terça-feira, 30 de março de 2010

Os escravos dos juros

Créditos de: Inacreditável

Nós temos um sistema monetário feudal

“Deixar seu dinheiro trabalhar” – o que parece soar bem, encobre todavia o fato de que é outra pessoa que deve trabalhar para que alguns obtenham rendimentos com juros. E este “outra pessoa” não tem a menor chance de se livrar da escravidão dos juros. Como os juros, via de regra, não podem ser pagos (principalmente aqui os juros da dívida pública – NR), forma-se uma sociedade de escravos dos juros, cuja bancarrota está pré-programada.

A crise financeira não é na realidade uma “crise financeira”, mas sim uma crise do sistema de papel moeda. Para se entender melhor e poder avaliar as conseqüências, deve-se saber o que seja dinheiro: dinheiro não é nada mais do que dívida.

Não existe dinheiro per se, mas sim somente dívidas, e os correspondentes títulos de dívida, que nós chamamos de “dinheiro”. O papel-moeda é uma promissória para exigir de volta a dívida. Todavia, não é somente questionável se isso funciona. Praticamente é impossível – devido aos juros.

Os bancos não emprestam o dinheiro existente, eles fornecem crédito. Isso quase não é observado, mas faz uma importante diferença. Dinheiro é criado do nada e totalmente desprovido de esforço próprio, simplesmente através do apertar de um botão do sistema bancário, do qual as empresas, Estado e cidadãos devem tomá-lo emprestado contra o pagamento de juros.

O dinheiro necessário para o pagamento está girando, todavia não o dinheiro para os juros. Este deve ser emprestado novamente do sistema bancário contra novos juros. Se todos fossem saldar suas dívidas, não haveria mais dinheiro, mas sim as dívidas dos juros.

Não importa por quanto tempo este jogo seja jogado, a soma de todo o dinheiro existente será sempre menor que a soma de todas as dívidas mais os juros. Por isso os bancos precisam sempre de garantias. Todo ano cerca de 5% destas devem ser leiloadas, caso elas não possam ser mais refinanciadas através de novas dívidas com ainda mais juros.

Isso é matemática elementar. Assim que as pessoas não queiram mais se endividar ou não apresentem mais garantias, todo este golpe do dinheiro desmorona. Este acontecimento aparece forçosamente, pois as dívidas crescem exponencialmente e as garantias, entretanto, não podem acompanhar em um mundo limitado.

Ao final do sistema, o Estado tem que atuar sobre esta lacuna de dívida através da dívida pública de crescimento explosivo. Somente o Estado passa então a ser ainda um devedor confiável, pois ele pode desapropriar “na marra” seus cidadãos.

Com métodos fascistas, como a limitação dos direitos civis, a eliminação do sigilo bancário, a instauração de um Estado Controlador (tudo justificado com fantasiosos perigos), o sistema é mantido vivo artificialmente ainda por um tempo. Mas aqui também existem limites, os quais são alcançados o mais tardar quando os pagamentos dos juros dos Estados superarem o ganho bruto de todos os cidadãos.

Através da necessidade permanente inserida no sistema monetário – sempre contra novas dívidas para os juros e juros dos juros – aparece por um lado uma espiral de endividamento com forte crescimento, e de outro um aumento rápido e constante do capital. A distribuição de pobres (escravos dos juros) para ricos (senhores feudais) através dos juros e impostos torna-se cada vez mais dinâmica. Títulos públicos e impostos aumentam de forma exponencial em tal sistema.

Ao final é como o jogo Banco Imobiliário, onde todas as ruas, casas, estações, companhias de energia e de abastecimento d’água já foram cedidas. Quem nada possui, este deve somente andar em círculos (= trabalhar). Porém, o dinheiro que se ganha quando o campo “sorte” é alcançado (= salário), não é mais suficiente para a próxima rodada.

Aquele que possui menos de cerca de 400 mil Euros de capital próprio é um escravo dos juros, pois ele deve pagar mais juros do que ele recebe. E ele deve trabalhar para aqueles que possuem mais. Isto é intrínseco em nosso sistema monetário com dívidas obrigatórias e efeitos dos juros compostos. Nós temos um sistema monetário feudal:

- escravos dos juros: capital próprio menor que 400.000 Euros

- cidadão livre: a partir de 400.000 Euros de capital

- senhores feudais: mais de mil Euros de juros por dia

Tal sistema favorece aqueles que estão de posse de um determinado patrimônio. Este aumenta pelos juros quase que automaticamente. Nenhuma chance têm aqueles que se situam abaixo da “massa crítica de capital”.

Cada escravo dos juros, que tenta acumular os cerca de 400.000 Euros através do trabalho honesto, é sugado até a morte através de despesas e impostos progressivos.

O círculo vicioso do efeito dos juros: pagamentos de juros estão no preço de cada produto, e encarecem estes, portanto: juros significam automaticamente que as dívidas aumentam e com isso deve-se pagar mais juros. Conseqüência: o sistema precisa de mais devedores. E isso é a grande massa.

E desta forma pode-se caracterizar a crise dos subprimes como uma crise do sistema, porque o sistema deve procurar continuamente outras maneiras de endividar as pessoas. Quando isso não for mais possível, o Estado deve segurar. Com isso o círculo vicioso se fecha.

O Estado aumenta o montante da dívida, então a conseqüência é o aumento dos impostos devido ao maior pagamento de juros. O indivíduo tem quase nenhuma chance de sair deste círculo vicioso.

Ao final aparece a bancarrota do Estado, equivalendo-se à total desapropriação de seus súditos. Isto pode acontecer através de uma deflação/depressão extrema ou através da hiperinflação.

O único dilema do sistema permanece no fato de que através dos juros, mais dívidas são criadas. Caso a grande massa não esteja mais na condição de suportar mais dívidas, então o Estado atua. A partir de um determinado montante, deve estar claro a todos que estas dívidas não poderão ser mais pagas.

Também deve estar claro ao conhecedor do sistema de que o devedor, em última instância, nunca deverá pagar suas dívidas. Pois o dinheiro apareceu das dívidas. Caso elas sejam pagas, desaparece também o dinheiro. Ele se dissolve.

Este paradoxo não pode vazar para o conhecimento público. Pois como os “pequenos devedores” devem pagar suas dívidas, enquanto os grandes devedores não devem fazê-lo em hipótese alguma, senão o sistema entra em colapso?

Temos então finalmente algo a ver com aquilo que os insiders chamam de “ilusão do dinheiro”. Não existe dinheiro, mas somente dívidas. O fato que os títulos de dívida (ou seja, dinheiro) sejam aceitos como meios de pagamento se apóia na ilusão de que as dívidas podem ser saldadas. Mas isso nunca é possível no sistema.

Caso uma grande faixa do público venha a saber, poderia acontecer uma grande crise da humanidade. Pois o sistema de dinheiro funciona por toda a parte. Consequentemente a derrocada está programada por toda a parte.

Existem claro especialistas do sistema de dinheiro (somente poucos no mundo), os quais defendem a tese de que as dívidas podem aumentar indefinidamente. Isso fala contra, que a “ilusão do pagamento” desaparece com o forte aumento das dívidas. Mais além, dívidas altas criam nas diversas pessoas uma repulsa na questão dinheiro. Mais e mais as pessoas se interessam pelo mecanismo e se perguntam: “o que é de fato o dinheiro?

Caso a maioria torne-se atenta ao paradoxo do dinheiro, ela perde a fé no “meio de pagamento” – e com isso ele perde seu poder de compra.

A fé no “dinheiro” é somente então comparável à concepção de antigamente, que o mundo seja um disco. Naquela época foi a igreja que atuou com todos os meios contra a nova concepção de mundo – para manter seu poder. Nós podemos ficar apreensivos com o que acontecerá a seguir, para manter por todos os meios a concepção que temos do dinheiro.

O que vem a seguir, isso ninguém sabe.

Bem-vindos à primeira murdocracia mundial

Créditos de: Resistir.info

por John Pilger


http://resistir.info/pilger/imagens/rupert_murdoch.jpg

Adelaide é a cidade festiva da Austrália. O seu festival de arte está dando o que falar. Debates civilizados, estética e vinho de muitas octanas estão a ditar leis ao mundo. Com uma excepção. Adelaide é o sítio onde Rupert Mordoch iniciou o seu império. O trilho devorador começou aqui. Não existe nenhuma estátua; a dele é uma presença espectral, que controla o único jornal diário, e também as empresas gráficas. Em toda a Austrália, ele controla quase 70 por cento da imprensa da capital e o único jornal nacional, e a Sky Television, e muitas outras coisas. Bem-vindos à primeira murdocracia do mundo.

O que é uma murdocracia? É onde a fidelidade e o acréscimo de editores e gestores de Murdoch existem sem disfarce, uma inspiração ao seu coro em sete continentes, onde mesmo os seus competidores cantam em uníssono e os políticos sagazes prestam atenção ao murdoquismo: "Como é que vai ser? Um cabeçalho por dia ou um balde de merda por dia?"

Embora a veracidade desta famosa observação seja por vezes posta em causa, o espírito dela não é. Atacado por uma pneumonia, o antigo primeiro-ministro John Howard arrastou-se para fora da cama para prestar vassalagem ao homem a quem devia muitos baldes vazios. O seu sucessor, Kevin Rudd, foi a correr a uma audiência obrigatória com Murdoch em Nova Iorque antes da sua eleição. Isto é um padrão em todo o planeta. Antes de subir ao poder, Tony Blair voou até uma ilha ao largo de Queensland para subir à tribuna azul Newscorp e defender o tratcherismo e a desregulamentação dos meios de comunicação diante da cara papuda que acenava com a cabeça na fila da frente. No dia seguinte, o Sun elogiava Blair como alguém que "tem visão [e] fala a nossa linguagem sobre a moral e a vida familiar".

Murdoch sabe que pouco separa os principais partidos políticos da Austrália, da Grã-Bretanha e da América. Porta-se como um homem. Em 1972, apoiou Gough Whitlam da Austrália que se revelou um reformador radical, ameaçando mesmo denunciar as bases espiãs da América. Um Murdoch furioso agitou os seus jornais contra Whitlam com histórias tão escandalosamente deformadas que jornalistas rebeldes do The Australian queimaram o jornal no meio da rua. Isso nunca mais se repetiu.

Os temas dominantes na murdocracia australiana, para além do desporto e das coscuvilhices sobre celebridades, são a promoção da guerra e o nacionalismo exacerbado, a política externa americana, Israel e o paternalismo para com os aborígenes, o povo indígena mais empobrecido do mundo, segundo a ONU. Este antiquado combatente da guerra-fria não se deve inteiramente à imprensa de Murdoch, evidentemente, mas a agenda sim. Quando o tirano indonésio general Suharto esteve prestes a ser derrubado pelo seu próprio povo, o editor-chefe do The Australian, Paul Kelly, chefiou uma delegação de editores da maior parte dos principais jornais da Austrália a Jakarta. Com Kelly ao lado, o assassino de massas, que os pasquins de Murdoch promoveram a "moderado", aceitou o tributo de todos eles.

O lacaio de Murdoch mais descarado, senão mesmo ridículo, é Greg Sheridan, editor do estrangeiro do The Australian. Numa das suas peregrinações aos Estados Unidos, local da sede de Murdoch, Sheridan escreveu, "Os EUA são o melhor argumento possível para a desregulamentação dos meios de comunicação. Todas as manhãs, saltito entre a Fox, a CNN e a MSNBC enquanto como os cereais… porque é que demorou tanto tempo para a TV a pagar chegar à Austrália?" Estava a referir-se, instintivamente, à Foxtel, a companhia de TV paga, do seu patrão. Quanto ao terrorismo, Sheridan acusa o "chomskismo pilgerista" de "alimentar ideologicamente os seguidores de Osama bin Lenin, desculpem, Laden".

Uma das campanhas mais eficazes da murdocracia australiana foi a lavagem dum passado colonial sangrento, incluindo uma série de ataques ao distinto cronista do genocídio aborígene, professor Henry Reynolds, e ao director do Museu Nacional da Austrália, Dawn Casey, por terem ousado apresentar a verdade sobre o sofrimento indígena. O grande historiador independente da Austrália, o falecido Manning Clark, foi caluniado pelo Courier-Mail de Murdoch como um agente vermelho, depois como uma fraude, no mesmo estilo com que o London Sunday Times de Murdoch caluniou o membro do parlamento do partido Labour, Michael Foot, como sendo um agente soviético.

Uma coisa parecida espera todo aquele que questionar a manipulação da recordação do sacrifício de sangue da Austrália em prol do imperialismo, o antigo e o novo. Visando os jovens, um "novo patriotismo" sentimental atinge o clímax anual em 25 de Abril, aniversário do desastre da primeira guerra mundial em Gallipoli [1] , conhecido por Dia Anzac [2] . A mensagem é um militarismo aberto que promove as invasões do Afeganistão e do Iraque. Assim, o primeiro-ministro Rudd diz, de modo absurdo, que as forças armadas são a profissão mais elevada da Austrália.

Estas falsas bandeiras estão constantemente viradas para Israel, que assiste a uma corrente de jornalistas australianos apoiados e pagos por grupos sionistas. O resultado é a reportagem apologética de acções criminosas que evoca os grandes pacificadores como Geoffrey Dawson, editor do The Times nos anos 30. O debate sobre declarados crimes de guerra não chegou à Austrália. Que um antigo e um actual primeiro-ministros britânicos tenham sido convocados a depor perante o inquérito Chilcot em Londres, é encarado com estupefacção porque aqui nunca aconteceria uma coisa dessas. Mas John Howard, que também invadiu o Iraque, detém uma espécie de recorde por ter afirmado 30 vezes num só discurso que sabia que Saddam Hussein tinha um "verdadeiro programa maciço" de armas de destruição maciça.

A emissora nacional, a Australian Broadcasting Corporation, há muito que foi intimidada pela imprensa de Murdoch sob a forma obsessiva da campanha travada contra a BBC. Financiada directamente pelos governos, a ABC não tem a independência nominal e a protecção do sistema britânico através do recurso a uma taxa de TV para a difusão pública. No ano passado, o HarperCollins, propriedade de Murdoch, foi recompensado com uma lucrativa "parceria" com o ramo editorial da ABC, o ABC Books.

Em 1983, havia 50 importantes empresas que dominavam os meios de comunicação mundiais. Em 2002, estavam reduzidas a nove. Rupert Murdoch diz que acabará por haver apenas três, incluindo a sua própria. Se aceitarmos isto, os meios de informação e o controlo da informação serão a mesma coisa, e passaremos a ser todos cidadãos de uma murdocracia.

Urânio empobrecido: Um crime de guerra dentro de uma guerra criminosa

Créditos de: Resistir.info

por William Bowles

Como se destruir um país e a sua cultura não fosse o suficientemente, o que dizer acerca da destruição do seu futuro, dos seus filhos? Quero bradar isto de cima dos telhados! Somos cúmplices em crimes de tamanha enormidade que acho difícil encontrar as palavras para descrever o que sinto acerca deste crime cometido em meu nome! Em nome do mundo "civilizado"?

"Esqueça-se do petróleo, da ocupação, do terrorismo ou mesmo da Al-Qaeda. O perigo real para os iraquianos destes dias é câncer. O câncer está a propagar-se rapidamente no Iraque. Milhares de bebês estão nascendo com deformidades. Os médicos dizem que estão lutando para enfrentar o aumento do câncer e dos defeitos natos, especialmente em cidades sujeitas a pesado bombardeamento americano e britânico". — Jalal Ghazi, para New America Media

Segundo Dahr Jamail,

"Os militares estado-unidenses e britânicos utilizaram mais de 1700 toneladas de urânio empobrecido (depleted uranium, DU) no Iraque durante a invasão de 2003 (Jane's Defence News, 4/2/04) acima da 320 toneladas utilizadas na Guerra do Golfo de 1991 (Inter Press Service, 3/25/03). Literalmente, todas as pessoas com quem falei no Iraque durante os meus nove meses de reportagem ali sabem de alguém que sofre ou morreu de câncer.

(...)

Ghazi cobriu Faluja, a qual absorveu a carga de duas maciças operações militares dos EUA em 2004, até 25 por cento dos nascituros têm sérias anormalidades físicas. As taxas de câncer em Babil, uma área a Sul de Bagdad, elevaram-se de 500 casos em 2004 para mais de 9000 em 2009. O Dr. Jawad al-Ali, director do Centro de Oncologia em Bassorá, disse à Al Jazeera English (10/12/09) que houve 1885 casos de câncer no ano de 2005, agora de 1250 a 1500 pacientes visitam o seu centro a cada mês. — 'The New 'Forgotten' War' By Dahr Jamail, 15 March, 2010

Mesmo a BBC foi forçada a reconhecer a realidade (Ouçam: 'Child deformities 'increasing' in Falluja' 4 March, 2010). Mas é verdade que pesquisei o sítio web da BBC em busca do vídeo clip que havia visto na semana passada, de modo que fui poupado às cenas horrorosas que testemunhara, registadas no hospital principal de Faluja. Se isto tivesse sido uma herança de Saddam, teríamos visto imagens como aquelas acima repetidas infindavelmente nos mass media, completadas com resoluções da ONU e tudo o mais.

Esta peça curta colocada no sítio web da BBC finalizava assim:

"Numa declaração, o Pentágono disse que "Nenhum estudo até à data indicou questões ambientais que resultassem em questões específicas da saúde. Munições não explodidas, incluindo dispositivos explosivos improvisados, são um perigo reconhecido" ".

Fim da história, tanto quanto o que preocupa a BBC. Assim, como é que isto não é uma manchete? Mesmo a Coligação Travem a Guerra (Stop the War Coalition) mal menciona o assunto, mais preocupada aparentemente com os apuros dos guerreiros do imperialismo, dos guerreiros britânicos que dispararam esta coisa imunda não só contra inocentes iraquianos como também contra inocentes da antiga Jugoslávia e do Afeganistão. Mas então somos os cidadãos do Império, o que explica porque Stop the War tem pouco ou nada a dizer sobre o assunto.

"Quando disseram que o urânio empobrecido era a arma preferida do império estado-unidense, eles mentiam. A palavra 'empobrecido' é um truque de relações públicas. Ela faz parece que o material nuclear está esgotado. Não está. É urânio. Vamos chamá-lo urânio. Por outras palavras, DU é o resíduo nuclear de baixo nível. O DU também pode conter traços significativos de "neptúnio, plutónio, amerício, tecnícium-99 e urânio-236". – http://tuberose.com/

As declarações do governo britânico e estado-unidense de que o Depleted Uranium é uma arma "convencional" são contraditadas pelos factos:

  • O armamento com urânio empobrecido (DU) cumpre a definição de armas de destruição em massa em duas de três categorias sob o U.S. Federal Code Title 50 Chapter 40 Section 2302.
  • Desde 1991, os EUA libertaram atomicidade equivalente a pelo menos 400 mil bombas de Nagasaki na atmosfera global. Isto é 10 vezes a quantidade libertada durante testes atmosféricos, a qual era o equivalente a 40 mil bombas de Hiroshima. Os EUA contaminaram permanentemente a atmosfera global com poluição radioactiva que tem uma semi-vida de 2,5 mil milhões de anos.
  • Os EUA conduziram ilegalmente quatro guerras nucleares na Jugoslávia, Afeganistão e duas vezes no Iraque desde 1991, chamando o DU de armamento "convencional" quando de facto é armamento nuclear.
  • O DU no campo de batalha tem três efeitos sobre sistemas vivos: é um veneno químico como metal pesado, um veneno "radioactivo" e tem um efeito de "partícula" devido à dimensão das partículas que é de 0,1 mícrons ou mais pequeno.
  • Os planos para o DU como armamento são de um memorando de 1943 do Gen. L. Groves, do Projecto Manhattan, que recomendou o desenvolvimento de materiais radioactivos como armas de gás venenoso – bombas sujas, mísseis sujos e balas sujas.
  • As armas com DU são penetradoras com energia cinética muito efectiva, ainda mais efectiva do que as bio-armas uma vez que o urânio tem uma forte afinidade química para estruturas de fosfato concentradas no DNA.
  • O DU é o Cavalo de Tróia da guerra nuclear – ele mantém-se presente e continua a matar. Não há maneira de limpá-lo e nenhuma maneira de anulá-lo porque ele continua a desintegrar-se em outros isótopos radioactivos em mais de 20 passos.
  • Terry Jemison do U.S. Department of Veterans Affairs declarou em Agosto de 2004 que mais de 518 mil veteranos do Golfo (período de 14 anos) estão agora com incapacidade médica e que 7.039 foram feridos no campo de batalha naqueles mesmo período. Mais de 500 mil veteranos dos EUA estão sem casa.
  • Em alguns estudos de solados que tiveram bebés normais antes da guerra, 67 por cento dos bebés pós-guerra nasceram com defeitos graves – com falta de cérebro, olhos, órgãos, pernas e braços e doenças do sangue.
  • No Sul do Iraque, cientistas estão a relatar níveis de radiação gama no ar cinco vezes mais elevados, o que aumenta a carga corporal diária dos habitantes. De facto, o Iraque, a Jugosláveis e o Afeganistão são inabitáveis.
  • O câncer começa com uma partícula alfa sob as condições certas. Um grama de DU é da dimensão de um ponto nesta sentença e liberta 12 mil partículas alfa por segundo. – http://tuberose.com/
De modo que todas vocês, pessoas alegadamente civilizadas, o que estão a fazer acerca disto?

PS: Oh, esqueci-me das armas com DU fornecidas a Israel pelos EUA, também lançadas sobre o povo de Gaza.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Pará: Bebê morre ao receber a vacina contra a gripe A

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial

Itaituba - Em Fordlândia, sudoeste do Pará, foi registrada a morte de um bebê, de apenas 1 ano e 4 meses, após a aplicação da vacina contra o vírus H1N1.

Na última terça-feira (23), o menino recebeu a primeira dose da vacina e horas depois começou a passar mal. De acordo com informações a criança já estaria com febre antes de tomar a medicação.

De volta ao posto de saúde o bebê foi medicado com antialérgico, porém o estado de saúde se agravou ainda mais. A criança foi levada de barco para Itaituba mais faleceu durante a viagem.

Fontes:
NOTapajos (globo Pará) : Bebê morre ao receber vacina contra Gripe A

domingo, 28 de março de 2010

China Reporta Problemas de Paralisia com a Vacina Contra a Gripe Suína / H1N1

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial

Guangzhou/China - Autoridades de controle e prevenção de doenças em Guangzhou (Cantão) receberam relatos de que algumas crianças ficaram doentes ou paralisadas após receberem a vacina contra o H1N1, em meio ao atual escândalo da vacina na província de Shanxi.

Após uma investigação inicial, alguns casos em Guangzhou, capital da província de Guangdong, têm sido estranhamente ligados à vacinação, disse Wang Ming, diretor do Centro de controle e prevenção de Doenças de Guangzhou.

"Nós conduzimos uma investigação imediata após o recebimento dos relatórios. Até agora, não podemos dizer se os casos estão definitivamente ligados com a vacinação", disse Wang a Yangcheng Evening News na quarta-feira.

É necessária mais investigação para preparar uma avaliação completa, segundo Wang.

Em um caso recente, Xian Weijian, um estudante de 10 anos do distrito de Baiyun, descobriu que não podia se apoiar na perna esquerda na noite depois que recebeu uma vacina contra a gripe H1N1 na escola na segunda-feira.

Xian foi dos 1.000 alunos que receberam a vacinas na escola naquele dia. O resto dos alunos não desenvolveu qualquer doença ou sintomas desconfortáveis.

"Meu filho não tinha quaisquer problemas de saúde antes de receber a vacina. Devev haver problemas com a vacina", disse o pai de Xian.

Xian foi enviado ao hospital infantil de Guangzhou para tratamento posterior.

"Se descobrirmos que os casos estão relacionados à vacina, iremos realizar uma investigação mais aprofundada e punir seriamente as pessoas envolvidas", disse Wang.

O relatório do inquérito inicial foi apresentado às autoridades governamentais, mas Huang Sui, um oficial de imprensa do Serviço de Saúde de Guangzhou, disse que ainda não foi fixada data para a publicação do relatório.

O prefeito de Guangzhou, Zhang Guangning, também pediu aos departamentos relacionados para conduzirem um inquérito exaustivo sobre o caso na terça-feira após receber um telefonema de uma mulher local.

A mãe alegou que seu filho de 15 anos desenvolveu paralisia nas pernas depois de receber a vacina H1N1 no ano passado.

"Ele ficou paralisado após receber a vacina. Como podemos acreditar que seu problema não tem nada que ver com a vacinação?" , perguntou ela.

Fontes:
China Daily: More vaccine problems reported

Provas de que o esqualeno é perigoso para a saúde

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial

Vejo em vários lugares na imprensa brasileira afirmacões intermináveis de que o esqualeno é seguro, que até temos ele em nosso corpo e alguns indo mais além dizendo que ele realmente realmente faz bem quando injetado.

O esqualeno é um composto químico que ocorre na natureza e até mesmo nosso corpo o produz, isto é realmente verdade. O esqualeno é também vendido em lojas de produtos naturais como óleo de tubarão. Isto é claro, é como a OMS e as autoridades brasileiras de saúde mostram o inofensivo esqualeno. A questão é que ingerir o esqualeno é incomparável a injetá-lo. Pegue por exemplo, o ácido estomacal. Ele é um ácido super forte, que nós não podemos viver sem, mas você não iria querer que alguem injetasse este ácido no seu braco.

À primeira vista, ele parece bom e até mesmo parece fazer sentido. No entanto, o esqualeno tem história.

Na Guerra do Golfo, vários veteranos foram vacinados contra o vírus Anthrax, que continha esqualeno. Isto causou a Síndrome da Guerra do Golfo, que devastou as vidas de muitas vítimas, causando limphodenopatia, artrite rematóide, danos ao sistema nervoso, fatiga crônica, fibromialgia, lupus, lesoes na pele incuráveis, perda de memória, convulsões, Syndrome de Sjogren, doença de Raynaud, dores de cabeça crônicas, esclerose múltipla, entre outros problemas.

A OMS no intanto afirma que agora sabe-se que esqualeno não foi adicionado ao vacinas administradas a esses veteranos, e aponta deficiências técnicas no relatório que sugere uma associação causal.

Em 2000 um estudo publicado no "American Journal of Pathology" demonstrou que uma única injeção do adjuvante esqualeno em ratos desencadeou uam inflamação crônica nas articulacoes, também conhecida como artrite rematóide.
Existem ligações também do esqualeno com artrite rematóide, por este forçar uma alta resposta do sistema imunológico por longos períodos.


The Endogenous Adjuvant Squalene Can Induce a Chronic T-Cell-Mediated Arthritis in Rats
http://ajp.amjpathol.org/cgi/content/abstract/156/6/2057

Estes estudos a seguir mostram que praticamente todas as pessoas (95%) com os sintomas da Síndrome da Guerra do Golfo tinham anti-corpos contra o esqualeno e haviam sido vacinadas com a vacina contra o Anthrax que continha esqualeno.

Antibodies to squalene in Gulf War syndrome.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10640454

Antibodies to squalene in recipients of anthrax vaccine.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12127050

Ministra da saúde francesa duramente interrogada sobre os conflitos de interesse na vacinação contra o H1N1

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial

A ministra da saúde francesa, Roselyne Bachelot, foi submetida ontem a um severo interrogatório, que foi muito pior do que o esperado, na câmara parlamentar do senado da França, sobre o papel desempenhado nas empresas farmacêuticas do país na campanha de vacinação em massa contra a gripe suína.

Presidida por François Autain e Alain Milon, a comissão do Senado interrogou Bachelot por duas horas e meia sobre os potenciais conflitos de interesse, perguntando por que o governo comprou 94 milhões de doses de vacinas contra a gripe suína, por que os contratos tinham sido colocadas sob sigilo, se especialistas do governo foram realmente imparciais, e por que os médicos de família tinha sido excluído da campanha de vacinação em massa, relatou o jornal Le Monde.

Verificou-se durante o inquérito que a Novartis aceitou uma indenização de 16% para o excedente de vacina contra a gripe suína.

O governo, no entanto, não conseguiu chegar a um acordo com a GlaxoSmithKline ou a Sanofi, Batchelot revelou.

Apenas cerca de 7 milhões de pessoas na França aceitaram a insuficientemente testada vacina da gripe suína - para a qual as empresas farmacêuticas foram dadas imunidade - deixando o governo com um estoque de quase 90 milhões de doses.

Veja abaixo o noticiário sobre a vacinação na França:



Fontes:
Le Monde: oselyne Bachelot rejette les critiques sur sa gestion de la grippe A

Nova GESTAPO Européia Espionará Britânicos

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial


Até primeiro de Janeiro, a Europol foi uma polícia financiada por vários estados para ajudar a combater o crime organizado internacional. Mas agora ela renasceu como o braço oficial de coleta de inteligência criminal da União Européia e Bruxelas estendeu ainda mais os seus poderes.

Ela poderá ter como alvos mais do que simplesmente o crime organizado e o ônus da prova necessária para iniciar um acompanhamento individual foi rebaixado.

A Europol foi também absorvida pela superestrutura da UE, e por isso vai ser financiada de forma central, removendo uma prova chave de sua independência.

Vários ativistas noite passada expressaram preocupação sobre a vaga lista de "crimes graves" que a agência pode ajudar a investigar, que incluem racismo, xenofobia, crime ambiental e corrupção. Entre os dados pessoais que podem ser recolhidos e armazenados estão: "dados comportamentais", incluindo "estilo de vida e de rotina, movimentação, locais freqüentados", situação fiscal e perfis de DNA e de voz.

Quando for relevante, a Europol também será capaz de manter os seguintes dados de uma pessoa: "opiniões políticas, crenças religiosas ou filosóficas ou a filiação sindical, e dados relativos à saúde e à vida sexual".

Sean Gabb, diretor da Aliança Libertária, advertiu que esta mudança ameaça o nosso direito à liberdade de expressão.

"Não me surpreende estes assustadores poderes tenham sido entregues a Europol", disse ele. "Nós vivemos agora em um estado pan-europeu, e era de se esperar que ele teria uma força de polícia federal com poderes sobre nós."
"Existe um perigo real de que se opor às políticas da UE poderia levar um indivíduo a ser preso."
"Por exemplo, se Bruxelas adotar uma postura linha-dura em matéria de alterações climáticas, é possível que alguém que transmite o seu ceticismo sobre as mudanças climáticas poderá ser acusado de cometer um crime ambiental por haver prejudicado os esforços da UE para salvar a humanidade."

Timothy Kirkhope, líder do Partido Conservador no Parlamento Europeu, disse que "o novo mandato da Europol expandiu significativamente os seus poderes."
"Há uma possibilidade real de que este vago mandato lhe permitirá gradualmente estender suas áreas de intervenção ainda mais."

O Ministério do Interior insistiu que as mudanças foram no interesse da Grã-Bretanha.

Um porta-voz disse: "A Europol está agora em uma posição muito mais forte para melhor apoiar a nossa luta contra sérios crimes-organizados e ao terrorismo."

Fontes:
Express.co.uk: NEW EU GESTAPO SPIES ON BRITONS
Site da Europol

terça-feira, 23 de março de 2010

As cinco sequências da fase de deslocamento geopolítico global

Créditos de: Resistir.info

por GEAB [*]

Neste fim do primeiro trimestre de 2010, no momento em que nas frentes monetárias, financeiras, comerciais e estratégicas os sinais de confrontações multiplicam-se a nível internacional, enquanto a violência do choque social da crise se confirma no seio dos grandes países e conjuntos regionais, o LEAP/E2020 está em condições de fornecer a primeira sequenciação antecipativa do desenrolar desta fase de deslocamento geopolítico mundial.

Figura 1. Recordamos que esta fase não pode ser um prelúdio para uma reorganização perene do sistema internacional senão se, daqui até o meio desta década, as consequências do ruir da ordem mundial herdada da Segunda Guerra Mundial e da queda da Cortina de Ferro, forem plenamente extraídas. Esta evolução implica nomeadamente uma remodelação completa do sistema monetário internacional a fim de substituir o sistema actual fundamentado no dólar americano por um sistema baseado numa divisa internacional cujo valor derive de um cabaz das principais moedas mundiais ponderadas pelo peso respectivo das suas economias.

Ao publicar no ano passado nesta mesma época uma mensagem neste sentido numa página inteira do Financial Times, na véspera da cimeira do G20 em Londres, havíamos indicado que a "janela de tiro" ideal para uma tal reforma radical situava-se entre a Primavera e o Verão de 2009, sem o que no fim de 2009 o mundo entraria na fase de deslocamento geopolítico global [1] .

O fracaso da cimeira de Copenhaga em Dezembro de 2009, que pôs fim a cerca de duas décadas de cooperação internacional dinâmica sobre este assunto, num fundo de conflitos crescentes entre americanos e chineses, e de divisão ocidental sobre a questão [2] , é assim um indicador pertinente que confirma esta antecipação dos nossos investigadores. As relações internacionais degradam-se no sentido de uma multiplicação das tensões (zonas e personagens) enquanto a capacidade dos Estados Unidos para desempenhar o seu papel de condutor [3] , ou mesmo muito simplesmente de "patrão" dos seus próprios clientes, esfuma-se a cada mês um pouco mais [4] .

Figura 2. Neste fim do primeiro trimestre de 2010 pode-se nomeadamente sublinhar:

  • a degradação regular das relações sino-americanas (Formosa, Tibete, Irão, paridade dólar-yuan [5] , baixa das compras de Títulos do Tesouro dos EUA, conflitos comerciais múltiplos, ...]
  • as dissensões transatlânticas crescentes (Afeganistão [6] , NATO [7] , contratos de fornecimento da US Air Force [8] , clima, crise grega, ...)
  • a paralisia decisional de Washington [9]
  • a instabilidade incessante no Médio Oriente [10] e o agravamento das crises potenciais Israel-Palestina e Israel-Irão.
  • o reforço da lógicas do blocos regionais (Ásia, América Latina [11] e Europa em particular)
  • a volatilidade monetária [12] e financeira [13] mundial agravada
  • a inquietação reforçada acerca dos riscos soberanos
  • a crítica crescente do papel dos bancos estado-unidenses associada a uma regulamentação visando regionalizar os mercados financeiros [1]
  • etc.

Paralelamente, num fundo de ausência de retomada económica [15] , as confrontações sociais multiplicam-se na Europa enquanto nos Estados Unidos o tecido social é pura e simplesmente desmantelado [16] . Se o primeiro fenómeno é mais visível que o segundo, é contudo o segundo o mais radical. O domínio da ferramenta de comunicação internacional por parte dos Estados Unidos permite-lhe mascarar as consequências sociais desta destruição dos serviços públicos e sociais americanos num fundo de pauperização acelerada da classe média do país [17] . E esta dissimulação é tanto mais facilitada porque, ao contrário da Europa, o tecido social americano é atomizado [18] : sindicalização fraca, sindicatos muito sectorizados sem reivindicação social geral, identificação histórica da reivindicação social com atitudes "anti-americanas" [19] , ... É verdade que, dos dois lados do Atlântico (e no Japão), os serviços públicos (transportes em comum, polícia, bombeiros, ...) e sociais (saúde, educação, aposentadoria, ...) estão em vias de desmantelamento, quando não o são pura e simplesmente encerrados; que as manifestações [20] , por vezes violentas, se multiplicam na Europa enquanto as acções de terrorismo interno ou de radicalização política [21] são cada vez mais numerosas nos Estados Unidos.

Na China, o controle crescente da Internet e dos media é sobretudo um indicador fiável do nervosismo agravado dos dirigentes de Pequim no que se refere ao estado da sua opinião pública. As manifestações sobre as questões de desemprego e de pobreza continuam a multiplicar-se, contradizendo o discurso optimista dos líderes chineses sobre o estado da sua economia.

Na África, a frequência dos golpes de Estado acelera-se desde o ano passado.

Na América Latina, apesar dos números macroeconómicos bastante positivos, a insatisfação social alimenta riscos de mudanças de rumos políticos radicais, como se viu no Chile.

Figura 3. O conjunto destas tendências está em vias de constituir muito rapidamente um "coquetel sócio-político explosivo" que conduz directamente a conflitos entre componentes da mesma entidade geopolítica (conflitos estados federados/estado federal nos Estados Unidos, tensões entre Estados membros na UE, entre repúblicas e federação na Rússia, entre províncias e governo central na China), entre grupos étnicos (ascensão dos sentimentos anti-imigrados um pouco por toda a parte) e recurso ao nacionalismo nacional ou regional [23] para canalizar estas tensões destrutivas. O conjunto desenrola-se num fundo de pauperização das classes médias no Estados Unidos, no Japão e na Europa (em particular no Reino Unidos e nos países europeus e asiáticos [24] onde as famílias e as colectividades estão cada vez mais endividadas).

Neste contexto, o LEAP/E2020 considera que a fase de deslocamento geopolítico mundial se vai desenrolar de acordo com cinco sequências temporais, que são desenvolvidas neste GEAB Nº 43, a saber:

0. Iniciação da fase de deslocamento geopolítico mundial – 4º trim. 2009 / 2º trim. 2010
1. Sequência 1: Conflitos monetários e choques financeiros
2. Sequência 2: Conflitos comerciais
3. Sequência 3: Crises soberanas
4. Sequência 4: Crises sócio-políticas
5. Sequência 5: Crises estratégicas

Neste número do GEAB, nossa equipe apresenta igualmente os oito países que lhe parecem mais perigosos do que a Grécia em matéria de dívida soberana, ao mesmo tempo que apresenta a sua análise da evolução pós-crise da economia financeira em relação à economia real. Finalmente, o LEAP/E2020 apresenta as suas recomendações mensais (divisas, activos, ...), inclusive com certos critérios para uma leitura mais fiável das informações no contexto particular da fase de deslocamento geopolítico mundial.

Notas:

(1) Joseph Stiglitz e Simon Johnson não dizem outra coisa quando consideram que a crise está em vias de se tornar uma oportunidade falhada de reforma do sistema financeiro mundial que vai levar rapidamente a novos choques. Fonte: USAToday , 12/03/2010

(2) Americanos e europeus têm posições diametralmente opostas sobre este assunto e a chegada ao poder de Barack Obama não fez senão tornar mais complicado o posicionamento público dos europeus (uma vez que eles se afirmaram à partida como "obamófilos") sem mudança dos dados de fundo.

(3) Mesmo no domínio da investigação, o lugar dos Estados Unidos recua muito rapidamente. Assim, a classificação mundial das melhores instituições de investigação não conta com mais de seis instituições americanas entre as quinze primeiras, contra quatro europeias e duas chinesas; e nenhuma nos três primeiros lugares. Fonte: Scimago Institutions Rankings 2009 , 03/2009

(4) Como é ilustrado pela atitude de Israel que a partir daqui age de modo quase insultuoso em relação a Washington. É um indicador importante pois ninguém melhor que os aliados mais próximos está em condições de perceber o grau de impotência de um império. Os inimigos ou os aliados recentes ou afastados são incapazes de uma tal percepção pois não têm um acesso tão íntimo ao poder central, nem um recuo histórico suficiente para poder detectar uma tal evolução. O editorial de Thomas Friedman no New York Times de 13/03/2010 ilustra bem o desconcerto das elites americanas face à atitude cada vez mais desenvolta dos seu aliado israelense, e igualmente a incapacidade da administração americana para reagir com firmeza a esta desenvoltura.

(5) O tom sobe consideravelmente sobre esta questão, que se torna um jogo de poder tanto simbólico como económico para Pequim, assim como para Washington. Fontes: China Daily , 14/03/2010; Washington Post , 14/03/2010.

(6) A provável retirada de um grande número de tropas da NATO para fora do Afeganistão em 2011 leva assim a Rússia e Índia a desenvolverem uma estratégia comum, nomeadamente com o Irão, para prevenir um retorno dos talibans aos poder! Fonte: Times of India , 12/03/2010

(7) Além da queda do governo holandês sobre a questão do Afeganistão, é agora da Alemanha que vem a ideia de integrar a Rússia na NATO, uma boa velha ideia russa, com o pretexto de que a NATO não é mais pertinente na sua forma actual. Fonte: Spiegel , 08/03/2010

(8) Os europeus estão muito exasperados após a decisão de Washington de eliminar de facto a oferta europeia do grande contrato de renovação dos fornecedores da US Air Force. Esta decisão provavelmente marca o fim do mito (em voga na Europa) de um mercado transatlântico dos armamentos. Washington não deixará outras companhias além das suas ganharem estes grandes contratos. Os europeus vão portanto ter de encarar seriamente abastecerem-se essencialmente junto à sua indústria de defesa. Fonte: Financial Times , 09/03/2010

(9) Mesmo o Los Angeles Times de 28/02/2010 reflectia as inquietações do historiador britânico Niall Ferguson , o qual considera que o "império americano" a partir de agora pode afundar-se do dia para a noite como foi o caso da URSS.

(10) E o facto de o conjunto do mundo árabe estar doravante fortemente afectado pela crise económica mundial vai acrescentar-se à instabilidade regional crónica. Fonte: Awid/Pnud , 19/02/2010

(11) A Venezuela equipa-se assim com aviões de caça chineses. Uma situaçáo de cenário de ficção política há apenas cinco anos. Fonte: YahooNews , 14/03/2010

(12) Como havíamos antecipado nos GEAB anteriores, quando se dissipar a "crise grega" retorna-se às realidades das tendências pesadas da crise e, como por acaso, desde há alguns dias começa-se a ver novamente análises que põem em perspectiva a perda pelos Estados Unidos da sua classificação AAA referente à sua dívida; e ao fim do estatuto de moeda de reserva do dólar. Fontes: BusinessInsider/Standard & Poor's , 12/03/2010

(13) O gráfico abaixo ilustra a volatilidade cada vez mais forte que caracteriza as praças financeiras e que, segundo LEAP/E2020, é um indício de grande risco sistémico. Se se examina a rentabilidade do New York Stock Exchange ao longo de mais de 180 anos, constata-se que os anos da década passada (2000-2008 e poder-se-ia certamente acrescentar 2009) figuram nos extremos dos melhores e dos piores resultados. É um resultado estatisticamente improvável a não ser que os mercados financeiros, e as tendências que os animam, tenham entrado numa fase de incerteza radical, destacadas da economia real e da sua inércia. A dimensão das ordens dadas nos mercados financeiros mundiais reduziu-se assim 50% em cinco anos, sob o efeito da automatização e dos métodos de "alta frequência" , aumentando portanto a sua volatilidade potencial. Fonte: Financial Times , 21/02/2010

(14) A recente advertência do secretário de Estado do Tesouro dos EUA, Thimoty Geithner, respeitante aos riscos de deriva transatlântica em matéria de regulamentação financeira não é senão o último indício desta evolução. Fonte: Financial Times , 10/03/2010

(15) Último exemplo até à data: a Suécia que pensava ter atravessado a crise encontra-se novamente mergulhada na recessão diante dos muito maus resultados do 4º trimestre de 2009. Fonte: SeekingAlpha , 02/03/2010

(16) A taxa de desemprego nos EUA doravante está em torno dos 20%, com picos de 40% a 50% para as classes sociais desfavorecidas. Para evitar enfrentar esta realidade, as autoridades americanas praticam em muito grande escala uma manipulação dos números da população activa e da população em busca de emprego. O artigo de Steven Hansen publicado em 21/02/2010 no SeekingAlpha e intitulado "Which economic world are we in?" apresenta uma perspectiva interessante a respeito.

(17) Uma análise certamente radical mas muito bem documentada e bastante pertinente desta situação é desenvolvida por David DeGraw no Alternet de 15/02/2010.

(18) Fonte (inclusive os comentários): MarketWatch , 25/02/2010

(19) É a suspeição do "Vermelho", que dormiria em cada sindicalista ou manifestante por causas sociais.

(20) Mesmo nos Estados Unidos onde os estudantes manifestam-se contra os aumentos dos direitos de matrícula e onde a população inquieta-se com o encerramento da metade das escolas públicas numa cidade como Kansas City, ao passo que em Nova York são 62 as brigadas de bombeiros que vão ser suprimidas. Fontes: New York Times , 04/03/2010; USAToday , 12/03/2010; Fire Engineering , 11/03/2010

(21) De Joe Stack aos Tea Parties , a classe média americana tende a radicalizar-se muito rapidamente desde meados de 2009.

(22) A despesa nominal é o valor total das despesas numa economia não corrigida da inflação. É de facto o valor da procura total. Constata-se neste gráfico que a crise assinala um colapso da procura.

(23) O termo regional é utilizado aqui no sentido geopolítico, de conjunto regional (UE, Asean, ...).

(24) Assim, na Coreia do Sul, o endividamento das famílias continua a agravar-se com a crise enquanto as empresas acumulam reservas de liquidez ao invés de investir pois não crêem na retomada. Fonte: Korea Herald , 03/03/2010


15/Março/2010

[*] Global Europe Anticipation Bulletin

Vírus de Porco é Encontrado Misturado na Vacina Contra o Rotavírus

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial

Saiu no DocGuide ontem, além de várias outros veículos de comunicação, que a GSK e a FDA confirmaram que foi encontrado o DNA de um vírus suíno na vacina Rotarix da GSK.

Apesar de afirmar que este vírus de porco não causa doenças, a vacina foi suspensa nos EUA e a agência de saúde da europeia está pedindo informações urgentes ao laboratório.

Foi descoberto que o DNA estava presente desde os estágios iniciais de produção da vacina.

Cabe lembrar que a GSK, ou GlaxoSmithKline, é uma das fabricantes das vacinas sendo utilizadas neste momento no Brasil, juntamente com a Sanofi, que está sendo processada na França por não fornecer informações sobre efeitos colaterais de vacina contra hepatite B. A Sanofi também foi uma das empresas responsáveis por vender remédios para hemofílicos contaminados com HIV. Isto é fato, foi reportado por várias emissoras de TV anos atrás. Veja todas as fontes aqui.

Agora me digam uma coisa, se permitem que um vírus de porco contamine a vacina do Rotavirus, porque você acha que a vacina da gripe suína não pode acabar sendo contaminada com a gripe aviária, por exemplo, que é muito mais mortal que o H1N1?

Já que estamos neste assunto, é bom lembrar que a hipótese que eu levantei acima aconteceu em 2009, coincidentemente logo antes do surgimento da gripe suína, o laboratório farmacêutico Baxter, enviou 72 kilos de virus H5N1 da gripe aviária, misturados em material de vacina de gripe comum. Você acha que isto não pode acontecer novamente?


Fontes:
Washington Post: FDA warns doctors about Glaxo rotavirus vaccine
DocGuide: FDA Recommends Temporary Suspension of Rotavirus Vaccine
Blog Salada Médica: Rotavírus – Alerta sobre a vacina
Toronto Sun: Baxter: Product contained live bird flu virus

Petição Para Suspensão da Vacinação Contra a Gripe A H1N1

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial

Atenção meus caros. Aqui esta uma chance de nos fazermos visíveis. Até onde eu sei petição na web não tem valor legal, mas é possível conseguir pelo menos chamar a atenção da mídia para o caso.

Apesar de não ser o texto perfeito em forma (suspenSão) e conteúdo , não ter links para fontes ditas "confiáveis" (de jornais conhecidos) e ser um levemente sensacionalista, é o que temos no momento, e já existem 389 signatários.

Assine e deixe sua mensagem lá!

Veja aqui os signatários desta petição.

Você pode também ajudar divulgando esta página, que adiciona alguns links para informacoes noticiadas mas não "divulgadas", muito esclarecedoras.

http://www.hapropaganda.com.br/Email/email_marketing_peticao.html

Fontes:

Petição Suspenção da Vacinação Contra a Gripe A H1N1

Lei de Vacinação Obrigatória no Brasil

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial

Para quem não sabe, temos no Brasil há quase 35 anos, um dispositivo legal que permite ao governo forçar a vacinação na população, caso "ache necessário".

O decreto Nº 78.231, de 12 de Agosto de 1976, determina:

Artigo 13: Parágrafo único. Consideram-se de notificação compulsória:

I - As doenças que podem implicar medidas de isolamento ou quarentena, de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional;

Art 27. Serão obrigatórias, em todo o território nacional, as vacinações como tal definidas pelo Ministério da Saúde, contra as doenças controláveis por essa técnica de prevenção, consideradas relevantes no quadro nosológico nacional.

Parágrafo único. Para efeito do disposto neste artigo o Ministério Saúde elaborará relações dos tipos de vacina cuja aplicação será obrigatória em todo o território nacional e em determinadas regiões do País, de acordo com comportamento epidemiológico das doenças.

Art 28. As Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal, e dos Territórios poderão tornar obrigatório o uso de outros tipos de vacina para a população de suas áreas geográficas desde que

I - Obedeçam ao disposto neste Decreto e nas demais normas complementares baixadas para sua execução pelo Ministério da Saúde;

II - O Ministério da Saúde aprove previamente, a conveniência da medida;

III - Reúnam condições operacionais para a execução das ações.

Como na Inglaterra e nos EUA, esta lei ate agora não foi imposta, porém os instrumentos legais estão la, prontos para serem ativados. Neste momento, é bom lembrar de um post antigo escrito em setembro de 2009, no qual uma estudante de direito havia postado sobre uma palestra da professora da Universidade de São Paulo Deisy Ventura, doutora em Direito Internacional, sobre a gripe suína e outras pandemias, e o estado de exceção. A professora inclusive questionou se a pandemia não seria uma forma de terror conteporâneo.

Fontes:
Funasa: decreto Nº 78.231

segunda-feira, 22 de março de 2010

Falsa Bandeira Eminente?

Kurt Nimmo
Infowars.com
21 de março de 2010

Tradução: Revelatti


Infowars recebeu o seguinte e-mail enviado. É datado de sexta-feira 19/03/2010:

"Soube que irá acontecer um amplo exercício da Marinha em 22 de março e terça, 23 de março, durante o qual conforme está previsto, bases de comandos americanos estarão em nivel 'Charlie' (nível de segurança 'C') na segunda-feira e, depois, DELTA (D) nível de segurança na terça-feira 23 de março. Ao melhor de meu conhecimento, a última vez que estivemos em 'Delta' foi no dia do 11-9-2001, então logo depois de 9/11 voltando para nivel 'Charlie'. No meu entendimento é que os níveis de segurança de base correspondem aos níveis da DEFCON, e que a Delta é muito elevada. Também há algo estranho com a falta de alerta geral para o pessoal da base onde eu trabalho, a Naval Postgraduate School (NPS), em Monterey, na Califórnia, sobre este exercício, como eu tenho dito que outras bases da Marinha na nossa Marinha, Região SW, alertou o pessoal para este exercício, tanto quanto um mês atrás, e que as instruções da Marinha eram para todas as bases fazerem ao mesmo tempo, mas até agora não houve nenhum alerta todas as mãos em NPS, e eu também disse que alguém disse eles não entendiam por que houve todo o secretismo "que cercam o exercício que vem para o NPS, e não de outro lugar".




ny times



Os exercicios militares do governo coincidiram com os eventos dos ataques de 11/9/2001.


A entrada da Wikipedia sobre Force Protection Condition (FPCON) atualmente utilizados pelo Departamento de Defesa FPCON CHARLIE descreve como uma situação em que uma instância ocorre ou quando relatórios de inteligência indicam existir atividade terrorista iminente. FPCON DELTA descreve uma situação em que um ataque terrorista está ocorrendo ou acaba de ocorrer.

"A decisão sobre qual o nível de FPCON para implementar é afetado pela atual ameaça do terrorismo para instalações militares e de pessoal, a quantidade de forças de segurança disponíveis, e as atuais relações entre os Estados Unidos e o mundo, que podem afetar as chances de um ataque ".

O nível de ameaça é definida pelo USNORTHCOM.

Segundo o Washington Post, o Pentágono está na escala Alpha (A) de segurança e de alerta defesa uma vez que a notícia do ataque do WTC foi relatado, e após a sua construção foi atingido, eles foram para um nível de Charlie de segurança. Esta é uma escala de A-Alfa, para B-Beta, C-Charlie, D-Delta.

Refiro-me a um exercicio de 'anti-terrorismo' que a Marinha dos EUA tem agendado para 22 à 26 de Março. "Informação privilegiada é que o exercício abaixo irá para o nível de segurança 'Delta' na terça-feira, 23 de março alegadamente a primeira instância, como foi no 9/11", segundo e-mail enviada pela mesma pessoa, explica.

"Exercício Solid Curtain/Citadel Shield 2010 é o único, da grande Marinha, exercício de largura integrada projetada para melhorar a formação e preparação do pessoal de segurança da Marinha para responder às ameaças que podem acontecer no mundo real, mas não é em resposta a qualquer ameaça específica. Os ruídos altos podem ser ouvidos e membros da comunidade do entorno podem ver alterações no fluxo de tráfego. Acesso as entradas pode ser retardadas devido a medidas variaveis anti-terrorismo estarem em vigor. Como parte do exercício, o Force Protection Condition poderá ser elevada, e os canais de comunicação pode ser interrompidos. "

"O exercício anti-terrorismo é o maior de todo o país da Force Protection (AT/FP) a exercer no país," Navy Compass nesta sexta-feira. "Ele é projetado para melhorar a formação e preparação de pessoal da Força Naval de Segurança para responder às ameaças às instalações e unidades, aproveitando todas as forças de segurança iriam implementar processos em caso de uma emergência real".

O comunicado de imprensa abaixo foi divulgado pela frota de Comando das Forças de Relações Públicas americanas em 19 de março de 2010:

NORFOLK, Va. (NNS) - Atividades da Marinha no território continental dos Estados Unidos, Havaí e Guam vao participar no Exercício 'Solid Curtain-Citadel Shield 10' (SC/CS-10), um exercício de treinamento anual de segurança coordenado pelo Comando de Forças da marinha (USFF) em março 22-26.

O exercício de uma semana de segurança é a proteção maior força/anti-terrorismo(AT/FP) de um exercício realizado a nível nacional. Ele é projetado para melhorar a formação e preparação de pessoal Naval Força de Segurança para responder às ameaças às instalações e unidades, aproveitando todas as forças de segurança iria implementar processos em caso de uma emergência real.

"Em vez de ter vários exercícios menores, o Exercício 'Solid Curtain/Citadel Shield' é um único exercício, grande e integrado, que simula com precisão o que pode acontecer no mundo real", disse o capitão Sam A. McCormick, diretor da Frota USFF Anti-Terrorismo.

Como o componente do Comando da Marinha para o Norte (NORTHCOM), USFF também usará o SC/CS-10 para reforçar a sua capacidade para apoiar a missão NORTHCOM de Defesa Interna.

"o 'Solid Curtain' em operacional é principalmente um evento de formação de nível, enquanto o Citadel Shield, conduzido pelo Comandante Instalação Comando Naval, irá fornecer previamente orientações para o pessoal envolvido com o treinamento de campo individual de exercícios", disse McCormick.

SC/CS-10 será composto por mais de 250 eventos de treinamento individual em todo o país, cada uma destinada a testar diferentes a nível regional / operações de FP. Os cenários vão desde eventos como reconhecer e combater as operações de vigilância de base, para maior tempo ativo e emergências simuladas, como ataques de pequeno barco em bases água e de ciber-ataques a instalações.

"Estamos muito centrada na interface terra-mar no litoral, assim como cenários atirador ativo, em função do incidente em Ft.. Hood ", disse McCormick.

Muitas ferramentas de comunicação será usado para manter o pessoal informado sobre o exercício base de situações de segurança. Sistemas de alerta Computer rede irá distribuir mensagens para computadores de escritório e do "sistema de voz" gigante será usado para alertar imediatamente as pessoas em toda a base. O sistema de voz gigante é um intercomunicador ao ar alto o suficiente para alertar qualquer pessoa fora na base de uma ameaça potencial.

Embora as interrupções de base normal e operações da estação será limitada, pode haver momentos em que o exercício provoca o aumento do tráfego ou atrasos no acesso a base. Os moradores da área também pode ver a actividade de segurança aumentada associada com o exercício.

"Não será possível o tráfego e os atrasos base de acesso durante o exercício, no entanto, criámos o exercício para minimizar o impacto para as comunidades locais", disse McCormick.

Durante o exercício, os assessores irão recolher informações e retransmissão de dados para que os tomadores de decisão para melhorar a práticas da AT/FP e procedimentos no futuro.

"Vamos ter assessores aqui embaixo assistindo batalha e ameaças de grupos de trabalho para procurar qualquer inconsistência nos processos de informação e procedimentos", disse McCormick. "Esse feedback nos permitirá, em um ambiente de treinamento em um cenário realista, tratar de questões que nos farão mais prontos e preparados para qualquer evento real."

Para mais notícias da Fleet Forces Command, www.navy.mil visita local / clf / /.

Em 6 de setembro de 2001, North American Aerospace Defense Command (NORAD), praticando para lidar com seqüestros simulados de dois aviões comerciais por terroristas como parte do seu exercício anual chamada Vigilant Guardian. Vigilant Guardian é um dos quatro grandes exercícios que o NORAD realiza a cada ano.

"Ninguém sabia, especificamente, que 20 pessoas iriam seqüestrar quatro aviões e usá-los para ataques suicidas contra os grandes edifícios", John Arquilla, um professor adjunto da análise de defesa na Naval Postgraduate School em Monterey, Califórnia, dizendo isso após os ataques 9/11.

Antes de 9/11, na cidade de Nova York tinha sido agendado um exercício chamado de tripé. O exercício foi concebido para testar o funcionamento do Gabinete da cidade de Gerenciamento de Emergência em caso de um ataque de terrorismo biológico. Mais de 1.000 cadetes da Academia de Polícia e Bombeiros estagiários foram recrutados para participar. Então o prefeito Rudolph Giuliani, a polícia e os comissários de fogo, e os representantes do FBI e FEMA presentes no tripé, na manhã de 11 de setembro de 2001.

Em 7 de julho de 2005, uma agência de consultoria com o governo e as ligações da polícia foi executado um exercício nos mesmos horários e locais dos ataques terroristas em Londres. "Por volta de 9 e meia da manha, estávamos realizando um exercício para uma empresa de mais de mil pessoas em Londres com base em bombas simultâneas saindo com precisão, nas estações ferroviárias onde acabaram acontecendo esta manhã (mera coincidencia não?..), por isso ainda tenho os cabelos na parte de trás meu pescoço até agora ", disse Peter Power, um ex-funcionário da Scotland Yard trabalhando depois de falar com o terrorista Anti Branch, na BBC.

Não há indicação de que um caso real de terror irá "ocorrer" na segunda ou terça-feira, mas considerando o referido e-mail enviado, os eventos de terror de fato foram encenadas ao mesmo tempo, como eventos 'pré-terror', em 11 de setembro de 2001 em Nova York e Washington e em 7 de julho de 2005, em Londres, portanto devemos estar atentos para as próximas 48 ou mais horas.

Fonte: Infowars - False Flag Imminent?

domingo, 21 de março de 2010

AFP - Ministra francêsa de saúde chamada para depor ao senado na próxima semana sobre a falsa pandemia de gripe suína

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial

A ministra francês da Saúde Roselyne Bachelot está programada para depor sobre a campanha de vacinação contra a gripe suína na França em uma investigação do Senado em 23 de março, segundo a AFP.

Francois Autain, o chefe da comissão, disse que o inquérito deveria se "concentrar basicamente sobre as relações incestuosas" entre as empresas farmacêuticas e o governo, dizendo que estas ligações "explicariam a situação em que estamos".

5,5 milhões de pessoas na França, ou 7% da população, receberam a vacina da gripe suína, após uma campanha sem precedentes por parte do governo e da mídia. Esta é a maior diferença na proporção das vacinas compradas e aplicadas.

No final de Agosto de 2009, foram divulgados os planos de Bachelot para vacinar toda a população francesa em centros especiais de vacina contra a gripe suína.

Planos para suspender os direitos civis sob o pretexto de combater uma pandemia também foram divulgados.

Autain disse que os riscos associados ao vírus gripe suína haviam sido "superestimado", e objeto de uma dramatização ".

Ele disse que o papel dos "especialistas" precisava também ser investigada, constatando que os mesmos peritos que aconselharam o governo também aconselharam as empresas farmacêuticas.

Ambas as câmaras do parlamento francês - o Senado e a Assembléia Nacional - anunciaram investigações sobre a campanha de vacinação em massa com a vacina da gripe suína.

Fontes:
AFP-Grippe H1N1 : Bachelot le 23 mars devant la commission d'enquête du Sénat

5 Formas em que sua TV esta lentamente matando você

Créditos de: Blog A Nova Ordem Mundial


Matéria traduzida do site da rede msnbc, que surpreendentemente deixou passar uma matéria tão crítica da televisão.

Você já deve ter aceito a idéia de que a televisão deixa você mais burro. Você também sabe que há muitas coisas mais edificantes que você poderia fazer com seu tempo ao invés de aplaudir os participantes de "Survivor" ou big-brother.

E a menos que você esteja malhando na frente de um video de ginástica, você sabe que horas esparramado na frente da TV irá lhe deixar mais gordo - para não mencionar o impacto de todo o lixo comestível que você é tentado a engolir durante a os intervalos comerciais.

Mas você vai se surpreender ao saber a quantidade de outros malefícios a TV pode trazer para você.




1. TV deixa você mais morto.


Ver TV é um passatempo bastante mortal, a pesquisa sugere. Não importa quanto tempo você gasta na musculação, cada hora que você gasta em frente da televisão aumenta o risco de morrer de doenças cardíacas, segundo um relatório recente na publicação "Circulação: Jornal da Associação Americana do Coração". Pesquisadores australianos estudaram 8.800 homens e mulheres adultos por uma média de seis anos e descobriram que todas as horas gastas em frente à TV se traduziram em um aumento de 11 por cento no risco de morte por qualquer causa, um aumento de 9 por cento no risco de morte câncer e um aumento de 18 por cento no risco de morte por doença cardiovascular. Assim, em comparação às pessoas que assistiam menos de duas horas de TV por dia, aqueles que assistiram a quatro ou mais horas por dia tiveram um risco 46 por cento maior de morte por qualquer causa e um risco 80 por cento maior de morte por doença cardiovascular. E isso era verdade mesmo entre pessoas que não fumavam, eram magros, comiam dietas saudáveis e tinham baixa pressão arterial e colesterol.

2. TV faz você bêbado.

TV faz você beber mais. Quando se trata de beber, estamos aparentemente muito suscetíveis ao que vemos na televisão, segundo um relatório publicado em "Álcool e Alcoolismo". Para descobrir se o que vemos realmente afeta os hábitos de consumo, os pesquisadores pegaram 80 alunos do sexo masculino com idades entre 18 e 29 e colocaram-os em um estúdio/bar onde os alunos puderam assistir a filmes e anúncios publicitários na televisão. Os pesquisadores descobriram que os homens que assistiram a filmes e comerciais em que o álcool foi tema de destaque imediatamente alcançaram um copo de cerveja ou de vinho e beberam uma média de 1,5 copos a mais do que aqueles que assistiram a filmes e comerciais em que o álcool teve um papel menos proeminente.

3. TV pode fazer o seu filho engravidar/ sua filha ficar grávida.

Os adolescentes que assistiram a uma série de TV que incluía conteúdos sexuais tinham duas vezes mais probabilidade de engravidar, segundo um estudo publicado na revista Pediatrics. Uma vez por ano durante três anos, pesquisadores da Rand Corporation entrevistaram 1.461 jovens - de 12 a 17 anos no início do estudo - sobre os hábitos de assistir TV e o comportamento sexual. Os meninos foram questionados sobre se já haviam engravidado alguma menina e meninas foram questionados sobre se já haviam estado grávidas. Para ter uma idéia sobre quantos programas de TV sexualmente carregados as crianças estavam assistindo, os pesquisadores pediram aos adolescentes se e quantas vezes assistiam 23 programas específicos.

Outro estudo mostrou que as crianças que assistem duas ou mais horas de televisão por dia começam com o sexo mais cedo, de acordo com um relatório na revista Archives of Pediatric and Adolescent Medicine. Os pesquisadores acompanharam 4.808 estudantes durante um ano. As crianças - todas as idades de 15 anos ou menos - nunca tinha tido relações sexuais no início do estudo. Entre as crianças com pais que não aprovavam o sexo durante a adolescência, aqueles que assistiam duas ou mais horas de TV por dia tinham 72 por cento mais chance de começar a ter relações sexuais até ao final do estudo. Os pesquisadores disseram que não ficaram surpresos ao encontrar nenhum efeito televisão entre as crianças com pais que não se importava com o sexo adolescente, pois as crianças estavam em risco elevado de sexo precoce de qualquer maneira.

4. TV enfraquece os ossos.

Horas gastas assistindo a TV podem resultar em uma criança com os ossos frágeis, de acordo com um estudo publicado no Journal of Pediatrics. Até chegarmos por volta dos 25 anos, nós acumulamos massa óssea em uma espécie de conta poupança. Quanto mais osso que construímos quando somos jovens, menor a probabilidade de que estamos a desenvolver osteoporose.

Para ver se assistir à TV pode impactar o crescimento dos ossos nas crianças, os pesquisadores acompanharam 214 crianças de 3 anos por quatro anos. A altura das crianças e peso foram aferidos a cada quatro meses, juntamente com os seus níveis de atividade. Em cada exame, os pais foram questionados sobre os hábitos de assistir TV de seus filhos. Quanto mais as crianças assistiram TV, menos ossos cresceram, independentemente de quão ativos eles estavam em outros momentos.

5. TV torna você menos empenhado.

Um estudo recente descobriu que enquanto a TV está ligada - mesmo que seja apenas de fundo - os pais interagem menos com seus filhos. Para saber mais sobre os efeitos da TV, os investigadores trouxeram 51 crianças e bebês, cada um acompanhado por um dos pais a um centro de estudo da criança, de acordo com o relatório publicado Child Development. Os pais e as crianças foram observados durante meia hora em uma sala sem televisão e, em seguida, por uma meia hora com o televisor ligado com um programa de adultos como "Jeopardy!" Quando a televisão estava ligada, os pais gastaram cerca de 20 por cento menos tempo conversando com seus filhos. E quando os pais prestavam atenção aos seus filhos, a qualidade das interações foi menor. Com a TV de fundo, os pais eram menos ativos, atentos e sensíveis aos seus filhos.


Fontes:
MSNBC: 5 ways your TV is slowly killing you

A Dinamite do Débito em Efeito Dominó - O Começo da Catástrofe Financeira

Avaliando da Ilusão de Recuperação

por Andrew Gavin Marshall
Global Research, 22 de fevereiro de 2010

Nota Revelatti: Tradução do google, portanto possuem erros de concordancia. Quando tiver tempo, tratarei de corrigi-los. Obrigado pela compreensão.



Compreender a natureza da crise econômica mundial

As pessoas foram levadas a uma falsa sensação de segurança sob o artifício de uma percepção de "recuperação econômica". Infelizmente, o que a maioria das pessoas pensam que não fazê-lo assim, principalmente quando o povo toma as decisões-chave pensar e agir ao contrário . As crises da dívida soberana que foram se desenvolvendo no últimos dois anos e, mais recentemente na Grécia, são os canários na mina de carvão para o resto da "civilização" ocidental. A crise ameaça se espalhar para Espanha, Portugal e Irlanda, como peças de dominó, uma país após o outro entrando em colapso em uma dívida de crise cambial, com caminho para a América.

Em outubro de 2008, os principais meios de comunicação e políticos do mundo ocidental foram de aviso de uma depressão iminente se as ações não fossem tomadas rapidamente para evitar esta situação. O problema era que a crise estava próxima à um longo tempo, e o que é pior, é que os governos tomaram medidas que não resolveram nenhum dos principais problemas sistêmicos, os problemas com a economia global que se limitam a expor para salvar o setor bancário do colapso. Para fazer isso, os pacotes de governos ao redor do mundo implementaram estímulos "maciços" e "socorros", mergulhando seus países mais em dívida para salvar os bancos em si, enquanto a carrega para as pessoas de todo o mundo.

Em seguida, um barulho de especulação no mercado de ações se seguiram, como o dinheiro era bombeado para os estoques, mas não na economia real. Esta recuperação não foi nada, mas uma ilusão completa e absoluta e dentro dos próximos dois anos, a ilusão, provavelmente, chegará a um colapso completo.

O governo deu aos bancos um cheque em branco, é cobrado ao público, e agora é hora de pagar, através de aumentos de impostos drásticos, cortes nos gastos sociais, privatização das indústrias estatais e dos serviços, o desmantelamento das tarifas protetoras e qualquer regulamentação comercial, e o aumento de taxas de juros. O efeito que isso terá é o de acelerar rapidamente, tanto na velocidade e volume, a taxa de desemprego, a nível mundial. O mercado de ações poderia falhar para mínimos históricos, onde os governos seriam obrigados a congelá-los completamente.

Quando a crise acabar, as classes médias do mundo ocidental terao sido liquidadas de seu status econômico, político e social. A economia mundial terá atravessado a maior consolidação do setor bancário na história do mundo levando a um sistema em que apenas algumas poucas corporações e bancos controlaram a economia global e seus recursos, os governos perderão esse direito. As pessoas do mundo ocidental serão tratados pelos oligarcas financeiros como têm sido tratado o 'sul global' e, em particular, na África, eles vão retirar as nossas estruturas sociais e fundações, para que nós nos tornemos inteiramente subserviente ao seu domínio sobre a situação econõmica e política estruturadas da nossa sociedade.

É onde estamos hoje, e é a estrada em que viajamos.

O mundo ocidental tem sido saqueado na pobreza, em processo lento, mas com o desenrolar da crise, será rapidamente acelerado. Como nosso colapso das sociedades sobre si próprias, os governos protegeram os bancos e as multinacionais. Quando as pessoas saem para as ruas, como eles fazem invariavelmente, o governo não vai vir em seu auxílio, mas virá com a polícia e as forças militares para esmagar os protestos e oprimir o povo. As bases sociais entrarão em colapso com a economia, e o estado vai reprimir para impedir o povo de construir um novo.

O caminho para a recuperação é muito longe daqui. Quando a crise chegar ao fim, o mundo que conhecemos terá mudado drasticamente. Ninguém cresce no mundo em que nasceram, tudo está sempre mudando. Agora não é exceção. A única diferença é que estamos prestes a passar pelas mudanças mais rápidas que o mundo já viu até agora.

Avaliando a ilusão de Recuperação

Em agosto de 2009, eu escrevi um artigo, intitulado "A maior depressão da história", em que se analisou como há uma profunda crise sistêmica no sistema capitalista em que nós já passamos por apenas uma bolha que estourou, até agora (a bolha imobiliária), mas ainda há muitas outras.

Permanece como uma ameaça muito maior do que o colapso da carcaça, uma bolha de imóveis comerciais. Como o CEO do Deutsche Bank disse em maio de 2009, "Esse será o começo do fim ou o fim do começo".

De significado ainda maior é o que tem sido chamado a bolha de resgate, no qual os governos têm inflado superficialmente as economias através de débito maciço de indução pelos pacotes de socorro. A partir de julho de 2009, o cão de guarda do governo e pesquisador do programa de resgate americano afirmou que os EUA pode ter se colocado em situação de risco de até US$ 23,7 trilhões de dólares.

[Ver: Gavin Andrew Marshall, Entrando na maior depressão da História. Global Research: 7 de agosto de 2009](traduzido por mim, conferir postagens mais antigas)

Em outubro de 2009, cerca de um ano após o "grande" pânico de 2008, eu escrevi um artigo intitulado, a recuperação econômica é uma ilusão, em que analisei o que a mais prestigiada e poderosa instituição financeira do mundo, o Bank for International Settlements (BIS), tinha a dizer sobre a crise e a "recuperação".

O BIS, bem como o seu ex-economista-chefe, que previu corretamente a crise que se desenrolou em 2008, foram de aviso de uma futura crise na economia global, citando o fato de que nenhuma das questões e problemas estruturais, com a economia teve sido alterado, e que a ajuda do governo pode fazer mais mal do que bem no longo prazo.

William White, ex-economista-chefe do BIS, advertiu:

O mundo não abordou os problemas no centro da crise econômica e é provável que mergulhe de novo em recessão. [Ele] alertou que as ações do governo para ajudar a economia a curto prazo pode estar semeando as sementes de futuras crises.

[Ver: Gavin Andrew Marshall, a recuperação econômica é uma ilusão. Global Research: 3 de outubro de 2009](traduzido por mim, conferir postagens mais antigas)

Lobo Chorando ou castigando Cassandra?

Enquanto as pessoas estavam sendo atraídos para uma falsa sensação de segurança, as vozes proeminentes da mordida de aviso da dura realidade que estava para vir, em vez de ser escutada, repreendeu e empurrada pela mídia mainstream. Gerald Celente, que previu exatamente a crise econômica de 2008 e que tinha avisado de uma crise muito maior que está por vir, tinha sido acusado pela mídia de empurrar "pessimismo porno". [1] Celente em resposta disse que não quer empurar um"pessimismo porno", mas que se recusa a empurrar "o ópio de otimismo" que a mídia faz excepcionalmente.

Então, são essas vozes da crítica meramente "gritando"como lobos ou será que a mídia está aí para "castigar Cassandra"? Cassandra, na mitologia grega, era filha do rei Príamo e Hécuba, rainha de Tróia, que foi concedida pelo deus Apolo, o dom da profecia. Ela profetizou e alertou os troianos do Cavalo de Tróia, a morte de Agamemnon e da destruição de Tróia. Quando ela avisou os troianos, eles simplesmente depositou seu lado como "loucos" e não acatam suas advertências.

Enquanto aqueles que alertam para uma futura crise económica não pode ter sido concedido o dom da profecia de Apolo, eles certamente têm a capacidade de compreensão.

Assim que as Cassandras do mundo tem a dizer hoje? Será que devemos ouvir?

Império e Economia

Para entender a crise econômica global, temos de compreender as causas globais da crise econômica. Precisamos primeiro determinar como chegamos à crise inicial, a partir daí, podemos avaliar criticamente como os governos responderam à eclosão da crise e, assim, podemos determinar onde estamos actualmente, e onde é provável dirigido.

África e grande parte do mundo em desenvolvimento foi liberada a partir do sócio-político-econômico restrições dos impérios europeus ao longo de 1950 e nos anos 60. Os africanos começaram a tentar tirar suas nações em suas próprias mãos. No final da II Guerra Mundial, os Estados Unidos eram a maior potência do mundo. Ele tinha o comando das Nações Unidas, o Banco Mundial eo FMI, bem como a criação da NATO. O dólar E.U. reinou supremo, e seu valor estava vinculado ao ouro.

Em 1954, as elites da Europa Ocidental, trabalharam em conjunto para formar um "think tank" internacional chamou o grupo de Bilderberg, que procuram vincular a economia política da Europa Ocidental e América do Norte. Todo ano, cerca de 130 das pessoas mais poderosas na academia, mídia, militares, indústria, banca, ea política que se reúnem para debater e discutir questões fundamentais relacionadas com a expansão da hegemonia ocidental sobre o mundo ea re-configuração da ordem mundial. Eles comprometeram-se, como uma de suas agendas-chave, a formação da União Europeia e na unidade monetária Euro.



[Ver: Gavin Andrew Marshall, que controlam a economia global: Bilderberg, a Comissão Trilateral e do Federal Reserve. Global Research: 3 de agosto de 2009]

Em 1971, Nixon abandonou link do dólar ao ouro, o que significou que o dólar já não tinha uma taxa de câmbio fixa, mas que mudam de acordo com os caprichos e escolhas do Federal Reserve (o banco central dos Estados Unidos). Uma pessoa chave que foi responsável por esta escolha foi o terceiro mais alto funcionário do Departamento do Tesouro E.U. na época, Paul Volcker [2].

Volcker começou sua carreira como economista pessoal do New York Federal Reserve Bank no início dos anos 50. Após cinco anos lá ", David Rockefeller Chase Bank atraídos para longe." [3] Assim, em 1957, Volcker foi trabalhar no Chase, onde Rockefeller "recrutou-o como seu assistente especial em uma comissão do Congresso sobre dinheiro e crédito nos Estados Unidos e para ajuda, mais tarde, em uma comissão consultiva para o Departamento do Tesouro. "[4] No início dos anos 60, Volcker foi trabalhar no Departamento do Tesouro, e retornou para o Chase em 1965", como um assessor de Rockefeller, desta vez como vice-presidente lidando com as empresas internacionais ". com Nixon na Casa Branca, Volcker começou o trabalho a terceira maior no Departamento do Tesouro. Isso o colocou no centro do processo de decisão por trás da dissolução do acordo de Bretton Woods, abandonando link do dólar ao ouro em 1971 [5].



Em 1973, David Rockefeller, o então presidente do Chase Manhattan Bank e presidente do Council on Foreign Relations, criou a Comissão Trilateral, que pretendia expandir o grupo Bilderberg. Foi um "think tank" internacional, que incluiria as elites da Europa Ocidental, América do Norte e Japão, e foi para alinhar um "trilateral" parceria política económica entre estas regiões. Foi para promover os interesses ea hegemonia da ordem do mundo ocidental controlada.



Naquele mesmo ano, a Petri-prato do neoliberalismo experimento foi realizado no Chile. Quando um governo de esquerda estava chegando ao poder no Chile, ameaçando os interesses económicos não só do banco David Rockefeller, mas uma série de empresas americanas, David Rockefeller marcar reuniões entre Henry Kissinger, Nixon's National Security Adviser, e um número de líderes industriais das empresas . Kissinger, por sua vez, marcar reuniões entre esses indivíduos eo chefe da CIA e Nixon si mesmo. Dentro de pouco tempo, a CIA havia começado uma operação para derrubar o governo do Chile.



Em 11 de setembro de 1973, um general chileno, com a ajuda da CIA, derrubou o governo do Chile e instalou uma ditadura militar que matou milhares de pessoas. No dia seguinte ao golpe, um plano para uma reestruturação econômica do Chile estava na mesa do presidente. Os conselheiros económicos da Universidade de Chicago, onde as idéias de Milton Freidman derramado, que a reestruturação do Chile ao longo de linhas neoliberal.



O neoliberalismo foi, portanto, nascido em violência.



Em 1973, uma crise global de petróleo atingiu o mundo. Este foi o resultado da Guerra do Yom Kippur, que teve lugar no Médio Oriente em 1973. No entanto, muito mais secretamente, era um estratagema americano. Direito quando os E.U. queda do dólar peg ao ouro, o Departamento de Estado tinha começado a pressionar discretamente Arábia Saudita e outras nações da Opep de aumentar o preço do petróleo. Na reunião de Bilderberg de 1973, realizada seis meses antes do aumento do preço do petróleo, um aumento de 400% no preço do petróleo foi discutido. A discussão era sobre o que fazer com o grande afluxo de que viria a ser chamado de "petrodólares", as receitas do petróleo dos países da OPEP.



Henry Kissinger trabalhou nos bastidores, em 1973, para assegurar uma guerra, terá lugar no Oriente Médio, que aconteceu em outubro. Em seguida, os países da OPEP aumentou drasticamente o preço do petróleo. Muitos países recém-industrializados do mundo em desenvolvimento, livre dos grilhões do imperialismo político e econômico evidente, de repente, enfrentou um problema: o petróleo é a força vital de uma sociedade industrial e é imperativo no processo de desenvolvimento e industrialização. Se eles fossem para continuar a desenvolver e industrializar, eles precisam do dinheiro para dar ao luxo de fazer isso.

Simultaneamente, a nações produtoras de petróleo do mundo estava inundado de petrodólares, trazendo em superávits recordes. No entanto, para fazer um lucro, o dinheiro deveria ser investido. Isso é onde o sistema bancário ocidental chegou à cena. Com a perda do vínculo do dólar ao frio, a moeda E.U. poderia fluir ao redor do mundo a um ritmo muito mais rápido. O preço do petróleo estava ligado ao preço do dólar E.U., e assim o petróleo era negociado em dólares E.U.. Países da OPEP, portanto, investiram seu dinheiro do petróleo em bancos ocidentais, que por sua vez, "reciclar" aquele dinheiro emprestando para as nações em desenvolvimento do mundo com necessidade de financiamento da industrialização. Parecia uma situação ganha-ganha: as nações óleo ganhar dinheiro, investir no Ocidente, que os empréstimos para o Sul, para ser capaz de desenvolver e construir "ocidental" sociedades.



No entanto, todas as coisas não acabam como os contos de fadas, especialmente quando estão no poder estão ameaçadas. Um industrializados e desenvolvidos do Sul Global '(América Latina, África e partes da Ásia) não seria uma coisa boa para as elites ocidentais estabelecidos. Se eles queriam manter a sua hegemonia sobre o mundo, eles devem evitar a ascensão de rivais potenciais, especialmente em regiões tão rico em recursos naturais e do abastecimento mundial de energia.



Foi nessa época que os Estados Unidos iniciaram negociações com a China. A "abertura" da China era para ser um projeto de expansão ocidental capitais ocidentais na China. China terá permissão para subir somente tanto no Ocidente como o permite. A elite chinesa foram felizes para obrigar com a perspectiva de seu próprio crescimento no poder político e econômico. Índia e Brasil também seguiu o exemplo, mas em menor grau do que o da China. China e Índia foram trazidos para dentro do âmbito da parceria Trilateral, e no tempo, a China ea Índia teriam funcionários que participem nas reuniões da Comissão Trilateral.

Então, o dinheiro corria ao redor do mundo, principalmente sob a forma de o dólar E.U.. Bancos centrais estrangeiros que compram títulos do Tesouro E.U. (dívidas) como um investimento, o que também mostra a fé na força do dólar E.U. e economia. A hegemonia do dólar E.U. atingiu todo o mundo.

[Ver: Gavin Andrew Marshall, que controlam a economia global: Bilderberg, a Comissão Trilateral e do Federal Reserve. Global Research: 3 de agosto de 2009]

A hegemonia do neoliberalismo

Em 1977, entretanto, uma nova administração E.U. chegou ao poder sob a presidência de Jimmy Carter, que era um membro da Comissão Trilateral. Com sua administração, veio um outro cerca de duas dezenas de membros da Comissão Trilateral para preencher posições-chave dentro de seu governo. Em 1973, Paul Volcker, a estrela em ascensão através Chase Manhattan eo Departamento do Tesouro se tornou um membro da Comissão Trilateral. Em 1975, foi nomeado presidente do Federal Reserve Bank de Nova York, o mais poderoso dos 12 bancos regionais do Fed. Em 1979, Jimmy Carter deu o cargo de secretário do Tesouro, para o ex-governador do Federal Reserve System, e por sua vez, David Rockefeller recomendado Jimmy Carter nomear Paul Volcker como governador do Federal Reserve Board, que rapidamente fez Carter [6].



Em 1979, o preço do petróleo dispararam novamente. Desta vez, Paul Volcker no Fed foi fazer uma abordagem diferente. Sua resposta foi para aumentar drasticamente as taxas de juros. As taxas de juros passou de 2% na década de 70 para 18% no final da década de 1980. O efeito que este tinha era de que a economia entrou em recessão E.U., e muito reduzido as suas importações de países em desenvolvimento. A o mesmo tempo, as nações em desenvolvimento, que tinham tomado a carga pesada dívida para financiar a industrialização, de repente, se viram obrigados a pagar juros de 18% em seus empréstimos. A idéia de que eles poderiam pedir emprestado pesadamente para construir uma sociedade industrial, que por sua vez, pagar os seus empréstimos, de repente chegou a um impasse. Como o dólar E.U. tinha se espalhado ao redor do mundo nas formas de petrodólares e os empréstimos, as decisões que o Fed fez afetaria todo o mundo. Em 1982, o México anunciou que não poderia mais o serviço da dívida, e optou em seus empréstimos. Isto marcou o alastramento da crise da dívida de 1980, que se espalhou por toda a América Latina e em todo o continente da África.

De repente, a maior parte do mundo em desenvolvimento foi mergulhado em crise. Assim, o FMI eo Banco Mundial entrou em cena com seu recém-desenvolvido "Programas de Ajustamento Estrutural (PAE), que abrangem um país da necessidade de assinar um acordo, a SAP, o que daria ao país um empréstimo do FMI, como bem como o desenvolvimento de "projectos por parte do Banco Mundial. Por sua vez, o país teria de passar por uma reestruturação neoliberal de seu país.



Neoliberalismo espalhou para fora da América e da Grã-Bretanha na década de 1980, através de seus impérios financeiros e de instrumentos - incluindo o Banco Mundial eo FMI - que espalhar a ideologia neoliberal em todo o mundo. Neoliberalismo países que resistiram foram submetidos a "mudança de regime". Isso ocorreria por meio da manipulação financeira, através da especulação financeira ou as políticas hegemônicas monetária das nações ocidentais, sobretudo os Estados Unidos; sanções económicas, através das Nações Unidas ou simplesmente feito numa base bilateral, mudança de regime dissimulada, através de "revoluções coloridas" ou golpes de Estado, assassinatos, e, por vezes, ostensivas campanhas militares e de guerra.

A ideologia neoliberal consistiu em que tem sido muitas vezes chamado de "fundamentalismo de mercado livre." Isso implicaria uma enorme onda de privatização, em que os recursos do estado e as indústrias são privatizados, a fim de se tornar economicamente "mais produtiva e eficiente." Isso teria o social sentido de levar à demissão de áreas inteiras do setor público, especialmente de saúde e educação, bem como quaisquer indústrias especialmente protegidas nacionais, que para muitos países pobres significava recursos naturais vitais.



Então, o mercado será "liberalizar" o que significa que as restrições e impedimentos para os investimentos estrangeiros no país diminuiria, reduzindo ou eliminando as barreiras comerciais e tarifas (impostos) e, assim, o capital estrangeiro (empresas ocidentais e bancos) seria capaz de investir no país com facilidade, enquanto as indústrias nacionais que crescem e "competir" seria capaz de mais fácil investir em outras nações e indústrias de todo o mundo. O Banco Central da nação, então, manter as taxas de juros artificialmente baixa, para permitir a fácil circulação de dinheiro dentro e fora do país. O efeito disto seria que as empresas estrangeiras multinacionais e bancos internacionais seriam capazes de comprar facilmente das indústrias privatizadas, e assim, comprar a economia nacional. Simultaneamente, grandes indústrias nacionais podem ser admitidos a crescer e trabalhar com os bancos globais e empresas. Esta seria, essencialmente oligopolizam a economia nacional, e trazê-lo dentro da esfera de influência da economia global "controlada por e para as elites ocidentais.

Os impérios europeus impôs a África e muitos outros povos colonizados ao redor do mundo um sistema de "administração indirecta», em que as estruturas de governação local foram reestruturadas e reorganizadas em um sistema onde a população local é regida pelos habitantes locais, mas para os poderes coloniais ocidentais . Assim, uma elite local é criado, e eles se enriquecem por meio do sistema colonial, por isso eles não têm interesse em desafiar o poder colonial, mas sim procuram proteger seus próprios interesses, que acontecem ser os interesses do império.



Na era da globalização, os líderes do Terceiro Mundo têm sido cooptado e suas sociedades reorganizado por e para os interesses das elites globalizadas. Este é um sistema de administração indireta, e as elites locais se tornem "globalistas indirecta», têm sido interposto dentro do sistema global e as estruturas do império.

Na sequência de um Programa de Ajustamento Estrutural, massas de pessoas ficariam desempregados, os preços dos produtos essenciais, como alimentos e combustível aumentaria, por vezes centenas de percentuais, enquanto a moeda perdeu seu valor. A pobreza se espalhava e setores inteiros da economia seria encerrado. No "desenvolvimento" da Ásia, América Latina e África, estas políticas foram particularmente prejudiciais. Com nenhuma das redes de segurança social a cair, as pessoas passariam fome, o estado do público foi desmantelado.



Quando chegou à África, o continente tão rapidamente de-industrializados durante a década de 1980 e na década de 1990 que a pobreza aumentou em graus incrível. Com isso, o conflito se espalhasse. Na década de 1990, como os severos efeitos das políticas neoliberais foram rápida e facilmente visto no continente Africano, a noção principal empurrado através de universidades, meios de comunicação e círculos políticos era que o estado da África foi devido à má gestão "por africanos. A culpa foi colocada apenas aos governos nacionais. Enquanto as elites políticas e econômicas se tornaram cúmplices dos problemas, os problemas eram impostas de fora do continente, e não de dentro.

Assim, na década de 1990, a noção de "boa governança" se tornou proeminente. Esta foi a idéia de que, em troca de empréstimos e de "ajuda" do FMI e Banco Mundial, os países teriam de empreender reformas, não só do sector económico, mas também para criar as condições de que o Ocidente percebido como "boa governação". No entanto, na linguagem neoliberal, a "boa governança" significa "governança" minimalista ", e os governos ainda tinha a desmantelar os seus setores públicos. Eles simplesmente tiveram de começar a aplicar a ilusão da democracia, através da realização de eleições e permitindo a formação de uma sociedade civil. "Liberdade", no entanto, continuava a manter apenas um conceito econômico, em que a nação seria "livre" para o capital ocidental para entrar.

Embora a pobreza em massa e espalhar violência em todo o continente, as pessoas receberam o "dom" de eleições. Eles elegem um líder, que seria então trancado em uma estrutura já pré-determinado, econômico e político. Os dirigentes políticos que enriquecem à custa dos outros, e depois ser jogado para fora na próxima eleição, ou simplesmente corrigir as eleições. Isso vai continuar, e para trás, ao mesmo tempo nenhuma mudança real seriam autorizados a ter lugar. Ocidentais impuseram a "democracia", não tinha posto.

Um artigo na edição 2002 de Assuntos Internacionais, a revista do Royal Institute of International Affairs (os britânicos contra-parte para o Council on Foreign Relations), escreveu que:

Em 1960, a renda média dos 20 por cento da população do mundo era 30 vezes maior do que os 20 por cento inferior. Em 1990 era 60 vezes, ad até 1997, 74 vezes maior do que o quinto mais baixo. Hoje, os ativos dos três maiores bilionários são mais do que o PIB combinado [Produto Interno Bruto] dos países menos desenvolvidos e seus 600 milhões de pessoas.

Este foi o contexto em que tem havido um crescimento explosivo na presença de ocidentais, bem como organizações não-governamentais (ONGs) na África. ONGs hoje formam uma parte proeminente da "máquina de desenvolvimento ', um grande nexo institucional e disciplinar dos órgãos oficiais, profissionais, consultores, acadêmicos e outros especialistas em diversas produzir e consumir conhecimento sobre o mundo" em desenvolvimento ".

[. . . ] Ajuda (em que as ONG têm vindo a desempenhar um papel significativo) é freqüentemente retratada como uma forma de altruísmo, um ato de caridade, que permite o fluxo de riqueza dos ricos para os pobres, a pobreza deve ser reduzida e os pobres a ter poderes [7].

Os autores, em seguida, explicou que as ONGs têm uma evolução peculiar em África:

[T [papel de herdeiro do "desenvolvimento" representa uma continuidade do trabalho de seus precursores, os missionários e organizações de voluntários que colaboraram na colonização da Europa e controle de África. Hoje o seu trabalho contribui marginalmente para o alívio da pobreza, mas de forma significativa para minar a luta do African people a emancipar-se da opressão econômica, social e político [8].



Os autores examinaram como com a disseminação do neoliberalismo, a noção de um estado de "minimalista" espalhados por todo o mundo e toda a África. Assim, eles explicam, o FMI eo Banco Mundial "tornou-se a novos comandantes das economias pós-coloniais." No entanto, estes esforços não foram impostas, sem resistência, como, "Entre 1976 e 1992 houve 146 protestos contra apoiado pelo FMI medidas de austeridade [ PAE], em 39 países ao redor do mundo. "Normalmente, no entanto, os governos responderam com força bruta, manifestações violentamente opressores. No entanto, a oposição generalizada a essas reformas "precisavam de ser tratadas por grandes organizações e" ajuda "agências de reavaliar sua abordagem do" desenvolvimento ": [9]

O resultado dessas deliberações foi a agenda da "boa governação" na década de 1990 ea decisão de cooptar as ONGs e outras organizações da sociedade civil para um programa reembalado de protecção social, uma iniciativa social que pudesse ser mais bem descrita como um programa social controle.

O resultado foi a implementar o conceito de "pluralismo" na forma de "multipartidarismo", que só terminou em agir "para o domínio público as divisões entre as seções efervescente da classe dominante competindo pelo controle do Estado". Quanto à "iniciativas bem-estar", as agências de ajuda bilateral e multilateral reservar fundos significativos para abordar as dimensões social "de ajuste", que "minimizar as desigualdades mais gritantes que as suas políticas perpetuado." Este é o lugar onde o crescimento das ONGs na África acelerou rapidamente [10].

África tinham mais uma vez, tornar-se extasiado com firmeza no aperto frio do imperialismo. Conflitos em África seria despertou imperial por potências estrangeiras, muitas vezes utilizando as divisões étnicas para transformar as pessoas umas contra as outras, utilizando-se os líderes políticos das nações Africano como vassalos submissos à hegemonia ocidental. Guerra e conflito se espalhasse e, com ele, também seria capital ocidental ea corporação multinacional.

Construção de uma "nova" economia

Enquanto o mundo em desenvolvimento caiu sob a pesada espada de hegemonia neoliberal ocidental, as sociedades ocidentais industrializados experimentaram um rápido crescimento de sua própria força económica. Foi a bancos ocidentais e empresas multinacionais que se propagam em e assumiu o controle das economias da África, América Latina, Ásia, e com a queda da União Soviética, em 1991, na Europa Oriental e Ásia Central.

Rússia abriu-se a financiar ocidentais, e do FMI e do Banco Mundial em varrida e impôs a reestruturação neoliberal, o que levou a um colapso da economia russa, e enriquecimento de um bilionário poucos oligarcas donos da economia russa, e que estão intrinsecamente ligadas interesses económicos ocidentais, novamente, "globalistas indirectas".

Como os setores financeiro e comercial ocidental assumiu o controle da grande maioria dos recursos do mundo e setores produtivos, acumulando lucros incríveis, eles precisavam de novos caminhos para se investir. Fora dessa necessidade de uma nova estrada para a acumulação de capital (o dinheiro), os E.U. Federal Reserve entrou em cena para ajudar.

A Reserva Federal na década de 1990 começaram a aliviar as taxas de juros mais baixos para permitir novamente para a fácil propagação de dinheiro. Esta foi a era da 'globalização', onde proclamações de uma "Nova Ordem Mundial" surgiu. Blocos comerciais regionais e de "livre comércio" se espalhou rapidamente, como os sistemas de mundo estrutura política e econômica cada vez mais cresceu a partir da estrutura nacional e em uma forma supra-nacional. The North American Free Trade Agreement (NAFTA) foi implementado em uma "constituição económica para América do Norte", como Reagan submetido.

O regionalismo surgiu como a próxima fase importante na construção da Nova Ordem Mundial, com a União Europeia estar na vanguarda. A economia mundial foi 'globalizada' e assim também, que a estrutura de acompanhamento político, em nível regional e global. A Organização Mundial do Comércio (OMC) foi criada para preservar e consagrar a constituição neoliberal global para o comércio. Durante todo esse tempo, uma classe dirigente surgiu verdadeiramente global, a Transnational Capitalist Class (TCC), ou de elite mundial, o que constituía uma classe singular internacional.

No entanto, como a riqueza eo poder das elites cresceu, todo mundo sofreu. A classe média tinha sido submetido a um silêncio de desmantelamento. Nas nações ocidentais desenvolvidas, indústrias e fábricas fechadas, a deslocalização para países do Terceiro Mundo barata para explorar o seu trabalho, então vender os produtos no mundo ocidental, mais barato. Nossos padrões de vida no Ocidente começou a cair, mas porque poderia comprar produtos mais baratos, ninguém parecia se queixar. Nós continuamos a consumir, e usamos de crédito e débito para fazê-lo. A classe média só existia na teoria, mas foi, de facto, em dívida com os grilhões da dívida.

A administração Clinton usou "globalização" como a sua grande estratégia em toda a década de 1990, facilitando a redução do capital produtivo (como, dinheiro que flui para a produção de bens e serviços), e implementou o aumento do capital financeiro (dinheiro feita em dinheiro). Assim, a especulação financeira se tornou um dos principais instrumentos de expansão econômica. Isto é o que foi chamado de "financeirização" da economia. Para permitir que isso ocorra, a administração Clinton trabalhou activamente para desregulamentar o setor bancário. The Glass-Steagle lei, posto em prática por Franklin Delano Roosevelt em 1933 para evitar que os bancos comerciais a partir da fusão com bancos de investimento e na prática de especulações, (que em grande parte, causou a Grande Depressão), foi desmantelada lentamente através dos esforços coordenados dos maiores bancos da América, o Federal Reserve e os E.U. Departamento do Tesouro.

Assim, uma onda maciça de consolidação teve lugar, como os grandes bancos comeram os pequenos bancos, corporações mesclados, onde os bancos e as empresas deixaram de ser americano ou europeu e tornou-se verdadeiramente global. Alguns dos principais indivíduos que participaram do desmantelamento da Glass-Steagle ea expansão da "financeirização" foram Alan Greenspan no Federal Reserve e Robert Rubin e Lawrence Summers no Departamento do Tesouro, agora os funcionários-chave na equipe econômica de Obama.

Esta época viu o surgimento de "derivados" que são "instrumentos financeiros complexos", que agem como apólices de seguro de curto prazo, apostando e especulando que o preço de bem ou mercadoria iria subir ou descer de valor, permitindo que o dinheiro a ser feita em se os recursos ou os preços para cima ou para baixo. Seguro, no entanto, não foi chamado 'porque' seguro 'tem de ser regulamentada. Assim, foi referido como o comércio de derivados, e organizações chamados Hedge Funds entrou em cena na gestão do comércio global de derivados.



O mercado de ações subiriam como a especulação sobre os lucros futuros estoques levou mais e mais, inflando uma bolha enorme no que foi chamado de "economia virtual". A Reserva Federal facilitou este, tal como havia feito anteriormente na liderança, até o Grande A depressão, por manter os juros artificialmente baixos, e permitindo uma fácil de dinheiro fluindo para o setor financeiro. O Federal Reserve, assim, cheios de "bolha" do setor de tecnologia. Quando essa bolha estourar, a Reserva Federal, com Allen Greenspan no comando, criou a bolha imobiliária "."

A Reserva Federal manteve as taxas de juros baixas e incentivada e facilitada o fluxo de dinheiro para o setor de habitação. Bancos foram dadas gratuitamente reinado e realmente incentivado a fazer empréstimos a indivíduos de alto risco que nunca seria capaz de pagar a sua dívida. Novamente, a classe média só existiam no mito do "livre mercado".

Paralelamente, durante os anos 1990 e no início dos anos 2000, o papel da especulação financeira como um instrumento de guerra tornou-se aparente. Dentro da economia neoliberal global, o dinheiro podia fluir facilmente para dentro e fora dos países. Assim, quando a confiança se enfraquece na perspectiva da economia de uma nação, não pode ser um caso de "fuga de capital", onde os investidores estrangeiros vendem seus ativos nessa moeda nação e remover seu capital daquele país. Isso resulta em um inevitável colapso da economia das nações.

Isso aconteceu com o México em 1994, no meio de unir o NAFTA, em que os investidores internacionais especularam contra o peso mexicano, apostando que iria entrar em colapso, eles descontados em seus pesos por dólares, o que desvalorizou o peso e desabou na economia mexicana. Isto foi seguido pela crise financeira da Ásia Oriental em 1997, onde toda a década de 1990, capital do Ocidente tinham penetrado economias do Leste Asiático especulando no mercado imobiliário e os mercados de ações. No entanto, isso resultou em mais investimentos, como a economia real (produção, fabricação, etc) não poderia prosseguir com o capital especulativo. Assim, o capital ocidental temia uma crise, e começaram a especular contra a moeda nacional de economias do Leste Asiático, que provocou a desvalorização e um pânico financeiro como capital fugiu do Leste Asiático em setores bancário ocidental. As economias em colapso e, em seguida, o FMI veio para "reestruturar" em conformidade. A mesma estratégia foi realizada com a Rússia em 1998, ea Argentina em 2001.

[Ver: Gavin Andrew Marshall, forja uma "Nova Ordem Mundial" sob um Governo Mundial. Global Research: August 13, 2009]

Ao longo da década de 2000, a bolha imobiliária foi inflado além da conta, e em meados da década, quando surgiram os indicadores de uma crise no mercado imobiliário uma bolha de imóveis comerciais foi formado. Esta bolha ainda não estourou.

A Crise Financeira 2007-2008

Em 2007, o Banco de Pagamentos Internacionais (BIS), a mais prestigiosa instituição financeira do mundo e que o banco central dos bancos centrais do mundo, emitiu um aviso de que o mundo está à beira de uma outra Grande Depressão ", citando a emissão em massa de fangled novos instrumentos de crédito, os níveis crescentes de endividamento das famílias, o apetite para o risco extremo mostrado pelos investidores, e os desequilíbrios arraigados no sistema monetário mundial. "[11]

À medida que a bolha imobiliária começou a entrar em colapso, a bolha de commodities foi inflado, onde o dinheiro foi cada vez mais em especulação, o mercado de ações, e os preços das commodities subiram, como com o aumento substancial do preço do petróleo entre 2007 e 2008. Em setembro de 2007, uma média britânico chamado Banco Northern Rock, um participante importante na empréstimos de hipotecas ruins que acabou por ser inútil, procurou a ajuda do Banco da Inglaterra, que levou a uma corrida ao banco e pânico do investidor . Em fevereiro de 2008, o governo britânico comprou e nacionalizado Northern Rock.

Em março de 2008, o Bear Stearns, um banco americano que tinha sido um emprestador pesado no mercado imobiliário de hipotecas real, entrou em crise. Em 14 de março de 2008, o Federal Reserve Bank de Nova York, trabalhou com o JP Morgan Chase (cujo CEO é membro do conselho do Fed de NY) para fornecer o Bear Stearns, com um empréstimo de emergência. No entanto, eles rapidamente mudaram de idéia, eo CEO do JP Morgan Chase, trabalhando com o presidente do Fed de Nova York, Timothy Geithner, eo secretário do Tesouro, Henry Paulson (ex-CEO da Goldman Sachs), Bear Stearns forçado a vender-se a JP Morgan Chase por US $ 2 por ação, que já havia negociado a 172 dólares por ação em janeiro de 2007. A fusão foi pago pelo Federal Reserve de Nova York, e acusado para o contribuinte E.U..

Em junho de 2008, o BIS advertiu novamente de uma iminente Grande Depressão [12].

Em setembro de 2008, o governo E.U. assumiu a Fannie Mae ea Freddie Mac, as duas maiores empresas de hipoteca home. No mesmo mês, a Global Bank Lehman Brothers declarou falência, dando o sinal de que ninguém está seguro e que toda a economia estava à beira do colapso. Lehman era um grande revendedor no mercado E.U. Títulos do Tesouro e foi investido fortemente em hipotecas residenciais. Lehman declarou falência em 15 de setembro de 2008, marcando a maior falência da história E.U.. Uma onda de consolidação bancária espalhados por todo os Estados Unidos e internacionalmente. Os grandes bancos se tornou muito maior do que o Bank of America engolido Merrill Lynch, JP Morgan comeu Washington Mutual, Wells Fargo e Wachovia assumiu.

Em novembro de 2008, o governo E.U. afiançado a maior companhia seguradora do mundo, a AIG. O Federal Reserve Bank de Nova York, com Timothy Geithner à frente:

[Comprada], para cerca de US $ 30 bilhões, os contratos de seguros AIG foi vendido em títulos de dívida tóxica para os bancos, incluindo a Goldman Sachs Group Inc., Merrill Lynch & Co., Société Générale e Deutsche Bank AG, entre outros. Essa decisão, dizem os críticos, elevou-se a um back-door resgate para os bancos, que recebeu 100 centavos de dólar para os contratos que teriam sido muito menos vale a AIG havia sido autorizado a falhar.

Como Bloomberg relatou, já que o Fed de Nova York é quase-governamentais, como é, é dado a autoridade do governo, mas não sujeitas à supervisão do governo, e é detida pelos bancos que compõem o seu conselho (como o JP Morgan Chase), " É como se o Fed de Nova York foi um traje black-ops para o banco central do país. "[13]

O socorro

No outono de 2008, a administração Bush tentou implementar um pacote financeiro para a economia, projetado para salvar o sistema bancário E.U.. Os líderes da nação entrou em alarmistas raivosos. O presidente advertiu:

Mais bancos poderão falhar, incluindo alguns em sua comunidade. O mercado de ações poderia cair ainda mais, o que reduziria o valor de sua conta de aposentadoria. O valor de seu repouso poderia despencar. Foreclosures aumentaria dramaticamente.

O chefe do Conselho da Reserva Federal, Ben Bernanke, bem como secretário do Tesouro Paulson, no final de setembro alertou para "a recessão, demissões e perderam suas casas, se o Congresso não aprovar rapidamente de emergência da administração Bush plano de resgate de US $ 700 bilhões." [14 ] Sete meses antes, em fevereiro de 2008, antes do colapso do Bear Stearns, Bernanke e Paulson disse que "a nação se evitar cair em recessão." [15] Em setembro de 2008, Paulson estava dizendo que as pessoas "deve ter medo . "[16]

O pacote de socorro foi feita em um esquema financeiro maciço, que mergulham os Estados Unidos em níveis sem precedentes da dívida, enquanto bombeamento incrível quantidade de dinheiro em grandes bancos globais.

O público foi informado, como foi o Congresso, que o resgate era de US $ 700 bilhões de dólares. No entanto, isso foi extremamente enganosa, e uma leitura mais atenta da cópia fina revelaria muito mais, em que R $ 700 bilhões é o montante que poderia ser gasto "em qualquer momento." Como Chris Martenson escreveu:

Isto significa que US $ 700 bilhões é não o custo desta legislação perigosa, é apenas o montante que pode ser pendente em qualquer altura. Depois de, digamos, US $ 100 bilhões em hipotecas ruins são eliminados, outros US $ 100 bilhões pode ser comprado. Em suma, estes quatro pequenas palavras assegurar que não há limite para o tamanho potencial dessa ajuda. Isto significa que US $ 700 bilhões é um volume circulante, não um teto.

Então o que acontece quando você tem uma linguagem vaga e um orçamento ilimitado? Fraude e self-dealing. Marque minhas palavras, esta é a maior operação de saque que nunca na história os E.U., e está tudo certo enunciados neste documento deliciosamente breve que está prestes a ser imposto através de um Congresso com medo e transformado em lei [17].

Além disso, o projeto de lei que "elevar o teto de endividamento do país para 11,315 trillion dólares de $ 10.615 trilhões," e que as ações tomadas como resultado da aprovação do projeto não estaria sujeito a investigação por parte do sistema judicial do país, como seria " tribunais barra de rever ações tomadas sob a sua autoridade ":

O governo Bush procura "poder ditatorial unreviewable pela terceira parte do governo, os tribunais, para tentar resolver a crise", disse Frank Razzano, um advogado de julgamento ex-assistente-chefe da Securities and Exchange Commission now at Pepper Hamilton LLP, em Washington. "Estamos dando um enorme salto de fé." [18]

Larisa Alexandrovna, por escrito, com o Huffington Post, advertiu que a aprovação do projeto de resgate serão os últimos pregos no caixão do golpe fascista sobre a América, sob a forma de fascistas financeira:

Esta crise é fabricado agora a ser sanada, se os fascistas fiscal obter a sua maneira, com o total de transferência de poderes do Congresso (dos poucos que continuam a ser) para o Poder Executivo ea transferência total dos recursos públicos em administrações das empresas (através de intermediários) mãos.

[. . . ] O secretário do Tesouro pode comprar ativos amplamente definido, em quaisquer condições que ele quer, ele pode contratar alguém que quer fazer e pode nomear empresas do setor privado como deputados financeira do governo E.U.. E ele pode escrever o que ele pensa regulamento [é] necessário.

As decisões do Secretário para a autoridade, nos termos desta Lei não são revista e comprometidos com a discricionariedade da agência, e não pode ser revista por qualquer tribunal ou de qualquer órgão administrativo [19].

Ao mesmo tempo, os E.U. Federal Reserve foi salvar bancos estrangeiros de centenas de bilhões de dólares ", que estão desesperados por dólares e não pode acessar os mercados de crédito congelados da América - uma co-move coordenada com bancos centrais do Japão, da Zona Euro , Suíça, Canadá e aqui no Reino Unido. "[20] Os movimentos teria sido coordenada pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS) na Basiléia, Suíça. Como Politico relatou, "os bancos estrangeiros com operações com grandes E.U. podiam beneficiar de socorro do Departamento do Tesouro da hipoteca." Um Tesouro Fact Sheet liberado pelo Departamento E.U. do Tesouro afirmou que:

Instituições financeiras participantes devem ter operações significativas nos os E.U., a menos que o secretário faz uma determinação, em consulta com o presidente do Federal Reserve, que elegibilidade mais ampla é necessária para estabilizar eficazmente os mercados financeiros [21].

Assim, o pacote de resgate não só permitir o resgate dos bancos americanos, mas todos os bancos a nível internacional, pública ou privada, se o secretário do Tesouro considerou "necessário", e que nenhuma das decisões do secretário pode ser revisto ou sujeitas à supervisão de qualquer tipo. Além disso, isso significaria que o secretário do Tesouro teria um cheque em branco, mas simplesmente não seria capaz de entregar mais de US $ 700 bilhões "a qualquer momento." Em suma, o resgate é, de facto, um golpe de Estado pelos bancos sobre o governo.

Muitos deputados foram informados de que se eles não conseguiram passar o pacote de resgate, eles foram ameaçados com a lei marcial. [22] Com certeza, o Congresso aprovou a lei, eo golpe financeiro havia sido um sucesso profunda.

Não admira, então, no início de 2009, um deputado informou que os bancos "estão ainda o mais poderoso lobby no Capitólio. E eles próprios abertamente o lugar. "[23] Outro congressista disse que" Os bancos executar o lugar ", e explicou:" Vou lhe dizer qual é o problema - eles dão três vezes mais dinheiro do que o grupo mais próximo. É enorme a quantidade de dinheiro que colocou na política. "[24]

O colapso da Islândia

Em 9 de outubro de 2008, o governo da Islândia assumiu o controle do maior banco do país, nacionalizando-lo, e suspendeu as negociações no mercado acionário islandês. Dentro de uma única semana, "a grande maioria da Islândia, uma vez que-orgulhosa sector bancário tem sido nacionalizada." No início de outubro, foi relatado que:

Islândia, que se transformou em um dos países mais pobres da Europa para um de seus mais ricos no espaço de uma geração, poderia enfrentar a bancarrota. Em um discurso televisionado à nação, o primeiro-ministro Geir Haarde admitiu: "Há um perigo muito real, concidadãos, que a economia islandesa, no pior caso poderia ser sugado para dentro do redemoinho, eo resultado poderia ser a falência nacional".

Um artigo na BusinessWeek, explicou:

Como as coisas ficaram tão ruins tão rapidamente? Blame forte dependência do sistema bancário islandês sobre o financiamento externo. Com a privatização do sector bancário, concluída em 2000, os bancos da Islândia, usou o financiamento por grosso substanciais para financiar a sua entrada no mercado hipotecário local e adquirir instituições financeiras estrangeiras, principalmente na Grã-Bretanha e na Escandinávia. Os bancos, em grande parte, estava simplesmente seguindo as ambições internacionais de uma nova geração de empresários islandeses que forjou impérios globais nas indústrias de varejo para a produção de alimentos a farmacêuticos. Até o final de 2006, os ativos totais dos três principais bancos foram de US $ 150 bilhões, oito vezes o PIB do país.

Em apenas cinco anos, os bancos foi de ser quase inteiramente mutuantes nacionais para se tornar grandes intermediários financeiros internacionais. Em 2000, diz Richard Portes, um professor de economia na London Business School, dois terços do seu financiamento veio de fontes nacionais e um terço do exterior. Mais recentemente, até a batida de crise essa relação se inverteu. Mas como os mercados de financiamento por grosso apreendidos, os bancos da Islândia entrou em colapso sob uma montanha de dívida externa [25].

Esta era a situação esgotante que enfrentou o governo na época da crise econômica mundial. As causas, porém, não foram islandês, eram internacionais. Islândia devidos "mais de $ 60 bilhões no exterior, cerca de seis vezes o valor da sua produção anual econômico. Como um professor na London School of Economics, disse: "Nenhum país ocidental em tempo de paz caiu tão rapidamente e tão mal." [26]

O que deu errado?

Islândia seguiu o caminho do neoliberalismo, desregulamentação sectores bancário e financeiro e ajudado na disseminação e facilidade de fluxo de capital internacional. Quando as coisas ficaram difíceis, a Islândia entrou em crise, como o Observer informou no início de outubro de 2008:

Islândia está à beira do colapso. A inflação e as taxas de juros são furioso para cima. A coroa, a moeda da Islândia, está em queda livre e é avaliado apenas aqueles acima do Zimbabué e do Turquemenistão.

[. . . ] O governo desacreditado e funcionários do Banco Central foram amontoados por trás de portas fechadas por três dias, ainda nenhum sinal de um plano. Os bancos internacionais não enviará mais dinheiro e material de moeda estrangeira estão acabando [27].

Em 2007, a ONU tinha adjudicado Islândia, o país "melhor para se viver":

Trapos comemorado da nação a história de riquezas começou nos anos noventa, quando as reformas de livre mercado, o dinheiro de quotas de peixe e um mercado de ações com base em fundos de pensão estável permitiu que os empresários islandês para sair e varrer de crédito internacional. Grã-Bretanha e da Dinamarca foram assombra compras favorito, e em 2004 islandeses só gastou £ 894m em acções de empresas britânicas. Em apenas cinco anos, a família média islandês viu a sua aumentar a riqueza de 45 por cento [28].

Como o terceiro dos grandes bancos da Islândia estava em apuros, após a aquisição maioritária do governo dos dois anteriores, o Reino Unido respondeu por congelamento de bens islandeses no Reino Unido. Kaupthing, o último dos três bancos de pé no início de outubro, tinha muitos recursos no Reino Unido.

Em 7 de outubro, Central da Islândia governador do Banco disse à imprensa, "Nós não vamos pagar para devedores irresponsáveis e ... não para os bancos que se comportaram de forma irresponsável." No dia seguinte, UK Ministro das Finanças, Alistair Darling, afirmou que, "O islandês governo, acredite ou não, têm-me dito ontem que eles não têm nenhuma intenção de honrar suas obrigações aqui ", embora, Arni Mathiesen, o ministro das Finanças islandês, disse que" nada nesta conversa por telefone pode apoiar a conclusão de que a Islândia não honra sua obrigação. "[29]

Em 10 de outubro de 2008, primeiro-ministro britânico Gordon Brown disse: "Nós estamos congelando os bens de empresas islandesas no Reino Unido quando pudermos. Nós tomaremos acções suplementares contra as autoridades islandesas sempre que for necessário para recuperar o dinheiro. "Assim:

Muitas empresas islandesas que operam no Reino Unido, em setores totalmente independentes, experimentou os seus bens foram congelados pelo governo do Reino Unido -, bem como outros actos de aparente vingança por parte das empresas do Reino Unido e da mídia.

O efeito imediato do colapso do Kaupthing é que o sistema financeiro da Islândia está arruinada e no mercado de câmbio fechado. Os varejistas estão se empenhando para garantir divisas para a importação de alimentos e remédios. O FMI está sendo chamado para a assistência [30].

O Reino Unido tinha mais de £ 840m investidos em bancos islandeses, e eles estavam se movendo para salvar os seus investimentos [31], o que só aconteceu para ajudar a dinamizar o colapso da economia islandesa.

Em 24 de outubro de 2008, um acordo entre a Islândia eo FMI foi assinado. No final de novembro, o FMI aprovou um empréstimo à Islândia de US $ 2,1 bilhões, com um adicional de US $ 3 bilhões em empréstimos da Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia, Rússia e Polônia. [32] Por que o acordo para o empréstimo levou tanto tempo, foi porque o Reino Unido pressionado o FMI a adiar o empréstimo ", até que uma disputa sobre a compensação Islândia deve poupadores em Icesave, um de seus bancos em colapso, é resolvido." [33]

Em janeiro de 2009, todo o governo islandês foi "formalmente dissolvido" como o governo entrou em colapso quando o primeiro-ministro e todo o seu gabinete renunciou. Isto colocou a parte da oposição no comando de um governo interino. [34] Em julho de 2009, o novo governo solicitou formalmente a adesão à União Europeia, no entanto, "os islandeses têm sido tradicionalmente céptico dos benefícios da adesão plena à UE, temendo que eles iriam perder alguma da sua independência como um pequeno Estado dentro de um maior entidade política. "[35]

Em agosto de 2009, o parlamento da Islândia aprovou uma lei "para restituir-Bretanha e na Holanda mais de $ 5 bilhões perdidos em contas de depósito islandês":

Islandeses, que já sofre de uma crise que tem deixado muitos indigentes, opuseram-se a pagar por erros cometidos pelos bancos privados, sob o olhar de outros governos.

Sua raiva em particular, é dirigido a Grã-Bretanha, que usou uma lei anti-terrorismo para confiscar bens islandês durante a crise do ano passado, um movimento que segundo moradores acrescentou insulto à injúria.

O governo argumentou que tinha pouca escolha mas para fazer boas sobre as dívidas se quisesse garantir o apoio continuado a fluir. Rejeição poderia ter levado para a Inglaterra ou a Holanda pretende bloquear a ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) [36].

Islândia está agora a serviço do FMI e os credores internacionais. A pequena nação independente, que por tanto tempo se orgulhava de uma economia forte e um forte sentido de independência tinha sido trazido a seus joelhos.

Em meados de janeiro de 2010, o FMI e da Suécia, juntamente atrasou seus empréstimos à Islândia, devido à falência da Islândia "para alcançar um acordo de compensação R $ 2,3 bilhões com a Grã-Bretanha e da Holanda sobre o seu colapso contas Icesave." Suécia, Reino Unido e do FMI estava chantageando Islândia para salvar activos no Reino Unido em troca de empréstimos [37].

Em fevereiro de 2010, foi relatado que a UE iria iniciar negociações com a Islândia islandês para assegurar a adesão na União Europeia até 2012. No entanto, "A Islândia aspirações são parcialmente ligada a uma disputa com a Holanda ea Grã-Bretanha mais de US $ 5 bilhões em dívidas perdido em colapso bancário do país no final de 2008." [38]

Islândia entendido como um sinal do que estava por vir. A crise da dívida soberana que trouxe da Islândia para seus joelhos tinham novas metas no horizonte.

Dubai Hit By tempestade financeira

Em fevereiro de 2009, o The Guardian informou que, "de seis anos" boom "que se transformou dunas de areia em uma metrópole brilhante, criando o edifício mais alto do mundo, o seu maior centro comercial e, dizem alguns, um santuário para o capitalismo desenfreado, é de uma moagem halt ", como Dubai, um dos seis estados que formam os Emirados Árabes Unidos (EAU), entrou em crise. Além disso, "a bolha imobiliária que impulsionou a expansão frenética de Dubai na parte traseira do dinheiro emprestado e os investimentos especulativos, explodiu." [39]

Meses depois, em novembro de 2009, Dubai era mergulhado em uma crise da dívida, gerando temores de acender uma dupla recessão ea próxima onda da crise financeira. Conforme o Guardian relatou:

Os governos têm cortado as taxas de juros, criou nova moeda electrónica e permitiu que os défices orçamentais, atingindo níveis recorde em uma tentativa de impulsionar o crescimento após o quase colapso do sistema financeiro global. [. . . ] Apesar de ter petróleo, é ainda o caso de muitos desses países teve um crescimento explosivo do crédito. É muito claro que, em 2010, temos problemas muito mais na loja [40].

O óleo vizinho estado rico de Abu Dhabi, no entanto, veio para o resgate de Dubai com um pacote de resgate de US $ 10 bilhões, levando o ministro dos Negócios Estrangeiros dos EAU, declarando a crise financeira de Dubai como sobre [41].

Em meados teme-fevereiro de 2010, no entanto, a renovação de uma crise da dívida em Dubai ressurgiu; Morgan Stanley informou que, "o custo de segurar um padrão de Dubai [em meados de fevereiro] subiu para o nível que estava no auge da cidade-estado de crise da dívida em novembro. "[42] Estes receios ressurgiu como:

Investidores mudaram suas atenções para o Golfo [em 15 de fevereiro], como os mercados reagiram a temores de que um plano de reestruturação do conglomerado estatal Dubai World iria pagar os credores, apenas 60 por cento do dinheiro que lhes é devido [43].

Novamente, os objectivos que os governos buscam no desdobramento da crise da dívida não é para salvar seu povo de uma economia em colapso e moeda inflada, mas para salvar os "interesses" de seus grandes bancos e corporações dentro de cada economia em colapso.

A Grécia Sovereign Debt Crisis Hits

Em outubro de 2009, um novo governo socialista chegou ao poder na Grécia, com a promessa de injetar 3 bilhões de euros para dinamizar a economia grega [44]. Grécia sofreu particularmente difícil durante a crise econômica, que experimentaram revoltas e protestos. Em dezembro de 2009, a Grécia disse que não iria default de sua dívida, mas o governo acrescentou: "Os trabalhadores assalariados não vai pagar por essa situação: nós não vamos avançar com congelamento de salários ou cortes. Nós não chegar ao poder para derrubar o Estado social. "Como Ambrose Evans-Pritchard escreveu para o Telegraph, em dezembro de 2009:

A Grécia está a ser dito para adotar um pacote de austeridade do FMI estilo, sem a desvalorização tão central para os planos do FMI. A receita é manifestamente ruinosa e auto-destrutivo. A dívida pública já é 113pc do PIB. O [Europeia] Comissão diz que vai chegar 125PC Em finais de 2010. Pode 140pc início em 2012.

Se a Grécia estava a impor cortes draconianos pagar em curso na Irlanda (5PC estado inferior para os trabalhadores, aumentando para 20pc para os patrões), que aprofundaria causar depressão e as receitas fiscais para um novo colapso. Já é demasiado tarde para que tais políticas bruto. A Grécia é passado o ponto de inflexão de uma espiral de dívida compostos.

Evans-Pritchard escreveu que a crise na Grécia teve muito a ver com a União Económica e Monetária (UEM), que criou o Euro, e fez todos os Estados-membros sujeitos às decisões do Banco Central Europeu, como "taxas de juros eram muito baixos para Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda, causando-lhes tudo para ser envolvido em uma propriedade destrutiva e "boom" dos salários. "Further:

Estados da UE clube poderá juntos para manter Grécia à tona com os empréstimos por um tempo. Isso não resolve nada. Aumenta a dívida da Grécia, prolongando a agonia. O que precisa Grécia - a menos que as folhas UEM - é uma subvenção permanente do Norte. Espanha e Portugal será também preciso de ajuda [45].

Dívida da Grécia haviam subido, no início de Dezembro de 2009, para uma espiral de 300 bilhões de euros, tal como os seus "problemas financeiros, também pesou sobre o euro, cujo valor a longo prazo depende de os países membros manter suas finanças em ordem." Além disso, a Irlanda , Espanha e Portugal foram todos enfrentando problemas com sua dívida. Como se viu, o anterior governo grego tinha sido cozinhar os livros, e quando o novo governo chegou ao poder, que herdou o dobro do déficit federal que tinha antecipado [46].

Em fevereiro de 2010, o New York Times revelou que:

Help [W] om de Wall Street, [Grécia] envolvido em uma década de esforço de longo prazo para a saia dos limites da dívida Europeia. Um negócio criado pela Goldman Sachs ajudou a obscurecer bilhões em dívidas dos superintendentes do orçamento, em Bruxelas.

Mesmo que a crise estava se aproximando do ponto de inflamação, os bancos estavam procurando maneiras de ajudar a Grécia evitar o dia do julgamento. No início de novembro - três meses antes de Atenas se tornou o epicentro de ansiedade financeira global - uma equipe do Goldman Sachs chegou à cidade antiga, com uma proposta muito moderno para um governo esforçando para pagar suas contas, de acordo com duas pessoas que foram informados sobre a reunião .

Os banqueiros, liderados pelo presidente da Goldman, Gary D. Cohn, estendeu um instrumento de financiamento que teriam empurrado a dívida da prestação de cuidados de saúde do sistema Grécia distante no futuro, tanto quanto ao proprietário amarrado tirar segunda hipoteca para pagar fora seus cartões de crédito. [ 47]

Mesmo em 2001, quando a Grécia aderiu à Euro-bloco, a Goldman Sachs ajudou o país "tranquilamente emprestar bilhões", em um negócio "escondido da vista do público, porque foi tratado como uma moeda de comércio, em vez de um empréstimo, [e] contribuiu para Atenas atender às regras da Europa défice, continuando a gastar acima das suas possibilidades. "Além disso," Grécia deve ao mundo $ 300 bilhões, e os grandes bancos estão no gancho para muito do que dívida. Um padrão que reverberam em todo o mundo. "Tanto a Goldman Sachs e JP Morgan Chase tinha empreendido esforços semelhantes na Itália e outros países da Europa, bem como [48].

No início de fevereiro, as nações da UE liderada pela França e Alemanha se reuniram para discutir um pacote de resgate para a Grécia, provavelmente com a ajuda do Banco Central Europeu e, possivelmente, o FMI. A questão tinha mergulhado na zona euro em uma crise, como a confiança na zona euro caiu em toda a linha, e "Os alemães tornaram-se tão desiludido com o euro, muitos não aceitam notas produzidas fora da sua pátria." [49]

Alemanha era esperado para socorrer a economia grega, para o desespero do povo alemão. Como um político alemão declarou: "Não podemos esperar que os cidadãos, cujos impostos já são muito altos, para ir junto com o apoio da errada política orçamental e financeira de outros estados da zona euro." Um economista alertou que o colapso da Grécia pode levar a um colapso do Euro:

Há muita gente especulando sobre os mercados sobre a eventual falência da Grécia e, logo que a Grécia vai, então virar as suas atenções para a Espanha e Itália, Alemanha e França, seriam obrigados a intervir mais uma vez [50].

No entanto, o Tratado de Lisboa tinha sido passada ao longo de 2009, que pôs em vigor uma Constituição Europeia, que dá poderes de Bruxelas enorme sobre os seus estados membros. Como o Telegraph de 16 de fevereiro de 2010, a UE Grécia despojado de seu direito de voto em uma reunião crucial para ocorrer em março:

O conselho de ministros das Finanças da UE disse Atenas devem cumprir as exigências de austeridade de 16 de março ou perder o controle sobre seus próprios impostos e gastar as políticas completamente. Ela se não o fizer, a UE irá se impor cortes draconianos sob o artigo 126,9 do Tratado de Lisboa, o que equivaleria a soberania económica [isto é, o controlo económico estrangeiro].

Embora a medida simbólica para suspender a Grécia dos seus direitos de voto em uma reunião não faz nenhuma diferença prática, que assinala um marco constitucional e representa uma perda de esmagamento da soberania.

"Nós certamente não vai deixá-los fora do gancho", disse o ministro das Finanças da Áustria, Josef Pröll, ecoando opiniões compartilhadas por colegas na Europa Setentrional. Algumas autoridades alemãs pediram para a Grécia para ser negado a votação em toda a matéria da UE, até que surge em "liquidação".

A UE tem ainda se recusou a revelar detalhes de como isso poderia ajudar a Grécia levantar € 30bn (£ 26bn) de mercados de dívida global até o final de junho [51].

Parece que a UE está numa posição preocupante. Se eles permitem que o FMI para socorrer a Grécia, que seria um golpe para a confiança na moeda euro, ao passo que se resgate a Grécia, que irá incentivar a pressões internas dentro dos países europeus a abandonar o Euro.

No início de fevereiro, Ambrose Evans-Pritchard escreveu no Telegraph que "a crise da dívida grego se espalhou para a Espanha e Portugal em uma perigosa escalada como teste de mercados globais se a Europa está disposta a suportar acima da união monetária com o músculo ao invés de meras palavras":

Julian Callow do Barclays Capital disse que a UE pode precisar de invocar poderes de emergência tratado nos termos do artigo 122 para deter o contágio, a emissão de uma garantia da UE para a dívida grego. "Se não for contida, isso poderia resultar em um Lehman`-tsunami estilo "se espalhando muito da UE."

[. . . Dirigentes] da UE virá para o resgate, no final, mas a Alemanha ainda tem a piscar neste jogo de "malabarismos políticos". A questão central é que a bolha de crédito da UEM, deixou o sul da Europa, com enorme passivo externo: Espanha na 91PC do PIB (€ 950bn); Portugal 108pc (€ 177bn). Isso se compara com 87pc para a Grécia (€ 208bn). Por este indicador, os desequilíbrios Ibérica são piores do que as da Grécia, e as verbas são muito maiores. O perigo é que os credores estrangeiros vai cortar o financiamento, desencadeando uma versão UEM interna da crise financeira asiática em 1998 [52].

O medo começou a se espalhar no que diz respeito a uma crise de crescimento da dívida soberana, que se estende através da Grécia, Espanha e Portugal, e provavelmente muito mais vasto e maior do que isso.

A Crise Global do Débito

Em 2007, o Banco de Pagamentos Internacionais (BIS), "o corpo de maior prestígio do mundo financeiro", advertiu sobre uma grande depressão que vem, e afirmou que enquanto em uma crise, os bancos centrais podem cortar as taxas de juro (que fez posteriormente). No entanto, como o BIS salientou, ao cortar as taxas de juro podem ajudar, no longo prazo tem o efeito de "semear as sementes para mais sérios problemas mais adiante." [53]

No verão de 2008, antes do ápice da crise financeira de 2008 em setembro e outubro, o BIS novamente alertou para os perigos inerentes a uma nova Grande Depressão. Como Ambrose Evans-Pritchard escreveu, "o banco do final dos banqueiros centrais", advertiu que os bancos centrais, como a Reserva Federal, não iria encontrá-lo tão fácil de "limpar" a bagunça que fizeram em bolhas de preços de ativos.

O relatório do BIS afirmou que, "Não é impossível que o desenrolar da bolha de crédito poderia, após um período temporário de uma inflação mais elevada, culminar em uma deflação que pode ser difícil de gerir, tanto mais que, dada a elevados níveis de endividamento." Como Evans-Pritchard explicou, "isto equivale a um aviso de exagero que a política monetária do Fed, o Banco da Inglaterra, e acima de tudo, o Banco Central Europeu poderá revelar-se perigosa neste momento." O relatório do BIS advertiu que, "os bancos globais - com empréstimos de US $ 37 trilhões em 2007, ou 70PC do PIB mundial - ainda estão no olho da tempestade. "Finalmente, as ações dos bancos centrais foram projetadas" para adiar o dia do acerto de contas ", não para impedi-lo [54].

Vendo como o BPI não é simplesmente um observador casual, mas é de facto o mais importante instituição financeira do mundo, como é que os banqueiros centrais do mundo se encontram e, em segredo, decidem a política monetária para o mundo. Como os bancos centrais agiram como os arquitetos da crise financeira, o BIS alerta de uma Grande Depressão não é simplesmente um caso de Cassandra profetizava o Cavalo de Tróia, mas é um caso em que ela profetizou o cavalo, então abriu os portões de Tróia e puxou o cavalo dentro

Foi neste contexto que os governos do mundo levou a enormes quantidades de dívida e socorrida sectores financeiro de sua conta e risco acumulado de comprar seus créditos de cobrança duvidosa.

No final de junho de 2009, vários meses após os governos ocidentais de execução salvamentos e pacotes de estímulo, o mundo estava na euforia de "recuperação". Neste momento, no entanto, o Bank for International Settlements lançou outro relatório alerta contra a complacência, como em acreditar no "recuperação". O BIS advertiu sobre os progressos "limitados" na fixação do sistema financeiro. O artigo vale a pena citar na íntegra:

Em vez de implementar políticas destinadas a limpar os balanços dos bancos, alguns planos de emergência têm pressionado os bancos a manter suas práticas de empréstimos do passado, ou mesmo aumentar o crédito interno, onde não é autorizada.

[. . . ] A falta de progresso ameaça prolongar a crise e atrasar a recuperação porque um sistema disfuncional financeira reduz a capacidade da política monetária e ações fiscais para estimular a economia.

Isso porque, sem um sistema bancário sólido subjacentes dos mercados financeiros, as medidas de estímulo não será capaz de ganhar a tração, e só pode levar a uma pickup temporária no crescimento.

A recuperação fugaz poderia piorar a situação, o BIS adverte, mais uma vez o apoio do governo para os bancos é absolutamente necessário, mas vai se tornar impopular que o público vê uma recuperação nas mãos. E as autoridades podem se distrair com a manutenção de crédito, os preços dos ativos e da demanda em vez de se concentrar na fixação de balanços dos bancos.

[. . . ] Ele alertou que, apesar das medidas sem precedentes na forma de estímulo fiscal, cortes na taxa de juros, resgates bancários e flexibilização quantitativa, existe uma "questão aberta" se as políticas serão capazes de estabilizar a economia global.

E como os governos granel até os seus défices para gastar seu caminho para sair da crise, é preciso ter cuidado para que sua falta de retenção não voltar a morder-lhes, os banqueiros centrais, disse. Se os governos não comunicar uma estratégia de saída credível, eles irão encontrá-lo mais difícil de colocar a dívida, e pode enfrentar os custos crescentes de financiamento - levando a cortes de gastos ou significativamente mais impostos [55].

O BPI tinha, assim, aprovou o socorro e os pacotes de estímulo, que não é nenhuma surpresa, considerando que o BIS é detida pelos bancos centrais do mundo, que por sua vez são de propriedade dos grandes bancos mundiais que foram "resgatados" por parte dos governos. No entanto, o BIS advertiu que os esforços de resgate ", quando necessário" para os bancos, provavelmente vai ter efeitos deletérios para os governos nacionais.

O BIS advertiu que, "há um risco de os bancos centrais irá elevar as taxas de juros e retirar liquidez de emergência tarde demais, provocando inflação":

Os bancos centrais ao redor do mundo reduziram os custos dos empréstimos para níveis recorde e injetou bilhões de dólares [ou, mais precisamente, trilhões] no sistema financeiro para conter a pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial. Enquanto alguns políticos têm enfatizado a necessidade de retirar as medidas de emergência logo que a economia melhora, o Federal Reserve, o Banco da Inglaterra eo Banco Central Europeu ainda estão em processo de implementação de programas de aquisição de ativos destinados a desbloquear os mercados de crédito e reviver crescimento.

"A grande preocupação é justificável e que, antes que possa ser revertida, a flexibilização dramática na política monetária se traduzirá em crescimento no contexto mais amplo agregados monetários e de crédito", disse o BIS. Que vai "levar a inflação, que alimenta as expectativas de inflação ou pode combustível ainda outro trunfo bolha de preços, plantando as sementes do" boom "financeiro seguinte ciclo de busto." [56]

De enorme importância foi a advertência de que o BPI ", pacotes de estímulo fiscal pode não trazer mais do que um impulso temporário para o crescimento, e será seguido por um longo período de estagnação económica." Como australiano relatou no final de junho:

O único organismo internacional para prever correctamente a crise financeira - o Banco de Pagamentos Internacionais (BIS) - alertou o maior risco é que os governos poderiam ser forçados por parte de investidores vínculo mundo a abandonar seus pacotes de estímulo e, em vez reduzir os gastos ao levantar impostos e juros taxas.

Além disso, os principais países ocidentais como a Austrália "Diante da possibilidade de uma desvalorização da moeda, o que obrigaria as taxas de juro a subir," e "Especialmente em economias menores e mais aberto, a pressão sobre a moeda poderia forçar os bancos centrais a acompanhar um apertado política que seria justificado por condições econômicas nacionais. "Não surpreendentemente, o BPI afirma que", garante o governo e os seguros de ativos expuseram os contribuintes a perdas potencialmente grandes ", através da ajuda e pacotes de estímulo e programas de" estímulo vai subir juro real taxas e as expectativas de inflação ", como a inflação" seria como intensificar a crise amainou. "[57]

Em maio de 2009, Simon Johnson, ex-economista chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), alertou que a Grã-Bretanha enfrenta uma grande luta na próxima fase da crise econômica:

[T] ele montanha de dívidas que tinha envenenado o sistema financeiro não tivesse desaparecido durante a noite. Em vez disso, ele foi deslocado para o sector privado na folha de balanço do setor público. Grã-Bretanha assumiu centenas de bilhões de libras de dívida bancária e fica atrás de potencialmente trilhões de dólares de passivos contingentes.

Se a primeira fase da crise foi a implosão da crise financeira e económica da segunda, a terceira fase - a uma anunciada por Johnson - é onde começa a derrubar governos sob o peso desta dívida. Se 2008 foi um ano de falências do setor privado, 2009 e 2010, vai, vai ser o ano de insolvência do governo.

No entanto, tão terrível quanto o olhar das coisas para a Inglaterra, "O Reino Unido é susceptível de ser apoiado por outros países, como a escala completa da crise torna-se aparente e mais esqueletos financeiros são retirados do armário sub-prime." [58].

Em setembro de 2009, o ex-economista-chefe do Banco de Compensações Internacionais (BIS), William White, que havia determinado com rigor a crise anterior, advertiu que, "O mundo não abordou os problemas no centro da crise econômica e é susceptível de mergulhar de novo em recessão. "Ele" também advertiu que as ações do governo para ajudar a economia a curto prazo pode estar semeando as sementes de futuras crises. "Um artigo no Financial Times elaborou:

"Estamos entrando em uma recessão W [forma]? Quase certamente. Será que estamos entrando em uma L? Eu não seria nem um pouco surpreso ", [White] disse, referindo-se aos riscos de uma chamada dupla recessão ou de uma estagnação prolongada, como o Japão sofreu na década de 1990.

"A única coisa que realmente me surpreende é uma recuperação rápida e sustentável a partir da posição que nós estamos dentro"

Os comentários do Sr. White, que dirigia o departamento econômico do banco dos bancos centrais "de 1995 a 2008, um peso, porque ele era uma das poucas figuras sênior de prever a crise financeira nos anos antes que ele atingiu.

O Sr. White repetidamente avisado dos desequilíbrios perigosos no sistema financeiro mundial já em 2003, e - quebrando um tabu nos círculos grandes bancos centrais, ao mesmo tempo - ele ousou desafiar Alan Greenspan, então presidente da Reserva Federal, sobre a sua política de persistente dinheiro barato [isto é, baixas taxas de juros].

[. . . ] Em todo o mundo, os bancos centrais injetaram [milhões de milhões] de dólares de novos fundos no sistema financeiro nos últimos dois anos, em um esforço para evitar uma depressão. Enquanto isso, os governos têm ido aos extremos semelhantes, tendo em vastas somas de dívida para sustentar a indústria de operação bancária para fazer de carro.

Estas medidas podem já estar inflando uma bolha nos preços dos ativos, de ações a commodities, disse ele, e houve um pequeno risco de que a inflação sair do controle a médio prazo, se os bancos centrais perca tempo de suas estratégias de "saída".

Enquanto isso, os problemas subjacentes da economia mundial, como os desequilíbrios comerciais insustentáveis entre os E.U., Europa e Ásia, não tinha sido resolvida [59].

No final de setembro de 2009, o gerente geral do BIS advertiu contra a complacência dos governos, afirmando que "a repercussão no mercado não deve ser mal interpretada", e que, "O perfil de recuperação não é clara." [60]

Em setembro, o "Financial Times" informou ainda que William White, ex-economista-chefe do BPI, também ", argumentou que, após dois anos de apoio do governo para o sistema financeiro, agora temos um conjunto de bancos que são ainda maiores - e mais perigosa -- do que nunca ", que também", tem sido defendido por Simon Johnson, ex-economista chefe do Fundo Monetário Internacional ", que" diz que a indústria financeira foi de fato capturado o governo E.U. ", e incisivamente afirmou:" a recuperação falhará se não quebrar a oligarquia financeira que está a bloquear a reforma essencial. "[61]

Em meados de Setembro, o BPI lançou um alerta sobre o sistema financeiro mundial, como "O mercado mundial de derivados subiram para 426 trillion dólares no segundo trimestre [de 2009], como apetite pelo risco voltou, mas o sistema continua instável e propenso a crises. "Os derivados subiram 16%", principalmente devido ao aumento dos contratos de futuros e opções sobre taxas de juro a três meses. "Em outras palavras, a especulação está de volta com força total em dinheiro do resgate aos bancos, por sua vez alimentou as práticas especulativas que não foram submetida a reforma ou regulamento. Assim, os problemas que criaram a crise anterior ainda estão presentes e em crescimento:

Stephen Cecchetti, o [BIS economista] chefe, disse que "over-the-counter mercados de derivativos ainda estão opacos e apresentam" grande risco sistêmico "para o sistema financeiro. O perigo é que os reguladores novamente deixar de ver que as instituições têm tido grande exposição muito mais do que podem segurar em condições de choque, repetindo os erros que permitiram que a seguradora AIG E.U. para escrever quase metade de um trilhão de dólares "de seguro sem hedge através de crédito default swaps [62].

No final de novembro de 2009, a Morgan Stanley alertou que "a Grã-Bretanha riscos de se tornar o primeiro país do bloco G10 das principais economias ao risco de fuga de capitais e uma crise da dívida externa full-blown nos próximos meses." O Banco de Inglaterra poderá ter de elevar juros "As taxas de antes de estar pronto - arriscando uma recessão duplo mergulho, e um composto incipiente espiral da dívida." Further:

Morgan Stanley disse que [o] libra pode cair mais um 10pc no comércio em termos ponderados. Isto iria completar os maiores slide na libra desde a revolução industrial, superando a queda 30pc do pico à calha após a Grã-Bretanha foi expulsa do padrão-ouro em circunstâncias catastróficas em 1931 [63].

Como Ambrose Evans-Pritchard escreveu para o Telegraph, este "é um lembrete de que os países simplesmente comprou durante a crise através do recurso a incentivos fiscais e desvio perdas privada para livros pública", e, ao mesmo tempo, ele defendeu o estímulo pacotes alegando que era "necessário ", ele admitiu que os pacotes de estímulo" não ter resolvido o problema da dívida subjacente. Eles têm contado até um segundo conjunto de dificuldades por dívida soberana degradante em grande parte do mundo. "[64] Morgan Stanley, disse uma outra surpresa, em 2010, poderia ser um aumento do dólar. No entanto, isso seria devido à fuga de capitais para fora da Europa como as suas economias ruir com os encargos da dívida e do capital procura um "porto seguro" do dólar E.U..

Em dezembro de 2009, o Wall Street Journal informou sobre as advertências de alguns dos principais economistas do país, que temiam que, após uma crise financeira como a que experimentou nos últimos dois anos ", há geralmente uma onda de crises de default soberano". Como o economista Kenneth Rogoff, explicou: "Se você quiser saber o que está ao lado do menu, que é uma boa aposta", como "dívidas do governo em espiral ao redor do mundo, de Washington a Berlim e Tóquio, podem definir o cenário para os anos de problemas financeiros. "Além do óbvio exemplo da Grécia, outros países estão em risco, como o autor do artigo escreveu:

Igualmente preocupante são vários outros países na periferia da Europa, os países bálticos, os países do Leste Europeu como a Hungria, e talvez a Irlanda e Espanha. Isto é onde as finanças públicas são piores. E as algemas da moeda única europeia, o professor disse Rogoff, a média de cada país não pode simplesmente imprimir mais dinheiro para sair de suas dívidas. (Para o registro, o investidor mais inteligente que eu já conheci, um gerente de hedge fund em Londres, é também uma antecipação de uma crise da dívida soberana.)

[. . . ] As principais crises da dívida soberana, disse ele, são, provavelmente, um par de anos afastado. A questão fundamental é que, desta vez, os problemas financeiros da montagem os E.U., Alemanha e Japão média desses países, uma vez que o tio rico do mundo, já não terá o dinheiro para intervir e resgatar o mais irresponsável sobrinhas e sobrinhos.

Rogoff previu que, "Nós estamos indo ser aumentar impostos Sky High", e que, "estamos provavelmente vai ver um monte de inflação, eventualmente. Teremos de. É a maneira mais fácil de reduzir o valor das responsabilidades em termos reais ". Rogoff afirmou:" A forma padrão dos países ricos é através da inflação. "Além disso," mesmo E.U. obrigações municipais não estarão a salvo de problemas. Califórnia poderia estar entre aqueles que enfrentam uma crise de padrão ". Rogoff elaborada," Não seria surpresa para mim ver a Reserva Federal a compra de dívida Califórnia, em algum momento, ou alguma forma de ajuda. "[65]

Os salvamentos, especialmente o dos Estados Unidos, entregou um cheque em branco para maiores bancos do mundo. Como um outro benefício, o governo E.U. colocar esses mesmos bancos responsáveis pela "reforma" e "regulamentação" do setor bancário. Naturalmente, nenhuma reforma ou regulamentação ocorreu. Assim, o dinheiro dado aos bancos pelo governo podem ser utilizados em especulação financeira. Como a crise da dívida soberana se desdobra e se espalha ao redor do globo, os grandes bancos internacionais será capaz de criar riqueza enorme especulação, rapidamente sacar dinheiro de uma nação em crise da dívida, a precipitação de um colapso, e que se deslocam para outro, até que todos os Dominó caíram, e os bancos estande maior, mais rico e mais poderoso do que qualquer outra nação ou instituição na Terra (assumindo que eles já não são). É por isso que os banqueiros foram tão ansioso para realizar um golpe de Estado financeiro dos Estados Unidos, para garantir que nenhuma reforma real aconteceu, que eles pudessem saquear a nação de tudo o que tem, e lucro fora de seu eventual colapso e do colapso da economia global. Os bancos foram salvas! Agora todo mundo tem que pagar.

Edmund Conway, editor de Economia do Telegraph, informou no início de janeiro de 2010, que durante todo o ano:

[S] de crédito overeign reverterá sob a tensão do [governo] déficits, a recuperação económica vai hesitar que o Governo retire as suas medidas de estímulo fiscal e mais empresas continuarão a falhar. Em outras palavras, é provável que 2010 seja o ano da recuperação de um V-shaped [66]

Em outras palavras, a "recuperação" é uma ilusão. Em meados de janeiro de 2010, o Fórum Econômico Mundial divulgou um relatório no qual advertiu que, "há agora mais do que um em cada cinco chance de outro implosão da bolha de preços de ativos do mundo custar mais de £ 1 trilhão, e similares probabilidades de uma crise em grande escala de soberania fiscal. "O relatório alertou para uma segunda crise financeira simultânea acoplada com uma grave crise fiscal que os países de mora sobre as dívidas. O relatório "também alertou para a possibilidade de a economia da China superaquecimento e, em vez de ajudar a apoiar o crescimento económico global, impedindo uma recuperação plena de pleno direito de se desenvolver." Further:

O relatório, que no ano anterior tinha sido um dos primeiros a citar a possibilidade de uma crise financeira, a crise do petróleo que o precederam e da crise alimentar em curso, incluiu uma lista de riscos crescentes ameaçando principais economias. Entre os mais prováveis, e potencialmente mais onerosa, é uma crise da dívida soberana, como alguns países lutam para pagar os custos sem precedentes da crise de limpeza, segundo o relatório, mencionando especificamente o Reino Unido e os E.U..

[. . .] O relatório também destaca o risco de um colapso mais activo dos preços, que poderia comprometer a recuperação económica nascente em todo o mundo, com especial preocupação em torno da China, que alguns temem que possa seguir os passos Japão pisou na década de 1990 [67].

Nouriel Roubini, um dos melhores economistas da América que previu a crise financeira, escreveu um artigo na Forbes em janeiro de 2010, explicando que, "a grave recessão, combinada com uma crise financeira, durante 2008-09, piorou a situação orçamental dos países desenvolvidos, devido à gastos estímulo, menores receitas fiscais e apoio ao setor financeiro. "Ele alertou que a dívida dos grandes economias, incluindo os E.U., Japão e Grã-Bretanha, provavelmente aumentar. Com isso, os investidores tornam-se cuidado com a sustentabilidade dos mercados fiscal e começará a se retirar dos mercados de dívida, prazo considerado "refúgios seguros". Adicionais:

A maioria dos bancos centrais vão retirar liquidez a partir de 2010, mas as necessidades de financiamento do governo permanecerá alta em seguida. Rentabilização e administração da dívida pública aumentou em governos do mundo desenvolvido irá aumentar as expectativas de inflação.

À medida que sobem as taxas de juros, que eles terão de nos um aperto da política monetária, (que até agora tem sido mantido artificialmente baixo, de modo a favorecer a propagação de liquidez em todo o mundo), os pagamentos de juros sobre a dívida irá aumentar dramaticamente. Roubini alertou:

E os E.U. Japão poderiam ser os últimos a aversão dos investidores face ao dólar é a moeda de reserva mundial e os E.U. tem os mercados de dívida mais profundo e líquido, enquanto o Japão é um credor líquido e em grande parte das finanças da sua dívida no mercado interno. Mas ficará cada vez mais os investidores cautelosos sobre esses países, mesmo se as necessárias reformas fiscais com diferimento [68].

Governos, assim, necessidade de aumentar drasticamente os impostos e cortar gastos. Essencialmente, isso equivaleria a um mundial "Programa de Ajustamento Estrutural (SAP) nos países desenvolvidos, as nações industrializadas do Ocidente.

Onde SAPs imposta "países devedores do Terceiro Mundo" seria um empréstimo em troca do desmantelamento do Estado público, impostos mais altos, aumento do desemprego, a privatização total das indústrias do Estado e desregulamentação do comércio e investimento, os empréstimos concedidos pelo FMI e pelo Mundo Banco acabaria por beneficiar Western corporações multinacionais e bancos. Isto é o que o mundo ocidental enfrenta agora: temos afiançado os bancos, e agora temos de pagar por ele, através do desemprego em massa, aumento de impostos, e do desmantelamento da esfera pública.

Em fevereiro de 2010, Niall Ferguson, historiador britânico de destaque econômico, escreveu um artigo para o Financial Times, intitulado "A Crise grego Coming to America." Ele começa por explicar que, "Tudo começou em Atenas. Propaga-se para Lisboa e Madri. Mas seria um grave erro supor que a crise da dívida soberana que se desenrola permanecerão confinados às economias da zona do euro mais fraco. "Ele explicou que esta não é uma crise confinado a uma região," É uma crise fiscal do mundo ocidental ", e" suas ramificações são muito mais profundas do que a maioria dos investidores atualmente apreciar. "Ferguson escreve que," o problema é essencialmente o mesmo da Islândia, a Irlanda à Grã-Bretanha para os E.U.. Ele só vem em tamanhos muito variados ", e os E.U. há risco pequeno:

Para a maior economia do mundo, os E.U., o dia do julgamento ainda parece tranquilizador remoto. A piorar a situação na zona do euro, mais as manifestações E.U. dólar com os investidores nervosos estacionar o seu dinheiro no "porto seguro" da dívida do governo americano. Este efeito pode persistir por alguns meses, assim como o dólar e títulos do Tesouro reuniram nas profundezas do pânico bancário no final de 2008.

No entanto, mesmo uma olhada casual na posição fiscal do governo federal (para não mencionar os estados), faz um absurdo da frase "porto seguro". E.U. dívida pública é um porto seguro a caminho de Pearl Harbor foi um porto seguro em 1941.

Pontos Ferguson que, "A longo prazo, as projeções do Congressional Budget Office sugerem que os E.U. nunca mais vai executar um orçamento equilibrado. That's right, nunca. "Ferguson explica que a dívida vai doer grandes economias:

Ao elevar os temores de inadimplência e / ou desvalorização da moeda frente da inflação real, eles subir as taxas de juros reais. Maiores taxas reais, por sua vez, agem como entrave ao crescimento, especialmente quando o setor privado também é altamente endividados - como é o caso da maioria das economias ocidentais, sobretudo os E.U..

Embora a família E.U. taxa de poupança aumentou desde a Grande Recessão começou, ele não subiu o suficiente para absorver um trilhão de dólares de emissão do Tesouro líquido por ano. Só duas coisas têm, até agora, ficou entre os E.U. e maiores rendimentos de obrigações: as compras de títulos do Tesouro (e títulos lastreados em hipotecas, que muitos vendedores essencialmente trocados por títulos do Tesouro) pela Reserva Federal e acumulação de reservas por parte das autoridades monetárias chinesas [69].

No final de fevereiro de 2010, os sinais de alerta piscando em vermelho foram as taxas de juro estavam indo ter que subir, aumentar os impostos e os encargos da dívida terá de ser abordado.

China começa a despejar os titulos da tesouraria americana

E.U. Treasuries são E.U. dívida pública, que é emitida pelo Departamento do Tesouro E.U., que são comprados por governos estrangeiros como um investimento. É uma demonstração de confiança na economia E.U. para comprar a sua dívida (ou seja, títulos do Tesouro). Na compra de um Tesouro E.U., você está emprestando dinheiro ao governo E.U. durante um determinado período de tempo.

No entanto, como os Estados Unidos têm dado às cargas de endividamento excessivo para salvar os bancos em crise, a perspectiva de compra E.U. Tesouro tornou-se menos atraentes, ea ameaça que eles são um investimento seguro é sempre crescente. Em fevereiro de 2009, Hilary Clinton instou a China a continuar a comprar E.U. do Tesouro para financiar o pacote de estímulo de Obama. Como um artigo na Bloomberg assinalou:

Os E.U. é o maior comprador individual das exportações que impulsionam o crescimento da China, o mundo da terceira maior economia. China, por sua vez investe salário excedente de transferências de mercadorias como brinquedos, roupas e aço, principalmente em títulos do Tesouro, fazendo a maior parte do titular do mundo dos E.U. dívida pública no final do ano passado, com 696,2 bilhões dólares [70].

No mês seguinte, o banco central chinês anunciou que vai continuar a comprar E.U. Treasuries [71].

No entanto, em fevereiro de 2009, Warren Buffet, um dos indivíduos mais ricos do mundo, advertiram contra a compra de títulos do Tesouro E.U.:

Buffett disse que com a E.U. Federal Reserve eo Departamento do Tesouro vai "all in" para impulsionar uma economia encolher no ritmo mais rápido desde 1982, "uma vez dosagens impensável" de estímulo, provavelmente, estimular um ataque "de inflação, um inimigo dos investidores de renda fixa.

"O mundo dos investimentos foi de subvalorização do risco de superfaturamento isso", escreveu Buffett. "O dinheiro é ganhar quase nada e certamente irá encontrar o seu poder de compra corroído ao longo do tempo."

"Quando a história financeira da presente década, está escrito, certamente falar da bolha da internet da década de 1990 e da bolha imobiliária do início dos anos 2000", continuou. "Mas os E.U. bolha de títulos do Tesouro do final de 2008 pode ser considerado quase igualmente extraordinário." [72]

Em setembro de 2009, um artigo na CNN relatou os perigos que a China começasse a dumping E.U. do Tesouro, o que "poderia causar mais as taxas de juro de longo prazo para atirar para cima uma vez que os preços dos títulos e dos rendimentos mover em direções opostas", como uma moeda E.U. enfraquecimento poderia levar à inflação, que por sua vez, reduzir o valor e valor das participações da China em E.U. Treasuries [73].

Tornou-se um jogo de espera, uma recuperação económica-22: China prende E.U. dívida (Treasuries), que permite que os E.U. passar para "salvar a economia" (ou mais precisamente, os bancos), mas todas as despesas mergulhou os E.U. em dívida abissal como a partir do qual ela nunca será capaz de emergir. O resultado é que a inflação provavelmente vai ocorrer, com a possibilidade de hiper-inflação, reduzindo assim o valor da moeda E.U.. A economia da China é totalmente dependente de os E.U. como uma economia de consumo, enquanto os E.U. é dependente da China como um comprador e titular da dívida E.U.. Ambos os países estão a atrasar o inevitável. Se a China não quer realizar investimentos inúteis (dívida E.U.) deve deixar de comprar E.U. do Tesouro e, em seguida fé internacionais na moeda E.U. iria começar a cair, obrigando as taxas de juro a subir, o que poderia até mesmo precipitar um ataque especulativo contra os E.U. dólar. Ao mesmo tempo, um colapso E.U. moeda e da economia não ajudaria a economia da China, que cairia com ela. Assim, tornou-se um jogo de espera.

Em fevereiro de 2010, o Financial Times informou que a China havia começado em dezembro de 2009, o processo de dumping E.U. Treasuries e, assim, ficando para trás o Japão como o maior detentor de dívida E.U., vendendo cerca de 38,8 bilhões dólares de E.U. Treasuries, como "estrangeiro procura E.U. para os títulos do Tesouro caiu por um valor recorde ":

A queda na demanda vem como Retiro dos países da "fuga para a segurança" estratégia que embarcaram no auge da crise financeira global e poderia significar que os E.U. terá que pagar mais em juros da dívida.

Para a China, a venda de E.U. Treasuries marca uma inversão que se assinalou no ano passado, quando ele disse que iria começar a reduzir algumas das suas explorações. Qualquer mudança no seu comportamento são politicamente sensível, porque é o maior parceiro comercial E.U. e ajudou a financiar os défices E.U..

Alan Ruskin, estrategista do RBS Securities, disse que o comportamento da China mostrou que ele sentiu-se "saturado" com o papel do Tesouro. A mudança de sentimento poderia ferir o dólar eo mercado de Tesouraria como os E.U. tem de olhar para outros países para o financiamento [74].

Assim, a China tem dado os E.U. um voto de não-confiança. Isto é evidente do slide-escorregadio no caminho para um colapso da economia E.U. e, possivelmente, o dólar E.U., por si só.

É uma crise da dívida chegando na América?


Todos os sinais estão lá: a América está em Dire Straits quando se trata de seu endividamento total, as acções adequadas não foram tomadas medidas para reformar os sistemas monetários e financeiros, os mesmos problemas continuam a prevalecer, e os pacotes de ajuda e estímulo ainda mais expostos a Estados Unidos para os níveis de dívida astronômica. Enquanto o dólar vai provavelmente continuar a subir como a confiança nas economias da zona euro cai, isso não é porque o dólar é um bom investimento, mas porque o dólar é simplesmente um investimento melhor (por enquanto) do que o Euro, o que não está dizendo muito.

Os movimentos chinês para começar dumping E.U. do Tesouro é um sinal de que a questão da dívida americana já opinou sobre as funções e movimentos do sistema financeiro global. Enquanto o dia do julgamento pode ser meses ou mesmo anos afastado, ele vem mesmo assim.

Em 15 de fevereiro, foi relatado que o Federal Reserve, depois de ter bombeado 2,2 trillion dólares para a economia ", deve começar a retirar o dinheiro de volta." À medida que o Fed teria comprado cerca de US $ 2 trilhões em ativos podres, é agora a debater "como e quando vender esses ativos. "[75] Como o Korea Times," O problema: Faça isso muito rapidamente e que o Fed poderia cortar ou reduzir a recuperação. Esperar muito tempo eo risco de partir uma rodada punir a inflação. "[76]

Em meados de fevereiro, houve relatos de dissidência dentro do Sistema da Reserva Federal, como Thomas Hoenig, presidente do Federal Reserve Bank de Kansas City, advertiu que, "O E.U. deve fixar os seus problemas de endividamento crescente risco ou uma nova crise financeira." Ele explicou, "que estava a infringir aumento da dívida sobre a capacidade do Banco Central para cumprir seus objetivos de manter a estabilidade de preços e de longo prazo do crescimento econômico." Em janeiro, ele foi a voz solitária na reunião do Fed disse que as taxas de juros não devem permanecer perto zero para um "período prolongado." Ele disse que o pior cenário possível seria que o governo E.U. ter que pedir novamente o Fed para imprimir mais dinheiro, e sugeriu que "o governo deve encontrar formas de cortar gastos e gerar receitas, "admitir que seria uma" dolorosa e politicamente inconveniente processo "[77].

No entanto, esses relatórios são em grande medida hipócrita, já que colocou o foco em um nível de dívida superficial. Os Estados Unidos, mesmo antes do início da crise econômica em 2007 e 2008, tinha sido há muito tempo um gastador imprudente. O custo de manter um império é astronômico e fora do alcance real de qualquer nação. Historicamente, o colapso dos impérios tem tanto ou mais a ver com um colapso no seu sistema monetário e fiscal do que a derrota militar ou colapso na guerra. Também é importante observar que estes processos não são mutuamente exclusivas, mas são, na verdade, interdependentes.

Como diminuir os impérios, a ordem do mundo é cada vez mais marcado em crises econômicas e conflitos internacionais. Como a crise na economia piora, os conflitos internacionais e guerras de propagação. Como já amplamente documentado em outro lugar, os Estados Unidos, desde o final da II Guerra Mundial, foi a hegemonia mundial: a manutenção da maior força militar do mundo, e não se esquivou a utilização da mesma, bem como ao funcionamento do sistema monetário mundial . Desde 1970, o dólar E.U. tem agido como uma moeda de reserva mundial. Após o colapso da URSS, a grande estratégia imperial da América foi a dominar a Eurásia e controlar o mundo militarmente e economicamente.

[Ver: Gavin Andrew Marshall, uma estratégia imperial para uma Nova Ordem Mundial: The Origins of World War III. Global Research: 16 de outubro de 2009]

Ao longo do ano da administração Bush, a estratégia imperial foi dada uma nova vida imensa, com o pretexto da "guerra ao terror". Sob esta bandeira, os Estados Unidos declararam guerra ao mundo e todos os que se opõem à sua hegemonia. Durante todo o tempo, a administração coniventes com os grandes bancos eo Federal Reserve de manter artificialmente o sistema econômico. Nos últimos anos da administração Bush, essa ilusão começou a ruir. Nunca antes na história como uma grande nação salários várias grandes guerras teatro ao redor do mundo sem que o público em casa, sendo fiscal contido de alguma maneira, seja através de maiores impostos ou taxas de juro. Na verdade, foi completamente o oposto. As guerras trilhões de dólares dos Estados Unidos caiu mais em dívida.

Em 2007, ano em que entrou em colapso do Northern Rock no Reino Unido, sinalizando o início do colapso de 2008, a dívida total - doméstico, comercial e consumidor dívida - dos Estados Unidos atingiu um chocante $ 51 trillion [78].

Como se esse endividamento não foi suficiente, considerando que seria impossível para nunca pagar, nos últimos dois anos tem visto a expansão da dívida mais expansivo e rápida jamais visto na história do mundo - na forma de estímulo e de pacotes de resgate ao redor do mundo. Em julho de 2009, foi relatado que, "E.U. contribuintes poderão estar no gancho para tanto como 23,7 trillion dólares para fortalecer a economia e resgatar empresas financeiras, disse Neil Barofsky, inspetor-geral especial para o Tesouro Troubled Asset Relief Program. "[79]

Projeto de lei que é de notar mais uma vez: o "socorro" implementado no governo Bush, e fortemente apoiado e patrocinado pelo presidente eleito, Barack Obama, tem possivelmente afiançado o sector financeiro de até 23,7 trillion dólares. Como pode ser isso? Afinal, o público foi informado de que o resgate "foi de US $ 700 bilhões.

Na verdade, a boa impressão na conta da ajuda revelaram que US $ 700 bilhões não foi um teto, como em, US $ 700 bilhões foi o montante máximo de dinheiro que poderia ser injetado nos bancos, era o máximo que pode ser injetado na financeira "sistema em qualquer momento." Assim, tornou-se um montante de "material circulante". Essencialmente criado um back-brecha da porta para os principais bancos mundiais, nacionais e estrangeiros, para saquear a nação e saquear-lo inteiramente. Não havia limite para os bancos o dinheiro poderia começar a partir do Fed. E nenhuma das ações seriam sujeitas a exame ou fiscalização pelo Congresso Nacional ou o Poder Judiciário, ou seja, o povo [80].

É por isso que, como Obama se tornou presidente em final de janeiro de 2009, sua administração totalmente implementado o golpe financeiro nos Estados Unidos. O homem que havia sido responsável por orquestrar o resgate da AIG, a compra do Bear Stearns como um presente para o JP Morgan Chase, e tinha sido eleito para executar o Federal Reserve Bank de Nova York pelos principais bancos globais em Nova York (chefe entre eles, o JP Morgan Chase), de repente se tornar secretário do Tesouro, sob Obama. O Fed, e, assim, os bancos foram agora colocados diretamente responsável pelo saque.

Obama tomou então a uma equipe de assessores econômicos que fizeram qualquer observador perspicaz económica recuar de terror. Os titãs da crise econômica ea catástrofe se tornou a raposa no comando do galinheiro. Aqueles que foram fundamentais na criação e construção das crises econômicas das décadas anteriores e construção dos instrumentos e infra-estrutura que levaram à crise atual, estavam com Obama, trazidos para "resolver" a crise que eles criaram. Paul Volcker, antigo presidente da Reserva Federal e arquiteto da crise da dívida de 1980, era agora um conselheiro econômico de Obama. Bem como este, Lawrence Summers se juntou a equipe econômica de Obama, que já havia sido fundamental na Tesouro de Bill Clinton Departamento de desmantelamento de todas as regulamentações bancárias e criação do mercado para a especulação e derivados que, directa levaram à crise atual.

Em suma, a oligarquia financeira está sob controle absoluto do governo dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, a estrutura militar do império norte-americano estabeleceu firmemente seu domínio sobre a política externa, como as guerras americanas são expandidos para o Paquistão, Iêmen, Irã e potencial.

Não se engane, a crise está chegando à América, é apenas uma questão de quando e como grave.

Declínio Imperial e ascensão da Nova Ordem Mundial


O declínio do império americano, um resultado inevitável do seu meio século de exercer a sua hegemonia política e econômica em todo o mundo, não é um acontecimento isolado na economia política global. Os E.U. declina concomitantemente com a ascensão da chamada "Nova Ordem Mundial".

América Latina tem sido usado por bancos ocidentais e poderosos interesses corporativos como motor do império, expandindo sua influência em todo o globo. Bancos não têm exércitos, então eles devem controlar as nações, os bancos não têm produtos, então eles devem controlar as indústrias, os bancos só têm dinheiro e juros sobre ele. Assim, devem garantir que a indústria e os governos emprestar dinheiro em massa para o ponto onde eles estão tão endividados, eles nunca podem surgir. Como resultado, os governos e indústrias se subserviente aos interesses bancários. Bancos conseguido este feito magistral, através da construção do sistema bancário global central.

Os banqueiros assumiram o controle primeiro da Grã-Bretanha através do Banco da Inglaterra, construindo o poder enorme do Império Britânico, e se espalhou para o resto da Europa, a criação de bancos centrais de grandes impérios europeus. No século 20, os banqueiros centrais tomaram o controle dos Estados Unidos, através da criação da Reserva Federal, em 1913, antes da eclosão da Primeira Guerra Mundial

[Ver: Gavin Andrew Marshall, Global Power and Global Governo: Evolução e Revolução dos Bancos Centrais do Sistema. Global Research: 21 de julho de 2009]

Após a Segunda Guerra Mundial, uma reestruturação da ordem mundial foi realizado. Em parte, essas ações pavimentou o caminho para a Grande Depressão, que atingiu, em 1929. A Grande Depressão foi criado como um resultado dos principais bancos exercício de especulação, que foi incentivada e financiada pelo Federal Reserve e outros bancos centrais.

Como resultado da Grande Depressão, uma nova instituição foi criada, o Banco de Pagamentos Internacionais (BIS), sediado em Basileia, Suíça. Como historiador Carroll Quigley explicou, o BPI foi formada para "corrigir a queda de Londres como centro financeiro do mundo, fornecendo um mecanismo pelo qual um mundo com três principais centros financeiros de Londres, Nova York, Paris e ainda pode funcionar como um". Ele explicou:

[T] ele poderes do capitalismo financeiro teve um outro grande alcance objetivo, nada menos do que criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos privadas capazes de dominar o sistema político de cada país ea economia do mundo como um todo. Este sistema deveria ser controlado de uma forma feudal pelos bancos centrais do mundo, atuando em conjunto, por acordos secretos chegaram em freqüentes reuniões privadas e conferências. O ápice do sistema era para ser o Banco de Pagamentos Internacionais na Basiléia, Suíça, um banco privado de propriedade e controle por parte dos bancos centrais do mundo que foram eles próprios empresas privadas [81].

A nova ordem que está sendo construído não é aquele em que há uma outra única potência global, como muitos comentaristas sugerem que a China poderá tornar-se, mas sim que uma ordem do mundo multi-polar é construído, em que a economia política global é reestruturado em um global estrutura de governança: em suma, a nova ordem mundial está a ser marcado pela construção de um governo mundial.

Este é o contexto em que as soluções para a crise económica mundial estão a ser implementadas. Em abril de 2009, o G20 colocaram em movimento os planos para formar uma moeda mundial, o que presumivelmente E.U. substituir o dólar como moeda de reserva mundial. Esta nova moeda, quer ser operado através do FMI e do BIS, e seria uma moeda de reserva, cujo valor é determinado como uma cesta de moedas (como o dólar, iene, euro, etc), que iria jogar fora um do outro, e cujo valor será fixado para a moeda global.

Este processo está sendo implementado, através de planejamento de longo prazo, ao mesmo tempo como nós vemos o surgimento de novas moedas regionais, não apenas como o euro, mas os planos e as discussões para outras moedas regionais estão em andamento na América do Norte, América do Sul, os Estados do Golfo, África e Ásia Oriental.

Um artigo de 1988, a Economist anunciada vinda de uma moeda mundial em 2018, em que o autor escreveu que os países teriam de renunciar à soberania monetária e económica, no entanto:

Maior intercâmbio Vários grandes viradas taxa, uma falha mais alguns bolsa e, provavelmente, uma queda ou dois serão necessários antes que os políticos estão dispostos a enfrentar diretamente até essa escolha. Isso aponta para uma seqüência confusa de emergência seguido de patch-up seguido de emergência, estendendo-se muito além de 2018-com exceção de duas coisas. Com o passar do tempo, os danos causados pela instabilidade da moeda é gradualmente vai montar, e as tendências muito que fará montagem estão fazendo a utopia de 82 união monetária viável. []

Para criar uma moeda mundial e, portanto, um sistema global de governança econômica, o mundo teria de ser mergulhado em crises econômicas e moeda para forçar os governos a tomar as medidas necessárias no sentido de uma moeda mundial.

A partir de 1998, houve diversas chamadas para a formação de um banco central mundial, e no meio da crise econômica mundial de 2008, os novos pedidos e ações reais e os esforços empreendidos pelo G20 tem acelerado o desenvolvimento de um "global Fed "e moeda do mundo. Um banco central global está sendo oferecido como uma solução para evitar uma crise econômica global no futuro ocorra.

[Ver: Gavin Andrew Marshall, The Financial Nova Ordem Mundial: Rumo a uma moeda mundial e Governo Mundial. Global Research: 6 de abril de 2009]

Em março de 2008, seguindo rigorosamente o colapso do Bear Stearns, uma grande empresa financeira lançou um relatório afirmando que, "empresas financeiras enfrentam uma 'nova ordem mundial", e que os bancos grandes que se tornam muito maiores através de fusões e aquisições. Haveria uma nova ordem mundial de consolidação no sector bancário [83].

Em novembro de 2008, The National, um proeminente jornal Emirados Árabes Unidos, informou sobre David Baron de Rothschild, que acompanha o primeiro-ministro Gordon Brown, em visita ao Oriente Médio, embora não como uma "parte da festa" oficial que acompanha Brown. Na sequência de uma entrevista com o Barão, foi relatado que, partes "Rothschild vista da maioria das pessoas que existe uma nova ordem mundial. Na sua opinião, os bancos desalavancagem e haverá uma nova forma de governação global. "[84]

Em fevereiro de 2009, o Times Online informou que uma "nova ordem mundial no sector bancário [é] necessário", e que, "É cada vez mais evidente que o mundo precisa de um novo sistema bancário e que não deve ter muita semelhança com o que não tão espetacular. "[85] No entanto, o que o artigo deixa de salientar é que a" nova ordem mundial no setor bancário ", que será construído pelos banqueiros.

Este processo vai de mãos dadas com a formação de uma nova ordem mundial global em estruturas políticas, seguindo as tendências econômicas. Como o regionalismo foi estimulado por iniciativas econômicas, tais como blocos comerciais regionais e grupos de divisas, a estrutura política de um governo regional, seguido de perto por trás. A Europa foi o primeiro a realizar esta iniciativa, com a formação de um bloco comercial europeu, que se tornou uma união económica e, eventualmente, uma união monetária, e que, como resultado do Tratado de Lisboa, aprovada recentemente, está sendo criada formalmente em uma união política.

[Ver: Gavin Andrew Marshall, forja uma "Nova Ordem Mundial" sob um Governo Mundial. Global Research: August 13, 2009]

A nova ordem mundial consiste na formação de estruturas de governança regional, que são eles próprios submisso a uma estrutura de governança global, tanto econômica como politicamente.

"Novo Capitalismo"



Na construção de uma "Nova Ordem Mundial", o sistema capitalista está em reforma intensa. O capitalismo, desde seu início, alterou a sua natureza e formas. Em meio à atual crise econômica mundial, a construção do "Novo Capitalismo" é baseado no modelo de "China", isto é, "totalitário capitalismo".



Os governos já não estão por trás de "relações públicas" - ilusão propagandeada de "proteger o povo". Quando uma economia entra em colapso, os governos jogar fora as suas obrigações públicas, e atuam para os interesses dos seus proprietários privados. Governos virá em auxílio dos bancos e corporações poderosas, não as pessoas, como "Os resorts burguesia ao fascismo menos em resposta a distúrbios na rua do que em resposta a distúrbios no seu próprio sistema económico." [86] Durante uma grande crise econômica:



[O Estado] resgata empresas de negócios à beira da falência, forçando as massas a pagar a factura. Tais empresas são mantidos vivos, com subsídios, isenções fiscais, as encomendas de obras públicas e do armamento. Em suma, os impulsos do próprio Estado na violação deixado pelo desaparecimento clientes privados. [. . . ] Essas manobras são difíceis em um regime democrático [porque as pessoas ainda] ter alguns meios de defesa [e] ainda capaz de estabelecer alguns limites para as demandas insaciáveis do poder do dinheiro. [In] certos países e sob determinadas condições, a burguesia lança sua democracia tradicional ao mar [87].



Aqueles que proclamam as ações dos governos ocidentais "socialista" são induzidos em erro, como o "soluções" são de natureza diferente. Daniel Guérin escreveu em fascismo e as grandes empresas sobre a natureza das economias fascistas da Itália e da Alemanha na liderança até a Segunda Guerra Mundial. Guerin escreveu sobre as ações dos governos italiano e alemão para socorrer as grandes empresas e bancos em uma crise econômica:



Seria um erro interpretar essa intervenção do Estado como "socialista" no personagem. Ela é provocada não seria do interesse da comunidade, mas no interesse exclusivo dos capitalistas [88].



Política económica fascista:



[I] e ruínas UESTÕES papel da moeda nacional em detrimento de todas as pessoas que vivem com rendimentos fixos dos investimentos, poupanças, pensões e salários do governo, etc - e também a classe operária, cujos salários permanecem estáveis ou estão muito aquém o aumento do custo de vida. [. . .] As enormes despesas do Estado fascista não aparecem no orçamento oficial, [esconder a inflação] [89].



[. . . ] A inflação escondida produz os mesmos efeitos que a inflação em aberto: o poder de compra do dinheiro é menor [90].



A burocracia do estado fascista se torna muito mais poderoso em dirigir a economia, e é aconselhado pelo "magnatas capitalistas", que "se o comando econômico elevado - não mais escondidos, como anteriormente, mas oficiais - do Estado. O contato permanente é estabelecida entre eles eo aparato burocrático. Eles ditam, e executa a burocracia. "[91] Isto é exatamente a natureza do Departamento do Tesouro eo Federal Reserve, sobretudo desde a administração de Obama tomou posse.



Em novembro de 2008, o National Intelligence Council (NIC) emitiu um relatório em colaboração entre todas as dezesseis agências de inteligência E.U. e grandes fundações internacionais e grupos de reflexão, em que avaliou e analisou as tendências gerais em todo o mundo até 2025. Quando ela relatou sobre as tendências da "democratização", discutindo a extensão e natureza da democracia no mundo, advertiu o relatório:



[A DIANTAMENTOS] [a democracia] pode ser mais demorado e sujeito a globalização muitos países recém-democratizados a crescentes pressões sociais e econômicas que poderiam minar as instituições liberais. [. . . ] O melhor desempenho econômico de muitos governos autoritários podem semear dúvidas entre alguns sobre a democracia como a melhor forma de governo.



[. . . ] Mesmo em muitas democracias bem estabelecidas [ie, o Ocidente] frustração, pesquisas mostram crescentes com o funcionamento atual do governo democrático e questionamentos entre as elites sobre a capacidade dos governos democráticos para tomar as ações corajosas necessárias para fazer rápida e eficazmente com a crescente número de desafios transnacionais. [92]



A advertência de Daniel Guerin é vital para compreender esta tendência: "A burguesia recorre ao fascismo menos em resposta a distúrbios na rua do que em resposta a distúrbios no seu próprio sistema econômico." [93] O totalitarismo está em ascensão, como David Lyon escreveu:



A característica fundamental da dominação totalitária é a ausência de saída, que pode ser conseguido temporariamente, fechando fronteiras, mas apenas de forma permanente por um alcance verdadeiramente global, o que tornaria a própria noção de saída sem sentido. Isso por si só justifica a perguntas sobre o potencial totalitário da globalização. [. . . ] É a abolição das fronteiras intrinsecamente (moralmente) bom, porque elas simbolizam as barreiras que, desnecessariamente, separar e excluir as pessoas, ou são potenciais linhas de resistência, refúgio e diferença que pode nos salvar do abismo totalitário? [I] f globalização prejudica a testada, modelos baseados em estado de democracia, o mundo pode ser vulnerável a um etatization global totalitário, [isto é, a centralização e controle] [94].



Em 2007, o Ministério da Defesa britânico divulgou um relatório em que analisou as tendências futuras em todo o mundo. Precisou, no que diz respeito aos problemas sociais, "A classe média pode se tornar uma classe revolucionária, assumindo o papel previsto para o proletariado de Marx." Interessante:



A tese é baseada em um fosso crescente entre as classes média e os super-ricos de um lado e uma classe urbana sob ameaça para a ordem social: "as classes médias do mundo poderiam se unir, através do acesso ao conhecimento, recursos e competências para modelar processos transnacionais no interesse de sua classe. O marxismo também pode ser revivido, ele diz que, por causa da desigualdade global. Uma maior tendência para o relativismo moral e dos valores pragmáticos vai encorajar as pessoas a procurar o 'santuário fornecidos por sistemas de crença mais rígidas, incluindo a ortodoxia religiosa e doutrinária ideologias políticas, como o populismo eo marxismo "[95].



A tendência geral tornou-se assim a reforma do sistema capitalista em um sistema baseado no modelo de "China" do capitalismo totalitário. A classe capitalista medo sentimento revolucionário potencial entre as classes média e baixa do mundo. Obama era um bem-embalados Wall Street produto, vendido para o povo americano eo povo do mundo com a promessa de 'Esperança' e 'Change'. Obama foi colocado no lugar de pacificar a resistência.



Antes de Obama se tornar presidente, os americanos estavam tornando-se unidos na sua oposição contra não só o governo Bush, mas o Congresso eo governo em geral. Tanto o presidente eo Congresso foram igualmente odiados, as pessoas foram se unindo. Desde que Obama se tornou presidente, as pessoas foram-se contra uma outra: 'conservadores' culpa 'liberais' e 'socialistas' para todos os problemas, apontando o dedo para Obama (que nada mais é do que uma figura de proa), enquanto os de esquerda ponto em que os republicanos e "conservadores" e Bush, colocando toda a culpa sobre eles. A direita defende os republicanos, a esquerda defende Obama. As pessoas foram divididas, sem dúvida, mais do que em qualquer momento da história recente.



Em dividir o povo contra os outros, que estão no poder têm sido capazes de sufocar a resistência contra eles, e continuaram a pilhar e saquear a nação e povo, ao usar seu poderio militar para pilhar e saquear os povos e nações estrangeiras. Obama não é para dar esperança e mudança para o povo americano, seu objetivo foi proporcionar a ilusão de "mudança" e dar "esperança" para as elites na prevenção de uma oposição forte e proposital ou rebelião entre o povo. Enquanto isso, o governo se prepara para a potencialidade de agitação social e civil, na sequência de um grande futuro colapso ou de crise. Em vez de vir em auxílio do povo, o governo está preparando para controlar e oprimir o povo.

Poderia a Lei Marcial chegar na America?

Processos realizados no estabelecimento político americano nas décadas anteriores, e acelerou rapidamente, sob a administração Bush e realizado pela administração Obama, criaram o curso para a instituição de um governo militar na América. Prontamente armado com uma aparato estatal opressiva e apoiadas pelo aparato pesado de vigilância, estado de "Homeland Security" é sobre como controlar a população, não protegê-los.

Em janeiro de 2006, a KBR, uma subsidiária da corporação, em seguida, ex-Vice President Cheney, Halliburton, recebeu um contrato com o Departamento de Segurança Interna:

[T] o apoio do Departamento de Segurança Interna (DHS Segurança) E.U. Immigration and Customs Enforcement (ICE) em funcionamento em caso de emergência. [Contrato] tem um valor total máximo de US $ 385 milhões ao longo de um mandato de cinco anos, constituída por um período de um ano-base e quatro opções de um ano, o contrato adjudicado competidor será executada pelo Exército E.U. Corps of Engineers, Fort Distrito de Worth. KBR ICE prendeu o contrato anterior, de 2000 a 2005.

[Além disso], prevê a criação de detenção temporária e para aumentar as capacidades de processamento existentes ICE Detention and Removal Operations (DRO) instalações de programas em caso de uma emergência afluxo de imigrantes os E.U., ou para apoiar o rápido desenvolvimento de novos programas. [. . . ] O contrato poderá também dar apoio a detenção de migrantes de outras organizações E.U. Governo no caso de uma emergência de imigração, bem como o desenvolvimento de um plano para reagir a uma emergência nacional, como um desastre natural. [grifo nosso] [96]

Simplificando, o contrato é para desenvolver um sistema de "campos de internamento" dentro dos Estados Unidos para ser usado em momentos de "emergência". Além disso, como Peter Dale Scott revelou em seu livro, The Road to 9 / 11:

Em 6 de fevereiro de 2007, secretário de Segurança Interna Michael Chertoff anunciou que o ano fiscal de 2007, do orçamento federal vai alocar mais de US $ 400 milhões para adicionar sixty-seven hundred adicionais camas de detenção (um aumento de 32 por cento sobre 2006). [Esta foi] no cumprimento parcial de um ambicioso plano anos Homeland Security estratégica, o nome de código Endgame, autorizada em 2003, [destinado a] remover todos os estrangeiros removível [e] os potenciais terroristas [97].

Como Scott escreveu anteriormente, "o contrato evocou memórias de sinistra Rex polêmico Oliver North-84's" exercício de prontidão ", em 1984. Este chamado para a Federal Emergency Management Agency (FEMA) para arredondar para cima e para deter 400.000 imaginário "refugiados", no contexto de "movimentos de população descontrolada 'ao longo da fronteira mexicana nos Estados Unidos." No entanto, era para ser uma tampa para o arredondamento dos subversivos 'e' dissidentes '. Daniel Ellsberg, que vazou documentos do "Pentágono", em 1971, declarou que, "Quase certamente presente contrato [novo] é uma preparação para um ajuntamento após o próximo 9 / 11 para Mid-orientais, muçulmanos e, eventualmente dissidentes." [98]

Em fevereiro de 2008, um artigo no jornal San Francisco Chronicle, co-autoria de um ex-congressista E.U., informou que, "Começando em 1999, o governo entrou em uma única série de contratos sem licitação com a Halliburton subsidiária Kellogg, Brown and Root (KBR) para construir campos de detenção em locais não revelados nos Estados Unidos. O governo também tem contrato com várias empresas para construir milhares de vagões, alguns supostamente equipado com algemas, ostensivamente para transporte de prisioneiros. "[99
Além disso, em fevereiro de 2008, a Vancôver Sun relatou que:

Canadá e os E.U. que assinaram um acordo que abre caminho para os militares de qualquer país para enviar tropas através das fronteiras de cada um durante uma emergência, mas alguns estão questionando por que o governo Harper tem mantido silêncio sobre o negócio. [. . .] Nem o governo nem as forças canadenses canadense anunciou que o novo acordo, que foi assinado em 14 de fevereiro Texas [mas] E.U. militares do Comando do Norte, no entanto, divulgou o acordo com uma declaração descrevendo como seu oficial superior, o general Gene Renuart e canadenses Tenente-General. Marc Dumais, chefe do Comando Canadá, assinou o plano, que permite que os militares de uma nação para apoiar as forças armadas da outra nação em uma emergência civil.

[. . . ] Se as forças E.U. estava para vir para o Canadá, estariam sob o controle tático das Forças Armadas do Canadá, mas ainda sob o comando dos militares E.U. [100].

Comentando a Lei de Comissões Militares de 2006, o direito de Yale e professor de ciência política Bruce Ackerman escreveu no Los Angeles Times que a legislação "autoriza o presidente a aproveitar os cidadãos americanos como combatentes inimigos, mesmo que nunca tenham deixado os Estados Unidos. E uma vez jogado na prisão militar, eles não podem esperar um julgamento por seus pares ou de qualquer outra das proteções normais do Bill of Rights. "Além disso, ele afirma que a legislação" concede ao presidente enorme poder sobre os cidadãos e residentes legais. Eles podem ser designados como "combatentes inimigos", se tiverem contribuído dinheiro para uma instituição de caridade do Oriente Médio, e eles podem ser detidos indefinidamente numa prisão militar. "Não somente isso, mas," americanos comuns seria obrigado a defender-se perante um tribunal militar, sem as garantias constitucionais previstas no processo penal. "surpreendentemente", residentes legais que não são cidadãos são tratados ainda mais áspera. O projeto de lei corta totalmente o seu acesso ao habeas corpus federal, deixando-os à mercê das suspeitas do presidente. "[101]

O senador Patrick Leahey fez uma declaração em fevereiro de 2007 em que ele discutiu a John Warner Defense Authorization Act of 2007, dizendo:

No ano passado, o Congresso em silêncio tornou mais fácil para o presidente ou qualquer outro Presidente de declarar a lei marcial. That's right: Na legislação acrescentado a pedido da Administração do ano passado maciça Defense Authorization Bill, que se tornou agora mais fácil de contornar as restrições de longa data comitatus que impedir o uso do governo federal dos militares, incluindo um federalizado da Guarda Nacional, para realizar a aplicação da lei nacional funções.

Ele acrescentou que, "Posse Comitatus [é] a doutrina jurídica que impede a utilização dos militares para a aplicação da lei dirigida ao povo norte-americano aqui em casa." O Bill é uma alteração à Lei de Insurreição, dos quais Leahey ainda comentou:

Quando a Lei de Insurreição é invocado, o Presidente pode - sem o consentimento dos respectivos governadores - federalização da Guarda Nacional e usá-lo, juntamente com o exército inteiro, para exercer funções de aplicação da lei. [Este] é um arrebatador de conceder autoridade ao presidente. [. . . ] Além dos casos de insurreição, a lei pode agora ser invocado para restabelecer a ordem pública, após um ataque terrorista, uma catástrofe natural, um surto da doença, ou - e isto é muito amplo - "outra condição" [102].

Em 9 de maio de 2007, a Casa Branca emitiu um comunicado de imprensa sobre a Directiva Presidencial de Segurança Nacional (NSPD) 51, também conhecida como a "Segurança Nacional e Segurança Interna Directiva Presidencial." Esta directiva:

[P] rescribes requisitos de continuidade para todos os departamentos e agências executivas, e fornece orientações para a estatal, local, territorial, e os governos tribais e organizações do setor privado, a fim de garantir a continuidade de um programa nacional abrangente e integrada, que reforcem a credibilidade da nossa nacionais postura de segurança e permitir uma resposta mais rápida e eficaz e recuperação de uma emergência nacional.

O documento define "emergência catastrófica" como "qualquer incidente, independentemente do local, que resulta em níveis extraordinários de mortes em massa, danos ou perturbações que afectem gravemente a população E.U., infra-estrutura, meio ambiente, economia, ou funções de governo." Explica " Continuidade do Governo "(COG), a ênfase como" um esforço coordenado no ramo executivo do Governo Federal para garantir que as funções essenciais continuam a ser realizada durante uma emergência catastrófica. "[acrescentou]

A directiva estipula que, "O Presidente deverá liderar as actividades do Governo Federal para garantir o governo constitucional. A fim de orientar e assistir o Presidente nessa função, o assistente do presidente para a Segurança Interna e de Contraterrorismo (otogr afia / CT) é designado como a continuidade Coordenador Nacional. "[103

Essencialmente, a tempo de uma emergência "catastrófico", o presidente assume o controle total do executivo, legislativo e judiciário do governo a fim de assegurar "continuidade". Em essência, a Presidência se tornaria um "Executive Ditadura".

No final de setembro de 2008, em meio à crise financeira, o Army Times, um meio de comunicação oficial do Pentágono, informou que, "ajudar" as pessoas em casa "pode tornar-se uma parte permanente do Exército da ativa", como o 3 1 ª Divisão de Infantaria da Brigada de Combate, de ter passado anos a patrulhar o Iraque, agora são "formação para a mesma missão - com um toque - em casa." Further:

Eles podem ser chamados para ajudar com distúrbios civis eo controlo de multidões ou para cuidar de cenários potencialmente horríveis tais como envenenamento maciço e caos em resposta a um produto químico, biológico, radiológico, nuclear ou explosivos de alto rendimento, ou CBRNE, ataque. [104 ]

Nenhuma das autorizações, recibos, ordens de execução, ou de contratos relacionados com a declaração do direito civil e suspensão da democracia, no caso de uma "emergência" foram revogadas pela administração Obama.

Na verdade, como o New York Times revelou em julho de 2009, a administração Obama tem decididamente deixou no lugar das decisões da administração Bush sobre a resposta do governo a uma emergência nacional "Continuidade de Governo" (COG) planos de criação de um "governo sombra" :

Uma mudança na autoridade deu militares na Casa Branca, um papel mais operacional na criação de um governo de backup se a capital da nação foi decapitada por um ataque terrorista ou de calamidade outros, de acordo com antigos e atuais funcionários envolvidos na decisão.

O movimento, que foi feita na semana de encerramento da administração do presidente George W. Bush, veio depois de meses de debate interno aquecido sobre o equilíbrio de poder eo papel dos militares em tempo de crise, os participantes disseram. Autoridades disseram que a administração de Obama havia deixado o plano essencialmente intacta.

Sob a estrutura renovada, o Livro Branco da Casa Militar do Office, que reporta ao gabinete do chefe da Casa Branca de pessoal, tem assumido um papel mais central na criação de um governo sombra temporária "em uma crise.

A administração de Obama anunciou que os seus planos de continuidade foram "liquidados" e que "não suscitou a distância entre as suas próprias políticas e aqueles deixados para trás pelo governo Bush." [105] Em julho de 2009, também foi relatado em movimentos pela administração Obama para implementar um sistema de "prisão preventiva". Com isso, qualquer aparência de responsabilidade democrática ea liberdade foram totalmente eviscerado e estripado, a República está oficialmente morto:

[Prisão "preventiva"], deve ser permanente, o regime de detenção institucionalizada com o poder investido no presidente vai para a frente para prender pessoas sem encargos.

[. . . ] Manifestamente, não se trata de outra coisa senão institucionalizar o que tem, claramente, como a premissa central do Sistema de Justiça Obama: colheita e escolher qual o nível do devido processo cada indivíduo acusado terrorista é concedido, a ser determinado exclusivamente pelo processo que garante que o estado vai ganhar sempre. Se eles sabem que vou condená-lo em um processo real, vamos dar-lhe um, se eles pensam que podem perder lá, eles vão colocar você em uma comissão militar, se eles ainda não tem certeza que vai ganhar, eles apenas aprisioná-los indefinidamente, sem quaisquer encargos.

[. . .] It's show ensaios kafkiana em sua forma mais perversa: o resultado é pré-determinada (culpados e presos) e apenas as alterações do processo. Isso é especialmente verdade, pois, mesmo quando um erro de cálculo faz com que alguém a ser julgado, mas absolvido em seguida, o poder de detê-los ainda poderia ser afirmado [106].

Sociedade e, com isso, qualquer democracia restantes 'está sendo encerrada. Nesta crise econômica, como Daniel Guérin advertiu há décadas, a oligarquia financeira optou por "jogar a democracia ao mar ', e optaram por outra opção: o capitalismo totalitário, o fascismo.

Conclusão

A atual crise não é apenas uma falha da bolha imobiliária E.U., que é apenas um sintoma de um problema muito mais amplo e de longo alcance. As nações do mundo estão atolados em dívidas cargas exorbitantes, como a crise da dívida soberana se espalha por todo o globo, economias inteiras vai desmoronar, e as moedas em colapso, enquanto os bancos consolidar e crescer. O resultado será a correcta aplicação e construção do aparelho de uma estrutura de governo global. Um aspecto central do presente é a formação de um banco central mundial e uma moeda global.

Os povos do mundo foram levados a uma falsa sensação de segurança e de complacência, que vivem sob a ilusão de uma recuperação económica. O fato é: é apenas uma ilusão e, finalmente, ele virá a desmoronar-se. As pessoas têm sido enganados em entregar seus governos sobre os bancos, e os bancos foram saque e pilhagem dos tesouros e da riqueza das nações, e durante todo o tempo, e fazendo o povo pagar por isso.

Nunca houve uma história de mais ai, do que a espécie humana, e seu inimigo endinheirados.

Verdadeiramente, as pessoas do mundo precisam de uma nova ordem mundial, mas não uma determinada e construída por e para aqueles que criaram no passado ordens mundo falhou. Deve ser uma ordem mundial dirigida e determinada pelos povos do mundo, não dos poderosos. Mas, para isso, as pessoas devem retomar o poder.

O caminho para a realização de uma economia estável é o caminho da paz. Guerra e crises econômicas jogar fora um do outro, e são sistematicamente vinculado. O imperialismo é o controlador deste sistema, e por trás dele, o estabelecimento bancário como o financiador.

A paz é a única forma de avançar, em ambas as esferas política e econômica. A paz é o pré-requisito para a sustentabilidade social e para uma civilização verdadeiramente grande.

Os povos do mundo devem prosseguir e trabalhar pela paz ea justiça em escala global: econômica, política, social, científica, artística e pessoalmente. É pedir muito, mas é nossa única opção. Nós precisamos ter "esperança", uma palavra, muitas vezes espalhados com a intenção pouco para o ponto em que chegou a representar as expectativas falharam. Precisamos de esperança em nós mesmos, na nossa capacidade de jogar fora os grilhões que nos prendem e na nossa diversidade e criatividade construir um mundo novo que irá beneficiar a todos.

Ninguém sabe o que este mundo seria mais ou menos, ou exatamente como chegar lá, muito menos a mim. O que sabemos é o que não parece ser, e que estrada para evitar. Chegou o momento de retomar o nosso lugar de direito como os comandantes de nossas próprias vidas. Deve haver liberdade para todos, ou a liberdade para ninguém. Este é o nosso mundo, e que nos foi dado o dom da mente humana e do pensamento crítico, o que nenhum outro ser vivo pode legitimamente se vangloriar; que vergonha seria para desperdiçá-la.

Notas

[1] Dan Harris, o pessimismo Porn? Previsões Económicas Get Lurid. ABC News: 9 de abril de 2009: http://abcnews.go.com/Technology/story?id=7299825&page=1
Hugo Lindgren, o pessimismo Porn. Nova York Magazine: 1 de fevereiro de 2009: http://nymag.com/news/intelligencer/53858/

[2] Joseph B. Treaster, Paul Volcker: The Making of a Lenda Financeiro. John Wiley and Sons, 2004: página 3

[3] Joseph B. Treaster, Paul Volcker: The Making of a Legend Financeiro. John Wiley and Sons, 2004: página 36

[4] Joseph B. Treaster, Paul Volcker: The Making of a Legend Financeiro. John Wiley and Sons, 2004: página 37

[5] Joseph B. Treaster, Paul Volcker: The Making of a Legend Financeiro. John Wiley and Sons, 2004: página 38

[6] Joseph B. Treaster, Paul Volcker: The Making of a Legend Financeiro. John Wiley and Sons, 2004: páginas 57-60

[7] Firoze Manji e Carl O'Coill, A posição do missionário: ONGs e desenvolvimento em África. Assuntos Internacionais: Issue 78, vol. 3, 2002, páginas 567-568

[8] Firoze Manji e Carl O'Coill, A posição do missionário: ONGs e desenvolvimento em África. Assuntos Internacionais: Issue 78, vol. 3, 2002: página 568

[9] Firoze Manji e Carl O'Coill, A posição do missionário: ONGs e desenvolvimento em África. Assuntos Internacionais: Issue 78, vol. 3, 2002: página 578

[10] Firoze Manji e Carl O'Coill, A posição do missionário: ONGs e desenvolvimento em África. Assuntos Internacionais: Issue 78, vol. 3, 2002: página 579

[11] Ambrose Evans-Pritchard, o BIS alerta para perigos Grande Depressão da farra do crédito. The Telegraph: 27 de junho de 2009:

http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/2811081/BIS-warns-of-Great-Depression-dangers-from-credit-spree.html

[12] Gill Montia, órgão do Banco Central alerta para a Grande Depressão. Bancos Times: 9 de junho de 2008: http://www.bankingtimes.co.uk/09062008-central-bank-body-warns-of-great-depression/

[13] David Reilly, Secret Banking Cabal emerge da AIG Shadows: David Reilly. Bloomberg: 29 de janeiro de 2010: http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601039&sid=aaIuE.W8RAuU

[14] AP, Bernanke, Paulson: o Congresso deve agir agora. MSNBC: 23 de setembro de 2008: http://www.msnbc.msn.com/id/26850571/

[15] Chris Isidore, Paulson, Bernanke: crescimento lento à frente. CNN Money: February 14, 2008: http://money.cnn.com/2008/02/14/news/economy/bernanke_paulson/index.htm

[16] As pessoas deveriam ser mais medo do que raiva, diz Paulson. Politico: 24 de setembro de 2008: http://www.politico.com/blogs/thecrypt/0908/People_should_be_more_scared_than_mad_Paulson_says.html

[17] Chris Martenson, que o último plano de resgate significa. ChrisMartenson.com: 21 de setembro de 2008: http://www.chrismartenson.com/blog/what-latest-bailout-plan-means/5149

[18] Alison Fitzgerald e John Brinsley, Seeks Tesouro autoridade para comprar $ 700 bilhões em ativos. Bloomberg: 20 de setembro de 2008: http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aZ2aFDx8_idM&refer=home

[19] Larisa Alexandrovna, Bem-vindo à fase final do golpe. Huffington Post: 29 de setembro de 2008: http://www.huffingtonpost.com/larisa-alexandrovna/welcome-to-the-final-stag_b_127990.html

[20] Liam Halligan, um padrão pelo governo E.U. já não é impensável. The Telegraph: 20 de setembro de 2008: http://www.telegraph.co.uk/finance/comment/liamhalligan/3023967/A-default-by-the-US-government-is-no-longer-unthinkable.html

[21] Mike Allen, exclusivo: os bancos estrangeiros podem obter ajuda. Politico: 21 de setembro de 2008: http://www.politico.com/news/stories/0908/13690.html

[22] Steve Watson, o congressista democrata: Os representantes foram ameaçados com a Lei Marcial nos Estados Unidos com ajuda Bill. Infowars.com: 3 de outubro de 2008: http://www.infowars.net/articles/october2008/031008Sherman.htm

[23] Ryan Grim, Dick Durbin: Bancos "Francamente, o lugar próprio". Huffington Post: 29 de abril de 2009: http://www.huffingtonpost.com/2009/04/29/dick-durbin-banks-frankly_n_193010.html

[24] GRETCHEN MORGENSON e Don Van Natta Jr., em crise, os bancos Dig In a luta contra regras. The New York Times: 31 de maio de 2009: http://www.nytimes.com/2009/06/01/business/01lobby.html

[25] Kerry Capell, The Collapse Stunning da Islândia. BusinessWeek: 9 de outubro de 2008: http://www.businessweek.com/globalbiz/content/oct2008/gb2008109_947306.htm?chan=globalbiz_europe+index+page_top+stories

[26] Toby Sanger, económica da Islândia Meltdown é um Big Flashing Warning Sign. AlterNet: 21 de outubro de 2008: 27s_economic_meltdown_is_a_big_flashing_warning_sign% http://www.alternet.org/economy/103525/iceland /? Comentários = view & cID = 1038826 & pID = 1038711

[27] Tracy McVeigh, A festa acabou para a Islândia, a ilha que tentou comprar o mundo. The Observer: 5 de outubro de 2008: http://www.guardian.co.uk/world/2008/oct/05/iceland.creditcrunch

[28] Ibid.

[29] Ársæll Valfells, Gordon Brown Killed Islândia. Forbes: 16 de outubro de 2008: http://www.forbes.com/2008/10/16/brown-iceland-britain-oped-cx_av_valfells.html?referer=sphere_related_content&referer=sphere_related_content

[30] Ibid.

[31] Conselhos "não irresponsável com o dinheiro '. BBC: 10 de outubro de 2008: http://news.bbc.co.uk/1/hi/uk_politics/7660438.stm

[32] Programa Económico, em colaboração com o FMI. O Governo islandês Centro de Informação: 24 de outubro de 2008: http://www.iceland.org/info/iceland-imf-program/

[33] David Ibison, solhas da Islândia pacote de resgate. O Financial Times: 12 de novembro de 2008

[34] David Blair, crise financeira faz com que o governo da Islândia em colapso. The Telegraph: 27 de janeiro de 2009: http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/iceland/4348312/Financial-crisis-causes-Icelands-government-to-collapse.html

[35] Islândia aplica-se a participar da União Européia. CNN: 17 de julho de 2009: http://www.cnn.com/2009/WORLD/europe/07/17/iceland.eu.application/index.html?iref=newssearch

[36] Omar Valdimarsson, Islândia Parlamento aprova lei da dívida. Reuters: 28 de agosto de 2009: http://www.reuters.com/article/idUSTRE57R3B920090828

[37] Rowena Mason, do FMI e da Suécia para atrasar os empréstimos à Islândia. The Telegraph: 14 de janeiro de 2010: http://www.telegraph.co.uk/finance/financetopics/financialcrisis/6990795/IMF-and-Sweden-to-delay-Iceland-loans.html

[38] Justyna Pawlak, EU recomendar início das conversações Islândia - oficiais da UE. Reuters: 16 de fevereiro de 2010: http://www.reuters.com/article/idUSLDE61F25D20100216

[39] Paul Lewis, seis de Dubai boom da construção grinds anos para deter a crise financeira se instala. The Guardian: February 13, 2009: http://www.guardian.co.uk/world/2009/feb/13/dubai-boom-halt

[40] Larry Elliott e Heather Stewart, Receios de dupla recessão crescer como falhas de Dubai. The Guardian: November 26, 2009: http://www.guardian.co.uk/business/2009/nov/26/double-dip-recession-dubai-debt

[41] Hugh Tomlinson, afirma ministro dos EAU Dubai crise acabou. The Times Online: 17 de dezembro de 2009: http://business.timesonline.co.uk/tol/business/economics/article6960523.ece

[42] AP, a dívida Dubai ressurgir os temores como as perguntas perduram. Forbes: 16 de fevereiro de 2010: http://www.forbes.com/feeds/ap/2010/02/16/business-financials-ml-dubai-financial-crisis_7359531.html

[43] Alastair Marsh, Mercados atingidos, com os receios sobre Dubai dívida reacendeu. The Independent: 16 de fevereiro de 2010: http://www.independent.co.uk/news/business/news/markets-hit-as-fears-over-dubai-debt-rekindled-1900730.html

[44] Ed Harris, Grécia vira para os socialistas a lutar contra a crise econômica. London Evening Standard: 5 de outubro de 2009: http://www.thisislondon.co.uk/standard/article-23752278-greece-turns-to-socialists-to-fight-economic-crisis.do

[45] Ambrose Evans-Pritchard, Grécia desafia a Europa como a crise da UEM fica séria mortal. The Telegraph: 13 de dezembro de 2009: http://www.telegraph.co.uk/finance/comment/ambroseevans_pritchard/6804156/Greece-defies-Europe-as-EMU-crisis-turns-deadly-serious.html

[46] Elena Becatoros, Grécia prepara plano de crise econômica. The Globe and Mail: 14 de dezembro de 2009: http://www.theglobeandmail.com/report-on-business/greece-prepares-economic-crisis-plan/article1399496/

[47] Louise Story, Landon Thomas Jr. e NELSON D. SCHWARTZ, Wall Street ajudaram a mascarar Dívida Abastecimento Crise da Europa. The New York Times: 13 de fevereiro de 2010: http://www.nytimes.com/2010/02/14/business/global/14debt.html?adxnnl=1&adxnnlx=1266501631-XefUT62RSKhWj6xKSCX37Q

[48] Ibid.

[49] Sam Fleming e Kirsty Walker, o euro? É um grande sucesso, como diz Mandy tumulto Grécia envia moeda única na pior crise de sempre. O Daily Mail Reino Unido: 12 de fevereiro de 2010: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1250094/Greece-debt-crisis-Britons-pay-3-5bn-bailout.html

[50] Kate Connolly, crise da dívida em grego: o ponto de vista da Alemanha. The Guardian: February 11, 2010: http://www.guardian.co.uk/world/2010/feb/11/germany-greece-tax-debt-crisis

[51] Ambrose Evans-Pritchard, Grécia perde poder de voto na UE golpe à soberania. The Telegraph: 16 de fevereiro de 2010: http://www.telegraph.co.uk/finance/financetopics/financialcrisis/7252288/Greece-loses-EU-voting-power-in-blow-to-sovereignty.html

[52] Ambrose Evans-Pritchard, Os medos de 'Lehman-style' tsunami, crise bate Espanha e Portugal. The Telegraph: 4 de fevereiro de 2010: http://www.telegraph.co.uk/finance/financetopics/financialcrisis/7159456/Fears-of-Lehman-style-tsunami-as-crisis-hits-Spain-and-Portugal. html

[53] Ambrose Evans-Pritchard, o BIS alerta para perigos da Grande Depressão de crédito farra. The Telegraph: 25 de junho de 2007: http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/2811081/BIS-warns-of-Great-Depression-dangers-from-credit-spree.html

[54] Ambrose Evans-Pritchard, BIS critica bancos centrais, alerta para pior crise por vir. The Telegraph: 30 de junho de 2008: http://www.telegraph.co.uk/finance/markets/2792450/BIS-slams-central-banks-warns-of-worse-crunch-to-come.html

[55] Heather Scoffield, reparações financeiras devem continuar: os bancos centrais. The Globe and Mail: 29 de julho de 2009: http://v1.theglobeandmail.com/servlet/story/RTGAM.20090629.wcentralbanks0629/BNStory/HEATHER+SCOFFIELD/

[56] Simone Meier, BPI vê risco Bancos Centrais levantará taxas de interesse Too Late. Bloomberg: 29 de junho de 2009: http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601068&sid=aOnSy9jXFKaY

[57] David Uren, Bank for International Settlements advertência sobre os benefícios do estímulo. O australiano: 30 de junho de 2009: http://www.theaustralian.com.au/news/bank-for-international-settlements-warning-over-stimulus-benefits/story-0-1225743622643

[58] Edmund Conway, a S & P alerta na Grã-Bretanha marca a próxima etapa da crise global. The Telegraph: 23 de maio de 2009: http://www.telegraph.co.uk/finance/financetopics/recession/5373334/SandPs-warning-to-Britain-marks-the-next-stage-of-this-global- crisis.html

[59] Robert Cookson e Sundeep Tucker, Economista alerta para recessão duplo mergulho. O Financial Times: 14 de setembro de 2009: http://www.ft.com/cms/s/0/e6dd31f0-a133-11de-a88d-00144feabdc0.html

[60] Patrick Jenkins, BPI cabeça preocupado com complacência. O Financial Times: 20 de setembro de 2009: http://www.ft.com/cms/s/0/a7a04972-a60c-11de-8c92-00144feabdc0.html?catid=4&SID=google

[61] Robert Cookson e Victor Mallet, soul-searching Societal lança sombra sobre os grandes bancos. O Financial Times: 18 de setembro de 2009: http://www.ft.com/cms/s/0/7721033c-a3ea-11de-9fed-00144feabdc0.html

[62] Ambrose Evans-Pritchard, derivados ainda representam grande risco, diz BIS. The Telegraph: 13 de setembro de 2009: http://www.telegraph.co.uk/finance/newsbysector/banksandfinance/6184496/Derivatives-still-pose-huge-risk-says-BIS.html

[63] Ambrose Evans-Pritchard, a Morgan Stanley UK teme crise da dívida soberana, em 2010. The Telegraph: November 30, 2009: http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/6693162/Morgan-Stanley-fears-UK-sovereign-debt-crisis-in-2010.html

[64] Ibid.

[65] Brett Arends, que um Soberano-Dívida crise pode significar para você. The Wall Street Journal: 18 de dezembro de 2009: http://online.wsj.com/article/SB10001424052748703323704574602030789251824.html
[66] Edmund Conway, 2010 A crise da dívida soberana do Reino Unido poderia ainda causar caos bancário. The Telegraph: 4 de janeiro de 2010: http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/6928164/A-2010-sovereign-debt-crisis-could-still-cause-UK-banking-chaos.html

[67] Edmund Conway, "possibilidade significativa 'da crise financeira segundo, adverte o World Economic Forum. The Telegraph: 14 de janeiro de 2010: http://www.telegraph.co.uk/finance/financetopics/davos/6990433/Significant-chance-of-second-financial-crisis-warns-World-Economic-Forum.html

[68] Nouriel Roubini e arpitha Bykere, A Coming Sovereign Debt Crisis. Forbes: 14 de janeiro de 2010: http://www.forbes.com/2010/01/13/sovereign-debt-crisis-opinions-colummnists-nouriel-roubini-arpitha-bykere.html

[69] Niall Ferguson, uma crise grego está vindo para a América. O Financial Times: 10 de fevereiro de 2010: http://www.ft.com/cms/s/0/f90bca10-1679-11df-bf44-00144feab49a.html

[70] Indira A.R. Lakshmanan, Clinton Insta a China a manter a compra E.U. Títulos do Tesouro. Bloomberg: 22 de fevereiro de 2009: http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601070&sid=apSqGtcNsqSY

[71] Agências, a China continuar comprando E.U. Tesouro: banqueiro central. China Daily: 23 de março de 2009: http://www.chinadaily.com.cn/bizchina/2009-03/23/content_7606971.htm

[72] Jonathan Stempel, Buffett diz E.U. uma bolha do Tesouro para as idades. Reuters: 28 de fevereiro de 2009: http://uk.reuters.com/article/idUKTRE51R1Q720090228

[73] Paul R. La Monica, a China ainda gosta de nós ... por agora. CNN Money: 16 setembro, 2009: http://money.cnn.com/2009/09/16/markets/thebuzz/index.htm

[74] Alan Rappeport, a procura externa cai para Tesouraria. O Financial Times: February 17, 2010: http://www.ft.com/cms/s/0/f06667d2-1b63-11df-838f-00144feab49a.html

[75] Barrie McKenna, Fed pesa a venda de títulos hipotecários. CTV: 17 de fevereiro de 2010: http://www.ctv.ca/generic/generated/static/business/article1471824.html

[76] Dale McFeatters, Fed planos para encerrar $ 2,2 Tril. Estaca. Korea Times: February 15, 2010: http://www.koreatimes.co.kr/www/news/opinon/2010/02/160_60822.html

[77] Alan Rappeport, voz solitária alerta para ameaça da dívida Fed. O Financial Times: 16 de fevereiro de 2010: http://www.ft.com/cms/s/0/c918b8dc-1b37-11df-953f-00144feab49a.html

[78] FIABIC, os preços internos E.U. o indicador mais importante para a reviravolta. FIABIC Ásia e Pacífico: 19 de janeiro de 2009: http://www.fiabci-asiapacific.com/index.php?option=com_content&task=view&id=133&Itemid=41

Alexander Green, a dívida nacional: a maior ameaça ao seu futuro financeiro. Investimento U: 25 de agosto de 2008: http://www.investmentu.com/IUEL/2008/August/the-national-debt.html
John Bellamy Foster e Fred Magdoff, Financeiro Implosion e Estagnação. Global Research: 20 de maio de 2009: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=13692

[79] Dawn Kopecki e Catherine Dodge, Rescue E.U. May Reach $ 23,7 trilhões, Barofsky Says (Update3). Bloomberg: 20 de julho de 2009: http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aY0tX8UysIaM

[80] Chris Martenson, que o último plano de resgate significa. ChrisMartenson.com: 21 de setembro de 2008: http://www.chrismartenson.com/blog/what-latest-bailout-plan-means/5149

[81] Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time (Nova York: Macmillan Company, 1966), 324-325

[82] Prepare-se para o Phoenix. The Economist: vol. 306: 9 de janeiro de 1988: páginas 9-10

Ordem do mundo [83] Walden Siew, os bancos enfrentam nova ", de consolidação": relatório. Reuters: 17 de março de 2008: http://www.reuters.com/article/innovationNews/idUSN1743541720080317

[84] Rupert Wright, os barões da primeira banca. The National: 6 de novembro de 2008: http://www.thenational.ae/article/20081106/BUSINESS/167536298/1005

[85] Michael Lafferty, Nova ordem mundial no sector da banca necessário após a falência do modelo atual. The Times Online: 24 de fevereiro de 2009: http://business.timesonline.co.uk/tol/business/management/article5792585.ece

[86] Daniel Guérin, fascismo e do Big Business. Monad Press, 1973: página 22

[87] Daniel Guérin, fascismo e do Big Business. Monad Press, 1973: página 23

[88] Daniel Guérin, fascismo e do Big Business. Monad Press, 1973: página 215

[89] Daniel Guérin, fascismo e do Big Business. Monad Press, 1973: página 224

[90] Daniel Guérin, fascismo e do Big Business. Monad Press, 1973: página 230

[91] Daniel Guérin, fascismo e do Big Business. Monad Press, 1973: página 239

[92] NIC, Global Trends 2025: um mundo transformado. O projecto da National Intelligence Council's 2025: novembro de 2008: páginas 87:http://www.dni.gov/nic/NIC_2025_project.html

[93] Daniel Guérin, fascismo e do Big Business. Monad Press, 1973: página 22

[94] David Lyon, Theorizing fiscalização: o panóptico e além. Willan Publishing, 2006: página 71

[95] Richard Norton-Taylor, Revolução, Flashmobs e chips cerebrais. Uma visão sombria do futuro. The Guardian: 9 de abril de 2007:
http://www.guardian.co.uk/science/2007/apr/09/frontpagenews.news

[96] KBR, KBR Premiado E.U. Department of Homeland Security Support contingência do projeto de Apoio Serviços de Emergência. Press Releases: 2006 Archive, 24 de janeiro de 2006: http://www.kbr.com/news/2006/govnews_060124.aspx

[97] Peter Dale Scott, The Road to 9 / 11: Riqueza, Império, eo futuro da América. University of California Press: 2007, página 240

[98] Peter Dale Scott, Segurança Interna dos Contratos de Vast New Detention Camps. Pacific News Service: 8 de fevereiro de 2006:http://news.pacificnews.org/news/view_article.html?article_id=eed74d9d44c30493706fe03f4c9b3a77

[99] Lewis Seiler e Dan Hamburg, artigo por artigo medo ou pela Lei? O San Francisco Chronicle: 4 de fevereiro de 2008:http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?f=/c/a/2008/02/04/ED5OUPQJ7.DTL

[100] David Pugliese, Canadá-EUA pacto permite transfronteiriça atividade militar. The Vancouver Sun: 23 de fevereiro de 2008:http://www.canada.com/vancouversun/news/story.html?id=ba99826e-f9b7-42a4-9b0a-f82134b92e7e

[101] Bruce Ackerman, The White House Warden. Los Angeles Times: 28 de setembro de 2006:

http://www.law.yale.edu/news/3531.htm

[102] Patrick Leahy, declaração do senador Patrick Leahy na legislação para revogação Alterações à Lei de Insurreição. 7 de fevereiro de 2007: http://leahy.senate.gov/press/200702/020707.html

[103] A Casa Branca, Segurança Nacional e Segurança Interna Directiva Presidencial. Gabinete do Secretário de Imprensa: 9 de maio de 2007:

http://georgewbush-whitehouse.archives.gov/news/releases/2007/05/20070509-12.html

[104] Gina Cavallaro, Brigade homeland tours start 1 de outubro. The Army Times: 30 de setembro de 2008: http://www.armytimes.com/news/2008/09/army_homeland_090708w/

[105] Eric Lichtblau e James Risen, Power Mudanças no Plano de Capital Calamity. The New York Times: 27 de julho de 2009: http://www.nytimes.com/2009/07/28/us/politics/28continuity.html

[106] Glen Greenwald, primeiro as medidas tomadas para aplicar a prisão preventiva, as comissões militares. Salão: 21 de julho de 2009: http://www.salon.com/opinion/greenwald/2009/07/21/detention/index.html

Fonte: Global Research - Debt Dynamite Dominoes: The Coming Financial Catastrophe Assessing the Illusion of Recovery