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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Goldman Sachs: Os piratas do veneno no Golfo



A Nalco Corporation de Illinois é responsável pela dispersante químico COREXIT 9.500 destaque pelos especialistas como sendo quatro vezes mais tóxico do que o óleo que está fluindo para o Golfo. Os cientistas em audiências no Congresso acrescentaram que o dispersante é mais tóxico do que dispersantes similares no mercado. Naturalmente, sempre que uma catástrofe de grandes proporções acontece - especialmente quando as soluções principais, que são alterações que envolvem a sociedade - é preciso seguir o rastro do dinheiro e do poder de quem se beneficia. Se não é o bastante, uma pesquisa informal do site da web revela a história da empresa Nalco, que leva diretamente à ligação com a Goldman Sachs.

O monstro de tres cabeças, Goldman Sachs, veio à tona a partir da erupção do 'vulcão de petróleo' do Golfo.

http://4.bp.blogspot.com/_qLAIskTQXUc/TCvgsbldB7I/AAAAAAAAAWs/YfKj0Pxu1zA/s1600/800px-hercules_slaying_the_hydra.jpg

Nalco começou em 1928 em Chicago e tornou-se imediatamente envolvida no ramo da indústria do petróleo como também em instalações de tratamento de água. Em 1982 parece ter acontecido uma virada enorme em seu segmento produtivo, como em seu site afirma: "O 'ORS-419' é usado nos pneus do ônibus espacial Columbia. O produto é o único feito sem base em silicone em seu tipo no mercado, aprovados pelo fabricante do pneu do ônibus espacial ". Daí em diante, as coisas realmente parecem ter mudado, conforme mostrado aqui:

1983: A Nalco compra um grande terreno de 300.000 metros quadrados montando um novo edificio sede em Naperville, representando um investimento total de US $ 90 milhões.
1984: Nalco apresenta a PORTA-FEED®, sistema de contentores reutilizáveis, produto químico e mais avançado sistema de tratamento de líquidos introduzido até então.
1985: Nalco lidera a indústria química no desenvolvimento da Caer (Community Awareness and Emergency Respons), um precursor do Planeamento de Emergência Comunitária conforme o ato Right-to-Know de 1986 e a CMA Iniciative Responsible Care ®.
1986: Nalco consolida grupos da Divisão de Produtos Químicos, Energia e Divisão de Serviços de Campo de Petroléo, para formar uma nova divisão de Químicos de Petróleo tendo sede em Sugar Land. A nova Divisão Química de Petróleo inclue a Visco Químicos, Refinaria de Produtos e Processos Químicos, Aditivos, Adomite Químicos e de outros grupos de Gás de Petroleo e manipulação de produtos químicos.
1989: Vendas na faixa de US$ 1 bilhão.

Então, em 1994, juntou forças com a Exxon Chemical para anunciar a formação de uma nova aliança "Nalco/Exxon Energy Chemicals, LP para fornecer produtos e serviços para todas as facetas do petróleo e de gás natural."

Outra mudança de nome ocorreu em 2001, quando a empresa se tornou Ondeo Nalco. Finalmente, em 2003, aprendemos que tomou as rédeas para conduzir-nos para o presente. No seu site diz: "Blackstone Group, Apollo Management LP e Goldman Sachs Capital Partners compra a Ondeo Nalco".

As vendas mundiais já ultrapassam US$ 4 bilhões e a limpeza do Golfo está nas mãos de um grupo de "amigos" corporativos que trouxeram-nos momentos tão "bons" para a humanidade como "O devoramento capitalista da Blackstone", aquisição hostil, que provocou uma grande reação política na Alemanha e em outros lugares, e a nova proposta de medidas de austeridade que vem para a América. Apollo Management está no Wall Street Journal: Quem é quem em Private Equity com uma estratégia de investimento muito "humana" de aquisições de investimentos angustiantes - os investimentos chegaram a US$ 37 bilhões. E, até agora, a reputação da Goldman Sachs precede-se como tendo projetado o crash da habitação e agravando uma crise financeira na Grécia e em toda a Europa.

No entanto, a criação mostruosa chamada Goldman Sachs é capaz de criar lucros exponenciais com o desastre físico do Golfo. Os reis do mercado de carbono - sim, esse mercado que comercializa somente o ar - não tiveram uma boa temporada época para empurrar o aquecimento global a nossa goela abaixo. No Golfo, no entanto, junto com sua marionete, Barack Obama, bem posicionada para dirigir o navio do pirata de volta ao curso. Foi Obama que ajudou a financiar o programa de carbono desde o seu início antes de tudo. Bem na hora, a campanha por email de Obama é lançada para explorar o sofrimento a mando de seus controladores da empresa.

Estamos vivendo mais um exemplo de como o comando corporativo internacional e o sistema de controle agem, onde até os esforços de resgate mais básicos estão nas mãos dos piratas inescrupulosos. Também ficou claro que a frota pirata é de propriedade da Goldman Sachs. . . e o presidente dos Estados Unidos é o capitão.


Fontes relacionadas:

Site Oficial de David Icke Goldman Sachs: The Pirates of Poison in the Gulf
Activist Post: Goldman Sachs: The Pirates of Poison in the Gulf

domingo, 6 de junho de 2010

Entrevista com Patch Adams no programa Roda-Viva

Créditos de: O Libertário

Conheça o verdadeiro Patch Adams que ficou famoso com o filme hollywoodiano Patch Adams, que conta parte da história do humanista médico e anti-capitalista.

Homem de conteúdo, como poucos hoje em dia.

Uma das frases dele nesta entrevista é: "Por causa do capitalismo deixamos que eles façam o que quiserem conosco. Odeio o capitalismo. É a pior coisa que existe."

O vídeo abaixo é de uma entrevista para o programa Roda Viva que foi ao ar em 5/11/2007.

Os assuntos, claro que do seu interesse: indústrias farmacêuticas, Capitalismo, Humanismo, medicína, estados unidos, terrorismo.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Documentário: Surplus - Terrorismo do Consumo

Créditos de: Canal ErudictumTv

Documentário sobre o capitalismo, o consumismo e a desigualdade social. Tirando a parte que focaliza o socialismo (que também é uma forma de totalitarismo), esse documentário mostra bem a realidade que atravessa o mundo "moderno". Recomendo ;)











quinta-feira, 22 de abril de 2010

Vídeo: David Gergen confrontado por Alex Jones sobre Bohemian Grove

Créditos de: Canal luish06

David Gergen foi conselheiro de 4 presidentes americanos e era membro da sociedade secreta Bohemian Grove, neste episódio o jornalista Alex Jones confronta ele sobre os rituais satânicos protagonizados lá por autoridades e bilionários. Esse é o verdadeiro jornalismo que talvez nunca veremos no Brasil, o confronto sobre o ocultismo praticado pelas celebridades.

sábado, 3 de abril de 2010

Documentário: Colapso - (Collapse)

Créditos de: Canal mcrost02

Conheça Michael Ruppert, um estadunidense diferente. Ex-policial de Los Angeles que virou jornalista independente, ele previu a atual crise económica no seu folheto informativo, "From the Wilderness", numa altura em que a maioria dos analistas em Wall Street e em Washington estavam ainda em negação. O realizador Chris Smith já mostrara afinidade para com pessoas contra-corrente em filmes como "American Movie" e "The Yes Men". Em "Colapso", ele afasta-se estilisticamente dos seus anteriores trabalhos ao entrevistar Ruppert num formato que nos recorda o trabalho de Errol Morris e de Spalding Gray.
Sentado numa sala que mais parece um bunker, Ruppert relata a sua carreira como pensador radical e fala da crise que vê estar para chegar. Baseia-se nas mesmas notícias e informações disponíveis a qualquer internauta, mas usa uma interpretação muito própria. Ele está especialmente apaixonado sobre o tema do pico do petróleo, a preocupação salientada por cientistas desde a década de 1970, de que eventualmente o mundo irá ficar sem combustíveis fósseis.

Enquanto outros especialistas debatem este assunto de forma moderada, Ruppert não se detém a soar o alarme, apresentando um futuro apocalíptico. Ouvindo o seu fluir de opiniões, é provável que o espectador questione parte da retórica como paranoia ou ilusão, e que fique balançando sobre o que pensar sobre tal extremismo. Smith deixa os espectadores formarem os seus próprios julgamentos.

"Colapso" serve também como retrato de um solitário. Com o passar dos anos, Ruppert manteve-se fiel ao que acredita apesar de feroz oposição. Ele descreve candidamente os sacrifícios e motivações da sua vida. Enquanto outros observadores analisam detalhes da crise econômica, Ruppert vê-a como um sintoma de nada mais do que o colapso da própria civilização industrializada.

















terça-feira, 30 de março de 2010

Os escravos dos juros

Créditos de: Inacreditável

Nós temos um sistema monetário feudal

“Deixar seu dinheiro trabalhar” – o que parece soar bem, encobre todavia o fato de que é outra pessoa que deve trabalhar para que alguns obtenham rendimentos com juros. E este “outra pessoa” não tem a menor chance de se livrar da escravidão dos juros. Como os juros, via de regra, não podem ser pagos (principalmente aqui os juros da dívida pública – NR), forma-se uma sociedade de escravos dos juros, cuja bancarrota está pré-programada.

A crise financeira não é na realidade uma “crise financeira”, mas sim uma crise do sistema de papel moeda. Para se entender melhor e poder avaliar as conseqüências, deve-se saber o que seja dinheiro: dinheiro não é nada mais do que dívida.

Não existe dinheiro per se, mas sim somente dívidas, e os correspondentes títulos de dívida, que nós chamamos de “dinheiro”. O papel-moeda é uma promissória para exigir de volta a dívida. Todavia, não é somente questionável se isso funciona. Praticamente é impossível – devido aos juros.

Os bancos não emprestam o dinheiro existente, eles fornecem crédito. Isso quase não é observado, mas faz uma importante diferença. Dinheiro é criado do nada e totalmente desprovido de esforço próprio, simplesmente através do apertar de um botão do sistema bancário, do qual as empresas, Estado e cidadãos devem tomá-lo emprestado contra o pagamento de juros.

O dinheiro necessário para o pagamento está girando, todavia não o dinheiro para os juros. Este deve ser emprestado novamente do sistema bancário contra novos juros. Se todos fossem saldar suas dívidas, não haveria mais dinheiro, mas sim as dívidas dos juros.

Não importa por quanto tempo este jogo seja jogado, a soma de todo o dinheiro existente será sempre menor que a soma de todas as dívidas mais os juros. Por isso os bancos precisam sempre de garantias. Todo ano cerca de 5% destas devem ser leiloadas, caso elas não possam ser mais refinanciadas através de novas dívidas com ainda mais juros.

Isso é matemática elementar. Assim que as pessoas não queiram mais se endividar ou não apresentem mais garantias, todo este golpe do dinheiro desmorona. Este acontecimento aparece forçosamente, pois as dívidas crescem exponencialmente e as garantias, entretanto, não podem acompanhar em um mundo limitado.

Ao final do sistema, o Estado tem que atuar sobre esta lacuna de dívida através da dívida pública de crescimento explosivo. Somente o Estado passa então a ser ainda um devedor confiável, pois ele pode desapropriar “na marra” seus cidadãos.

Com métodos fascistas, como a limitação dos direitos civis, a eliminação do sigilo bancário, a instauração de um Estado Controlador (tudo justificado com fantasiosos perigos), o sistema é mantido vivo artificialmente ainda por um tempo. Mas aqui também existem limites, os quais são alcançados o mais tardar quando os pagamentos dos juros dos Estados superarem o ganho bruto de todos os cidadãos.

Através da necessidade permanente inserida no sistema monetário – sempre contra novas dívidas para os juros e juros dos juros – aparece por um lado uma espiral de endividamento com forte crescimento, e de outro um aumento rápido e constante do capital. A distribuição de pobres (escravos dos juros) para ricos (senhores feudais) através dos juros e impostos torna-se cada vez mais dinâmica. Títulos públicos e impostos aumentam de forma exponencial em tal sistema.

Ao final é como o jogo Banco Imobiliário, onde todas as ruas, casas, estações, companhias de energia e de abastecimento d’água já foram cedidas. Quem nada possui, este deve somente andar em círculos (= trabalhar). Porém, o dinheiro que se ganha quando o campo “sorte” é alcançado (= salário), não é mais suficiente para a próxima rodada.

Aquele que possui menos de cerca de 400 mil Euros de capital próprio é um escravo dos juros, pois ele deve pagar mais juros do que ele recebe. E ele deve trabalhar para aqueles que possuem mais. Isto é intrínseco em nosso sistema monetário com dívidas obrigatórias e efeitos dos juros compostos. Nós temos um sistema monetário feudal:

- escravos dos juros: capital próprio menor que 400.000 Euros

- cidadão livre: a partir de 400.000 Euros de capital

- senhores feudais: mais de mil Euros de juros por dia

Tal sistema favorece aqueles que estão de posse de um determinado patrimônio. Este aumenta pelos juros quase que automaticamente. Nenhuma chance têm aqueles que se situam abaixo da “massa crítica de capital”.

Cada escravo dos juros, que tenta acumular os cerca de 400.000 Euros através do trabalho honesto, é sugado até a morte através de despesas e impostos progressivos.

O círculo vicioso do efeito dos juros: pagamentos de juros estão no preço de cada produto, e encarecem estes, portanto: juros significam automaticamente que as dívidas aumentam e com isso deve-se pagar mais juros. Conseqüência: o sistema precisa de mais devedores. E isso é a grande massa.

E desta forma pode-se caracterizar a crise dos subprimes como uma crise do sistema, porque o sistema deve procurar continuamente outras maneiras de endividar as pessoas. Quando isso não for mais possível, o Estado deve segurar. Com isso o círculo vicioso se fecha.

O Estado aumenta o montante da dívida, então a conseqüência é o aumento dos impostos devido ao maior pagamento de juros. O indivíduo tem quase nenhuma chance de sair deste círculo vicioso.

Ao final aparece a bancarrota do Estado, equivalendo-se à total desapropriação de seus súditos. Isto pode acontecer através de uma deflação/depressão extrema ou através da hiperinflação.

O único dilema do sistema permanece no fato de que através dos juros, mais dívidas são criadas. Caso a grande massa não esteja mais na condição de suportar mais dívidas, então o Estado atua. A partir de um determinado montante, deve estar claro a todos que estas dívidas não poderão ser mais pagas.

Também deve estar claro ao conhecedor do sistema de que o devedor, em última instância, nunca deverá pagar suas dívidas. Pois o dinheiro apareceu das dívidas. Caso elas sejam pagas, desaparece também o dinheiro. Ele se dissolve.

Este paradoxo não pode vazar para o conhecimento público. Pois como os “pequenos devedores” devem pagar suas dívidas, enquanto os grandes devedores não devem fazê-lo em hipótese alguma, senão o sistema entra em colapso?

Temos então finalmente algo a ver com aquilo que os insiders chamam de “ilusão do dinheiro”. Não existe dinheiro, mas somente dívidas. O fato que os títulos de dívida (ou seja, dinheiro) sejam aceitos como meios de pagamento se apóia na ilusão de que as dívidas podem ser saldadas. Mas isso nunca é possível no sistema.

Caso uma grande faixa do público venha a saber, poderia acontecer uma grande crise da humanidade. Pois o sistema de dinheiro funciona por toda a parte. Consequentemente a derrocada está programada por toda a parte.

Existem claro especialistas do sistema de dinheiro (somente poucos no mundo), os quais defendem a tese de que as dívidas podem aumentar indefinidamente. Isso fala contra, que a “ilusão do pagamento” desaparece com o forte aumento das dívidas. Mais além, dívidas altas criam nas diversas pessoas uma repulsa na questão dinheiro. Mais e mais as pessoas se interessam pelo mecanismo e se perguntam: “o que é de fato o dinheiro?

Caso a maioria torne-se atenta ao paradoxo do dinheiro, ela perde a fé no “meio de pagamento” – e com isso ele perde seu poder de compra.

A fé no “dinheiro” é somente então comparável à concepção de antigamente, que o mundo seja um disco. Naquela época foi a igreja que atuou com todos os meios contra a nova concepção de mundo – para manter seu poder. Nós podemos ficar apreensivos com o que acontecerá a seguir, para manter por todos os meios a concepção que temos do dinheiro.

O que vem a seguir, isso ninguém sabe.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Documentário - Psiquiatria: Uma Indústria de Morte

Créditos de: Canal INSPETRA

Através de imagens históricas raras e entrevistas com mais de 160 médicos, advogados, psicólogos, educadores, sobreviventes e peritos na indústria medicamentosa da saúde mental e seus abusos, este filme expõe a verdade sobre a fraude multibilionária e práticas psiquiátricas prejudiciais que são excessivas neste campo.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Documentário: A Revolução ("This Revolution")

Créditos de: Canal documentarioz

"A Revolução" ("This Revolution") é um filme político, com algumas cenas reais, estrelado por Rosario Dawson e dirigido pelo cineasta e ativista Stephen Marshall, criador da revista "Channel Zero" e fundador da "Guerilla News Network". Este "documentário/drama" mistura a realidade à ficção concentrando-se nos efeitos maléficos da mídia estadunidense, manipuladora, hipócrita e vil. Considerado o ÚNICO filme ficcional que critica o governo Bush e denuncia a guerra do Iraque e os atentados de 11 de setembro como um "serviço interno", "A Revolução" acabou tendo sua exibição proibida e banida em vários Estados americanos. É uma produção bastante modesta e sua verdadeira importância é ter ocupado esse lugar de dúvida, denuncia e crítica em um meio cinematográfico, senão propagador de farsas, rendido à destruidora ideologia estadunidense. O filme chegou a fazer parte da "Official Sundance Selection" de 2004. Trama: Jake é um cinegrafista de uma rede mundial de TV que acaba de voltar do Iraque, de onde não podia sair durante a invasão dos EUA, e recebe sua nova missão - rastrear os movimentos de um grupo de políticos radicais chamados "The Black Block" que pretende interferir na Convenção Republicana Nacional em Nova York. Com o apoio de sua namorada oportunista, Chloe, Jake consegue penetrar o grupo e acompanhá-los durante a convenção. Nesse processo, ele acaba se apaixonando por uma jovem viúva (Rosário Dawson), cujo marido foi morto no Iraque. Inesperadamente, essa missão vai chocá-lo e mudar sua visão de mundo para sempre.

Video: 2012 - Nasa e Explosões Solares

Créditos de: Canal fimdostemposnet



Artefato irá orbitar a 35 mil quilômetros da Terra.
Objetivo é conseguir prever atividades solares.

Uma tempestade solar é a principal ameaça ao funcionamento das redes de televisão e de internet durante a Olimpíada de Londres, em 2012. Este é o prognóstico de Richard Harrison, da Rutherford Appleton Laboratory, de Oxfordshire, na Inglaterra. A previsão foi feita às vésperas do lançamento, nesta semana, do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa.

A sonda que a Nasa pretende lançar neste sábado passará cinco anos orbitando a Terra, investigando as causas da extrema atividade solar como os ventos solares e as erupções violentas a partir de sua atmosfera.

Citado hoje pelo jornal The Times, o professor Harrison disse que esses fenômenos podem expor os astronautas a doses mortíferas de partículas, além de tornar os satélites inativos e provocar erros e problemas em todo os tipos de serviços de comunicações.

Embora os picos na atividade solar possam perturbar as comunicações terrestres e por satélite, foi praticamente impossível até agora prever as tempestades solares. Os cientistas esperam que as informações que terão graças ao observatório os ajudem a saber, antecipadamente, sobre a ocorrência de labaredas solares e tormentas magnéticas.

O observatório analisará, entre outras coisas, os campos magnéticos do Sol e as mudanças de energia do vento solar, as partículas energéticas e as variações de sua radiação. O lançamento acontecerá em um momento em que o Sol volta a dar sinais de agitação após vários anos de quase inatividade, segundo os astrônomos.

Entre 2008 e 2009, houve mais de 250 dias sem manchas solares, um recorde desde 1913, mas nas duas últimas semanas foram registradas duas labaredas solares, o que pode significar que o Sol está entrando em uma fase mais ativa de um novo ciclo. Para o cientista britânico, o lançamento não podia ser mais oportuno.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Vídeo: Opinião Pública sobre Bancos

Créditos de: Canal Deusmihifortis

Notícia veiculada dia 18 de janeiro de 2010
Canal Cuatro Notícias : www.cuatro.com/noticias
Jornalista Iñaki Gabilondo noticia sobre pesquisa realizada pela Infop da França sobre a opinião do público sobre os bancos.



A máscara está caindo...

domingo, 17 de janeiro de 2010

Documentário: Os Anos de Glória do Antigo Egito

Créditos de: Canal documentarioz

Por mais de 3.000 anos o Egito foi comandado por faraós. Mas neste vasto espaço de tempo um faraó se destacou. Ele reinaria po 67 anos, comandaria o maior império da Terra e capturaria a imaginação do mundo. Seu nome era Ramsés. Ele construiu uma reputação que foi passada através da história. Foi uma reputação criada deliberadamente pelo próprio faraó. Ramsés era um mestre em propaganda, projetando seu poder além do campo de batalha através da antiguidade. Esta é a história de como um homem criou a sua própria lenda, a de Ramsés - O Grande, e de como no final, nem mesmo um faraó lendário poderia salvar o império do Egito da destruição.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Vídeo: A REVOLUÇÃO É AGORA: Lute ou Continue Escravo!

Créditos de: Canal krishnamurtibrnew

Parte final de: "De la Servitude Moderne": ("Da Servidão Moderna")



O Termo New World Order (NWO) tem sido utilizado por muitos políticos através dos tempos, e é o termo genérico utilizado para nos referimos à conspiração global que está a ser orquestrada por indivíduos extremamente poderosos e influentes, geneticamente relacionados (pelo menos nos níveis mais altos) que inclui algumas das pessoas mais ricas do mundo, líderes políticos de topo e elite das corporações assim também como os membros da chamada família real europeia (dominada pela coroa Britânica) e a sua meta é criar um governo fascista mundial, acabando com as fronteiras nacionais e regionais e controlar tudo e todos.

Escutem o banqueiro Sionista, Paul Warburg:
"Teremos um governo mundial quer queiram quer não. A única questão é se esse governo será conseguido por conquista ou com consentimento. (17 de Fevereiro de 1950, tal como foi testemunhado no Senado Americano.

A intenção deles é ter total e completo controlo sobre qualquer ser humano existente no planeta e reduzir dramaticamente a população mundial em 2/3. Enquanto que o nome Nova Ordem Mundial é o termo mais frequentemente utilizado para nos referirmos vagamente a alguém envolvido nesta conspiração, o estudo de exactamente quem faz parte de este grupo é complexo e intrigante.

Em 1992, o Dr. John Coleman publicou o livro Conspirators Hierarchy: The Story of the Committee of 300 (Hierarquia dos Conspiradores: A História do Comité dos 300). Com uma boa bolsa de estudo e uma pesquisa meticulosa, Dr Coleman identifica os jogadores e cuidadosamente demonstra os planos da Nova Ordem Mundial para um domínio e controlo mundial. Na página 161 do livro Conspirators Hierarchy, Dr Coleman sumariza com precisão as intenções e propósitos dos Comitê dos 300:

Um Governo Mundial e um sistema único monetário, numa permanente hierarquia sem eleições que se auto nomeiam entre si na forma de um sistema feudal como era feito na Idade Média. Nesta entidade de Um Mundo, a população estará limitada por restrições no número de crianças por família, doenças, guerras, fome, até que 1 bilião de pessoas que são inúteis para a classe administradora, em áreas que serão claramente e estritamente definidas, sejam o total da população mundial.

Não existirá classe média, apenas governadores e escravos. Todas as leis serão uniformes de acordo com um sistema legal de tribunais mundiais que praticam o mesmo código legal unificado, reforçados por uma força policial e militar para impor as leis nos países formados onde não existirão fronteiras. O sistema estará na base dum estado de bem-estar, aqueles que forem obedientes e subversivos para o Governo serão recompensados com os meios para sobreviver; os rebeldes irão simplesmente morrer a fome ou serão considerados fora-da-lei e serão um alvo para qualquer pessoa que os queira matar. Possuir armas de fogo ou qualquer tipo de arma serão proibidas entre o povo.

sábado, 28 de novembro de 2009

Crise financeira em Dubai: Rumo a um cenário de pesadelo?

por Mike Whitney
Global Research, 28 de Novembro 2009

Tradução: Revelatti

O ocorrido em Dubai não é o começo do 2° colapso financeiro. O efeito dominó não começa aqui. Sim, ele levanta sérias questões sobre a dívida de vasta saliência nas economias emergentes - especialmente da Europa. Mas, este não é um padrão "soberano" em sentido estrito, nem há grande risco de contágio. Rica em petróleo, Abu Dhabi é carregado com os ativos líquidos, talvez tanto quanto $ 800 bilhões. Eles podem pagar essas dívidas da Dubai World por "míseros" 60 bilhões de dólares sem problemas. Mas Abu Dhabi quer enviar o seu irmão mais novo de um vagabundo que acordou de ultima hora forçando Dubai para reestruturar a sua dívida. Isso significa que os bancos, obrigacionistas e contratados terão de fazer um corte de cabelo, o que não é surpreendente dada a péssima condição do mercado imobiliário comercial.

Donos do mundo de Dubai foram apanhados na mesma dívida abastecida pelo frenesi da construção comercial que varreu os Estados Unidos. O problema pode ser rastreado a padrões de empréstimo relaxados e baixas taxas de juros. Agora, a demanda tem caído de um penhasco e o crédito está ficando mais apertado. Dubai World não conseguiu pagar sua dívida ou cumprir as suas obrigações. Isso é o que normalmente acontece quando o crédito estoura as bolhas.

Na quinta-feira, analistas do Bank of America divulgaram um comunicado: "Não se pode governar para fora - como uma margem de risco - um caso em que isso se transforme em um problema de incumprimento grave, soberano, que passará a ressoar em mercados emergentes globais, da mesma forma que a Argentina fizera no início dos anos 2000 ou a Rússia no final de 1990. "

Isso é uma corrida. Não haverá um padrão soberano. Abu Dhabi não vai enviar para os mercados globais, jogando-os em queda livre para guardar alguns bilhões de dólares. B de A está soprando fumaça. Petróleo já caiu US$ 3 por barril desde o início da crise. Provavelmente haverá uma solução provisória até o momento da abertura dos mercados na segunda-feira. Isso não significa que não há importantes lições a serem aprendidas com esta última calamidade financeira. Há.

Primeiro, ele mostra que a crise financeira não acabou - famílias, empresas e países ainda estão desalavancagem. Este processo em curso irá diminuir gastos e aumentar a inadimplência, falências e execuções hipotecárias. Governo o garante e programas de estímulo não irão reverter as tendências dominantes. Mais incidentes como no mundo de Dubai deve ser esperados. Esses eventos de crédito podem atrapalhar a "recuperação" e estimular uma maior aversão ao risco, que vai empurrar estoques em baixa.

Arnab Das, da RGE Monitor resume assim: "Nós somos obrigados a ver um aumento da aversão ao risco. A situação de Dubai significa que, embora os principais bancos centrais do mundo ter estabilizado o sistema financeiro, eles não podem fazer todos esses excessos simplesmente desaparecerem. Nós ainda temos de trabalhar para fora aqueles balanços", salienta. "A recuperação está decorrendo, mas ainda temos desafios importantes pela frente." (Bloomberg News)

Segundo, quando esses incidentes ocorrem, há probabilidade de danos colaterais consideráveis de apólices de seguro não regulamentadas (padrão de crédito swap) que garantam as ligações. Esses derivativos CDS não são vendidos em uma troca pública de modo que ninguém sabe quem os detém, em quantidade, ou se quem o emite tem reservas de capital suficiente para pagar sinistros. Devemos esperar uma repetição da AIG outra vez (embora menor) até que o sistema seja regulamentado ou os CDS sejam proibidos. A linha de fundo, é que a atual arquitetura financeira não é projetado para funcionar e que se destina a fazer um punhado de especuladores muito ricos. Esses especuladores do próprio Congresso, a Casa Branca e os meios financeiros são a razão pela qual não houveram mudanças significativas na regulamentação.

Dubai não é a Argentina. Haverá uma resolução e contratados irão receber o pagamento, embora não "na íntegra". Não haverá perdas. Grandes perdas. Mas nenhum contágio.

Notícias de pagamento de Dubai "congelados" corroendo os mercados globais, onde a confiança dos investidores já era magra. O dólar e o iene fortalecidos e o Tesouro Americano sendo sugado. A "fuga para a segurança" está tornando-se duplamente difícil para o Fed reaquecer os preços dos ativos. Eventos de Dubai, como dizem os investidores de créditos nervosos, puxam seus chifres. E o que estende a queda e aprofunda a recessão.

Se a crise se arrasta em Dubai, o dólar ficará mais forte e o comércio florescente carregado irá falhar. Isso significa que retiradas massivas dos bancos (que são fortemente investidos em cargos de alto risco) sendo derrotados mais uma vez. Esse é o cenário de pesadelo.

O Fed tem envolvido os seus braços em torno do sistema financeiro e colocado garantias ilimitadas em trilhões de dólares de ativos de garantia desonestos. Mas isso pode não ser suficiente.

Fonte: Global Research - Financial Crisis in Dubai: Towards a Nightmare Scenario?

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Alerta Vermelho: A Segunda Onda do Tsunami Financeiro

A onda está ganhando força e pode atingir entre o primeiro e segundo trimestre de 2010

por Matthias Chang

Global Research, 22 de Novembro de 2009



Tradução: Revelatti

Muitos dos meus amigos que têm vindo recebendo meus e-mails de alerta ao longo dos últimos dois anos, lamentaram que nas últimas semanas, que eu ainda não tenha comentado sobre o estado da economia global. Eu aprecio a sua ansiedade, mas eles esquecem que eu não sou um analista de mercado que é pago para escrever artigos para atrair os investidores de volta ao mercado. Meu site é gratuito e não vende um boletim financeiro, não há nenhuma necessidade para mim para produzir previsões diárias ou análises.

No entanto, quando os dados são convincentes e suportam uma tendência inevitável, é hora para outra revisão. Este alerta vermelho permite que os visitantes do meu site para tomarem as medidas apropriadas para proteger a sua riqueza e bem-estar de suas famílias nos próximos meses.

Desde o último trimestre de 2008, a implacável guerra de moeda tem sido travada pelos principais economias mundiais e ao mesmo tempo nesta competição, até agora, tem sido não-antagônicas, que em breve será antagônico porque as diferenças inerentes são inconciliáveis. As consequências para a economia global serão devastadoras para as pessoas comuns, o desemprego em massa e instabilidade social estão asseguradas.

Os responsáveis políticos desses países confrontados com o colapso total da arquitetura financeira internacional terem concluído que a solução, a única solução é flexibilização quantitativa (isto é, a injeção maciça de liquidez) para salvar os bancos "gigantes falidos", que reaquecem suas deprimidas mães econômicas. Esta é melhor refletida em observação do desinteressado Bernanke de que "o governo dos EUA tem uma tecnologia, chamada de imprensa (ou hoje, o seu equivalente eletrônica), que lhe permite produzir tantos dólares EUA o quanto quiser ou pretenderem essencialmente a qualquer custo".

Este é o ponto crucial do problema!

De diferenças irreconciliáveis

Cerca de duas décadas atrás, foi decidido pelas elite financeira global que o quadro para a economia global é composto por:

1) Um derivado global baseada no sistema financeiro, controlado pelo Federal Reserve Bank EUA e seu adjunto bancos globais nos países desenvolvidos.

2) A re-localização do Ocidente para o Oriente na produção de mercadorias, principalmente para a China e a Índia, para "alimentar" as economias desenvolvidas.

Todo o sistema foi construído sobre um princípio simples, que de um FED-controlador da moeda de reserva mundial, que será o motor de crescimento para a economia global. É essencialmente um princípio imperialismo econômico.

Uma vez que compreender essa verdade fundamental, ostenta Bernanke de que "Os EUA podem produzir tantos dólares da forma que desejar, sem nenhum custo" assume uma dimensão diferente.

Eu tenho conversado com muitos economistas e quando perguntado qual é o centro do problema financeiro atual, todos respondem em uníssono: "São os desequilíbrios a níveis mundiais ... o Ocidente consome muito tempo e no Oriente poupa demais e não consome o suficiente ". Isto é exemplificado pelo enorme déficit comercial americano (o maior do planeta), por um lado e os excedentes maciços da China, do outro.

Incrível sabedoria e ecos quase todos nesse mantra. A recente reunião da APEC (Cooperação Economica da Asia e do Pacifico) concluiram não muito diferente. Esse mantra foi repetido, assim como o apelo a um comércio mais livre comércio entre as nações.

Esta é uma grande farsa. Todos os líderes atuais no palco do mundo estão corrompidos ao núcleo podre e, como tal, não têm interesse de chamar os bois pelos nomes e expor as contradições dentro do sistema financeiro existente.

O convite para um mundo multi-polar é sentido quando o sistema financeiro mundial baseia-se na reserva unipolar da moeda dólar americano. Esta contradição inerente ao sistema atual e os problemas a ela associados não podem ser resolvidos por uma outra moeda de reserva mundial baseada no especial do FMI de Direitos de Saque tal como defendido por alguns países. Ele foi morto, no momento em que foi concebido!

Os líderes da China, do Japão e os países produtores de petróleo do Oriente Médio são todos xingando e mijando sobre a situação atual, mas eles não têm a coragem de suas convicções para soletrar a seus compatriotas que foram enganados pelo mestres de giro financeiro do Fed sob as instruções do Goldman Sachs.

Diga-me que o líder ousaria admitir que eles tenham trocado a riqueza da nação para os documentos de banheiro?

A mímica do papel-moeda de banheiro continua

Chegamos agora a um impasse na guerra de moeda corrente, não muito diferente da situação da Guerra Fria entre os países do Pacto da OTAN e os países do Pacto de Varsóvia. Ambos os lados foram intimidados pelo MAD (Destruição Mútua Assegurada) e doutrinas de guerras nucleares. Os custos para ambos os lados eram horrendos e foi só quando a União Soviética não poderia continuar com o ritmo e o custo de manter uma dissuasão nuclear, e foi forçada a declarar falência, o saldo preterida em favor da aliança da OTAN.

Mas foi uma vitória de Pirro para os EUA e aliados. O que manteve a capacidade dos EUA para manter seu poderio militar e gastar mais do que a União Soviética era o direito de imprimir moeda papel higiênico e de aceitação do dólar EUA por seus aliados como moeda de reserva do mundo.

Mas por que os países aliados dos EUA durante a Guerra Fria aceitaram o status quo?

Simples! Eles estavam todos enganados em acreditar que sem a proteção do Big Brother e seu alcance militar, seriam engolidos pela ameaça comunista. Eles concordaram em marcha ao som do flautista EUA-Hamelin.

A próxima grande questão - Por que os chamados "liberados" ex-aliados comunistas do bloco soviético saltaram sobre o carro de propaganda?

Simples! Todos acreditavam na ilusão de que foi fomentada pelos bancos globais, liderado pelo Goldman Sachs de que o comércio e venda de seus produtos e serviços para a moeda de reserva de papel higiênico americana garantiria incalculáveis riquezas e prosperidade.

Mas o jogo mais importante da cidade foi a jogada da Ásia. Japão, após uma década de recessão após o estouro da sua bolha imobiliária, não têm os meios e a capacidade para levar O Jogo para o próximo nível, tal como previsto pelos arquitetos financeiros da Goldman Sachs.

E a China foi o maior beneficiário. A gerência sênior da Goldman Sachs negociaram um pacto secreto com líderes da China, que em troca de orquestrar a injeção maciça de mais capital de dólar americano e re-localização grossista de capacidade de produção na história da economia mundial, a China vai reciclar sua suada riqueza moeda de reserva em tesourarias americanas de papel higienico e outros instrumentos de dívida americanos.

Esta foi a condição prévia necessária para o cassino financeiro global subir para o próximo nível de jogo.

Por quê?

O Jogo Novo

Os arquitetos financeiros da Goldman Sachs tinha um plano diretor - dominar o sistema financeiro global. Os meios para alcançar esse poder financeiro era a sombra do sistema bancário, o eixo central que é o mercado de derivativos e securitização de ativos, reais e sintéticos. Trilhões nas apostas seriam enormes, em centenas de US$ e a maneira de transformar o mercado era através de alavanca enorme em todos os níveis do "Jogo" financeiro.

Mas havia uma fraqueza inerente ao regime geral - a ameaça da inflação, mais precisamente hiperinflação. Essas quantidades enormes de liquidez no sistema invariavelmente provocariam a desvalorização da moeda de reserva e da confiança no sistema.

Daí a necessidade de um sistema para manter a inflação dos preços e verificar a ilusão de que o poder de compra da moeda de reserva papel higiênico pode ser mantida.

Isto é onde a China entrou. Quando a China se tornou a fábrica do mundo, o problema seria resolvido. Quando um fato que, anteriormente, o custo US$ 600 pode ser tido por menos de US$ 100, e um par de sapatos por menos de US$ 5, o golpe cérebral concluiu que não haveria ameaça previsível para a maior operação de casino na história.

China concordou com a troca, uma vez que tem mais de um bilhão de bocas para alimentar e emprego para centenas de milhões precisava ser protegido, sem a qual o sistema não poderia ser mantido. Mas a China foi pragmática o suficiente para ter "dois sistemas econômicos" - uma Yuan de economia doméstica e uma economia de exportação à base de US$, na esperança de que os lucros e benefícios da economia de exportação permitira a China transformar e criar uma dinâmica interna viável e que o mercado, em tempo para substituir a economia de exportação dependente. Foi um acordo feito com o diabo, mas não há alternativas viáveis à data dos fatos, tanto mais que, após o colapso da União Soviética.

O nível seguinte do jogo

O próximo nível do Jogo foi atingido quando a moeda de reserva de papel higiênico virou literalmente virtual - através da operação de um simples clique do mouse nos computadores dos bancos globais.

Os meninos grandes do Goldman Sachs e outros bancos globais eram mais do que o conteúdo de sair de Las Vegas para a Máfia e seus milhões miseráveis em volume de negócios. Os lucros foram considerados pequenos quando comparado com as centenas de trilhões gerados pelo casino virtual. Foi uma conquista financeira além dos seus sonhos. Eles ainda se chamavam "Mestres do Universo". Criando uma enorme dívida foi O Jogo novo, e os meninos grandes que poderiam alavancar ainda mais de 40 vezes o capital! Os valores dos ativos subiu de liquidez que tanto perseguia tão poucos bons ativos.

No entanto, os magos financeiros não apreciaram e nem subestimaram a quantidade de produtos financeiros que foram necessários para mantêr O Jogo no jogo. Eles recorreram a engenharia financeira - a securitização de ativos. E quando ativos reais eram insuficientes para a securitização, os ativos sintéticos foram criados. Pouco tempo os suficientes resíduos tóxicos foram mesmo consideradas como instrumentos legítimos do Jogo, enquanto ela podia ser descarregada para otários gananciosos, sem recorrer aos autores destes chamados investimentos.

Por um momento, parecia que os magos financeiros tinham resolvido o problema de como alimentar o monstro do cassino global.

Infelizmente, a música parou e estourou a bolha! E como dizem o resto é história.

O Remédio Goldman Sachs

Quando as perdas são os trilhões de US$ e qualquer ativo/capital restante são os US$ bilhões, nós temos um grande problema - um buraco negro financeiro.

O remédio preferido pelos mentores financeiros da Goldman Sachs foi o de criar um outro embuste - que, se os grandes bancos mundiais estavam falhando provocando um colapso sistêmico, haveria o Armageddon. Estes "gigantes falidos" deveriam ser injetados nos bancos com uma imensa quantidade de dinheiro virtual para recapitalizar e livrar-se dos ativos tóxicos em seus balanços. Os principais bancos centrais dos países desenvolvidos em conjunto com a Goldman Sachs cantavam a mesma melodia. Todos os tipos de regimes foram invocados para legitimar essa ajuda.

Em essência, o que aconteceu foi a mera transferência de dinheiros do bolso esquerdo para o bolso direito, com a reviravolta que os bancos eram de fato ajudantes do governo para superar a crise financeira.

O Fed e os principais bancos centrais do mundo concordaram em emprestar "dinheiro virtual" para os "gigantes falidos" bancos globais em zero ou próximo de zero a taxa de juros desses bancos, por sua vez seria "depósitado" estas verbas com o Fed e outros bancos centrais de acordo com as taxas de juros. Estas operações são todas as entradas do livro simples. Outros "empréstimos" do Fed e os bancos centrais (mais uma vez no zero ou próximo de zero as taxas de juros) são usados para comprar as dívidas do governo, essas dívidas sendo o estímulo de verbas necessárias para relançar a economia real e criar empregos para os desempregados e voltar a crescer. Assim, em essência, esses bancos dão "dinheiro grátis" para emprestar ao governo a taxas de juros previamente acordadas com nenhum risco em tudo. É uma farsa!

Estas verbas não são ainda as contas de dólar, mas as entradas mero livro criado a partir de ar.

Assim, quando o Fed injeta US$ trilhões no sistema bancário, que se limita a quantidade de créditos nas contas dos "gigantes falidos" e os bancos no Fed.

Quando o sistema é aplicado ao comércio internacional, o mesmo modus operandi é usado para pagar pelas mercadorias importadas da China, Japão etc

Para o resto do mundo, quando compra bens denominados em US$, estes países devem produzir bens e serviços, vendê-los por dólares para adquirir mercadorias necessárias no seu país. Simplificando, eles têm de ganhar uma renda para comprar o que quer de bens e serviços necessários. Em contraste, tudo o que os EUA precisam fazer é criar fundos fora do ar e usá-los para pagar suas importações!

Os EUA pode ir longe com este esquema, porque tem a força militar para impor e fazer cumprir este embuste. Como afirmado anteriormente, este "status quo" foi aceito especialmente durante a Guerra Fria e com alguma relutância pelo colapso da União Soviética, mas com uma ressalva - que os EUA concordam em ser o consumidor de última instância. Este regime previsto de algum conforto, porque os países que venderam seus produtos para os EUA, agora podem usar os dólares para comprar mercadorias de outros países, mais de 80 por cento do comércio mundial é denominado em dólares, especialmente de petróleo, a salvação da economia global .

Mas com os EUA em falência total e dos seus cidadãos (os maiores consumidores do mundo), sendo incapaz de pedir mais fundos para comprar bens de fantasia da China, Japão e no resto do mundo, a demanda por dólar tenha evaporado. O status do dólar como moeda de reserva e sua utilidade está sendo questionada mais vocalmente.

O Fim do Jogo

A precipitação atual pode ser resumida em termos simples:

Se um país falido (os EUA) poderão usar o dinheiro criado a partir do ar para pagamento de bens produzidos com o suor e lágrimas dos cidadãos dos países exportadores de trabalhadores? Adicionando insulto à injúria, os mesmos dólares estão comprando agora muito menos do que antes. Então, qual é o uso de ser paga em uma moeda que está perdendo rapidamente o seu valor?

Por outro lado, os EU. está dizendo ao mundo todo, especialmente aos chineses que se eles não estão felizes com o status quo, não há nada para impedi-los de vender a outros países e aceitarem suas moedas. Mas se eles querem vender para o poderoso EUA, eles devem aceitar o papel moeda de reserva WC e seu direito de criar fundos fora do ar!

Trata-se do Jogo de poker e quem piscar primeiro perde e vai sofrer irreparáveis consequências financeiras. Mas quem tem a mão vencedora?

Os EUA não tem a mão vencedora. Nem a China, a mão vencedora.

Este estado de coisas não podem continuar por muito tempo, para o que os cartões americanos ou a China pode estar contemplando jogar na mesa para obter vantagens estratégicas, os ganhos de curto prazo seram pifios, pois ela não será capaz de resolver as contradições subjacentes antagônicas.

Quando a sobrevivência do sistema é dependente da disponibilidade de crédito (isto é, acumulando mais dívidas) é apenas uma questão de tempo antes que tanto o devedor e o credor chegar à conclusão inevitável de que a dívida nunca será paga. E a menos que o credor esteja disposto a amortizar a dívida, recorrendo a meios drásticos para cobrar a dívida inevitável.

Seria ingênuo pensar que os EUA seriam tranquilos em permitirem serem vedados! Quando chegarmos a esse estágio, a guerra será inevitável. Será o Eixo EUA-Reino Unido-Israel contra o resto do mundo.

O Preludio do Fim do Jogo

A economia americana caira em uma espiral fora de controle nos próximos meses, e atingirá o ponto crítico, até ao final do 1 º trimestre de 2010 e implodir pelo 2 º trimestre.

Os maciços US$ trilhões de dólares de estímulo não conseguiram recuperar a economia. A transfusão de sangue maciça pode ter mantido vivo o paciente, mas há muitos sinais de falência de múltiplos órgãos.

Haverá uma outra onda de execuções de obras residenciais e mais importante de imóveis comerciais até ao final de dezembro e início de 2010. E as propriedades impedidas em 2009, levaram à diminuição dos preços, uma vez que vêm através do gasoduto. Casas e valores de propriedade comercial vao despencar. Balanços dos bancos ficaram feio e os lucros "recorde" nos últimos dois trimestres de 2009 não vai cobrir o adicional de tinta vermelha dos próximos.

Dada a situação acima, o Fed vai continuar a comprar títulos lastreados em hipotecas para sustentar os mercados? O Fed já gastou trilhões de compra de hipotecas Fannie Mae e Freddie Mac com nenhum comprador potencial substituto à vista. Portanto, o balanço do Fed de equilíbrio é tão tóxico como os bancos "gigantes falidos" que se salvaram.

Nestas circunstâncias, não faz sentido para alguém afirmar que o pior já passou e que a economia global está a caminho da recuperação.

E o mais certo sinal de que nem tudo está bem com os grandes bancos é o recente discurso do presidente do Federal Reserve Bank de Nova York, William Dudley em Princeton, Nova Jersey, quando disse que o Fed poderia reduzir o risco de crise de liquidez futuras fornecendo um recuo para as empresas de solvente com garantias suficientes.

Este aviso e garantia que merece maior atenção. Em primeiro lugar, é uma contradição afirmar que uma empresa de solvente com garantias suficientes, de fato encontra uma crise de liquidez para justificar a necessidade de recorrer ao Fed. É de fato uma admissão de que os bancos não estão suficientemente capitalizados e quando a segunda onda do tsunami atingi-los novamente, a confiança vai ser muito deficiente.

Dudley realmente disse que "o banco central poderia comprometer-se a ser o emprestador de última instância ... [e isso iria reduzir] o risco de pânico provocado pela incerteza entre os credores sobre o que pensam os outros credores ".

Para ser franco que ele está dizendo é que o Fed vai envidar esforços para evitar a repetição do colapso do Bear Stearns, do banco Lehman Brothers e do AIG. É também uma indicação de que os restantes grandes bancos estão em apuros.

É interessante notar que um relatório de Bloomberg no início de novembro, revelou que o Citigroup e o JP Morgan Chase foram acumulando dinheiro. O primeiro quase duplicou a sua participação em dinheiro para US$ 244,2 bilhões de dólares. No caso deste último, o tesouro de caixa ascenderam a US$ 453,6 bilhões. No entanto, dada a acumulação de os principais bancos, o New York Federal Reserve Bank teve de tranqüilizar a comunidade financeira que está pronto para injetar liquidez maciça para sustentar o sistema.

Deve vir como nenhuma surpresa que o valor do dólar está se dirigindo para o sul.

Quando a volatilidade das moedas estão sendo degradadas, há aumentos no mercado de ações. Mas os ganhos não compensam os riscos e se alguém ainda está no mercado, eles serão eliminados no 1 º trimestre de 2010. O S&P pode ter disparado no início do ano, mais de 25 por cento, mas foi fora realizada por ouro. Os ganhos também têm ficado aquém da taxa oficial de inflação americana. Tem, de fato, entregue um retorno total após a inflação de cerca de menos 25 por cento. Quando Meredith Whitney observou que, "Eu não sei o que está acontecendo no mercado agora, pois não faz sentido para mim", é hora de sair do mercado rapidamente.

Em um relatório para seus clientes, a Société Générale advertiu que a dívida pública seria maciça nos próximos dois anos - 105 por cento do PIB no Reino Unido, 125 por cento, nos EUA e na Europa e 270 por cento no Japão. Dívida global atingiria US$ 45 trilhões de dólares.

Em algum momento, todas essas dívidas devem ser restituídos. Como é que essas dívidas serão restituídas?

Se formos pelo que Bernanke está pregando e praticando, isso significa mais de moeda de papel higiênico será criada para liquidar as dívidas.

Como resultado, a degradação das moedas vai continuar e isso vai agravar ainda mais as tensões existentes entre as economias concorrentes. E quando os credores têm bastante desse golpe de papel higiênico, é de se esperar reações violentas!

Fonte: Global Research - Red Alert: The Second Wave of The Financial Tsunami

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Climategate - A máfia no debate do clima

Créditos de: Blog Direto da Metsul

O escândalo já ganhou nome. Climategate. E às vésperas de uma conferência mundial sobre mudanças climáticas. Mensagens trocadas ao longo da última década entre os maiores nomes da comunidade científica que defendem a influência humana no aquecimento global revelam tentativas de manipulação de dados e sonegação de informações no que alguns cientistas já classificam como uma "conspiração" para fraudar a cieência. Tudo veio à tona após hackers terem invadido os computadores da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, um dos principais centros mundiais de pesquisa sobre as mudanças climáticas. Mais de mil arquivos foram roubados, incluindo 1.079 emails e 72 documentos, trocados ao longo dos últimos 13 anos entre os cientistas. O material inclui mensagens de James Hansen, diretor do Goddard Institute for Space Studies da NASA; Michael Mann, famoso pelo gráfico hockey stick que produziu para mostrar que a Terra passa pelo período mais quente em mil e anos e que depois foi acusado de ser uma fraude matemática; Gavin Schmidt, especialista em modelagem climática da NASA; e Stephen Schneider, professor da Universidade de Stanford e consultor de Al Gore. Em comunicado, a universidade de East Anglia confirmou a invasão de seus computadores, mas se negou a dizer se os arquivos que passaram a circular pela internet eram autênticos.



O jornalista Andrew Revkin, especialista em meio ambiente do jornal norte-americano New York Times, confirmou com vários dos envolvidos nas discussões a autenticidade de suas mensagens. "Estes documentos vão, sem dúvida, levantar muitas dúvida sobre a qualidade das pesquisas e das ações de alguns cientistas", disse Revkin. Nas mensagens, existem frases que podem deitar por terra as teorias mais alarmistas relacionadas com o aquecimento global.



Numa delas, alegadamente escrita por Phil Jones, responsável pela unidade de estudos climáticos da Universidade de East Anglia, pode ler-se sobre a necessidade de em um gráfico (acima) se "esconder a queda da temperatura no planeta" por meio de um "truque" já utilizado por Michael Mann. Procurado, Mann se negou a responder se o conteúdo do seu correio eletrônico era verdadeiro e se resumiu a qualificar a ação dos hackers de criminosa.

From: Phil Jones
To: ray bradley ,mann@XXXX, mhughes@XXXX
Subject: Diagram for WMO Statement
Date: Tue, 16 Nov 1999 13:31:15 +0000

Dear Ray, Mike and Malcolm,

Once Tim's got a diagram here we'll send that either later today or first thing tomorrow.

I've just completed Mike's Nature trick of adding in the real temps to each series for the last 20 years (ie from 1981 onwards) amd from 1961 for Keith's to hide the decline. Mike's series got the annual land and marine values while the other two got April-Sept for NH land N of 20N. The latter two are real for 1999, while the estimate for 1999 for NH combined is +0.44C wrt 61-90. The Global estimate for 1999 with data through Oct is +0.35C cf. 0.57 for 1998.

Thanks for the comments, Ray.

Cheers
Phil

Prof. Phil Jones
Climatic Research Unit Telephone XXXX
School of Environmental Sciences Fax XXXX
University of East Anglia
Norwich

Em entrevista à revista australiana "Investigate", Jones disse que não se recorda exatamente o que queria dizer há dez anos com aquela expressão, mas que não era sua intenção enganar ninguém. Em diversas mensagens de correio eletrônico, Kevin Trenberth do National Center for Atmospheric Research (NCAR) e outros cientistas discutem as dificuldades em entender recentes variações da temperatura do planeta e o caráter ‘inadequado da nossa rede de observação'.

From: Kevin Trenberth
To: Michael Mann
Subject: Re: BBC U-turn on climate
Date: Mon, 12 Oct 2009 08:57:37 -0600
Cc: Stephen H Schneider , Myles Allen , peter stott , "Philip D. Jones" , Benjamin Santer , Tom Wigley , Thomas R Karl , Gavin Schmidt , James Hansen , Michael Oppenheimer

Hi all

Well I have my own article on where the heck is global warming ? We are asking that here in Boulder where we have broken records the past two days for the coldest days on record. We had 4 inches of snow. The high the last 2 days was below 30F and the normal is 69F, and it smashed the previous records for these days by 10F. The low was about 18F and also a record low, well below the previous record low.

The fact is that we can't account for the lack of warming at the moment and it is a travesty that we can't. The CERES data published in the August BAMS 09 supplement on 2008 shows there should be even more warming: but the data are surely wrong. Our observing system is inadequate.***


Em um correio eletrônico, Phil Jones pede ao seu interlocutor que sejam "destruídos" qualquer mensagem que ele tenha relacionada ao AR4, sigla para o relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) da ONU, publicado em 2007.

Mike, Can you delete any emails you may have had with Keith re AR4? Keith will do likewise. He's not in at the moment - minor family crisis. Can you also email Gene and get him to do the same? I don't have his new email address. We will be getting Caspar to do likewise.

A revelação dos e-mails fez a festa dos céticos quanto às teses mais alarmistas sobre a influência humana no clima do planeta. Blogs e páginas na internet dedicadas a oferecer teses alternativas às mudanças do clima, apontadas como decorrentes de causas naturais, passaram a reproduzir as mensagens e repercuti-las. Para o jornalista Andrew Bolt, do jornal australiano The Herald, um crítico de longa data das teses alarmistas, trata-se de um dos maiores escândalos da ciência moderna. "Os e-mails sugerem conspiração, conluio para exagerar o aquecimento, possivelmente destruição de informações, resistência organizada a tornar público os dados usados nas pesquisas, confidências sobre falhas em seus estudos e muito mais", declarou Bolt. As mensagens ainda trazem uma montagem fotográfica com os rostos de pesquisadores céticos no aquecimento sobre um pedaço de gelo flutuante.



Um dos e-mails chega a comemorar a notícia da morte de um cético de longa data, o australiano John Daly, morto em 2004. "Isso é horrível" afirmou Pat Michaels, climatologista do Cato Institute em Washington que é atacado nos e-mails desviados. "Isso é que todos temiam. Ao longo dos anos, se tornou cada vez mais difícil para qualquer um que seja descrente de que o aquecimento global seja o fim do mundo publicar trabalhos. Isso não é prática questionável, mas falta de ética", acusou Michaels. O pesquisador alemão Mojib Latif, do Instituto Leibniz de Pesquisas Marinhas, disse não poder acreditar que "exista uma máfia tentando impedir que trabalhos críticos sejam publicados".

A invasão dos computadores teria partido de um site ‘ambientalista-cético' chamado "The Air Vent" que divulgou o material, mediante um arquivo "zipado" com 61 megabites. A página opera a partir de um servidor russo e foi encerrada algumas horas depois, quando todo o conteúdo já se encontrava disseminado na internet. O jornal inglês "The Telegraph" chama o caso de "Climategate" e considera preocupante para os investidores em energia verde. "Se você detém quaisquer ações de empresas ligadas a energias alternativas, deve começar a livrar-se delas imediatamente", aconselhou o diário britânico. (por Alexandre Amaral de Aguiar, diretor de comunicação da MetSul Meteorologia)