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quinta-feira, 19 de março de 2009

Presidente do Cazaquistão: Contra a crise, uma moeda global

Nursultan Nazarbaev, presidente do Cazaquistão, sugere a criação de uma moeda única para todos os países com o objetivo de combater as oscilações do dólar, uma moeda “descontrolada e não democrática”

REDAÇÃO ÉPOCA


Presidente do Cazaquistão acha que moeda internacional pode ajudar o mundo a combater a crise

Nursultan Nazarbaev é presidente do Cazaquistão desde o fim da União Soviética. Ele já foi acusado de promover eleições fraudulentas, de tentar suprimir a oposição e agora propôs uma das soluções mais bizarras para salvar o mundo da crise econômica. A criação de uma moeda única mundial, que serviria para substituir o dólar, “uma moeda descontrolada, que não é democrática e nem livre”.

Nazarbaev lançou a ideia em um artigo no jornal russo Rossiskaya Gazeta e passou toda a semana fazendo discursos em defesa do projeto, que seria controlado pelas Nações Unidas. “Precisamos iniciar uma transição para um sistema monetário global, baseado em algo legítimo para todos os países”, afirmou. Segundo ele, o nome da nova moeda seria “acmetal”, a junção da palavra grega “acme” (que significa topo ou melhor) com “capital”. Isso acarretaria, segundo o cazaque, uma mudança do sistema vigente na maior parte do mundo – do capitalismo para acmetalismo.

Nesta quinta-feira (12), Nazarbaev lançou uma ideia semelhante, mas em menor escala, e sugeriu que os países da Comunidade Econômica da Eurásia (Belarus, Cazaquistão, Quirguistão, Rússia e Tadjiquistão) adotem uma moeda única, que se chamaria “euras”. Para ele, tanto os acmetals quanto os euras serviriam para proteger as economias das oscilações do dólar.

De acordo com uma análise do site da rádio Free Europe, que tem noticiário voltado para países nos quais a democracia não está totalmente estabelecida, a sugestão de Nazarbaev é para consumo interno. Bastante afetado pela crise, o Cazaquistão viu sua moeda (o tenge) desvalorizar muito e os preços subirem rapidamente. Assim, o ditador estaria tentando mostrar à população que está trabalhando para conter a crise e que a culpa é do dólar.

FONTE

->Ele só falou o que vai acabar ocorrendo, que já está planejado a muito tempo e que está em fase final de concretização.A época dá um ar de ridículo quando fala da solução dita pelo presidente,(que é para o leitor pensar que é uma coisa ridícula), como se os sinais pelo mundo todo não estivessem acontecendo.E o que sempre é dito por eles como ridiculo acaba ocorrendo.O esquema é o seguinte: Problema -reação-solução.Eles criam o problema e depois aparecem como salvadores do mundo com suas soluções que sempre são bem aceitas pelas "ovelhinhas", digo, pela imensa maioria da população.E como a elite controla todas as corporações de midia e informação, eles só "falarão" depois que o lixo estiver instaurado.

sábado, 7 de março de 2009

Analistas da CNBC : Banco Global e Moeda Mundial dentro de 15 anos(NOM).

Globalistas exploram a crise financeira e se passam como salvadores com o intuito de atingirem a nova ordem econômica mundial.

Paul Joseph Watson
Friday, February 27, 2009

Tradução: Otávio Fernandes

Stephen Galo, analista líder de Mercado pelo câmbio de relações exteriores Schneider disse ontem na CNBC que a crise financeira conduzirá a criação de um banco central global e a uma moeda única dentro de 15 anos, ecoada pelo apelo dos principais globalistas, que tem explorado os problemas criados por eles mesmos para nos levar a uma nova ordem financeira mundial.

Enfatizando a importância da introdução do Euro, Galo afirmou que a “moeda foi o ponto de partida onde todos nós fomos conduzidos globalmente a uma base monetária para os próximos 15 anos”.

Ressaltando que uma das causas da crise financeira foi uma larga expansão do suplemento de capitais em bases globais, Gallo disse, “Nas próximas décadas os bancos centrais precisarão olhar com mais cuidado com o suplemento de capitais globais ao invés de se preocuparem com o suplemento de capitais dentro de suas próprias fronteiras, uma necessidade de alguma forma de um banco central global unidos por bancos centrais em maiores áreas monetárias que seriam conduzidos e controlados por um banco central mundial.

Como já havíamos dito anteriormente, a elite tem explorado do problema criado por eles mesmos, com o propósito de nos conduzir para um sistema econômico mundial que seria implementado através de uma ditadura financeira global.


O primeiro ministro Britânico Gordon Brown, lideres da Comunidade Européia como Joaquim Almunia e a mídia dirigente, Wall Street Journal entre outros tem usado a crise econômica como pretexto para discutir um poder financeiro em larga escala , ou seja, “a nova ordem econômica mundial, cujo o controle será concentrado na mão de poucos - com o IMF e o Banco mundial, que desfrutariam de suas glórias.


O secretário de negócios do Reino Unido e um dos principais membros da Bilderberg Peter Mandelson também fizeram um apelo para a nova “Bretton Woods” desse século com o intuito principal de ajudar na construção da maquina de governança econômica global.


O ex - Primeiro Ministro do Reino Unido Tony Blair, a Chanceler da Alemanha Ângela Merkel e o presidente Francês Nicolas Sarkozy fizeram o mesmo apelo na conferencia em Paris pelo futuro do capitalismo no mês passado.

Já Merkel clama pela criação de uma nova economia global comandada pela ONU, similar ao conselho de segurança, para fazer o julgamento das políticas governamentais.


Sarkozy, durante um de seus discursos exigiu por um “novo mundo” e um “novo capitalismo” que ele descreveu como o capitalismo do século 21, na qual a participação do estado seria fundamental.


Ao mesmo tempo, Blair exigia uma nova ordem financeira que deveria ser baseada em “valores que não teriam como meta o lucro a um curto prazo”.


Os globalistas criaram o problema financeiro de uma total irresponsabilidade na pequena reserva bancária, na bolha de dívida e na quebra do crédito, inflacionando o suplemento de capitais, e agora eles se oferecem como os salvadores da crise, prometendo concerta-la, mas isso somente ocorreria se o controle completo do sistema global fosse dado a eles de mão beijada.


Como Ron Paul, Peter Schiff e outras pessoas do mesmo ramo tem incansavelmente debatido é que a única maneira de solucionar a crise é permitir bancos e empresas incompetentes de irem à falência, ao invés de ficarem recompensando seus atos criminosos dando-lhes milhões de dinheiro dos pagadores de impostos. A única maneira de recapitalizar o mundo é dar incentivos para os que realmente merecem, os verdadeiros trabalhadores, não jogando crédito para o alto, o que tem sido a principal causa do problema.


Os globalistas que clamam por uma ordem econômica global centralizada não estão nem um pouco interessados em solucionar a crise, mas sim em se fortalecerem cada vez mais com o controle do sistema financeiro mundial.

FONTE

->Diria até que está infeliz realidade está muito mais proxima do que se imagina.Com todo esse caos financeiro e economico (que eles mesmos criaram) juntamente com os desastres geológicos e alimenticios que estão por vir (inversão dos pólos e o codex-alimetarius, por exemplo) não dou nem 5 anos para a nova ordem mundial estar definitivamente implantada.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Explicações Micro Chips, Uma Moeda Mundial, Um So Governo - Vídeo

Umas das melhores explicações que já vi sobre o sistema mundial de uma so moeda, que todos nos já estamos usando, chamado créditos e débitos,.
Esse vídeo Dublado em português, mostra e fala sobre a implementação de micro chips. para as pessoas poderem comprar e vender, sobre o código de barras em todos os produtos, fala sobre um único governo mundial, uma só moeda (micro chip), chamado Nova Ordem Mundial.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Zeitgest Addendum - Legendado

Sequência de Zeitgeist, refere-se ao principal problema discutido no filme anterior - o sistema económico global corrompido - fornecendo novas evidências, e oferecendo alternativas.


quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Zeitgeist - Original (legendado)

Pra quem não sabe Zeitgeist é um documentário proibido de rodar aqui no Brasil que mostra toda a ligação Religião - bancos - Terrorismo - Dominação.
Na verdade o documentário vai além, ele mostra que Jesus não passa de um mito, explica o real porque das guerras mundiais, como funciona os Bancos Centrais e mostra que há pessoas mais importantes que o rei por trás do trono.

domingo, 2 de novembro de 2008

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

1933 - IBM E O HOLOCAUSTO

IBM e o Holocausto é a história surpreendente da aliança estratégia da IBM com a Alemanha Nazi - que se iniciou em 1933, nas primeiras semanas da ascensão de Hitler ao poder, e perdurou durante boa parte da Segunda Guerra Mundial. À medida que o Terceiro Reich executava seu plano de conquista e genocídio, a IBM ajudava a criar soluções tecnológicas capacitadas, passo a passo, desde os programas de identificação e catalogação da década de 1930 até os processos selectivos da década de 1940

Apenas depois da identificação dos judeus - tarefa gigantesca e complexa que Hitler queria que fosse segregá-los para rápido confisco de seus bens, isolamento em guetos, deportação, trabalho escravo e, finalmente, em termos de tabulação cruzada e de recursos organizacionais, eram tão monumentais que exigiam a utilização de computador. Evidentemente, na década de 1930, ainda não havia computador. Mas já existia a tecnologia Hollerith de cartões perfurados da IBM.

Com a ajuda dos sistemas Hollerith da IBM, adaptados às necessidades dos clientes e sob constante actualização, Hitler foi capaz de automatizar a perseguição aos judeus. Os historiadores sempre se espantaram com a velocidade e precisão com que os nazistas conseguiam identificar os judeus europeus. Até hoje, as peças do quebra-cabeça ainda não foram totalmente encaixadas. O fato é que a tecnologia da IBM organizou quase tudo na Alemanha e, em seguida, na Europa Nazista, abrangendo a identificação censitária dos judeus, os processos de registro, os programas de rastreamento de ancestrais, o gerenciamento de ferrovias e a organização do trabalho escravo em campos de concentração.


A IBM e sua subsidiária alemã projectavam sob medida, uma a uma, as complexas soluções, antecipando-se às necessidades do Reich. Não se limitavam a vender as máquinas e ir embora. A IBM alugava os equipamentos, recebendo para tanto alta remuneração, e era a única fornecedora dos bilhões de cartões de que Hitler precisava. IBM e o Holocausto conduz o leitor ao longo da complexa trama de conluio entre a empresa e o Terceiro Reich e destrincha a escamoteação estruturada de todo o processo, entremeada de acordos verbais, cartas sem data e intermediários em Genebra - tudo empreendido enquanto os jornais reverberavam relatos de perseguição e destruição. igualmente arrebatador é o drama humano de uma das mentes mais brilhantes de nosso século, o fundador da IBM, Sr. Thomas Watson, que cooperou com os nazis por amor ao lucro.


Somente pela assistência tecnológica da IBM Hitler foi capaz de atingir os números assombrosos do Holocausto. Edwin Black agora desvendou um dos últimos grandes mistérios do Holocausto: Como Hitler conseguiu os nomes ?

Edwin Black
http://photos1.blogger.com/blogger/1917/1625/1600/Edwin.jpg

é filho de sobreviventes polacos, residente em Washington, é autor de premiada investigação sobre as finanças do Holocausto, The Transfer Agreement, e especialista em relações comercias do Terceiro Reich.

VÍDEO – IBM E O REGIME NAZI