem conhecido por suas posições políticas, Dobbs é um anexo na CNN, que tem procurado posicionar-se com uma posição intermediária no cenário turbulento das noticias à cabo. Os empregados da CNN disse que não sabiam se ele estava se mudando para outra rede.

Dobbs vista sobre a imigração provocou um protesto de grupos hispânicos. Membros dos grupos se queixaram de que a CNN estava permitindo-lhe "para espalhar mentiras e desinformação sobre nós".

No mês passado, o Estado de Nova Jersey a policia foi chamada à casa de Dobbs para investigar um relatório de tiros. Ele sugeriu que sua família tinha sido escolhida por causa de seus pontos de vista sobre a imigração ilegal e a segurança nas fronteiras.

O balanço do Fed contraiu US$ 30.037 bilhões para a semana que terminou naquarta-feira, em US$ 29.789 bilhões, um declínio da TAF ... Não é estranho a forma como o mercado de ações e commodities têm pronunciado movimento em uma quinta-feira que é normalmente em conjunto com H.4.1 do Fed que é liberado trinta minutos após o encerramento da NYSE?

Sete grupos de pressão de Wall Street marcharam ao Capitólio em 9 de novembro, na esperança de convencer o pessoal Representante Paul Kanjorski de que seu plano para desmantelar grandes empresas financeiras foi uma má idéia.

Eles saíram com uma celebração solene, de acordo com as contas de duas pessoas que pediram anonimato porque a reunião era confidencial. Não só foi Kanjorski foi sério, planejado para oferecer a legislação, já na próxima semana - e que só poderia passar. [Não é de admirar JPM, C e os bancos têm sido abaixo do desempenho do S&P desde 14 de outubro.]

O Federal Reserve vai proibir os bancos de cobrar taxas de cheque especial em caixas automáticos ou cartões de débito, a menos que um cliente se comprometa a pagar taxas extras por exceder os saldos das contas. [Não admira os bancos estão agora sob esse desempenho.]

O Senador Líder Majoritário, Harry Reid pode procurar aplicar os impostos do Medicare para os ganhos de capital auferidos por americanos ricos como parte da revisão da legislação de saúde, a fim de escalar para trás uma proposta sobre a imposição de altos planos de seguro de final, disseram dois assessores do Congresso.

Proposta de Reid, que vai ser avançada pelo senador John Kerry de Massachusetts, aonde se aplicam os impostos Medicare para os rendimentos de não-salário direcionados à ganhos de capital, dividendos, juros, royalties e parcerias para casais americanos que ganham mais de US$ 250.000 dólares, o segundo assessores. Ele está também estudando uma alternativa que simplesmente aumentaria 1,45 por cento de imposto de Medicare sobre os vencimentos dos casais que ganham mais de US$ 250.000 dólares, disse um dos assessores.

Pelosi diz que ouve sobretaxa de 5,4% das receitas que atingiram ganhos de capital e dividendos. Sobretaxa que produz efeitos em 1 de Janeiro de 2011, ou no dia em que as taxas de impostos de Bush de 2001 e 2003 expirarem. Hoje o capital da taxa de imposto sobre ganhos aumentou de 15% de rejeição para 20% devido à revogação de Bush e, em seguida, para 25,4%, com a sobretaxa. É um aumento de 69%, durante a noite.

O BIS: Regular Estatísticas do Mercado de Derivativos OTC

12 de novembro de 2009

Principais desenvolvimentos:

Valores nominais de todos os tipos de contratos OTC recuperaram um pouco ficando em US$ 605 milhões no final de Junho de 2009, 10% acima do nível de seis meses antes,

Valores de mercado »bruto diminuiu em 21% a US$ 25 trilhões,

Riscos de crédito »bruto caiu de 18% a partir do final de 2008, um pico de US$ 4,5 trilhões para US$ 3,7 trilhões,

»Valores nominais dos contratos de CDS continuaram a diminuir, embora em um ritmo mais lento do que no segundo semestre de 2008 e

»Valores de mercado bruto CDS diminuiram 42%, após um aumento de 60% durante os seis meses anteriores.

O volume de dívida de contratos de taxa derivados - o maior segmento do mercado de derivativos ... subiu 13 por cento a US$ 437.198 milhões concentrados em prazos superiores a cinco anos ...

Está claro para ver o gatilho para a próxima crise financeira. Se o CDS tomou o sistema financeiro ao abismo e seu valor acionário, em seu pico foi estimado em US$ 38 trilhões; o que vai ocorrer se as taxas de juros de forma inesperada ascenderem em 437 trilhões dólares de derivativos?

"Dezenas de bilhões de dólares são susceptíveis de serem perdidos no socorro automotivo", disse Barofsky. Além disso, alguns bancos que receberam dinheiro TARP estão falhando, por isso a ajuda que recebeu será exterminada.

Pedidos de hipoteca para comprar casas, os EUA mergulhou na semana passada para o menor nível em quase nove anos no qual os americanos aguardavam o resultado com esperança para as deliberações de estender um crédito fiscal do governo.

Seguro de hipoteca confidencial é necessário para qualquer empréstimo para casa com menos de 20% no pagamento, e as políticas geralmente cobrem 12% a 35% das perdas em caso de inadimplência, de acordo com associados de HSH, uma editora financeira. Seguradoras como a Mortgage foram obrigadas a pagar com os defeitos do empréstimo escalar.

As seguradoras de hipotecas de volta a escala de cobertura, a Fannie e a Freddie tiveram de reduzir a quantidade de empréstimos que a compra ou a garantia de empréstimo com o coeficiente de valor que exceder à 80%. Na Fannie, esses empréstimos representavam 10% do volume de empréstimos para a compra dos primeiros nove meses do ano, ante 22% no ano passado. Fannie anunciou no mês passado um plano de auto-segurar-se parcialmente de empréstimo de alto valor para os empréstimos.

A redução na cobertura de seguro privado contribuiu para o aumento do volume de empréstimos apoiados pelo Federal Housing Administration, uma seguradora de hipotecas governamental que apóia os empréstimos com o mínimo de 3,5% para baixo pagamento. Poderia ser obrigado a pedir um subsídio federal para a primeira vez na sua história de 75 anos, se o mercado imobiliário se deteriorar ainda mais.

O Tesouro Americano relata um déficit de US$ 176.364 Bilhões para o ano fiscal de outubro de 2010. As receitas fiscais são de US$ 135.328 bilhões vs/de US$ 164.847 bilhões do ano fiscal de 2009, uma queda 17,97% y y. O EUA ainda está em recessão, se a renda é abaixo de quase 18% y/y para os últimos meses.

Os últimos relatórios Rasmussen por pesquisa telefônica nacional mostra que 85% dos eleitores consideram a questão da economia como muito importante, encabeçando a lista das 10 principais questões eleitorais.

Sobre os três principais assuntos, os republicanos são mais confiáveis do que os democratas. Essa é uma das razões que levam no escrutínio do Congresso genérico. No entanto, quando se trata de ética do governo e da corrupção, os eleitores não afiliados a maioria não confia em qualquer uma das partes principais.

Sessenta e cinco por cento (65%) dos eleitores falaram que taxa de segurança nacional e guerra contra o terror como muito importante. Isto mostra como a confiança dos eleitores na condução da Guerra Americana ao Terror caiu a seu nível mais baixo desde a primeira semana de Janeiro em 2007. Os eleitores também estão muito menos otimistas sobre o curso da guerra no Iraque.

Sessenta por cento (60%) dos eleitores dizem que os tiroteios da semana passada em Fort Hood devem ser investigada pelas autoridades militares como um ato terrorista.

http://www.rasmussenreports.com/public_content/politics/mood_of_america/importance_of_issues

Os Bancos Hasten estão adotando novas regras de empréstimo. Os bancos estão se movendo rapidamente para reestruturar hipotecas comerciais no âmbito das novas orientações dos EUA que são mais tolerantes nos valores de propriedade atingida e podem ajudar os bancos a evitar perdas maiores ... As mudanças poderiam ajudar os bancos absorvem menos perdas em empréstimos imobiliários problemáticos - e preservar o capital ...

Matthew Anderson, sócio da firma de análise de pesquisas Foresight, estima que cerca de dois terços dos US$ 800 bilhões em empréstimos imobiliários comerciais mantidas pelos bancos, que vencem entre agora e 2014 estão debaixo d'água, ou seja, o montante do empréstimo excedeu o valor do imóvel. A flexibilidade prorrogado por reguladores serão aplicadas a US$ 110 bilhões para US$ 130 bilhões desses empréstimos, disse.

As orientações são controversas, com os críticos acusam o governo americano de prolongar a crise financeira não forçando os devedores e credores para enfrentar problemas inevitáveis ....

Os críticos concordam que a flexibilidade de regulamentação poderia ajudar alguns bancos evitar o fracasso. Mas os empréstimos problemáticos em seus restantes livros serão desencorajá-los de comodato, uma reminiscência do Japão em sua "década perdida" nos anos 1990. Uma solução melhor, segundo seus críticos, seria semelhante à abordagem reguladores tomaram durante a quebra do mercado imobiliário, da década de 1990. "Naquela época, os reguladores moveram-se agressivamente para forçar os bancos a tomar papéis estagnados e vender os seus empréstimos incomodados, e o mercado se recuperaria mais rápido", disse Mark Edelstein, chefe do grupo imobiliário na firma de advocacia Morrison & Foerster LLP.

http://online.wsj.com/article/SB125789937631442503.html

O dólar E.U. continuou a diminuir na quinta-feira quando o ouro atingiu um novo recorde de alta após o banco central da China reconhecer o caso de um yuan mais forte, dias antes da chegada a Pequim do presidente Barack Obama para as conversações esperando para destacar crescente preocupação internacional sobre a política monetária chinesa...

O Banco Popular da China na quarta-feira disse que a política cambial que ter em conta: "Os fluxos de capital e os movimentos das principais moedas", numa clara alusão ao grande afluxo de capitais especulativos que a China está recebendo e a fraqueza do dólar americano.

Alguns analistas previram que a China vai permitir que o renminbi a apreciar, porque a China poderia enfrentar dificuldades econômicas que prejudicaria o renminbi. Em outras palavras, a China espera que a pressão sobre a sua moeda nos próximos meses devido à pressão econômica, para que eles possam negociar alguma vantagem de Obama ao aceitar uma coisa - o reforço da moeda - que é susceptível de inverter rapidamente em fundamentos.

Agora Goldman Jan Hatzius quer pregar o evangelho duvidoso sobre dados econômicos.

O comentário de hoje sobre as tentativas de avaliar as estimativas oficiais recentes podem ter exagerado o verdadeiro crescimento da economia por causa de uma incapacidade de captar o desempenho excepcionalmente pobre de pequenas empresas. A nossa conclusão preliminar é que a economia poderia ter crescido entre ½ e 2 pontos percentuais mais lentamente do que o indicado pelo avanço "Q3" estimativa de 3,5% (anual). No entanto, mesmo se tal se revelar correta e, finalmente, mostra-se os dados revistos, o processo de revisão poderia levar vários anos.

Ao longo dos anos, temos problemas com os destinatários do ISM e outros dados da pesquisa PMI. Sr. Hatzius: A fraqueza da NFIB contrasta fortemente com outros indicadores, tais como gerentes de compras e os índices publicados pelo Institute for Supply Management (ISM), que voltou para em torno de suas médias de longo prazo, e do PIB real, que cresceu cerca de 3,5% (anual) no terceiro trimestre. Pequenas empresas parecem ser os seus pares de baixo desempenho maior, provavelmente devido ao acesso diferenciado ao crédito.

Para ilustrar como o enorme fosso entre a NFIB e ISM tornou-se, estamos a regredir ISM sobre a NFIB usando dados mensais para o período 1974-2006. (Só usamos os dados até 2006 para evitar a polarização de baixo, os coeficientes através de uma inclusão da enorme lacuna recente.) A equação mostra que o nível atual da NFIB teria sido esperado para corresponder a um índice ISM de fabricação de 41,1, em uma época quando o ISM real é de 55,7 ...

Nós argumentamos que a fraqueza do setor das pequenas empresas pode significar que o PIB real no terceiro trimestre de fato cresceu mais lentamente do que o 3,5% antecipados "estimado". A razão é que os dados do PIB, podem não conseguir captar o desempenho das pequenas empresas e, especificamente, a formação e dissolução do "nascimento" e "morte" de pequenas empresas.

Crédito Writedowns: A vinda do colapso do mercado de títulos municipais

Obrigações Porque não são mais municipais que estão sendo degradados pela agências de captação Fitch, Moody's e S&P? Se você olhar a dívida soberana em receitas têm constrangido países como Grécia, Portugal ou a Irlanda, nas quais suas agências de captação estão emitindo advertências.

Mas, estados e municípios estão sofrendo as restrições mesma receita. As receitas fiscais caíram. Os governos têm encerrar serviços para economizar dinheiro. E eles têm corte de pessoal. Há dezenas de artigos na imprensa nacional diária detalhando as dificuldades dos municípios, cidades e estados estão tendo.

[Fred Sheehan]: Municípios lidaram com a separação entre os impostos e despesas por um empréstimo. Em meados da década de 1990, os estados e cidades foram se aposentando como dívida tanto quanto eles estavam a incorrer. Durante a década de 2000, porém, eles emprestado US$ 150 bilhões por ano, no total, chegando a US$ 215 bilhões de dólares em 2007, altura em que em dívida estava, de US$ 2,7 trilhões no valor de mais de dois anos de receitas fiscais.

Salvo alguma espécie de "boom" milagroso na economia e retornos de investimento do fundo de pensão, governos estaduais e locais são chefiadas por insolvência padrão.

http://www.creditwritedowns.com/2009/11/the-coming-collapse-of-the-municipal-bond-market.html

Ministério Público Federal deu passos na quinta-feira para apreender quatro mesquitas e um arranha-céu da Quinta Avenida de propriedade de uma organização sem fins lucrativos muçulmana a longo de ser suspeita de estar secretamente controlada pelo governo iraniano.

No que pode revelar-se uma das maiores apreensões de contraterrorismo na história americana, o Ministério Público arquivou uma queixa civil na Justiça Federal contra a Fundação Alavi, buscando a cassação de mais de US$ 500 milhões em ativos.

Os ativos incluem contas bancárias, centros islâmicos que consiste em escolas e mesquitas em Nova York, Maryland, Califórnia e no Houston, mais de 100 hectares, na Virgínia, e uma torre de 36 andares de vidro em seu escritório em Nova York.

Confiscar as propriedades seria um duro golpe contra o Irã, que foi acusado pelo governo americano de financiar o terrorismo e tentar construir uma bomba nuclear.

Uma chamada de telefone e e-mail para Missão das Nações Unidas do Irã em busca de comentários não foram imediatamente respondidas.

John D. Winter, o advogado da Fundação Alavi, disse que pretende pleitear o caso e prevalecer. Ele disse que a fundação tem vindo a cooperar com a investigação do governo para a maior parte do ano.

"Obviamente, a fundação está desapontado que o governo decidiu intentar a presente ação," Winter disse à Associated Press.

É extremamente raro para autoridades de aplicação da lei americanas aproveitarem uma casa de culto, uma etapa repleta de perguntas sobre o direito da Primeira Emenda à liberdade de religião.

O Federal Deposit Insurance Corp irá recolher US$ 45 bilhões de dólares do setor bancário para cobrir o aumento do custo de falências bancárias, uma avaliação sem precedentes, que reflete as projeções da agência de que a atual rodada de falhas que não atingirão o pico até o próximo ano.

O conselho FDIC votado na quinta-feira para exigir dos bancos paguem no final deste ano, o montante que seria devo a FDIC para os próximos três anos. A agência recolhe prêmios de seguros de todos os bancos, que ela usa para reembolsar os depositantes em bancos falidos.

Nos últimos dois anos, o FDIC apreendeu 145 bancos, em comparação com apenas três em 2007. As vítimas incluem quatro dos 10 maiores bancos falidos na história dos EUA. A Agência de Projetos de que o custo de todas as falhas resultantes da atual crise chegará a US$ 100 bilhões.

Marsh & McLennan Cos, a segunda maior corretora de seguros, vai pagar US$ 400 milhões para estabelecer um processo legal por parte dos investidores que disseram que eles perderam dinheiro porque a empresa não conseguiu divulgar as práticas ilegais.

Investidores liderados por fundos estatais de pensão, em Nova Jersey e Ohio, processaram a empresa após a sua cotação cair pela metade em outubro de 2004, o então procurador-geral de Nova York Eliot Spitzer sondado em lance para aparelhamento do setor. Cerca de metade da soma para resolver o caso em District Court, em Nova York será coberto pelo seguro da empresa e o restante será pago com dinheiro na mão, disse a empresa hoje em comunicado.

A resolução será "segura e a Marsh responsável pela sua ilegalidade e requerer para compensar os investidores", Ohio Attorney General Richard Cordray disse em uma declaração separada.

Chefe do Executivo Brian Duperreault vai resolver os casos que antecedem o seu mandato depois de tomar o posto mais alto no ano passado de Michael Cherkasky, que negociou uma solução de US$ 850 milhões de dólares com o Spitzer para garantir a sobrevivência Marsh & McLennan. O corretor acordado separadamente um acordo de US$ 35 milhões em uma ação movida em nome dos empregados vinculados aos declínios em suas explorações através de seus planos de aposentadoria, baseada na companhia em Nova York, disse hoje.

Confiança entre os consumidores americanos caiu inesperadamente em Novembro, com a perda de postos de trabalho ameaçados de minar a maior parte da economia.

O índice Reuters/Universidade de Michigan Sentiment divulgou a preliminar que diminuiu para um período de três meses de baixa de 66 à 70,6 em outubro. Um relatório do Departamento do Comércio revelou que o déficit comercial aumentou em setembro por mais de uma década como crescente demanda por petróleo importado e carros um inundado ganho no quinto ano consecutivo em exportações.

Rising diz que o desemprego coloca a economia em risco de deslizar em um círculo vicioso de demissões e queda nos gastos do consumidor que vai limitar a recuperação dos emergentes. O declínio do dólar de 12 por cento desde março e crescente demanda da Ásia e da Europa, provavelmente irá estimular ainda mais as exportações, dando fábricas um elevador e tornando-se para alguns a fraqueza das famílias.

"Os consumidores enfrentam uma série de ventos contrários, e o aumento do desemprego é a preocupação número 1", disse David Sloan, economista sênior da 4cast Inc. em Nova York, cuja previsão para a confiança foi o menor entre os economistas pesquisados. "A recuperação, em seus estágios iniciais, será liderada pelo aumento da produção e não pelos consumidores. Mercados na Ásia estão se recuperando muito bem. "

A abertura de comércio americano aumentou 18 por cento para o nível mais alto desde janeiro, disse o Departamento de Comércio. As importações aumentaram 5,8 por cento, o maior desde março de 1993, como o custo de um barril de crude subiu para o nível mais alto desde outubro de 2008 e os volumes também cresceram. As exportações aumentaram 2,9 por cento, impulsionado por vendas de aviões e máquinas industriais.

Preços de importação americana postou seu sétimo aumento consecutivo nos últimos oito meses, em outubro, conduzido por preços mais elevados do combustível, o Departamento do Trabalho dos EUA informou na sexta-feira.

Apesar do recente aumento, os preços de importação continuam 5,7% abaixo de seu nível de outubro 2008, e a recuperação lenta sugere que há poucos riscos de inflação na economia americana para agora.

Os preços das importações subiram 0,7% em outubro. Que segue um aumento revisado de 0,2% em setembro. O aumento em setembro nos preços de importação foi inicialmente estimada em 0,1%.

O mais recente relatório do Federal Reserve de fornecimento semanal de dinheiro na quinta-feira mostra um ajuste sazonal de M1 que aumentou em US$ 27,9 bilhões dólares para US$ 1,696 trilhões de dólares, enquanto que M2 caíram US$ 6,5 bilhões para US$ 8,387 trilhões de dólares.

O défice da balança comercial de setembro aumentou de 18,2%.

Os bancos têm que pagar US$ 45 bilhões à FDIC até o final de dezembro.

Fonte: Global Research - The Fed's Policy of Near Zero Interest Rates

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O FMI está desempenhando o papel de Banco Central Global? O dólar deve ser desvalorizado pela metade?



por Ellen Brown

Global Research, 5 de outubro de 2009

Tradução: Revelatti

"Há um ano atrás", disse o professor de direito Ross Buckley no ABC News da Austrália, em 22 de setembro, ninguém quis saber o Fundo Monetário Internacional. Agora é o organizador para o pacote de estímulo internacional que tem sido vendido como um pacote de estímulo para os países pobres. "

O FMI tem caminhado para um estado mais exaltado do que isso. De acordo com Jim Rickards, diretor de inteligência de mercado para a empresa de consultoria científica Omnis, o objetivo não anunciado da Reunião do G20, em Pittsburgh no dia 24 de setembro foi de que "o FMI está agindo como o banco central mundial". Rickards disse em uma entrevista na CNBC em 25 de setembro que o plano é que o FMI emita uma moeda de reserva global que possa substituir o dólar.

"Eles emitiram dívida pela primeira vez na história", disse Rickards. "Eles estão emitindo do DSE (Direitos Especiais de Emissão ). O DSE passado saiu por volta de 1980 ou 1981, US$ 30 bilhões. Agora eles estão emitindo US$ 300 bilhões. Quando eu digo que emite, é imprimir dinheiro, não há nada por trás dessas DSE's. "

DSE, ou direitos especiais de emissão, é uma moeda sintética criada originalmente pelo FMI para substituir o ouro e a prata em grandes transações internacionais. Mas eles têm sido pouco utilizados até agora. Por que o mundo de repente precisa de uma nova moeda fiduciária global e um banco central global? Rickards diz que por causa de "Dilema Triffin", um primeiro problema observado pelo economista Robert Triffin na década de 1960. Quando o mundo estava fora do padrão ouro, uma moeda de reserva teve de ser apresentada por alguns países de moeda de grande serviço para o comércio global. Mas, deixando a sua moeda lá fora, para fins internacionais significava que o país teria para melhorar continuamente a comprar mais do que vendeu, correndo grandes déficits até que finalmente quebrou. Os EUA tem alimentado a economia mundial durante os últimos 50 anos, mas agora ele está indo à falência. Os EUA pode liquidar as suas dívidas e obter a sua própria casa em ordem, mas que faria com que o comércio mundial de contrato. A moeda de reserva mundial de substituição é necessária para abastecer a economia global, enquanto os EUA resolve seus problemas de dívida, a nova moeda é a DSE do FMI.

Essa é a solução para o dilema Triffin, diz Rickards, mas deixa os EUA em uma posição vulnerável. Se estamos diante de uma guerra ou uma outra catástrofe global, já não temos o privilégio de imprimir dinheiro. Nós vamos ter que pedir a moeda de reserva mundial como todo mundo, colocando-nos à mercê dos credores mundiais.

Para evitar isso, o Federal Reserve deu a entender que está disposto a aumentar as taxas de juros, apesar de que ainda em aperto na economia real. Rickards apontou para um pedaço desenvolvidos pelo governador do Fed, Kevin Warsh, publicado no The Wall Street Journal no mesmo dia do G20. Warsh disse que o Fed terá de elevar as taxas de juros, se os preços dos ativos subirem - que Rickards interpretou no sentido de ouro, o tradicional para o investimento de investidores fugindo do dólar. "Os bancos centrais tem ódio do ouro porque limita sua capacidade de imprimir dinheiro", disse Rickards. Se o ouro fosse, de repente, ir para 1.500 dólares a onça, isso significaria o dólar estará em colapso. Warsh foi dando ao mercado um heads up que o Fed não ia deixar isso acontecer. O Fed poderia elevar os juros para atrair dólares de volta para o país. Como Rickards colocou, Warsh está dizendo, "Nós temos a sorte de ter o lixo do dólar, mas vamos fazê-lo gradualmente.». . . Warsh está tentando antecipar um declínio dando instabilidade ao dólar. O que eles querem, naturalmente, é um declínio estável e firme".

Qual o papel tradicional do Fed de manter a estabilidade de preços? É absurdo, disse Rickards. "O que eles fazem é inflar o dólar para apoiar os bancos." O dólar tem de ser inflado porque não há mais dívida do que com o dinheiro para pagá-lo. O governo atualmente tem passivos contingentes de US$ 60 trilhões. "Não há nenhuma combinação possível de crescimento e de impostos que podem financiar essa responsabilidade", disse Rickards. O governo poderia financiar cerca do que está previsto pela metade dos próximos 14 anos, o que significa que o dólar deve ser desvalorizado pela metade.

Porque o dólar precisa ser desvalorizado pela metade?

A redução do valor do dólar significa que os nossos suados dólares estão indo para ir somente a metade, na medida, que não é uma coisa boa para a Main Street. Na verdade, o movimento não se destina a servir-nos, mas os bancos. O dólar deve ser desvalorizada para compensar um dilema no actual regime monetário que é ainda mais intratável do que Triffin, uma que poderia ser chamado de uma fraude. Nunca há dinheiro suficiente para cobrir a dívida, porque todo o dinheiro hoje, exceto moedas é criado pelos bancos sob a forma de empréstimos, e mais dinheiro é sempre devia voltar para os bancos do que antes, quando eles criam seus empréstimos. Os bancos criam o principal, mas não o interesse necessário para pagar os seus empréstimos para trás.

O Fed, que é possuído por um consórcio de bancos e foi criada para servir os seus interesses, está encarregado de ver que os bancos são pagos de volta, ea única maneira de fazer isso é para inflacionar a oferta de moeda, a fim de criar a dólares para cobrir os juros em falta. Mas isso significa diluir o valor do dólar, o que impõe um imposto sobre a invisibilidade do cidadão e da oferta de moeda é inflado fazendo mais empréstimos, o que aumenta a dívida e os encargos de juros da oferta de moeda inflada era para aliviar. O sistema bancário é basicamente um esquema de pirâmide, que pode ser mantido continuamente vai apenas criar mais dívidas.

Pacote de estimulo do FMI de US$ 500 bilhões : Projetado para ajudar os países em desenvolvimento ou os bancos?

E isso nos traz de volta o pacote do FMI estímulo discutidos pelo professor Buckley. Foi anunciado como ajudar os países emergentes atingidos pela crise de crédito global, mas Buckley dúvidas de que é o que está realmente acontecendo. Em vez disso, diz ele, os US $ 500 bilhão prometidos pelos países do G20 é "um pacote de estímulo para os bancos dos países ricos." Ele observa que os pacotes de estímulo normalmente são doações. O dinheiro proveniente do FMI será estendida na forma de empréstimos.

"Estes são empréstimos que são feitas pelos países do G20 através do FMI aos países pobres. Eles têm que ser reembolsado e que vão ser utilizados para se a reembolsar os bancos internacionais agora. . . . [T] que o dinheiro não vai realmente tocar baixo nos países pobres. Ele vai direto por eles para pagar seus credores. . . . Mas os países pobres vão passar os próximos 30 anos a reembolsar o FMI. "

Basicamente, disse o professor Buckley, os empréstimos concedidos pelo FMI representa um aumento de antiguidade da dívida. Isso significa que as nações em desenvolvimento serão ainda mais firmemente trancado em dívidas do que são agora.

"No momento em que a dívida é dívida dos países pobres para os bancos, e se os países pobres tiveram que, eles poderiam usar como padrão sobre o assunto. A dívida bancária vai ser substituída por uma dívida que está em dívida com o FMI, que, por muito boas razões estratégicas, os países pobres serão sempre de serviço. . . . Os países ricos têm feito esta $ 500 bilhões disponíveis para estimular seus próprios bancos, eo FMI é uma festa maravilhosa para colocar entre os países e os devedores e os bancos. "

Não muito tempo atrás, o FMI estava sendo chamado de obsoleto. Agora ele está de volta com uma vingança, mas é o velho negócio indecoroso de atuar como agência de cobrança para o setor bancário internacional. Enquanto os devedores do terceiro mundo podem atender seus empréstimos, pagando os respectivos juros, os bancos podem contar com os empréstimos como "activos" em seus livros, permitindo-lhes manter o seu esquema de pirâmide vai inflando a oferta de moeda global, com ainda mais empréstimos. É tudo para o bem maior dos bancos e suas afiliadas corporações multinacionais, mas os US $ 500 bilhões no financiamento é proveniente dos contribuintes dos países do G20, eo resultado previsível será que os Estados Unidos vão se juntar às fileiras dos países devedores subserviente de um império global de bancos centrais.

Fonte: Global Research - The IMF to Play Role of Global Central Bank? The Dollar Needs to be Devalued by Half?